Na última semana começaram a ser realizados os serviços para a implantação das galerias para captação de águas pluviais em trecho do Anel Viário, entre as avenidas 24-A e 62-A. A limpeza da área e instalação de tubulação antecedem a colocação de asfalto.
A pavimentação será feita entre a Avenida Judiciária e Avenida 62-A. O trabalho finaliza uma das obras viárias mais importantes de Rio Claro e que era esperada há cerca de três décadas, interligando o bairro Bela Vista ao Distrito Industrial.
A região do trecho em obras do Anel Viário dá acesso à Unesp e ao novo fórum criminal do município
Além do asfalto, serão implantados trechos de calçadas, ciclovia e paisagismo. O investimento nesta parte final da obra é de R$ 1.310.700,37 e o período mínimo de serviços é estimado em seis meses.
A região do trecho em obras do Anel Viário dá acesso à Unesp e ao novo fórum criminal do município que está em construção e à Cidade Judiciária, onde irá funcionar o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região, que está sendo finalizado.
Em sua totalidade, o trecho do anel viário que está em obras passa pelos bairros Bela Vista e São Miguel, e dará acesso aos bairros Bandeirantes, Bela Vista, Vila Indaiá, Vila Alemã, Vila São José, Arco-íris, Jardim Vilage, Vila Verde, Parque Mãe Preta, Vila Industrial e Vila Cristina. A região possui uma população estimada em 40 mil habitantes.
A praça no Jardim Ipê, localizada na Rua 4-A com as Avenidas 40-A e 42-A, recebe na quarta-feira (14), às 15h30, placa em homenagem póstuma à professora Sheron Regina Barbi Machado.
A partir de projeto de lei da vereadora Raquel Picelli, o espaço recebeu oficialmente a denominação em dezembro de 2013. De acordo com a vereadora, a praça contém a história da população que ali convivia, incluindo a professora Sheron. “A praça era a extensão de seu lar, onde toda a família e demais vizinhos se reuniam”, comenta Raquel Picelli.
Praça fica na Rua 4-A com as Avenidas 40-A e 42-A
Filha de José Luiz Barbi e Maria Aparecida Barros Barbi, a professora Sheron Regina Barbi Machado desde os 14 anos dedicou-se ao trabalho voluntário e em 1998 formou-se pelo Instituto de Educação Joaquim Ribeiro.
Em 2001 estagiou na escola Profa. Djiliah Camargo de Souza, iniciando sua carreira de professora na escola que tanto amava. A escola é localizada em frente à praça Jardim do Ipê, local onde Sheron viveu sua infância e mocidade.
Além da escol Djiliah, a professora exerceu sua profissão em outras unidades, como Armando Grisi, Victorino Machado, Silvio de Araújo e Benedito José Zaine. Durante toda a sua vida a homenageada não deixou de participar do trabalho voluntário e sempre que possível reunia-se na Praça Jardim do Ipê com amigos e família. Formou-se em pedagogia em Araras e cursou pós-graduação em São Carlos.
A exposição “De tempo a tempo” está no Casarão da Cultura de Rio Claro e pode ser visitada até o dia 30 de novembro. A mostra é um panorama da diversidade artística da pinacoteca municipal Pimentel Jr. O horário de visitação é das 12 às 18 horas, de segunda sábado.
Estão expostas obras tratadas dentro do projeto de preservação do acervo
Um dos destaques da exposição é sala sensorial para o público de baixa visão e pessoas com deficiência. Esse material inclui maquetes táteis e textos e etiquetas em braile. “Além disso, nosso objetivo é atrair público diversificado e, para isso, montados uma mostra que fala a vários níveis de sensibilidade”, comenta a analista cultural da Secretaria Municipal da Cultural, Ilídia Maria Faneco.
Estão expostas obras tratadas dentro do projeto de preservação do acervo, que está sendo realizado com recursos obtidos pelo município após seleção da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural do Estado de São Paulo.
Para obter esses recursos, Rio Claro participou de seleção aberta ano passado pelo governo do estado, visando a preservação de materiais museológicos. O projeto de Rio Claro foi um dos cinco contemplados entre 49 inscritos.
O projeto foi elaborado por equipe técnica formada por Ilídia Faneco, a conservadora e restauradora Daisy Estrá – curadora da exposição – e a museóloga responsável Diná Terezinha Camarinha Queiroz Jobst.
