Tudo planejado

A busca por móveis que se adaptem bem aos ambientes pode ser longa e difícil. Mas para quem pensa em praticidade, organização e projetos que se moldem às necessidades, os móveis planejados estão com tudo! “Os móveis planejados deixam o cômodo mais organizado, já que são desenvolvidos especialmente para atender a todas as necessidades dos moradores da casa”, explica Ederson, da empresa Varussa Móveis Planejados.

A continuidade dos projetos também é algo que conta muito na hora de optar pelos móveis planejados e o profissional explica o motivo: “Você pode prever todas as etapas posteriores ao projeto original, inclusive para criar móveis diferentes para os mesmos cômodos, seguindo uma mesma linha e atender às necessidades que surgirem, como em uma reforma da casa”, fala. O acabamento perfeito dos planejados e a harmonização com o restante da decoração tornam os ambientes não apenas charmosos e organizados, mas também sofisticados e extremamente úteis.

Em qualquer lugar

Os móveis planejados estão presentes em todos os ambientes, seja nas casas ou em salas de trabalho. “Hoje em dia os móveis planejados podem ser usados em qualquer ambiente e nós disponibilizamos materiais específicos para cada espaço, pois isso conta muito na qualidade e durabilidade dos projetos”, explica Ederson.

Para ambientes mais úmidos, a indicação do material é o MDF ultrarresistente, já para áreas que recebem muito calor o MDF à prova de fogo é o que melhor se adapta. A madeira é bastante utilizada e indicada para ambientes abertos e decks de piscinas. Para saber o que fica melhor em casa ambiente, a recomendação é sempre procurar um profissional com credibilidade e confiança. “Confiar em quem está cuidando da sua casa para você faz toda diferença no projeto final e ao longo do trabalho”, finaliza.

Obra profissional

O primeiro pensamento que muitas pessoas têm ao pensar em uma construção ou reforma é o custo que isso tudo irá gerar. Mas, além do orçamento, é fundamental a contratação de profissionais da área que atuarão por completo, desde o projeto até a entrega final. A Aspeg Engenharia Civil e Geotécnica, formada pelos engenheiros Lucas Fernando Pantoja, Hernan Roni da Silva Filho e pelo doutor Miguel Angel Alfaro Soto, é um exemplo claro de exatidão e responsabilidade nos trabalhos assumidos. E eles falam sobre a importância de um responsável que sabe o que faz: “Uma das maiores importâncias é a responsabilidade técnica legal, pois caso uma obra não tenha um profissional responsável pela sua execução, todas as sanções penais recairão sobre o proprietário. Este poderá, inclusive, responder criminalmente pelo exercício ilegal da profissão. Além também de ocorrerem situações de ordem técnica durante uma obra, que exigem decisões imediatas e, com um profissional qualificado, esses imprevistos serão facilmente resolvidos”, explica Pantoja.

E saber quando contratar um profissional também é imprescindível: “Há vários motivos para contratar os serviços de um profissional: para identificar a melhor opção de compra de um terreno ou imóvel; para desenvolver projetos em geral; para administrar a obra; para regularizações de imóveis; laudos e pareceres técnicos, entre outros serviços”, fala Hernan Filho.

O engenheiro civil atua independentemente do tipo da obra, desde a etapa dos serviços preliminares até a fase de acabamento, planejando, orientando e supervisionando a execução, visando a um resultado final em conformidade com o projeto: “Haverá acompanhamento pós-obra ou monitoramento como o caso de obras de contenção, ou garantia de construção em caso de obras residenciais. O contato do engenheiro com o cliente visa esclarecer todo andamento da obra, que pode ser por meio de relatórios, medições ou diário de obra”, pondera o doutor Miguel Soto.

Tratado

E o que foi tratado deve ser executado: “Garantir ao cliente que a execução será fiel ao projeto por meio de um estudo de viabilidade de obra; projetos objetivos e detalhados de fácil compreensão e visualização do cliente; memorial descritivo minucioso, pois trabalhamos com seriedade e nosso objetivo são obras de procedência, seguras, e clientes satisfeitos”, finalizam os profissionais.

Trabalhadores têm até 30 de junho para sacar o abono salarial de 2015

Agência Brasil 

Os trabalhadores com direito ao abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e o do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) referente a 2015 têm até o dia 30 de junho para ir a uma agência bancária sacar o benefício. O valor varia de R$ 78 a R$ 937, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2015.

