Governo cria nova bandeira tarifária e conta de luz vai aumentar 6,78%

JULIO WIZIACK, THIAGO RESENDE E NICOLA PAMPLONA
BRASÍLIA, DF, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta terça-feira (31) a criação de uma nova bandeira tarifária para fazer frente ao aumento dos custos decorrente do agravamento da crise hídrica. Chamada de “Escassez Hídrica”, a nova bandeira custará R$ 14,20 a cada 100 kWh (quilowatt-hora) e vigora a partir desta quarta-feira (1°) até abril de 2022. Segundo a agência, a nova bandeira vai gerar uma alta de 6,78% na conta de luz.

Cidadãos de baixa renda beneficiados pela tarifa social não serão afetados pelas novas regras da Bandeira Tarifária, sendo mantido o valor atual. Em Roraima, continua vigorando a bandeira 2 vermelha, com o valor de R$ 9,49 a cada 100 kWh. A nova bandeira causará um impacto na inflação. Segundo o economista André Braz, da FGV, esse aumento será de 0,31 ponto percentual. Isso eleva a projeção do IPCA de setembro de 0,6% para 0,9%. A energia já é o item que mais pesa na inflação.

Com a maior crise hídrica dos últimos 91 anos, as hidrelétricas perderam espaço na oferta, enquanto o governo se viu obrigado a acionar térmicas -fonte mais cara, cujo custo é repassado ao consumidor. As bandeiras -verde, amarela e vermelha- constam da conta de luz e servem para indicar a necessidade de se reduzir o consumo. Caso contrário, o cliente paga mais.

O novo valor se deve aos custos de importação de energia e acionamento de usinas termelétricas, que já produzem a mais de R$ 2.000 o MWh (megawatt-hora). No período de setembro a novembro, o total desses custos será de R$ 13,2 bilhões, valores que precisam ser repassados para a tarifa.

Com a nova bandeira, o governo evitou reajustar em cerca de 50% a bandeira vermelha nível 2, que passaria de R$ 9,49 para cerca de R$ 14 durante esse período. Sem o reajuste, Jair Bolsonaro evita desgaste em sua popularidade.
O reajuste era dado como certo diante de um déficit que saltou de R$ 3 bilhões, em junho, quando ocorreu o último reajuste, para R$ 5,2 bilhões. Naquele momento, a Aneel decidiu não repassar todo o aumento de custos de geração para a bandeira tarifária e ainda analisa o resultado de uma consulta pública para saber se o consumidor prefere que esse reajuste residual seja feito neste ou no próximo ano.

Assessores do Palácio do Planalto avaliam que reajustes de preços, como o dos combustíveis, ou a adoção de um racionamento no momento prejudicariam ainda mais o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em sua campanha pela reeleição. O presidente vê sua popularidade despencar diante de medidas contra a pandemia e da degradação do cenário econômico e determinou a seus ministros que não dessem “notícias ruins”.

Por isso, o Ministério de Minas e Energia evita a criação de um programa de racionamento, algo compulsório. Na semana passada, Bento Albuquerque anunciou um plano de descontos na conta de luz aos consumidores do ambiente regulado (residencial e empresarial) que, voluntariamente, economizassem energia em horários de pico.
Consumidores que usufruem da tarifa social poderão aderir a esse programa.

Nesta terça-feira, o ministro apresentou os detalhes. O Programa de Incentivo à Redução Voluntária do consumo de energia elétrica vai vigorar de setembro de 2021 até o final deste ano e concederá um bônus de R$ 50 a cada 100 kWh reduzidos. A economia, no entanto, ficará restrita a uma faixa que varia entre 10% e 20%. A referência para o cálculo da economia será o período entre setembro e dezembro de 2020. Um exemplo: uma família que consumiu 120 kWh em setembro de 2020; 130 kWh em outubro; 110 kWh em novembro; e 140 kWh em dezembro de 2020, terá como base mensal média kWh 125.

Se essa família passar a consumir 105 kWh em setembro de 2021; 110 kWh em outubro; 100 kWh em novembro; e 110 kWh em dezembro de 2021, terá consumido, em média, 116,25 kWh durante o programa -o que representa uma economia de 15% em relação à média do ano passado.

Ao final do programa, terá direito a um crédito de R$ 37,50 a ser pago na conta de janeiro de 2022.
Somente terá direito ao bônus aqueles que estiverem entre 10% e 20% de economia média nesse período. Quem estiver abaixo não recebe o prêmio e quem ultrapassar será remunerado pelo teto.

