Locomotivas norte-americanas serão rebocadas para RC e preservadas no IMF

Rio Claro receberá duas locomotivas norte-americanas que serão restauradas e preservadas na sede do IMF (Instituto Memória Ferroviária). A informação foi publicada nesta quinta-feira (10) pelo jornalista Marcelo Toledo da FolhaPress.

Seis antigas locomotivas elétricas que foram fabricadas entre as décadas de 40 e 50 deixarão a capital paulista, onde estão sem uso há mais de 20 anos, para integrarem o acervo de duas associações de preservação.

As máquinas, que desde 2008 estão abrigadas no depósito da Luz, em São Paulo, serão incorporadas à ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) e ao IMF (Instituto de Memória Ferroviária) a partir da próxima semana.

A definição do destino ocorreu após meses de negociações envolvendo ABPF, IMF, Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), concessionária MRS e Rumo e CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Três das locomotivas foram fabricadas pela General Electric nos EUA em 1946, enquanto outras três são de produção da English Electric, na Inglaterra.

As da GE foram usadas pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, uma das ferrovias que originaram a Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.), em 1971, e foram utilizadas até 1998.

Já as inglesas, produzidas entre 1949 e 1955, serviram inicialmente à antiga EFSJ (Estrada de Ferro Santos-Jundiaí) e permaneceram nos trilhos até 1996.
“O pátio [em Cruzeiro] está sendo preparado para receber essas locomotivas, que são bem mais pesadas do que o que a gente costuma ter aqui”, disse Bruno Crivelari Sanches, presidente da ABPF.

Três locomotivas devem chegar a Cruzeiro no dia 16, numa operação que será feita pela própria ferrovia e com aval e participação da MRS. Elas foram inspecionadas, lubrificadas e tiveram os sistemas limpos para que pudessem ser rebocadas por outras máquinas até o destino.

Serão transferidas a partir de sábado (12) duas inglesas e uma norte-americana. Elas deixarão a Luz e seguirão para o pátio de Manoel Feio, onde ficarão até segunda-feira (14), quando deixarão o local e irão até São José dos Campos. No dia seguinte, se deslocarão até Roseira e, no dia 16, chegarão a Cruzeiro.

Outra inglesa será levada posteriormente para a unidade da associação na própria capital, para preservação no pátio da Mooca, e as outras duas norte-americanas serão rebocadas para Rio Claro, para serem preservadas na sede do IMF.

“É histórico, não só por conseguir trazê-las para cá, mas também por viabilizar uma parceria envolvendo ABPF, MRS e CPTM”, afirmou Sanches.
Em Cruzeiro, os trens farão parte de um acervo com 10 locomotivas elétricas e 8 a vapor, além de 14 carros de passageiros. Do total, duas pequenas locomotivas usadas para serviços de manobra e no pátio estão operacionais. Há uma outra passando por restauro.

Fux toma posse hoje como presidente do Supremo Tribunal Federal

AGÊNCIA BRASIL

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), toma posse hoje (10) como presidente da Corte por um mandato de dois anos, durante o qual desempenhará o papel de chefe do Poder Judiciário. A ministra Rosa Weber assumirá a vice-presidência.blankblank

A solenidade de posse está marcada para as 16h, na sede do Supremo, em Brasília. Está previsto o comparecimento do presidente Jair Bolsonaro e dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), entre outras autoridades. O ato será transmitido ao vivo pela TV Justiça.

Devido à pandemia de covid-19, a cerimônia no plenário será restrita a poucos convidados. Apenas 50 cadeiras estarão disponíveis para utilização. Além de autoridades, poucos familiares de Fux e Weber devem estar presentes no local. Todos devem ter a temperatura aferida na entrada e o uso de máscaras será obrigatório.

Outras medidas de precaução foram tomadas, seguindo recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), de acordo com o STF. Divisórias de acrílico foram instaladas na bancada de ministros e na mesa de honra, de modo a criar células individuais, por exemplo.

Fux e Weber foram eleitos em junho pelos demais ministros do Supremo. A votação seguiu a tradição de eleger como presidente sempre o integrante mais antigo da Corte que ainda não tenha assumido o comando do tribunal.

