Praça no Santa Cruz reúne população e boa música

Laura Tesseti

A praça vereador Sylvio Cassavia Filho, localizada na Rua 14, entre as avenidas 12 e 14, no bairro Santa Cruz, é há pouco mais de um ano um novo ponto de encontro para rio-clarenses que gostam de aproveitar uma boa música todo domingo de manhã.

Duplas sertanejas e outros artistas costumam animar o local e a comunidade aproveita para curtir uma boa música. “A praça fica cheia de gente, as músicas são boas e deixam o bairro ainda mais gostoso de morar”, comentou um morador da região.

Bandeirinhas ainda decoram a praça após festa de um ano dos shows que acontecem aos domingos
Bandeirinhas ainda decoram a praça após festa de um ano dos shows que acontecem aos domingos

Há cerca de três semanas, os shows realizados durante as manhãs de domingo completaram um ano e uma festa foi feita na praça, com bandeirinhas, comes e bebes, tudo cedido pelo comércio do entorno. As bandeiras que foram espalhadas pelas árvores ainda marcam presença no local e deixam tudo mais colorido.

Mesmo estando ao lado de uma via bastante movimentada, que é a Rua 14, a praça é conservada e os moradores costumam passar as tardes sentados nos bancos, debaixo de grandes árvores, aproveitando a sombre e colocando a conversa em dia.

Um ponto negativo do local são algumas pessoas que ficam nos semáforos pedindo dinheiro. A atitude incomoda a população muitas vezes. “É ruim, sabemos que eles não vão fazer mal, mas muitos idosos e mães com crianças ficam com medo de utilizar a praça como local de recreação, pois muitas vezes os pedintes estão por ali”, explicou um comerciante.

Outro ponto negativo visto pelos frequentadores da praça é a sujeira na grama. Em visita ao local, a reportagem do JC pôde observar algumas embalagens descartadas no chão, mesmo havendo lixeiras no local.

Avenida sem acostamento com carros em alta velocidade assusta moradores

Wagner Gonçalves

A via que divide os bairros Mãe Preta e Vila Industrial vem sendo criticada por moradores dos arredores, sob a justificativa do perigo que se enfrenta no simples ato de atravessá-la. A Avenida dos Estudantes possui curvas sinuosas, além da ausência de acostamentos para carros ou calçamento para pedestres.

Charlene Marques de Brito Vieira, moradora do Bairro Mãe Preta, vinha caminhando pelas beiradas da via, para evitar o perigo de ser surpreendida por um carro, antes de conversar com a reportagem do JC. “Sempre caminho por aqui, para não ser atropelada, acabo andando no mato, pois os carros passam beirando e não tem espaço”, contou.

Dara Cristina da Silva e Thaís Helena Cardoso tentam atravessar a via, mesmo com a faixa de pedestres quase apagada
Dara Cristina da Silva e Thaís Helena Cardoso tentam atravessar a via, mesmo com a faixa de pedestres quase apagada

Um pouco mais próximo a uma escola naquelas proximidades, Dara Cristina da Silva tentava atravessar a rua com filho e contou sobre o dilema diário: “não tem por onde os pedestres passarem, ou é pelo mato com bichos, machucando o pé ou pela rua”.

Ao seu lado, Taís Helena Cardoso diz que é inevitável utilizar o caminho para ir ao médico ou à escola, e por isso pede por melhorias. Ela diz que, “no horário de almoço, o movimento é ainda mais intenso e, por isso, muito perigoso para as crianças”.

Na direção da escada, há uma faixa de pedestres, em que as duas estavam tentando atravessar. O morador Daniel Aparecido Dionísio destacou ser um perigo, pois muitos não respeitam a sinalização. “Apesar do Pare, muitos passam correndo e causam acidentes”, disse Dionísio. Outro morador, Rubens Valdir Scopin, disse ser preciso criar mecanismos para controlar a velocidade, como lombadas ou radares.

Em nota, a Secretaria de Mobilidade Urbana e Sistema Viário informou que mantém as vias devidamente sinalizadas, inclusive com fiscalização eletrônica para aumentar a segurança no trânsito.

