Prova de vida no INSS deve ser feita até dezembro

Agência Brasil

Mais de 7,3 milhões de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ainda precisam fazer a prova de vida até dezembro de 2021. Quem não cumprir a exigência terá sanções que podem chegar à suspensão do pagamento de benefícios por falta de atualização cadastral. São servidores aposentados e pensionistas do serviço público federal e anistiados políticos que recebem pelo Regime Próprio de Previdência Social.blank

Com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de vetar a suspensão da prova de vida até dezembro de 2021, que foi aprovada pelo Congresso, os beneficiários do INSS precisam ficar atentos ao calendário.

O prazo varia conforme o mês em que o recadastramento deveria ter sido feito em 2020. Quem faria a prova de vida em setembro ou outubro de 2020 e ainda não fez a atualização deve realizar o procedimento até o dia 30 de setembro deste ano.

Em outubro, será a vez de quem teria que fazer a comprovação em novembro e dezembro de 2020.​ O segurado não é obrigado a esperar até o mês em que o prazo dele acaba.

Etapas

A não realização do cadastramento não implica em cancelamento imediato do benefício, antes disso há outras duas etapas: bloqueio e suspensão do pagamento. Durante o mês de setembro, quem teve o benefício bloqueado em junho entra agora na etapa de suspensão. Se ainda assim não atualizar os dados nessa segunda etapa, o benefício será cancelado.

Cortes

Segurados que já tiverem seus benefícios bloqueados e suspensos podem reativá-los diretamente no banco. Benefícios cancelados também podem ser reativados. Nesse caso, o segurado terá que ligar para a central 135 e agendar o serviço de reativação de benefício. Esse procedimento também pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS. Após acessar o Meu INSS com o número do CPF e a senha cadastrada, busque por Reativar Benefício, na lupa.

O recadastramento é feito no banco onde o aposentado ou pensionista recebe seu benefício (no guichê de atendimento, pelo caixa eletrônico e até pelo internet banking, em alguns casos). 

Maiores de 80

Maiores de 80 anos e pessoas a partir de 60 anos que tenham dificuldade de locomoção podem fazer a prova de vida em domicílio. O beneficiário ou um familiar pode agendar, pelo 135 ou pelo Meu INSS, uma visita de um funcionário do órgão. Os segurados com biometria cadastrada no TSE (via título de eleitor) e no Detran podem fazer a prova de vida digital, por meio do Meu INSS.

Vencimento

O mês original de renovação da prova de vida é estabelecido pelo banco que paga o benefício. O critério varia de acordo com cada instituição:

Caixa – O vencimento se dá em até um ano da última prova de vida realizada

Banco do Brasil – A prova de vida é feita no mês de aniversário do beneficiário

Bradesco – O vencimento da prova de vida é o mês em que o cliente recebeu o primeiro pagamento

Itaú Unibanco – O vencimento ocorre quando completado um ano após a realização do último procedimento

Santander – O vencimento da prova de vida ocorre anualmente com base na data da concessão da aposentadoria

Segundo o INSS, desde o ano passado, mesmo no período em que a prova de vida deixou de ser obrigatória, por conta da pandemia de covid-19, mais de 28.7 milhões de beneficiários fizeram o procedimento.

Filhote de jaguatirica morre atropelado na Wilson Finardi

Na sexta (10), o vereador Hernani Leonhardt acompanhou a ocorrência envolvendo um animal silvestre, que foi atropelado no meio da Rodovia Wilson Finardi, sentido Ipeúna. Tratava-se de uma jaguatirica filhote. “Infelizmente, o animal não resistiu aos ferimentos e quando as equipes chegaram já estava sem vida”, disse em publicação nas redes sociais.

Também na semana passada, uma onça-parda (macho), de aproximadamente três anos, foi resgatada às margens de uma estrada vicinal da Fazenda Campo Alto, no município de Araras. O animal estava ferido e muito provavelmente havia sido atropelado. A onça foi encaminhada à Associação Mata Ciliar, localizada em Jundiaí.

Cobras, lagartos, aves (seriema, corujas, gaviões), cachorro-do-mato, gato-do-mato, raposas, saguis, capivaras, gambás, lobos-guarás, por exemplo, passaram a aparecer com frequência nos centros urbanos devido ao desmatamento e destruição do seu habitat.

