Doria anuncia início da reabertura “consciente” do comércio a partir de 1º de Junho

Em entrevista coletiva nesta quarta (27) no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, o Governador João Doria apresentou a nova fase do “Plano São Paulo” contra o coronavírus, que inclui o que ele mesmo chamou de “retomada consciente” da economia.

“Estamos anunciando a retomada consciente a partir do dia 1º de Junho. Desta data, ainda teremos 15 dias de quarentena, porém com a a reabertura de maneira consciente de alguns serviços no Estado de São Paulo”, afirmou o Governador na abertura da coletiva desta quarta.

Após comentar as ações do Governo de SP nos primeiros meses de quarentena, reforçando que “todas as decisões foram tomadas com base na ciência e na saúde”, Doria explicou algumas das medidas que passam a valer a partir do início do próximo mês.

O anúncio da retomada não significa que o Estado determinou o fim do combate ao avanço da Covid-19. “Estaremos acompanhando dia-a-dia a
evolução do processo. Se tivermos que dar um passo atrás, não hesitaremos”, disse o governador.

Segundo Doria, a próxima fase do Plano São Paulo conta com cinco etapas, que devem ser seguidas para que mesmo com a retomada a preocupação com a saúde e com a vida das pessoas não seja deixada de lado.

A retomada será regionalizada, ou seja, deve variar de cidade para cidade dependendo do número de casos da doença, dos índices de ocupação de UTIs, do nível de isolamento social e de outros fatores.

Mais detalhes sobre o anúncio do Governo de SP feito nesta quarta serão publicados ao longo do dia em jornalcidade.net e na edição impressa do JC desta quinta (28).

Infraestrutura e obras públicas perdem mais espaço na construção, diz IBGE

NICOLA PAMPLONA- RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS)

Obras públicas e de infraestrutura continuaram perdendo relevância na indústria de construção no país em 2018, segundo pesquisa divulgada nesta quarta (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados mostram ainda que os trabalhadores do setor tiveram naquele ano os menores salários em uma década.
A perda de espaço de obras públicas e de infraestrutura em 2018 repete tendência que vem sendo observada desde 2014, quando a descoberta do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato paralisou diversas obras e o país entrou em um período de recessão que apertou os orçamentos dos governos.
De acordo com o IBGE, o valor de incorporações da indústria brasileira da construção, que somou R$ 278 bilhões em 2018, praticamente no mesmo patamar do ano anterior. O IBGE destaca que, apesar de um aumento de 1,3% no PIB naquele ano, a construção caiu 3,8%. O ritmo de queda, porém, foi menor do que o registrado no ano anterior, de 9,2%.
Os resultados da pesquisa divulgada nesta terça, diz o IBGE, “sugerem que o contexto da instabilidade econômica e institucional iniciado em 2015 não foi plenamente superado pela indústria da construção”, que ainda convivia em 2018 com adiamento de investimentos e cancelamento de projetos.
O cenário teve reflexo no emprego do setor, com queda de 1,7% no número de pessoas ocupadas e de 3,2% no valor de salários e outras remunerações pagas aos trabalhadores do setor. Com relação a 2009, diz o IBGE, o número de trabalhadores caiu 35,3% e os salários, 43,2%.
Em 2018, o salário médio pago ao trabalhador da indústria de construção foi de 2,3 salários mínimos, o menor valor em uma década e 0,3 salários mínimos menor que em 2017. A renda média da construção de edifícios (2,1 salários mínimos), que ganhou espaço, são menores do que os de obras de infraestrutura (2,8).
Segundo o IBGE, as obras de infraestrutura representaram 31,3% do valor total de incorporações, contra 32,2% no ano anterior e 46,5% em 2009. Já a participação da construção de edifícios foi de 45,5%, um pouco menor que os 45,8% do ano anterior. Em 2009, a fatia deste segmento era de 39,5%.
“A diminuição dos investimentos governamentais, bem como a paralisação ou desaceleração de programas de estímulo ao setor da construção, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), podem ter refletido a perda de dinamismo do setor e, sobretudo, da atividade de infraestrutura”, disse o IBGE.
A participação do setor público como contratante das obras caiu de 31,7% em 2017 para 30,7% em 2018. Em 2009, os projetos pagos por governos representavam 43,2% do valor total das obras. Mesmo em infraestrutura, a participação dos governos caiu para 50,4%, o que significa que metade das obras foram feitas pelo setor privado.
Com a derrocada dos grandes grupos construtores após a Lava Jato, a concentração dos negócios entre as oito maiores empresas do setor também vem caindo ano a ano. Em 2018, elas foram responsáveis por apenas 4,4% do valor total da construção, contra 6% no ano anterior e 12,4% em 2009.
Nas obras de infraestrutura, as oito maiores representaram 10,8% do mercado, contra 26,5% em 2009. Das oito maiores empresas da pesquisa, diz o IBGE, seis eram de infraestrutura, uma a menos do que em 2009.
Esse cenário se reflete também no porte das empresas. Em 2018, as construtoras que atuavam em obras de infraestrutura tinham em média 43 trabalhadores, quase metade dos 92 verificados em 2009. Na média, as construtoras brasileiras empregaram 15 pessoas em 2018, contra 33 dez anos antes.
A região sudeste concentra quase metade tanto do pessoal ocupado quanto do valor de incorporações da indústria de construção, mas essa participação vem caindo ao longo dos anos. A fatia no pessoal ocupado caiu de 50,5% para 48,2% e no valor de incorporações, de 54,5% para 49,2%.

