Rio Claro vacina na sexta-feira profissionais de educação

Os profissionais de educação com 47 anos ou mais que ainda não tomaram a vacina contra a Covid devem comparecer na sexta-feira (16) à Faculdade Anhanguera para receber a dose da vacina. O atendimento é das 8 às 15 horas. A orientação é para que esses profissionais compareçam exclusivamente à Faculdade Anhanguera, já que o Centro Cultural tem recebido intenso fluxo de pessoas para serem vacinadas.

A vacina é aplicada em profissionais com 47 anos ou mais e que atuam na educação infantil, ensino fundamental e ensino médio das redes pública e privada. A Faculdade Anhanguera na Avenida 39 com a Rua 22, Bairro do Estádio.

Antes de procurar o posto de vacinação, o profissional de educação acessa o site https://vacinaja.sp.gov.br/educacao para ter o seu pré-cadastro, que passa por um processo de análise da Secretaria Municipal da Educação e precisa ser validado pela escola onde trabalha, conforme critérios da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O profissional recebe, então, em seu email o Comprovante Vacina Já Educação. Este documento comprova a elegibilidade para a vacinação e terá um QRCode para verificação de autenticidade.

Para ser vacinado é obrigatória a apresentação de RG, CPF e comprovante com QRCode validado pelo site Vacina Já Educação. Caso o usuário não apresente o Comprovante Vacina Já Educação ou o seu número de CPF não conste no comprovante apresentado, o profissional não poderá ser imunizado.

Rio Claro começa a vacinar idosos com 66 anos

A faixa etária para vacinação contra a Covid baixou e nesta sexta-feira (16) começam a ser atendidos em Rio Claro os idosos a partir de 66 anos. O atendimento a esse público será na Faculdade Anhanguera e no Centro Cultural das 8 às 15 horas, e em três pontos de drive-thru.

Das 8 horas ao meio dia, a equipe do Santa Filomena realiza drive-thru na entrada principal do Shopping Rio Claro, na Avenida Conde Francisco Matarazzo Junior. No mesmo horário a equipe da Unimed atende na Rua 12 entre as avenidas 14 e 12 (prédio da antiga empresa Alexandre Junior). O atendimento no São Rafael vai das 8h30 até o meio-dia e é pela entrada do pronto atendimento na Rua 1 entre as avenidas 15 e 19. As senhas para vacinação são entregues até que seja atingida a quantidade de doses disponíveis.

A aplicação da segunda dose da Coronavac/Butantan está sendo feita em quem foi vacinado até dia 26 de março e na sexta-feira será realizada exclusivamente na Faculdade Anhanguera e no Centro Cultural. “O fluxo de atendimento é adequado de acordo com a demanda e para promover o melhor e mais ágil atendimento à população”, observa Suzi Berbert, diretora de Vigilância em Saúde. O Centro Cultural fica na Rua 2, 2.880, Vila Operária, e a Faculdade Anhanguera na Avenida 39 com a Rua 22, Bairro do Estádio.

A Vigilância Epidemiológica reforça que não há necessidade de as pessoas chegarem antes do horário de início da aplicação das doses. E, como no período da tarde a procura diminui, quem puder, deve dar preferência para o atendimento neste período, quando há menos pessoas para serem atendidas.

Para ser vacinada a pessoa deve apresentar cartão SUS, CPF e RG e, em caso de segunda dose, o cartão de vacinação. A comunidade deve ficar atenta às divulgações oficiais sobre a vacinação, realizadas nas redes sociais e nos sites da prefeitura de Rio Claro e da Secretaria de Saúde.

Deputados aprovam projeto que aumenta pena para fraudes na internet

DANIELLE BRANT
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (15) projeto que aumenta a pena para quem cometer fraudes, furtos e estelionatos na internet ou com o uso de dispositivos eletrônicos.
O projeto foi aprovado em votação simbólica e, agora, volta para o Senado.

O texto é de autoria do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) e muda dispositivos do Código Penal. O projeto aumenta a pena do crime de invasão de dispositivo de informática, ligado ou não à internet, para obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do dono ou para instalar vulnerabilidades para conseguir vantagem ilícita.

