Disponível desde agosto de 2020 para funcionários e colaboradores do Detran.SP, o programa SP Sem Papel agora foi estendido também para os CFCs (Centros de Formação de Condutores) credenciados pelo órgão estadual de trânsito no Estado de São Paulo. Com um sistema digital eficiente e inovador, a iniciativa já está em fase de implementação também para médicos e psicólogos.
Para os CFCs, o SP Sem Papel permite fazer de forma totalmente online diversos serviços, como: autorização para provas de 1º habilitação; autorização para reciclagem EAD; inclusão de instrutores/diretores de ensino; mudança de endereço; novo credenciamento, entre outras opções.
Já os médicos e psicólogos vão receber através do e-mail uma senha de acesso para utilizar a plataforma. Lá poderão tramitar toda documentação para os serviços que solicitam no setor de credenciamento, como por exemplo: mudança de endereço, alteração na grade da sua agenda de atendimento, renovação do credenciamento, entre outros. Com a comodidade adicional de não precisar ir ao posto Poupatempo para entregar esses documentos.
“A plataforma possibilita aos credenciados a produção e encaminhamento dos documentos a qualquer hora do dia e de forma imediata, gerando economia, sustentabilidade e segurança”, explica Ernesto Mascellani Neto, diretor presidente do Detran.SP.
Considerado um marco na história da administração pública em São Paulo, o programa tornou o trâmite de documentos mais ágil entre os órgãos e autarquias, contribuindo com a eficiência do setor público e do atendimento ao cidadão. Além de digitalizar novos processos, a plataforma também possibilita realizar a conversão daqueles que foram iniciados por meio físico, com a utilização do papel, para o formato eletrônico.
“A conversão de processos físicos para o formato digital, além de acelerar a redução do uso de papel, facilitará ainda a tramitação de documentos, em especial neste momento de pandemia e distanciamento social”, destaca Neto.
Capacitação para funcionários, colaboradores e credenciados.
Criado em julho de 2019 pela Prodesp para melhor aproveitamento das novas tecnologias, o SP Sem Papel conta com serviços de capacitação dos colaboradores, que podem realizar cursos e treinamentos online. Para conhecer os cursos e treinamentos disponíveis, o interessado deve acessar a plataforma pelo link (https://treinamentos.spsempapel.sp.gov.br/acesso/) e se cadastrar.
AGÊNCIA BRASIL – Será lançado no início da madrugada deste domingo (28) o foguete que levará, consigo, o Amazonia 1 – o primeiro satélite de observação da Terra totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. O lançamento, previsto para ocorrer à 1h54 (horário de Brasília), será transmitido ao vivo pela Agência Brasil e pela TV Brasil.
O Amazonia 1 será colocado em órbita pela missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO). Com seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas, o satélite integra a Missão Amazonia 1, que tem, por objetivo, fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica, além de monitorar a agricultura no país.
“O satélite Amazonia 1, que é de sensoriamento remoto óptico, vai dar autonomia ao Brasil para melhor monitorar seus diversos biomas, seus mares e todos os alvos de interesses que temos, porque é um satélite que estará sob domínio completo do Brasil”, explica o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, que acompanha comitiva na Índia. “O momento de um lançamento como esse é o coroamento de esforços que duram muitos anos, às vezes dezenas de anos. Para alguns profissionais, é o desafio da carreira. O Amazonia 1 coroa esse esforço do Brasil que vem lá de 1979, 1980, com a Missão Espacial Brasileira, de o país ser capaz de desenvolver o satélite próprio de sensoriamento remoto óptico”, disse Carlos Moura.
O satélite 100% brasileiro ainda no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, antes de embarcar para a Índia . – INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
O Amazonia 1 vai gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Sob demanda, poderá fornecer dados de um ponto específico em 2 dias – o que, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ajudará na fiscalização de áreas que estejam sendo desmatadas, bem como na captura de imagens onde haja maior ocorrência de nuvens. De acordo com o instituto, o novo satélite possibilitará também o monitoramento da região costeira, de reservatórios de água e de florestas (naturais e cultivadas). Há, ainda, a possibilidade de uso para observações de possíveis desastres ambientais.
Olhar para dentro
“Estamos vivendo um momento astronômico com algumas missões que buscam olhar para universo profundo, a procura de novos planetas, novos mundos. O Amazonia 1 busca olhar para dentro, para o planeta Terra, e em especial para a Amazônia”, explica o presidente da Agência Espacial Brasileira.
