Previsão do tempo para esta segunda-feira (16)
Confira como fica o clima em Rio Claro com informações do Ceapla, da Unesp.
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A corrida ao Poder Executivo já teve início entre os diretórios municipais. Isto porque termina já no próximo dia 4 de abril o prazo para que os candidatos estejam filiados aos partidos devidamente registrados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, as siglas terão o prazo para realizarem as convenções partidárias para escolherem os postulantes.
O Jornal Cidade apresenta neste domingo (15) a primeira pesquisa eleitoral deste ano de intenção de votos a prefeito(a) de Rio Claro nas eleições 2020. Mais uma vez em parceria com a Interativa Pesquisas, o levantamento apresenta quatro cenários, um espontâneo e três estimulados.
ESPONTÂNEA
O cenário espontâneo abordou a população e questionou: “Se as eleições para prefeito(a) fossem hoje, em quem o senhor(a) votaria?”. O índice de indecisos ainda é bastante grande no quadro, chegando a 52,33% dos entrevistados. A opção por não votar em nenhum candidato também encontra alto índice, a 30%.
O eleitorado que se identifica com algum político indica 13 nomes de pessoas em que o entrevistado poderia votar. Em primeiro lugar está a vereadora Maria do Carmo Guilherme (MDB), da oposição ao atual grupo da administração. Em seu quarto mandato na Câmara Municipal, a parlamentar já disputou algumas vezes como candidata a deputada estadual, no entanto nunca chegou a ter seu nome na eleição à Prefeitura. Neste quadro, ela aparece com folga à frente do ex-prefeito do seu partido, Du Altimari, que governou Rio Claro entre 2009 e 2016.
Em seguida vem o atual prefeito Juninho da Padaria. Em seu primeiro mandato, o prefeito já garante que é candidato à reeleição. O vereador Rogério Guedes, atualmente no PSB, mas que já anunciou ser pré-candidato a prefeito pelo PSDB, aparece em seguida na terceira colocação, à frente do advogado Gustavo Perissinotto (PSD), que ficou em segundo lugar na eleição a prefeito de 2016, perdendo para Juninho.
O vereador Paulo Guedes (PSDB), que já apareceu em destaque em pesquisas anteriores, não obteve o mesmo êxito desta vez. Sabe-se que há dúvidas sobre a sua possível candidatura, seja a prefeito ou a vereador, por conta da sua condenação no Tribunal de Justiça. Completam o quadro da pesquisa espontânea os nomes dos vereadores Irander Augusto e Luciano Bonsucesso, o ex-vereador Nivaldo Moura, o ex-deputado Aldo Demarchi, o pré-candidato a prefeito pelo PL e médico Dr. Grillo, o vereador José Pereira, o ex-prefeito Du Altimari e o médico Dr. Affonso Salati.
METODOLOGIA
De acordo com o diretor da Interativa Pesquisas, Alejandro Gonzalez, nas quatro pesquisas foram entrevistadas 601 pessoas, entre 7 e 10 de março em todas as regiões de Rio Claro. O levantamento estatístico é por amostragem estratificada, sendo que o conjunto da população moradora da cidade é tomado como universo da pesquisa. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos. As diferenças decimais da soma total ocorrem por arredondamento dos números. As pesquisas espontânea e estimuladas, publicadas na página ao lado, estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral sob o código SP-03482/2020.
Vereadora está à frente do índice do eleitorado indeciso e dos nomes da oposição
No primeiro cenário estimulado da pesquisa JC/Interativa, a vereadora Maria do Carmo Guilherme (MDB) também é destaque entre os entrevistados. O diretor da Interativa Pesquisas, Alejandro Gonzalez, observa que “a possível candidata apresenta características que dão segurança para a escolha da população na eleição à Prefeitura”, diz.
Ainda, a parlamentar também está à frente dos colegas da oposição Gustavo Perissinotto e Rogério Guedes. O atual prefeito Juninho da Padaria mostra desgaste, ficando no quarto lugar do quadro. Nunca testado antes, o Dr. Grillo ficou na quinta colocação, seguido de Olga Salomão e Nivaldo Moura.
