Nova edição da JC Magazine chega aos leitores neste domingo (18)

Os assinantes do Jornal Cidade de Rio Claro e os leitores que compram as edições nas bancas receberão no domingo (18) a nova JC Magazine. A revista do Grupo JC de Comunicação chega à sua 37ª edição mostrando novos olhares sobre temas como o espaço dos “pets” dentro dos lares, a forma como os talentos são desenvolvidos nas escolas e o futebol com as mulheres no domínio dos gramados.

Esses são alguns dos temas desenvolvidos na publicação, que também conta com entrevistas e dicas valiosas para os leitores da revista.

Assim como nas edições anteriores, a revista JC Magazine traz reportagens especiais com destaque para fatos e pessoas que contribuem para o desenvolvimento de Rio Claro e da região, além das colunas que já se tornaram marca registrada da JC Magazine.

Mais uma vez, o mercado publicitário também aposta na publicação como uma vitrine de qualidade e de credibilidade para a indústria, o comércio e a prestação de serviços, profissionais liberais também estão entre os parceiros da revista, trazendo os temas, tratamentos e novidades de cada setor.

A JC Magazine é publicada há 19 anos pelo Grupo JC de Comunicação e uma referência no mercado da região. As edições anteriores já estão disponíveis no site do JC, o www.jornalcidade.net. Acesse e confira.

Trilhas para ciclistas na Feena motivam reunião

A Fundação Florestal, órgão do Governo do Estado que administra a Floresta Estadual ‘Edmundo Navarro de Andrade’, em Rio Claro, promoveu uma reunião com ciclistas que utilizam as trilhas da unidade de conservação. O objetivo foi conversar sobre as autorizações de pedaladas noturnas e manutenção de trilhas utilizadas por essa modalidade esportiva.

De acordo com a gestora, a Feena está em negociação com a Prefeitura para operacionalizar o uso da estrada até o limite da Floresta, próximo à cana, para utilização dos ciclistas. Já em relação às trilhas não regulamentadas, a Fundação Florestal informou que se comprometeu em conhecer e, num segundo momento, discutir a possibilidade de tentar oficializá-las.

O uso das trilhas oficiais para pedal noturno deve ser tratado em breve, numa segunda reunião. Renato Crepaldi, um dos ciclistas, relata que “diversas outras ideias foram lançadas e bem recebidas pela equipe de gestão da Feena, porém cada ideia e assunto será tratado em momento oportuno”, comenta. Há a expectativa de se implantar o uso de uma carteirinha oficial no próximo ano para utilização dos ciclistas para os pedais noturnos onde é permitido.

Foi criado um grupo entre os ciclistas para troca de informações sobre as trilhas, porém, também um subgrupo somente com ciclistas técnicos para auxiliar limpeza, manutenção e recuperação das trilhas incluindo sinalização, sentido de percurso, etc. e obstáculos das trilhas junto com equipe técnica da Feena. Há uma previsão para que uma manutenção programada ocorra em janeiro em trilhas já regulamentadas.

Santa Gertrudes: área formada pelo ginásio de esportes, estádio e Paço Municipal é regularizada

Um impasse que perdura anos chegou ao fim nessa segunda-feira (12). A prefeitura, após dois anos de estudos e trâmites jurídicos, conseguiu regularizar as áreas que englobam o Paço Municipal, o campo e o ginásio de Esportes, que pertenciam a CESP.

A área onde está localizado o Paço Municipal foi comprada em 2001 com pagamento integral em 2004 e aguardava escritura para registro. A área onde está localizado o Ginásio dos Esportes era objeto de concessão de uso, porém a CESP fez duras investidas para a desocupação do imóvel. Já a área do campo foi objeto de doação em favor da Prefeitura, porém sem registro.

Hoje foram assinadas, em conjunto com a Companhia Energética de São Paulo (CESP), empresa envolvida no entrave, as escrituras de compra/venda da área onde está localizado o Paço Municipal (pago em 2004) e a desapropriação e pagamento de indenização no valor de 3 milhões de reais da área do Ginásio de Esportes.

