Ministério da Saúde cobra R$ 3,2 mi de Rio Claro

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Saúde

A paralisação das obras para construção de seis unidades do Programa de Saúde da Família pode render penalização para o município de Rio Claro. Embora os recursos tenham sido liberados pela União, as obras foram abandonadas pela administração municipal anterior descumprindo o convênio assinado com o Ministério da Saúde. Por conta disso, a prefeitura, via Fundação Municipal de Saúde, teve que se explicar ao Ministério da Saúde sobre a utilização dos recursos recebidos na gestão anterior.

“O prazo para conclusão das obras terminou em 8 de janeiro”, explica o secretário de Saúde, Djair Francisco. Como as construções não foram concluídas, a União cobrou a devolução de R$ 3,2 milhões liberados para os projetos. Diante disso, a prefeitura renegociou com o Ministério da Saúde e conseguiu uma prorrogação de prazo. “O município tem até novembro para terminar as obras ou terá que devolver os R$ 3,2 milhões”, informa Djair.

Mesmo com dificuldades financeiras, a prefeitura está buscando alternativas para retomar as construções das seis unidades de saúde nos bairros Jardim Santa Eliza, Bela Vista, Jardim Progresso, Jardim Brasília 1, São Miguel e Vila Verde/Mãe Preta. “A administração está se esforçando para resolver mais esse problema herdado que, infelizmente, exige um dinheiro que poderíamos utilizar em outros serviços de saúde”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria.

1 COMENTÁRIO

  1. Infelizmente é assim que agem nossos políticos, tocam muitas obras para dizer que estão fazendo muito mas no final executam muito pouco e empurram os problemas para a outra administração, isso se chama má fé política. Deveria existir além da responsabilidade fiscal, uma responsabilidade administrativa inspecionadas pelos tribunais de contas, mas infelizmente os tribunais de contas também não gozam de confiabilidade e nessa o povo é que sofre com tanta ingerência e incompetência.

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