De acordo com o veterinário Dr. Gustavo Henrique Bonafé D’Ávila, da Clínica Bicho Solto, esse quadro os tornam mais vulneráveis e expostos, sendo susceptíveis a atropelamentos, ataques de animais domésticos e de ações causadas pelo homem, pois podem entrar nas residências e se machucarem, ferindo e até sendo feridos. “Essa exposição faz com que eles precisem procurar alimentos e refúgio, e acabam se aproximando cada vez mais dos centros urbanos”, conclui D’Ávila.

Classificadão do Jornal Cidade reúne mais de 60 vagas de emprego

A edição de domingo do Classificadão do Jornal Cidade, caderno que reúne oportunidades de negócio e de trabalho, trouxe mais de 60 vagas de emprego em diversas áreas e níveis de escolaridade. Os interessados, conforme a oferta, podem se inscrever/enviar currículo diretamente para o recrutador ou entregá-lo no balcão de atendimento do Jornal Cidade, que fica na Rua 4 esquina com Avenida 5, 283, Centro.

Operador de máquina, balconista de padaria, assistente contábil, assistente de vendas e Marketing, auxiliar de linha de produção, office boy, gerente de RH, redator publicitário, soldador TIG, programador, analista de custos, entre outras oportunidades estão sendo oferecidas.

Para conferir, a edição do JC de domingo, ainda, está disponível nas bancas e no nosso balcão de atendimento. Confira e boa sorte!

Rio Claro tem 12 hospitalizados por Covid

Rio Claro não registrou nenhum caso de infecção por coronavírus nas últimas 24 horas e com isso o município mantém 19.021casos positivos, de acordo com o boletim da Secretaria Municipal de Saúde emitido neste domingo (12). 


O município tem 12 pessoas hospitalizadas e índice de 9% de ocupação de leitos. Dos pacientes internados, seis estão em unidade de terapia intensiva. Há 82 pessoas em isolamento domiciliar.


Até agora Rio Claro tem 18.364 pessoas recuperadas da Covid-19. Desde o início da pandemia o município registrou 570 óbitos em decorrência da doença. 


A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para a importância da vacinação e para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.

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Prefeitura fecha trânsito na Castelo Branco para recapear asfalto

Trecho da Avenida Castelo Branco, em Rio Claro, sofrerá interrupção no trânsito nesta segunda-feira (13).

A Secretaria Municipal de Obras realizará recapeamento asfáltico na rotatória da Rua 30 e no trecho que vai da Rua 30 até a Rua 26.

Em razão destes serviços e das alterações no trânsito, a prefeitura alerta os motoristas para redobrarem a atenção ao trafegar naquela região.

Por ciúmes, homem agride companheira e é preso em RC

Em Rio Claro, um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso após agredir a companheira por causa de ciúmes, segundo o boletim de ocorrência. O caso ocorreu na Rua 27, no Jardim Panorama, na noite deste sábado (11).

A mulher foi levada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e, em seguida, transferida por uma ambulância ao PSMI (Pronto Socorro Municipal Integrado).

Ainda, de acordo com o BO, a vítima tinha ido dar uma volta numa praça perto de onde mora com os filhos menores de idade. Mas, quando voltou para casa, o marido, que estava embriagado, a agrediu com socos na cabeça e ombro, causando várias lesões.

A mulher foi ouvida no Plantão Policial e requereu documento de medida protetiva contra o rapaz, que recebeu voz de prisão em flagrante. Ninguém soube informar se ele já tinha passagens pela polícia.

Após cinco dias, fogo é controlado no Horto de Itirapina

O fogo que atingiu o Horto Florestal em Itirapina desde quarta-feira (8) queimou 450 hectares de vegetação, o equivalente a 450 campos de futebol. Segundo a Defesa Civil, o incêndio já foi controlado e não existem focos neste domingo (12).

Hoje, equipes do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e do Horto continuam monitorando o local. 

O fogo em Itirapina começou no fim de semana, bem próximo às casas, na região da Lagoa Dourada. Depois se espalhou pela vegetação até chegar a uma área de preservação do cerrado.