A exposição no Casarão da Cultura tem o apoio da Secretaria Municipal de Obras, Orquestra Filarmônica de Rio Claro, Colégio Koelle, Antiquário Cia do Tempo, Ufscar e Shopping Rio Claro.
Nesta segunda-feira (12), é comemorado o Dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. Para falar um pouco sobre o data, o JC conversou com o pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, José Alves de Faria, conhecido entre a comunidade religiosa como Padre Pedroso.
Ordenado padre há 23 anos, Pedroso está a frente da paróquia em Rio Claro há seis anos. “Em agosto do ano que vem completo sete anos na paróquia”, contou.
De acordo com ele, a celebração dá início às comemorações de 300 anos de aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida. “Este ano marca o primeiro triênio preparatório dos 300 anos, que deve contar com a presença do Papa Francisco em 2017. Quando Maria apareceu no Brasil, em 1717, no Vale do Paraíba, era um contexto de escravidão e sofrimento. Então ela surgiu como um sinal de libertação”, explica.
De acordo com Padre Pedroso este ano marca o início das celebrações de 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida
FESTA
Em Rio Claro, conforme já divulgado nas páginas do Jornal Cidade, está em andamento a Novena e Festa da Padroeira do Brasil. Neste sábado (10) e domingo (11), às 18 horas, acontecem as duas últimas celebrações com os padres Sebastião e Jucimar, respectivamente.
Na segunda-feira (12), serão realizadas missas às 3h30, 5h30, 7h30, 9h30, 11h30, 13h30, 15h30, 17h30 e 19h30. Cada celebração será feita por um padre diferente e o bispo Dom Fernando será responsável pela celebração das 17h30.
“A presença do bispo, bem como dos outros padres é muito importante. O bispo vem para a cidade representando o presbitério, a fé do povo, a comunhão da diocese e partilhar a nossa alegria nesta data”, enfatiza Pedroso ao lembrar que apenas três paróquias da Diocese de Piracicaba mantém o título de Nossa Senhora Aparecida e Rio Claro é uma delas.
Padre Pedroso só não estará presente na primeira missa, às 3h30, pois estará em vigília em Santa Bárbara. As outras celebrações marcadas para o mesmo dia contarão com a presença do pároco, que acompanha os padres convidados.
COMUNHÃO
Muitos fiéis tem dúvidas se podem ou não comungar em todas as celebrações que vão acontecer no dia 12. O padre explicou que não há restrições quanto ao número de vezes, mas orientou que as pessoas orem por outras pessoas. “Pode comungar quantas vezes quiser, em todas as missas, desde que coloque na sua comunhão os doentes, idosos, família, saúde, o Papa, os pecadores. É importante rezar para os diferentes e não apenas para os iguais. Comungar só para si não tem sentido. E como Maria é a mãe de todos os povos, as pessoas podem rezar para todos também”, esclarece.
PAPA
Para Pedroso o Papa Francisco é o papa da misericórdia. “No contexto histórico atual, ele veio fortalecer a esperança de uma igreja melhor, uma sociedade melhor”, comenta.
O padre reconhece o êxodo de fiéis da igreja católica e coloca como motivo os pecados da instituição. “Há uns 10 anos a igreja perdeu muitos fiéis por conta dos pecados da igreja, que pecou muito. Com entrada do Papa Francisco a igreja pediu perdão por seus pecados e os fieis estão retornando para nossa igreja”, reflete.
Questionado se o Papa é um reformista dentro da instituição, foi enfático: “Ele não é reformista, ele veio reforçar a fé católica”.
HOSPITAL
Pedroso destacou o apoio à campanha Pró-Hospital de iniciativa da comissão de leigos, da pastoral da saúde e que tem a frente o padre Antônio Sagrado Bogaz. “Toda iniciativa que é para o bem da cidade é bem aceita, pois é a missão da igreja”, diz.
POLÍTICA
Sobre o envolvimento da igreja com a política, o padre enfatizou que ambas devem estar próximas. “A igreja tem que estar próxima da política. Ela não pode militar por partidos. O partido da igreja é que todos os povos vivam em sua plenitude. Por isso, entre as atribuições da igreja está a missão de mobilizar, conscientizar e fazer com que todas as pessoas tenham discernimento. Não tem como separar igreja e sociedade”, garante.
