Estádio Alfredo Carandina será uma das sedes do Campeonato de Futebol Amador de Santa Gertrudes
A 1ª rodada do Campeonato de Futebol Amador de Santa Gertrudes terá início neste domingo (dia 8) com 16 equipes e encerra a primeira fase no dia 29 de março.
Serão quatro times na semifinal que será realizada após o Torneio 1º de Maio, Dia do Trabalhador. Os times estão divididos em dois grupos. Confira a 1ª rodada, Estádio Alfredo Carandina: 8h, Fael x Ipiranga, 10h, União x União Imobiliária, 14h, Unidos x WW Redutores e 16h, Mueu F.C. x Nova Esperança.
No campo da Cerâmica Buschinelli: 8h, Inacreditável x São Luiz, 10h, Birigui x Arsenal, 14h, Dez Estrelas x Possidonio e 16h, Novidade F.C. x Porto F.C., entrada gratuita nos estádios. Na última semana aconteceu o sorteio dos grupos do campeonato do Amador 2015.
Cachorros sem coleira, andando pelas ruas, defecando nas calçadas, sem que o tutor os acompanhe para recolher as fezes. Soltos, podem avançar em pessoas ou veículos, ferindo e sendo feridos. Nos quintais, por diversos motivos, o latido incessante invade as casas vizinhas, perturbando o sossego dos moradores. A culpa é do animal? Nunca. O tutor é o responsável.
Para esclarecer essa responsabilidade, o advogado José Carlos de Carvalho Carneiro escreveu a “Cartilha do Dono do Cão”, que deve ser lançada em breve. A ideia de compor um manual sobre responsabilidade social e jurídica dos tutores surgiu em reuniões na 4ª Subseção da OAB – Rio Claro: “A ideia surgiu na OAB em decorrência de muitas reclamações, há muitas pessoas relatando problemas relacionados a cães e seus donos”, explica.
Segundo Carneiro, são cada vez mais comuns casos que vão parar na Justiça, quando uma pessoa usa o próprio cão para perturbar ou intimidar outro vizinho. E as vítimas estão ganhando casos de danos morais nos tribunais. Para o advogado, a questão é como o tutor vê o cão: “Há uma falta de responsabilidade, o cão não é um objeto, é um ente que tem direitos estabelecidos”, explica. A venda da cartilha está sendo discutida, bem como a destinação do valor arrecadado, que pode ir para instituições que cuidam de animais abandonados.
Casos
No último dia 28, uma mulher relatou nas redes sociais o ataque de um rottweiler que acabou matando seu cachorro da raça maltês (de pequeno porte) em um condomínio residencial no Rio de Janeiro. O caso ganhou notoriedade, porque o rottweiler é do humorista da TV Globo, Castrinho. Segundo a mulher, o cão estava sem coleira e sem focinheira na hora do ataque. Castrinho nega as acusações.
Em outro episódio recente, também noticiado por sites e canais de TV nacionais no último dia 26, um garoto de 6 anos foi atacado por um pitbull em São José do Rio Preto. Com ferimento leve no braço direito, a criança não corre risco de morte, mas, segundo a mãe dela, essa foi uma das inúmeras vezes em que o cachorro em questão escapou da residência vizinha e perambulou pela rua, ameaçando os moradores daquela via.
As inscrições para o programa JC na Escola de 2015 abrem nesta segunda-feira (9). Professores interessados em participar do curso podem efetuar a inscrição gratuita através do site http://www.jornalcidade.net/jcnaescola, até o dia 4 de março.
Para 2015, o programa está com diversas novidades e uma delas é renovação do programa com aulas pré-programadas e divididas em um período mais curto de tempo. As aulas começam no dia 11 de março e terminam no dia 25 de junho, com encontros quinzenais todas as quartas-feiras, das 8 às 11h. Ao todo, serão oito encontros que acontecem no auditório do Grupo JC, localizado na gráfica do Jornal Cidade.
