Geração de empregos em Cordeirópolis cresce 65% e cidade cria mais de 700 postos de trabalho

Cordeirópolis encerrou mais um ano como um importante polo de geração de empregos na região. O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda-feira os dados finais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e 2021 terminou com a geração de 703 postos de trabalho.

Para se ter uma ideia, o número representa um crescimento de 65,4% na comparação com os 425 postos de trabalho criados em 2020, primeiro ano da pandemia. Mesmo com todos os impactos da crise provocada pela pandemia do coronavírus, Cordeirópolis continuou a gerar empregos em um dos momentos mais desafiadores para os gestores públicos nas últimas décadas.

Segundo os dados do Caged, Cordeirópolis registrou 5.065 admissões com carteira assinada ao longo dos últimos 12 meses. Os desligamentos somaram 4.362, totalizando o saldo positivo de 703 vagas no ano em que a pandemia voltou a impactar a economia.

O índice de crescimento na geração de empregos em Cordeirópolis no ano de 2021 foi superior ao registrado no período anterior – entre 2019 e 2020, o aumento de postos de trabalho foi de 38%.

Ao longo de 2021, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável trabalhou para proporcionar o crescimento econômico sustentável de Cordeirópolis, com políticas públicas voltadas à geração de emprego e renda, além de estimular e dar suporte à indústria e ao comércio local. A pasta realizou o Programa de Apoio Empreendedor e beneficiou empresas. Inaugurou, no mês de aniversário da cidade, o loteamento industrial Pedro Boldrini com mais 20 terrenos para novas empresas. Através do Programa CordeiroInveste (Lei 244/2017), também beneficiou muitas delas.

A Prefeitura também incentivou a integração do município com Governo do Estado por meio da bolsa trabalho, com 40 contemplados com bolsa R$ 540 reais e curso de capacitação on-line. Parcerias com o Sebrae e Senac abriram 720 vagas de cursos presenciais e online, todos gratuitos.

De acordo com dados do Caged, de janeiro a dezembro do ano passado, foram 20.699.802 admissões e 17.969.205 desligamentos em todo o Brasil, com saldo positivo de 2.730.597 vagas de emprego com carteira de trabalho assinada.

Rio Claro vacina contra a Covid das 8 às 20 horas nesta terça-feira

A vacinação em Rio Claro nesta terça-feira (1º) será das 8 às 20 horas no salão da igreja Boa Morte, que fica na Rua 10, entre as avenidas 7 e 9.

No local são aplicadas primeiras, segundas e doses de reforço. A primeira dose continua para pessoas a partir de 5 anos que ainda não foram vacinadas.

As crianças devem estar acompanhadas de um responsável com mais de 18 anos, portando CPF e cartão SUS da criança. No caso de primeira dose, o cadastro antecipado no site vacinaja.sp.gov.br é fundamental para agilizar o atendimento.

As segundas doses nesta sexta-feira serão para quem foi vacinado com Pfizer ou Coronavac até 11 de janeiro ou com a Astrazeneca até 4 de dezembro. Os maiores de 18 anos que tomaram a segunda dose em outubro devem comparecer para a dose de reforço. Também são vacinadas com mais uma dose as pessoas que tomaram dose da Janssen há no mínimo dois meses.

A Fundação Municipal de Saúde reforça o alerta à população sobre a importância da vacina no enfrentamento do coronavírus. De acordo com o mais recente levantamento da Vigilância Epidemiológica, divulgado nesta segunda-feira (31), 10.791 pessoas não compareceram para tomar a segunda dose da vacina contra a Covid e outras 47.972 doses de reforço também não foram aplicadas por ausência dos interessados.

Popó reconhece que ‘segurou a mão’ em luta contra Whindersson

Folhapress/ Hygino Vasconcellos

O baiano Acelino “Popó” Freitas, 46 anos, reconheceu que “segurou a mão” no confronto contra Whindersson Nunes, realizado em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, no domingo (30). Chamado de “luta de exibição”, esse tipo de embate não conta pontos e tem golpes mais leves em relação ao boxe profissional.

“A gente tem que dar uma segurada, a gente é profissional, a gente sabe. Se eu nocauteasse ele, não seria tão bonito como foi. No momento que ele caiu e o juiz abriu a contagem, eu podia acabar. Mas por que acabar com a festa? Estava tão bonito, todo mundo estava gostando, todo mundo aplaudindo, (com) a força de vontade dele, não tinha por que acabar”, disse Popó em entrevista à reportagem após a luta.