MEDIDAS ANUNCIADAS PELO GOVERNO:
1) Criação de uma nova bandeira tarifária
– Bandeira “escassez hídrica” custará R$ 14,20 a cada 100 kWh (quilowatt-hora)
– Custo é mais alto que a bandeira vermelha nível 2 (R$ 9,49 para cada 100 kWh)
– Com isso, conta de luz vai subir 6,78%
– Nova bandeira fica em vigor de setembro de 2021 a abril de 2022
– Custo adicional visa cobrir despesa mais elevada na geração de energia

2) Programa de Incentivo à Redução Voluntária do consumo de energia
– Bônus de R$ 50 a cada 100 kWh reduzidos
– Desconto ficará restrito à redução de consumo numa faixa que varia entre 10% e 20%
– Redução do consumo será comparada com o mesmo período do ano passado
– Programa fica em vigor de setembro a dezembro de 2021

Rio Claro amplia vacinação contra a Covid para adolescentes de 13 anos sem comorbidades

Adolescentes de 13 anos sem comorbidades já podem procurar um dos quatro postos de vacinação em Rio Claro para se vacinar contra a Covid. A Secretaria Municipal de Saúde ampliou na manhã desta quarta-feira (1º) a vacinação contra a Covid para este público. Também podem se vacinar gestantes e puérperas, e ainda adolescentes de 12 anos que tenham doenças crônicas e de 13 a 17 anos com ou sem comorbidade.

Nesta quarta-feira, o Centro Cultural atende até as 19 horas; os postos da Unimed (na Rua 12) e do Santa Filomena (no shopping) até as 13 horas; e no São Rafael a vacinação será até o meio-dia. A vacinação pode ser interrompida antes do horário previsto caso as doses terminem.

Os adolescentes devem ir se vacinar acompanhados de uma pessoa maior de idade. Para a vacinação com primeira dose é importante que o jovem tenha realizado cadastro no site vacinaja.sp.gov.br. Todos que forem ser vacinados devem levar documento de identidade com foto, CPF e comprovante de residência em Rio Claro. No caso de comorbidade, é obrigatória a apresentação de laudo ou receituário médico.

Chuvas podem chegar perto do normal nos próximos meses, se La Niña deixar

PHILLIPPE WATANABE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O país enfrenta secas em diversas áreas, o que tem afetado a produção energética, a agropecuária e, consequentemente, a economia como um todo e o dia a dia dos brasileiros. Nos próximos meses, a previsão é de chuvas dentro do normal, mas o fenômeno conhecido como La Niña pode enfraquecer essa boa notícia.

Os dados de precipitação do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) para os próximos três meses apontam períodos de chuvas somente um pouco abaixo da média em partes do Norte, no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul.
Para setembro, em particular, espera-se o regime de chuvas normal na maior fatia do Brasil. Em parte do Centro-Oeste -região importante para o agronegócio brasileiro-, no Norte, em Minas Gerais, no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, as chuvas no mês ficam um pouco abaixo da média. Na região Sul, por outro lado, estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem ter precipitação um pouco acima do usual para o mês.

Esse quadro de quase normalidade, porém, pode ser alterado pela La Niña, dependendo de sua intensidade. A Noaa (Agência de Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) soltou em agosto um alerta indicando haver condições favoráveis para El Niño ou La Niña nos próximos seis meses.

O fenômeno La Niña consiste num esfriamento anormal da água superficial do oceano Pacífico Equatorial. No Brasil, o efeito disso é sentido de modo diferente dependendo da região. No Norte e no Nordeste, é comum haver níveis de chuva acima do normal. Já do Centro para o Sul, a precipitação costuma ficar abaixo do padrão. “Tem que ver, a partir de outubro, se La Niña vai influenciar de forma neutra, fraca ou forte”, diz Cleber Souza, meteorologista do Inmet. “Se ela for fraca, não vai influenciar muito. Mas, se for de moderado a forte, pode influenciar a ter menos chuvas.”

O fenômeno El Niño, ao contrário de La Niña, esquenta a superfície do oceano Pacífico. Com ele, a precipitação abaixo do normal ocorre em partes do Norte e Nordeste. Segundo Souza, “faz mais de dois anos que não chove bem” em algumas regiões do país. “Se começar a chuva em setembro e chover normal, a gente pode sair um pouco dessa crise.”
A situação das reservas no país é preocupante. Somente no mês de agosto, o nível dos reservatórios das hidrelétricas no Sul caiu mais de 17 pontos percentuais e chegou a 29,2% de sua capacidade de armazenamento de energia na última quinta-feira (26).