Existiam muitas dúvidas em relação a este conflito, principalmente em relação se havia possibilidade de Usucapião em favor do Município. Porém, a Cesp apresentou o termo de concessão assinado em 1985 e pressionou a devolução do imóvel. A partir deste momento a administração municipal entrou em negociação com a empresa para regularizar todas as pendências e solucionar os conflitos existentes.

Entenda o Histórico:

Parte/Área 1: objeto de Escritura Pública de Doação firmada em 12/11/1979 entre CESP e Prefeitura, sem registro desde então e providenciado pela Prefeitura em novembro de 2022.
Parte/Área 2: objeto de Compra e Venda feita com valor totalmente quitado pela Prefeitura em 12/08/2004, com autorização da Lei Municipal 1.835, de 15/05/2001; local onde está instalado o Paço Municipal; sem escritura desde então, assinada hoje para posterior registro.
Parte/Área 3: objeto de Termo de Concessão de Uso firmado em 27/06/1985 entre CESP e Prefeitura, com autorização da Lei Municipal 1.040, de 24/05/1985, (área que a CESP pressionava para a Prefeitura desocupar desde 2019)

Com o desmembramento da matrícula original, vieram 3 novas matrículas, possibilitando a Prefeitura Municipal regularizar as escrituras e registros das áreas doada e comprada há décadas, bem como decretar de utilidade pública a “área 3”, local onde está o Ginásio dos Esportes, através do Decreto Municipal 2345/2022, cuja indenização foi bem abaixo do valor apresentado pela CESP e das avaliações realizadas.

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Foto: Prefeitura de Santa Gertrudes (Assessoria de Comunicação)

A área total integra o patrimônio público, trazendo segurança jurídica ao Munícipio.

Parte/Área 1: objeto de Escritura Pública de Doação firmada em 12/11/1979 entre CESP e Prefeitura, sem registro desde então e providenciado pela Prefeitura em novembro de 2022.
Parte/Área 2: objeto de Compra e Venda feita com valor totalmente quitado pela Prefeitura em 12/08/2004, com autorização da Lei Municipal 1.835, de 15/05/2001; local onde está instalado o Paço Municipal; sem escritura desde então, assinada hoje para posterior registro.
Parte/Área 3: objeto de Termo de Concessão de Uso firmado em 27/06/1985 entre CESP e Prefeitura, com autorização da Lei Municipal 1.040, de 24/05/1985, (área que a CESP pressionava para a Prefeitura desocupar desde 2019)

Falecimentos: confira a necrologia de 13/12/2022

Adauto Fermino Carneiro – 61 anos. Faleceu dia 9 em Rio Claro. Deixou viúva Isabel Santos Aquino Carneiro, os filhos Shester, Pierre e Guilherme. Foi sepultado no Cemitério Parque das Palmeiras.

Benedicta Olinda Jotesso, Bene – 92 anos. Faleceu dia 10, às 15h18, em Rio Claro. Era viúva de Geraldo Jotesso, deixou os filhos Ronar c/c Lilian, Sonia c/c José, Leonice c/c Rafael, Maria c/c Antonio, Solange c/c Antonio, netos, bisnetos, trineto, irmãos e sobrinhos. Foi sepultada no Cemitério Municipal de Cordeirópolis (Funerária João de Campos).