O Ministério do Trabalho (MTb) orienta os trabalhadores a não deixar para a última hora para não correrem o risco de perder o benefício. Depois de encerrado o período de saques, o dinheiro que não foi resgatado voltará para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e será usado para o pagamento de benefícios como o seguro-desemprego e o abono salarial do próximo ano.

Até o dia 31 de maio, 1,83 milhão de trabalhadores ainda não tinham sacado o abono , o que corresponde a 7,56% do total de pessoas com direito ao benefício. O valor disponível para saque é  de R$ 1,28 bilhão.

Quem tem direito

Tem direito ao abono salarial ano-base 2015 quem está inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, cinco anos; trabalhou formalmente por, pelo menos, 30 dias em 2015 com remuneração mensal média de até dois salários mínimo; e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor do abono é proporcional ao tempo que a pessoa trabalhou com carteira assinada em 2015. Se ela trabalhou, por exemplo, durante os 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 937). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 78) e assim sucessivamente.

Para saber quem tem direito ao benefício, os trabalhadores podem acessar a página verificasd.mtb.gov.br/abono , com o número do CPF ou do PIS/Pasep e a data de nascimento. A central de atendimento Alô Trabalho do Ministério do Trabalho, que atende pelo número 158, também tem informações sobre o PIS/Pasep.

Como sacar

Os trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal (Caixa) e os servidores públicos, no Banco do Brasil (BB).

O trabalhador que tem o Cartão Cidadão e a senha cadastrada, pode sacar o abono do PIS nos terminais de autoatendimento da Caixa ou casas lotéricas. Caso não tenha o cartão, ele pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800 726 0207 da Caixa.

Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, devem procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800 729 0001, do Banco do Brasil.

Com aval do MP, madrasta de Isabella Nardoni pede progressão para semiaberto

Estadão Conteúdo 

A defesa de Anna Carolina Jatobá, condenada pelo assassinato da enteada Isabella Nardoni, de 5 anos, morta em 2008, solicitou à Justiça progressão de cumprimento de pena do regime fechado para o semiaberto. O pedido conta com parecer favorável do Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP).

Levada a júri popular em 2010, Anna Carolina foi condenada a 26 anos e 8 meses por homicídio triplamente qualificado, mas ela já estava presa na Penitenciária Feminina de Tremembé, no Vale do Paraíba, no interior. O marido dela, Alexandre Nardoni, o pai de Isabella, recebeu pena de 31 anos, 1 mês e 10 dias de reclusão.

Ré primária e com bom comportamento na cadeia, Anna Carolina está presa desde o dia 3 de abril de 2008 e pode migrar para o semiaberto após cumprir dois quintos da pena recebida, ou 10 anos e 8 meses de reclusão.

Segundo cálculos da defesa, no entanto, ela também tem direito à remissão por ter trabalhado como costureira no presídio, o que permite pedir progressão quase dois anos mais cedo. O pedido foi feito em abril.

Laudos divulgados pelo Fantástico, da TV Globo, mostram que a direção do presídio de Tremembé recomenda a progressão. “Não me sinto culpada, nem arrependida porque sou inocente”, declarou Anna Carolina na avaliação, que compõem o relatório mais recente sobre seu comportamento na cadeia. O documento será analisado pela Justiça, que deve decidir sobre o pedido em dez dias.

Segundo a reportagem, a psicóloga responsável por avaliá-la afirma que, hoje, não haveria possibilidade de Anna Carolina reincidir. “Não podemos prever o futuro, entretanto diante do amadurecimento adquirido com o tempo, sua capacidade de refletir e construção de projetos de futuro nos faz pensar que, neste momento, sua possibilidade de reincidência é nula.”

Os laudos foram enviados ao Ministério Público de São Paulo, que recomendou a progressão de pena de Anna Carolina. O parecer favorável é do promotor Luiz Marcelo Negrini, 3º Promotor de Justiça de Taubaté.

 

Biólogo da Unesp Rio Claro descreve nova espécie de rã

Lucas Calore

Descobrir novas espécies de animais em pleno século 21 parece uma tarefa das mais árduas para a comunidade científica. Ainda mais em se tratando do cenário brasileiro, onde as matas estão cada vez mais sendo dizimadas pela ação do homem.

Entretanto, biólogos doutorandos da Unesp Rio Claro provaram há alguns dias que é possível sim realizar tal feito. Um artigo do cientista Leo Malagoli, de 42 anos, em colaboração com outros pesquisadores, foi publicado na revista científica Herpetologica, em que se descreve a descoberta da Hylodes caete, ou Rã de Corredeira.

