ÁUDIO: Boletim policial desta quarta-feira (12)
Informações direto do plantão policial com o repórter Gilson Santullo
Informações direto do plantão policial com o repórter Gilson Santullo
Informações do CEAPLA-UNESP Rio Claro
No último sábado (8), por volta das 23h, um desentendimento entre vizinhos resultou em ofensas, agressão e caso de polícia em Rio Claro. Conforme relata uma das vítimas, reconhecido pastor do município, o morador foi até a sua residência, localizada num condomínio, e começou a bater fortemente na porta principal do imóvel. Ao sair para verificar o que estava acontecendo, começou a ser ofendida verbalmente.
“Eu, meu filho e amigos dele, que são praticamente da família, estávamos fazendo um churrasco em casa, com total harmonia, respeito aos horários e sem importunação do sossego. Foi quando ouvi as batidas na porta, saí para verificar quem era e vi que era o vizinho. Então, indaguei dele sobre o que estava acontecendo frente àquela truculência. Logo, o agressor começou a me ofender, xingar minha família e amigos. Em nenhum momento ele se queixou de suposto barulho ou qualquer incômodo que pudesse justificar a atitude”, relembra o pastor.
Segundo consta, na discussão, o agressor teria começado a torcer e esmurrar o braço da vítima, que chamou pelo filho e logo os amigos foram prestar socorro. Mesmo assim, as agressões teriam continuado.
“Quebrei o braço e lesionei o pé esquerdo, e meu filho teve esmagamento de septo com suspeita de aprofundamento facial. Diante disso, tomaremos as medidas necessárias e pertinentes diante da lei”, conclui o pastor.
GOVERNO DO ESTADO DE SP
O número de mortes em acidentes caiu 16% entre janeiro e junho deste ano nas rodovias reguladas pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e administradas pelas 20 concessionárias que integram o Programa de Concessões Rodoviárias. Foram 472 ocorrências no primeiro semestre ante 563 registrados no mesmo período de 2019.
É o menor número registrado no período desde 2015, quando teve início a série histórica do Programa Respeito à Vida, do Governo de São Paulo. Em média, a movimentação de veículos nas rodovias concedidas caiu 20% em relação ao primeiro semestre de 2019. A redução no tráfego, reflexo do isolamento social devido à pandemia da COVID-19, somada às ações de prevenção de acidentes, que não foram interrompidas no período, contribuiu para a diminuição dos óbitos nas estradas.
“Ações de engenharia, educação e, principalmente, de fiscalização estão ocupando cada vez mais espaço em nossas rodovias, resultando na redução de acidentes com vítimas fatais”, avalia o diretor geral da Artesp, Milton Persoli. “Estamos percorrendo o caminho correto e seguiremos desta maneira, inclusive, na retomada pós pandemia, para que o trabalho preventivo possa ajudar a preservar vidas”, afirma.
Especificamente no período da quarentena dentro do semestre, que compreende de 24 de março a 30 de junho, foram contabilizadas 255 mortes em toda a extensão dos 10,8 mil quilômetros de malha rodoviária paulista sob concessão, 25% a menos que o mesmo período do ano passado, quando morreram 340 pessoas.
Fatalidades envolvendo pessoas com mais de 60 anos, público mais vulnerável à COVID-19, reduziram 44% após o isolamento social. Segundo o programa Respeito à Vida, a redução nesse grupo impactou o número geral de pedestres, pois, historicamente, uma em cada três vítimas de atropelamentos é idosa.
Programa de Redução de Acidentes
Nos contratos de concessão, é estabelecido que cada concessionária apresente à Artesp um Programa de Redução de Acidentes de Trânsito e Segurança Rodoviária – PRA, destinado a promover a melhoria no sistema viário, beneficiando condutores de motocicletas e veículos, de uma forma geral. A Agência estabelece diretrizes e metas, e acompanha de perto se elas estão sendo cumpridas. As medidas devem prever ações sobre a via, veículo e condutor, com intervenções na engenharia, em ações operacionais, educativas e de apoio à fiscalização.
Programa Respeito à Vida
Gerido pela Secretaria de Governo, o Programa Respeito à Vida tem como objetivo desenvolver ações com foco na redução de acidentes de trânsito. Juntamente com a sociedade civil, iniciativa privada, terceiro setor e, em parceria com municípios, promove intervenções preventivas educativas, de engenharia e fiscalização.
Mais oito secretarias estaduais atuam no programa: Logística e Transportes, Transportes Metropolitanos, Educação, Segurança Pública, Saúde, Desenvolvimento Regional, Desenvolvimento Econômico e Direitos da Pessoa com Deficiência. Além disso, a iniciativa é responsável pela gestão do Infosiga SP, sistema que publica mensalmente estatísticas sobre acidentes fatais de trânsito no Estado.