Ao assumir a presidência, Fux deixa a Primeira Turma do Supremo. A vaga no colegiado, em que são julgadas ações penais contra parlamentares, por exemplo, será ocupada por Dias Toffoli, que encerra nesta quinta-feira (10) seu biênio como presidente do Supremo.

Perfil

Nascido em 1953 no Rio de Janeiro, Fux formou-se em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) em 1976. Dois anos depois, passou a atuar como promotor de Justiça. Em 1983, ele ingressou na magistratura ao passar em primeiro lugar no concurso para juiz estadual.

Fux atuou também como juiz eleitoral, antes de ser nomeado desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), em 1997. Tornou-se ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2001, por indicação do então presidente Fernando Henrique Cardoso.

le assumiu uma das 11 cadeiras no Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2011, após ser indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff na vaga deixada por Eros Grau, que se aposentara. 

Ao longo da carreira, sobretudo nos 10 anos em que esteve no STJ, Fux notabilizou-se pela especialização em direito civil, tendo coordenado o grupo de trabalho do Congresso que resultou na reforma do Código de Processo Civil (CPC), sancionada em 2015. Na área penal, em julgamentos da Lava Jato, Fux costuma votar mais alinhado às posições do Ministério Público.

Itirapina pede ajuda ao Estado e aguarda chegada de aviões para combater incêndio

O fogo que começou no domingo (6) na região do conhecido Porto do Horto Florestal, na beira da Represa do Broa, em Itirapina, está fora de controle.

De acordo com o prefeito de Itirapina a área devastada pelo incêndio é incalculável, já acarretando enormes prejuízos à fauna e a flora: “No momento o fogo é considerado incontrolável e, somente uma grande ação por meio de aviões que lançam água nas chamas poderá cessar tamanho incêndio. Pedimos ajuda do Governo do Estado e aguardamos a chegada das aeronaves”, disse Zé Maria Cândido, chefe do Executivo, que percorreu a área no início da tarde de hoje, quarta-feira (9).

Equipes da Prefeitura de Itirapina, através da Defesa Civil com máquinas, tratores agrícolas e caminhão-pipa estão no local desde domingo, juntamente com profissionais do Horto Florestal e, somente hoje chegaram dois caminhões auto-bomba dos bombeiros para auxiliar na operação.

Praticamente o combate ao incêndio está sendo individual por meio de abafadores e ferramentas, pois os locais são de difícil acesso dos maquinários.

Traficantes são presos pela Polícia Civil no Parque São Jorge, em Rio Claro

Nesta quarta (9) investigadores da D.I.S.E (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), da Polícia Civil de Rio Claro, monitoravam um conhecido ponto de venda de drogas no bairro Parque São Jorge quando avistaram um indivíduo na ação de tráfico de entorpecentes.

O vendedor atendia a veículos e pedestres e, posteriormente, saía em direção a um terreno onde buscava a droga para o cliente. Após algumas vendas o dinheiro pago pelos compradores era entregue a um outro traficante que guardava o montante.

Foi efetuada a abordagem dos traficantes e ambos tentaram empreender fuga, mas acabaram detidos pelos policiais.

Durante a fuga um dos indivíduos tentou arremessar o dinheiro que estava em sua posse pelo caminho. Com o outro traficante foram encontrados três microtubos de cocaína. No terreno onde os criminosos buscavam as drogas foram encontrados cinco kits com 155 microtubos de cocaína idênticos aos localizados com o outro indivíduo.

Em razão disso, os traficantes foram conduzidos para a delegacia.

Por gerações, JC e leitores mantêm parceria

Para fazer o Jornal Cidade diariamente, a participação de nossos leitores, internautas e parceiros é muito importante. Com colunas como “Palavra é Sua”, “Opinião Pública” e “Click do Dia”, abrimos espaço para que a população rio-clarense tenha voz através das páginas do JC.

Além destas oportunidades, muitas das pautas produzidas pela equipe de redação do jornal têm como base os anseios e sugestões dos leitores, que nos enviam fotos, queixas, denúncias e outras informações que contribuem para o crescimento do Jornal Cidade.

