‘Batwoman’, da CW, será primeira heroína lésbica da televisão

A atriz Ruby Rose será a primeira protagonista lésbica da televisão em Batwoman, produção da CW Television Network. Para ela, a sociedade percorreu um longo caminho aceitando diferentes grupos e que, agora, existe uma representação maior LGBT na TV.

Na trama, a protagonista foi expulsa do exército por causa do relacionamento com Sophie Moore, interpretada por Meagan Tandy. “Penso em todas as pessoas que foram separadas de seus parceiros ou expulsas do exército. Essa cena tem um grande peso”, declarou Ruby Rose. 

Durante evento na Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos, a atriz disse que há “muita pressão” nas crianças hoje e ela quer que os jovens sejam capazes de identificar e se relacionar com os personagens que estão assistindo em Batwoman.

A produtora da série, Caroline Dries, explica que Kate Kane, interpretada por Rose, se torna a vigilante de Gothan City na ausência de Batman. Ela também enfrentará vilões já conhecidos dos telespectadores.

Batwoman estreia no dia 6 de outubro, na CW, nos Estados Unidos.

Ex-delegado de Polícia, João Fittipaldi morre em Rio Claro

O Delegado aposentado João Fittipaldi morreu, aos 80 anos, nesta terça-feira (6) em Rio Claro. Fittipaldi teve uma longa carreira dentro da Polícia Civil de Rio Claro, prestando seus serviços à comunidade.

Fittipaldi deixa viúva Maria das Dores Fittipaldi. Ele também deixa os filhos Cibelis, Wildson e Walderson, além de três netos.

O corpo de João Fittipaldi está sendo velado no Cemitério Parque das Palmeiras até às 16 horas desta quarta (7), quando será levado para Piracicaba, onde será cremado.

Justiça autoriza transferência de Lula para SP

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será transferido para São Paulo. A decisão é da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, que acolheu pedido da defesa de Lula e autorizou a transferência para estabelecimento localizado no Estado de São Paulo.

Lula está preso na sede da Polícia Federal em Curitiba desde 7 de abril de 2018, para cumprimento da pena no processo do triplex do Guarujá.

Homem que teve pernas amputadas sai da UTI e celebra recuperação

O caso do pedreiro José Elenildo Vieira da Silva, de 43 anos, que teve as duas pernas amputadas após se envolver em um acidente no dia 23 de julho ganhou um novo capítulo esta semana.

Após dias difíceis lutando pela vida na UTI de Rio Claro, a vítima venceu a primeira batalha e se recupera da complicada cirurgia que enfrentou.

A reportagem conversou com a filha de José Elenildo, que contou como o pai está otimista e não vê a hora de ir para casa: “Ele é o exemplo de um milagre. Saiu do coma e está enfrentando a situação com muita positividade e força. Sempre com um sorriso no rosto, falando de coisas boas”, disse Vitoria Silva, de 21 anos.

A filha ainda relata que o pai, desde o momento em que acordou do coma, sabia da situação que estava enfrentando: “Ele se lembra de tudo o que aconteceu, do momento do acidente, da espera pelo socorro, de olhar as pernas bastante feridas. Todos esses momentos estão muito presentes na memória dele e por isso essa vontade de se recuperar. Ele viu que foi muito grave e que Deus deu uma nova chance a ele de prosseguir. Continuamos muito gratos a todos, amigos, conhecidos ou não, que oraram por ele e deixaram mensagens de solidariedade pela recuperação”, finaliza.

Como aconteceu

José estava em uma motoneta e, ao tentar uma ultrapassagem, colidiu com um caminhão betoneira que se preparava para entrar em uma rotatória. Na batida, o motociclista caiu embaixo da roda do veículo e foi arrastado por aproximadamente 10 metros. Ele teve os membros inferiores prensados por uma das rodas da betoneira, que estava carregada com aproximadamente 24 toneladas. Ele foi socorrido pelo SAMU até o PSMI da Avenida 15 e, ao dar entrada, foi encaminhado diretamente para a Santa Casa, onde passou por cirurgia.

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Acidente aconteceu no dia 23 de julho em rotatória da Avenida Brasil no Distrito Industrial

Projeto de Lei que obriga canudos de papel é aprovado na Câmara de Rio Claro

A Câmara Municipal de Rio Claro aprovou em segunda discussão, nessa segunda-feira (5), um projeto de lei de autoria dos vereadores Paulo Guedes (PSDB) e Júlio Lopes (PP) que obriga os estabelecimentos comerciais e similares de Rio Claro a usarem e fornecerem canudos de papel biodegradável e/ou reciclável.