Apesar de ter maneirado nos golpes, o ex-pugilista afirmou que sentiu dores nas mãos após o confronto.

“Eu comecei a lutar com oito anos e eu nunca senti minha mão doer. Dessa vez eu lutei com uma luva de 14 onças e minha mão doeu muito de tanto bater. Ele é um cara que aguenta muito, muito. A luva de oito onças é muito pequena, pode quebrar a mão, e eu nunca senti nada. Ele é muito, muito foda, muito top.”

No boxe há seis tipos de luvas, cada uma é indicada para uma faixa de peso. A luva de oito onças é recomendada para lutadores de 45 kg a 65 kg. Já a de 12 onças é indicada para competidores de 78 kg a 90 kg. Além disso, cada uma tem um peso diferente. A de oito onças tem 227,2 g, já a de 12 pesa 340 g.

Para o tetracampeão, o empate foi “justíssimo”. “Ele ganhou por quantidade de golpes.”

“Minha avaliação da luta é a melhor possível. Ele valorizou bastante tudo que aconteceu, e tudo que aconteceu hoje foi por causa dele, ele é top. Eu sou lutador de boxe, eu já fiz tudo que tinha que fazer lá atrás. Ele ajudou a resgatar isso, ajudou o Popó a voltar à mídia de novo e agradeço a ele por isso. Eu falo da mídia social. Eu era famoso era na mídia televisiva e agora ele me colocou na mídia digital”, avaliou o ex-boxeador.

Para Popó, o preparo físico de Whindersson estava melhor que o dele. O tetracampeão está aposentado desde 2012.
“Ele pensa muito mais rápido do que eu, ele tem um preparo físico melhor que o meu. Eu tenho 46 anos, não é o mesmo pique, gás, o mesmo desejo, mas a experiência é muito maior, o que contou aqui hoje não foi meu gás, não foi só meu dom, de lutador de boxe, mas, sim, uma experiência de 32 anos lutando boxe, a gente chega aí e faz as coisas que gosta, brinca de bater, brinca de esquiva, de perna para cá e para lá.”

Alta do Rio Corumbataí interdita estrada do Sobrado

A Defesa Civil informou na tarde desta segunda-feira (31) que precisou interditar um trecho da estrada do Sobrado, em Rio Claro.

A interdição acontece devido ao transbordamento do Rio Corumbataí, o que acabou alagando a estrada rural.

A estrada velha de Brotas também já havia sido interditada devido à alta do rio.

PF conclui que Bolsonaro não cometeu crime de prevaricação no caso Covaxin

Marcelo Rocha – Folhapress

A Polícia Federal concluiu que não foi​ identificado crime de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso da compra da vacina indiana Covaxin.

Em relatório enviado nesta segunda-feira (31) à ministra Rosa Weber, relatora do caso no STF (Supremo Tribunal Federal), a corporação afirmou que não ficou demonstrada de forma material a ocorrência de conduta criminosa.

A PF ainda informou à magistrada que avaliou desnecessário interrogar Bolsonaro no caso.

Uma das principais suspeitas contra o governo Bolsonaro até aqui, o caso Covaxin, que se tornou centro da CPI da Covid no Senado e inflamou protestos pelo impeachment do presidente, expôs uma série de contradições no discurso bolsonarista sobre vacinas e combate à corrupção.

A suspeita de prevaricação foi atribuída ao chefe do Executivo pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) e o seu irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda.

Em depoimento, o deputado afirmou ter alertado o presidente sobre supostas irregularidades na compra da Covaxin, vacina indiana contra a Covid-19.

O encontro, segundo o congressista, teria ocorrido no dia 20 de março. A conversa com o presidente teria sido presencial. Segundo relato de Miranda, Bolsonaro teria ligado o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), às supostas irregularidades.

Luis Ricardo, que era chefe da divisão de importação da Saúde, relatou ao MPF (Ministério Público Federal) ter sofrido pressão incomum para assinar o contrato. O depoimento foi revelado pelo jornal Folha de S.Paulo.

O documento da Polícia Federal, de 52 páginas, foi assinado pelo delegado William Tito Schuman Marinho. O policial atua no setor encarregado de inquéritos nos tribunais superiores.

