Felipe Rocha, 27 anos, é engenheiro civil, escritor e empreendedor digital. Depois do sucesso de crítica e público ao livro ‘Todas As Flores Que Não Te Enviei’ (2018), que trata de sentimentos, inclusive aqueles que lutamos para esconder, apresenta mais uma obra aos leitores: ‘Nem Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem’. Em entrevista ao Jornal Cidade, o autor dá detalhes do livro publicado pela Editora Astral Cultural, com tiragem de dez mil exemplares. Confira!

Jornal Cidade – ‘Em Todo Amor Tem Um Final Feliz. E Tá Tudo Bem’ você destaca que nem todo amor tem um final feliz e está tudo bem. De onde partiu a ideia/inspiração para escrevê-lo?

Felipe Rocha – A ideia do livro, como um todo, surgiu da premissa de que todo relacionamento passa por fases e, no caminho, ele pode se perder em meio à rotina e à convivência monótona e o fim, sem “feliz” como complemento, acaba sendo o único meio. Mas… está tudo bem! Os dias continuam. A vida continua. E o processo de aprendizado e amadurecimento é contínuo. Não há nada na vida que não possa ser superado nem deixar de se tornar fonte de inspiração.

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JC – Trata-se de uma ficção ou tem relatos reais e até pessoais?

Felipe Rocha – Posso dizer que se trata de um pouco de tudo. Relatos de meus leitores e seguidores do Instagram (@tipobilhete) que ajudaram nos últimos capítulos do livro onde mostro que “fica tudo bem”. Pensamentos sobre uma relação falida e de problemas que sabemos que são pontos de total rompimento entre o agradável e o desamor. Mas, também contém relatos pessoais de todos bons momentos que vivo em meu relacionamento. Ao contrário do primeiro livro, que é total ficção, esse tem muito do meu coração e de todos sentimentos bons que vivo e me inspiro.

JC – Que objetivo quer alcançar junto ao público a partir desta história?

Felipe Rocha – Quero que as pessoas enxerguem todas as fases com bons olhos, aprendendo com os problemas da convivência, com o término e, também, com todo o período de cicatrização, clareando a visão para novos caminhos e enxergando com certeza um recomeço. As fases de um relacionamento podem, sim, ser difíceis, mas é possível dançar na chuva para lavar a alma e descobrir que ver a luz no final do túnel depois da tempestade é uma sensação libertadora.

JC – Qual a satisfação em lançar mais um projeto?

Felipe Rocha – A sensação é de que estou no caminho certo, mas também que não posso parar no meio do caminho. Quero atingir cada vez mais pessoas. Nas redes, são mais de 500 mil seguidores, mas o meu maior foco é resgatar a simplicidade de velhos tempos e fazer com que as pessoas conectem-se, também, no offline, seja trocando um livro, um cartão-postal ou uma carta. 

ONDE ENCONTRAR?

Em todas grandes redes de livrarias físicas do Brasil e, também, on-line com envio para todo o país, na Amazon e Saraiva.

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