Essa situação ainda é mais positiva do que a encontrada no Sudeste e no Centro-Oeste, que têm 22,3% da capacidade -essas regiões perderam pouco mais 3 pontos percentuais no mês. Com os níveis reduzidos nessas regiões, o CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) flexibilizou restrições à operação de hidrelétricas do São Francisco, que passaram anos respeitando limites máximos de vazão para recuperar os níveis perdidos na grave estiagem que teve início em 2013.

A situação no Nordeste é um pouco mais confortável. Os reservatórios da região estão pouco acima de 50%.
O cenário da pior crise hídrica do século fez subir a conta de energia, que pode aumentar ainda mais. Os alarmes da situação crítica têm sido soados há meses pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

O impacto energético da seca não é o único. Uma das principais rotas de escoamento fluvial do país já tem suas operações comprometidas pela situação. Os barcos que passam pela hidrovia Tietê-Paraná não conseguem operar com plena capacidade, por causa do menor volume de água. A seca também afeta o agronegócio e, consequentemente, preços de mercadorias.

Em São Paulo, levanta alerta a situação do sistema Cantareira, que abastece a capital e cidades da Grande São Paulo. Na sexta-feira (27), o reservatório estava com 37% da sua capacidade. “Se não vierem chuvas, a gente deve ter problemas no futuro”, disse Emerson Martins Moreira, analista de sistemas da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), durante promovido pelo IEA-USP (Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo).

Contas rejeitadas de 2018 de Juninho serão votadas

Deve ser votado na Câmara Municipal já na próxima quarta-feira, 8 de setembro, o projeto de decreto legislativo que dispõe sobre as contas do exercício do ano de 2018 do ex-prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. O parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE) foi emitido pela rejeição das contas e já passou pela Comissão de Acompanhamento da Execução Orçamentária e Finanças, sob presidência do vereador Adriano La Torre (PP), que coloca para o plenário decidir pelo acompanhamento ou contraposição à Corte.

Uma das principais argumentações do Tribunal de Contas quanto ao parecer negativo ao ex-chefe do Poder Executivo se dá pela falta de repasses totais ao Instituto de Previdência de Rio Claro (IPRC), autarquia criada ainda no último Governo Nevoeiro para promover a gestão da aposentadoria dos servidores públicos municipais. Tal como o ex-prefeito Du Altimari (MDB) deixou de pagar as contribuições durante alguns anos do seu governo, a equipe econômica de Juninho – sob titularidade do então secretário Gilmar Dietrich – não conseguiu honrar com os pagamentos completos.

No mês de maio, o conselheiro Sidney Estanislau Beraldo julgou o pedido de reexame contra a decisão da Primeira Câmara do TCE-SP. Na defesa, Juninho argumentou, entre outros apontamentos, que acordos foram feitos com o IPRC para parcelamento da dívida e que a fiscalização da Corte nas contas de 2019 apontaram a iniciativa. Ainda, que a eminente queda de arrecadação fez o governo “resguardar os recursos para investimentos dos serviços básicos nas ações da Saúde e Educação”.

Beraldo, no entanto, contra-argumentou indicando que em 2019 foi possível verificar que a Prefeitura novamente deixou de recolher os encargos patronais e o aporte do déficit atuarial devidos. “O não recolhimento das obrigações previdenciárias se tornou prática rotineira [no município de Rio Claro], o que não pode ser aceito por esta Corte”, declarou, desprovendo o pedido de reexame, mantendo o parecer pela irregularidade inalterado.

Vacinação contra a Covid continua para adolescentes de 14 a 17 anos

Em Rio Claro, quem tem de 14 a 17 anos e ainda não se vacinou contra a Covid deve procurar um dos quatro pontos de vacinação nesta quarta-feira (1°). O atendimento será a partir das 8 horas nos quatro locais, sendo que no Centro Cultural a vacinação será até as 19 horas. Nos postos da Unimed (Rua 12) e do Santa Filomena (no shopping) o atendimento será até as 13 horas e no São Rafael até o meio-dia. A vacinação poderá ser interrompida antes do previsto caso as doses terminem. 

