Governo Bolsonaro doará 30 milhões de vacinas contra Covid a outros países

MÔNICA BERGAMO – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo Jair Bolsonaro (PL) vai doar 30 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para o Covax Facility, consórcio criado para distribuir os imunizantes aos países de renda baixa e média. O anúncio deve ser feito na segunda-feira (20).

A doação é consequência de um compromisso assumido pelo governo federal ainda em outubro deste ano, após a Cúpula do G20. Os países que assinaram a destinação se comprometeram em ser solidários com os países mais pobres, onde a vacinação ainda não avançou o suficiente.

De acordo com estimativas da Saúde, a doação não deve afetar a distribuição de vacinas entre brasileiros -o país receberá 770 milhões de doses até o fim de 2022, se calculado desde a primeira aplicação do imunizante em território nacional. O governo ainda acredita que a campanha de imunização já pode ser considerada exitosa.

Rivalizando com países dispostos a pagar valores elevados pelos fármacos, o Covax Facility entregou apenas 738 milhões de doses a 144 países ou territórios, abaixo da meta de 2 bilhões estabelecida para 2021.

Hoje, metade da população mundial recebeu ao menos uma dose da vacina. Mas, enquanto países ricos e emergentes já aplicam doses de reforço, nações mais pobres registram baixas taxas de imunização.

A desigualdade é um dos principais problemas da campanha, afetada também por controvérsias sobre os efeitos colaterais, que são raros, e por protestos contra a vacinação obrigatória em alguns países.

Além das questões morais e humanitárias implicadas no acesso desigual à vacinação, ela tem potencial de adiar o fim da pandemia no mundo, com o risco de surgirem novas variantes mais resistentes. Isso ocorre uma vez que o vírus circula mais entre não imunizados.

A concentração das doses em países ricos chegou a ser chamada de “apartheid vacinal” e “fracasso moral” pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.

Estado de SP registra queda de 9,2% de mortes no trânsito no mês de novembro

De acordo com os novos dados do Infosiga SP, sistema do Governo do Estado gerenciado pelo programa Respeito à Vida e Detran.SP, o Estado de São Paulo registrou queda no número de mortes no trânsito no comparativo entre novembro de 2021 e 2020.

Em novembro de 2021 foram contabilizados 387 óbitos por acidentes de trânsito, contra 426 em novembro do ano passado, uma queda de 9,2%. Também houve redução nas mortes se compararmos o acumulado entre janeiro e novembro de 2020 e 2021. No período, foram registrados 4.437 óbitos no ano passado e 4.408 neste ano, uma diminuição de 0,7%.

blank

Meios de transporte

No comparativo de mortes no trânsito entre janeiro e novembro de 2020 e o mesmo período de 2021, o principal destaque diz respeito aos acidentes envolvendo ciclistas, que caíram 17,1%, de 357 em 2020 para 296 em 2021. Se verificou ainda uma queda de 4,6% nos óbitos de pedestres, que passaram de 982 nos primeiros 11 meses do ano passado para 937 no mesmo período em 2021. As ocorrências com ocupantes de automóveis também registraram redução de 2%, de 1098 em 2020 para 1076 em 2021. O único modal que apresentou aumento (4,5%) nos óbitos nesse período foi o de motocicletas, que passou de 1688 ocorrências em 2020 para 1764 em 2021.

blank

Sobre o programa Respeito à Vida

Programa do Governo do Estado de São Paulo, atua como articulador de ações com foco na redução de acidentes de trânsito. Gerido pela Secretaria de Governo por meio do Detran.SP, envolve ainda as secretarias de Comunicação, Educação, Segurança Pública, Saúde, Logística e Transportes, Transportes Metropolitanos, Desenvolvimento Regional, Desenvolvimento Econômico e Direitos da Pessoa com Deficiência.

O Respeito à Vida também é responsável pela gestão do Infosiga SP, sistema pioneiro no Brasil, que publica mensalmente estatísticas sobre acidentes com vítimas de trânsito nos 645 municípios do Estado. O programa mobiliza a sociedade civil por meio de parcerias com empresas e associações do setor privado, além de entidades do terceiro setor. Em outra frente, promove convênios com municípios para a realização de intervenções de engenharia e ações de educação e fiscalização.