Conforme a prefeitura, existe a contínua fiscalização e, em cumprimento à lei que obriga a construção e manutenção de calçadas na área urbana, informou que fará a verificação da situação do local citado. Quanto ao mato, a Secretaria de Manutenção e Paisagismo realiza corte e limpeza periódicos em toda a cidade.

A secretaria informa que os serviços de reforço da pintura das faixas de pedestres são realizados anualmente ou, quando necessário, em intervalos mais curtos.

VÍDEO – Seu bairro no JC: Batovi

Vivian Guilherme

Rio Claro possui cinco distritos, um deles é Batovi. Historicamente conhecido por Batovy, o pequeno distrito fica no extremo oeste do município. Seu povoado começou a se formar em torno da pequena estação ferroviária, que segue como um ponto de referência no local e hoje abriga a subprefeitura.

Localizado no extremo oeste do município, o Distrito de Batovi ainda apresenta alguns resquícios dos tempos áureos da ferrovia
Localizado no extremo oeste do município, o Distrito de Batovi ainda apresenta alguns resquícios dos tempos áureos da ferrovia

São poucas ruas e poucos moradores no distrito que tem ainda uma escola – a E. M. Prof. Dennizard França Machado, um posto dos Correios e um Centro Comunitário. Ponto de referência no local é uma pequena estação ferroviária que mantém algumas de suas antigas características.

Lenice Francisco, que mora no distrito há 44 anos, diz que gosta muito de morar no local, mas se queixa de maior assistência nos serviços relacionados à saúde. “Eu sinto falta de um postinho de saúde, de uma farmácia, que facilitaria bastante”, comenta a moradora.

João Pereira, um dos mais antigos moradores, reside ali há 63 anos e não esconde sua paixão pelo distrito. “Eu gosto de ver as crianças da escola brincarem ali na estação, acho muito bonito”, diz o aposentado.

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Entretanto, ele se queixa das vias que dão acesso ao distrito. “Está precisando melhorar a ponte, pois há três anos está naquela situação. Aquele caminho pelo Rio Corumbataí é mais perto para chegar à cidade e não dá pra passar por ali não”, observa, reclamando também da falta de limpeza nas ruas de Batovi.

De forma geral, os moradores também reclamam do asfaltamento, que está bastante precário, em boa parte pelo excesso de caminhões que transitam no local.

VÍDEO: Antonio Corrêa é símbolo da taxidermia

Vivian Guilherme

É com muita atenção que o biólogo Antonio Corrêa Filho atende à porta e recepciona a reportagem do JC em sua residência. Aparentemente uma casa normal, o lar do senhor Corrêa está longe de ser convencional.

Logo na sala de entrada há uma onça e uma lagosta. No escritório, um leão, uma coruja, um tucano, araras e muitos pássaros. Em outra sala há um aquário seco, uma parede repleta de peixes, polvos etc.

Ao longo de seus 85 anos, Corrêa dedicou quase 60 deles à ciência da taxidermia. Piracicabano, mas morador da Cidade Azul e rio-clarense de coração, o biólogo é referência mundial no assunto.

Conhecida por poucos, a taxidermia é a arte de preparar animais mortos utilizando técnicas especiais. A despeito do que pensam os defensores dos animais, a taxidermia obedece às leis naturais e não sacrifica os bichos, pelo contrário, trabalha com animais que já morreram.

Com sua técnica, Antonio Corrêa Filho aprendeu a “construir” animais, como o tiranossauro pendurado em sua parede
Com sua técnica, Antonio Corrêa Filho aprendeu a “construir” animais, como o tiranossauro pendurado em sua parede

Corrêa exemplifica mostrando exemplares de animais que morreram em zoológicos e são encaminhados para que ele faça o tratamento e que possam ser estudados. “Essa onça, por exemplo, morreu no parto”, relata o estudioso mostrando a cabeça de um bicho pendurado na parede do escritório.