Segundo ele, tanto as missões que miram o ambiente terrestre como as que miram outros corpos celestes são de grande importância. “Os sistemas espaciais – os satélites que observam a Terra a partir de um ponto de vista privilegiado – nos permitem conhecer melhor os nossos oceanos, os nossos biomas, a nossa atmosfera, compreender melhor esse conjunto de fatores que fazem com que este planeta, até onde se saiba, seja o que contém as melhores condições de vida na forma como nós a conhecemos”, disse. “[Também é importante] se projetar para outros corpos celestes, tentando entender melhor como eles evoluíram e o que acontece com eles. Existem missões que procuram entender como ocorreu a evolução de outros corpos, se houve vida ou não, se eles têm componentes materiais que podem ser úteis para humanidade ou não”, acrescentou.
Missão Amazonia e Plataforma Multimissão
A Missão Amazonia pretende lançar, em data a ser definida, mais dois satélites de sensoriamento remoto: o Amazonia 1B e o Amazonia 2. “Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um módulo de serviço – que é a Plataforma Multimissão (PMM) – e um módulo de carga útil, que abriga câmeras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens”, detalha o Inpe.
Além de ajudar no monitoramento do meio ambiente, a missão ajudará na validação da Plataforma Multimissão como base modular para diversos tipos de satélites. Essa plataforma representa, segundo o Inpe, “um conceito moderno de arquitetura de satélites, que tem o propósito de reunir em uma única plataforma todos os equipamentos que desempenham funções necessárias à sobrevivência de um satélite, independentemente do tipo de órbita.”
Entre as funções executadas pela plataforma estão as de geração de energia, controle térmico, gerenciamento de dados e telecomunicação de serviço – o que possibilitará a adaptação a diferentes cargas úteis, além de reduzir custos e prazos no desenvolvimento de novas missões.
“Essa competência global em engenharia de sistemas e em gerenciamento de projetos coloca o país em um novo patamar científico e tecnológico para missões espaciais. A partir do lançamento do satélite Amazonia 1 e da validação em voo da PMM, o Brasil terá dominado o ciclo de vida de fabricação de sistemas espaciais para satélites estabilizados em três eixos”, informa o Inpe.
Entre os ganhos tecnológicos que a missão deverá render ao país, o Inpe destaca, além da validação da PMM, a consolidação do conhecimento do país no ciclo completo de desenvolvimento de satélites; o desenvolvimento da indústria nacional dos mecanismos de abertura de painéis solares, o desenvolvimento da propulsão do subsistema de controle de atitude e órbita na indústria nacional e a consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade.
Na quinta-feira (25), Rio Claro registrou o recorde da pandemia de pacientes hospitalizados em unidades de terapia intensiva (UTIs). Segundo boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde, eram 41 internados para tratamento contra a Covid-19. Até então, o pico era 39, registrado no último dia 23.
Outro número em alta é o total de hospitalizados. Somando os leitos ocupados de enfermaria e UTI – casos suspeitos, positivos e negativos -, o município tinha 100 pacientes nessa sexta-feira (26).
A taxa de transmissão da Covid-19 (RT ou taxa R) voltou a crescer e está em 1,47. Isso significa que a velocidade de infecção de outras pessoas é mais acelerada. De acordo com o Grupo de Trabalho de Monitoramento da Unesp Rio Claro (GT), quanto mais o vírus passa de uma pessoa para outra, mais mutações ele sofrerá. Se o vírus mudar muito, o anticorpo para nos defender não funcionará.
“Nessa sexta (26), Rio Claro confirmou 63 novos casos de Covid-19 e pelo menos 446 pessoas infectadas em tratamento. Cada uma transmite para outras 1,47 pessoas, podendo infectar, então, mais 655. Os números são parecidos com os encontrados duas semanas antes de Rio Claro atingir o pico da primeira onda”, destaca o pesquisador Dr. Eduardo Kokubun.
A Estrada do Sobrado recebeu logo no início da manhã deste sábado (27) operários e máquinas numa operação de emergência para fechar os buracos causados pelas chuvas.
Importante acesso à área rural no setor noroeste do município, a Estrada do Sobrado não é pavimentada naquele trecho e ficou toda esburacada em virtude das chuvas dos últimos dias. Em alguns pontos a estrada precisou ser alargada pela prefeitura.
Desde o início do ano, a prefeitura de Rio Claro vem trabalhando na recuperação das rurais e também na limpeza e corte de mato no perímetro urbano.
Em entrevista ao Jornal Cidade nesta semana, o secretário municipal de Saúde de Araras, Agnaldo Píscopo, disse que não descarta nenhuma possibilidade, quando questionado sobre um possível lockdown na cidade nos próximos dias.
Inclusive, o município bateu recorde no número de casos positivos e de mortes pela Covid-19. Só no mês de fevereiro, que ainda não terminou, foram 1.716 pessoas diagnosticadas com a doença e 35 óbitos.
