Ingressos para desfiles no Rio e SP estão à venda

No Rio de Janeiro, cidade-símbolo do carnaval brasileiro, os desfiles das escolas de samba acontecem nos dias 3 e 4 de março – o das campeãs, dia 9. A venda de ingressos acontece no site Total Acesso.

Em SP, além dos desfiles das escolas de samba, acontecem 737 desfiles de blocos de rua – uma tradição na cidade – entre os dias 23 de fevereiro e 10 de março.

Os desfiles do Grupo Especial serão realizados nos dias 1º e 2 de março de 2019 no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Os ingressos estão à venda no site www.ingressosligasp.com.br.

Primeiro bebê de 2019 em RC é uma menina

O ano começou com muitas trocas de fraldas para a família Sampaio Colagrai. Nasceu no dia 1º de janeiro às 8h12 no Hospital Santa Casa de Rio Claro o primeiro bebê de 2019 da cidade.

Manuela Sampaio Colagrai estava programada para nascer apenas no dia 4 de janeiro mas resolveu se antecipar e veio ao mundo com 49 centímetros e 3,195 kg.

Ela é a segunda filha de Daiane Elizabete Sampaio, 31 anos e Fábio Endrigo Colagrai, 34 anos, que já são pais de um menino de sete anos.

Reportagem completa na edição desta quinta-feira (4).

Ocorrências policiais: Ameaça de morte, roubo e mais

Furto em residência

A Polícia Civil de Rio Claro registrou uma ocorrência de furto em residência às 14h desta terça-feira (1º), no Jardim Guanabara. A vítima saiu de viagem no dia 27 de dezembro e retornou no dia 29 de dezembro, quando encontrou a porta da sala com sinais de arrombamento. Segundo a vítima, indivíduos levaram vários eletrodomésticos e notebook. A vítima compareceu no plantão policial para o registro da ocorrência.

Ameaça de morte

Ameaça de morte com arma de fogo aconteceu às 3h da madrugada desta quarta-feira (2), no Jardim Nova Veneza, em Rio Claro. A primeira vítima foi um rapaz de 18 anos. O acusado é o pai de sua namorada. A vítima levou a namorada até a residência dela e o pai ficou agressivo, porque estava combinado da filha retornar às 22h de terça-feira. O sogro da vítima a agrediu e o cunhado do rapaz apontou arma de fogo para mais duas vítimas, a jovem, de 27 anos, e um rapaz, de 23 anos, que estavam no local.

Operação “São Paulo Mais Seguro”

A Secretaria Estadual da Segurança Pública, por meio da Polícia Militar, realiza desde às 5h da manhã desta quarta-feira (2), a operação “São Paulo Mais Seguro”. A ação acontece em todo o Estado com a finalidade de combater a criminalidade, em especial crimes contra o patrimônio. A operação contará com 100% do efetivo operacional e administrativo, além de viaturas e bases móveis estacionadas em locais estratégicos, apontados pelo serviço de inteligência. Para aumentar a segurança durante a ação, o policiamento em terminais de ônibus rodoviários e aeroportos será reforçado. Outra iniciativa empregada será a integração com a comunidade, por meio da Polícia Comunitária.

Roubo na farmácia

No final da manhã de terça-feira (1º), uma equipe do CGP ROCAM da Polícia Militar, após receber informações via COPOM de que dois indivíduos tinham acabado de praticar um roubo em uma farmácia, no Jardim Claret, realizou um patrulhamento obtendo sucesso em localizar o primeiro indivíduo na Rua 21, no Jardim São Paulo. O segundo indivíduo empreendeu fuga sentido a um córrego e entrou no matagal, sendo localizado logo em seguida.

De dez promessas feitas, Bolsonaro dependerá do Congresso em oito

Empossado, o presidente Jair Bolsonaro terá a missão de pôr em prática as promessas feitas na campanha. De dez propostas selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo e analisadas com ajuda de especialistas, oito dependem do Congresso.

Com base na legislação brasileira, o presidente possui três dispositivos para aprovar leis. Um é via Projeto de Lei (PL), que depende da maioria de votos favoráveis dos parlamentares presentes na sessão, caso seja uma lei ordinária e da maioria absoluta de cada Casa, se for uma lei complementar. Outro dispositivo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que precisa de 3/5 de votos do total de parlamentares da Câmara e do Senado. Estes dois recursos também podem ser apresentados por deputados e senadores.

Por fim, o presidente ainda pode apresentar uma Medida Provisória (MP). Nesse caso, a lei passa a valer assim que é publicada. No entanto, o Congresso tem um prazo de 60 dias, prorrogáveis por mais 60 dias para aprovar o projeto. Caso isso não ocorra, a medida perde efeito. Esse último dispositivo é prerrogativa única do presidente.