Bonner fala sobre ataques e intimidações em entrevista

CRISTINA CAMARGO – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O jornalista William Bonner disse na madrugada desta quarta-feira (27), em entrevista ao programa Conversa com Bial, que a suspeita sobre a utilização indevida do CPF de seu filho Vinícius, 22, para pedir o auxílio emergencial de R$ 600 ao governo federal teve o objetivo de “encurralar” ele e a ex-mulher, a apresentadora Fátima Bernardes e, dessa forma, atingir a TV Globo.
A Globo informou nesta terça-feira (26) por meio de nota que Bonner tem sofrido uma campanha de intimidação.
O editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional contou que o filho é vítima de estelionato há três anos, desde que sofreu um acidente de carro. Um bombeiro teria divulgado a carteira de habilitação do jovem na internet e desde então a família precisa contar com a atuação de advogados para desfazer golpes.
A fraude mais recente foi a tentativa de vincular o nome do filho de Bonner e Fátima Bernardes a um pedido de auxílio emergencial. O jornalista foi informado que um jornal do Rio preparava reportagem sobre o assunto e, por meio de advogados, mostrou ao veículo as provas de que era um golpe e alertou a Caixa Federal para não fazer o pagamento. A reportagem não foi publicada.
Mesmo sem nada ter sido divulgado, segundo ele, o filho começou a receber insultos pelas redes sociais. Bonner então fez um desabafo em público e, a partir disso, afirma que começaram a acontecer “coisas estranhas”.
“Circularam vídeos que o acusavam de ter feito o pedido e recebido. E cobravam isso do pai e da mãe. De William e de Fátima. E dele”, disse durante a entrevista a Pedro Bial.
Para Bonner, o material estava pronto para ser divulgado nas redes sociais antes mesmo dele fazer o desabafo.
“Quem em meio a uma pandemia, com milhares de mortes, teria a ideia, do nada, de entrar no site do Ministério da Cidadania ou do Dataprev e verificar se o filho do William Bonner tentou se inscrever para receber os R$ 600?”, questionou. “Esse é o tempo que estamos vivendo hoje, mas vamos em frente”
Para Bial, ficou evidente o caráter doloso do que aconteceu.
Com a voz embargada, Bonner contou que a polarização política faz com que ele evite frequentar lugares públicos desde as eleições presidenciais de 2018. A tentativa é de evitar ataques e agressões verbais.
Um episódio ocorrido em uma padaria na Lagoa, região nobre do Rio, foi citado como marcante pelo jornalista.
Segundo ele, uma mulher embriagada às 10h disparou insultos contra ele a uma curta distância, o que provocou grande constrangimento no ambiente.
“Eu, no meu constrangimento, querendo me livrar de uma situação em que estava sendo insultado, me senti culpado por estar estragando o dia de outras pessoas”, lembrou.
A decisão de evitar viagens de avião foi tomada antes, em 2016, quando passou um ano indo de carro do Rio a São Paulo para visitar o pai doente nos finais de semana. A mesma situação foi vivida em 2018, quando quem estava doente era a mãe.
Ex-frequentador do Twitter, o jornalista disse ter visto a intolerância ganhar força nas redes sociais e depois extrapolar para as ruas.
“O que era diversão foi se transformando em campo de batalha”, afirmou. “A gente vai para as ruas e assiste essa mesma incivilidade. A cada eleição vai piorando”.
Hoje, além de ser mais recluso, ele evita as redes sociais, que utiliza apenas profissionalmente ou em episódios como o do golpe com o documento do filho.
O jornalista comentou também a insegurança vivida por jornalistas que cobriam diariamente a rotina do presidente Jair Bolsonaro em frente ao Palácio do Alvorada. Ele disse ter a sensação de que foi criada uma situação para dificultar o trabalho da imprensa.
A Folha de S.Paulo decidiu suspender a cobertura jornalística na porta do Palácio da Alvorada temporariamente até que o Palácio do Planalto garanta a segurança dos profissionais de imprensa. O Grupo Globo tomou a mesma decisão.
Ainda na entrevista, Bonner falou sobre a cobertura da pandemia do novo coronavírus como a mais dramática de sua carreira jornalística. Até mesmo o tom de sua narração mudou diante da tragédia.
“Estou me permitindo respirar. Estou respirando na minha necessidade de respirar”, disse.
Para o jornalista, a situação é avassaladora, o que inclui o perigo dos negacionistas que têm o poder da comunicação direta e divulgam fake news para enganar a população.
Sem citar nomes, Bonner definiu como “maldade humana” a atitude de uma pessoa que inventa informações como a de que um medicamento teria o poder de salvar pessoas.
“O que é isso, senão maldade?”