Carlos Alberto Nogueira – 72 anos. Faleceu dia 12, às 05h39, em Rio Claro. Deixou viúva Amelia Aparecida Schafauser Nogueira, os filhos Luiz Gustavo c/c Ariza, Carlos Alberto c/c Alessandra, Alessandra e 4 netos. Seu sepultamento dar-se-á hoje, dia 13, às 16h45, seguindo o féretro do Velório Memorial Cidade Jardim para o Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Emanuel Franco, Manu – 21 anos. Faleceu dia 10, às 08h54, em Campinas. Deixou os pais José Franco e Cleonice Francisca de Andrade Franco, o noivo Amaro, tios, primos e sobrinhos. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Eni Cassab Milani, Professora Eni – 83 anos. Faleceu dia 10, às 12h22, em Rio Claro. Deixou viúvo Antonio José Milani, a filha Florenvce c/c Moacir, irmão e sobrinhos. Foi sepultada no Crematório Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Ester Oliveira Berto – 22 dias de vida. Faleceu dia 10, à 01h00, em Rio Claro. Deixou os pais Janiel Berto Oliveira e Sonamita Oliveira Ribeiro Berto, tios e primos. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Flavio Luiz Rafael – 80 anos. Faleceu dia 12 em Rio Claro. Era viúvo de Ligia de Almeida Rafael, deixou os filhos Fabio, e Flavio e Priscila (ambos falecidos). Foi sepultado no Cemitério São João Batista.

João Luiz Poletto Lourenço – 58 anos. Faleceu dia 11 em Rio Claro. Deixou viúva Maria de Lourdes Perinotto Lourenço, os filhos Kelme e Matheus. Foi sepultado no Cemitério São João Batista.

José Moacir Romanello – 63 anos. Faleceu dia 11, às 15h34, em Rio Claro. Foi sepultado no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

José Roberto Pereira, Pereira – 66 anos. Faleceu dia 10, às 10h45, em Rio Claro. Deixou viúva Rosangela Maria Pereira, os filhos Clariza c/c Naldo, Nathali c/c Mateus, Tiago e sobrinhos. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Mario Trevisan – 77 anos. Faleceu dia 11, às 11h13, em Cordeirópolis. Foi sepultado no Cemitério Municipal de Cordeirópolis (Funerária João de Campos).

Santina Pizi – 89 anos. Faleceu dia 11, às 06h24, em Rio Claro. Deixou sobrinhos e as irmãs da Congregação. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Copa Cultural não terá atividades nesta terça-feira (13)

As atividades da Copa Cultural, que estão sendo realizadas no Espaço Livre do Centro, em Rio Claro, foram canceladas para esta terça-feira (13).

“No sábado e domingo, respectivamente dias das decisões de terceiro lugar e do grande campeão da Copa do Mundo 2022 a programação está mantida”, informa o secretário municipal de Cultura, Dalberto Christifoletti.

No projeto Copa Cultural, organizado pelas secretarias municipais de Cultura e Esportes, além de ver os jogos, o público ouve música ao vivo e pode contribuir com o trabalho social do Fundo Social de Solidariedade, doando um quilo de arroz ou de feijão para o Fundo Social. Os doadores de alimento concorrem a camisas dos quatro grandes times paulistas (Palmeiras, Corinthians, Santos e São Paulo) em sorteio no domingo (18).

Carreta tomba na rodovia Fausto Santomauro (RC-Piracicaba)

A Polícia Militar Rodoviária atende no final da tarde desta segunda-feira (12) a uma ocorrência de tombamento de carreta na Rodovia Fausto Santomauro (SP-127), que liga Rio Claro a Piracicaba.

De acordo com informações do comando da PMRv, o veículo estava carregado com PVC em pó e transitava pelo anel viário. Ao chegar no entrocamento com a SP-127, o condutor relatou que teve uma pane nos freios onde perdeu o controle da direção e acabou tombando no canteiro central da rodovia onde o veículo ficou imobilizado parcialmente sobre a primeira faixa de rolamento da pista sul. O motorista teve ferimentos leves.

Diante dos fatos uma das faixas, na altura do Km 26, no sentido Piracicaba, está interditada e o fluxo de veículo flui normalmente pela faixa 2. A rodovia está sendo sinalizada com apoio da Concessionária Colinas onde o guincho pesado já foi acionado para o local porém aguarda condições climáticas mais seguras para retirar a carreta do canteiro central.