A primeira dose da vacina também será aplicada nos adolescentes de 12 e 13 anos que tenham deficiência ou comorbidade. E, neste caso, é obrigatória a apresentação de laudo ou receituário médico. Também são vacinadas gestantes e puérperas a partir de 12 anos.A segunda dose da Coronavac/Butantan também será aplicada nos quatro locais de vacinação e devem ir se vacinar as pessoas que receberam a primeira dose da Coronavac até 11 de agosto.

Já as doses da Oxford/Astrazeneca estão esgotadas e o município aguarda envio pelo governo estadual de novo lote desta vacina para retomar sua aplicação. Para a segunda dose é necessário apresentar o comprovante da primeira dose.  Os adolescentes devem ir se vacinar acompanhados de uma pessoa maior de idade. Para a vacinação com primeira dose é importante que o jovem tenha realizado cadastro no site vacinaja.sp.gov.br. Todos que forem ser vacinados devem levar documento de identidade com foto, CPF e comprovante de residência em Rio Claro.

Daae retoma cortes de água a partir de outubro

Em 1º de outubro, o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgoto) de Rio Claro vai retomar os cortes de água em toda a cidade.

Há dois meses, o Daae já tem notificado nas faturas de água e esgoto eventuais débitos de conta em atraso. “Este aviso é feito na cor rosa e tem objetivo de notificar e alertar os consumidores”, esclarece Osmar da Silva Junior, superintendente do Daae.

A partir desta quarta-feira, 1º de setembro, o Daae vai encaminhar notificações aos devedores, que, para saberem quando vence o prazo para a regularização da dívida, devem iniciar a contagem de 30 dias a partir da data em que receberem a notificação de débito emitida pelo Daae.

O corte no fornecimento de água por falta de pagamento, está paralisado desde março de 2020, porém as leituras dos hidrômetros e a emissão das contas continuaram sendo feitas.

“Não houve isenção dos débitos, mas sim um maior intervalo sem cortes no fornecimento de água por inadimplência, justamente para que colaborar com os consumidores neste difícil momento de pandemia”, comenta Osmar.

De acordo com a Resolução 50 de 2014 da Agência Reguladora (ARES-PCJ), o usuário deve ser notificado sobre o corte de água com 30 dias de antecedência. Desta forma, o Daae vai usar o mês de setembro como parâmetro e referência para retomar e estabelecer os prazos de corte, bem como continuar a notificar os usuários.

Ou seja, ao informar a retomada do corte de água em 1º de setembro, o Daae estará, a partir de 1º de outubro, autorizado a efetuar o corte de água das contas com 60 ou 90 dias de inadimplência, que na fatura consta como referência de junho (com vencimento em julho).

O Daae orienta os consumidores que estão recebendo nas contas as informações sobre débitos a procurarem o setor de atendimento para negociar suas dívidas, evitando assim, transtornos com o corte no fornecimento de água após o vencimento do prazo que é de 60 dias.

“Fiquem atentos às faturas e procurem o Daae também para atualizar o cadastro. A renovação das informações do cadastro permite que cobranças sejam feitas de quem de fato consome a água, principalmente em casos de locação de imóveis”, orienta o superintendente da autarquia.

Em casos de dívida ativa (até 31 de dezembro de 2020), o consumidor pode economizar, obtendo descontos nos juros e multas de seus débitos, já que o Daae prorrogou o Refis até o dia 29 de dezembro.

O atendimento presencial no Daae é das 8 às 16 horas e está sendo feito somente através de agendamento telefônico, pela linha 0800-505-5200, que funciona 24 horas, todos os dias da semana e atende chamadas de telefones fixos e celulares. A sede da autarquia está localizada na Avenida 8-A, 360, no bairro Cidade Nova.

Os serviços de corte e religação de água tanto nos hidrômetros como nas calçadas (quando não é possível ter acesso ao hidrômetro) são cobrados dos proprietários dos imóveis. Nos hidrômetros, os valores são R$ 27,14 cada, totalizando R$ 54,28. Já os serviços nas calçadas são R$ 32,58 cada, totalizando R$ 65,16.

O Daae ressalta ainda que, de acordo com a lei complementar número 20, de 20 de abril de 2007, realizar a manutenção e conservação da calçada em frente à residência é obrigação do proprietário do imóvel. Portanto, a autarquia não realiza qualquer reparo na calçada após o serviço de corte e religação de água.