Marinho afirmou que, “ausente o dever funcional do presidente da República Jair Messias Bolsonaro de comunicar eventuais irregularidades de que tenha tido conhecimento -e das quais não faça parte como coautor ou partícipe- aos órgãos de investigação, como a Polícia Federal, ou de fiscalização, não está presente o ato de ofício” que poderia caracterizar o crime.

De acordo com o policial, “juridicamente, não é dever funcional (leia-se: legal), decorrente de regra de competência do cargo, a prática de ato de ofício de comunicação de irregularidades pelo presidente da República”.

Assim, concluiu o delegado, ainda que o presidente não tenha agido, não se pode ser imputado o crime de prevaricação no contexto dos fatos analisados no inquérito.

A prevaricação ocorre quando o agente público retarda ou deixa de praticar ato de ofício para satisfazer interesse próprio. A apuração foi instaurada em julho do ano passado a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), após pressão de Rosa Weber.

Inicialmente a PGR havia pedido para aguardar o fim da CPI da Covid para se manifestar sobre a necessidade ou não de investigar a atuação do chefe do Executivo.

No final de junho, três senadores apresentaram no STF uma notícia-crime contra Bolsonaro por prevaricação.

Em seguida, após pressão de Rosa Weber, a PGR pediu ao STF a abertura de inquérito para apurar o suposto crime. O Supremo deu aval, e em seguida a PF abriu a investigação a pedido da PGR.

No caso da compra da vacina indiana, senadores consideram que o interesse de Bolsonaro pode ter sido proteger aliados, como o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Em notícia-crime apresentada, os senadores afirmaram que a suposta omissão do presidente ocorreu “ou por envolvimento próprio no esquema criminoso ou por necessidade de blingagem dos amigos do rei”.

A prevaricação é um crime contra a administração pública que acontece quando o agente público deixa de agir da maneira que se espera dele e no qual é obtida alguma espécie de favorecimento.

Exemplos são casos de policiais ou fiscais que não tomam providência diante de uma irregularidade, para proteger determinada pessoa.

O Código Penal especifica da seguinte maneira: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”.

O ato de ofício é aquele que se espera que o servidor faça independentemente de um pedido. Governantes, como o presidente da República, também são funcionários públicos.

A legislação estabelece pena de detenção de três meses a um ano, além de multa. Por ser de menor potencial ofensivo, o caso tramita nos Juizados Especiais Criminais, conforme lei de 1995. Essa unidade do Judiciário objetiva não aplicar penas privativas de liberdade.

Em 2007, houve um acréscimo no Código Penal especificando a omissão relacionada à entrada de celulares em presídios como crime de prevaricação de agente público. A pena é a mesma do delito convencional.

Nas altas esferas de governo, embora o crime já tenha sido debatido em outras crises políticas, a condenação não é tão comum.

Um exemplo recente de condenação por prevaricação foi a aplicada em 2019 pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) a Cícero Amélio da Silva, ex-presidente do Tribunal de Contas de Alagoas.

A corte considerou que ele favoreceu um prefeito ao reter os autos de um processo em seu gabinete antes de uma eleição. Mas essa ação ainda tem recursos pendentes.

Em tese, o delito de prevaricação poderia ser enquadrado como um crime de responsabilidade do presidente da República.

A chamada Lei do Impeachment, de 1950, usada nos processos de afastamento contra Fernando Collor (1992) e Dilma Rousseff (2016), inclui expressões de sentido amplo, como “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”.

Embora também chamados de “crime”, os de responsabilidade não são um tipo penal, mas uma infração político-administrativa.

Guardas municipais de RC realizam treinamento para uso de armas longas

Catorze guardas civis municipais de Rio Claro participaram na última semana de um treinamento de 40 horas exigidas pela Polícia Federal para habilitação do uso de armas longas (carabina CTT40 e espingarda calibre 12).

De 24 a 28 de janeiro os participantes tiveram aulas teóricas realizadas na sede da GCM, visando manejo e manutenção das armas de fogo, e aulas práticas no estande de tiro, onde foram efetuados inúmeros disparos em alvos específicos e prática de simulação em situações de abordagens no dia a dia com o uso de técnicas operacionais utilizando as armas longas.

Paralisação no INSS afeta perícias; veja como remarcar

Folhapress

Trabalhadores que foram ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) nesta segunda (21), mas não foram atendidos pela perícia por conta da paralisação dos peritos federais, terão que comparecer novamente na agência na data definida para o novo atendimento.