Uma confusão em uma borracharia no Bairro Santa Cruz, em Rio Claro, foi registrada no plantão policial nesta segunda (10). Um borracheiro teria sido preso no banheiro do estabelecimento por um outro funcionário do local, que o teria agredido com arma de choque após ter o carro danificado pelo borracheiro. Confira detalhes da ocorrência no áudio do repórter Gilson Santullo.
Rio Claro confirmou na terça-feira (11) duas mortes em decorrência da Covid-19, conforme boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde. As vítimas são um idoso e uma idosa que estavam hospitalizados, totalizando 94 óbitos provocados pela doença no município.
O total de casos positivos subiu em 61 e chega a 3.259. Dos novos casos, cinco pessoas estão hospitalizadas.
O número de internados é 77, incluindo casos suspeitos, sendo 34 em leitos públicos e 43 em leitos particulares. Deste total, 28 pessoas estão em tratamento em unidade de terapia intensiva (UTI), com 17 pacientes na rede pública e 11 na rede privada.
Os três óbitos que estavam em investigação tiveram resultado negativo para Covid-19. Rio Claro tem 2.525 pessoas recuperadas da doença.
A Vigilância Epidemiológica de Santa Gertrudes atualizou os números da Covid-19 nesta terça-feira.
Ao todo são 644 casos positivos, 11 pessoas internadas e 532 pessoas que já se recuperaram da doença.
O boletim também registra um novo óbito: uma mulher de 92 anos. Com isso, o município chegou ao total de 10 mortes pela doença.
No último sábado nossa cidade avançou para a Fase Amarela do Plano São Paulo, permitindo a reabertura de comércios não essenciais com algumas medidas de restrições.
É de extrema importância mantermos as medidas de prevenção e continuarmos atentos.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Sem os resultados de ensaios clínicos das fases 1, 2 e 3, a OMS (Organização Mundial da Saúde) não recomendará a vacina russa, afirmou nesta terça (11) Jarbas Barbosa da Silva Jr, diretor-assistente da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).
Segundo ele, a OMS ainda não recebeu do governo russo informações técnicas sobre a vacina que registrou e pretende começar a utilizar ainda neste mês. A organização está em contato com as autoridades russas para discutir procedimentos de pré-qualificação.
“Uma vacina só pode ser aplicada em qualquer lugar do mundo depois que realizar os ensaios clínicos das fases 1, 2 e 3 e comprovar sua segurança e sua eficácia”, disse o diretor.
Em acompanhamento feito pela OMS sobre as dezenas de vacinas atualmente em desenvolvimento, aparecem resultados apenas para a fase 1 do produto russo.
Segundo Barbosa da Silva, além de concluir os ensaios, eles precisam ser analisados pelas autoridades regulatórias dos países em que a vacina pretende ser comercializada.
O diretor da Opas afirmou que a OMS só pode pré-qualificar e recomendar qualquer produto e adquiri-lo por meio do fundo rotativo de vacinas depois de analisar todos os dados.
“Numa emergência de saúde pública há processos para uma uma avaliação mais rápida, mas apenas com a garantia de eficácia e segurança”, afirmou Barbosa da Silva.
Segundo ele, o anúncio do estado do Paraná de que fez acordo para produzir a vacina russa mostra uma intenção relevante, mas, na prática, só terá efeito depois que os ensaios clínicos foram analisados.
“O esforço de buscar aumentar a capacidade de produção para uma futura vacina é importante, mas qualquer vacina ou produtor tem que seguir essa metodologia, e além da segurança informar o grau de eficácia. Não existe vacina 100% eficaz para nada”, afirmou.
A prefeitura de Rio Claro notificou a empresa Rumo Logística Operadora Multinacional SA por perturbação de sossego. A infração foi registrada pela Guarda Civil Municipal na madrugada de terça-feira (11), por volta da meia-noite. Lavrado o registro de ocorrência, o caso foi encaminhado ao departamento de Desenvolvimento Urbano e Gestão Territorial (Desurb), vinculado à Secretaria Municipal de Governo, Desenvolvimento Econômico e Planejamento, que expediu a notificação à Rumo. A empresa tem 72 horas, a contar do registro, para apresentar relatório de justificativa a respeito do ocorrido.
“Voltamos a defender a importância do transporte ferroviário mas não podemos negligenciar o direito que a comunidade tem ao seu horário de repouso”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, que no final do mês passado assinou decreto proibindo buzina de trens durante a madrugada.
De acordo com o registro de ocorrência da Guarda Civil, equipe da GCM flagrou uma composição acionando buzina na altura da Rua 1 próximo ao cruzamento da Rumo, no Jardim Guanabara. Ao seguir, pelas proximidades do pontilhão da rodovia SP-127, o trem voltou a ter a buzina acionada. Os guardas civis foram até o escritório da Rumo onde notificaram representante da empresa.