Segundo o coordenador pedagógico do programa, o professor Jaime Leitão, o novo formato traz dinâmica aos encontros. “O JC na Escola está voltado para a prática de produção do jornal em sala de aula, com palestras que dão ênfase à leitura e à compreensão da importância do jornal como material paradidático”, destaca, e aproveita para acrescentar: “considero este formato melhor, por ser mais dinâmico, e também por focar a feitura do jornal, o contato mais próximo da criança e do adolescente com o jornal, a partir de encontros que contarão com profissionais do JC, dos diversos setores, como redação, marketing, diagramação etc”, observa.
Dirigentes participaram de encontro para discutir situação do carnaval em RC
Para discutir os rumos da folia de Momo e os preparativos para a festa, o Café JC reúne nesta edição os representantes das escolas de samba de Rio Claro: Jeferson Zanotti – presidente da Unidos da Vila Alemã – UVA; Welson Camargo – presidente da Samuca; Ari Rios e Hélio do Carmo – este presidente da Grasifs – Voz do Morro; João Benedito Geniselli, diretor de Harmonia, e Maria Inês Arena, porta-bandeira da A Casamba.
Jornal Cidade – Em 2014, a UVA não desfilou devido ao temporal que atingiu a cidade. Desde então, como a escola se preparou para o Carnaval deste ano? Jeferson Zanotti – O nosso enredo fala de superações por meio do tempo, o tempo de Deus. Nesse sentido, aproveitamos o fato de 2014 para falar dos próprios desafios da escola. No ano passado, tivemos muitos problemas. Já em 2015, se tiver que errar, será por nós mesmos. Nos reestruturamos e graças a Deus, aos que ficaram e amam a UVA, vamos desfilar de igual para igual com as coirmãs.
JC – A divisão dos desfiles no sábado e domingo sempre gera discussões quanto à viabilidade e resultados. Essa decisão é benéfica para quem? Hélio do Carmo – Para as agremiações é ruim, até pelo fato de serem apenas quatro. Uma escola que saia no domingo já está ganhando, porque é um dia à frente daquela que desfilou no sábado. Com isso, haverá um tempo a mais para acertar detalhes e finalizar os trabalhos. Haja vista o que aconteceu em 2014 com o temporal, prejudicando a UVA e Grasifs.
JC – A escola A Casamba conquistou o último título do Carnaval em 2010. Desde então, ocupa a vice-liderança entre as agremiações. Para 2015, quais são as expectativas? João Benedito Geniselli – A Casamba vem para a Passarela do Samba para ganhar. Nos últimos anos, a Samuca é a favorita. Mas todas as escolas têm as mesmas condições. Estamos há alguns décimos da Samuca. Não sei quando, mas ela vai cair. Estamos trabalhando forte para apresentar um excelente trabalho e conquistar o título.
JC – A Samuca desfila com a prerrogativa de ‘favorita’ e ‘já ganhou’. Aceita-se ou isso é rechaçado pela direção da escola? Welson Camargo – A gente reconhece o trabalho das coirmãs. Nos orgulhamos do favoritismo, mas a responsabilidade só aumenta. Não podemos nos acomodar. Cada ano é um ano e temos que trabalhar para vencer. O ‘já ganhou’ não existe. Mantemos sempre os pés no chão.