1. Mudança da Embaixada de Israel

Bolsonaro prometeu, ainda durante a campanha eleitoral, mudar a embaixada brasileira em Israel. A sede do governo iria de Tel-Aviv para Jerusalém. O primeiro-ministro israelense, Biyamin Nethanyahu, disse recentemente que Bolsonaro confirmou a mudança. O presidente tem a prerrogativa de fazer a alteração sem consultar o poder legislativo. “Basta uma ordem do presidente que o Itamaraty vai cumprir, não depende de aprovação de Congresso”, afirma a professora de direito internacional da PUC-SP Claudia Villagra.Apesar da autonomia, a medida é polêmica do ponto de vista diplomático, uma vez que reconheceria Jerusalém como capital de Israel. Há décadas a cidade é centro de disputas entre israelenses e palestinos, que a reivindicam como sua capital.

Em dezembro de 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que iria mudar a embaixada norte-americana para Jerusalém. No mesmo mês, o governo brasileiro e outros 127 países apoiaram uma resolução da ONU condenando a transferência. Em maio de 2018, a mudança foi oficializada, o que desencadeou uma série de protestos dos palestinos. No dia da inauguração da nova sede, ao menos 52 manifestantes foram mortos.

O presidente eleito Jair Bolsonaro recebe a visita do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Em dezembro de 2018, após a confirmação de Bolsonaro de que a proposta será levada adiante, a Liga Árabe aprovou uma resolução apontando que a região tomará as “medidas políticas, diplomáticas e econômicas necessárias”, caso a embaixada brasileira mude para Jerusalém.

2. Inclusão de disciplinas na Base Curricular Comum

Durante a campanha ao Planalto, o então candidato a vice-presidente general Hamilton Mourão afirmou que, caso eleito, Bolsonaro gostaria de reintroduzir as disciplinas de Educação Moral e Cívica (EMC) e Organização Social e Política do Brasil (OSPB) no currículo escolar. Ambas foram tornadas obrigatórias durante o regime militar, por meio de decreto presidencial. A medida foi revogada 24 anos depois, no governo de Itamar Franco.

Segundo a advogada e integrante do Movimento Todos pela Educação, Alessandra Gotti Bontempo, a Lei nº 13.415, de 2017, alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e determinou que qualquer mudança dessa natureza teria que vir pelo Ministério da Educação (MEC), validada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo Ministro da Educação, sem necessidade de passar pelo Congresso.

“Ao mesmo tempo, o MEC pode enviar proposta de inclusão de competências ou habilidades destes temas que já não estejam contempladas na Base Nacional Comum Curricular para inclusão no documento pelo CNE”, explica Eduardo Deschamps, ex-presidente do CNE.

3. Corte de Ministérios

Em seu programa de governo, entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a campanha presidencial, Bolsonaro propõe uma redução no números de pastas, afirmando que “um número elevado de ministérios é ineficiente, não atendendo os legítimos interesses da Nação.” Após a eleição, o futuro presidente anunciou que irá reformular os ministérios.

Algumas pastas serão fundidas, como os atuais Ministérios da Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio, que irão formar o Ministério da Economia. Outras extintas, como o Ministério do Trabalho. Apesar de já ter sido anunciada, a reformulação precisa passar pelo poder legislativo. Segundo o professor de direito da USP Floriano Peixoto Neto, a Constituição prevê que em casos de criação de despesas, ou extinção de cargos, a mudança deve ser aprovada pelo Congresso. “Normalmente é enviada por MP”, diz. Ele acredita que a alteração não irá encontrar resistência.

Cabe exclusivamente ao presidente, sem a necessidade de aprovação do Congresso, organizar a administração das pastas. Isso significa que ele pode deslocar, por exemplo, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, para o Ministério da Justiça, conforme anunciou o futuro ministro da pasta, Sérgio Moro.

4. Saidinhas e indultos de presos

Bolsonaro poderá, sozinho, acabar com o indulto natalino aos presos. O indulto é um perdão de pena que costuma ser concedido pelo presidente na época do Natal. O dispositivo está previsto na Constituição e vale para os presos que cumprem determinados requisitos. Para entrar em vigor, o presidente precisa assinar um decreto a cada ano. Por isso, para cancelar o indulto, basta que Bolsonaro não assine o documento.

Já o processo para acabar com as saidinhas temporárias é um pouco mais complicado. O professor de direito penal da FGV Conrado Gontijo explica que a revogação do benefício não é tão simples, pois trata-se de uma matéria disciplinada pela lei de execuções penais, o que impede, inclusive, a edição de uma MP. “Apenas o Congresso Nacional tem condição de alterar essa questão”, diz.

5. Revogação do Estatuto do Desarmamento

Uma das principais promessas nas quais a campanha presidencial de Jair Bolsonaro foi baseada, a revogação à proibição do porte de arma não poderá ser feita com uma canetada Para isso, será necessário que o Congresso aprove um PL que altere o Estatuto do Desarmamento, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição.

Atualmente, tramita na Câmara o PL3722 proposto em 2012 pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB) e relacionado ao tema. O texto já passou pelas comissões da Casa e agora precisa ser votado em plenário.