O INSS informou que os servidores das agências remarcam os atendimentos para a data mais próxima. Segundo o órgão, o trabalhador não precisa solicitar a remarcação. O segurado pode confirmar a nova data e horário da sua perícia pelo telefone 135 ou pelo site ou aplicativo Meu INSS, informou o INSS em São Paulo, em nota.

A ANMP (Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais), que organiza a mobilização e estima que cerca de 25 mil atendimentos serão afetados, informou que uma assembleia está marcada para esta noite deve decidir se a paralisação será estendida para os próximos dias. Procurado, o Ministério ainda não se posicinou sobre a paralisação.

As perícias médicas são exigidas pelo órgão para concessão ou prorrogação de benefícios previdenciários, como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

O INSS informou que “não haverá prejuízos financeiros para o segurado”, ou seja, se a perícia confirmar que há direito ao benefício por incapacidade serão pagos os atrasados, os valores retroativos devidos. Porém, a depender da data em que o novo atendimento for remarcado, isso representa mais tempo até o pagamento ser liberado.

“Se a pessoa tem um pedido de perícia médica, é porque ela não tem condição de trabalhar, fica sem o meio de sobrevivência dela, então ela vai receber os atrasados, mas o que ela vai comer, como ficará sem o dinheiro necessário até que a situação se normalize? A Justiça também está com essa situação complicada, porque a lei que determinava que os peritos oficiais eram pagos pela União não foi renovada, então se essa pessoa quiser buscar a Justiça para que haja uma perícia, ela vai ter que pagar a perícia, que varia entre R$ 200 e R$ 700. É uma situação muito complicada”, diz o advogado Roberto de Carvalho Santos, presidente do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários).

O especialista recomenda que o trabalhador guarde todos os documentos e peça aos médicos o maior número de documentos possíveis, com relatórios detalhados sobre seus problemas de saúde. “Por que lá na frente a doença pode ter se agravado ou pode ter melhorado e pode ser que o perito não conceda o retroativo, porque a doença melhorou, por exemplo. Se melhorou, vai ter que analisar a documentação.”

“É mais um problema que o segurado vai atravessar, além do fato de estar uma fila de mais de 1,8 milhão de pessoas, o Bolsonaro ter vetado quase R$ 1 bilhão no Orçamento da Previdência, para investir no INSS e agora temos mais esse problema que pode cair na Justiça, que também está com a questão da falta de pagamento. É uma situação muito complexa, em plena pandemia, e o cidadão acaba sendo a parte mais frágil nessa relação e pode ficar sem salário e sem benefício até que se resolva essa situação.”

Benefícios que precisam de perícia BPC (Benefício de Prestação Continuada) para beneficiários com deficiência Auxílio-doença Aposentadoria por incapacidade permanente (antes chamada de aposentadoria por invalidez) Aposentadorias da pessoa com deficiência Auxílio-acidente INSS é obrigado a remarcar atendimentos A portaria nº 922 do INSS, publicada em setembro, estipulou regras para a remarcação de perícias que não forem realizadas por motivos como greves. A norma determina que as agências têm até o meio-dia do dia seguinte ao atendimento cancelado para divulgar a nova data de realização da perícia dos afetados.

Segundo o presidente da ANMP, Luiz Carlos Argolo, a previsão era que 2.000 dos 3.000 peritos em atividade paralisassem e a adesão foi maior do que a esperada. “O movimento está forte em todo o país, mas não tivemos nenhuma movimentação do governo até agora”, disse Argolo. “Comunicamos ao sr. Ministro Onyx Lorenzoni sobre a paralisação na última semana, em ofício. O ministério deveria ter tido o zelo e o cuidado de remarcar as perícias antes, mas deixaram os segurados irem até a agência fazer pressão.”

A entidade afirma que o protesto ocorre após tentativas frustradas de negociação por melhores condições de trabalho com o Ministério do Trabalho e Previdência.

A associação, que representa legalmente a os peritos federais, afirma que “tentou, em centenas de ocasiões, instaurar rodadas de negociações com a administração pública federal, todas infrutíferas”.