Através das redes sociais, como Facebook e Instagram, dos nossos telefones, ou até mesmo do contato presencial, nossa equipe recebe todos os dias diversos contatos dos leitores, que sempre têm abertura para participarem das nossas edições.

Online

Pelos canais de internet do JC, a participação da população tem se tornado cada vez maior e mais importante. Com frequência, as redes sociais do Jornal Cidade propõem campanhas, enquetes e discussões que contam sempre com as opiniões e comentários dos internautas.

Participe

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A máquina de escrever e a vontade de ajudar RC

Assíduo participante da “Palavra é Sua”, Luís Colicchio acredita na força do jornal para a melhora da cidade

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Aos 81 anos de idade, Luís Colicchio é o único leitor do Jornal Cidade que ainda utiliza a máquina de escrever em suas participações nas páginas do JC.

Quase semanalmente, o Sr. Colicchio entrega no balcão do JC pequenos artigos para serem publicados na coluna A Palavra é Sua. Com temas variados, dentre eles impostos, previdência, o aeroporto regional e outros assuntos relativos ao município, todos os artigos de Luís Colicchio são datilografados em sua máquina de escrever.

“Não tenho computador em casa, para escrever pelo celular dá trabalho. Então, como me dou bem com a máquina de escrever, faço nela mesmo”, comenta o leitor.

Colicchio escreve para o Jornal Cidade há cerca de dez anos e diz enxergar a oportunidade de participar do JC como uma importante ferramenta: “A função do jornal é comunicar e estimular o desenvolvimento do município. A população precisa participar disso. A voz do povo é a voz de Deus. A participação é importante para despertar no Poder Executivo a necessidade de tomar as providências para melhorar a cidade”.

Segundo Luís Colicchio, suas participações no JC visam contribuir para a melhora de Rio Claro: “Visa principalmente a desoneração da população e desenvolvimento positivo do município. O Jornal Cidade tem uma força muito grande, os artigos surgem das próprias matérias do jornal. Publicá-los é uma forma de lutar por uma vida mais justa com a população”.

Redes Sociais aproximam ainda mais leitores e JC

Leide Helena é um exemplo dos muitos leitores que se aproximaram do JC e viram um espaço para se expressar

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A internet e as redes sociais são fortes aliadas na parceria entre o Jornal Cidade e seus leitores. Através dos canais digitais, o contato da equipe do JC com o público é mais fácil e direto, dando a oportunidade para que cada vez mais pessoas tenham espaço para se expressar.

Leide Helena é um exemplo dentro deste quesito. Participante assídua do JC através da internet, a leitora destaca a importância desta possibilidade: “Muitas vezes as pessoas querem falar, mas não têm meios de serem ouvidas. Então, quando o Jornal Cidade abre esse espaço pra gente, é muito bom, porque a gente pode falar, explorar as nossas ideias, criticar, ajudar, enfim. A gente tem uma liberdade ali e o jornal abre espaço para ouvir a todos, o que é de extrema importância, já que a população precisa ser ouvida”.

Com a ferramenta da internet, Leide vê a oportunidade de mais pessoas participarem e acredita que isso pode ser mais explorado pelos leitores.

“Ainda falta conscientização das pessoas em participar, porque é importante a participação popular. Eu acho que o cidadão tem que ser pensante, tem que questionar, tem que expor suas ideias, e o JC dá espaço para isso”, comenta a leitora.

Usando as redes sociais do JC, Leide Helena acumula diversas participações nas colunas “Palavra é Sua” e “Opinião Pública”, além de contribuir sempre para o crescimento do jornal com seus comentários nas publicações feitas pelo JC nos meios digitais.

Rio Claro tem 119 óbitos por coronavírus e 4.389 casos confirmados

Em Rio Claro, um homem e uma mulher que estavam hospitalizados faleceram por conta do novo coronavírus, conforme boletim divulgado na quarta-feira (9) pela Secretaria Municipal de Saúde. Agora, o município totaliza 119 mortes provocadas pela Covid-19. O total de casos é 4.389, com 50 confirmações nas últimas 24 horas.