Diversas medidas têm sido adotadas para reduzir a mortalidade relacionada nas rodovias do Estado de São Paulo. Entre elas, algumas de maior impacto podem ser destacadas.


Velocidade no atendimento

A redução no tempo de atendimento às vítimas de acidentes pode reduzir a mortalidade em até 60%. Em rodovias, esse aspecto é ainda mais relevante, dado os tempos naturalmente dispendidos entre o deslocamento da equipe de resgate até o local do acidente e, em situações mais graves, dali para o hospital mais próximo. Os socorristas chamam esse período crítico de “A Hora de Ouro”, que é absolutamente relevante para as estatísticas de salvamentos de acidentes de trânsito.


Iluminação em trechos urbanos

Estudos indicam forte redução de mortalidade em trechos urbanos de rodovias que foram iluminadas. Um estudo que reuniu resultados de 50 pesquisas referentes ao impacto sobre os acidentes da iluminação em vias previamente não iluminadas concluiu pela de redução de 60% em acidentes fatais nessas áreas.


Cinto de segurança no banco traseiro

Uma pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) em rodovias concedidas indicou, em 2019, que em torno de 10% das pessoas não usam o cinto de segurança nos bancos dianteiros e 30% no banco traseiro. Essa prática é de extrema importância e vem sendo estimulada por meio de campanhas educativas e fiscalização, uma vez que estudos indicam redução de mortalidade em torno de 25% para ocupantes do banco traseiro e 45% para os bancos dianteiros.

Rio Claro aplicou mais de 369 mil doses contra a Covid

No município, 83% da população recebeu ao menos uma dose de imunizante.

Levantamento divulgado neste domingo (19) pela Fundação de Saúde de Rio Claro aponta que até o momento o município vacinou 174.020 pessoas contra a Covid, ou seja, 83,04% dos rio-clarenses.

Deste total, 159.527 pessoas, o que representa 76,12% da população, receberam as duas doses da vacina ou vacina de dose única. E 19,27% dos rio-clarenses tomou também a dose de reforço. Nesta campanha de vacinação, em Rio Claro, foram aplicadas 369.133 doses.

Os percentuais são calculados com base em números do IBGE, que estima que a população de Rio Claro é de 209.548 pessoas.

Neste domingo tem vacinação contra Covid das 11 às 23 horas no Shopping Rio Claro, próximo à entrada oeste, ao lado da loja Milon.

blank

Ninguém acerta a Mega-Sena; próximo sorteio é da Mega da Virada

O prêmio está estimado em R$ 350 milhões

AGÊNCIA BRASIL

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do prêmio da faixa principal do concurso 2.439 da Mega-Sena. Elas foram sorteadas na noite desse sábado (18), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.blankblank

São os seguintes os números sorteados: 02 – 08 – 34 – 38 – 47 – 51.

A quina registrou 46 apostas ganhadoras; cada uma pagará R$ 40.082,94. A quadra teve 3.008 apostas vencedoras; cabendo a cada apostador um prêmio de R$ 875,67.

Mega da Virada

O próximo concurso, o de número 2.440, será o da Mega da Virada, no dia 31 de dezembro. O prêmio está estimado em R$ 350 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Estudo prevê fim do seguro-desemprego e apropriação de multa do FGTS

CATIA SEABRA E WILLIAM CASTANHO – RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Estudo encomendado pelo Ministério do Trabalho e Previdência propõe que o governo federal se aproprie da multa do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que hoje é paga diretamente ao trabalhador demitido sem justa causa.

A proposta é que o dinheiro alimente as contas do Fundo de Garantia, exclusivamente, de quem ganha até um salário mínimo e meio (R$ 1.650 atualmente) por mês.

Pela medida, o seguro-desemprego seria extinto e os trabalhadores deixariam de receber um benefício equivalente a 40% do FGTS quando demitidos sem justa causa. Em vez de pagar a quem for desligado do emprego, como é hoje, o empregador repassaria o valor dessa multa para o governo.