O presidente, no entanto, tem a prerrogativa de flexibilizar alguns pontos do estatuto sem precisar de aprovação legislativa. O diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques, afirma que alguns dispositivos da lei são de competência da Polícia Federal (PF) e do Ministério da Justiça, ambos controlados por Bolsonaro. “Ele pode alterar, por exemplo, o número de armas que as pessoas podem ter, ou tipo de calibre permitido.”

6. Redução da Maioridade Penal

Para aprovar essa promessa de campanha, incluída no programa de governo, Bolsonaro vai precisar contar com o apoio do Congresso. A matéria, de acordo com o professor Gontijo, só pode ser alterada por emenda constitucional. Isso ocorre porque tanto a Constituição, quando o Código Penal, afirmam que menores de 18 anos são “inimputáveis” e sujeitos às medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Gontijo entende, no entanto, que essa definição poderia ser considerada uma cláusula pétrea da Constituição, o que impediria qualquer alteração. “Eu compreendo que isso sequer poderia ser feito”, afirma.

Em 2015, uma PEC foi aprovada pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha. À época, o texto foi alvo de polêmica, pois Cunha valeu-se de uma manobra para conseguir os votos necessários para aprovação. A proposta havia sido rejeitada no dia anterior, mas foi colocada em pauta novamente com algumas alterações, que deixavam o texto mais brando. A proposta reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos, homicídio doloso (com intenção de matar) e lesão corporal seguida de morte Para ser aprovada, a PEC ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, depois, votada em plenário em dois turnos. É necessário 3/5 dos votos em ambas as votações, o que representa 49 votos favoráveis.

7. Acordo de Paris

Em diversas ocasiões durante a campanha eleitoral, Bolsonaro deixou no ar uma possível retirada do Brasil do Acordo de Paris. A saída do tratado, firmado em 2015, pode levar tempo e algum esforço político do presidente eleito, que sugere que o acordo “fere a soberania do País”. As regras firmadas preveem que nenhum país signatário deixe o tratado antes de três anos da entrada em vigência, que só ocorreu em 2016. Dessa forma, a partir de 2019 Bolsonaro poderá iniciar a movimentação para uma eventual retirada.

Ao contrário dos EUA, onde o presidente tem a prerrogativa de decidir sozinho pela retirada, no Brasil isso precisa ser autorizada pelo Congresso, via Projeto de Lei. A professora de direito internacional da USP, Maristela Basso, explica que essa diferença existe por conta da maneira como cada país negociou a entrada no acordo. “Nos EUA o Congresso deu ‘fast track’ ao presidente. Para entrarem no pacto de Paris, bastava a assinatura dele.” Segundo a professora, a adesão do Brasil ao acordo, que estabelece metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, teve que passar pelo Congresso e, portanto, a retirada deve seguir o mesmo processo. “Bolsonaro pode dizer o que ele quiser, mas tem que ter autorização do Congresso Nacional.”

8. Nova Carteira de Trabalho

Em seu programa de governo, o presidente eleito promete a criação de uma nova carteira de trabalho “em que o contrato individual prevalece sobre a CLT, mantendo todos os direitos constitucionais”. O novo modelo teria capa verde e amarela e seria destinado principalmente a novos trabalhadores, ingressantes no mercado de trabalho. Funcionaria como uma alternativa a carteira de trabalho tradicional, de capa azul, que garante acessos aos direitos e garantias fundamentais previstos no artigo sétimo da Constituição e que são reforçados pela Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.

Segundo o advogado trabalhista Luís Carlos Moro, Bolsonaro não poderia, sozinho, mudar os direitos básicos previstos na Constituição, pois seria necessária uma emenda constitucional e assim o aval do Congresso. “Teria que fazer uma modificação de natureza constitucional muito difícil, questionável até do ponto de vista da possibilidade jurídica na medida em que ele alteraria cláusulas pétreas.”

Por outro lado, professor de direito trabalhista da FGV, Paulo Sérgio João afirma que o presidente eleito poderia, eventualmente, propor uma mudança na forma como está garantido o direito. “O fundo de garantia, por exemplo, é um direito, mas é a lei que determina que o valor corresponde a 8% do salário.”

9. Cotas

Criticada por Bolsonaro durante a campanha presidencial, a lei de cotas não poderá ser alterada com uma canetada, mas tampouco depende de um expressivo apoio legislativo. Isso porque trata-se de uma lei ordinária, logo, qualquer alteração precisa apenas de uma maioria simples, ou seja, a maioria dos parlamentares presentes na sessão. A advogada constitucionalista Vera Chamim acredita que Bolsonaro não terá dificuldades para endurecer a lei, se assim desejar. “Se ele quiser mudar a lei de cotas ele vai precisar de uma maioria simples. Acho que vai ser relativamente fácil.”

Outra alternativa seria mudar essa legislação por Medida Provisória. Nesse caso, contudo, pode haver contestamento jurídico, segundo o professor de direito da USP Floriano Peixoto Neto. “A Constituição veda a MP para temas que envolvem a cidadania. Poderia haver um entendimento de cidadania no sentido de incluir as políticas afirmativas dentro dessa discussão”.