Apaixonado pela arte, o biólogo lembra que pessoas de vários cantos do país o procuram para aprender as técnicas ou para pedirem o embalsamento de algum animal. Segundo calcula, já embalsamou mais de duas mil cabeças de boi.

Autodidata, Corrêa se interessou pela profissão ainda pequeno, quando seu pai trabalhava como guarda no Museu da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. “Eu via tudo aquilo e achava muito interessante, também queria fazer e então comecei”, revela.

Suas técnicas foram compiladas em um livro, “As Técnicas Modernas de Taxidermia”, referência para qualquer pesquisador no mundo. Com tiragem esgotada, o livro foi traduzido também para o espanhol e distribuído por toda a América Latina.

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“Fui convidado a vir para a Unesp em Rio Claro e permaneci um tempo até o doutor Zeferino Vaz dar uma aula inaugural aqui e ficar bastante interessado em saber quem montava aqueles esqueletos que eram tão brancos. Ele pediu para que eu fizesse um esqueleto humano e me mandou os 112 ossos. Eu montei e mandei. Ele ficou vibrando”, relata o professor que diz que logo após o reconhecido médico o convidou para trabalhar e participar da fundação da Universidade de Brasília (UNB).

Com muitos anos de trabalho na UNB, Corrêa retornou para São Paulo na década de 60, novamente a pedido de Vaz, para lecionar taxidermia na Unicamp. Em sua trajetória, colaborou com a criação de um guia de aves e até deu nome a um inseto.

“Eu fui o primeiro a pegar este inseto, ele não estava classificado, a família não era conhecida. Como meu nome é Corrêa, passou para o latim e ficou Coreidae. Fizeram uma homenagem para mim”, revela mostrando a imagem de um dos insetos da Família Coreidae, o percevejo-do-maracujá.

Judocas se destacam em Campeonato Paulista

Vivian Guilherme

Judocas 2

Foi com muita alegria que três atletas rio-clarenses subiram ao pódio na primeira fase do Campeonato Paulista de Judô, no último dia 1º de agosto. Os judocas João Victor Justino, Vitória Aparecida Dias, Julia Aparecida Gonzaga e Patrícia Baungartner Diniz conquistaram medalhas e foram classificados para a segunda fase do Campeonato, que ocorreu no dia 15 de agosto, no município de Amparo.

Na primeira fase participaram sete atletas da cidade, nas categorias sub-11, sub-13 e sênior. No sub-11: Pedro Barcelos Vazzoler (meio-pesado); no sub-13: Vitória Aparecida Dias (médio), Julia Aparecida Gonzaga (leve), João Victor Justino (meio-pesado), Eduardo Henrique Barcelos Vazzoler (meio-pesado), Matheus Felipe de Freitas Carvalho (pesado); no sênior: a professora e atleta Patrícia Baungartner Diniz (meio-médio).

Dos atletas que conquistaram medalhas, João Victor, que treina no polo “Uadi Mubarac”, ficou com o bronze, assim como Vitória e Julia, que treinam no Mãe Preta, também com o bronze. A professora Patrícia ficou com a prata.

Patrícia comenta que, em virtude da não participação na segunda fase, agora os atletas devem somente participar de amistosos, já que o Campeonato Paulista é o único realizado agora neste segundo semestre. Entretanto, ressalta que auxílio de qualquer tipo é bem-vindo, pois as disputas trazem custos aos atletas. Interessados em auxiliar os judocas podem entrar em contato na academia do Mãe Preta.

Alunos do projeto de judô da associação ACBD Rio Claro/SEME conquistaram medalhas no Campeonato Paulista de Judô
Alunos do projeto de judô da associação ACBD Rio Claro/SEME conquistaram medalhas no Campeonato Paulista de Judô

Não conheço pesquisa que aponte que os jovens estão mais violentos, diz professora

Antonio Archangelo

Em visita ao Brasil para desempenhar atividades acadêmicas junto ao Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro em relação ao desenvolvimento de um projeto com o grupo de pesquisa “Educação, jovens e violência”, a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Cambridge, Hilary Cremin, visitou na última semana o Jornal Cidade, junto com a professora do Departamento de Educação da Unesp de Rio Claro, Joyce Adam. Confira a entrevista:

Hilary ao centro ao lado da professora Joyce Adam. Ednéia Silva e Matheus Pezzotti (como intérprete) participaram da entrevista
Hilary ao centro ao lado da professora Joyce Adam. Ednéia Silva e Matheus Pezzotti (como intérprete) participaram da entrevista

JC – Como se iniciou o projeto, esta espécie de intercâmbio Brasil/Inglaterra?