O município tem 39 pessoas hospitalizadas por coronavírus, incluindo casos suspeitos, sendo 25 no Sistema Único de Saúde e 14 na rede particular. Deste total, há 12 pessoas sendo atendidas em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com oito pacientes no SUS e quatro em leitos particulares. 

Até o momento, em Rio Claro, 3.967 pessoas se recuperaram da Covid-19.

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Brasil não teve relato de efeitos adversos graves em voluntários em testes com vacina de Oxford, diz Anvisa

NATÁLIA CANCIAN – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

Testes conduzidos no Brasil com a vacina em desenvolvimento pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca contra a Covid-19 não tiveram até o momento relato de eventos adversos graves em voluntários, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A informação, divulgada pela agência nesta quarta (9), ocorre um dia após a AstraZeneca anunciar uma suspensão temporária nos testes com a vacina devido à suspeita de uma reação adversa grave em um participante no Reino Unido.

Em nota, a Anvisa diz ter recebido o comunicado da AstraZeneca sobre a suspensão temporária dos testes da vacina e que está acompanhando o caso.

A decisão foi tomada pela empresa até que o evento observado seja investigado. Ainda não há confirmação de que o caso tem relação com a vacina, o que deve ser avaliado.

Ainda em nota, a Anvisa informa que está em contato com o laboratório “para o acesso à totalidade das informações e interlocução com outras autoridades de medicamentos no mundo”.

O objetivo é verificar se o efeito inesperado tem relação com a vacina aplicada. A investigação ocorre por meio de um comitê independente de segurança, composto por pesquisadores internacionais não vinculados ao estudo.

“Este tipo de procedimento está previsto no desenvolvimento de vacinas, uma vez que esses estudos têm justamente o objetivo de confirmar a segurança e a eficácia das vacinas”, completa a Anvisa.

“No Brasil, não há relato de eventos adversos graves em voluntários”, reforça a agência.

O aval para realização dos testes da vacina de Oxford no Brasil foi dado pela agência em junho deste ano. No mundo, os testes envolvem cerca de 18 mil voluntários.

A notícia da suspensão temporária dos testes foi divulgada inicialmente pelo Stat, site especializado em saúde e tecnologia.

O comunicado enviado pela AstraZeneca à Stat, no entanto, não deixa claro em qual braço do estudo ocorreu o evento, se no que recebeu a vacina ou no que recebeu placebo. A farmacêutica também não informou qual foi o evento adverso observado.

Segundo o jornal The New York Times, o problema foi detectado em um voluntário no Reino Unido. Ele teve um diagnóstico de mielite, síndrome inflamatória da espinha dorsal, muitas vezes causada por infecções virais.

Ainda não é possível precisar, porém, se a síndrome foi causada pela vacina.

Especialistas têm dito que a paralisação nos estudos faz parte de um protocolo de segurança.

Fontes que acompanham o processo para possível transferência de tecnologia e produção da vacina no Brasil, por meio da Fiocruz, também tratam a informação com cautela.

A avaliação é que, em estudos clínicos bem conduzidos, não é raro ter situações como essa, mas que os dados também não podem ser minimizados.

O governo havia aberto um crédito orçamentário de R$ 1,9 bilhão para que a Fiocruz pudesse receber as primeiras doses e participar da produção da vacina.

O acordo, em fase final de negociação, prevê a oferta de 100,4 milhões de doses da vacina. Destas, 30,4 milhões estariam disponíveis até janeiro, e o restante nos meses seguintes.

Em nota divulgada nesta terça (8), a Fiocruz disse que vai acompanhar os resultados das investigações sobre possível associação de efeito registrado com a vacina para se pronunciar oficialmente.

Arquivo Público preserva memória histórica do JC

Ao longo desses 86 anos de história, a memória do Jornal Cidade vem sendo preservada literalmente através das suas páginas que estão disponíveis no acervo do Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro “Oscar de Arruda Penteado”. Inaugurado dia 9 de setembro de 1934, a edição do dia 12 daquele mês, a terceira do JC, é a mais antiga que está acondicionada na autarquia.