O incêndio também atingiu a região do Broa, mas também já foi controlado. De acordo com a Defesa Civil, mais de 18 hectares foram queimados.

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Rumo: novo estudo avaliará manter oficina em Rio Claro

A concessionária Rumo confirmou em primeira mão ao Jornal Cidade que deverá iniciar um novo estudo técnico para avaliar alternativas para uma eventual manutenção da oficina de vagões no município de Rio Claro. Uma reunião foi realizada na última semana entre dirigentes da empresa, o prefeito Gustavo Perissinotto (PSD) e representantes da Aspacer (Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento), Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos), Cosan e Comgás.

A reportagem do JC revelou no mês passado que o contrato de renovação da concessão junto ao Governo Federal, assinado em 2020, prevê a remoção da área central de Rio Claro, reinstalando-a em outro local, medida que visa melhorar a mobilidade e reduzir os conflitos urbanos. Porém, o documento não cita oficialmente que a oficina deva ficar na cidade, mais precisamente no Jardim Guanabara, como era indicado há anos.

Uma mobilização foi iniciada pela classe política e industrial do município e da microrregião. Na reunião com a empresa, articulada por Luís Fernando Quilici, diretor de relações institucionais da Aspacer, o prefeito Gustavo Perissinotto foi recebido por Guilherme Penin, diretor executivo regulatório e institucional da Rumo. Na oportunidade, ficou definido que um grupo de trabalho será iniciado em conjunto com o município para avaliar a possibilidade. “Os estudos que serão realizados pela empresa e o grupo de trabalho têm como objetivo estudar possibilidades para manutenção da infraestrutura em Rio Claro, fora do perímetro urbano”, comunica a concessionária ao Jornal Cidade.

Segundo o prefeito Gustavo, há de se estudar um novo local que não seja apenas o Jardim Guanabara. “A reunião mostra que a empresa está com intenção de manter a oficina, mas depende também de aprovação por parte da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Deveremos verificar um local que não cause conflito urbano”, afirma Perissinotto. Ainda de acordo com Gustavo, foi debatido também um compromisso da empresa para uma possível doação do terreno onde hoje fica a oficina, no Centro de Rio Claro, para domínio do município, além de colaboração da Rumo para a instalação do projeto do porto seco na cidade.

Quilici, da Aspacer, afirmou ao JC que, “se as portas para a manutenção das oficinas em Rio Claro, fora do centro, estavam fechadas, agora estão abertas novamente. E essas portas podem ser ampliadas, tendo em vista podermos ter na cidade a manutenção das oficinas, um porto seco e também um terminal de cargas, para o transporte interno entre estados, com produtos da região ancorados pela produção cerâmica. Nessa articulação bem feita entre setor cerâmico, Cosan/Rumo e Prefeitura, reabrimos o debate sobre o tema que pode impactar positivamente a economia regional. A Aspacer e a Anfacer mais uma vez cumprem com suas missões em promover o desenvolvimento regional”, finaliza.

Entre pó e cinzas

Foi uma semana de tensão, trabalho intenso e desespero. De 2 a 9 de setembro, cerca de 800 hectares foram consumidos por um incêndio. O fogo começou numa estrada de terra em Corumbataí e se espalhou por todos os lados, tomando direção da estrada do Matão e subindo para a Fazenda Morro Grande, descendo até limite de município de Rio Claro.

No rastro de destruição, as cercas de divisas das propriedades, as pastagens, as plantações de eucalipto e de cana-de-açúcar, e mata nativa deram lugar a cinzas e ao pó. Quem acompanhou de perto esse cenário foi Maria Aparecida Botacin Rossi, pecuarista e proprietária rural na região de Ajapi.

“Nunca vi um cenário igual ao de domingo (5). Foi desesperador porque ventava forte e o fogo se propagou rapidamente, com labaredas enormes em direção a uma casa onde os eucaliptos ficam no entorno. Era um cenário de guerra, mas Deus cuidou de nós. Doeu o coração ver árvores enormes caindo destruídas pelo fogo”, relembra.

Para conter o avanço das chamas, uma força-tarefa foi montada pela comunidade com o uso de bombas costais, tratores com tanque d’água, caminhão-pipa, abafadores e a construção de aceiros, tendo, também, o apoio da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros.

