Imagem do Informativo Sindmuni - Ação e Consciência, divulgado no final de semana para servidores em Rio Claro

Antonio Archangelo/Coluna Politika

Imagem do Informativo Sindmuni - Ação e Consciência, divulgado no final de semana para servidores em Rio Claro
Imagem do Informativo Sindmuni – Ação e Consciência, divulgado no final de semana para servidores em Rio Claro

O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Rio Claro (Sindmuni) abriu fogo contra os comissionados do governo Du Altimari. No informativo “Ação e Consciência”, o sindicato estimou que em quatro anos o governo municipal destine R$ 96,2 milhões para pagar “mais de 600 cargos políticos do governo”.

Na relação, o Sindmuni afirma que a prefeitura possui 443 cargos políticos, sendo 20 secretários, 312 comissionados e 111 em “função de confiança”. No Daae, a publicação revela que são 80 cargos políticos, sendo 1 superintendente, 24 comissionados e 55 em função de confiança. Na Fundação de Saúde são 90 cargos políticos, sendo 1 presidente, 45 comissionados e 44 em função de confiança. No Arquivo Público, o único cargo político é o da superintendente. Na Fundação Pública Municipal Ulysses Guimarães são 5 cargos políticos, sendo 1 presidente e 4 diretores. No Instituto de Previdência são 2 cargos políticos – o superintendente e um assessor. Na Câmara Municipal são 12 vereadores e 54 comissionados.

Nas contas do Sindmuni, só com secretários são gastos R$ 196 mil/mês; R$ 517 mil com diretores; R$ 253 mil com assessores; R$ 495 mil com gerentes; R$ 32,7 mil com assessores técnicos e R$ 355 mil com chefes de núcleo. No ano, a estimativa é de gasto de R$ 24,4 milhões; e R$ 96,2 milhões em quatro anos.

“Já que a intenção é reduzir despesas, a diretoria do Sindmuni fez o levantamento de alguns dados sobre salários e cargos em comissão na prefeitura. Será que a prefeitura pode explicar a necessidade de manter mais de 600 cargos em comissão em um momento em que corta gastos com insumos e energia elétrica?”, conclui.

A Coluna procurou a prefeitura para comentar os números, mas não se posicionou, por não ter conhecimento do conteúdo do informativo.