Ópera Pagliacci se apresenta com as orquestras Filarmônica de RC e Sinfônica de Americana no Ginástico

Acontece hoje no Grupo Ginástico, às 20h, a encenação completa da Ópera Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo, com a Orquestra Filarmônica de Rio Claro e Orquestra Sinfônica de Americana.

A obra, que teve sua estreia mundial em 21 de maio de 1892 no Teatro dal Verme em Milão (Itália), viaja pelo interior de São Paulo desde agosto e, desde então, já foi assistida por mais de 12 mil pessoas.

O projeto “A Caminho do Interior” é do Consulado da Itália em São Paulo e do Instituto Italiano de Cultura e vai passar ao todo por 15 cidades em nosso Estado, abrindo espaço para novos artistas e envolvendo as comunidades locais.

A entrada é gratuita, com doação espontânea de 1kg de alimento não perecível, que será doado ao Abrigo São Vicente de Paulo.

Rio Claro tem 11 novos casos de dengue

Rio Claro registrou nesta semana 11 novos casos de dengue e totaliza 348 confirmações da doença neste ano. As informações estão em boletim da Vigilância Epidemiológica, divulgado nesta sexta-feira (26), e que também aponta que não há casos neste ano no município de chikungunya, zika vírus e febre amarela, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

A Fundação Municipal de Saúde realiza trabalho preventivo nos bairros do município, que inclui visitas casa a casa, vistorias em pontos estratégicos e nebulização. Porém, este trabalho apenas não é suficiente para combater o mosquito. A comunidade também deve fazer sua parte.

O Aedes aegypti se reproduz em água parada. Por isso é essencial eliminar os recipientes e manter os quintais sempre em ordem, além de descartar corretamente os materiais.

Falecimentos: confira a necrologia de 26/08/2022

Apparecida de Goes Franco – 85 anos. Faleceu dia 25, à 01h30, em Rio Claro. Era viúva de Romildo Franco, deixou a filha Sandra e 1 neto. Foi sepultada no Cemitério São João Batista;

Benedita Ofélia Martins – 70 anos. Faleceu dia 24 em Rio Claro. Deixou os filhos Luiz e Joalison. Foi sepultada no Cemitério São João Batista;

Florentina Astolpho Bortolin – 97 anos. Faleceu dia 24, às 23h55, em Rio Claro. Era viúva de Angelo Bortolin, deixou os filhos José Maria c/c Marili, Maria Aparecida viúva de Darci, Sonia c/c Humberto, Edson c/c Evanilde, 7 netos e 5 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério São João Batista;

João Camilo – 52 anos. Faleceu dia 24, às 13h00, em Rio Claro. Deixou viúva Ruth Roberto dos Santos Camilo, a mãe Ernestina Camilo Sobrinho, as filhas Tatiele c/c Leonardo, Mariele, Juliele c/c José Flavio, Rutiele c/c Manoel, e 4 netos. Foi sepultado no Cemitério Santa Terezinha, em Ipeúna;

Ruysdael Battistuzzi – 90 anos. Faleceu dia 24, às 09h50, em Campinas. Deixou viúva Ursulina Magalhães Battistuzzi. Foi sepultado no Cemitério São Joaquim, em Santa Gertrudes;

Frank Rodrigues, da antiga Uniroyal em Rio Claro, morre aos 91 anos

Faleceu nessa quinta-feira (25) aos 91 anos de idade, o empresário Frank Rodrigues. O falecimento ocorreu na cidade de New Smyrna Beach, na Flórida, Estados Unidos, onde estava morando nos últimos anos. Frank foi diretor geral da Uniroyal Química na década de 1970, indústria do setor de produtos químicos o qual ajudou a instalar em Rio Claro naquela época, e assim acabou se mudando para o município.

Segundo informações de amigos próximos de Frank, ele morou na Cidade Azul até o início da década de 1980. Em Rio Claro, fez muitos amigos e passou a integrar a entidade filantrópica do Rotary Club, onde também atuou. Sua esposa, a portuguesa Felismina Rodrigues (im memoriam), também integrava a Associação Das Senhoras dos Rotarianos. Não foi informada a causa da morte. Ele deixa dois filhos em vida e um im memoriam. Nas redes sociais, foram várias as manifestações de pêsames.