JC – Que avaliação fazem das notas e critérios usados pelos jurados na avaliação dos desfiles? Ari Rios – Defendo a mudança dos jurados para que não fiquem ‘viciados’. Em 2014 já houve essa troca, não necessariamente pelos 10 recebidos, de ponta a ponta, pela Samuca, mas num processo natural. Mas, ao que me parece, por a Grasifs ser sempre a primeira a desfilar, existe um julgamento rigoroso com a escola e em relação às demais, passam batido. Jeferson Zanotti – Podem mudar os jurados, vão reclamar. É o mesmo que acontece com o futebol: o resultado nunca agrada. Apesar de os jurados dizerem que não, tem comparação na hora de avaliar as escolas. Acredito que nota 10 em tudo não vai mais existir. Em 2015, a Uesp (União das Escolas de Samba Paulistanas) volta a ser a instituição responsável pelo envio de profissionais para o julgamento dos desfiles. João Benedito Geniselli – Nos dias de hoje, aconteceram alguns favoritismos. Nos dias de hoje, houve algum ‘jabazinho’. Vamos pensar no Carnaval 2015. O que não pode é contratar uma entidade para julgar um carnaval técnico, que não segue a própria cartilha e dá justificativas imprecisas. É complicado. Welson Camargo – Os 10 que a Samuca recebe têm seus méritos. Trabalhamos o ano todo para isso. Todas têm a sua chance. Falam de jabá ou trocam comissão julgadora porque Samuca tira 10 em tudo e ganha, mas vamos analisar individualmente o seu desfile, avaliar cada detalhe e ver o motivo de não ter tirado 10.
JC – O que o folião pode esperar dos desfiles 2015? Hélio do Carmo – A Grasifs vai sair bonita e luxuosa. A diretoria está empenhada com a comunidade para fazer um bom desfile. A escola vem com a visão do Carnaval que queremos para o futuro: fantasias feitas pela comunidade, um trabalho sustentável e reciclável. Maria Inês Arena – A Casamba está evoluindo, sempre primando pelo luxo. Com relação a 2014, fizemos um balanço para acertar detalhes para o desfile. Estamos focando em harmonia musical, para que a comunidade cante na Passarela do Samba e, também, se integre ao desfile. Jeferson Zanotti – 2015 será o maior Carnaval da UVA. Ela vem reajustada dentro dos seus padrões. Vai cantar, fazer a parte técnica e disputar de igual para igual. Será um grande Carnaval, mesmo sabendo que é difícil ganhar, porque é uma condição que depende de fatores econômico, pessoal, etc. Será meu último ano como presidente. Fecharei com chave de ouro. Welson Camargo – Nosso Carnaval é todo produzido em Rio Claro, com a união da família samuqueira. Teremos alas com luxo e riqueza em detalhes. Neste desfile, iremos superar a nós mesmos. O público pode esperar um grande desfile, rumo ao penta.
Inhame contra o mal-estar da dengue? Parente da batata-doce, a procura pelo tubérculo em supermercados de Rio Claro cresceu nas últimas semanas, proporcionalmente aos casos positivos da doença. Segundo consumidores, o alimento rico em vitaminas A e do complexo B alivia os sintomas. Érica Ferrarini teve dengue. Em consulta à internet e por sugestão de amigos, resolveu experimentar o suco de inhame. “Na receita vai um copo d’água e um inhame. Bato no liquidificador acrescido de uma fruta – maçã ou laranja. No primeiro dia, tomei quatro vezes de hora em hora. Nos demais, três vezes”, conta Érica. Ela afirma que o suco auxiliou na sua recuperação. “Senti certa melhora, sim. Foi bom parar criar resistência, melhorar a imunidade”, completa.
Mas há comprovação científica sobre o consumo de inhame contra os sintomas da dengue? Para a infectologista Drª Suzi Berbert, como o mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, é atraído para o ser humano através do odor, qualquer produto que altere o cheiro da pele pode ajudar a repelir o mosquito, como o alho, vitaminas do complexo B e o extrato de inhame. “A ciência comprova isso, porém ainda não comprova que a ingestão de determinado produto realmente funcionará dentro do corpo e na pele, pois geralmente essa ingestão tem que ser em grande quantidade, podendo, também, causar efeitos colaterais”, explica Drª Suzi.