No Código, a pena prevista hoje é de detenção de três meses a um ano e multa. O projeto aumenta a pena para reclusão de um a quatro anos e multa. O texto também estipula aumento de um terço a dois terços da pena se houver prejuízo econômico com a invasão.

A proposta eleva a pena na hipótese de a invasão ter como resultado a obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais, informações sigilosas ou o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido. A pena atual, que prevê reclusão de seis meses a dois anos e multa, é ampliada para reclusão de dois a cinco anos e multa.

O projeto inclui dispositivo no artigo de furto para prever reclusão de quatro a oito anos e multa, caso o furto mediante fraude for cometido por meio eletrônico ou informático.

Além disso, agrava a pena em um terço a dois terços se o crime for praticado com servidor mantido fora do Brasil, e em um terço ao dobro se for praticado contra idoso ou vulnerável.

No dispositivo de estelionato, o texto inclui reclusão de quatro ou oito anos e multa quando a fraude for cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de email fraudulento, por exemplo.

Dependendo da gravidade, a pena também é aumentada em um terço a dois terços se o crime for praticado com uso de servidor mantido fora do Brasil.

Para o crime de estelionato contra idoso ou vulnerável, o projeto aumenta em um terço ao dobro a pena se o crime for cometido contra idoso ou vulnerável e o resultado considerado grave.

No Código de Processo Penal, o relator do texto na Câmara, deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), decidiu suprimir artigo do projeto do Senado que previa o domicílio da vítima como fator definidor da competência pelo lugar da infração.

Carvalho acompanhou entendimento de que isso poderia gerar questionamentos de ordem processual que atrasariam a repressão aos crimes cibernéticos e poderiam levar à prescrição do crime.

JC Business recebe profissionais para falar sobre dores na coluna e práticas saudáveis

Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 80% da população do globo sofre com dores na coluna lombar e o estilo de vida está totalmente ligado aos problemas trazidos por esse mal.

“Estamos trazendo para o nosso programa semanal diversos assuntos de interesse da população como um todo e, quando tratamos sobre saúde, percebemos que a adesão do público é grande, pois quem é que nunca sofreu com esse tipo de dor, não é mesmo? Ainda mais em tempos de pandemia, com tanta gente fazendo home office, passando horas a fio trabalhando em casa ou até mesmo nos escritórios”, fala Maria Angela Tavares de Lima, gerente-geral do Grupo JC de Comunicação e mediadora do programa.

O JC Business, que acontece nesta quinta-feira (15), a partir das 19 horas, e é transmitido através do Facebook oficial do Jornal Cidade e também do YouTube do JC, recebe duas convidadas para falar sobre o assunto.

Adriana Casonato, que é profissional de Educação Física, sócia-proprietária da CM Funcional, personal funcional, personal em Ginástica Fascial do Assoalho Pélvico, master fascial Fitness da CM Funcional.

E Amália Casonato de Oliveira, bacharel em Educação Física pela UNESP Rio Claro, especialista em Fisiologia do Exercício pela UFSCar São Carlos, rolfista pela ABR – Associação Brasileira de Rolfing com Certificação em Liberação Miofascial pela ABR – Associação Brasileira de Rolfing.

PARTICIPE!

Tem dúvidas? Participe pelas redes sociais do JC mandando perguntas, fazendo comentários. O programa é interativo e a participação do público é fundamental para que seja cada vez mais dinâmico.

Ao vivo

O programa acontece ao vivo, a partir das 19 horas, através do Facebook e YouTube do Jornal Cidade. Participe mandando perguntas e comentários!

Ação solidária contra a Covid-19: primeiro lote de medicamentos para intubação chega hoje ao Brasil

O primeiro lote com 2,3 milhões – de um total de 3,4 milhões, de medicamentos para intubação chega hoje à noite ao aeroporto de Guarulhos, em SP. A iniciativa partiu de um grupo de empresas que se uniu diante do agravamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e da consequente escassez de insumos para o atendimento a pacientes em UTIs.

Todos os medicamentos serão doados ao Ministério da Saúde em quantidade suficiente para a gestão de 500 leitos pelo período de um mês e meio. Esta ação solidária, em caráter emergencial, conta com o engajamento e apoio da Engie, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a essa mobilização há três semanas.
 