Associados pelo sobrenome, Rogério está à frente de Paulo. Perissinotto tem vantagem sem Maria
O segundo cenário pesquisado mostra que Gustavo Perissinotto alcança índice um pouco melhor sem a adversária Maria do Carmo Guilherme. O advogado, que disputou a prefeito em 2016 ficando em segundo lugar, terá o desafio de angariar votos entre os indecisos, uma vez que este índice aumentou consideravelmente.
“Sem Maria do Carmo neste quadro, seus votos podem se transferir para Gustavo e Rogério, que também são candidatos da oposição. Mas a indecisão do eleitorado entrevistado também aumenta”, diz o diretor da Interativa Pesquisas, Alejandro Gonzalez.
Neste quadro, optou-se por colocar os nomes de Rogério Guedes e Paulo Guedes. Parentes eleitos por partidos diferentes, sempre se criou no eleitorado um dilema sobre a transferência de votos de um para outro por conta do sobrenome. A pesquisa mostra, porém, que o eleitor soube diferenciar um do outro. Rogério se lançou pré-candidato pelo PSDB, partido atual de Paulo, aumentando a disputa interna na sigla.
O Professor Luciano, do PSB [atual partido de Rogério], tem destaque aparecendo à frente de Paulo e do prefeito Juninho da Padaria, que ficou na quinta colocação. O ex-vereador Valdir Andreeta está em penúltimo, em seguida a pré-candidata do PSOL, Maria Aldenir.
Sem Rogério e Dr. Grillo, Maria do Carmo amplia votos. Juninho se mantém estável
O terceiro quadro retorna com o nome de Maria do Carmo Guilherme. A vereadora mostra força e possível transferência de votos de Rogério Guedes e Dr. Grillo, que não aparecem na listagem estimulada. Paulo Guedes não cresce, reforçando que o eleitor soube diferenciar o sobrenome da família de políticos.
O prefeito Juninho da Padaria, assim como nos outros quadros, se mostra estável e com eleitorado fiel, ainda que pequeno. O médico Dr. Affonso Salati, testado neste cenário, não tem o mesmo êxito do colega de profissão Dr. Grillo. Valdir Andreeta perde votos e Olga Salomão aparece em último.
“A oposição cresce com consistência e Maria do Carmo apresentou características de preferência do eleitor”, comenta Gonzalez. Na pesquisa os indecisos também têm índice menor, como no primeiro cenário.
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O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) anunciou neste domingo, 15, um novo corte de juros e participação em uma ação coordenada com outros bancos centrais para aumentar a liquidez do mercado, diante do risco de uma retração global por conta da pandemia do coronavírus. As taxas passaram de um intervalo entre 1% e 1,25% ao ano para zero a 0,25%. Foi a segunda redução no mês aprovada em reunião extraordinária. Em comunicado, o Fed afirmou que a crise vai “pesar na atividade econômica no curto prazo e representar riscos para as perspectivas econômicas”.
Além do corte de juros, o Fed anunciou a compra de até US$ 700 bilhões em títulos do Tesouro e lastreados em hipotecas e a redução a zero da taxa do compulsório bancário. No caso do compulsório, que vai valer a partir do dia 26, a medida abre uma porta para o aumento de empréstimos a empresas e famílias em dificuldades financeiras.
“O corte de juros pelo Fed me faz muito feliz e eu quero parabenizá-lo por essa decisão”, disse o presidente americano, Donald Trump. Segundo ele, os mercados devem ficar “entusiasmados” com a medida. Já o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que o coronavírus representa um “desafio econômico significativo” e admitiu que haverá fraca atividade produtiva por “um período de tempo”.
Em outra frente, o Fed se associou ao Banco Central Europeu (BCE), do Canadá, do Japão, da Suíça e da Inglaterra para a troca de linhas de crédito, com o objetivo de manter as operações de financiamento em dólar. Entre analistas, a iniciativa foi vista como uma resposta a críticas à falta de uma ação articulada dos principais bancos centrais do mundo para tentar atenuar o impacto do coronavírus, como foi feito na crise financeira de 2008.
Em reação inicial às medidas, os índices futuros de ações em Nova York estavam em queda de quase 5% até a conclusão desta edição. Já a bolsa de Tóquio tinha retração de 1,41%, após abrir em alta de 0,41%. “Vai ser importante para segurar a liquidez, mas não tem garantia de que os mercados acionários reajam de forma satisfatória neste momento”, disse o economista-chefe da Nova Futura, Pedro Paulo Silveira.