Os peritos reivindicam também a fixação do número máximo de 12 atendimentos presenciais como meta diária, distribuição igualitária de agendamentos entre os peritos dos turnos da manhã e tarde, direito a feriados e recessos sem atendimentos e o fim das lacunas na agenda (espaços de tempo sem atendimentos).

A entidade demanda também o fim da teleperícia (Perícia Médica com Uso de Telemedicina ou Teleavaliação), que considera desnecessária para diminuição da fila e ineficaz para fins da avaliação médica, e realização de concurso público para preencher uma lacuna de 3.000 vagas.

A paralisação ocorre cerca de uma semana após o anúncio de corte de R$ 998 milhões nas despesas do INSS previstas no Orçamento. O valor representa 41% da verba de R$ 1,4 bilhão inicialmente prevista para o órgão. A medida ameaça o atendimento dos segurados e é vista como inferior ao mínimo necessário para assegurar as atividades do órgão. A fila de espera por benefícios acumulava 1,8 milhão de pedidos em novembro.

Nadal, Federer ou Djokovic? Quem é melhor? Recorde do espanhol reacende discussão!

No Jornal de Esportes da Jovem Pan News Rio Claro, o tênis mundial, em especial o Australian Open, que terminou no último fim de semana, se tornou motivo de análise dos comentaristas.

Além da excelente campanha da brasileira Bia Haddad, que ficou com o vice-campeonato nas duplas, o título e o recorde de Rafael Nadal repercutiram no programa.

Miss de 30 anos morre ao cair de prédio em Nova York

Folhapress

Cheslie Kryst, vencedora do concurso Miss USA 2019, morreu aos 30 anos após cair de um prédio em Nova York. Segundo a NBC, o corpo foi encontrado pela polícia na manhã de domingo (30) no centro de Manhattan.

Kryst era também advogada e repórter no programa de entretenimento Extra. “É com muita tristeza que informamos a morte de nossa querida Cheslie. Sua luz inspirou outros ao redor do mundo com sua beleza e força. Cheslie era símbolo de amor, seja por seu trabalho como advogada, como Miss EUA e como apresentadora. Mas especialmente como filha, irmã, amiga, mentora e colega”, disse um comunicado oficial da família.

Em nota, o Extra lamentou a morte e afirmou que Kryst era parte da família que faz a atração. Em 2019, após vencer o Miss EUA, a modelo e advogada competiu no Miss Universo.

Permanência de oficinas em RC trará R$300 milhões em investimentos para o município

Na última terça-feira, o prefeito de Rio Claro, Gustavo Perissinotto, recebeu ofício do Ministério da Infraestrutura com informação que, conforme explica o prefeito, resolve duas questões importantes para o desenvolvimento do município de Rio Claro: a permanência das oficinas mecânicas da Rumo em Rio Claro e sua transferência para o Jardim Guanabara, fora do centro histórico.

“O edital de renovação da concessão da Rumo Malha Paulista prevê que as novas oficinas da concessionária serão implantadas até 2025. Portanto, o próximo passo é ouvir seus representantes para saber quando serão iniciadas as obras”, afirma Gustavo.

Em entrevista à Rádio Jovem Pan News na quarta-feira (26), o prefeito destacou que os investimentos para a implantação das novas oficinas, que serão transferidas para áreas no trajeto do Jardim Guanabara, ultrapassarão os R$ 300 milhões, além de outros benefícios como a geração de empregos e a vinda de novas empresas ligadas ao setor.

Até a chegada do anúncio, o movimento pela permanência das oficinas da ferrovia em Rio Claro reuniu lideranças da política, do empresariado e das entidades, como destaca Luís Fernando Quilici, da Associação de Cerâmicas de Revestimento, que intermediou o primeiro contato entre a diretoria da Rumo e o governo municipal. “A reunião organizada pela Aspacer, com o presidente do Grupo Cosan, que administra a Rumo, e o prefeito de Rio Claro, foi determinante para virar o jogo a favor de nossa cidade. Nesse encontro, o grupo decidiu pensar em rever a posição de ir para Araraquara e manter-se em Rio Claro, agora em outra área. A iniciativa da Aspacer, aliada a outros movimentos da sociedade civil, mostram que com união ninguém segura essa locomotiva, chamada Rio Claro. A manutenção da Rumo vai garantir investimentos de R$ 300 milhões e novos empregos diretos e indiretos na cidade. É disso que Rio Claro precisa”.