“O meu filho e os amigos formaram uma equipe de combate aos incêndios, acerando e colocando fogo de encontro e controlando as laterais para acabar com o fogo. No entanto, o vento ainda acendia as brasas e voltava a queimar a área”, explica Maria.

A proprietária rural não teve prejuízos materiais, mas trabalhou intensamente e precisou adquirir equipamentos para combater os incêndios nos sítios vizinhos visando proteger a sua área. Vencida essa batalha, Maria Aparecida acredita que a origem do incêndio foi por ação humana. “Se eu acho que foi intencional? Eu tenho certeza de que foi intencional e criminoso”, avalia.

Os focos de incêndio podem ter sido eliminados, mas, agora, será preciso enfrentar os danos causados ao meio ambiente, como a morte de animais silvestres, perda de qualidade do solo e poluição do ar. Devido à diminuição do espaço e habitat natural, consequentemente, esses animais passam a buscar refúgio na área urbana em busca de alimentos.

Cobras, lagartos, aves (seriema, corujas, gaviões), cachorro-do-mato, gato-do-mato, raposas, saguis, capivaras, gambás, lobos-guarás e até mesmo onças-pardas, por exemplo, passaram a aparecer com frequência nos centros urbanos.

De acordo com o veterinário Dr. Gustavo Henrique Bonafé D’Ávila, da Clínica Bicho Solto, esse quadro os tornam mais vulneráveis e expostos, sendo susceptíveis a atropelamentos, ataques de animais domésticos e de ações causadas pelo homem, pois podem entrar nas residências e se machucarem, ferindo e até sendo feridos. “Essa exposição faz com que eles precisem procurar alimentos e refúgio, e acabam se aproximando cada vez mais dos centros urbanos”, conclui D’Ávila.

Ajuda

Apesar de leve e rápida, a chuva que caiu entre a quinta e sexta-feira (10) amenizou os efeitos das fortes queimadas que atingem a nossa região.

Velo terá um elenco mesclado de atletas jovens e experientes

A estreia do Velo Clube na Copa Paulista acontece nesta terça (14) às 15h contra o Botafogo-SP no estádio Benito Agnelo Castellano.

Segundo o presidente Reginaldo Breda, é necessário cautela para a partida, já que se trata de um trabalho recente no clube.

“Para estreia muita cautela, é um trabalho em que teremos dois objetivos: Copa Paulista e Paulista da A-2. Acredito que os resultados demoram para acontecer e na minha opinião temos que dar tempo para maturar”.

O elenco velista conta com um elenco mesclado e com estreantes no estado SP.

“A cara desse elenco é a mistura de bons jogadores experientes e jovens vindo de toda parte do Brasil, muitos nunca jogaram em SP, assim como nosso técnico Maurílio Silva”, finalizou Breda.

Irmãos investem na produção de cachaça artesanal, em Rio Claro

A cachaça vem ganhando cada vez mais visibilidade global como produto nacional, que nasceu há mais de 500 anos e tem nesta segunda-feira (13) uma data para ser comemorada: o Dia Nacional da Cachaça.

Se hoje em dia a bebida é consumida em drinks, caipirinhas e até no universo gourmet, quando surgiu a ‘marvada’ era uma bebida de animais e escravos, que foi se tornar realmente popular apenas no século XIX, quando se transformou em símbolo nacional e era difícil deixar de bebê-la.

 Isso porque, na época, o Brasil vivia o período das lutas da Independência, como a Revolução Pernambucana de 1817, e erguer brindes com vinho ou outra bebida qualquer, era considerado um alinhamento com os portugueses.

Em 2010 foi instituído pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados que 13 de setembro seria o Dia da Cachaça. A data não é coincidência e representa uma vitória da luta pelo direito de produzir e comercializar a bebida no país.

Hoje, 1,4 bilhão de litros de  cachaça são produzidos todos os anos no Brasil, um mercado que movimenta cerca de 10 bilhões de reais todos os anos, segundo o Ministério da Agricultura. 

A bebida ultrapassou fronteiras e em 2019, segundo o IBRAC (Instituto Brasileiro da  Cachaça) foi exportada para 67 países, gerando uma receita de US$ 14,6 milhões, correspondentes a 7,26 milhões de litros exportados.