Todo alimento tem valor nutricional e propriedades específicas em beneficiar a saúde, pois cada um contém vitaminas e substâncias importantes na constituição do sistema imunológico. O inhame, por exemplo, é rico em vitaminas, mas não se justifica ‘entupir-se’ do alimento contra a dengue. “O fato é que uma alimentação boa e variada ajuda a ter uma boa saúde, e o exagero no consumo de qualquer alimento ou vitamina pode até fazer mal! Assim, não contraindicamos o consumo dos alimentos, mas lembramos que o que realmente vale na epidemia da dengue é fazer o papel de cidadãos responsáveis, eliminando os criadouros, o que, além de proteger a si mesmo, protege, também, a comunidade”, finaliza.
Gilberto abriu o placar no Schmidtão aproveitando rebote da cabeçada de Vinícius Bovi após falta cobrada por Guaru na área
Em sua estreia no Schmidtão, na noite deste sábado (7), o Rio Claro FC venceu o Linense por 3 a 0 pela terceira rodada do Paulistão.
Os gols foram marcados pelos zagueiros Gilberto, aos 37 do primeiro tempo, após falta cobrada por Guaru, cabeçada de Vinícius Bovi que o camisa 3 aproveitou o rebote, novamente Gilberto, aos 27 da etapa final, de cabeça, também aproveitando falta de Guaru e Luiz Eduardo, aos 36, depois de outra falta na área cobrada por Guaru.
O Linense ainda teve um pênalti, erroneamente marcado a seu favor aos 45, mas Richard, que já havia salvado o Azulão em uma defesa espetacular em cabeçada a queima-roupa de Pottker, defendeu, lembrando os tempos de São Paulo, quando pegou três pênaltis na final de 2010 contra o Santos, na Copinha.
Com o resultado, o Galo Azul soma 6 pontos e dorme na liderança do Grupo B, à frente de São Bento (5 pontos), Corinthians e Ponte Preta (3 pontos), que entram em campo neste domingo, e está em terceiro na classificação geral, atrás apenas do São Paulo (9 pontos) e Mogi Mirim (7 pontos).
“Fico feliz pelos dois gols, principalmente pelo resultado. Merecemos”, disse o zagueiro Gilberto, autor de dois gols na partida.
O próximo jogo do Rio Claro FC será na quarta-feira (11), contra o Palmeiras, às 20h30, no Allianz Parque.
“A gente treina muito bola parada e na estreia em casa, precisávamos dessa vitória para nos dar tranquilidade para trabalhar e pensar no próximo jogo”, comentou Guaru.
FICHA TÉCNICA RIO CLARO FC 3 x 0 LINENSE Local: estádio Dr. Augusto Schmidt Filho, em Rio Claro Árbitro: Marcelo Prieto Alfieri Assistentes: Alex Alexandrino e Fernando Afonso Gonçalves de Melo Público: 889 pagantes Renda: R$ 22.730,00 Cartões amarelos: Luiz Eduardo, Patrik, Matheus e Jeferson Paulista (Rio Claro FC) e Álvaro, Igor, Moisés, Jorginho e Pottker (Linense) Cartão vermelho: Moisés aos 42’/2T (Linense) Gols: Gilberto aos 37’/1T e aos 27’/2T (cabeça) e Luiz Eduardo aos 36’/2T (Rio Claro FC)
RIO CLARO FC Richard; Vinícius Bovi, Gilberto, Luiz Eduardo e Renan Luís; Alê (Patrik), Nando Carandina, Matheus e Guaru (Jeferson Paulista); Macena (Rodolfo) e Paulinho. Técnico Antonio Carlos Buião
LINENSE Anderson; Eric, Adalberto, Álvaro e Igor (Felipe Augusto); Moisés, Bruninho (Serginho), Jorginho e Clébson; Nando (Diego) e Pottker). Técnico: Luciano Quadros
Em jogo fraco tecnicamente, apesar dos cinco gols, mais por limitações defensivas do que mérito dos ataques, o Oeste, que perdeu inúmeras chances, saiu vencedor (Foto: Valentim Baraldi)
Desta vez o ataque velista marcou gols, mas não foram suficientes para decretar a primeira vitória do Velo Clube na série A-2.