PF cumpre mandados de busca e apreensão em inquérito do Supremo contra fake news

FÁBIO FABRINI- BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (27) no chamado inquérito das fake news, que apura ofensas, ataques e ameaças contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
As ordens foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, e estão sendo executadas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.
A investigação corre em sigilo.
Como mostrou a Folha de S.Paulo, enquanto procuradores e juízes da primeira instância têm arquivado, nos estados, os desdobramentos do inquérito aberto pelo STF para apurar fake news e ameaças contra integrantes do tribunal, há em Brasília uma confluência entre Supremo, governo federal e Ministério Público que respalda o prosseguimento da investigação.
A AGU (Advocacia-Geral da União), que representa o governo Jair Bolsonaro, tem dado pareceres favoráveis à continuidade do inquérito, cuja constitucionalidade é questionada em ações no próprio Supremo e na Justiça Federal de primeiro grau em Brasília.
No entendimento da AGU, o ministro Moraes, que preside a investigação, não será o responsável por denunciar e julgar os suspeitos, o que assegura a separação entre as funções prevista na Constituição.
Moraes tem remetido braços da investigação às Procuradorias nos estados onde considera haver indícios de crimes. A ideia é que os procuradores locais avaliem as provas colhidas pelo STF e, se entenderem que houve crime, ofereçam denúncia.
Numa guinada em relação a Raquel Dodge -que buscou arquivar o inquérito em diversas ocasiões e entrou em atrito com o STF por causa disso-, o novo procurador-geral, Augusto Aras, afirmou que não há inconstitucionalidade na apuração, desde que suas conclusões sejam submetidas ao Ministério Público, único órgão capaz de propor ações penais.
No Supremo, com exceção do ministro Marco Aurélio, mesmo os críticos ao procedimento têm evitado comentá-lo, seja para não enfraquecer o tribunal perante o público, seja porque, como observam, desconhecem a gravidade do que a apuração ainda pode encontrar.
O motivo dos questionamentos sobre o inquérito é que, segundo seus críticos, há uma série de vícios de origem.
A investigação foi aberta em março pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, sem provocação de outro órgão -no jargão jurídico, foi instaurada de ofício.
Moraes foi escolhido relator por Toffoli sem que houvesse um sorteio entre todos os ministros. E o objeto da apuração é amplo demais, sem um fato criminoso bem definido, o que permite que várias situações sejam enquadradas no escopo da investigação, como tem ocorrido.

POLÊMICAS SOBRE O INQUÉRITO DO STF
ORIGEM
Em março de 2019, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, abriu inquérito para apurar fake news, ameaças e ofensas caluniosas, difamatórias e injuriosas a ministros da corte e seus familiares. Ele apontou como relator o ministro Alexandre de Moraes

COMO A PGR RECEBEU A MEDIDA
A então PGR, Raquel Dodge, disse que a investigação era inconstitucional, violou o devido processo legal e feriu o sistema acusatório, segundo o qual o órgão que julga não pode ser o mesmo que investiga.
O novo procurador-geral, Augusto Aras, que assumiu em setembro, afirmou não ver nulidade no inquérito e disse ser contra o arquivamento da apuração, como defendeu sua antecessora
Quais alguns dos pontos contestados Toffoli abriu o inquérito por ato de ofício, sem provocação de outro órgão, o que é incomum. Para os críticos, ele deveria ser encaminhado ao Ministério Público. Além disso, Moraes foi designado para presidir sem que houvesse sorteio ou consulta em plenário

O QUE PREVÊ A LEI
Pelo Código de Processo Penal, o arquivamento de um inquérito passa pela avaliação do juiz (artigo 28). No mesmo sentido, o regimento interno do STF dispõe que é atribuição do relator determinar a abertura ou o arquivamento de um inquérito quando a Procuradoria assim requerer (artigo 21)