Se não houver justificativa plausível para a perturbação de sossego, a empresa poderá ser multada. A multa é de mil unidades fiscais por ocorrência. Hoje cada unidade fiscal do município de Rio Claro vale R$ 3,5047. Ou seja, no caso de consumada a multa, o infrator pagará R$ 3.504,70.
O prefeito Juninho assinou o decreto regulamentando o uso de buzinas por trens em Rio Claro pelo fato de moradores de bairros próximos à estrada de ferro, especialmente na região sul de Rio Claro, estarem incomodados com o barulho da buzina de trens durante a madrugada. O documento proíbe que os maquinistas acionem o dispositivo no período das 22 horas até as 6 horas. Em casos excepcionais, o maquinista responsável pela composição ferroviária deverá elaborar relatório que justifique o uso da buzina.
O decreto assinado pelo prefeito Juninho regulamenta o uso da buzina por composições ferroviárias que trafegam no perímetro urbano do município, portanto, vale também para outras regiões, como o centro da cidade.
Em maio o prefeito e o vereador Irander Augusto assinaram ofício endereçado à empresa Rumo Logística solicitando avaliação da possibilidade de pôr fim ao acionamento de buzina dos trens no horário de descanso das pessoas, mas a empresa não tomou nenhuma medida. Irander e o presidente da Câmara, André Godoy, apresentaram projeto de lei na Câmara Municipal para tratar deste assunto.
Em entrevista à rádio Jovem Pan News de Rio Claro, o vereador Paulo Guedes (PSDB) afirma que não tem impedimentos judiciais que impeçam sua candidatura. Ao comentar a pesquisa JC/Statsol de intenção de votos a prefeito de Rio Claro, onde aparece em destaque, admite que pode entrar na disputa ao Executivo.
Moradores da Vila Paulista procuraram a reportagem do Jornal Cidade para reclamar da qualidade da água após uma manutenção feita pelo Departamento Autônomo de Água e Esgoto (DAAE) no bairro.
O caso aconteceu na noite de segunda-feira (10) quando ao abrirem as torneiras o líquido saiu com uma coloração escura e com um forte odor: “Toda vez que acontece uma intervenção na rua, logo depois constatamos o problema. Essas impurezas vão par a caixa d’água, estragam filtros que eram para durar seis meses e diante disso duram apenas dois. Pagamos caro pelo serviço e gostaríamos de um respaldo”, disse um morador que preferiu não se identificar.
Em nota o DAAE informou que houve uma manutenção na rede, realizada no final da tarde de segunda-feira (10), na Rua P-8, com a Avenida P-19. Para realizar o serviço, a equipe de manutenção do Daae precisou interromper temporariamente o abastecimento de água na região.
Em toda manutenção há a despressurização da rede e isso faz com que as incrustações que estão na parede da tubulação se soltem. Ao finalizar o reparo e retomar o abastecimento, a pressão da água acaba deslocando estas incrustações na rede.
Porém, a equipe do Daae sempre realiza descargas na rede, mas mesmo assim, pode haver casos pontuais de cor escura na água. A autarquia recebeu em sua Central de Atendimento, apenas uma reclamação de água escura e que atendeu de imediato, fazendo descarga no cavalete do reclamante.
Por isso, o Daae pede que, nestes casos ou em outras situações relacionadas a ligações de água, os munícipes liguem e notifiquem a situação, informando a data, hora e o endereço completo da ocorrência na Central de Atendimento do Daae, pela linha 0800-505-5200, que funciona 24 horas todos os dias e atende chamadas de telefones fixos e celulares.
Há outra situação que pode ocorrer por conta de reparos na rede. Como há um aumento temporário na pressão em alguns pontos da rede para restabelecer o abastecimento, pode ocasionar da água ficar com aspecto “esbranquiçado”. Neste caso, a água está com microbolhas oriundas da pressão. Tanto que ao colocar essa água em um recipiente, em segundos ela fica com seu aspecto normal e pode ser consumida normalmente.
“Peguei essa doença fazendo o que amo, cuidando dos meus pacientes com amor e dedicação. Faria tudo outra vez”.
A mensagem foi publicada pelo médico Lucas Pires Augusto, 32, às 18h51 do dia 27 de julho, pouco antes de ser encaminhado à UTI para tratar a infecção pelo novo coronavírus, em Maringá, norte do Paraná.
Lucas não tinha comorbidades, segundo a família, e morreu 12 dias depois, no último sábado (8), véspera do Dia dos Pais. Ele deixou a mulher, Camila, e dois filhos: Benjamin, 2, e Isabella, que recém havia completado dois meses de vida. Ele estava internado dede o dia 20 de julho, primeiro dia em sentiu sintomas da doença.