Um dos momentos mais importantes para as mulheres que entram na fase dos 40 anos é quanto à sua saúde. Além dos exames de rotina que todas fazem, há um em especial que muitas vezes tira o sono delas: a mamografia. Isto por que ela poderá diagnosticar ou não um possível câncer de mama.
Para muitas mulheres, a possibilidade da doença em suas vidas pode até mesmo fazê-las desistir de realizar o exame. “Para quem nunca fez dá certa ansiedade pelo resultado. Queremos saber logo se há algo de errado ou não”, comenta a técnica de enfermagem Angela Caparroti (45), que deve fazer uma nova mamografia nos próximos dias.
Rede pública de saúde oferece o exame mamográfico para todas as mulheres (Imagem: Edson Lopes Jr./ GESP)
O exame de toque, feito pela própria mulher, já pode indicar a necessidade para uma consulta mais específica com rastreamento mamográfico. Histórico familiar da doença também deve ser levado em consideração até mesmo antes de se completar 40 anos. As mulheres devem se consultar em uma unidade de saúde do município para avaliação médica. O profissional médico é quem indicará a necessidade de mamografia. Na Cidade Azul, o serviço é prestado na Santa Casa e no AME.
Segundo a Fundação Municipal de Saúde, o SUS de Rio Claro possui uma demanda de 520 exames por mês, em contrapartida, oferta 365 mensalmente. A FMS vem viabilizando o aumento de oferta, através do Convênio Santa Casa.
Segundo a assessoria de imprensa da Fundação de Saúde, há uma campanha permanente na rotina dos postos de saúde de Rio Claro, durante o atendimento das gestantes, em palestras ou nos trabalhos em grupo das comunidades atendidas.
ENVIE SEU RELATO
O Jornal Cidade de Rio Claro convida os leitores e leitoras a enviarem seus relatos de luta contra o câncer de mama, próstata e qualquer outro tipo da doença.
Envie um relato de até 15 linhas, com uma foto, para o e-mail [email protected] contando para nós de que maneira o câncer foi enfrentado por você e sua família e quais as mudanças que aconteceram na sua vida a partir do diagnóstico.
A sua participação é muito importante. Contamos com o seu contato. Tire dúvidas no WhatsApp (19) 9-9941-4200.
O grupo de cinema Kino-Olho tem um novo integrante que já ganhou a admiração de todos. Trata-se do prêmio Candango de Melhor Som que a equipe que produziu o curta-metragem “Command Action” recebeu no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais respeitados do país.
O trabalho, dirigido por João Paulo Miranda Maria, se tornou o cartão de visita do “Cinema Caipira”. “Agora estamos formando pessoas que estão se especializando em funções específicas”, explicou o cineasta.
João Paulo Miranda Maria, Léo Bortolin, Marina Palmero Butolo e Rogério Borges seguram o Candango de Melhor Som
EQUIPE
Parte da equipe esteve no Jornal Cidade onde falou sobre a premiação e o que ela representa para o futuro do “Cinema Caipira”. “Não estive em Brasília, mas estava uma energia muito forte. Toda esta sequência de acontecimentos de 2015 está virando a página. A gente conseguiu bater várias metas que nos outros anos, somados, acho que a gente não tinha conseguido”, comemora o assistente de direção do curta, Rogério Borges.
A diretora de arte Marina Palmero Butolo já havia experimentado a experiência de um grande evento de cinema, quando esteve no Festival de Cannes com o curta “Command Action”, que participou da Semana da Crítica. Mesmo sem estar presente em Brasília, a profissional vislumbra voos maiores para o grupo. “Quando fomos para Cannes o objetivo era para fazer contato, conhecer como funciona o mercado internacional. Por a cara para bater. Estávamos entre os maiores e éramos um deles”, comenta.
SOM
Responsável pelo design de som do curta, Léo Bortolin, esteve em Brasília junto com João Paulo, onde estabeleceu muitos contatos e pode ver seu trabalho em tela grande e com equipamento de som de alta qualidade. “Esse prêmio é toda uma recompensa de passar dias, madrugadas, ficar pensando, vendo, tentar entender o porquê do som”, explica.