O diretor de economia em tempo real da Moody’s Analytics, Ryan Sweet, cobrou medidas fiscais para complementar o apoio à economia dos EUA. Para a Moody’s, o PIB americano deve recuar no segundo trimestre e acumular alta de 1,3% no ano.
Selic
A decisão do Fed deve aumentar, no Brasil, a pressão para que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) mantenha o ciclo de redução da taxa básica, a Selic. A decisão do órgão vai sair na quarta-feira. “Um fator complicador é a desvalorização forte do real. O BC vai precisar decidir se quer controlar o câmbio ou cortar juros. Não há como fazer as duas coisas ao mesmo tempo, a não ser com a queima de reservas internacionais, uma saída nada prudente neste momento”, disse o economista-chefe da Necton, André Perfeito.
De 50 analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast na sexta-feira, 41 esperam corte na Selic, hoje em 4,25% ao ano – já no seu menor patamar histórico. Destes, 21 preveem corte de 0,25 ponto porcentual e 20 falam em redução de até 0,5 ponto. Dos consultados, só nove se mantêm céticos sobre a disposição do Banco Central ou sobre a efetividade da mexida nos juros.
Quando cortou a Selic de 4,5% para 4,25%, no início de fevereiro, o Copom chegou a indicar que o ciclo de afrouxamento monetário – iniciado ainda em julho de 2019 – poderia ser encerrado. Mas, na leitura do mercado, essa postura mudou logo depois de o Fed anunciar o primeiro corte de juros.
“O BC deve, no mínimo, acompanhar o sentido da mudança nos juros no mundo”, disse Luiz Fernando Figueiredo, sócio da Mauá Capital e ex-diretor do BC, que defende corte de 0,5 ponto. “O Brasil tem espaço fiscal limitadíssimo (para estimular o PIB).”
Para Carlos Kawall, diretor do ASA Bank e ex-secretário do Tesouro, o “mais adequado” seria um corte de 0,75 ponto. “É um movimento que nos deixaria mais em linha com outros bancos centrais”, afirmou ele.
O Copom se reúne a cada 45 dias para definir a Selic, buscando o cumprimento da meta de inflação. Para 2020, a meta é de 4% (com tolerância entre 2,5% e 5,5%). Com a inflação sob controle, o maior receio é com relação à perspectiva para o PIB. A estimativa é de avanço de até 1,5%. O próprio Ministério da Economia alterou sua previsão, de 2,4% para 2,1%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Por Altamiro Silva Junior, Douglas Gavras, Ricardo Leopoldo, Thaís Barcellos, Cícero Cotrim e Karla Spotorno
Em um intervalo de apenas 24 horas, o Brasil registrou um crescimento de 65% no número de casos confirmados de infecção pelo coronavírus, com um total que passou de 121 para 200, de acordo com balanço divulgado na tarde deste domingo, 15, pelo Ministério da Saúde. A América Latina já soma ao menos 612 registros, e países como Argentina e Colômbia anunciaram fechamento de fronteiras.
No Brasil, São Paulo e Rio são os Estados onde há transmissão comunitária do vírus – ou seja, ele já circula nessas regiões. Eles têm 136 e 24 casos da doença, respectivamente, sem nenhuma morte. Distrito Federal (com 8 casos), Paraná (6), Rio Grande do Sul (6), Santa Catarina (6), Goiás (3), Minas Gerais (2), Espírito Santo (1), Rio Grande do Norte (1), Bahia (2), Pernambuco (2), Alagoas (1), Sergipe (1) e Amazonas (1) têm casos importados, de pessoas que contraíram a covid-19 em outras regiões.
Autoridades médicas estaduais ainda investigam 1.915 casos suspeitos da doença, segundo os dados do ministério. Desde janeiro, 1.470 suspeitas foram descartadas.
No restante do continente, há ao menos quatro mortes reportadas: uma no Equador, outra no Panamá e duas na Argentina, de doentes que contraíram a doença fora de seus países. Levantamento feito pelo Estado com base em agências internacionais contabilizou 612 casos ao todo. A Organização Mundial da Saúde (OMS), que faz atualização diária das ocorrências pelo mundo, contava 445 registros na região até domingo.