“Estamos monitorando todos os números, que são ruins. A situação da pandemia na cidade é analisada diariamente e a necessidade de outras medidas é estudada sempre do ponto de vista sanitário e de saúde pública”, explicou ele.
A Prefeitura adotou, na última semana, uma série de novas medidas após a cidade registrar o primeiro caso da variante brasileira, como: toque de recolher das 22h às 6h; adiamento da volta às aulas presenciais pelo menos até 19 de março; criação de barreiras de trânsito em ruas do Centro; interdição do trânsito na Praça Barão de Araras aos domingos à noite; multas por não utilização de máscaras e intensificação de fiscalização nas ruas, pela PM (Polícia Militar), GCM (Guarda Civil Municipal) e Polícia Civil.
Segundo o novo decreto, o comércio local não foi fechado no momento, mas todos os estabelecimentos devem seguir os protocolos sanitários estabelecidos pelo Plano São Paulo. Araras está na fase amarela do plano.
A multa para o estabelecimento comercial que não exigir o uso de máscaras de proteção facial de seus clientes foi fixada em 189 Ufesps (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo), que corresponde a cerca de R$ 5 mil para cada usuário no interior do estabelecimento no momento da fiscalização e que não estiver utilizando a máscara corretamente. O decreto também proíbe a realização de eventos que gerem aglomerações, sob pena de multa para o responsável, também no valor de 189 Ufesps, além de mais 19 Ufesps (cerca de R$ 550) por pessoa presente no local.
Novos leitos
A Prefeitura já fez a solicitação oficial da ampliação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em Araras. O prefeito Pedrinho Eliseu (PSDB), que esteve com o governador João Dória (PSDB) na última semana, disse estar “empenhado em liberar o mais rápido possível a ampliação.”
“Com a chegada de dez novos leitos, a Santa Casa não tem mais espaço físico [para abrigar novos leitos]. A UPA, se necessário, pode receber pacientes de média e baixa complexidade. Todo esforço será feito para atender os pacientes”, afirmou.
O diretor técnico da Santa Casa, o médico Helder Camargo Preto, falou, textualmente, que não adianta ter leito sem material humano. “Chegamos ao nosso limite. Não há espaço físico e nem profissionais”.
Até o fechamento desta edição, Araras contabilizava 9.047 casos positivos de Covid-19, sendo 151 mortes.
A morte de um homem de 35 anos deixou, além da terrível dor da perda, uma série de dúvidas na cabeça dos familiares. No dia 13 de fevereiro, Adilson Ramos Machado deu entrada no Hospital Santa Filomena após ter machucado o pé jogando futebol: “Ele foi atendido e realizado um raio-X. O médico viu a imagem e disse que era apenas uma torção, indicando que o Adilson comprasse uma bota ortopédica e receitou alguns anti-inflamatórios que logo essa torção iria melhorar. Ele seguiu as orientações, porém quatro dias depois o pé dele inchou muito e ele resolveu voltar ao hospital, quando um outro médico, desta vez um ortopedista, olhou o mesmo raio-X que a princípio não tinha nada e apontou uma fratura na fíbula. Foram trocados os medicamentos e solicitado que ele usasse uma muleta, não colocasse o pé no chão e retornasse em uma semana, que seria no dia 24, que até lá o pé teria desinchado e poderia ser colocado um gesso”, conta a esposa Daiane de Oliveira Ferreira Machado.
Este é o primeiro erro apontado como negligência por ela, porém algo pior ainda estava por acontecer: “Na segunda-feira (22), por volta das 18h, eu cheguei em casa e encontrei meu marido com insuficiência respiratória. Imediatamente eu o levei para o Santa Filomena e lá ele foi direto para a UTI e entubado. O quadro, de acordo com o médico, era de embolia pulmonar, mas ele me disse que em tempos de pandemia não podiam descartar nada e que iriam começar os dois tratamentos em conjunto, sendo feitos também exames para a Covid”, diz Daiane.
No dia seguinte, a esposa relata que no exame de imagem foi descartada a Covid, porém ainda faltava o sorológico, que posteriormente também foi dito à família que não havia constatado vírus. A informação era que Adilson havia sofrido uma embolia pulmonar gravíssima. Um dia depois, 24 de fevereiro (quarta-feira), Daiane foi chamada ao hospital e acompanhada do irmão recebeu a notícia da morte do marido. Ela conta que foi levada para uma sala onde havia algumas pessoas e que logo na sequência foi autorizada a ver o corpo do marido e a se despedir: “Eu e meu irmão ficamos aproximadamente 10 minutos com o meu marido, que ainda estava na UTI. Eu o abracei e beijei. Na sequência foi nos solicitado para cuidar do velório e foi me entregue um atestado de óbito, onde constava a causa da morte como insuficiência respiratória aguda, parada cardiorrespiratória, trombo-embolia pulmonar e fratura no tornozelo. O corpo foi removido pela funerária e o velório marcado para o dia 25, quinta-feira, das 7h30 às 10h30. O que não esperávamos era que à noite receberíamos uma ligação do hospital dizendo que um novo atestado de óbito havia sido emitido e que a causa da morte agora era Covid”, conta Daiane.