Preocupado em construir um ambiente que quer agregar narrativa às imagens por meio do som, Bortolin utilizou todos os recursos de sua pesquisa no curta premiado “Esta é minha pesquisa. E o ‘Commmand Action’ teve muito espaço para isso”, conclui.
FUTURO
João Paulo considera que o curta “Command Action” representou uma grande mudança na atuação do grupo. “No sentido de dar grande visibilidade, mesmo. E o Candango de Melhor Som representa essa grande mudança, pois estamos sendo notados dentro do mercado”, diz.
Conforme o cineasta já havia adiantado à reportagem, ele deve participar do programa Next Step, em Paris, onde poderá desenvolver o projeto de seu primeiro longa-metragem. “Agora realmente é o momento de criar esse ar mais profissional do grupo”, finaliza. Veja os depoimentos em vídeo abaixo.
Foi na década de 1950 que o Jardim Anhanguera começou a ser urbanizado. São apenas nove quarteirões que formam o bairro que faz margens com a Rodovia Washington Luis. Algumas empresas, casas e chácaras fazem parte do cenário local.
Bairro é datado da década de 1950 e fica localizado às margens da Rodovia Washington Luís e tem apenas nove quarteirões
Durvalina Miranda lembra que o local “era só mato”, quando chegou ali para morar há 42 anos. “Não tinha asfalto e poucas casas”, conta a moradora que hoje só tem elogios para o Anhanguera. “Para mim aqui está tudo bom”, exclama.
Outra moradora que também viu o bairro crescer é Lurdes Barbosa, que está ali há 30 anos. Ela ressalta a calma das ruas: “aqui é um silencio, tudo muito quieto, ninguém mexe com ninguém, cada um tem sua vida”. Entretanto, Lurdes reclama a falta de um comércio mais forte nas redondezas. “Precisa de um supermercado, uma farmácia mais perto, tudo que a gente precisa tem que ir ao bairro de lá”, ressalta.
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Vicente Oliveira endossa as reivindicações de Lurdes e também diz sentir falta de um mercado próximo para as compras. Questionado sobre o que mais gosta no local, o morador que reside ali há seis anos, comenta as opções de lazer, dentre elas, o campo de futebol do Talento de Bola.
No site do Jornal Cidade, a leitora e moradora do bairro Patrícia de Freitas se queixou da iluminação do Anhanguera. “À noite não tem luz, parece um bairro abandonado, não tem nada”, escreveu, destacando ainda o abandono de uma praça na Avenida Marginal 1. “O que tem é só terra e mato”, se queixa.
Um trecho da Avenida 40, no bairro Parque Universitário, há muitos anos é motivo de dor de cabeça para os moradores. Jonathan Mendes, que reside no trecho, conta que esta é a única via sem asfalto no bairro.
“E além de tudo está abandonada pela prefeitura. Nem sequer eles mandam o trator para acertar o chão. Tem muitos buracos e muita água parada e mau cheiro também”, comenta o morador, que afirma que a rua fica em frente à antiga lagoa do Wenzel.
Trecho na Avenida 40 é o único do bairro que ainda não recebeu asfalto; prefeitura informou que está trabalhando para levantar recursos para a pavimentação
Mendes afirma que a melhor alternativa é asfaltar, “pois também seria um meio de desafogar o trânsito que existe na Avenida 42”. Entretanto, ele diz que, “se a prefeitura passasse a máquina para acertar a rua e jogasse a raspa de rodovia, já seria de grande ajuda para os moradores”.
Procurada, a prefeitura informou que o trecho em questão é uma das pontas de rua que existem há décadas no município. “A prefeitura está trabalhando para levantar recursos visando a pavimentar esses trechos e também implantar toda a infraestrutura necessária, como galerias para escoamento de águas das chuvas, uma vez que o município não dispõe de recursos próprios para realizar a pavimentação”.
A assessoria da prefeitura informou ainda: “como exemplos, vale citar que a pavimentação concluída semana passada no Jardim Paulista 2, a pavimentação que está sendo feita no Jardim Boa Vista 2 e o recapeamento em ruas do Centro Histórico são obras providenciadas com recursos financeiros que a prefeitura conseguiu em Brasília”.