10. Reforma da Previdência

Apontada como uma das prioridades do novo governo, a Reforma da Previdência precisaria ser aprovada como PEC. Isso requer ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos na Câmara e outros 49 votos em dois turnos no Senado. Além disso, a proposta ainda precisaria ser aprovada na CCJ das duas Casa legislativas, o que deve levar algum tempo, caso uma nova proposta seja formulada.

Uma maneira de acelerar o processo seria aprovar a PEC proposta pelo atual presidente Michel Temer. O projeto já passou pela CCJ da Câmara e está pronto para ir a plenário. Bolsonaro, no entanto, já sinalizou que não pretende colocar essa proposta em votação.A legislação permite que o texto já aprovado sofra alterações para que fique mais próxima ao que deseja a equipe econômica do presidente eleito. Mas, segundo a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, Adriana Bramante, a descaracterização do texto original não é o melhor caminho. “Fica ruim e daqui a um ano estaremos discutindo reforma previdenciária de novo.”

Uma terceira possibilidade, seria enviar um PL, que necessita de menos votos, ou até mesmo editar uma Medida Provisória. Porém os pontos que estão contemplados na Constituição só podem ser alterados com emenda. “Bolsonaro não poderia, por exemplo, colocar idade mínima na aposentadoria”, diz Adriana.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Novo contrato vai dobrar número de radares em Rio Claro

Acontece na segunda semana de janeiro de 2019 o pregão para contratação, via licitação, da nova empresa que vai operar o sistema de radares e fiscalização nas ruas e avenidas de Rio Claro. De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana, o vice-prefeito Marco Antonio Bellagamba, está previsto um investimento médio de até R$ 5 milhões para o novo contrato, que terá a vigência de um ano.

“Será uma média mensal de R$ 416 mil, sendo certo que implementaremos novos radares com eficiência de 90%, sendo que o contrato antigo referenciava 60%; novos pontos de fiscalização e possibilidade de aliar a fiscalização do sistema Detecta, que será uma muralha eletrônica, dentre outras iniciativas”, explica Bellagamba. A eficiência diz respeito à qualidade das imagens, ou seja, com o antigo contrato, muitas imagens não eram aproveitadas em decorrência do percentual de eficiência, e os infratores deixavam de ser punidos.

Mais radares

A expectativa é dobrar o número de aparelhos de fiscalização no município. Dos atuais 27, saltarão para 48. “Serão 48 pontos para fiscalizar o trânsito com radares fixos e lombadas eletrônicas – esses estarão vinculados ao sistema Detecta – e mais três equipes de radares móveis”, informa o secretário. Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Governo do Estado de São Paulo, o Detecta é um serviço de prevenção e investigação criminal que promove a integração de bancos de dados e câmeras para monitorar áreas específicas, veículos e suspeitos para auxiliar as polícias no combate ao crime em todo o território paulista.

“Destaco o fato de que, fazendo uma avaliação de metas na Secretaria em que estou à frente, o único indicador que não conseguimos reduzir refere-se a acidentes de trânsito, motivo pelo qual nos forçamos a avaliar estratégias para conter esses números. O contrato que venceu é de 2013, fato que os referenciais numéricos contidos no mesmo não acompanharam o tamanho da frota do município”, completa Bellagamba.

Acidentes

O secretário de Segurança e Mobilidade Urbana, Marco Antonio Bellagamba, acredita que com o aumento no número de radares e pontos de fiscalização em Rio Claro os resultados serão melhores no trânsito municipal. “Teremos mais pontos que, aliados à melhora da sinalização, prevemos uma redução da acidentalidade e custos com a saúde com internação, etc., oriundos de acidentes de trânsito”, finaliza.

Vítima de homicídio em Analândia é identificada

Saulo Roberto Matias de 48 anos foi assassinado por volta das 3 horas da manhã, durante um festa de ano novo, em Analândia, nesta terça-feira (1º).

De acordo com informações da Polícia Militar, a vítima teria sido atingida por cinco tiros e não resistiu.

A autoria do crime segue sendo investigada pelas autoridades competentes.

Mais informações na edição impressa do JC de quinta-feira (3).

Doria: ‘Vamos apoiar iniciativas e reformas de Bolsonaro’

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), reforçou seu apoio ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante discurso de posse na Assembleia Legislativa do Estado, nesta terça-feira, 1º, e se colocou como interlocutor do PSDB junto ao futuro governo.

“O nosso governo não vai virar as costas para o Brasil. O nosso governo vai ajudar o Brasil. Vamos apoiar as iniciativas do presidente Jair Bolsonaro, todas que promovam o progresso do Brasil”, declarou o tucano. O novo governador declarou apoio às reformas da Previdência e fiscal e à manutenção da reforma trabalhista, além de privatizações.