A esposa relata que a notícia caiu como uma bomba em toda a família e questiona o segundo ponto de negligência por parte do hospital: “Primeiro um diagnóstico errado em torno de uma fratura, depois dois atestados de óbito. Se foi Covid mesmo, eles colocaram não só minha vida e a do meu irmão em risco, permitindo-nos ficar com o corpo, bem como dos profissionais da funerária. Só sei que tudo teve que ser alterado, o velório cancelado e a incerteza e a dor aumentaram ainda mais em torno da minha família”.
A reportagem do Jornal Cidade procurou o Hospital Santa Filomena e colocou os questionamentos da família. Através da assessoria recebemos a seguinte resposta: “A Casa de Saúde e Maternidade Santa Filomena S/A não comenta dados relativos aos atendimentos dos seus pacientes”.
Araras bateu recorde no número de casos positivos e de mortes pela Covid-19. Só no mês de fevereiro, que ainda não terminou, foram 1.716 pessoas diagnosticadas com a doença e 35 óbitos. Os números foram apresentados na noite desta sexta-feira (26) em live realizada pela prefeitura.
Sobre as infecções, em janeiro foram 1.270 pessoas, em dezembro – 397, em novembro – 523, outubro – 1.119, setembro – 1.369, agosto – 810, julho – 1.070, junho – 438, maio – 75, abril – 32 e março 1 pessoa.
Já sobre os óbitos, em janeiro foram – 26, dezembro – 3, novembro – 6, outubro – 11, setembro – 13, agosto – 22, julho – 22, junho – 10, maio – 1, abril – 2 e março 0.
A cidade teve 4 óbitos nesta sexta e soma 151. Não foram informados dados dos pacientes. Mais 84 casos da doença foram confirmados, somando 9.047. O município tem 35 pessoas internadas em enfermaria e 31 em UTI. Do total de casos, 8.477 já se recuperaram.
Na edição impressa do Jornal Cidade deste sábado (27) o JC traz uma entrevista exclusiva com o secretário municipal de Saúde, Agnaldo Píscopo.
Em Rio Claro, o número de pessoas internadas por causa da pandemia de coronavírus subiu de 84 para 100. O município registrou 63 novos casos nas últimas 24 horas e também um óbito, de um homem, chegando a um total de 206 óbitos.
Das 100 pessoas internadas, 38 estão em unidades de terapia intensiva. A cidade tem 8.627 casos positivos da doença e 7.975 recuperadas. Os números estão no boletim divulgado no final da tarde desta sexta-feira (26) pela Secretaria Municipal de Saúde.
Durante esta semana Guardas Civis Municipais de Rio Claro estiveram nas imediações de escolas distribuindo material com orientação aos moradores para que entrem em contato caso notem pessoas em atividade suspeita ou tentando pular os muros das unidades de ensino.
A ação faz parte de um conjunto de medidas adotadas pela Secretaria Municipal de Segurança para evitar furtos de fios elétricos nas escolas. Além da panfletagem e orientação à população, foi criado um canal direto para denúncias via whattsapp, uma patrulha específica para rondas no entorno de escolas nos períodos diurnos e noturnos, uma central de monitoramento de alarmes pela vigilância patrimonial e intensificada a fiscalização nos ferros velhos da cidade para coibir o comércio de fios elétricos de procedência duvidosa.
A prefeitura de Rio Claro iniciou na sexta-feira (26) grande operação de reparo asfáltico na Avenida Tancredo Neves com a Rua 1 JI, acesso ao bairro Jardim Inocoop. O trecho é bastante movimentado e estava com muitos buracos devido às chuvas.
O serviço está sendo feito em trecho de aproximadamente 200 metros. Caso não chova, a previsão é que o serviço seja concluído, com a execução de acabamento asfáltico, na segunda-feira (1).
“Era um dos pontos mais críticos da cidade. E pelo grande fluxo de veículos, era grande a necessidade de reparos para melhorarmos a trafegabilidade e dar mais segurança aos condutores”, comenta o secretário Municipal de Obras, Ivan de Domenico.
O serviço está sendo feito com “massa quente”, um dos tipos de revestimentos asfálticos mais resistentes, proporcionando vedação por completo, com maior duração do reparo.