Secretário de Previdência reúne-se com equipe de transição no CCBB

O secretário de Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, chegou nesta segunda-feira, 12, ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, onde trabalha a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro. Caetano não falou com a imprensa.

Na semana passada, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) divulgou que Caetano e o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniram, por teleconferência, para conversar sobre detalhes da proposta de reforma da Previdência encaminhada pelo governo Michel Temer.

Nesta segunda-feira, a equipe de transição retomou os trabalhos. Pela manhã, o ministro Extraordinário, responsável pela transição, Onyx Lorenzoni, chegou acompanhado do deputado federal Pauderney Avelino (DEM-AM), mas não conversou com a imprensa.

Áreas públicas viram hortas comunitárias em Cordeirópolis

Alface, couve-flor, rúcula, mandioca, banana, hortelã, chuchu, tomate-cereja. Essas verduras, legumes, frutas e hortaliças são apenas alguns dos alimentos que são colhidos diariamente em uma das 15 hortas comunitárias espalhadas pelo município. Este é mais um projeto de inclusão social e produtividade idealizado pela Prefeitura Municipal que integra uma das 70 ações, conhecido como “Programa Cidade das Hortas”.

O coordenador de Agricultura, Maiko Zorzo, explica que o objetivo do programa é produzir alimentos promovendo o acesso e a disponibilidade para os cidadãos de forma solidária, como instrumento de garantia da segurança alimentar para as comunidades.

Dona Aparecida Gonçalves Pina, de 69 anos, e o marido Francisco Antônio Pina, de 73 anos, cultivam juntos a terra em uma das hortas comunitárias. “Desde menino que eu já trabalho na roça, hoje sou aposentado e moramos há 40 anos em Cordeirópolis. quando ficamos sabendo do programa entrei em contato com a Coordenadoria de Agricultura e eles me cederam a área, onde trabalhamos juntos, o que ajuda a gerar uma pequena renda para nossa família”, comenta Francisco.

Quem desejar comprar verduras e legumes do senhor Pina é só ligar: (19) 3456-6031. Para participar ou ter mais informações sobre o programa, ligue: (19) 3646-4762.

Facebook fica fora do ar

A maior rede social do mundo caiu na tarde desta segunda-feira (12). Com 2,27 bilhões de usuários ativos mensais, o Facebook apresentou problemas para usuários em vários países, inclusive no Brasil.

Ainda não foi informado o motivo da queda do Facebook. Usuários conseguiram voltar a acessar a Rede Social por volta das 16:30h.

 

Meirelles é o ‘nome dos sonhos’ para o secretariado, diz Doria

O governador eleito de São Paulo, João Doria, teceu elogios nesta segunda-feira, 12, ao ex-ministro Henrique Meirelles. Ao falar sobre a possibilidade de convidar o emedebista para compor seu time, o tucano disse se tratar de um nome “brilhante”.

“Meirelles é o nome dos sonhos para o secretariado”, afirmou Doria. “É um dos nomes mais qualificados, é brilhante”, emendou.

O tucano reafirmou a intenção de reduzir o número de secretarias no Estado. Atualmente, segundo ele, são 25 pastas, número que já bateu a marca de 34.

Doria afirmou ainda que se reuniu com o senador eleito Major Olímpio, um dos nomes que deverão atuar na articulação do presidente eleito Jair Bolsonaro no Congresso. “Me reuni por uma hora com o senador Major Olímpio. Foi um encontro pacífico e sereno. Nosso sentimento é convergente”, afirmou.

Acidente mata motociclista na antiga estrada de Ipeúna

Será sepultado na tarde de terça-feira (13), no cemitério Parque das Palmeiras, o corpo de Elder Ronan Budau, de 32 anos, que morreu em um acidente às 7:15h da manhã desta segunda-feira (12) na Rodovia Antonio Silveira Pedreira, que liga o bairro Bonsucesso à Ipeúna.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, registrado pela  Polícia Militar Rodoviária, a vítima, que trabalhava como motorista em uma empresa de calhas em Rio Claro, seguia para o serviço quando, por motivos ainda a serem apurados, veio a colidir na traseira de um caminhão.

Com o impacto, Elder veio a óbito no local. Ele deixa esposa, pais e dois filhos.

‘Escola sem partido não entra na USP’, garante reitor

Vahan Agopyan, reitor da USP, falou, em entrevista o jornal O Estado de S. Paulo, sobre o papel das universidades e a polarização política que atinge as instituições de ensino. Veja, abaixo, os principais trechos.