Jogando fora de casa, na tarde deste sábado (7), o Rubro-Verde perdeu seu terceiro jogo seguido, por 3 a 2 para o Oeste, mas pelo saldo de gols, deixou a lanterna para o Guaratinguetá, goleado pelo Rio Branco por 4 a 1, em casa, e que também ainda não somou pontos na competição.
Em jogo fraco tecnicamente apesar dos cinco gols, mais por limitações defensivas do que mérito dos ataques, os gols do Oeste foram marcados por Júnior Negrão, aos nove do primeiro tempo, de cabeça, livre na área, após cruzamento na esquerda, por Wagninho, aos quatro da etapa final, também de cabeça após escanteio e por Serginho, aos 30, aproveitando rebote do goleiro Igor, melhor em campo do time velista, que evitou uma goleada histórica pelas defesas feitas no jogo, após chute de fora da área.
No Velo, o primeiro gol foi de Júnior Negrão, contra, aos 43 do primeiro tempo e o segundo, de Judson, aos 20 da etapa final, batendo colocado no ângulo oposto do goleiro Paes.
“O torcedor velista pode ficar tranquilo que cair, a gente não cai, como muito gente quer que caia. Não vai cair, eu garanto”, disse o técnico João Vallim na saída do gramado em Itápolis.
O próximo jogo do Rubro-Verde será na quarta-feira (11), às 20h, justamente contra o agora lanterna Guaratinguetá, no Benitão.
FICHA TÉCNICA OESTE 3 x 2 VELO CLUBE Local: estádio dos Amaros, em Itápolis Árbitro: Márcio Henrique de Gois Assistentes: Marcelo Zamian de Barros e Adilson Roberto de Oliveira Público e renda: não divulgados Cartões amarelos: Paes, Lelê e Serginho (Oeste) e Mizael (Velo Clube) Cartão vermelho: Lelê (Oeste)* Gols: Júnior Negrão (cabeça aos 9’/1T, Wagninho aos 4’/2T e Serginho aos 30’/2T (Oeste) e Júnior Negrão (contra) aos 43’/2T e Judson aos 20’/2T (Velo Clube)
*cartão vermelho recebido no banco de reservas
OESTE Paes; Wagninho, Daniel Gigante, Ligger e Zeca; Dionísio, Leandro Melo, Wagner Carioca (Pablo) e Lelê (Foguinho); Júnior Negrão (Cristiano) e Serginho. Técnico: Roberto Cavalo
VELO CLUBE Igor; Mizael, Duda, Tiago Bernardi (João Victor) e Edson Paraná; Dogão (Marquinhos), Teco, Niander e Everton (Judson); Renatinho e Diego Higino. Técnico: João Vallim
A matéria na íntegra você confere na edição impressa deste domingo (8), do Jornal Cidade.
No Carnaval 2015, a A Casamba apresenta o enredo ‘E o futuro, o que será? Quer descobrir? Acredite se quiser’. Presidida por José Mário Arena, a agremiação vai mostrar tudo o que é místico e o modo e as formas que as pessoas buscam para a adivinhação do futuro.
“A loucura e o fascínio por aquilo que está por vir ganha forma e movimento numa viagem que percorrerá desde o Egito antigo aos dias atuais, perfazendo um caminho traçado pelo homem para responder aos seus anseios mais profundos”, finaliza Arena.
Confira no vídeo abaixo os preparativos da escola.
Katia Curado explica que rotineiramente os agentes inspecionam as residências
O último balanço da Vigilância Epidemiológica (VE) de Rio Claro, divulgado no dia 30 de janeiro, revelava que a cidade apresentava até aquela data 208 casos de dengue neste ano. Em apenas uma semana, esse número subiu para 383, o que representa um aumento de 84%. O balanço foi divulgado nessa sexta-feira, dia 6. De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Combate à Dengue, Katia Curado Nolasco, os bairros que concentram mais casos são o Bonsucesso/Novo Wenzel, Santa Elisa, Bairro do Estádio e o Distrito de Batovi. “Nesses locais a inspeção dos agentes está sendo mais intensa, embora eles percorram todos os bairros”, salientou Nolasco.