Rio Claro tem 22 novos casos de Covid

Vinte e dois novos casos de Covid foram confirmados em Rio Claro, conforme boletim divulgado nesta terça-feira (31) pela Secretaria Municipal de Saúde. Nesta pandemia, o município registrou 18.937 casos de infecção pelo coronavírus, sendo que 546 casos foram registrados em agosto. O número representa menos da metade dos 1.102 casos registrados em julho.

O boletim desta terça-feira também aponta que o número de pessoas recuperadas da Covid chegou a 18.213 e outras 138 estão em isolamento domiciliar com sintomas leves ou sem sintomas de Covid. Não houve registro de óbito pela doença no município nas últimas 24 horas.

A ocupação de leitos é de 19%, com 26 pessoas internadas em hospitais das redes de saúde pública e privada. Deste total, 17 estão em unidades de terapia intensiva e nove em enfermaria.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para a importância da vacinação e para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos. 

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Inscrições para processo seletivo vão até dia 27

A prefeitura de Rio Claro está com inscrições abertas para a realização de processo seletivo, com o objetivo de preencher 49 vagas do quadro temporário de servidores.

O edital foi publicado no Diário Oficial do Município no dia 23 de agosto e pode ser consultado no site da prefeitura (www.rioclaro.sp.gov.br). 

Para se inscrever, o interessado deve acessar o endereço eletrônico www.avancasp.org.br. As inscrições podem ser feitas até o próximo dia 27.  O processo seletivo terá única fase para todos os empregos, com aplicação de provas objetivas no dia 7 de novembro.

De acordo com o secretário municipal da Administração, Rogério Marcheti, a maior parte das 49 vagas é para atender a Secretaria Municipal da Educação. “Com este processo seletivo pretendemos também atender a demanda de escolas municipais, com a recomposição do quadro de temporários”, afirma.

As vagas oferecidas são as seguintes: carpinteiro, marceneiro, pedreiro, pintor, agente de serviços de alimentação, condutor de veículos, operador de máquinas, agente escolar, assistente de gestão municipal, agente educacional, analista de gestão municipal, técnico em informática, técnico em nutrição e técnico em segurança do trabalho.

SP começa contagem regressiva para entrega do Novo Museu do Ipiranga

O governo de São Paulo começou hoje (31) a contagem regressiva para a entrega do Novo Museu do Ipiranga, na capital paulista. A reforma, que começou em 2019, está com 70% das obras concluídas e entra agora na etapa de restauro e recuperação do Jardim Francês.blankblank

O projeto prevê a restauração de toda a área construída e botânica do Jardim Francês, além da construção de um restaurante com 270m², espaço para food bikes, modernização da iluminação, requalificação das vias de acesso e o resgate de duas fontes do projeto original, demolidas em 1972.

A previsão é concluir a reforma em um ano. A reabertura do museu está marcada para 7 de setembro de 2022 com as festividades de comemoração dos 200 anos de independência do Brasil.

“Ano que vem teremos uma grande festividade. A proposta do governo de São Paulo é um mês de festividades e atividades. Na parte externa, a partir de 7 de agosto, e na parte interna, a partir de 7 de setembro. Uma celebração de verdade, autêntica, dos 200 anos da nossa independência”, disse o governador João Doria.

O investimento total nas obras é de R$ 210 milhões, dos quais R$ 170 milhões foram captados junto à iniciativa privada – com e sem Lei Rouanet. O valor investido pelo governo de São Paulo é de R$ 19 milhões, por meio de convênio entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (USP), responsável pela gestão do projeto, além de um aporte de R$ 11 milhões da USP.

De acordo com o secretário de Cultura e Economia Criativa, Sérgio Sá Leitão, há um conjunto de intervenções sendo feitas ao mesmo tempo.

“O restauro e ampliação do Edifício Monumento, a reforma do Jardim Francês, a recuperação do entorno, do Monumento da Independência, da Cripta Imperial e da Casa do Grito a cargo da prefeitura, a despoluição do Córrego do Ipiranga e a criação de uma nova área de lazer a cargo da Sabesp e a implantação de um novo modelo de gestão e sustentabilidade do museu”, afirmou.

Leitão ressaltou ainda que a obra está dentro do cronograma e que no mês de novembro será iniciada a implantação da museologia, com a instalação das exposições, equipamentos e finalização da parte interna.