O tucano defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos e o fim das chamadas “saidinhas” em presídios e penitenciárias. Em São Paulo, declarou, “bandido vai cumprir a pena na cadeia trabalhando”.

Apesar de afirmar não ter medo de “cara feia e bandeiras vermelhas”, Doria fez uma fala de conciliação ao prometer dar um tratamento igual a aliados e a opositores na administração. “Seremos governador dos que votaram em nós e dos que não votaram ” O novo governador declarou que o Estado, a partir de agora, não será governado por partidos e políticos, mas pelo povo “com os partidos e com os políticos”.

Para a posse, o plenário da Assembleia foi ocupado por aliados. Com a ausência de deputados de oposição, Doria disse que a função dos parlamentares é a de ajudar o Executivo. “É a democracia, faz parte”, declarou.

Em uma fala de 24 minutos, Doria se emocionou ao falar dos pais e fez agradecimentos a aliados.

Polícia Militar registra homicídio em Analândia

Assassinato em Analândia

A Polícia Civil de Itirapina registrou caso de homicídio na madrugada de terça-feira (1º), em Analândia, região de Rio Claro. Um homem foi morto a tiros na festa de passagem de Ano Novo. A informação foi divulgada na delegacia no plantão policial de Rio Claro nesta manhã de terça-feira. A Polícia Militar de Analândia atendeu a ocorrência e os dados foram encaminhados para a delegacia da Polícia Civil de Itirapina. A vítima estava sem identificação até o início da manhã e o corpo seria levado ao Instituto Médico Legal de Rio Claro.

Pichação na antiga Estação

Caso de pichação em um dos bancos no ponto de ônibus de transporte coletivo aconteceu na madrugada de terça-feira, na antiga Estação Ferroviária na Rua 1 com Avenidas 1 e 2, região central. Acusada foi detida pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Rio Claro. Averiguada na ocorrência, ao lado de suspeito, foi apresentada na delegacia no plantão policial.

Colisão no poste

Danos e colisão em poste de iluminação foram registrados às 17h de segunda-feira (31), na Avenida Marginal, na Vila Rosa em Rio Claro, próximo do bairro Benjamim de Castro. Uma caminhonete montana prata, cabine aberta, chocou-se no local. O condutor, um rapaz de 22 anos, disse à Polícia Militar ter acionado o freio de mão.

Flagrante de tráfico

Flagrante de tráfico de drogas foi registrado às 20h30 de segunda-feira (31), no bairro Jardim Cidade Azul, próximo do Parque Universitário. O acusado, um indivíduo de 20 anos, foi detido pela Polícia Militar. Os policiais apreenderam 421 microtubos de cocaína e R$ 37,00. No local, o indiciado sem camisa, com a caminhoneta Volvo branco, ano 2012, placas de Rio Claro, disse que o veículo era emprestado e a droga não lhe pertencia, mas os fatos não confirmaram.

Motocicleta apreendida

Na noite de segunda-feira (31), a equipe do CGP ROCAM, composta pelo 3º sargento Sérgio e soldado Rodrigo, em patrulhamento no bairro Jardim Guanabara, região sul de Rio Claro, encontrou com um indivíduo conduzindo uma motocicleta sem emplacamento, o que motivou a equipe a fazer a abordagem. Na revista pessoal nada de ilícito foi localizado com ele, porém, realizada a vistoria veicular na motocicleta que ele conduzia, foi constatado através do numeral de chassi pelo COPOM, que se tratava de um veículo produto de roubo, na data 24/12/18. Diante dos fatos, o indivíduo foi conduzido até o Plantão Policial, onde o delegado tomou ciência do fato, ouviu as partes e liberou o indivíduo.

‘Amigos’: Há 20 anos, a última transmissão do programa das duplas sertanejas

Quem viveu a década de 1990 no Brasil provavelmente se lembrará do especial Amigos, exibido pela Globo. Tratava-se de um show com algumas das maiores duplas sertanejas do País à época: Zezé Di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó e Leandro e Leonardo.

A ideia do programa era mostrar uma amizade fora dos palcos e misturar os sucessos dos repertórios de cada dupla sertaneja.

Era possível ver – e ouvir – É o Amor sendo cantada por Luciano e Leonardo, Não Aprendi a Dizer Adeus por Leandro e Zezé Di Camargo, Página de Amigos por Chitãozinho e Leonardo ou Você Vai Ver por Luciano e Xororó, entre outras tantas versões.

Em 31 de dezembro de 2018, completam-se 20 anos da última vez em que o especial foi ao ar na Globo. Relembre as quatro edições do programa exibidas pela emissora e assista a algumas interpretações memoráveis da música sertaneja.

Amigos – O Início em 1995

O primeiro especial Amigos foi exibido em 23 de dezembro de 1995, e contou com uma introdução em clima rural, com cenas de gado e plantações em uma fazenda de Chitãozinho, na cidade de Campinas.

“Dezembro de 1995: pela primeira vez, seis grandes amigos se encontram e dividem a mesma emoção. Eles fazem da amizade a força do seu canto”, dizia uma voz em off.