Homenagens marcam despedida a Israel Bíscaro (Lim)

Foi velado e sepultado no domingo (11), o corpo de Israel Bíscaro, mais conhecido como Lim. A despedida no Memorial Cidade Jardim (antigo Parque das Palmeiras) e depois no cemitério municipal São João Batista, contou com familiares e amigos, além de muitas homenagens.

Lim fundou o Escritório Rio Claro há quase 55 anos. O fiel amigo e sócio José Luiz Reginato conversou com a reportagem do Jornal Cidade e falou da perda do companheiro: “O que nós construímos foi uma parceria de muita honestidade e cumplicidade. O primeiro local que montamos o escritório, em 1968, foi em um espaço pequeno na Avenida 24 com a Rua 2. Tínhamos nos conhecido uns três anos antes em um outro escritório e da nossa amizade surgiu a sociedade. Ao longo dos anos a empresa foi se fortalecendo, nos mudamos para a Avenida Visconde e hoje estamos na Avenida 20 com 15 funcionários. Não ter o Lim mais com a gente não será fácil porém eu acredito que ele deixou um legado a todos que tiveram a honra e o privilégio de trabalhar e aprender com ele”, declarou o sócio José Luiz Reginato.

Lim, que era um apaixonado pela escola de samba Samuca também recebeu uma homenagem da agremiação nas redes sociais onde atuou em várias funções na diretoria: “Foi parte importante da nossa história, e à ele dedicamos nossa gratidão e respeito. Aos familiares enviamos nossos sinceros sentimentos e nosso abraço fraterno”, disse a nota.

Agente morre em rebelião e fuga de menores na Fundação Casa no Guarujá

CRISTINA CAMARGO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um funcionário da Fundação Casa morreu na noite deste domingo (11) durante tumulto e fuga de sete adolescentes do Centro de Internação Provisória do Guarujá, no litoral paulista.

A morte do servidor foi confirmada pela Fundação Casa. Em nota, a instituição informou que a Corregedoria Geral abriu sindicância para apurar o que aconteceu. A causa da morte do funcionário não foi informada. Além da Corregedoria da Fundação Casa, a Polícia Civil também investiga o caso.

“A Fundação Casa presta solidariedade aos familiares do servidor”, diz a nota da instituição. A fuga dos sete adolescentes foi informada ao Judiciário e aos familiares.

Segundo o Sitsesp, sindicato que representa os funcionários da Fundação Casa, na última quarta-feira (7) houve tumulto em uma unidade de Guarulhos.

“O fato está se tornando rotineiro na sucateada gestão da Fundação Casa”, diz nota do sindicato publicada em uma rede social.

O tumulto na unidade de Guarulhos teria durado cerca de três horas. De acordo com o sindicato, um grupo de adolescentes destruiu materiais pedagógicos, TVs, tablets, cadeiras e câmeras.

A Fundação Casa nega o tumulto em Guarulhos. No ano passado, sob o argumento de racionalizar o uso dos recursos públicos e reduzir a quantidade de adolescentes internados, a Fundação Casa anunciou a suspensão do atendimento em 23 centros socioeducativos espalhados por todo estado.

Homicídio é registrado em Santa Gertrudes

Um homem foi assassinado a facadas na noite de ontem(11) em Santa Gertrudes por três indivíduos. Um deles foi identificados pela Polícia Militar. Mais informações com o repórter Gilson Santullo.

MP livra Juninho em compra na pandemia

O Ministério Público arquivou, na última semana, um procedimento que poderia evoluir para inquérito civil contra o ex-prefeito João Teixeira Junior, o Juninho. A Promotoria de Justiça começou a investigar suposta prática de eventual ato de improbidade administrativa na dispensa de licitação, no contrato e na respectiva execução contratual entabulada pelo município, em maio de 2020, com a empresa “Marcelo Antônio Correa-ME”, no valor de R$ 1 milhão para a aquisição de ventiladores pulmonares remanufaturados para aparelhar Hospital de Campanha de combate à pandemia por Covid-19. O MP, no entanto, refutou as acusações e livrou o ex-prefeito de novas investigações sobre esse fato.