O dinheiro seria, então, destinado ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e, de lá, abasteceria as contas individuais do Fundo de Garantia de empregados com salário mensal inferior a um mínimo e meio. Esse aporte no FGTS de trabalhadores de baixa renda teria tempo determinado: 30 meses.

O percentual a ser depositado diminuiria de acordo com o salário do trabalhador. Para quem ganha um salário mínimo (R$ 1.100 hoje), seria de 16%. Em valores de hoje, o governo depositaria, por mês, R$ 176 na conta de FGTS do trabalhador que recebe um salário mínimo.

A essa contribuição social seriam somados os 8% que o empregador já deposita mensalmente na conta do profissional. Ou seja: durante 30 meses, o fundo individual dele receberia um aporte equivalente a 24% de seu salário –16% do governo e 8% do empregador.

Ao final de 30 meses, quando esse trabalhador estivesse com o correspondente a 7,2 salários mínimos nessa espécie de poupança, o governo deixaria de depositar. Apenas o empregador manteria o aporte mensal equivalente a 8% do salário de seus funcionários.

A correção dessa poupança seria de acordo com os índices praticados no mercado. Quando o saldo atingir o correspondente a 12 salários mínimos, o trabalhador poderá sacar o excedente. Ou seja: com 12 salários mínimos no fundo, o trabalhador poderá retirar os 8% depositados pelo empregador.

Se fosse demitido, o trabalhador poderia sacar mensalmente o equivalente ao valor do salário que recebia quando estava empregado, respeitado o teto de cinco salários mínimos. Como o modelo prevê uma poupança mínima de 12 salários mínimos, se desempregado, poderia sacar um salário por mês.

As propostas estão no relatório elaborado pelo Gaet (Grupo de Altos Estudos do Trabalho), a pedido do governo Jair Bolsonaro (PL) para subsidiar uma reforma trabalhista. O Gaet foi criado em 2019.

O conjunto de propostas foi apresentado pelo ministério, no dia 29 de novembro, ao Conselho Nacional do Trabalho. O texto reúne contribuições de magistrados, advogados, economistas e acadêmicos.

O documento com 262 páginas foi publicado em novembro deste ano. Os trabalhos foram organizados em quatro comissões com eixos temáticos. A proposta de extinção do seguro-desemprego e de apropriação da multa em caso de demissão sem justa causa consta do capítulo “Economia do Trabalho”.

“Com vistas a complementar os recursos do seguro-desemprego no financiamento dos aportes iniciais aos fundos individuais, a multa por demissão sem justa causa deixa de ser apropriada em parte pelo trabalhador e passa a ser paga integralmente ao governo”, afirma o relatório.

A ideia, segundo os autores, é estimular a estabilidade do emprego. “Esse dispositivo, além de assegurar a possibilidade de um aumento nos subsídios públicos à poupança precaucionária dos trabalhadores, retira deles qualquer eventual incentivo que a apropriação da multa possa lhe dar para trocar de trabalho”, diz o relatório.

Coordenador do grupo, o professor do Inper Ricardo Paes de Barros afirma que a proposta é redutora de desigualdade social. A intenção, segundo ele, é que todo trabalhador de baixa renda acumule uma poupança de 12 salários mínimos, com aceleração desse acúmulo.

“São parâmetros que se podem ajustar. Mas baixa renda, para nós, é fundamentalmente entre um e um e meio salário mínimo. Para esses trabalhadores, serão feitas transferência. Para alta renda, nada”, disse.

Ainda segundo o professor, a ideia é evitar antagonismos desnecessários entre empregador e empregado, porque, segundo ele, trabalhadores podem estimular sua demissão com intuito de receber multa. “Alguém pode dizer: ‘Se eu for demitido, vou ganhar uma multa alta. Tenho oferta de uma outra empresa ali, vou dar uma forçada na minha demissão'”, justifica.