A praça localizada na Rua 5, esquina com Avenida 36, no bairro Vila Operária, ao lado da Igreja São Judas Tadeu, está sofrendo com o acúmulo de lixo.
Diversos moradores, comerciantes e usuários do local falaram sobre a quantidade de lixo que tem sido depositada na praça por parte de moradores do bairro. “Existem pessoas que andam diversos quarteirões para jogar o lixo aqui na praça, estão usando como depósito”, comenta um comerciante.
Depois das fortes chuvas que atingiram a cidade, o lixo tem se acumulado na praça. É possível perceber que existe galhos de árvores, grama que foi podada, mas também é possível enxergar a quantidade de lixo doméstico despejado no monte que cresce.
A esquina da praça sofre com grande quantidade de lixo amontoado; prefeitura fala sobre os cuidados
Outro problema apontado por quem utiliza o local é a falta de manutenção, como corte de grama e também a retirada de diversos formigueiros. A praça fica entre uma igreja e uma escola infantil, então é bastante usada pelas crianças. A presença de usuários de drogas também incomoda os moradores e comerciantes.
Em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura municipal, a mesma orienta a comunidade que não se deve jogar lixo e materiais velhos em praças da cidade e em nenhum local impróprio. Assim como em todos os demais bairros da cidade, a Vila Operária, conta com coleta de lixo domiciliar e, nesse caso, o lixo deve ser deixado em frente às respectivas residências no dia e horário da coleta. A coleta seletiva e o catabagulho também atendem o bairro.
Sobre a limpeza, a Secretaria de Manutenção e Paisagismo cuida da cidade por setores e logo estará na praça novamente. Em relação aos usuários de droga, as polícias devem ser acionadas.
Luiza Possi! O nome é sinônimo de talento. A imagem ao lado reflete toda a beleza da jovem artista. Cantora de voz inconfundível, ela está na edição da JC Magazine Estilo.
Na simplicidade das palavras e no jeito de ser, Luiza Possi mostra o que a torna querida pelo público na pergunta que não podia faltar: ‘Qual o seu estilo?’. “Gosto de estar produzida, gosto de me arrumar, me maquiar, mas lido com isso muito naturalmente. Gosto de estar natural também. O importante é estar feliz comigo mesma”, conta à revista.
Após 13 anos do lançamento do primeiro CD – Eu sou Assim -, mostra-se uma artista versátil. Tanto que já trilha caminho na televisão, com participação fixa no programa Encontro com Fátima Bernardes (TV Globo). Já passou pelo The Voice Brasil também, como assistente do ex-técnico e cantor Daniel. Quer saber mais? Aguarde até 14 de outubro, data de lançamento da JC Magazine Estilo.
Distribuição
Assinantes do JC recebem o exemplar da revista junto da edição do dia. Na quinta-feira (15), o leitor que comprar o jornal na banca, também, receberá a sua. Depois, estará disponível no balcão de atendimento do Jornal Cidade – Rua 4 esquina com Avenida 5, 283, Centro.
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De maneira aberta e democrática, seja na forma de se vestir, exercitar, alimentar, pensar, expressar e de curtir a vida, o JC quer saber: ‘Que estilo é o seu?’. Envie sua foto para [email protected] com nome completo, idade e um texto de até três linhas contando sobre o seu estilo. As melhores fotos serão publicadas em nosso perfil no Instagram: @jcrioclaro. Mande a sua, faça parte desta corrente!
“Fazei o bem sem olhar a quem” é um trecho bíblico bastante reproduzido na sociedade. Entretanto, são poucas as pessoas que realmente praticam essa premissa. Em Rio Claro, três pessoas vêm tentando transformar a teoria em realidade. Eric Camargo junto a sua mãe Roseani e a noiva Liliani desenvolvem um belíssimo trabalho, que vem emocionando muita gente.
Desde o começo do ano, eles fornecem marmitas gratuitamente a pessoas em situação de vulnerabilidade. Em média, são entregues de 20 a 25 marmitas por domingo, para moradores de rua aleatoriamente. Eric conta que o trabalho começou devido ao desejo de sua mãe. “Ela queria ajudar ao próximo, mas a gente não tinha condições financeiras para realizar esse desejo, então tive a ideia de postar nos grupos do Facebook contando esse desejo e pedindo doações para realizar esse trabalho”, conta Eric.