Katia Curado ainda explica que rotineiramente os agentes inspecionam as residências, com a finalidade de orientar a população e aplicar larvicida quando necessário. “Aos sábados e domingos, as equipes também estão inspecionado as residências”, acrescentou. No dia 23 de janeiro, o número de doentes em Rio Claro era de 55. Em sete dias houve um crescimento de 278% na quantidade de infectados pelo mosquito transmissor.
A situação preocupa e motiva um alerta da Vigilância Epidemiológica. A coordenadora da VE, enfermeira Marina Massaro, solicita que a população siga as orientações das autoridades de saúde e inspecione os possíveis locais de acúmulo de água em suas residências. Ela também reforça a importância do trabalho dos agentes de saúde, que estão monitorando e visitando todos os bairros com trabalho de combate e prevenção ao mosquito. Os moradores devem colaborar com a visita das equipes.
Os sintomas da dengue são: febre, dor de cabeça, dor nos olhos, manchas avermelhadas pelo corpo, dor no corpo, dor nas articulações, fraqueza. Em algumas situações podem aparecer diarreia, enjoo, dificuldade de se alimentar. Pessoas com estes sintomas devem procurar atendimento médico, pois existe tratamento e ele independe de resultados de exames. A principal forma de evitar complicações é beber bastante líquido.
Na imagem de arquivo, a fachada do prédio da Sociedade Philarmônica, localizado na Rua 5, Centro
A juiza Cyntia Andraus Carretta, da 3ª Vara Cível, nomeou o jornalista Paulo Jodate David como administrador provisório da “Sociedade Philarmônica Rio-clarense”. De acordo com a decisão, datada do dia 4 de fevereiro: “defiro a antecipação pleiteada, para o fim de nomear o ilustre jornalista Paulo Jodate David como administrador provisório, ficando desde logo autorizada a prática de todos os atos necessários à administração da sociedade, até a efetiva regularização”. Como já noticiado pelo Jornal Cidade, em dezembro do ano passado, a reunião da comissão provisória que busca reassumir e recuperar o prédio da Sociedade Philarmônica teve como ponto principal a entrega das chaves do prédio aos membros da comissão.
No livro de Fábio Alexandre dos Santos, em 1879 foi criada a Philarmônica Rio-clarense, “em substituição a uma antiga sociedade que desaparecera, o Club Palestra, e como extensão da Sociedade Occarinista, que o foi o pilar da música na cidade por muito tempo”. “A nova agremiação nasceu numa reunião na casa de Thomaz Carlos de Molina, com a presença do Dr. Monteiro, dos Srs. Drs. José Alves de Cerqueira Cezar, Carlos Emilio de Azevedo Marques, Augusto Lorena, José de Campos Negreiros, Seraphim Leme da Silva, Diogo Antonio de Camargo, José Antonio de Negreiros, Benedicto José de Oliveira Junior, João dos Santos Gaia, Horacio Alves de Oliveira, Luiz de Araujo, Benedicto Leite de Mello Franco, Quirino Apparecida, José da Silva Estrella e Elias Antonio da Silva, cujo objetivo era uma sociedade recreativa para cultivo e desenvolvimento da educação artística do povo”.
“Na reunião seguinte, em 14 de maio de 1879, foram aprovados os estatutos e, “satisfeitos, todos foram já propostos sócios os Srs. Antonio H. de Araujo Cintra, Augusto Cintra, Joaquim Augusto de Ferraz, Justino Mello de Oliveira, Agostinho Leme do Prado, Barão de Porto Feliz, Dr. Bento de Almeida Prado, Jacintho Frederico Moreira, Miguel Rinaldi, Paschoal Rinaldi, José da Silva Oliveira, José da Silva Oliveira, João Antonio do Valie, Domingos Mascarenhas, Pe. Julio Sarracini, João Pinto de Carvalho Ozorio e Dr. Francisco Villela de Paula Machado, médico e proprietário da clínica Paula Machado”.