A espécie é ‘prima’ da Hylodes phyllodes, a qual era confundida com a Caete durante mais de 20 anos. Ao colocar uma ao lado da outra, há diferença perceptível no tamanho dos machos e também funciona para as fêmeas. “Chama totalmente a atenção. Em média, a Phyllodes tem 27 mm e a Caete 32 mm. Mesmo quando vemos a variação entre os machos, do mínimo ao máximo, não há sobreposição entre as duas espécies”, detalha o biólogo, que faz doutorado em Zoologia na unidade da Cidade Azul.

A suspeita

Na década de 1990, o também biólogo Célio Haddad – hoje orientador de Malagoli -, se deparou com a espécie Caete em Paranapiacaba, um distrito de Santo André, na região metropolitana da capital paulista, que abrange trecho de serra.

Entretanto, cerca de 15 anos depois, quando o aluno foi a campo em 2005 para coletar dados para seu mestrado na época, começou a registrar a presença desse animal em outro lugar, no Parque Estadual da Serra do Mar, no Núcleo Curucutu, em Itanhaém, longe da área praiana e a cerca de 100 km do local onde Haddad a viu anteriormente. “Estamos falando da mesma porção do território, na mesma serra, sendo que Haddad a viu ao norte e eu um pouco mais ao sul. O animal que eu vi cantava de uma maneira diferente. O Phyllodes canta de uma maneira ‘engasgada’ e o Caete mais continuamente. Dá para perceber bem a diferença”, afirma Malagoli.

O biólogo declara que havia um problema na descrição de 1986 do Phyllodes em relação ao tamanho, que indicava ser muito maior do que parecia. O biólogo começou a medir uma infinidade de indivíduos e constatou que, na verdade, não era maior. “Na série usada para a descrição havia unidades que não eram Phyllodes e acabaram criando um ‘ruído’ no estudo. Observando uma medida que fazia mais sentido, pude afirmar que o tamanho diferenciava uma espécie de outra”, explica.

Longo caminho

Em 2014, quando Malagoli já estava no doutorado, retornou àquela região e se deparou novamente com a espécie diferente. Exemplares do animal foram observados em coleções e museus e, com o auxílio dos outros biólogos, incluindo o orientador Célio Haddad, o pesquisador deu uma atenção especial à suspeita.

Fábio de Sá colaborou no estudo com a análise genética do animal. “É interessante complementar essas informações fenotípicas – de canto, padrão de coloração, entre outros – também com informações genéticas. Quando comparamos o DNA do Caete com de espécies mais próximas, ele agrupa como uma entidade distinta e que ainda não tinha nome”, ressalva.

Com o resultado das análises, então, foi possível descrever a nova espécie de rã. “São espécies de hábitos diurnos. O Caete ocorre em riachos mais largos, entre dois e dez metros de largura. Gostam de ficar cantando expostos sobre as pedras ou empoleirados em até dois metros de altura, em encostas e regiões de cachoeiras. Ao contrário do seu primo Phyllodes, que ocupa riachos de meio metro de largura até riachos acima de dez metros de largura”, completa Malagoli.

Conservação

A importância de tal registro promove reflexão nos biólogos. “É muito representativo e apelativo. É uma espécie de carne e osso, um vertebrado, sendo descrito na maior cidade das Américas. Num primeiro momento as pessoas ficam felizes. Mostra o quanto a gente desconhece e o quanto ainda tem a ser feito. As pessoas não conseguem associar que a presença desses animais pode refletir na melhora da qualidade de vida delas. Seria importante que elas conhecessem mais os bichos que habitam seus quintais. Eu coletei esses animais numa área de preservação ambiental. O problema ambiental é um problema social”, diz Malagoli.

“Percebemos que ainda não temos o conhecimento total da biodiversidade brasileira. E, se não conhecemos, não há como protegermos e fazermos bom uso dela, em todos os aspectos”, finaliza De Sá.

Invasões seguem no prédio do antigo Colégio Vocacional

Laura Tesseti

O prédio do antigo Colégio Vocacional, localizado entre as ruas 2 e 3, no bairro Vila Operária, em Rio Claro, onde em parte do espaço funciona a Escola Estadual “Chanceler Raul Fernandes”, segue sendo alvo de constantes reclamações de moradores e comerciantes da região.