A investigação se iniciou no ano passado, quando o Tribunal de Contas do Estado julgou irregular o contrato, conforme noticiado pela Farol JC na época. Entre os apontamentos do TCE, estavam supostas irregularidades como pagamento antecipado à contratada, ausência de apresentação de estimativa de preços, divergências sobre o que se previa no termo de referência e o que foi comprado, problemas nos próprios equipamentos, entre outros.

De acordo com a investigação, à qual a coluna teve acesso, a Prefeitura de Rio Claro foi consultada sobre os imbróglios levantados. Em resposta, afirmou que pagou mais caro pelo respirador da empresa contratada em razão de os modelos ofertados serem superiores ao da outra empresa que ofertou apenas um modelo, ainda que mais barato. Apontou também que comprou ventiladores ao preço de R$ 55 mil não consistindo em apenas um só modelo, motivo pelo qual os preços variavam, além do fornecimento em pronta entrega.

Com relação ao pagamento antecipado à empresa contratada, afirmou que havia previsão contratual para tanto, bem como a ocorrência era prevista na Medida Provisória nº 961/2020. Quanto à garantia dos equipamentos fornecidos, apontou que havia garantia de seis meses em todos os aparelhos, além de treinamento e laudos inclusos. O Ministério Público de Contas emitiu parecer no sentido de que o município “poderia ter buscado dados sobre preços praticados em compras recentes de outras Prefeituras da região, ou órgãos estaduais e federais, de forma a verificar a compatibilidade do preço ajustado com os praticados no mercado”.

Asseverou que o município se baseou em apenas duas propostas e adquiriu o produto do fornecedor que apresentou o maior valor, alegando que os modelos eram superiores e a entrega era imediata, contrariando o princípio da economicidade. Por fim, opinou pela irregularidade da dispensa de licitação e do contrato, bem como pela aplicação de multa aos responsáveis. Apesar disso, a Promotoria decidiu pelo arquivamento da investigação. Segundo justificou, a análise criteriosa dos documentos constantes nos autos não permite fundamentar conclusão de efetiva ocorrência de ato de improbidade administrativa, já que não se percebe, pelo contexto, o suscitado cenário de ilegalidade qualificada necessária para tanto.

O Ministério Público argumenta que, muito embora a dispensa de licitação tenha sido julgada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, os servidores responsáveis pelas irregularidades já foram devidamente responsabilizados, no âmbito administrativo, pelos seus atos que, “ao ver desta Promotoria de Justiça, não configuram atos de improbidade administrativa, já que não se pode afirmar, sem sombra de dúvidas, estarem eivados de dolo”, declara.

A promotora Georgia C. C. Obeid reconhece que, “não obstante a aparente falta de zelo dos servidores na verificação dos aparelhos em conformidade com o Termo de Referência – diga-se de passagem, provavelmente feito às pressas ante o desenrolar avassalador da pandemia, inicialmente, não é possível descartar a escassez vivenciada à época e as dificuldades geradas na pandemia. Desse modo, não vislumbro provas acerca de eventual má-fé ou conluio entre os servidores públicos e a empresa contratada, tampouco se verificando provas de que terceiros tenham sido indevidamente beneficiados em razão da referida contratação”.

Ao finalizar, a representante do Ministério Público diz que, “apesar de evidenciadas pequenas impropriedades administrativas, não há provas de que os responsáveis tenham agido com o dolo necessário à configuração de improbidade administrativa. Não se verifica, no presente caso, a imoralidade qualificada e a grave desonestidade funcional que devem ser resguardadas pela Lei de Improbidade Administrativa”, propondo, por fim, o arquivamento da investigação.

Jornal Cidade RC
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