Está no ar na manhã deste sábado (7), sob o comando do jornalista Antonio Archangelo, o Programa ‘Na Roça’. O tema desta edição é: “Carnaval!Folia com recurso público?”
O programa é veiculado pela Excelsior Jovem Pan AM, e estão presentes os convidados: Valdir Duarte (Grêmio Seresteiro Rio-clarense), Cidinho Geniselli (Ex-presidente da A Casamba), e os jornalistas Emerson Augusto e Fabíola Cunha.
Mande suas perguntas com nome e bairro para o Twitter @jcrioclaro, pelo WhatsApp da Redação do JC 99942-4100, ou pelo telefone: 3526-1055.
A Secretaria Estadual negou nessa sexta-feira (6), que as escolas estaduais da Diretoria de Limeira estariam sem professores-coordenadores. A notícia, repercutida na região, foi veiculada pela Folha de S.Paulo, ao evidenciar que o governo teria reduzido verba, resultando também na falta de recursos para a aquisição de materiais “em escolas com notas baixas”. De acordo com o jornal, “diretores e professores em quatro regiões do Estado (centro e sul da capital, Limeira e Sorocaba) afirmam que a redução da verba tem causado falta de suprimentos para os alunos, como papel higiênico, cartolina e guache”.
Segundo a pasta, “a Secretaria da Educação do Estado informa que é incorreto afirmar que as escolas estaduais estão sem verba para os suprimentos. Para este ano são R$ 60 milhões disponíveis, além dos R$ 24 milhões mensais para as empresas responsáveis pela limpeza e insumos, recursos monitorados e acompanhados pela pasta. Todas as escolas estaduais contam com mecanismos que auxiliam na gestão escolar. Não é verdade também que as escolas estão sem professores-coordenadores. As unidades permanecem com 3,1 mil profissionais na função e os que voltam para sala de aula poderão lecionar no programa de reforço”.
Cabe lembrar que, no início deste mês, a Apeoesp (Sindicato dos professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) compartilhou notícia relacionada à superlotação de classes. Na oportunidade, professores também disseram que a verba destinada à manutenção das escolas não teria sido liberada pela Secretaria Estadual da Educação. “Professores também relataram superlotação em escolas da Grande São Paulo. O dinheiro deveria ser empregado na pintura e em reparos antes do começo das aulas”, alegou o noticioso. “Ela fecha salas e aumenta a quantidade de alunos. Em vez de contratar mais professores para diminuir a quantidade de alunos e melhorar a qualidade de ensino, tende sempre a ficar dificultando e fechando salas, aumenta a quantidade de alunos e dispensa professores. A média para 2015 é de 45 alunos por sala, que é uma quantidade gigantesca”, afirmou um professor que preferiu não ser identificado.
“É inviável. Você chega à sala de aula, você vai fazer a chamada, até você conseguir acalmar os ânimos. E mesmo assim o professor ainda tem que aplicar o conteúdo, dar uma avaliação, tem que fazer todo processo pedagógico com muitos alunos”, declarou outro professor. O sindicato também publicou notícia na qual relata que o governo do Estado de São Paulo, comandado por Geraldo Alckmin (PSDB), determinou o fechamento de aproximadamente 300 salas de aula no ABCD, que poderiam comportar 12 mil estudantes. “Os cortes se dão no Ensino Médio e também no Fundamental, e atingem os períodos da manhã, tarde e noite.”
De acordo com o sindicato, a redução de salas de aula só tem uma justificativa: corte de gastos, o que poderia “precarizar ainda mais” a educação pública, com salas superlotadas. “É mais uma medida para acabar com a qualidade do ensino público. As salas estão cada vez mais lotadas e a Secretaria de Educação não fala nada. A demanda é grande e faltam salas”, garantiu a presidente da Apeoesp, Maria Isabel Azevedo, a Bebel.