A abertura ainda mostrava os cantores tendo uma refeição juntos à mesma mesa enquanto falavam sobre a importância da amizade.

“Pra mim, é a gente poder olhar nos olhos do outro e saber que nenhum tá fazendo mal ao outro. O respeito do ser humano, um pelo outro, não ter falsidade, estar comendo na mesma mesa. Pra mim, isso é amizade”, dizia Leandro.

Xororó emendava: “Amigo pra mim tem que ser sincero, porque sou uma pessoa muito sincera. Quando gosto de verdade, não importa onde estiver, o amigo tá no coração, pro que der e vier. Não importa o momento, o lugar a hora.”

Na sequência, surgia o palco da superprodução, com um grupo de animados dançarinos embalados por uma versão instrumental que juntava diversos dos sucessos das duplas sertanejas envolvidas.

Leandro e Leonardo surgem para a plateia, cantando os primeiros versos do clássico Disparada, música escolhida para abrir o show Pouco depois, surgem Chitãozinho e Xororó e, por fim, Zezé Di Camargo e Luciano.

Cerca de 100 mil pessoas estiveram presentes no Espaço Verde Chico Mendes, em São Caetano, onde foi gravado o espetáculo. O ingresso podia ser trocado por brinquedos e alimentos não perecíveis para fins beneficentes.

O sucesso da apresentação foi tanto que a Globo chegou a reprisá-la duas vezes no ano seguinte, em março e junho de 1996

Amigos – 1996

Em 1996, o especial Amigos foi exibido em 25 de dezembro, dia de Natal. A abertura da atração trouxe os seis cantores dentro de um helicóptero (cinematográfico), falando sobre o show do ano anterior, sendo interrompidos por alguns flashbacks de 1995.

Desta vez, o show foi gravado em Paulínia, em São Paulo. Os seis chegaram ao palco cercados por artistas circenses e arremessaram rosas à plateia. a música escolhida para abrir o show foi Viola Enluarada.

A edição do especial Amigos em 1996 contou com a presença de outras suplas sertanejas pela primeira vez: João Paulo e Daniel, Chrystian e Ralf e Gian e Giovani dividiram os microfones ao longo do show. A cantora Simone e o locutor de rodeios Asa Branca também participaram. A atração chegou a ser reprisada uma vez, na faixa Terça Nobre, no ano seguinte.

Amigos – 1997

Em 1997, o especial foi gravado no ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, e exibido em 30 de dezembro.

Entre os artistas convidados para cantar ao lado dos Amigos estavam Fábio Jr., Daniela Mercury, Roberta Miranda e Daniel. O sertanejo havia acabado de perder seu amigo e sua dupla, João Paulo, morto em um acidente de carro em 12 de setembro de 1997.

“Já que nós estamos na festa dos amigos, os amigos verdadeiros, gostaria da licença de vocês pra dedicar uma música ao melhor amigo que eu tive”, disse Daniel antes de cantar a música Canção da América, de Milton Nascimento. Em determinado momento, o público estendeu um bandeirão com o rosto de João Paulo.

O especial de 1997 marcaria também a última apresentação de Leandro com o grupo exibida na TV.

A morte de Leandro

“Durante o Amigos, uma coisa que marcou muito [foi que], infelizmente, nós perdemos o Leandro. Depois o Leonardo… Foi difícil trazê-lo pro palco novamente”, contou Chitãozinho em entrevista contida no DVD Amigos.

Após sentir algumas mudanças em sua saúde e realizar diversos exames entre abril e maio de 1998, o cantor Leandro descobriu que sofria de um tipo raro de câncer no pulmão, o tumor de Askin

Leandro chegou a viajar para os Estados Unidos para buscar tratamento e demonstrava otimismo e confiança em sua recuperação

“Ter Deus no coração é a primeira coisa que o ser humano tem que ter. Em segundo lugar, saber que milhões de pessoas no Brasil tão rezando por mim e essa corrente é muito forte, me fortalece muito”, contou o cantor ao Jornal Nacional durante sua viagem.

No Jornal Hoje exibido após a morte de Leandro, o jornalista Edney Silvestre falou sobre o caso: “Uma pessoa de dentro do [Hospital] Johns Hopkins, que não pode se identificar, nos contou que a primeira ideia dos médicos americanos era uma operação para a retirada do tumor e de um pulmão. Leandro não quis. Sem um pulmão, não poderia mais cantar.”

Na sequência, com o crescimento rápido do tumor, precisou passar por uma quimioterapia. Após uma redução no tamanho do tumor, chegou a cantar Pense em Mim para fãs que o esperavam na saída do hospital.

Já em seu apartamento, tempos depois, sofreu uma parada cardiorrespiratória. Foi reanimado por médicos no próprio local, mas acabou indo para a UTI do hospital São Luiz, onde sofreu uma infecção generalizada e foi sedado.