PRÓXIMOS PASSOS
Uma ação da Rede questiona a investigação, e o caso deveria ser levado ao plenário do Supremo a pedido do relator, o ministro Edson Fachin. Mas o julgamento não tem prazo para ocorrer

DESDOBRAMENTOS
O STF tem desmembrado o inquérito, remetendo pedidos de investigações de casos concretos à Polícia Federal, em uma manobra para colocá-los dentro do rito processual normal e tentar fazer com que tenham prosseguimento em ações na Justiça
Galeria Relembre afirmações falsas de Bolsonaro Presidente errou em falas sobre meio ambiente, economia, políticas públicas e causa indígena https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1666583333816585-relembre-afirmacoes-falsas-de-bolsonaro *

Familiares e amigos dão o último adeus ao rio-clarense André Aires nesta quarta (27)

Será velado e sepultado nesta quarta-feira (27) o corpo do rio-clarense André Aires de 46 anos de idade.

André teve uma parada cardíaca hoje, terça-feira (26) quando seguia para uma consulta médica e não resistiu.

A notícia pegou a família e amigos de surpresa. Nas redes sociais homenagens e mensagens de pesar pela morte repentina e precoce foram publicadas durante todo o dia.

André era muito conhecido e querido na cidade de Rio Claro. Seja pelo trabalho na produção e venda de empadas como em outras atividades que tinha prazer em realizar como em um clube de tiro esportivo.

“Nós estamos consternados com a perda do André. Agradecemos o carinho e respeito de todos neste momento de dor pelo qual a nossa família está passando”, disse Aline Franchitto, cunhada de André.

Ele ainda deixa os pais Marilda e Ronald Aires e o irmão Gabriel Aires. O velório terá início nesta quarta (27) ao meio-dia e o sepultamento será às 15h no Cemitério Municipal São João Batista.

Araras tem 89 pessoas infectadas pela Covid-19

Ramon Rossi

Araras atingiu a marca de 89 casos positivos de Covid-19 nesta terça-feira (26), com 10 suspeitos e 455 testes negativados, de acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde. Além disso, há três mortes confirmadas.

De acordo com o levantamento da Vigilância Epidemiológica, a maior concentração de resultados positivos está entre pacientes de 50 a 59 anos. A segunda está entre pessoas de 40 a 49 anos, seguida por quem tem entre 30 e 39 anos.

O número de testes realizados para detectar o vírus Sars-Cov-2, causador da Covid-19, em Araras aumentou desde o final do mês passado, quando laboratórios particulares da cidade passaram a disponibilizar exames a pessoas que não fazem parte do protocolo definido pelo Ministério da Saúde, mas querem saber se tiveram contato com o novo coronavírus. Há pelo menos quatro estabelecimentos credenciados junto ao Instituto Adolfo Lutz para realizar as análises, que custam, em média, R$ 300 e são contratadas de forma particular pelos pacientes.

Segundo a determinação do Governo Federal, válida em todo país, a realização de exames pelo poder público e convênios médicos é obrigatória apenas para pacientes internados com sintomas suspeitos e profissionais que trabalham na área da saúde. Os exames particulares também entram nas estatísticas oficiais da Vigilância Epidemiológica de Araras.

Este mês, a Secretaria Municipal de Saúde recebeu também 3 mil testes rápidos vindos do Governo Federal, que são realizados segundo os critérios definidos pelo Ministério da Saúde. De acordo com o protocolo, eles são destinados apenas a profissionais das áreas da saúde e da segurança pública que apresentam sintomas suspeitos da Covid-19.

Prefeitura confirma 74 casos de Covid-19 em Rio Claro

Boletim divulgado nesta terça-feira (26) pela Secretaria de Saúde de Rio Claro confirma mais quatro casos de Covid-19 no município. Dois pacientes têm idade entre 21 e 40 anos e dois estão na faixa etária de 41 a 60 anos. Os quatro estão em isolamento domiciliar.

Com os novos casos, Rio Claro chega a 74 positivos, sendo que 31 foram apontados em testes rápidos. O boletim informa ainda que 16 pacientes, incluindo casos suspeitos, estão internados, sendo oito em UTI. O município tem dez mortes confirmadas em decorrência da Covid-19. 

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Associação divulga orientações para reabertura dos shoppings

A Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers divulgou um vídeo com orientações sobre as medidas preventivas contra a Covid-19 que estão sendo implantadas para a retomada das atividades nos centros de compras. Procurado pela reportagem, o gerente geral do Shopping Rio Claro, Everton Rondini, informa que “o shopping já está preparado para receber nossos convidados. “Todas as medidas de proteção já foram tomadas. Estamos aguardando a posição do Governo do Estado e da Prefeitura de Rio Claro quanto à data de início da flexibilização do comércio.”

Jornal Cidade RC
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