Quando o projeto de lei completou um ano de tramitação no Poder Legislativo, no mês de junho passado, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou uma propositura semelhante em que proibiu em todo o Estado de São Paulo o fornecimento de canudos de material plástico em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie, entre outros.

A Lei nº 17.110, de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM), foi sancionada pelo governador João Doria no último dia 13 de julho e obriga a substituição dos canudos plásticos pelos de papel reciclável, material comestível ou biodegradável e prevê multas aos estabelecimentos que descumprirem a legislação. Os valores arrecadados serão investidos em programas ambientais.

Rio Claro

Apesar da Lei Estadual, os vereadores mantiveram a tramitação da proposta a nível municipal, sendo aprovada em primeira discussão no dia 22 de julho por 13 votos favoráveis e três contrários. Na segunda votação, Luciano Bonsucesso (PL) e Rafael Andreeta (PTB) mantiveram seus votos contrários. O vereador Rogério Guedes (PSB), que havia votado contra o projeto antes, não compareceu à sessão desta semana na Casa de Leis.

Caso seja sancionada futuramente pelo prefeito João Teixeira Junior (DEM), a lei também vai multar em R$ 500,00 os infratores pelo descumprimento. Em caso de reincidência, o valor dobra para R$ 1 mil. Diferente da Lei Estadual, a propositura não prevê onde os recursos das multas serão investidos. Consultado pela reportagem anteriormente, o vereador tucano Paulo Guedes afirmou que ter uma lei estadual não impede que o município legisle sobre o mesmo assunto.

Menor é pego em flagrante de tráfico de drogas em Rio Claro

Na tarde desta terça-feira (6), Policiais Civis da DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) realizavam diligência pelo bairro Jd. Olinda, com a finalidade de apurar denúncia referente a tráfico de drogas, quando avistaram um adolescente indo até um terreno baldio pegar algo.

Devido a atividade suspeita, o menor foi abordado e com ele foi encontrado um pino de cocaína e dinheiro. Próximo ao local onde ele foi abordado, os policiais também encontraram um invólucro plástico contendo diversos pinos de cocaína.

O adolescente foi identificado e conduzido à delegacia, onde foi verificado que o menor já possuí várias outras ocorrências envolvendo tráfico de drogas. Diante das circunstâncias o rapaz foi apreendido e o Conselho Tutelar foi acionado.

Prefeitura faz tomografia para verificar saúde de árvores da Via da Saudade

A prefeitura de Rio Claro iniciou nesta terça-feira (6) um trabalho para verificar o “estado de saúde” das árvores da Via da Saudade. Tomografias computadorizadas serão realizadas em todas as árvores de grande porte da via com o objetivo de identificar o grau de comprometimento das espécies que são muito antigas, algumas quase centenárias.

“Nossa preocupação maior é evitar acidentes. A preservação das árvores é necessária, porém o mais importante é prevenir acidentes que coloquem em risco a população”, explica o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. “Esse diagnóstico é essencial visto que diariamente circulam centenas de pessoas pela via”, acrescenta.

As tomografias estão sendo realizadas pela empresa Ecosystem, especializada em análises ambientais. Sensores instalados na árvore transmitem ondas magnéticas para um computador, causadas por batidas nos troncos. A velocidade das ondas indica o grau de comprometimento da espécie. Quanto maior a onda, melhor a saúde da árvore, e os danos são indicados por redução na velocidade. Quanto menor a onda, maior o grau de comprometimento.

“As tomografias vão nos dar um parâmetro de análise sobre a vida da útil das árvores. Se for detectado algum problema faremos estudos mais aprofundados para fechar um diagnóstico e definir o que será feito”, informa Emilio Cerri, secretário municipal de Agricultura, Abastecimento, Silvicultura e Manutenção.

O trabalho iniciado nesta terça-feira (6) será concluído nos próximos dias. Depois disso, a empresa fará a análise dos dados e um relatório com os resultados das tomografias que será entregue à prefeitura. “Existem algumas árvores nas quais já identificamos algum comprometimento e a tomografia vai analisar a fitossanidade delas e comprovar se, de fato, estão comprometidas, nos dando subsídios para o correto manejo das espécies”, esclarece o ecólogo Tadeu Olivetti, diretor municipal de Conservação e Manutenção. A intenção da prefeitura é realizar o mesmo trabalho em árvores do Jardim Público.