Restrições
Os países membros do Mercosul devem decidir nesta segunda-feira medidas conjuntas, em uma teleconferência. Segundo disse no domingo o presidente do Paraguai, Mario Abdo, em uma entrevista coletiva, o bloco deve estabelecer um fechamento parcial das fronteiras. A Argentina, entretanto, anunciou fechamento no domingo de suas fronteiras por 15 dias – as autorizações de entrada são para argentinos e estrangeiros que residem no país.
O presidente Alberto Fernández planeja aplicar uma quarentena de dez dias em todo o país. “Tudo o que podemos fazer para restringir as reuniões públicas – ir ao teatro, ir ao cinema – será bem-vindo. Estamos analisando a possibilidade de fazer um corte em algum momento, para que as pessoas possam ficar em casa e, assim, evitar a circulação do vírus”, disse Fernández, em entrevista à Radio 10, de Buenos Aires.
O presidente afirmou que a tentativa era evitar transmissão comunitária antes da chegada do inverno.
No fim de semana, a Colômbia também já havia determinado que apenas colombianos ou estrangeiros residentes no país poderiam cruzar a fronteira, e mesmo assim com obrigação de cumprir quarentena de 14 dias. A medida tem início a partir de hoje. No Peru e no Chile, os portos marítimos foram fechados para cruzeiros e haverá controle médico nos acessos terrestres. O Chile também determinou o fechamento das escolas por duas semanas, segundo comunicado do presidente Sebastián Piñera.
Paraguai
Na Ponte da Amizade, que liga Ciudad del Este e Foz do Iguaçu, agentes sanitários e militares do Paraguai têm equipamentos de medição de temperatura corporal para barrar brasileiros que cruzam a ponte com sintomas da doença. O país vizinho contabiliza nove casos confirmados
Na Venezuela, o presidente Nicolás Maduro anunciou que seis estados e a capital, Caracas, entrarão em “quarentena social coletiva” a partir de hoje. Neste período, os cidadãos devem permanecer em casa e o comércio será fechado.
Maduro disse em um pronunciamento de TV que “não há opção”, exceto a quarentena. “Ou nós vamos para a quarentena ou a pandemia pode brutal e tragicamente derrubar o país”.
Espalhamento de casos:
– 75 casos foram registrados no Chile. É o segundo país com mais número na região, atrás do Brasil.
– 45 registros ocorreram na Argentina, onde há duas mortes de pacientes vindos do exterior.
– 24 pessoas têm coronavírus na Colômbia, que decidiu fechar as fronteiras a partir desta segunda-feira.
– 43 casos estão no Panamá. É o maior número na América Central, embora o país tenha população de 4 milhões de pessoas.
– 6 registros são do Uruguai.
(Com agências internacionais)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A Liga Nacional de Basquete anunciou neste Domingo (15) que todos os jogos do NBB marcados para acontecer a partir desta segunda (16) estão suspensos em decorrência dos riscos de propagação do Coronavírus.
A LNB também convocou os times participantes Da competição para uma reunião de urgência a ser realizada nesta segunda (16), na qual devem ser definidas novas medidas.
Vale lembrar que, em um primeiro momento, a Liga havia definido que os jogos aconteceriam com portões fechados. Ao longo do fim de semana, atletas e representantes de diversos times se manifestaram contra a decisão e pediram a paralisação total do campeonato.
Com a nova decisão, a partida entre Rio Claro e Flamengo, que estava programada para quarta (18) sem a presença do torcedor, será adiada para nova data ainda não definida.
Pela 12ª rodada do Campeonato Paulista da Série A-2 o Rio Claro foi até o Estádio Canindé na capital enfrentar a Portuguesa Santista. De portões fechados por conta de medidas emergenciais em razão do avanço do coronavírus no Brasil e principalmente no Estado de São Paulo as duas equipes entraram em campo para um início de partida sem grandes criações e oportunidades para ambos os lados. O ritmo que deveria mudar a medida que os minutos passavam não mudou. Em campo faltou técnica e sobrou passes errados o que resultou em um primeiro tempo sem gols: Portuguesa 0 x 0 Rio Claro.
Na etapa complementar bastou o juiz apitar para o Rio Claro ir para ataque e no primeiro lance quase abrir o placar. No contra-ataque a Portuguesa fez que o Galo Azul deveria ter feito: o gol. A defesa rio-clarista não marcou, Luan sobrou livre e chutou para balançar a rede fazendo Portuguesa 1 x 0 Rio Claro.