Aquela edição, publicada numa quarta-feira, teve como manchete um tema bastante próximo dos dias atuais: as eleições. “Mais de meio milhão de eleitores podem votar no pleito de 14 de outubro em São Paulo”, informara o Jornal Cidade na terceira década do início do século passado. O jornal também destacou sobre assalto à então Capela de Nossa Senhora da Saúde, crônicas, proclamas de casamento, programação da Rádio Clube Rio Claro e filmes nos cinemas.

Um longo editorial também relatou a viagem do então prefeito Celso do Valle à capital paulista, onde ocorreram tratativas diversas. Entre elas, sobre o funcionamento da então Escola Profissional Feminina, o calçamento do Jardim Público e do Largo de Santa Cruz. Ainda, o então chefe do Poder Executivo buscou melhorias para o projeto do abastecimento de água à população, que àquela época era bastante deficiente.

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ACERVO

De acordo com Consuelo Perinotto, do setor de difusão do acervo do Arquivo Público, considerando o tipo da qualidade do papel no qual os jornais são impressos, é preciso acondicioná-los em caixas de polipropileno de tamanho ajustado nas dimensões do jornal de maneira que as folhas não fiquem dobradas, uma vez que, a longo prazo, as cerdas craquelam e as folhas se partem.

“O ideal é que as caixas sejam dispostas na horizontal, em ambiente com iluminação, temperatura e umidade controladas. E que seja realizado trabalho de digitalização, o que permite a preservação das informações e a conservação do suporte original”, explica. Em 2019, o Arquivo melhorou as condições de acondicionamento de documentos, para maior conservação do acervo. Caixas de polipropileno substituíram as de papelão onde estavam guardados os jornais antigos e o rol de impostos arquivados pela autarquia, materiais bastante consultados pela população.

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HISTÓRIA

Para o historiador do Arquivo Público, Amilson Henriques, a leitura dos jornais do passado de Rio Claro e que fazem parte da hemeroteca da instituição pode e deve servir para aguçar, estimular ou proporcionar visões e possibilidades que as fontes históricas do acervo podem levantar e trazer ao público em geral.

“Por meio das páginas dos jornais, descobrimos as direções políticas da cidade, o ambiente vivido, os adversários, as causas defendidas e debatidas. Ali também estão presentes as mensagens institucionais e de promoção das mais diversas causas sociais, onde divulgavam festas populares, encontros políticos e profissionais, eventos, esporte, cultura, lazer, colunas sociais e necessidades específicas como doação de agasalhos e dinheiro para entidades filantrópicas e causas assistenciais”, comenta.

Henriques também destaca que uma característica muito marcante que pode ser constatada em edições antigas são as propagandas em diversos formatos e clientes. “A análise das peças publicitárias pode fornecer evidências das mudanças no espaço organizado e construído na cidade capazes de configurar as relações sociais e explicar as condições de vida e etapas da evolução da cidade”, completa o historiador.

Para conferir o trabalho do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro acesse www.aphrioclaro.sp.gov.br

Araras confirma mais dois óbitos e chega a 57 mortes em decorrência da covid-19

Ramon Rossi

A Vigilância Epidemiológica de Araras confirmou mais duas mortes em decorrência da covid-19. Com isso, a cidade chega a 57 óbitos relacionados à doença, registrados desde o início da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), em março deste ano. Os dois pacientes – um homem e uma mulher – estavam internados e faleceram na última terça-feira (8).

Segundo o último balanço epidemiológico, Araras registra 2.611 casos confirmados da doença provocada pelo vírus. Entre os ararenses que testaram positivo, há 15 internados atualmente – cinco deles na UTI e 10 na enfermaria covid, somando dados da Santa Casa de Misericórdia e do Hospital Unimed. Há ainda outras sete pessoas internadas nos hospitais aguardando resultados de exames para diagnóstico do caso – duas delas na UTI.

O novo coronavírus tem transmissão comunitária em Araras desde abril, ou seja, não é mais possível determinar como aconteceu o contágio dos pacientes.

Jornal Cidade RC
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