“A expectativa é que até 31 de agosto de 2022 o museu esteja pronto para ser reaberto em 7 de setembro de 2022. Por isso, contagem regressiva a partir deste 7 de setembro. Vamos instalar um relógio na entrada do Jardim Francês, que também estará disponível online, além de jogos envolvendo o acervo do museu e campanha publicitária engajando a população com a contagem regressiva”, detalhou.

Obra interdita Rua 14 entre as avenidas 13 e 17 na 4ª-f

Na manhã desta quarta-feira (1) o trânsito de veículos ficará interrompido na Rua 14, no trecho entre as avenidas 13 e 17 em Rio Claro.

A interdição é necessária para que a prefeitura realize obra de redução de uma valeta na Rua 14 com a Avenida 15.

A Avenida 15 terá uma das faixas com livre acesso no sentido bairro-centro. Portanto, apesar da obra, os veículos poderão circular pelas avenidas 13, 15 e 17.

O serviço de diminuição da profundidade de valetas tem sido feito com metodologia desenvolvida pela equipe da secretaria municipal de Obras, mantendo o escoamento da água, sem riscos de empoçamento, e já foi executado em mais de 15 pontos da cidade. O mais recente local atendido foi o cruzamento da Rua 14 com a Avenida 13, com serviços realizados nesta terça-feira.

Orçamento de 2022 prevê salário mínimo de R$ 1.169

A alta da inflação nos últimos meses fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da lei orçamentária de 2022, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, prevê salário mínimo de R$ 1.169, R$ 22 mais alto que o valor de R$ 1.147 aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) .

A Constituição determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo. Tradicionalmente, a equipe econômica usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano corrente para corrigir o salário mínimo do Orçamento seguinte.

Com a alta de itens básicos, como alimentos, combustíveis e energia, a previsão para o INPC em 2021 saltou de 4,3% para 6,2%. O valor do salário mínimo pode ficar ainda maior, caso a inflação supere a previsão até o fim do ano.blankblank

PIB

O projeto do Orçamento teve poucas alterações em relação às estimativas de crescimento econômico para o próximo ano na comparação com os parâmetros da LDO. A projeção de crescimento do PIB passou de 2,5% para 2,51% em 2022. Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, foi mantida em 3,5% para o próximo ano.

Outros parâmetros foram revisados. Por causa das altas recentes da Selic (juros básicos da economia), a proposta do Orçamento prevê que a taxa encerrará 2022 em 6,63% ao ano, contra projeção de 4,74% ao ano que constava na LDO.

A previsão para o dólar médio foi mantida em R$ 5,15.

FecomercioSP: despesas básicas das famílias aumentam 33% em 12 meses

Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a média de preços das despesas básicas das famílias, com os principais alimentos, combustíveis e residência, aumentou 33% no país, nos últimos 12 meses. blankblank

A cesta de despesas básicas é composta por itens como arroz, feijão-carioca, carnes, frango inteiro, leite longa vida, óleo de soja, gás de botijão, energia elétrica residencial, gasolina, etanol, óleo diesel e gás veicular.

A FecomercioSP avalia que a inflação não concentrada e o fato de esses serem produtos essenciais para a alimentação tornam ainda mais difícil para os consumidores economizarem. De acordo com o levantamento, entre março de 2020 e julho de 2021 – período de pandemia –, o avanço médio dos preços no Brasil, para esta cesta específica, foi de 30,3%.

No mês de julho, a cesta de despesas básicas das famílias influenciou 18% no orçamento das residências, o que significa que a cada R$ 20 gastos com despesas básicas no mesmo período do ano passado, equivale agora a quase R$ 27.

Quando se observa a participação das despesas com esses itens em relação ao total, há variação conforme se consideram as faixas de renda. A lista de despesas básicas representa 31,1% do orçamento de quem recebe até dois salários mínimos; 20% do orçamento para quem ganha de dois a dez salários mínimos; e 11%, na classe mais alta, com rendimento de 25 salários mínimos.

Entre os estados, o Piauí tem a cesta mais cara, equivalendo, em média, a 32% do total das despesas das famílias, mas podendo chegar a 43,3% do orçamento de famílias de baixa renda.

Quando a região apresenta renda média mais alta, como são os casos de Distrito Federal, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, a participação das despesas básicas no orçamento da família fica no intervalo entre 14,3% e 19,5%. Na classe mais rica do Distrito Federal, por exemplo, com mais de 25 salários mínimos, o porcentual das despesas com os itens básicos de consumo equivale a 9,3% do rendimento do trabalhador.

Jornal Cidade RC
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