Em Araras, moradores do acampamento Esperança ocupam plenário durante sessão da Câmara

Ramon Rossi

Dezenas de pessoas estão acampadas em frente à Câmara Municipal de Araras há uma semana, reivindicando a regularização da ocupação do Acampamento Esperança, onde os manifestantes moram, já há cerca de 10 anos. O acampamento fica a poucos quilômetros da zona urbana, no antigo leito férreo próximo à Estação Remanso, entre Araras e Cordeirópolis, em meio a extensos canaviais. É uma estreita faixa de terra que já pertenceu à extinta Fepasa (Ferrovia Paulista S/A), foi repassada à União e depois ao município, com o qual os ocupantes vêm tentando a legalização e posse definitiva há alguns anos.

Na noite da última segunda-feira (5) eles fizeram uma manifestação mais intensa, durante a sessão camarária, com muita gritaria para tentar chamar ainda mais a atenção do poder público. Apesar de pacífica, a ocupação do Plenário, por conta dos gritos de ordem, acabou por levar o presidente do Legislativo, Carlos Alberto Jacovetti (REDE), a suspender a sessão por mais de uma hora e meia, logo após o seu início.

Entre os mais exaltados estava a líder do acampamento, Aline Mariana Dias, que criticava a postura de Jacovetti, que teria se reunido isoladamente com representantes da Usina São João, para discutir o impasse. “Não era esse o combinado. Viemos aos vereadores tentando ser ouvidos, pedindo uma reunião com todos e com a Usina. E não tem quem nos tire daqui, pois não há lei que impeça o povo de ocupar a casa que é do povo”, bradou ela num dos momentos do protesto.

O movimento montou acampamento na pequena praça junto ao prédio da Câmara improvisando barracas e tapumes com lonas e tecidos. Nem mesmo a chuva dos últimos dias e as baixas temperaturas demoveram os manifestantes, que em alguns casos, estão acompanhados de filhos pequenos. A ocupação deve continuar, segundo eles, até que se resolva uma questão pontual e recente, independentemente da regularização da área, que é a mais antiga. A Usina São João, proprietária das terras lindeiras aos barracos erguidos na faixa do leito férreo, conseguiu uma liminar na Justiça local, suspendendo um processo, já lento, no qual a Prefeitura de Araras havia se comprometido a instalar infraestrutura no local – água e energia elétrica, por exemplo.

Em nota emitida esta semana, a Usina São João diz que a Prefeitura obteve uma “cessão temporária” dessa área, como se lhe tivesse sido “emprestada” para que o município dela tome conta, e não assente ali famílias que, segundo a empresa, em boa parte, não usam a área como fonte de subsistência, mas sim, como “chácara de recreio”.

A Usina ainda argumenta que por isso, o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) não reconhece o acampamento como assentamento rural e alega que problemas como a geração de lixo que viria sendo queimado pelos ocupantes estariam causando incêndios nos canaviais próximos, bem ameaças a mananciais e áreas de mata nativa. E defende que as famílias “sejam realocadas para áreas urbanas, com a necessária infraestrutura e proximidade a postos de saúde, escola, transporte, segurança e outros serviços públicos”.

Já a Prefeitura diz que “visa à regulamentação fundiária do acampamento Esperança. Para isso, conseguiu a cessão provisória da área onde as famílias estão acampadas junto à SPU (Superintendência do Patrimônio da União) – o documento foi assinado em maio deste ano – e também já estava em contato com a Elektro, para elaboração de projeto de iluminação pública para o local”. E diante da liminar obtida pela Usina, em ação judicial ‘de não fazer’, ou seja, barrando o andamento da regulamentação fundiária, disse que aguarda a decisão judicial (da ação principal) para definição das próximas providências.

O JC entrou em contato com o presidente do Legislativo mas não obteve resposta. Segundo a nossa reportagem apurou com pessoas que permaneceram no Plenário esperando a sessão voltar, os vereadores se reuniram com alguns representantes, pediram para que eles não tumultuassem a sessão, pois tinham dois projetos importantes para votar como a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e outro das antenas de celular. Foi apurado, também, que os parlamentares se comprometeram a retomar as conversas, intermediar com a Usina e a Prefeitura. Só aí a sessão voltou quase 21h45.

Aleitamento: programação reforça importância do apoio às mães

Profissionais da área da Saúde são convidados a participar da 21ª edição da Semana do Aleitamento Materno de Rio Claro. A assessora dos Direitos da Mulher, Jaqueline Alves, e a enfermeira de Estratégia da Saúde da Família, Luciana Marquiori, destacam a necessidade de conscientizar toda a comunidade sobre a importância do aleitamento na vida do bebê.

Agricultura: projetos levam à conquista de premiação

Secretário municipal da Agricultura, Emílio Cerri, e Adirdei da Silva, presidente do Conselho Municipal Rural, falam sobre a conquista do prêmio Cidadania no Campo, onde Rio Claro conquistou o primeiro lugar no estado de São Paulo.

Jornal Cidade RC
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