Sobre a ideia de se apropriar da multa paga ao trabalhador em caso de demissão sem justa causa, ele faz questão de frisar que a penalidade não deixará de ser aplicada. “Não estamos tirando a multa que o empresário paga. Estamos simplesmente tirando essa multa que o empresário paga e dando para o Estado colocar no FGTS do trabalhador.”

Em suas páginas, o relatório do Gaet ressalta que “os documentos não contam, necessariamente, com a concordância, integral ou parcial, deste Ministério do Trabalho e Previdência ou mesmo do governo federal. Ou seja, os relatórios dos Grupos de Estudos Temáticos são de exclusiva e inteira responsabilidade dos autores”.

Segundo o ministério, “a atuação do governo federal será calçada e construída por meio de diálogo com a sociedade, sua representação no parlamento e nas necessidades econômicas e sociais do país”. “A posição de diálogo e construção é a que orienta o governo no presente momento”, diz.

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo mostrou que entre as sugestões do Gaet estão a liberação do trabalho aos domingos e a proibição de reconhecimento de vínculo de emprego entre prestadores de serviço e aplicativos.
Especialistas defendem ainda, o locaute –espécie de greve das empresas–, hoje proibido, e a redução do poder da Justiça do Trabalho.

Alckmin e Haddad são os mais rejeitados na eleição de SP, diz Datafolha

IGOR GIELOW – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, quase não há exceção à regra política segundo a qual quem é mais conhecido enfrenta naturalmente mais rejeição.

O ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido), que ocupou o edifício no bairro paulistano do Morumbi por quatro vezes, lidera o ranking dos pré-candidatos mais rejeitados para assumir o estado em 2023.

Não votariam nele 35% dos paulistas, segundo pesquisa do Datafolha que ouviu 2.034 pessoas em 70 cidades. Com a margem de erro de dois pontos, ele empata tecnicamente com Fernando Haddad (PT).

O ex-prefeito paulistano marca 34% de rejeição. Além de ter ocupado a cadeira mais poderosa da capital por quatro anos, até ser destronado no primeiro turno de 2016 pelo então novato João Doria (PSDB), ele disputou a Presidência no lugar de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), impedido legalmente de concorrer em 2018.

Abaixo deles vem outra figura conhecida de pleitos recentes, Guilherme Boulos (PSOL), com 28%. Ele disputou a eleição vencida por Jair Bolsonaro (PL) há três anos e foi ao segundo turno na capital paulista em 2020, perdendo para Bruno Covas (PSDB), que morreu em maio passado de câncer.

O ponto fora da curva nesta pesquisa é o ex-governador Márcio França (PSB), com 16% de rejeição. Ele ocupou o Bandeirantes quando Alckmin tentou ser presidente (naufragando abaixo dos 5% em 2018). Disputou e perdeu sua sucessão para o mesmo Doria, e no ano passado não passou ao segundo turno na capital.

É possível argumentar que, antes de 2018, ele era virtualmente desconhecido fora de sua área de atuação no litoral.

Mas, após a vitrine nesses três anos, sua rejeição segue bastante baixa -era de 20% no levantamento passado, de setembro, a maior diferença aferida, já que seus rivais todos apenas oscilaram dentro da margem.

Os demais colocados se beneficiam da pouca exposição até aqui, ocupando um bloco praticamente único.

São eles Arthur do Val, o Mamãe Falei (Patriota, 22%), o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB, 18%), o ex-ministro Abraham Weintraub (sem partido, 18%), Vinicius Poit (Novo, 16%) e o ministro Tarcísio Gomes de Freitas (sem partido, 16%).

Para Garcia, a notícia é especialmente boa, pois ele larga de uma posição favorável porque será o governador do estado quando Doria deixar o cargo para disputar a sucessão de Bolsonaro, em abril.

Assim, há tempo para seus estrategistas elaborarem sua imagem. Discreto, o vice é um político de bastidores, mas tem domínio da máquina estadual -ele supervisiona todas as obras e programas estaduais, um pacote de 8.000 ações em curso em 2022.

Nesta pesquisa do Datafolha, Alckmin lidera em um cenário com Haddad e França. O ex-prefeito assume a ponta quando o ex-tucano sai do jogo, e o ex-governador do PSB toma a frente quando ambos os rivais deixam a corrida.