O gol não mudou muito a configuração do jogo que seguiu mais em ritmo de treino e com um futebol bem abaixo do esperado. Quando Portuguesa ou Rio Claro conseguiam avançar no ataque, a finalização sempre vinha acompanhada de erros e nenhuma criatividade e técnica. Deste forma a partida seguiu até o apito final: Portuguesa 1 x 0 Rio Claro.
Uma família de moradores do Jardim São Paulo está em busca de seu cachorro, que escapou na tarde deste Sábado (14). O cão é um labrador e atende pelo nome de Tod.
“Meus sobrinhos, de 10 e 12 anos, estão desesperados, não param de chorar. Precisamos de ajuda para encontrar o Tod”, afirma uma integrante da família.
A família ainda afirmou que está oferecendo gratificação para quem encontrar o animal e devolvê-lo.
Informações sobre a localização do cachorro podem ser repassadas à família através dos números 99663-1477 (Sara) ou 99766-1817 (Neto).
FOLHAPRESS
Apesar de inicialmente ter pedido a seus apoiadores que não fossem aos atos pró-governo deste domingo (15) por causa da crise do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro estimulou os protestos, com postagens desde cedo nas redes sociais, e ainda participou das manifestações em Brasília.
Neste domingo, há manifestações em diferentes pontos do país com gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e com uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada por volta do meio-dia e seguiu para a Esplanada dos Ministérios, onde um grupo de apoiadores realiza o ato. O presidente não desceu do comboio presidencial e, de carro, passou a ser seguido por veículos com simpatizantes.
O comboio percorreu diferentes pontos de Brasília até entrar no Palácio do Planalto, de onde, do alto da rampa e sob os gritos de ‘mito’, o presidente acenou aos manifestantes por volta das 13h.
Sem máscara, o presidente desceu a rampa em seguida e passou a esticar o braço para tocar nos manifestantes, separados por uma grade. Havia algumas centenas de simpatizantes diante do Planalto. O presidente também manuseou o celular de alguns manifestantes para fazer selfies. “Isso não tem preço”, disse, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais.
Antes, no percurso com o comboio, motoristas simpatizantes, muitos com a bandeira do Brasil em seus veículos, cumprimentam o presidente e buzinam para saudá-lo. Bolsonaro manteve o vidro de seu carro fechado.
Na semana passada, Bolsonaro chegou a pedir para que as manifestações fossem adiadas, mas apoiadores seguiram insistido em promover os protestos e iniciaram um movimento nas redes sociais: #DesculpeJairMasEuVou.
O próprio presidente, na manhã deste domingo, passou a incentivar as manifestações em suas redes sociais. Ele postou imagens de atos a favor do governo, como Belém, Belo Horizonte, Salvador, Rio, Brasília, Volta Redonda, Parnaíba (PI) e Ribeirão Preto. A manifestação em São Paulo ocorre nesta tarde, na avenida Paulista.
Apesar de terem divulgado o adiamento das manifestações, os movimentos organizadores afirmavam não ter controle sobre as ruas e alegavam que fizeram sua parte. Desde o recuo, na noite de quinta (12), os grupos de direita estão sendo atacados e chamados de covardes nas redes sociais.
Em live nas redes sociais e em pronunciamento nesta quinta (12), Bolsonaro pediu a seus apoiadores que não comparecessem às manifestações de rua. Segundo ele, “uma das ideias é adiar, suspender”. “Daqui a um mês, dois meses, se faz. Foi dado um tremendo recado ao Parlamento”, disse.
Neste domingo, em Brasília, apoiadores do presidente seguiram em carreata em direção à Praça dos Três Poderes. A maioria acompanhou um trio elétrico.
Muitos usavam máscaras, não raro customizadas em verde e amarelo. Os manifestantes ocuparam as seis faixas da Esplanada no sentido do Congresso. Carregavam faixas com dizeres contra congressistas e ministros do Supremo.
Alguns cartazes faziam referência ao pedido do presidente Jair Bolsonaro, que, em pronunciamento, propôs aos apoiadores que não fossem às ruas. “Desculpe-nos, Jair, mas viemos”, resumia um cartaz.
Os organizadores também manifestaram ceticismo sobre os riscos da pandemia que tem mobilizado autoridades de saúde de vários países. “Esse coronavírus não vai pegar. Vamos nos alimentar bem!”, discursou uma mulher.