A expectativa é que até o final deste mês todos os insumos (sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides – itens básicos para realizar e manter pacientes intubados) sejam integralmente doados ao governo federal, que cuidará também da distribuição pelos Estados por meio do SUS-Sistema Único de Saúde.

Os itens, que foram adquiridos na China, possuem autorização para importação emitida pela Anvisa, além da certificação da agência chinesa.

Entenda como a Covid fez bombar as vendas de livros mas pôs em risco as livrarias

ÚRSULA PASSOS E WALTER PORTO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em um ano sob pandemia, o mercado editorial não sofreu o grande baque que se esperava quando, no final de março do ano passado, livrarias e bibliotecas tiveram de ser fechadas e as pessoas ficaram em casa temerosas do futuro.


O hábito de comprar online, que ganhou força, salvou as vendas das editoras, mas forçou as livrarias a uma competição com gigantes virtuais que pôs em risco sua sobrevivência.


A Blooks acaba de fechar duas de suas unidades, dentro dos cinemas Reserva Cultural, em São Paulo, e Estação Net, no Rio de Janeiro. “Nunca ia imaginar que um ano depois do começo da pandemia estaríamos numa situação muito pior”, diz Elisa Ventura, que comanda a rede. “Todo o planejamento que eu fiz de um ano para cá foi por água abaixo com essa piora.”

Ela diz que, mesmo contando com a parceria das editoras e do shopping Frei Caneca para renegociações, não tem como sustentar mais um mês de loja fechada em São Paulo. “Se em maio continuar fechado, eu jogo a toalha”, lamenta.


Já tiveram esse destino melancólico, há pouco, espaços tradicionais do Rio como as livrarias São José e Timbre.
“A gente está se planejando para lidar com um ano ainda muito difícil”, diz Irene de Hollanda, uma das diretoras da Megafauna, que começou a funcionar em novembro no edifício Copan e em março suspendeu tanto vendas presenciais quanto remotas, para preservar os funcionários. “Havia uma certa expectativa de retomada a partir do segundo trimestre e o que aconteceu foi o oposto.”


A livraria de rua Mandarina, das sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, conseguiu segurar bem o ano ao se adaptar para as redes virtuais. O problema, diz Paixão, é que “ficou muito pesada uma segunda quarentena, o caixa não estava altíssimo a ponto de segurar um mês de loja fechada”.


As livreiras, vale dizer, concordam com a necessidade sanitária de se fechar tudo neste momento de pico de mortes. Ventura, da Blooks, ressalta que não briga para reabrir, mas para que haja algum tipo de ajuda do governo.
Do lado das editoras, contudo, o balanço de receita na pandemia não é nada trágico.


Numa comparação direta dos 12 primeiros meses de quarentena com os 12 meses anteriores, o volume de livros vendidos cresceu 3% e o faturamento subiu 0,8%, segundo levantamento feito para a reportagem pela Nielsen, que elabora o Painel do Varejo de Livros no Brasil com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros.


O ano foi de “uma recuperação extraordinária”, afirma Marcos Pereira, presidente do sindicato, resumindo a questão dizendo que “a leitura vai muito bem, mas as livrarias estão sofrendo”.


Bernardo Gurbanov, presidente da Associação Nacional de Livrarias, acrescenta que “quem sentiu mais foram as pequenas e médias, porque não estavam preparadas para o atendimento por meios eletrônicos”.


Enquanto isso, a Amazon enviou um email a diversas editoras de menor porte para propor um novo acordo de descontos, entre 55% e 58% sobre o valor de capa de seus livros, aumentando também a taxa de publicidade –até então, a praxe era vender com descontos de 45% a 55%.


Editoras se uniram para recusar a proposta, mas, várias semanas depois, não tiveram resposta alguma.
A Carambaia, que teve uma queda de 70% de receita no começo da pandemia, está encerrando suas vendas na plataforma. “Não compactuo com as políticas da Amazon, que são nocivas para o mercado editorial e que vão, a longo prazo, levar ao fechamento de editoras e livrarias”, diz Fabiano Curi, diretor editorial da casa voltada a edições limitadas.
Para se ter uma ideia de como a internet tem incrementado sua participação na venda de livros, o Magazine Luiza viu em um ano a categoria crescer 276% em seu site. Segundo Cristiane Davison, gerente de produtos da marca, o Magalu tem hoje lojas físicas em 300 cidades que não possuem biblioteca ou livraria, mas, em plena pandemia, não há estratégia concreta para passar a vender livros fora do ambiente virtual.