Isso tudo é possível a depender das tratativas para tirar o ex-tucano da disputa, colocando-o como vice de Lula na briga pelo Planalto em 2022. Aí o xadrez envolverá Haddad e França, ambos querendo que o outro largue a cabeça de chapa para ser candidato ao Senado.

Intervalo da 3ª dose da vacina contra covid-19 será de quatro meses

Redução do intervalo de aplicação foi anunciada pelo ministro da Saúde

AGÊNCIA BRASIL

O Ministério da Saúde vai reduzir o intervalo de aplicação da terceira dose da vacina contra covid-19 de cinco para quatro meses. A informação foi divulgada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no Twitter.blankblank

Segundo o ministro, a portaria com essa alteração será publicada na próxima segunda-feira (20).

“Para ampliar a proteção contra a variante Ômicron vamos reduzir o intervalo de aplicação da 3ª dose de cinco para quatro meses. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, em especial em grupos de risco”, escreveu, na rede social.

“Informem-se sobre o calendário vacinal de seu município e veja se já chegou a sua vez”, acrescentou.

Pfizer

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina da Pfizer será utilizada como dose de reforço em pessoas vacinadas com os imunizantes Coronavac, AstraZeneca e Pfizer. “A opção por essa vacina levou em consideração o aumento da resposta imunológica no esquema heterólogo. De maneira alternativa, os imunobiológicos da Janssen e AstraZeneca também poderão ser utilizados na dose de reforço”, diz nota do ministério.

Janssen

Inicialmente com aplicação única, a vacina da Janssen também deverá ser reforçada. De acordo com o ministério, quem a recebeu a vacina há dois ou seis meses pode comparecer a um posto de saúde para a segunda dose. Nesse caso, o imunizante utilizado deverá ser do mesmo fabricante.

Rio Claro vacina contra a Covid neste domingo no shopping

Atendimento será das 11 às 22 horas, próximo à entrada principal do shopping, ao lado da loja Milon.

Rio Claro terá plantão de vacinação contra Covid neste domingo (19), com atendimento das 11 às 22 horas no shopping. Além da vacinação, a Fundação Municipal de Saúde irá realizar testes rápidos de sífilis e HIV, em ação da campanha Dezembro Vermelho, que incentiva a prevenção e testagem de HIV e sífilis.

As equipes estarão na parte interna do shopping, próximo à entrada principal (oeste), ao lado da loja Milon. A vacinação será para primeiras, segundas doses e doses de reforço.

A primeira dose continua para maiores de 12 anos, inclusive gestantes e puérperas. As segundas doses serão para quem foi vacinado com Pfizer ou Coronavac até 28 de novembro ou com a Astrazeneca até 21 de novembro.

Já a dose de reforço será aplicada em quem tem 18 anos ou mais e tomou a segunda dose de qualquer laboratório em agosto ou antes disso. Também são vacinadas com mais uma dose as pessoas que tomaram dose única da Janssen há no mínimo dois meses.

Todos que forem se vacinar devem levar RG, CPF e comprovante de residência em Rio Claro. No caso de segundas e terceiras doses também é necessário o comprovante de vacinação com as doses anteriores.

Com nova lei, segurados do IPRC serão divididos em dois grupos

Para os servidores não faz diferença estar em um plano ou no outro.

O prefeito Gustavo Perissinotto assinou nesta semana a lei aprovada na Câmara Municipal que estabelece novas regras no Instituto da Previdência de Rio Claro, que passa a ter Plano Financeiro e Plano Previdenciário.

Para os servidores não fará diferença estar em um plano ou no outro, já que a mudança tem caráter técnico e o objetivo de criar mecanismos para a regularização do cálculo atuarial.

A nova lei, que está sendo publicada no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (17), estabelece a divisão dos segurados (servidores ativos, aposentados e pensionistas) em dois grupos. É a chamada segregação da massa dos servidores públicos municipais, que visa recompor o equilíbrio financeiro do instituto da previdência municipal, sem prejuízo dos servidores municipais.