Só falas de empresários bolsonaristas sobre golpe não indicam crimes, dizem especialistas

Folhapress/ Angela Pinho

O caráter fechado do grupo de WhatsApp em que se defendeu golpe de Estado é secundário para a análise jurídica da operação policial contra empresários, realizada na terça-feira (23), dizem advogados ouvidos pela Folha de S.Paulo.

Para a maioria deles, as falas dos integrantes do grupo divulgadas até o momento não indicam crime ou incitação ao crime. Se houvesse algum indício nesse sentido, não importaria que tivessem sido ditas em âmbito privado, afirmam.

A operação contra os empresários foi deflagrada na terça-feira (23). A pedido da Polícia Federal, o ministro Alexandre de Moraes autorizou buscas, quebra de sigilo bancário e telemático e bloqueio das contas dos investigados nas redes sociais.

Foram alvos da operação Marco Aurélio Raymundo, da Mormaii, Luciano Hang, da Havan, José Isaac Peres, da rede de shopping Multiplan, Ivan Wrobel, da Construtora W3, José Koury, do Barra World Shopping, André Tissot, do Grupo Sierra, Meyer Nigri, da Tecnisa, e Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu.

Nesta quinta-feira (25), a Folha de S.Paulo revelou que a decisão de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal que tinha como base somente reportagem sobre as conversas. A decisão, no âmbito do inquérito das milícias digitais, não foi divulgada.

As mensagens foram reveladas pelo site Metrópoles.

Em uma delas, o empresário Koury disse preferir um golpe à volta do PT e declarou que “ninguém vai deixar de fazer negócios com o Brasil” caso o país vire uma ditadura.

“A mera conjectura não é crime”, diz a criminalista Arianne Câmara Nery, que também é integrante do Pleb – Grupo de Pesquisa dobre Liberdade de Expressão da PUC-Rio.

Para ela, o fato de as mensagens terem circulado em grupo fechado reforça a ausência de incitação à quebra da ordem democrática e aumenta o caráter abusivo da operação.

“A quebra de sigilo implica uma invasão à esfera de privacidade, dá acesso a um número enorme de mensagens. As decisões para justificar busca e apreensão teriam que estar muito bem fundamentadas”, afirma.

Para o advogado e professor de processo penal da Faculdade de Direito da USP Gustavo Badaró, o embasamento da operação com base apenas em uma reportagem seria muito fraco -ele deu a declaração antes de a Folha revelar que foi justamente essa a base do pedido da Polícia Federal.

Para ele, as mensagens trazidas a público, embora lamentáveis, não trazem em si incitação ao crime.

Badaró avalia ainda que o bloqueio das contas bancárias e em redes sociais com base apenas no teor das conversas seria abusivo por não ter a finalidade de ajudar a colher elementos para investigação.

Criminalista e professor da FGV-Direito, Celso Vilardi também condena o teor das mensagens, mas não crê que elas tragam indício da execução de qualquer crime.

“Tem até uma frase que fala de financiamento de campanha, mas, se ela for considerada indício, seria caso para a Justiça Eleitoral, não para o STF”, afirma.

Ele se refere à sugestão de Koury, segundo o Metrópoles, de pagamento de bônus a funcionários que votassem seguindo a indicação dos empresários.

“Sou absolutamente favorável ao posicionamento do Supremo de que a liberdade de expressão encontra limites”, afirma Vilardi. “Se as conversas falassem em organizar ou financiar um golpe, estariam no campo da ilicitude, mas não é o caso pelo que se sabe até agora.”

Os crimes contra as instituições democráticas estão previstos nos artigos 359-L e 359-M do Código Penal.

O primeiro diz: “Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”.

O segundo diz: “Tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído”.

Especialista em direito digital, Patricia Peck não entra no mérito sobre a legitimidade da operação, mas avalia que o fato de as afirmações terem sido feitas em um grupo privado de WhatsApp pouco importa.

Ela faz uma analogia com uma casa na qual se saiba que há um sequestro ou tráfico de drogas em curso.

Da mesma forma que não se pode praticar crimes numa casa, o mesmo vale para um grupo de WhatsApp.

Ela cita ainda que já há inclusive decisões judiciais que responsabilizam administradores de grupos por omissão em caso de crimes cometidos em mensagens por outros integrantes.