Leandro morreu à 0h10 do dia 23 de junho de 1998. Como causa da morte, um tumor torácico gigante que comprimiu suas estruturas vitais localizadas no tórax, como coração, pulmões e vasos.

Seu irmão, Leonardo, estava fazendo um show em Caldas do Cipó, na Bahia, quando se deu a morte de seu irmão. O local estava lotado por conta da época de São João, com cerca de 4 mil pessoas na plateia. O sertanejo só soube da morte de Leandro por volta das 3 horas da manhã, após o término da apresentação.

Estima-se que cerca de 25 mil pessoas compareceram ao seu velório, realizado na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, onde uma bandeira do Brasil e um chapéu de Cowboy foram colocados sobre seu caixão. O enterro, por sua vez, ocorreu em Goiás.

Amigos sem Leandro e a indefinição de Leonardo

“Em 15 anos eu e o Leandro conseguimos muitas coisas juntos. Os compromissos feitos em nome da dupla eu vou cumprir, mas, depois, vou decidir o futuro da minha carreira”, contou Leonardo no dia da missa de sétimo dia para Leandro.

“Fiquei sozinho, sem a dupla, mas recebendo um apoio muito grande dos meus companheiros, dos amigos, do [diretor do Amigos, Aloysio] Legey. Depois de cinco dias que o Leandro tinha morrido, ele me ligou: ‘Você não quer vir pra França? Vai ter um evento que a Rede Globo tá fazendo, seria muito bom se você viesse.’. ‘Ah, não sei se vou dar conta, não'”, contou Leonardo no DVD Amigos, anos depois.

A ideia do cantor era se reunir com sua família em novembro de 1998 para decidir se abandonaria os palcos. No mesmo dia da missa de sétimo dia, porém, Leonardo embarcou para Paris, na França, onde faria um show decisivo para a sua carreira.

“Conversei com minha mãe, meu pai, meus irmãos, e eles falaram: ‘Vai’. Então eu fui. Eu sabia que não ia dar conta de cantar nada. Mas o Legey tem grande parte no meu retorno à música. Foi um momento muito emocionante da minha vida, que nunca vou esquecer. Lá em Paris, o dia que fui cantar a música do Roberto [Carlos]…”

Amigos em Paris

No dia 1º de julho de 1998, como parte do projeto Brasil 500 da Globo, foi realizado o especial Coração Brasileiro, gravado no estádio Parc des Princes, em Paris

À época, ocorria a Copa do Mundo da França, e a torcida brasileira vinha embalada por uma goleada por 4 a 1 sobre a seleção do Chile nas oitavas de final do torneio, dias antes. Os Amigos fizeram então sua primeira apresentação sem a presença de Leandro.

de ‘Coração Brasileiro’ (1998) / Globo

“Há pouco mais de uma semana, nós perdemos um pai, um filho, um irmão, um grande amigo. E quando eu digo nós, não estou falando apenas de nós aqui no palco, estou falando de todos nós brasileiros”, introduziu Zezé Di Camargo.

Xororó prosseguiu: “O Leandro nos deu durante sua vida um exemplo de determinação, talento, humildade e profissionalismo”. “Ele mostrou nesses últimos dias o verdadeiro sentido da coragem, da dignidade e da fé”, complementou Chitãozinho.

Leonardo concluiu: “E essa fé, essa força, [é o] que nos mantêm cada vez mais unidos. E por isso estamos aqui hoje, pra fazer aquilo que o Leandro mais gostava de fazer: cantar. Vamos cantar pra ele hoje.”

Neste momento, Leonardo adentra o palco, sozinho, cantando o início de Um Sonhador:

Eu não sei pra onde vou

Pode até não dar em nada

Minha vida segue o sol

No horizonte dessa estrada…

Logo em seguida, Leonardo começa a cantar a música Força Estranha, de Roberto Carlos, com trechos como: “Por isso uma força me leva a cantar” e “Por isso é que eu canto, não posso parar”.

O cantor se emociona e não consegue completar um trecho da canção. De pronto, acaba sendo amparado pelos outros quatro sertanejos, que concluem a música juntos, ovacionados pela plateia.

O especial Coração Brasileiro foi exibido na TV em 2 de julho de 1998, dia seguinte à sua gravação e véspera da vitória brasileira por 3 a 2 sobre a Dinamarca. A seleção de Zagalo terminaria a Copa com o vice-campeonato.

O último Amigos 

Por volta das 21h40 do dia 31 de dezembro de 1998, logo após a novela Torre de Babel e precedendo o Show da Virada, ia ao ar a última edição do especial Amigos.

Imagens dos espetáculos dos anos anteriores eram exibidas enquanto uma voz em off lia um texto sobre o momento.

“31 de dezembro de 1998. Começamos agora a comemorar a chegada do novo ano. É hora de fazer um brinde ao futuro. Junto com nossos amigos, esse brinde é a nossa festa. No olhar de cada um deles, podemos ver um pouco das nossas vidas: os encontros, as dúvidas, as tristezas, a esperança.”