“Ao assumir o cargo em janeiro, encontramos um cenário previdenciário do IPRC com déficit atuarial elevadíssimo e diversos repasses em atraso. Passamos então a debater sobre os caminhos a serem tomados para resolver o imbróglio, sempre sob a perspectiva de não repassar o ônus do déficit atuarial para os servidores”, explica o prefeito Gustavo Perissinotto.

O déficit atuarial é a projeção de falta de dinheiro para bancar aposentadorias e pensões no futuro. Esta é a situação de Rio Claro, daí a necessidade de medidas para mudanças no regime próprio de previdência social do município.

A partir de agora, o IPRC terá duas massas: uma dos servidores que tenham ingressado no serviço público municipal até 31 de dezembro de 2013 e outra formada pelos que entraram a partir de 1º de janeiro de 2014. A primeira massa terá suas despesas previdenciárias atendidas pelo Plano Financeiro e, a segunda, pelo Plano Previdenciário, ambos criados pela nova lei. Os recursos financeiros de cada plano terão diferentes fontes.

A lei complementar redefiniu as alíquotas de contribuição dos servidores para 14% e a da prefeitura em 18%. “Com este suporte financeiro, o IPRC irá ganhar condições de assegurar os direitos dos servidores municipais, que estavam ameaçados”, explica o secretário de Economia e Finanças, Carlos Fernandes.

A nova legislação também estabelece a possibilidade do instituto da previdência conceder empréstimo consignado aos servidores municipais.

Shopping Rio Claro promove parada natalina e apresentação especial de Natal

O espírito natalino traz alegria para o centro de compras

O Shopping Rio Claro preparou atrações especiais no domingo e na segunda-feira, 19 e 20 de dezembro, para os clientes. No domingo, devido ao grande sucesso da parada natalina realizada durante a inauguração do Natal, a partir das 16h os famosos personagens estão de volta para a alegria das crianças.

E na segunda-feira, a Banda da Guarda Mirim de Rio Claro faz uma apresentação musical na Praça de Alimentação a partir das 19h, cujo repertório terá canções que fazem parte da memória de adultos e crianças, complementando o cenário especial de Natal montado na Praça, com a árvore de Natal de 6 metros de altura.

“Com a programação especial às vésperas do Natal, queremos que as famílias sintam o espírito de confraternização, de união e de magia que essa época do ano traz para as nossas vidas”, afirma Gisele Alvares, Supervisora de Marketing do Shopping Rio Claro.

SERVIÇO

Parada Natalina

Data: 19 de dezembro

Horário: a partir das 16h

Local: mall do Shopping Rio Claro

Apresentação da banda da Guarda Mirim

Data: 20 de dezembro

Horário: a partir das 19h

Local: Praça de Alimentação do Shopping Rio Claro

A casa ‘invadida’ por Papais Noéis em Cordeirópolis

É no fim de novembro ou início de dezembro que as pessoas começam a tirar das caixas os enfeites que decoram as casas para a chegada das festas de fim de ano. É o fim de um ciclo e o início de outro. O verde e o vermelho predominam, junto do prata e do dourado.

Seguindo a tradição que veio da Europa, a árvore de Natal deve ser montada em 6 de dezembro e desmontada um mês depois. Na casa da Silvia Maria Reducino, de 63 anos, moradora de Cordeirópolis (SP), já está tudo pronto. O detalhe fica para sua sala de estar, onde a magia do Natal acontece. E é nessa parte da casa, que fica o cenário escolhido para a gravação da ‘Reportagem da Semana’ deste domingo (19), há exatos seis dias da data mais esperada do ano.

Entretanto, além da árvore, outro elemento, também de tradição importada do continente europeu, predomina nas decorações de locais públicos, empresas e claro, residências de pessoas comuns: o papai noel.

Os primórdios da origem de papai noel remontam aos séculos III e IV d.C, na Turquia, onde viveu São Nicolau, o arcebispo da Mira, canonizado bem depois de sua morte, devido à sua generosidade para com os necessitados.