Para ela, se fosse um grupo muito pequeno, de uso familiar, haveria mais base para argumentar que o uso é doméstico. Mas, como o limite de um grupo de WhatsApp é de até 256 pessoas, a advogada avalia que o argumento de âmbito privado é mais fraco nesse caso.

Acidentes envolvendo caminhões são registrados na Fausto Santomauro

Dois acidentes envolvendo três caminhões foram registrados na Rodovia Fausto Santomauro, a SP-127, que liga a cidade de Rio Claro a Piracicaba, nesta quinta-feira (25). Na primeira ocorrência, o registro foi de uma vítima leve e na segunda, ninguém ficou ferido. As informações são da concessionária responsável pelo trecho.

O primeiro acidente aconteceu às 5h18, no quilômetro cinco + 600 metros e foi um tombamento de carreta, que estaria carregada com fardos de papel. Ainda de acordo com a concessionária, a carga não teria caído do veículo e o mesmo permanecia no canteiro central da pista aguardando o transbordo do material e a seguradora responsável.

Já o segundo foi uma colisão traseira envolvendo uma carreta e um caminhão, às 15h40, na altura do quilômetro 12, também sentido Piracicaba. Uma das faixas ficou interditada e um dos veículos envolvidos no acidente teria se evadido do local.

Em ambas as situações as vítimas envolvidas teriam assinado um termo de recusa de remoção.  

Sipat unificada termina nesta sexta-feira

Em primeira edição unificada, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat), reunindo servidores da prefeitura, Daae e Fundação Municipal de Saúde, termina nesta sexta-feira (26).

O encerramento será às 13h30 no auditório do Núcleo Administrativo Municipal. A programação deste último dia terá dinâmica em grupo conduzida pela psicóloga Marta Bianchi e também apresentação musical da orquestra sinfônica Nazareno.

Com o tema “Juntos somos mais fortes, unidos somos imbatíveis”, a Sipat ao longo desta semana vem promovendo aos servidores atividades em que o objetivo é chamar a atenção para a importância da promoção da saúde e segurança do trabalhador, dentro e fora do ambiente de trabalho. Entre os temas abordados estiveram saúde mental, assédio moral e combate a incêndio.

Rio Claro vacina contra a Covid a partir das 7h30 em oito postos

A vacinação contra a Covid em Rio Claro será realizada nesta sexta-feira (26) a partir das 7h30 nos oito postos. Crianças de 3 e 4 anos com comorbidade estão sendo vacinadas com a primeira dose. O responsável deve levar a criança, com carteira de vacinação e comprovante da comorbidade.

O atendimento nas unidades de saúde da família do Mãe Preta, Terra Nova e Bonsucesso é em horário estendido, até as 18 horas. Já nos postos de saúde de Ajapi, Wenzel, Vila Cristina, Cervezão e Avenida 29, a vacinação é até as 16h30.

A Fundação de Saúde observa que não é necessário intervalo entre a dose contra a Covid e demais vacinas do calendário. Com a apresentação da carteira de vacinação, os pais podem aproveitar para colocar em dia demais vacinas das crianças.

Além das crianças de 3 e 4 anos com comorbidade, as primeiras doses contra a Covid são aplicadas em quem tem cinco anos ou mais. Para a segunda dose, é necessário observar a data de retorno, marcada a lápis no cartão de vacinação. Já nos maiores de 12 anos a terceira dose é aplicada quatro meses após a segunda dose. A quarta a dose é aplicada em pessoas com 18 anos ou mais que tomaram a terceira dose há no mínimo quatro meses.

Vacinação gripe

A vacina contra a gripe está liberada para todos com mais de 6 meses de idades e é realizada em todas as unidades de saúde da família e unidades básicas de saúde, com exceção do Boa Vista, Guanabara e São Miguel.

Shineray Motos Rio Claro – a sua nova opção

Os motociclistas de Rio Claro e região têm uma nova opção para comprar ou trocar a sua máquina. A Shineray Motos está instalada na Rua 14, nº 1.459, em um espaço amplo e com atendimento especializado. A marca inaugurada em 2015 reúne: qualidade, design e alto desempenho para o desenvolvimento da sua linha de motos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos, um mix de produtos para atender a todas categorias existentes do segmento duas rodas. A primeira montadora fora do país de origem e a única planta industrial do Brasil a fabricar motos fora da Zona Franca de Manaus. Erigida exclusivamente com capital nacional do grupo pernambucano, os veículos de duas e três rodas são montados na fábrica com peças trazidas da China sobre chassi nacional.