Como o senhor vê a universidade no atual momento político?

Os problemas da sociedade repercutirem na universidade é uma coisa natural. O que me preocupa é explicar o que é uma universidade de pesquisa para a sociedade. A sociedade não entende a gente. Políticos dos dois lados afirmam coisas similares. De um lado, ensino é caro, então privatiza. De outro, é caro e precisamos fortalecer o básico. O que ambos dizem é que a universidade está cara e não precisamos dela.

O senhor defende o ensino gratuito?

Sim. O grosso dos alunos é classe média baixa. Não vai poder cobrar U$ 75 mil como Yale, nem os ricos brasileiros têm. A última vez que fizemos contas, para cobrar em proporção com que o aluno tem, as mensalidades não davam nem 8% do orçamento. A universidade está contribuindo para o desenvolvimento do País? Se está, é um investimento.

O governador eleito de São Paulo, João Doria, disse que é a favor do projeto Escola sem Partido. Qual sua opinião?

Na USP, é impossível. Obedecemos às leis, mas coisas que ferem nossa autonomia, a USP não precisa seguir. Isso fere. A universidade é um locus de debate. Formamos cidadãos.

Mas e se houver denúncias de alunos? 

Denunciar para quem? Não vou criar um mecanismo de controle ideológico na USP.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Operação policial flagrou quatro casos de embriaguez ao volante no último Sábado (10)

Na noite de Sábado (10) uma grande operação policial foi realizada na Avenida Visconde do Rio Claro.

A Operação Direção Segura Integrada, uma ação conjunta entre a Polícia Militar, DETRAN, Polícia Civil e Científica, teve como objetivo orientar motoristas e motociclistas sobre os riscos de dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa.

A ação totalizou a realização de 169 testes de etilômetro, a aplicação de nove infrações pela recusa em realizar o teste e quatro registros de flagrante de embriaguez ao volante.

O valor das autuações, tanto para embriaguez ao volante, quanto para recusa do bafômetro, é de R$ 2.934,70. Além da multa, o motorista que sofre este tipo de autuação tem a sua habilitação suspensa pelo prazo de um ano.

Durante a operação, os policiais abordaram veículos que trafegavam na Visconde no sentido Washington Luís (SP-310), realizando a fiscalização e a autuação em caso de infração.

Joaquim Levy será o presidente do BNDES

O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy será o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Atual diretor financeiro do Banco Mundial, Levy já está esvaziando suas gavetas na sede da instituição multilateral, em Washington (EUA), para se mudar para o Rio, substituindo Dyogo Oliveira no comando do banco de fomento brasileiro.

Segundo uma fonte que acompanha a formação da equipe de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, Levy assumiria o cargo sob promessa de ampliar a interação do BNDES com os organismos multilaterais, como o próprio Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Eventuais parcerias para o banco brasileiro captar recursos junto a essas instituições permitiriam ampliar o montante a ser devolvido ao Tesouro no próximo ano.

A oficialização do nome de Levy para o cargo deve sair entre esta segunda e terça-feira. O economista, que mora hoje nos Estados Unidos, estava em dúvida se aceitava o convite por conta da família – que não deve voltar ao Brasil de imediato -, mas acabou dizendo sim.

Liberal

A indicação de Levy pode ser considerada uma vitória da visão econômica mais liberal, capitaneada pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, dentro do governo. O grupo formado por militares na equipe de Bolsonaro, com visão um pouco mais estatizante, defenderia um BNDES menor, mas com alguma função no financiamento à inovação e aos investimentos em infraestrutura.

Já para o grupo mais liberal, o BNDES poderia se dedicar apenas às privatizações de estatais e estruturação de projetos de concessões de infraestrutura à iniciativa privada. Essa função teria prazo de validade. Vendidas as estatais e concedidos os principais projetos de infraestrutura em carteira, o BNDES poderia até mesmo ser extinto.

Assim como Guedes, Levy, que é engenheiro naval, tem doutorado na Universidade de Chicago, mais importante centro do pensamento liberal em economia. Secretário do Tesouro Nacional no governo Lula, integrando a equipe montada pelo então ministro da Fazenda Antônio Palocci, foi também secretário de Fazenda no primeiro governo de Sérgio Cabral no Estado do Rio.

Antes de voltar ao governo federal, no segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, foi presidente da Bram, a gestora de recursos do Bradesco.