Ricardo Holland mora próximo ao local há mais de 30 anos e conta que quase todos os dias fecha um dos portões com arame para tentar evitar a entrada de pessoas no local, mas que a ação infelizmente não tem contido os invasores. “O pessoal arromba os portões e entra, sabemos que muitas pessoas consomem drogas no prédio, além de danificar o espaço, que já está abandonado já há muitos e muitos anos”, fala.

O morador conta ainda que a polícia costuma passar pelo local, faz uma varredura e os invasores costumam sair, mas, conforme a noite chega, lá estão eles novamente. Antes a entrada fazia-se pelo portão localizado na Rua 3, mas nos últimos dias dois portões, um maior e outro menor, localizados na Rua 2, próximo ao Lago Azul, foram arrombados e estão completamente abertos, facilitando ainda novas invasões.

Por ser um prédio pertencente ao governo estadual, decidiu-se há anos que o espaço abrigaria uma nova estrutura para a ETEC “Armando Bayeux da Silva. Questionado, o Centro Paula Souza, responsável pela instituição, informou por meio de sua assessoria de imprensa que “foi realizada uma vistoria na área que pertencia à E.E. Chanceler Raul Fernandes para levantar as intervenções necessárias. Os dados estão sendo analisados para que sejam tomadas as providências cabíveis”, diz a nota.

VÍDEO: gás natural é tema de fórum em Santa Gertrudes

Da Redação

Diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Aspacer, Luís Fernando Quilici fala sobre a preocupação em relação ao fornecimento de gás natural às cerâmicas da região, um dos temas do fórum que acontece nesta terça-feira (20) em Santa Gertrudes.

Adolescente de 14 anos é detido por tráfico na Vila Olinda

Segurança

A equipe Canil da Guarda Civil Municipal flagrou um adolescente de 14 anos traficando drogas no bairro Vila Olinda, na tarde do último sábado (17), na Rua 11 com Avenida 62.

De acordo com informações da corporação, a equipe estava em patrulhamento quando avistou o jovem em atitude suspeita.

Durante abordagem, os guardas encontraram em sua posse R$ 30,00. Indagado a respeito confessou que estava vendendo entorpecentes. Foram localizados 24 eppendorfs (pinos) contendo cocaína e mais uma nota de R$ 10,00.

O adolescente foi levado para o plantão policial, onde se registrou boletim de ocorrência. O infrator foi liberado na presença de sua mãe.

Mercado testa crédito estudantil que funciona como um investimento

Estadão Conteúdo 

Estudantes brasileiros estão receosos diante de possíveis mudanças no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa do governo federal que repassa às instituições de ensino superior o valor da mensalidade, para que o aluno pague depois de formado, com juros mais baixos que os praticados no mercado. Diante dessa possibilidade, o mercado vem testando alternativas, como o crédito estudantil financiado por outras pessoas – uma modalidade de investimento de impacto social que promete retorno maior do que alguns produtos de renda fixa.

Entre as especulações sobre o programa estão o aumento nos juros, atualmente em 6,5% ao ano, e mudança no prazo de carência, de 18 meses, explica Sólon Caldas, diretor da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) Sólon conta que a exigência de uma pontuação mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e renda mínima de três salários mínimos contribui para a desistência dos alunos. A porcentagem de financiamento disponível ainda passou a ser calculada de acordo com a renda, não chegando a 100%.

O Ministério da Educação confirmou, em nota, que será divulgado um novo Fies, porém, sem data específica, pois os estudos estão em andamento.

O preço das mensalidades subiu em média 6,2% no primeiro semestre ante igual período de 2016, segundo a plataforma Quero Bolsa. O aumento ficou acima do índice de referência usado para reajustar salários de docentes (INPC), que em 12 meses foi de 4,6%.

Diante de um financiamento restrito e ciente da dificuldade do estudante de passar pelo crivo dos bancos, a startup de serviços financeiros Biva lançou um projeto piloto com 107 alunos que financiaram um semestre de forma integral a uma taxa de 1% ao mês. “O próprio governo dá sinalizações de que vai privatizar o Fies, ou seja, de uma forma ou de outra vai ter de ter alternativas”, conta Jorge Vargas Neto, CEO da Biva.

Os estudantes foram selecionados de acordo com nota do Enem e com a faculdade em que foram aprovados. Na hora de contratar, será preciso um fiador. Para diminuir o risco de calote e ajudar o estudante a conseguir um emprego, a Biva também oferece uma espécie de mentoria.