A marca possui um dos preços mais acessíveis do mercado, mas sem dispensar a qualidade dos produtos.

“Os preços são acessíveis, prezando pela qualidade e garantia de fábrica nas elétricas e nas a combustão. Em comparação com as outras marcas, oferecemos mais benefícios por um preço menor”, explica o proprietário Fabricio Walder Carlevaro.

Na loja em Rio Claro, os clientes poderão adquirir as motos a combustão a partir de 50 cilindradas, assim como as motos elétricas.

“Temos a scooter elétrica, que é febre no momento e, para quem pensa em economia, é uma grande opção. Além, claro, das motos a gasolina com vários modelos à disposição de 50 até 150 cilindradas. Temos a Jet de 50cc, a Worker 125cc que é um estilo mais retrô e o lançamento que é a Jef 150cc, além de novos modelos que a marca irá lançar em breve”, apontou.

Na Shineray Motos Rio Claro é possível encontrar dois modelos das scooters elétricas, a P2 e P3, com boa autonomia e velocidade máxima de 50 quilômetros.

“Temos dois tipos de chassi, mas com as mesmas configurações. O cliente consegue adaptar algumas características individuais, como um garfo duplo na frente ou um central, uma com um design um pouco mais baixo, outra mais alto, depende muito para o que ela será utilizada”, explicou.

Fabricio alerta que para dirigir as motos elétricas também é necessária a Carteira Nacional de Habilitação.

“Atendemos os clientes sempre falando a verdade e prezando pela idoneidade. Às vezes é distorcido em alguns lugares, informando que não é necessária a CNH, mas é obrigatória, assim como capacete e respeitar todas as leis de trânsito”, finalizou Fabricio Walder Carlevaro.

Cinema foi atividade cultural presencial que mais perdeu público após a pandemia, diz Datafolha

Folhapress/ Guilherme Luis

Mesmo com a vacinação e a diminuição dos casos de Covid-19, não é todo brasileiro que se sente confortável em voltar a ir ao cinema -só 26% foram assistir a um filme numa telona nos últimos 12 meses. Cada ponto percentual equivale a 1,46 milhão de pessoas.

É o que diz o levantamento “Hábitos Culturais III”, realizado pelo Itaú Cultural em parceria com o Instituto Datafolha e divulgado nesta quinta-feira. O estudo ouviu 2.240 pessoas das cinco regiões do país que têm entre 16 e 65 anos, de todas as classes econômicas, homens e mulheres.

E há mesmo uma queda vertiginosa de cinéfilos -o mesmo estudo feito no ano passado apontava que 59% dos entrevistados, mais que o dobro do número atual, tinham ido ao cinema pelo menos uma vez antes da pandemia.

Mas a pesquisa vai além e aponta que a diminuição de público não é um problema só das salas de cinema. Apresentações de música, dança e teatro tinham sido visitadas antes da pandemia por 39% dos entrevistados, segundo o levantamento feito no ano passado, mas agora só 18% declararam terem ido a atividades do tipo nos últimos 12 meses. Exposições e museus caíram de 11% para 8%.

Na contramão disso, os podcasts decolaram no último ano. O estudo conclui que, se antes do coronavírus 32% dos brasileiros consumiam esse tipo de programa, agora 42% dos entrevistados apreciam ouvir esses programas.

O mesmo não pode se dizer sobre outras atividades feitas em casa, como a leitura de livros digitais e assistir a filmes e séries online -todas tiveram queda de 5% de consumo entre os tempos antes da Covid e os últimos 12 meses.

Vale dizer que, apesar disso, o interesse por atividades presenciais cresceu sim. Se no ano passado 62% diziam que dariam preferência a ver shows musicais fora de casa, o número agora cresceu para 72% dos entrevistados.

Espetáculos circenses, apresentações de teatro e de dança seguem a mesma tendência e subiram 9%. Mesmo com a queda de público, houve aumento de interesse na ida ao cinema também -antes eram 64% e agora 76% que preferem ver um filme fora de casa.