“Quem tem um amigo sabe que, em cada abraço, em cada aperto de mão, está a força para sonhar com um mundo melhor. Fazer amigos é saber dividir. É aceitar cada um do seu jeito e respeitar as suas creças. Amigos, que no ano novo, os homens possam viver em harmonia, para que a paz esteja cada vez mais perto de nós. A todos vocês um feliz 1999.”

O espetáculo foi gravado no Espaço Verde Chico Mendes, em São Caetano, mesmo local onde se deu o início da parceria, quatro anos antes.

Cerca de 60 mil pessoas estiveram presentes no local e assistiram ao show, que teve momentos em clima de emoção por conta de Leandro. Em uma das últimas músicas do show, o grupo Fat Family acompanhou os sertanejos cantando Ave Maria.

Amigos & amigos – 1999

Poucos meses após a exibição do último especial Amigos, a Globo tentou apostar novamente na música sertaneja com o Amigos & Amigos.

O programa contava com conversas, momentos de bastidores, além, é claro, de muita música. Havia algumas reportagens feitas pela atriz Lúcia Veríssimo, à época dividindo sua agenda com a gravação da novela Andando nas Nuvens.

“Será uma grande festa, mas com estrutura mais modesta do que a do especial”, explicava o diretor-geral do programa, Paulo Trevisan.

À época, a Globo brigava ponto a ponto por audiência com o Domingo Legal, comandado por Gugu Liberato no SBT. “Se o ibope oscila quando um desses artistas está no Gugu ou no Faustão, então agora estamos feitos”, dizia Aloysio Legey, diretor de núcleo.

Passaram pelo programa outros artistas conhecidos do público, como Padre Marcelo Rossi, Roberta Miranda e as duplas Rosa e Rosinha e Christian e Ralf.

O programa ficou no ar durante sete meses, exibido sempre aos domingos, por volta das 15 horas, mas não marcou tanta época como os especiais de fim de ano.

Os Amigos hoje em dia

Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano e Chitãozinho e Xororó seguem na ativa até os dias de hoje.

Zezé Di Camargo e Luciano chegaram a ter alguns desentendimentos e preocuparam os fãs com um possível fim da dupla no ano de 2011, mas se ajeitaram posteriormente.

Chitãozinho e Xororó falaram sobre os 48 anos de estrada que têm como uma dupla sertaneja recentemente, em entrevista ao Altas Horas.

“Hoje em dia a gente não fica muito tempo junto. A gente trabalha muito todo final de semana, mas se diverte separado, não vive o cotidiano. Aí não ia aguentar”, disse Chitãozinho.

O cantor foi complementado por Xororó: “Foi a maneira que a gente encontrou. Aprendemos com os anos que é assim que precisa ser, senão a gente fala de trabalho o tempo todo.”

Após a morte de Leandro, Leonardo seguiu em carreira solo. Ele também é conhecido por situações de simplicidade que compartilha com os fãs nas redes sociais, como na vez em que ofereceu um café para um trabalhador que fazia a limpeza no 27º andar de seu prédio e estava pendurado na janela, ou quando reencontrou amigos da época em que trabalhava em uma plantação de tomates em Goiás.

Em abril de 2018, um show realizado na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, foi comparado ao programa Amigos.

Na ocasião, Zezé Di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó e Leonardo, além do cantor Daniel e da dupla Bruno e Marrone, organizaram um festival chamado Eles Estão de Volta. Desta vez, porém, os artistas não subiram ao palco simultaneamente.

Grupo JC transmite cerimônia de posse de Bolsonaro

A cerimônia de posse do novo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), será transmitida pela internet nos canais oficiais do Grupo JC de Comunicação.

Para quem desejar assistir à solenidade, basta acessar aos sites www.youtube.com/jcrioclaro ou www.facebook.com/jcrioclaro.

A solenidade vai ser extensa e começa por volta das 14h, quando Bolsonaro e a primeira-dama Michelle deixam a Granja do Torto rumo à Esplanada dos Ministérios.

Doria toma posse em cerimônia na capital paulista

A cerimônia de posse do novo governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), e seu vice Rodrigo Garcia (DEM) ocorre na manhã desta terça-feira (1º) na capital paulista. A solenidade será mais curta do que nos anos anteriores.

A posse acontece em duas etapas diferentes. A primeira, a partir das 9h, na Assembleia Legislativa, onde serão recebidos pelo presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB). Já às 10h, o governador e o seu vice seguem até o Palácio dos Bandeirantes, onde participam da transmissão do cargo. A cerimônia será apenas para convidados e imprensa, fechada à população em geral.

No Palácio, os secretários do novo Governo Estadual também serão nomeados. A expectativa é de que toda a solenidade acabe até o horário do almoço, já que Doria viajará até Brasília, no Distrito Federal, para acompanhar a posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Os 94 novos deputados estaduais eleitos em 2018 somente tomam posse no mês de março, no dia 15. No mesmo dia também será a eleição da nova Mesa Diretora.

Jornal Cidade RC
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