Quando assumiu o Ministério da Fazenda, em 2015, Levy comandou uma primeira rodada de contenção no BNDES, com elevação de taxas de juros. O economista Luciano Coutinho seguiu no comando do banco de fomento, mas o então ministro foi nomeado presidente do Conselho de Administração da instituição, ampliando a vigilância sobre suas ações.

Procurados, Levy e Guedes não responderam aos contatos.

Recursos

A atual programação do BNDES prevê a devolução de R$ 26,6 bilhões ao Tesouro em 2019, conforme o cronograma da reestruturação da dívida com a União, firmada em julho. Mas, na semana passada, o diretor financeiro do BNDES, Carlos Thadeu de Freitas, confirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que o banco poderia devolver R$ 40 bilhões a mais, se os desembolsos de 2019 ficarem entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões e não houver necessidade de devoluções ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Ampliar os montantes a serem devolvidos a cada ano significaria acelerar a estratégia de diminuir o BNDES para devolver antecipadamente os R$ 416 bilhões aportados pelo Tesouro entre 2008 e 2014. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro vai reforçar comunicação digital do governo nas redes

Eleito presidente da República com campanha realizada principalmente em redes sociais, Jair Bolsonaro (PSL) quer manter a estratégia e torná-las o principal instrumento de comunicação de seu governo, a partir de 1º de janeiro, quando assume o Palácio do Planalto.

Na última quarta-feira, dia 7, a pedido de Bolsonaro, o vice-presidente eleito, general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), esteve na agência de publicidade Isobar, uma das duas que cuidam das mídias sociais do governo Michel Temer (MDB). “O foco é reforçar a comunicação digital, que é a mídia do Bolsonaro, que é a mídia do Trump (presidente dos Estados Unidos, Donald Trump)”, disse o general Mourão. Para ele, “aquele processo antigo de comunicação, via filmetes, propagandas tradicionais, será abandonado”. “A mídia digital é o método fundamental para conseguirmos nos comunicar, muito mais do que essas outras propagandas que gastam rios de dinheiro”, completou.

A missão de Mourão foi visitar a empresa para levar a Bolsonaro informações sobre o funcionamento das agências que cuidam da comunicação digital da atual administração e como o futuro governo pode aproveitá-las. Há um contrato em vigor, de R$ 45 milhões ao ano, que termina em março, mas pode ser prorrogado por mais um ano. “Eu defendo intenso uso das mídias sociais como forma mais eficaz de se comunicar com a sociedade. A comunicação do mundo moderno hoje é em rede”, afirmou o vice-presidente eleito.

Mourão não quis antecipar sobre a possibilidade de prorrogação do contrato, alegando que essa é “uma questão de gestão”. “A minha visão é que o trabalho (da empresa) é muito bom. Mas tudo precisa ser levado para o presidente Bolsonaro”. Além da Isobar, visitada por Mourão, a agência de publicidade TV1, também faz o trabalho de mídias digitais do governo Temer.

A licitação que aprovou as duas empresas foi realizada ainda no governo da petista Dilma Rousseff, em 2015, podendo ser prorrogada por até cinco anos. Integrantes do PSL, partido de Bolsonaro, defendem que o governo amplie a presença na internet e dê preferência a esse tipo de comunicação. Para eles, essa é a forma mais eficiente e barata de se chegar à população.

O general Mourão acredita que o desenho da comunicação no governo Bolsonaro será diferente do utilizado atualmente, mas não antecipou formato ou quem ficará à frente do setor no Planalto. Está decidido, no entanto, que a área não terá status de ministério, como aconteceu em administrações passadas.

Atualmente, a Secretaria de Comunicação (Secom) tem cerca de 20 pessoas que trabalham diretamente com a área digital do governo Temer, além das ações e campanhas desenvolvidas pelas empresas contratadas. A Secom hoje é vinculada à Secretaria-Geral da Presidência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Réu na morte do casal Hebling é julgado hoje(12)

Irá a júri popular no Fórum de Araras nesta segunda (12), às 9h30, o agente penitenciário C.P.S., de 35 anos. Ele será julgado por dois homicídios dolosos, um deles agravado por se tratar de uma mulher grávida, bem como duas lesões corporais dolosas, mais o crime de condução de veículo com capacidade psicomotora alterada pelo uso de álcool.

No dia 7 de março de 2015, o réu conduzia seu automóvel pela SP-191 e bateu em outros dois carros. Em um deles estava o casal Laila e Fernando Hebling, que vieram a óbito.

Jornal Cidade RC
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