O panorama se completa com as pesquisas que mostram um aumento do desconto médio aplicado aos livros –se em 2019 ele foi de 18,45%, no ano seguinte passou a 22,94%. O consenso no mercado é que a guerra de preços imposta pelos grandes vendedores da internet é prejudicial a todos. “No final das contas, há uma desvalorização do produto, e a percepção do preço do livro acaba sendo prejudicada”, diz Daniela Kfuri, diretora comercial da editora HarperCollins.
Com as livrarias fechadas, o maior desafio é fazer o leitor saber dos lançamentos. Regida por algoritmos, a compra online oferece ao usuário aquilo com o que ele já está acostumado. Os livreiros, diz Kfuri, têm um papel essencial na renovação dos títulos.


Para a editora Intrínseca, a saída foi fortalecer o canal aberto com os leitores nas redes sociais e no clube de assinatura Intrínsecos, que, segundo a diretora de marketing Heloiza Daou, cresceu 150% no ano da pandemia.
A TAG, outro clube de livros, saltou de 49 mil assinantes em março de 2020 para cerca de 70 mil hoje. “O produto faz sentido neste momento, pois é um jeito de se conectar e conversar com outros associados”, diz o cofundador Arthur Dambros.


Mas para quem não pode comprar livros, ler ficou mais difícil com o fechamento das bibliotecas públicas na maior parte do ano. Segundo a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, responsável por 54 bibliotecas, os empréstimos caíram de 660 mil em 2019 para 139 mil em 2020.


As bibliotecas estaduais de São Paulo oferecem, desde dezembro, o empréstimo de livros digitais, modelo que ainda engatinha no país. Pierre André Ruprecht, diretor executivo da SP Leituras, organização social que gere as unidades, aponta que, mais que a oferta de livros, foi afetado o acesso da comunidade a computadores, jornais e a uma programação de eventos ligados à leitura.

“O livro é um produto cultural e exige ações culturais”, diz Gurbanov, da Associação Nacional de Livrarias. Hollanda, da Megafauna, afirma que hoje “trabalhar em defesa do livro, mais do que nunca, é um ato de resistência”.

‘Quero viver esse amor’, afirma, durante a missa, Padre italiano que diz estar apaixonado

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O padre Riccardo Ceccobelli, 41, disse para seus fiéis que estava apaixonado, durante a missa no último domingo (11), por isso irá abandonar seu serviço clerical. “Meu coração se apaixonou. Nunca tive a possibilidade de trair as promessas que fiz, mas quero tentar viver esse amor”, afirmou.

Ceccobelli foi sacerdote da diocese de Todi, na Itália, durante seis anos, e contou sua história à imprensa nesta terça-feira (13). Segundo o bispo Gualtiero Sigismondi, o padre foi suspenso de seu serviço e deu início aos trâmites para voltar ao estado laico.

“Agradeço a dom Riccardo por todo serviço prestado até agora. E, em primeiro lugar, envio-lhe meus mais sinceros votos para que esta decisão, tomada em plena liberdade como ele mesmo me disse, garanta-lhe paz e serenidade”, disse o bispo Sigismondi.

O padre ainda confessou que sua decisão não foi fácil, devido ao seu amor e respeito com a Igreja. “Não consigo continuar sendo coerente, transparente e correto em relação à Igreja, como sempre fui até hoje”, afirmou Ceccobelli, segundo declaração publicada pela diocese da cidade.

“Meu coração se apaixonou, mas, mesmo assim, eu nunca tive a oportunidade de trair as promessas que fiz. Eu quero tentar viver esse amor sem tentar reprimi-lo ou sufocá-lo”, continuou. Segundo o jornal II Corriere della Sera, “todo mundo sabia” na cidade que ele estava com uma mulher que não teve a identidade divulgada.