Os investidores têm um retorno de 1% ao mês, que pode ser maior do que no Tesouro Direto, e têm a oportunidade de experimentar o investimento de impacto social em tempos de alternativas à renda fixa tradicional, pela trajetória de queda da taxa básica de juros. Cerca de 170 investidores começaram com um aporte inicial de R$ 5 mil e um prazo de 12 meses.

Apesar do modelo aparentemente sustentável, Vargas Neto, da Biva, conta que ainda não sabe de que forma o financiamento coletivo vingará – se permanecerá nos moldes atuais, para um grupo pequeno, ou se será expandido. “Para garantir suporte a mais alunos, precisaria estar atrelado a alguma das instituições de ensino, que já entraram em contato.”

O modelo é parecido com o da Prodigy Finance, plataforma americana que oferece empréstimos para estudantes financiados por uma comunidade de ex-alunos, investidores institucionais e investidores privados.

Assim como a Biva, a Prodigy, fechou parceria com a Fundação Estudar, organização sem fins lucrativos criada pelo empresário Jorge Paulo Lemann. Segundo o diretor Thiago Mirtraud, a instituição tem buscado outras formas de ajudar os alunos, e uma delas é direcioná-los para financiamentos alternativos, para que não deixem de estudar.

Dificuldades

Apesar de não acreditar que haverá mudanças mais restritivas no Fies, Elizabeth Guedes, vice-presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), defende o fim da carência para começar a pagar o financiamento. “É importante que o aluno se acostume com a ideia de que é um financiamento e não uma bolsa”, diz. Para Elizabeth, parte do calote vem do esquecimento do aluno, que não está habituado ao pagamento do financiamento. Por isso, ela aconselha que o primeiro passo deve ser a negociação de descontos direto na mensalidade.

Sônia Amaro, advogada da Proteste, alerta que o estudante deve se certificar de todas as taxas e dos valores, tanto das parcelas quanto do total, para não ter surpresas. Caso fique inadimplente, a recomendação é tentar negociar a dívida imediatamente ou procurar os órgãos de proteção ao consumidor para orientá-lo.

Shopping Rio Claro oferece aulas gratuitas de música

Da Redação

Até 31 de junho, os clientes do Shopping Rio Claro poderão fazer oficinas gratuitas de música com instrutores da Escola de Música Maria Isabel.

“Firmamos uma parceria com essa escola em consequência de seu forte vínculo com o Shopping Rio Claro, com apresentações em nossos eventos desde a inauguração do empreendimento, além de a Escola de Música Maria Isabel ter uma ótima reputação na cidade”, destaca Sibelly Paganotti, analista de Marketing do Shopping Rio Claro.

As aulas da Oficina de Música têm duração de uma hora e acontecem de quinta a sábado, das 14h às 22h, e aos domingos, das 14h às 18h. Nos demais dias, os clientes podem conhecer uma grande variedade de instrumentos musicais que estão em exposição no local, próximo à Portaria Oeste.

Para participar das oficinas é preciso doar um quilo de alimento não perecível, e o montante arrecadado será doado ao Lar Bethel.

Candidatos têm até hoje para se inscrever em lista de espera do Sisu

Agência Brasil 

Hoje é o últimos dia para os candidatos à segunda edição deste ano do Sistema de Seleção Unificada se inscreverem na lista de espera. Podem participar os candidatos que não foram selecionados na chamada regular ou que foram aprovados somente para a segunda opção de curso, tendo ou não se matriculado. A convocação dos aprovados está prevista para o próximo dia 26.

Para participar, basta acessar a página do Sisu na internet. É necessário ter em mãos o número de inscrição e a senha do Enem de 2016. A lista de espera do Sisu é restrita à primeira opção de vaga do candidato.

Concluída a manifestação de interesse, será emitida uma mensagem de confirmação. A convocação dos selecionados para a matrícula caberá às próprias instituições de educação superior. Assim, é importante que os participantes acompanhem as convocações feita por elas.

Sisu

Sistema informatizado do Ministério da Educação, o Sisu oferece vagas no ensino superior público com base na nota do Enem. Ao todo, serão ofertadas 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

Nesse processo, valerá a nota do Enem 2016. Para participar, os candidatos não podem ter tirado 0 na redação do Enem. Além disso, algumas instituições estabelecem notas mínimas para ingresso em determinados cursos. No ano passado, mais de 6 milhões fizeram o Enem.

Jornal Cidade RC
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