Durante sua residência em neurologia na USP de Ribeirão Preto, Lucas fez parte da equipe responsável pela cirurgia de separação das gêmeas siamesas, Maria Ysabelle e Maria Ysadora, que nasceram unidas pelas cabeças, em 2018.
Ele foi o segundo da equipe a morrer pela Covid-19. O primeiro foi o médico norte-americano James Goodrich, em março.
“Ele era uma pessoa fácil de trabalhar, de fácil trato. Como profissional, era excelente, era o melhor da geração dele, muito estudioso, muito habilidoso”, diz Hélio Machado, professor e médico que coordenou a cirurgia das gêmeas.
“Tenho ouvido muitas pessoas o chamando de herói. Ele é um herói, mas queríamos menos heróis caídos no Brasil”, disse à reportagem a irmã do médico, Gabriela Pires Augusto Pinto.”Isso aconteceria se as pessoas tivessem levando mais à sério a doença. A vida dele foi incrível, muito intensa, parecida que ele sabia que não teria muitos anos”, completou.
Lucas trabalhava na área de neurologia no Instituto de Saúde Bom Jesus, em Ivaiporã, cidade vizinha à Maringá. A irmã conta que o médico desconfiava ter sido contaminado com o novo coronavírus após ter contato com doentes. Ele ajudou a tratar pacientes que apresentavam sequelas neurológicas da contaminação.
“Ele era muito cuidadoso [com as medidas preventivas], tão cuidadoso que estava sempre falando da importância delas com todo mundo da família, desmentindo fake news, explicando por A mais B porque algumas coisas que falavam sobre a pandemia não eram verdades”, diz Gabriela.
Criado em Cataguases (MG), Lucas se formou em medicina pela UFPR (Universidade Federal do Paraná) em 2013. Prestou serviço militar voluntário entre 2014 e 2015, como oficial temporário, trabalhando como médico na Força Aérea Brasileira.
Colega dele na residência, o médico Pedro Chaves, 28, diz que os dois se tornaram amigos nos cinco anos de convivência em Ribeirão. Lucas a concluiu em fevereiro deste ano. Pedro diz que o amigo era sério, educado, discreto e segurava bem a rotina puxada de cirurgias que enfrentavam.
Membro de uma Igreja batista reformada, ele também era um homem de muita fé. Na publicação que viralizou nas redes, ele citou um trecho da Bíblia, de Romanos, capítulo 8, versículo 28 e escreveu: “Sei que meu Deus é soberano sobre todas as coisas”.
“Ele passou por uma morte lenta, dolorosa, isolada, mas não negou a fé em Deus, da última vez que conseguimos falar, ele pediu que cantássemos um salmo”, conta a irmã Gabriela.
No início do ano, Lucas recebeu a notícia de que fora aprovado para uma bolsa de estudos na Flórida, nos Estados Unidos, e ia realizar seu sonho de trabalhar no país. Os planos foram adiados justamente pelos impactos da pandemia.
“Lucas estava vivendo os preparativos de um grande sonho, resultado de anos de dedicação aos estudos e grande satisfação pessoal com sua família, principalmente com a chegada de sua filhinha”, diz o amigo Pedro.
Com o sonho adiado, Lucas resolveu aceitar uma proposta de emprego na área de neurologia em Ivaiporã. A escolha também se deu pela proximidade de Maringá, onde moram familiares da esposa do médico que poderiam auxiliar nos cuidados com a filha mais nova do casal.
Em uma nota publicada nas redes sociais, assinada por chefes de neurologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, o hospital lamentou a morte precoce do médico. “Infelizmente, o Dr. Lucas nos deixou precocemente, mais uma vítima da doença Covid-19 adquirida no nobre exercício da profissão”, diz o texto.
O Conselho de Medicina do Paraná (CRM-PR) também se manifestou por meio de nota, exaltando uma mensagem que uma colega de faculdade de Lucas, a médica Valéria Scavasine, deixou para os filhos dele.
“O pai de vocês foi para outra dimensão hoje, ficar mais pertinho de Deus. Ele deixa o plano terreno como um herói. Nunca se esqueçam disso: por amor à profissão, ele perdeu a própria vida cuidando de outras vidas”, escreveu a profissional.
A turma de medicina da qual Pires fez parte se reuniu para juntar fundos para o tratamento do colega.
“Hoje, nesse dia 8 de agosto de 2020, vocês ganham 88 padrinhos e madrinhas. Nossa turma da faculdade sempre foi polêmica, briguenta, mas, nesse momento de dor, uniu-se por uma causa”, contou a médica aos filhos do colega.
Lucas foi o oitavo médico a morrer no Paraná devido a Covid-19. Três deles estavam na linha de frente de enfrentamento da doença. “Ele deixou uma mensagem bonita, mas num cenário extremamente triste”, lamentou o secretário do CRM-PR, Luiz Ernesto Pujol.