No Rio, milhares de manifestantes se reuniram na praia de Copacabana. Alguns dos manifestantes, em sua maioria vestindo camisetas verde ou amarelas, usavam máscaras simples brancas, e outros pintaram as suas com as cores da bandeira. Haviam também aqueles com uma máscara da Aliança pelo Brasil, com o número 38 e o símbolo do novo partido.
Dos carros de som emanavam falas contra o Congresso e em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça) e do presidente Bolsonaro. Gritos eram puxados com frases como “deixa o homem trabalhar” e “Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil”.
Faixas e cartazes traziam palavrões como “foda-se”, pedidos pelo voto impresso e “Maia na cadeia”.
O governador Wilson Witzel, que havia publicado decreto na sexta proibindo aglomerações no estado do Rio de Janeiro, foi um dos alvos dos manifestantes. Diante de um dos carros de som, pessoas pisaram sobre uma bandeira da campanha à eleição de Witzel enquanto, ao microfone, gritava-se palavras como traidor, vagabundo e careca safado.
O protesto estava previsto desde o fim de janeiro, mas mudou de pauta e foi insuflado após o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, ter chamado o Congresso de chantagista na disputa entre Executivo e Legislativo pelo controle do orçamento deste ano.
Na última quarta-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento aprovou dois projetos de lei enviados pelo governo que repartem com o Congresso cerca de R$ 15 bilhões dos R$ 30,8 bilhões. Os dois textos, agora, vão a plenário do Congresso, e a discussão continua.
Durante o Carnaval, Bolsonaro compartilhou em um grupo de aliados um vídeo que convocava a população a ir às ruas para defendê-lo. Na semana seguinte, em discurso, chamou a população a participar do ato, o que mais uma vez irritou as cúpulas do Congresso e do Supremo.
Além de apoiar o presidente, os organizadores da manifestação sempre carregaram bandeiras contra o Legislativo e o Judiciário e a favor das Forças Armadas.
Nas redes sociais, usuários compartilharam convocações com mensagens autoritárias, pedindo, por exemplo, intervenção militar.
Em viagem aos Estados Unidos, no início da semana, o presidente chegou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado poderiam colocar “um ponto final” nas manifestações se abrissem mão do controle de parte do Orçamento.
Nesta quinta, em declaração para esfriar os ânimos, Bolsonaro afirmou que “ninguém pode atacar o Parlamento, o Executivo e o Judiciário”. “Tem pessoas que não estão de acordo com a crise e acha que tem que acontecer, tudo bem. Mas as instituições, em si, têm que ser preservadas”.
Ao longos das duas últimas semanas, na tentativa de retomar apoio nas redes sociais, o presidente tentou criar novas polêmicas. Ele criticou a Rede Globo por reportagem do Fantástico sobre presidiárias transsexuais e colocou em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.
A leitura é uma das mais importantes ferramentas para a educação de nossas crianças e jovens, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis. Partindo desta premissa, o Shopping Rio Claro promove até 5 de abril a Feira Amigos do Livro, da Ciranda Cultural.
O acervo da feira é cuidadosamente selecionado, com destaque para os livros direcionados à primeira infância, com gêneros diversificados, como aventura, contos de fadas, dicionários, atividades, curiosidades, livros de banho, cartonados, pop-up, adesivos e muito mais. No segmento de livros juvenis e adultos, há para todos os gostos, literatura clássica, manuais, dicionários, livros de culinária, guias de viagem, livros de arte e best-sellers. Os preços são fixados em R$ 10,00, mas há títulos infantis a partir de R$ 7,00.
A estrutura conta com profissionais capacitados e espaço preparado para receber pessoas com deficiência física, idosos, gestantes e crianças de colo.
“A Feira Amigos do Livro da Ciranda Cultural é uma excelente oportunidade para renovar a biblioteca das casas dos nossos clientes devido à grande variedade de títulos infantis e adultos com qualidade e baixo custo e, desta forma, incentivar a leitura entre as crianças e os adultos”, destaca Gisele Alvares, supervisora de marketing do Shopping Rio Claro.