Paulo Gustavo não tem mais hemorragias, mas caso ainda é crítico

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Internado a pouco mais de um mês o ator Paulo Gustavo, 42, segue enfrentando complicações com a Covid-19. Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (15) a assessoria do humorista afirma que ele “segue em terapia intensiva e ainda se encontra em situação grave”.


Segundo o comunicado, a equipe médica afirmou que foi possível “sanar as fístulas bronco-pleurais identificadas”. “Nas últimas 48 horas também observamos a normalização da coagulação com o tratamento instituído e não mais detectamos sinais de hemorragias”, completa.


“A situação clínica do paciente, embora ainda crítica, traz à equipe profissional mais confiança em sua recuperação. Estamos cientes que ainda temos um caminho pela frente”, continua a nota, que completa dizendo que “o paciente permanece utilizando ventilação mecânica e ECMO.”

Por fim, a família do ator agradece a todos que enviam carinho e fazem orações pela saúde do artista. “Continuem a enviar boas energias para a recuperação de todos os que se encontram na luta contra o vírus”, disse o comunicado.
ENTENDA O QUADRO


Paulo Gustavo foi internado no dia 13 de março após receber diagnóstico positivo para a Covid. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa dele dois dias depois, no dia 15/3. Na ocasião, o marido dele, Thales Bretas, disse que ele estava melhorando e agradeceu o carinho dos fãs.


Pouco mais de uma semana após a internação, no dia 21 de março, o ator precisou ser intubado porque estava com dificuldade para respirar. Na época, foi divulgado que o procedimento era uma precaução e Bretas disse que era “mais um passo na cura da infecção”.


O ator respondeu bem ao tratamento e teve uma evolução positiva nos dias seguintes. Porém, no dia 2 de abril, o estado de saúde dele piorou. Ele acabou precisando mudar de tratamento e passou a respirar com a ajuda de ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea), uma espécie de pulmão artificial usado apenas em casos mais graves.
Dois dias depois, Paulo Gustavo precisou passar por uma pleuroscopia, para que a equipe médica pudesse verificar a condição de seus pulmões. Na ocasião, foi identificada uma fístula broncopleural, espécie de comunicação anormal entre os brônquios e a pleura. Ela foi corrigida.


Na quarta-feira (7), o marido de Paulo contou que o ator teve que receber uma transfusão de sangue. Segundo ele, devido ao ECMO, o paciente ficou “anticoagulado” e perdeu “um pouco de sangue”, “Por isso precisou tomar algumas bolsas de sangue”, explicou. Na mesma publicação, ele também incentivou as pessoas a irem doar sangue.
Porém, dias depois foi realizada uma toracoscopia, na qual uma nova fístula broncopleural foi identificada e corrigida. De acordo com comunicado da assessoria de imprensa do humorista, o procedimento foi um sucesso.

Gerente de indústria morre após atropelar cavalo na Washington Luiz

Um acidente com vítima fatal foi registrado na noite de ontem(14), na SP-310 no KM-177. Ricardo Makoto Kodama, de 56 anos que é gerente de uma indústria, em Rio Claro, morreu após chocar seu carro contra um cavalo na rodovia.

De acordo com o boletim de ocorrência o impacto fez com que o motorista atravessasse o canteiro e batesse em uma canaleta e um barranco. Ricardo veio a óbito no local e seu corpo foi encaminhado para o Instituo Médico Legal de Rio Claro. Ainda não foi divulgado informações sobre o velório e sepultamento.

O animal não resistiu aos ferimentos graves e morreu no local.

Mais informação a qualquer momento e no JC desta sexta-feira(15).

Morre homem que estava internado após ser baleado no Centenário

Morreu na madrugada desta quinta-feira (15), Dirceu Tadeu dos Santos, 39 anos. Ele estava internado a uma semana após ser alvejado com três tiros que atingiram a região do pescoço, cervical e clavícula.
O crime aconteceu na Rua 2 no Jardim Centenário e segundo informações fornecidas pela companheira de Dirceu à uma equipe da Polícia Militar, foi cometido por um vizinho alguns dias depois de uma discussão por barulho e som alto.
A vítima chegou a ser socorrida consciente por profissionais do Samu para o PSMI da Avenida 15 mas o quadro se agravou nos últimos dias.

Jornal Cidade RC
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