Joyce – Em 2014, fizemos um projeto conjunto, e fomos conhecer o trabalho dela. Com a possibilidade de fazer esta parceria. Apresentamos edital para a reitoria da UNESP, que deu recurso para desenvolver o trabalho. Hilary, alunos de doutorados e professores que irão para lá. Em novembro, faremos um seminário em Cambridge, em Liverpool.

JC – A pesquisa acontece em Rio Claro?

Joyce – Estamos fazendo uma pesquisa na Escola Januário Pezzotti, estamos utilizando a metodologia do Visual Voice. E vamos levantar os tipos de conflitos no ambiente escolar e como eles são abordados pelos alunos e pelos professores.

Esta abordagem já existia, Paulo Freire, que também trabalha com imagens. Estamos utilizando o instrumental “I peace”, elaborado.

JC – O que é violência escolar?

Hilary – Esta questão é subjetiva, tem que se trabalhar com estes dados que estamos colhendo. Precisamos saber o que é violência. Ou seja, depende da relação dos alunos com alunos, alunos com professores. Percebe-se que não têm muitos relatos de violência do professor para com o aluno. Juntando todos os aspectos sociais. Muitas vezes, estamos compreendendo a violência, se concentramos na violência que está acontecendo entre alunos com alunos, alunos com professores. Esquecemos da violência de professores com alunos. Um tipo de violência estrutural. Uma discriminação cultural bem forte.

JC – As crianças e os jovens estão mais violentos hoje em dia?

Hilary – Não conheço pesquisas acadêmicas que tenham concluído que as crianças e os jovens estão mais violentos. O que acontece é que a sociedade está mais preocupada. Na Inglaterra, por exemplo, os dados estão mostrando que os crimes violentos entre os jovens estão caindo. Os jovens estão ficando mais tempo em suas casas, por causa do computador. E, muitas vezes, consomem álcool dentro das residências.

JC – Mas muitos autores questionam o papel das redes sociais. O que pensa sobre isso?

Hilary – É uma questão diferente. As ferramentas do bullying, no ambiente virtual, são diferentes, mas o problema continua. É importante que não demonizemos as redes sociais, temos que reconhecer que elas possuem um papel importante de mobilização social.

JC – Em suas pesquisas, existe um conceito de ensinar a mediação como uma forma de resolver conflitos de forma racional. É isso?

Hilary – Hoje estivemos num curso com professoras mediadoras de escolas estaduais. Assim como as escolas estão alfabetizando, estamos precisando alfabetizar a comunidade escolar na questão de resolução de conflitos. É muito importante que as escolas compreendam que abordagem punitiva é importante às vezes. Porém em diferentes tipos de contexto de conflitos é melhor ter uma abordagem da justiça restaurativa. As pessoas mesmas constroem a resolução deste conflito. Em geral, o papel do professor, nestes casos, é identificar qual é o tipo de conflito. Os professores possuem a tendência de aplicar castigos, eles precisam identificar qual ferramenta utilizar para cada contexto.

JC – Existe uma tendência de se aplicar a estratégia de humilhar quando o conflito aparece?

Hilary – Esta estratégia perpetua a violência. Pode parar por um momento e vai explodir em outro momento, em outro lugar. Estamos somente reproduzindo violência. Tenho conhecido professores bem legais no Brasil. Só pelo castigo, só reproduziremos violência.