A luta por mais direitos e acessibilidade às pessoas com deficiência não é fácil, mas vem ganhando cada vez mais força. Em Rio Claro, algumas pessoas e entidades se empenham nesse tipo de trabalho para buscar melhores condições aos deficientes. Um ótimo exemplo de rio-clarenses que fazem parte de movimentos assim é a família de Carla Hoffmann, que é uma das representantes da ADABA, presidida por Fabiano de Lima, marido de Carla, e busca sempre conquistar mais espaço para as pessoas com deficiência.
Recentemente, em mais um passo da batalha por acessibilidade, Carla esteve reunida com algumas pessoas influentes no Brasil e que também lutam para melhorias no cotidiano dos deficientes. Uma destas pessoas foi a primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Carla esteve entre os representantes da ADABA (Associação Desportiva Adaptada Blue Angels) que estiveram em São Paulo participando do Cenário das Doenças Raras no Brasil, promovido pela Casa Hunter, com o objetivo de adquirir conhecimentos e multiplicá-los no município de Rio Claro e região.
O grupo teve o privilégio de entregar uma camiseta do Blue Angels (Power Soccer) para a primeira-dama Michelle Bolsonaro, para a esposa do ministro Sergio Moro, a Drª Rosângela Moro, e para o presidente da Casa Hunter, Antoine Daher.
Além do evento, a rio-clarense, junto de sua família, se encontrou com o músico Carlinhos Brown, que faz parte de um outro projeto nacional na luta por direitos. “Será lançado um livro em maio, chamado Amor Raro, no qual doze famílias de pessoas com deficiência estão dando entrevistas para personalidades famosas e contando suas histórias. Nós tivemos o prazer de conversar com o Carlinhos Brown, que foi uma pessoa muito humilde e nobre, dando atenção à fala de todos nós, mostrando que realmente busca melhorar a situação”.
Além de Carla, estiveram no encontro com Brown seu filho Daniel, que tem deficiência, seu outro filho Davi, seu marido, pais e sogros.
Para Carla, é muito importante que os famosos e pessoas com influência no país demonstrem interesse em buscar melhorias: “É bom que seja exaltada a deficiência, a luta, e que se mostre que em Rio Claro existe o movimento pela acessibilidade. Acredito que todos temos potencial, mas os deficientes precisam sempre convencer a todos que têm esse potencial, quebrando as barreiras impostas. Por isso, todo o apoio é fundamental”.
Competição
Outra conquista recente da ADABA é que cinco atletas do Blue Angels Power Soccer participaram do Campeonato Paulista da modalidade e conseguiram sete medalhas.
Levantamento da Prefeitura mostra que no último quadrimestre de 2019 a taxa de ausência de pacientes na rede municipal de saúde foi de 15%, ou seja, de cada 100 que fizeram agendamento, 15 não compareceram. Nesse período, em que foram feitos quase 170 mil atendimentos, houve mais de 25 mil faltas. Essas ausências, chamadas de absenteísmo, atrapalham o atendimento à população e por isso a Secretaria Municipal de Saúde reforça a orientação para que os usuários das unidades de saúde procurem não faltar.
“Estamos fazendo vários investimentos importantes no setor, pois a saúde é prioridade em nossa administração”, destaca o prefeito João Teixeira Junior, citando novos serviços, novas unidades de saúde, novos equipamentos e ampliação do quadro de servidores entre as medidas tomadas para melhorar o atendimento e oferecer acolhimento à população.
Aqueles que têm consultas e exames agendados e confirmados, mas que no dia e hora marcados não comparecem, acabam causando outros problemas aos serviços de saúde. “O excesso de falta às consultas marcadas nas unidades municipais de saúde pode acarretar o sobrecarregamento das unidades de emergência, pois pessoas que não realizam de forma adequada o tratamento de rotina acabam procurando o atendimento emergencial quando o quadro de saúde se agrava”, observa o secretário de Saúde, Maurício Monteiro.
O levantamento da Secretaria Municipal de Saúde mostra que no período analisado a maior taxa de absenteísmo foi verificada na área de saúde mental (Caps III, CEI e Caps AD), com 26% de faltas registradas. Foram 8.226 atendimentos e 2.156 ausências. No Centro de Habilitação Infantil a taxa foi de 24% (18.463 atendimentos e 4.453 faltas). No Centro de Referência em Saúde do Trabalhador Regional (Cerest), 19% de ausências, com 1.771 atendimentos e 331 faltas no quadrimestre passado.