Artesanal e ‘da casa’

A produção em menor escala, para o  mercado interno e públicos regionalizados também tem seu espaço, que só cresce. Produzida artesanalmente em Rio Claro pelos irmãos Mario José Cerri, de 60 anos, e de Claudio Donizete Cerri, de 59, a cachaça dos Irmãos Cerri tem aproximadamente 15 anos.

Eles elaboram as receitas com cana-de-açúcar plantada no próprio sítio de 42 hectares, que fica às margens da Rodovia Wilson Finardi (SP-191), onde o JC foi se aventurar para essa edição da ‘Reportagem da Semana’.

Os irmãos afirmaram que pesquisam cachaça há mais de 20 anos. Rio-clarenses, no começo, produziam a bebida para o próprio consumo e para abastecer a vizinhança. No entanto, com as aposentadorias encaminhadas, tudo mudou.

“Fazíamos [a cachaça] por hobby mesmo. Meu pai mora no sítio e sempre ficamos por aqui com ele. Agora, que estamos todos aposentados, passamos a nos dedicar ainda mais todos os dias”, comentou Mario Cerri.

Do campo, a cana segue direto para a destilaria, onde é esmagada para se extrair o máximo de caldo, que cai em um filtro que retém as fibras. Em seguida, vai para o decantador, onde as impurezas são separadas do caldo.

Todos os resíduos produzidos na fabricação da cachaça voltam pro campo em forma de fertilizante, segundo a família. O bagaço da cana e o vinhoto – líquido que sobra no processo da destilação –  são transformados em composto orgânico.

“Depois de moída, a cana vai para a fermentação, que dura uns dois dias aproximadamente, por se tratar de um fermento natural”, explicou Claudio.

Se inicialmente produziam a cachaça pura, com o tempo, os irmãos passaram a ousar e diversificar as versões. Atualmente, são 15 sabores que compõem a cartela: chocolate, amarula, coco, café, doce de leite, maracujá, banana, figo, hibisco, jabuticaba, mel, cravo com canela, danoninho e paçoca.

Um dos projetos dos irmãos é unir as próximas gerações com o propósito de levar adiante e fazer a produção prosperar bem mais. “Minha esposa, minha nora, essas já estão envolvidas no negócio. Mas a ideia é que cada vez mais essa paixão cresça. Além de aumentar a produção, é claro”, disse Mario.

Os interessados em conhecer o galpão e comprar a cachaça podem entrar em contato pelo telefone: (19) 99799 6922 ou pelo Instagram: cachacairmaoscerri. A família também está presente na Feira do Produtor Rural de Rio Claro todas às terças-feiras das 17h às 20h30.

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Orquestra Filarmônica apresenta Ópera baseada em obra de Dante Alighieri

A Orquestra Filarmônica de Rio Claro – OFRC, Cia Ópera São Paulo, Consulado Geral da Itália em São Paulo e Instituto Italiano di Cultura de San Paolo trazem para a cidade Gianni Schicchi, considerada uma das obras mais perfeitas da história das óperas italianas. O espetáculo será encenado no dia 24 de setembro em Rio Claro, às 19 horas, no Teatro do Centro Cultural, e no dia 23 no Teatro Municipal de Cordeirópolis, no mesmo horário.

Quem assina o espetáculo é Paulo Esper, diretor-geral e artístico da Cia Ópera São Paulo, responsável pela produção de mais de 1.500 encenações entre óperas, recitais e concertos com os mais renomados cantores e músicos brasileiros.

Em Rio Claro, a apresentação da Ópera será em espaço híbrido, com a presença de público no teatro do Centro Cultural Roberto Palmari e transmissão ao vivo pelas redes oficiais da OFRC. O ingresso será um quilo de alimento não perecível e não serão feitas reservas antecipadas. Em Cordeirópolis o evento será apenas presencial, também com arrecadação de alimentos que, posteriormente, serão doados para o Fundo Social dos respectivos municípios.

A ópera Gianni Schicchi vai passar por dezoito cidades do estado de São Paulo com produção da Cia da Ópera e em Rio Claro e Cordeirópolis conta com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio Whirlpool, apoio Astra.

Jornal Cidade RC
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