Estrada na Zona Norte requer melhorias

Vivian Guilherme

São apenas 2,8 quilômetros que ligam o final da Rua 6 à Rodovia Wilson Finardi (SP-191), mais especificamente ao km 71. Este pequeno trecho é conhecido como Estrada Velha de Brotas. O percurso pode não ser longo, entretanto as dificuldades encontradas no trajeto tornam a viagem complicada e, acima de tudo, perigosa.

Bastante utilizada como retorno pelos motoristas que trafegam pela SP-191, a via, além de não contar com asfalto, apresenta outros problemas. Antonio Sabino, que mora na zona norte do município, costuma passar pela estrada para ir a Ipeúna e reclama não somente da falta de asfalto. “É um lugar perigoso, com pouca iluminação e, quando chove, não dá para andar ali não”, comenta.

Trecho entre o final da Rua 6 e o km 71 da SP-191 tem apenas 2,8 quilômetros, mas conta com imensas dificuldades de acesso
Trecho entre o final da Rua 6 e o km 71 da SP-191 tem apenas 2,8 quilômetros, mas conta com imensas dificuldades de acesso

A via também é utilizada para o descarte incorreto de lixo, ao longo de toda a sua extensão é possível verificar o abandono de móveis, entulho de construção, lixo residencial, entre outros dejetos.

Questionada sobre melhorias previstas para a estrada, a prefeitura de Rio Claro encaminhou resposta informando que o município apresentou pedido ao governo estadual para a pavimentação do trecho. “A troca de solo faz parte do projeto de pavimentação”, expõe.

De acordo com informações prestadas pela administração, as melhorias da Estrada Velha de Brotas fazem parte do projeto funcional de duplicação da SP-191, entre Rio Claro e Araras. Segundo a nota: “o projeto também prevê o melhoramento de outro dispositivo de retorno, na Estrada Velha de Brotas, que dá acesso à zona rural e ao bairro Cervezão”.

Entretanto, segundo relação de obras previstas para o trecho da rodovia apresentadas pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), não consta a discriminação específica de quais melhorias serão implantadas.

Procurado pela reportagem do JC, o deputado estadual Aldo Demarchi afirmou que tenta no âmbito da Comissão de Transportes e Comunicações antecipar o cronograma original das obras na Rodovia Wilson Finardi, que prevê o início das ações apenas para o mês de fevereiro de 2017, com duração de dois anos, ou seja, com finalização prevista para o ano de 2019.

Atleta rio-clarense não completa a Maratona de Pequim na China

Da Redação

Michele-Chagas A atleta rio-clarense Michele Cristina das Chagas não concluiu a Maratona disputada neste sábado (29) no Mundial de Pequim na China. Michele desistiu no meio da prova (10 km, 37:59:52) não completando o percurso de 42,195 km.  A outra brasileira na competição, Roselaine Benites, terminou em 47º lugar com o tempo de 2:49:28. A Maratona foi vencida pela etíope Mare Dibaba com o tempo de 2:27:35.

Atleta do Esporte Clube Pinheiros desde 2009, Michele pretendia terminar a maratona entre as 20 primeiras do mundial na categoria Adulto, ou fazer o índice olímpico, para garantir uma das vagas para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. A atleta descobriu há cerca de um mês que está com hérnia inguinal, além sofrer dores no tornozelo.

Governo recua diante das críticas e desiste de recriar a CPMF

Da Redação

  dilma-rousseff-20130605-69-size-598 Depois de muita pressão e muitas críticas, a presidente Dilam Rousseff desistiu de recriar a CPMF, o chamado imposto do cheque foi extinto em 2007. A reedição da taxa estava sendo estudada pelo governo para financiar um rombo de R$ 80 bilhões no orçamento da União de 2016. A desistência do projeto foi tomada neste sábado (29) após uma reunião com os ministros Aloizio Mercadante )Casa Civil) e Nelso Barbosa (Planejamento). Agora, o governo pretende discutir outras alternativas para financiar a saúde.