O estudo investigou também que os brasileiros gastam em média R$ 178 por mês com atividades culturais presenciais. Para programas feitos online, a despesa média é menor, de R$ 128,38.

As dificuldades trazidas pela pandemia se refletem na saúde das pessoas. O estudo indica que 49%, quase a metade dos entrevistados, afirmaram que alguém de seu domicílio sofreu com algum problema de saúde mental nos últimos 12 meses.

A boa notícia é que, para 48% dos consultados, as atividades culturais online contribuíram para melhorar a qualidade de vida, e 53% atestam que elas também ajudaram a diminuir o estresse e ansiedade. O lazer feito virtualmente também diminui a sensação de tristeza de 54% das pessoas.

Justiça determina reintegração de bens e Ipiranga “desmancha” posto de combustíveis em Rio Claro

Uma movimentação diferente no Centro de Rio Claro desde a manhã desta quinta (25) chamou a atenção de quem passou pelo posto de combustíveis localizado na esquina entre a Rua 3 e a Avenida 5, próximo à Prefeitura. Logo no início do dia, foi possível observar funcionários e máquinas “desmontando” o estabelecimento.

Toda a ação resultou de uma decisão da justiça, que determinou a reintegração de bens por parte da empresa Ipiranga após inadimplência contratual cometida pelo proprietário.

CLIQUE AQUI E VEJA LIVE DA REPORTAGEM DO JC NO LOCAL DOS FATOS

Segundo uma representante da Ipiranga que esteve no local, o responsável pelo estabelecimento descumpriu uma série de cláusulas previstas no contrato e, por este motivo, foi movida uma ação judicial que culminou na descaracterização do posto, para que não restasse nenhum vínculo com a marca Ipiranga.

Em nota, a empresa se pronunciou sobre o caso: “A Ipiranga esclarece que o contrato de compra e venda de combustíveis, com comodato de equipamentos, firmado entre a companhia e o Auto Posto Céu Azul de Rio Claro Ltda prevê, entre outras obrigações, cláusula de exclusividade de aquisição de produtos combustíveis e lubrificantes. Devido ao descumprimento de obrigações contratuais, notadamente a aquisição de combustíveis de fontes desconhecidas, além de denúncias de consumidores, a Ipiranga propôs ação e teve deferida liminar para ser reintegrada na posse dos equipamentos cedidos, com a consequente descaracterização do posto, conforme decisão proferida em 09 de agosto pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A Ipiranga reitera seu compromisso com os mais altos padrões éticos, bem como com as melhores práticas concorrenciais e de respeito ao consumidor, ressaltando ainda que não incentiva práticas ilegais, não compactua com atividades que violem o seu Programa de Integridade e preza pela transparência e ética em todas as suas ações e relações”.

A reintegração de bens resultou, por exemplo, na remoção das placas que identificavam a ligação entre a empresa e o posto de combustíveis e na retirada das bombas e tanques de combustível, que eram todos da Ipiranga.

O início da ação se deu com a presença de um Oficial de Justiça, que informou aos funcionários que o estabelecimento precisaria ser fechado para que fosse feita a retirada dos bens pertencentes à Ipiranga. A Polícia Civil prestou apoio à operação.

Mais detalhes sobre este caso você acompanha nas páginas da edição impressa do Jornal Cidade desta sexta-feira (26).

Polícia apreende quase 500 kg de maconha na estrada em São Pedro

A Polícia Militar Rodoviária apreendeu 544 tijolos de maconha que totalizaram 440 quilos da droga. O flagrante foi realizado na Rodovia Geraldo de Barros (SP-304), na altura da cidade de São Pedro.

A equipe, que realizava a Operação Sufoco na praça do pedágio deu sinal de parada a um veículo Etios sendo que o motorista não obedeceu e fugiu em alta velocidade. Foi realizado um acompanhamento e o condutor abordado um quilômetro a frente.

Foi quando, na busca veicular, os policiais rodoviários localizaram grande quantidade de maconha. Os dois ocupantes do carro alegaram que estariam transportando a droga do município de Guaíra (PR) para Piracicaba e que pelo transporte receberiam a quantia de R$ 10.000,00. Ambos foram presos.

Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.