Após o alerta feito pelo Sindicato dos Ferroviários em agosto de 2021 que as oficinas seriam levadas para Araraquara, uma mobilização de esforços também aconteceu na Câmara Municipal, liderada pela bancada do MDB com os vereadores Hernani Leonhardt e Geraldo Voluntário. O ex-prefeito Du Altimari, também emedebista, que iniciou o processo de reivindicação das transferências das oficinas, também realizou mobilização junto à Câmara dos Deputados através do deputado federal Baleia Rossi. “Esta é uma luta que vem de 2009,
a transferência das oficinas do centro para o Guanabara e a construção da ‘Avenida Paulista’ ao longo do terreno ferroviário integrando definitivamente Rio Claro com o futuro, é um projeto de Estado, mais uma grande conquista!” – comemora Altimari. Já o deputado, que participou das reuniões com a Rumo e também junto ao Ministério da Infraestrutura, destaca: “Uma vitória da cidade de Rio Claro, com a permanência e novos investimentos. Como deputado, fico feliz em ajudar na mobilização”.

ESFORÇO CONJUNTO

  • AGOSTO/2021- Em entrevista à Rádio Jovem Pan News, o vice-presidente do Sindicato dos Ferroviários, Ariovaldo Baptista Bonini, faz o alerta sobre a saída das oficinas da ferrovia de Rio Claro.
  • Em contato com a Rumo Logística, a reportagem do JC apura o caso e noticia em primeira mão que o contrato de renovação da concessão junto ao Governo Federal, assinado em 2020, previa a remoção da área central de Rio Claro, reinstalando-a em outro local. Porém, o documento não cita oficialmente que a oficina deva ficar na cidade, mais precisamente no Jardim Guanabara, como era indicado há anos.
  • Procurado neste sábado (29) para comentar o anúncio da permanência das oficinas, o diretor financeiro do Sindicato dos Ferroviários, Waltercy de Mello, destaca que a entidade fez o alerta em 2021 visando ao bem de Rio Claro. “Viemos a público através do JC porque, se todos ficassem quietos, certamente a cidade ia perder, estava tudo certo para levar as oficinas para Araraquara. Infelizmente, ao longo das negociações para a permanência, o sindicato foi deixado de fora, mas cumprimos nosso papel, tanto para colaborar para o desenvolvimento da cidade, como também em respeito à memória ferroviária”.
  • SETEMBRO/2021 – Uma reunião para reivindicar a permanência das oficinas em Rio Claro teve a participação do prefeito Gustavo Perissinotto (PSD) e representantes da Aspacer (Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento), Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos), Cosan e Comgás. Em contato com representantes da Rumo, o JC informa que a Rumo iria iniciar um novo estudo técnico sobre a viabilidade da manutenção das oficinas no município.

Bebê morre em deslizamento de terra em Itapevi, Grande SP

Patrícia Pasquini – Folhapress

Um bebê com três meses de vida morreu num deslizamento de terra ocorrido perto das 22h deste domingo em Itapevi, na Grande São Paulo.

A terra caiu sobre uma casa na rua das Pedras, no Jardim Bela Vista. O Corpo de Bombeiros enviou quatro viaturas ao local.

Mãe e filho foram atendidos no PS Geral de Itapevi. Outras três casas foram atingidas e foram interditadas pela defesa civil. A mãe da criança, 27, sofreu escoriações nas pernas.

O prefeito de Itapevi, Igor Soares, disse que as suas equipes avaliam os imóveis construídos irregularmente e poderão interditá-los, se necessário.

“Aproveito a oportunidade para reforçar os pedidos dos profissionais da prefeitura: antes de construir, consulte a secretaria de desenvolvimento urbano e habitação. Construções irregulares colocam vidas em risco”, afirmou Soares.

Até a manhã desta segunda-feira (31), 20 pessoas morreram em decorrência das chuvas, que também atingiram fortemente outras cidades do interior e da região metropolitana de São Paulo.

Segundo a defesa civil estadual, desde 28 de janeiro, as chuvas causaram uma morte em Jaú e uma em Ribeirão Preto, no interior paulista, quatro mortes em Francisco Morato, uma em Arujá, três em Embu das Artes, cinco em Várzea Paulista, e cinco em Franco da Rocha, onde também há três feridos e 11 desaparecidos. As equipes do corpo de Bombeiros e da defesa civil continuam trabalhando no local.

Jornal Cidade RC
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