A lenda foi influenciada por tradições nórdicas, germânicas e até mesmo holandesas. Aliás, foram os holandeses que levaram a tradição para a América do Norte, onde imigrantes dos países baixos integravam o grupo que se estabeleceu na ‘Nova Amsterdã’, hoje, Nova Iorque. Foi lá que o personagem, já chamado de ‘Santa Claus’, consolidou-se e acabou popularizado no mundo cristão por campanhas publicitárias da Coca-Cola, nos anos 1920 e 1930.

Silvia não se importa com todos esses detalhes históricos. Mas, na casa da autônoma, que fica no Jardim Florença, ela mantém carinhosamente, e expõe todo ano, uma coleção de quase 500 papais-noéis de todos os tipos, tamanhos e nacionalidades. Entre os importados, têm bonecos da Holanda, Espanha e Estados Unidos. Já os nacionais vieram de cidades como, Gramado/RS, Nova Petrópolis/RS, Canela/RS, e daqui de perto, como de Piracicaba, Limeira, Rio Claro e Cordeiro.

Tem peças de tudo quanto é jeito no chão da sala, em cima das mesas, no sofá, armários e até dentro da lareira. A figura mais popular do Natal aparece de várias formas: dançando, tocando violão, guitarra, bateria, batendo sinos, subindo escadas. E tem até o papai noel de férias.

A coleção já ocupa três guarda-roupas e um baú, mas ela disse que enquanto der para comprar, continuará aumentando o acervo. Para guardar a coleção, Silvia disse que é cuidadosa e embala todos os exemplares. A maioria ainda têm suas caixas, mas os que não têm, ela embala em plásticos para que não estraguem.

A autônoma contou ao JC que o primeiro boneco da coleção foi comprado em Cordeirópolis, e o tem como um xodó. Desde então, ela não parou mais e nem pensa nisso.“Comprei um. De repente, mais um, mais um. Mas, quando mudei para essa casa, há 14 anos, que fui mesmo me encantando cada vez mais com esse clima”, comentou.

Atração da cidade e novas gerações

Silvia afirma que a decoração é famosa na pacata Cordeirópolis e que muita gente já veio nos visitar, mas que tem gente na cidade que nem sabe que a coleção existe. “Não é todo mundo que já viu, mas muita gente sabe que eu tenho. Quando as pessoas vêm para cá, eles olham diretamente pela cozinha, que tem umas coisas menores. Ao olharem para a sala, ficam sem reação. Nem sabem o que falam e colocam a mão no rosto. É até bonito de ver”, disse.

Para quem deseja visitar, a casa dela fica na Rua Glomercidio Della Coletta 1536, no Jardim Florença. “Estou de portas abertas. Não posso deixar aglomerar, mas venham conhecer e se encantar.

Silvia tem sete netos e espera que a tradição siga por bons anos, mesmo quando ela não puder mais montar a exposição caseira. “Acredito que quem ficará com minhas coisinhas é a minha neta Manuela. Ela e meu neto Miguel são os que mais se encantam com essa magia”.

Para a cordeiropolense de coração, essa época lembra suas fantasias de criança, nem sempre realizadas, por conta da falta de recursos.  “É que durante a infância, me lembro que esperávamos o dia todo pelo papai noel, e muitas vezes, ele não chegava devido às condições financeiras”.

blank
blank
blank
blank
blank
blank
blank

Rio Claro tem quatro novos casos de Covid

Ocupação de leitos é de 7%, com seis pacientes hospitalizados.

Rio Claro registrou quatro novos casos de Covid nas últimas 24 horas, conforme boletim divulgado neste sábado (18) pela Fundação Municipal de Saúde.

O total de casos nesta pandemia é de 19.640, sendo que 19.047 pessoas estão recuperadas.O índice de ocupação de leitos é de 7%, com seis pacientes hospitalizados nas redes de saúde pública e privada. São três internados em enfermaria e três em UTI.

Há seis pessoas infectadas pelo coronavírus em isolamento domiciliar com sintomas leves ou sem sintomas de Covid.

A Fundação Municipal de Saúde alerta a população para a importância da vacinação e para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.

blank
Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.