A ideia de recriar a CPMF recebeu críticas de vários setores da sociedade, inclusive de entidades que representam os empresários. Em visita a Rio Claro na sexta-feira (28), o presidente da Fies, do Ciesp e do Sebrae-SP, Paulo Skaf, posicionou-se radicalmente contra a medida. Segundo ele, se o governo não recuasse na decisão, os empresários fariam pressão contra no Congresso Nacional, além de paralisação e manifestação nas ruas.

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) também criticou a reedição da CPMF alegando que a criação de uma nova taxa iria aumentar os custos e tirar ainda mais a competitividade do setor produtivo e aumentar o desemprego no país. A medida tinha rejeição até mesmo dentro da equipe do governo. O vice-presidente Michel Temer declarou publicação ser contra a criação do novo tributo. Na Câmara dos Deputados e no Senado Federal também havia resistência.

VÍDEO: Helicóptero Águia busca por criminosos no Cidade Claret

Carine Corrêa – Atualização em 1°/09

O helicóptero Águia da Polícia Militar fez uma varredura na região do bairro Cidade Claret no último fim de semana. O motivo está ligado a um furto que havia acontecido em ocasião anterior, no município de Araras.

Helicóptero Águia da PM durante buscas por indivíduos na região do Cidade Claret
Helicóptero Águia da PM durante buscas por indivíduos na região do Cidade Claret

A resenha encaminhada pela polícia – através da seção de comunicação do 37º Batalhão da Polícia Militar de Rio Claro – detalha que, “depois do acompanhamento, os suspeitos abandonaram o veículo e conseguiram fugir do local. Com o apoio do Água, foi vasculhado o bairro Jardim São Paulo, mas não foi possível localizá-los”.

Águia em Rio Claro

A Polícia Militar de Rio Claro fez escolta até o Fórum do município no dia 13 de agosto para audiência de seis suspeitos de participação no crime organizado.

Além de 10 viaturas da PM, a ação também contou com a participação do helicóptero Águia. A aeronave ficou sobrevoando a região central da cidade desde o início da audiência até o final. A Polícia Civil e a Guarda Municipal também atuaram nesta operação. Ainda no começo do mês, o Águia foi acionado para buscar criminosos que explodiram caixas eletrônicos do banco Santander.

Rio Claro Basquete arrasa Franca e vence jogo de returno por 84 a 55

Ednéia Silva

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O Vice-Presidente da FPB, Ênyo Correia com o ex-atleta Helinho (Foto: Rio Claro Basquete/Divulgação)

O dia era de festa em Franca para a despedida do jogador Helinho, mas o Rio Claro Basquete estragou a diversão. Inspirados, os jogadores do time da Cidade Azul arrasaram com os donos da casa vencendo a partida por 84 a 55. As parciais foram 25-17, 25-12, 15-12 e 19-14. O jogo foi realizado na tarde deste sábado (29)  no Ginásio Municipal Pedro Murila Fuentes (Pedrocão).

A partida era válida pelo returno do Grupo A do Campeonato Paulista da Série A-1 Masculino. Com isso, o Rio Claro Basquete conquista a sua quinta vitória consecutiva e mantém a liderança na chave com 11 pontos.

Mesmo tendo o brilho da festa empanado, Helinho foi homenageado com presentes: placa, troféu e camiseta. O ex-armador, que se despediu das quadras para se tornar gerente-executivo da equipe de Franca, recebeu os cumprimentos da família e aplausos da torcida.

Mais informações sobre o jogo na edição de terça-feira (1º) do Jornal Cidade.

Clube de Campo inaugura ginásio com lendas do basquete

Matheus Pezzotti

No final da manhã deste sábado (29), grandes nomes da história do basquete rio-clarense estiveram presentes no Clube de Campo para a inauguração de seu ginásio de esportes.

Lendas como Zé Boquinha e Luiz Augusto Zanon, além do atual campeão da NBA pelo Golden State Warriors, Leandrinho, prestigiaram o evento, enaltecendo a iniciativa em prol da evolução da modalidade no Brasil e em Rio Claro e da formação de cidadãos através do esporte.

Mais detalhes em matérias ao longo da próxima semana nas páginas do JC. Clique nas fotos para ampliar:

Jornal Cidade RC
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