Família produz marmitas e entrega a pessoas em situação de vulnerabilidade; ação teve início no começo do ano e conta com a ajuda de voluntários
A partir das doações e do que tem em estoque são preparadas as marmitas, que são entregues aos domingos. “Basicamente é arroz, feijão e uma mistura, por exemplo, carne moída, frango, salsicha ou até mesmo macarrão.”
O preparo fica por conta de Roseani e a entrega é feita por Eric e Liliani. “Alguns lugares que sempre vamos já somos conhecidos, eles agradecem e, às vezes, fazem alguns pedidos como roupa, instrumentos musicais etc”, comenta.
Sobre as necessidades em continuar realizando o trabalho voluntário, Eric diz que precisam de ajuda sempre. “Nosso estoque está acabando, graças a Deus, na última vez que postei no grupo [na internet] várias pessoas ajudaram e até nos surpreendeu pela quantidade de doações que chegaram, mas algumas coisas ainda nos faltam como ajuda para comprar as embalagens, um freezer para armazenar os alimentos e gás de cozinha”, informa.
Interessados em auxiliar o trabalho voluntário da equipe podem entrar em contato através do: (19) 3525-6319.
O IPK [índice de Passageiros por Quilômetro] vem decaindo nos últimos quatro anos e, de acordo com planilha disponibilizada ao Jornal Cidade pela Empresa Rápido São Paulo, segue em queda desde 2012, ano em que o número era de 1.77 passageiro/quilômetro. Em 2013, o cálculo caiu para 1.67, seguido por 1.66 em 2014 e, até o momento, segue em 1.58.
O ideal, de acordo com a empresa, deveria girar em torno de, no mínimo, dois passageiros por quilômetro. A empresa informou também que, considerando os pagantes de tarifa integral e estudantes com desconto de 50%, a média mensal de passageiros é equivalente a 650 mil e, com o preço da tarifa vigente de R$2,30, “a receita mensal da empresa é de R$17.942.566,80”.
Ainda de acordo com a Rápido São Paulo, “existe um processo de cobrança do desiquilíbrio econômico do contrato novo vigente”. Procurada pela reportagem para saber mais sobre o fato, a administração pública local informou, através da assessoria de imprensa, que “o transporte coletivo em Rio Claro está com funcionamento normal”.
De acordo com relatório da prefeitura da Cidade Azul, 6.776.538 é o número de passageiros transportados no Ano de 2014
PREFEITURA
6.776.538 é o número de passageiros transportados no Ano de 2014, de acordo com relatório da prefeitura de Rio Claro; o que equivale a uma média de 564 mil no mês e quase 19 mil por dia. Faltando três meses para o fim de 2015, o número de passageiros é de 4.589.064, até o dia 30 de setembro. Isto posto, é possível calcular que ainda devem passar pelas roletas dos ônibus, 2.187.474 usuários, baseado na média do ano anterior.
De acordo com o documento, o total da soma é dividido entre diferentes perfis: pagantes, cartão comum, cartão escolar, cartão vale transporte, funcionários da Rápido São Paulo, Departamento de Transporte, idoso, deficiente, deficiente com acompanhante e acompanhante.
TRANSPORTE PÚBLICO
O transporte público é importantíssimo para o deslocamento de pessoas de um ponto a outro da cidade e a maioria das áreas urbanas de médio e grande porte possui algum tipo. O fornecimento em países como Brasil é de responsabilidade municipal, embora o município possa conceder o serviço a companhias particulares, como é o caso de Rio Claro. Vale lembrar que, em alguns países do mundo, é o serviço mais utilizado pelos cidadãos e, além de gerar economia aos trabalhadores que podem deixar o carro em casa, também contribui para a preservação do meio ambiente.
Um ponto que talvez reflita de alguma forma no IPK do município é o uso constante e massivo de bicicletas e carros. De acordo com levantamento de 2012 realizado pela prefeitura, havia cerca de 120 mil bicicletas em Rio Claro. Já veículos automotores são mais de 165 mil para uma população com duzentos mil habitantes, ou seja, segundo a secretaria de Mobilidade Urbana e Sistema Viário, a cidade ocupa o 18º lugar com maior índice de veículos por habitante.