Jovem de 23 anos morre após queda de moto em Rio Claro

Em Rio Claro, um jovem identificado como Lérik de Oliveira Romero, de 23 anos, morreu após um acidente de motocicleta na madrugada deste domingo (19).

Segundo informações obtidas no Plantão Policial, o jovem caiu do veículo após perder o controle e bater na guia de um canteiro central na Avenida Visconde do Rio Claro sentido Lago Azul para a Estação.

No BO consta que o motociclista seguia pela via quando se aproximou do semáforo e perdeu o controle da direção. Após bater contra a guia, ele seguiu com o veículo sem equilíbrio até cair no chão debaixo do farol.

Ainda, segundo o documento, a moto teria deslizado cerca de 50 metros à frente. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e constatou a morte do jovem.

O rapaz usava capacete, que ficou todo danificado com a queda. A motocicleta foi recolhida ao pátio municipal.

Estudo aponta déficit na população de Rio Claro

Os efeitos da pandemia da Covid-19 podem ser observados na demografia de Rio Claro. Um recente estudo publicado pelos pesquisadores e cientistas da Universidade Estadual Paulista (Unesp) local, através do comitê AntiCovid-19, aponta que até o mês de agosto deste ano o município registra um déficit populacional de quase mil pessoas.

Segundo o Prof. Dr. Eduardo Kokubun, a pandemia está quebrando o processo de crescimento populacional que vinha ocorrendo na cidade. “Entre 2017 e 2019, foram registrados nos cartórios locais a média 2.511 nascimentos e 1.599 óbitos, com um saldo de 912 pessoas. No ano passado esse saldo foi de apenas 533 registros e neste ano, até agosto, somente 6 registros. Numa conta rápida, estamos até agosto com déficit de 981 pessoas”, explica.

Os dados do estudo destacam que nos meses de abril e maio o número de óbitos registrados em cartórios do município já havia sido maior do que os registros de nascimento. No bimestre seguinte, entre junho e julho, o mesmo ocorreu. Naqueles meses foram 188 e 191 nascimentos contra 214 e 238 óbitos.

O pesquisador lembra que ainda que nem todas as mortes no período tenham sido motivadas pelo coronavírus, o número total de óbitos em Rio Claro continua maior do que no período antes da pandemia. “Isso pode indicar a piora com os cuidados com a saúde e tratamento de doenças”, afirma Kokubun. Quanto às mortes pela Covid-19, o professor destaca que a quantidade vem diminuindo principalmente após o mês de julho graças à vacinação.

“A prioridade no momento tem sido debelar o efeito devastador do novo coronavírus sobre a saúde e seus impactos econômicos e sociais imediatos. Porém, não podemos esquecer que os estragos ainda poderão permanecer por muito tempo”, finaliza.

No mês passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o mais recente levantamento de estimativa populacional no País. O relatório aponta que em Rio Claro, em 2021, são 209.548 habitantes. Os dados, no entanto, não consideram os efeitos da pandemia da Covid-19 nos municípios.

“Devido à ausência de novos dados de migração, além da necessidade de consolidação dos dados de mortalidade e fecundidade, fundamentais para se compreender a dinâmica demográfica como um todo”, informa o IBGE.

Entenda

Estudo da Unesp aponta que pandemia quebrou a série de crescimento populacional que vinha ocorrendo no município

blank

Ajude o pequeno Yuri a ter uma nova cadeira de rodas

Vamos ajudar o pequeno Yuri Boltanha? Ele está crescendo e precisa de uma nova cadeira de rodas. Mas antes de saber como contribuir para a compra do equipamento, conheça um pouco da sua história.

Ele era uma criança saudável e ativa. Corria, brincava e se alimentava normalmente. Foi a partir dos dois anos de idade que as coisas começaram a mudar. Nessa faixa começou a adoecer facilmente, com quadros frequentes de pneumonia; passou a broncoaspirar os alimentos e a saliva, e, mais recentemente, parou de andar.

Após um período de três meses hospitalizado em Unidade de Terapia Intensiva e a investigação do seu quadro, foi diagnosticado com Síndrome de Duplicação Genética: MECP2 e xq28, que afeta a parte motora, neurológica, cognitiva e digestiva. “Trata-se de uma doença degenerativa. Desde então, nunca mais comeu pela boca e nem andou”, explica a mãe Larissa Boltanha de Oliveira.

Consequentemente, para uma melhor qualidade de vida, são necessários cuidados especiais no dia a dia do Yuri, cujas despesas giram em torno de R$ 3 mil. “Pagamos plano de saúde somente para ele. São necessários mais de 20 pacotes de fraldas por mês, além de lenços umedecidos, vitaminas e alimentação especial. A maioria dos remédios conseguimos pela farmácia de alto custo”, comenta Larissa.

Por isso, a fim de ajudar na compra da cadeira e, também, de uma cadeirinha adaptada para o carro, a comunidade está se mobilizando para angariar recursos. “Tudo ficou orçado em R$ 8 mil, preço válido até 10 de novembro”.

Está sendo organizada uma Paella Beneficente, com o apoio de Kléber Ribeiro, que realiza ações desse tipo. A adesão da paella caipira custa R$ 59,90 e serve até quatro pessoas. A marmita com 1,5 kg acompanha torresmo. A entrega será no dia 13 de novembro, a partir das 11h30.

Para adquirir a sua, é fácil. Basta entrar em contato com um dos seguintes telefones e reservá-la: 99657-7584 Elizeu Júnior/ 99612-4028 Larissa Boltanha. A venda é até o dia 10/11.

Ajude

Larissa se dedica a cuidar dos filhos. O marido Elizeu trabalha e o Yuri recebe um benefício, mas a família não tem condições de adquirir a cadeira com recursos próprios

blank

Ação em RC alerta sobre as Distrofias Musculares


Setembro é o mês da Conscientização Sobre as Distrofias Musculares. As distrofias musculares formam um grupo de mais de 30 doenças, e sua principal característica é a fraqueza progressiva da musculatura, com prejuízo para os movimentos. Elas não têm cura, e o quanto antes acontecer o diagnóstico, maior a chance de uma vida melhor.

Para chamar a atenção para as Distrofias Musculares, alguns monumentos no Brasil ficarão iluminados de verde ao longo deste mês. Em Rio Claro, graças ao empenho da ADABA (Associação Desportiva Adaptada Blue Angels) – que faz um lindo trabalho treinando atletas com deficiência em várias modalidades – veremos a iluminação da Torre Eiffel e o Monumento do Leão, ambos no Lago Azul.

Dados

Segundo a Aliança Distrofia Brasil (ADB), há uma estimativa de que mais de 105 mil pessoas tenham alguma distrofia muscular no País

Aplicativo deve agilizar pré-cadastro de doadores de medula óssea

O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), apresenta neste sábado (18), no Rio de Janeiro, um novo aplicativo que vai agilizar a atualização de dados de doadores e facilitar o pré-cadastro de interessados na doação de órgãos.blankblank

O aplicativo está disponível para celulares com sistema iOS e Android. A apresentação do aplicativo faz parte da comemoração do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea 2021 (WMDD, do nome em inglês) que, este ano, será festejado hoje.

Desde janeiro deste ano, o aplicativo está sendo usado em caráter experimental para pré-cadastro de novos inscritos no Redome nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Ceará.

Os primeiros resultados mostram que foram feitos, até agosto, 13.021 downloads do aplicativo. Dos 486 pré-cadastros efetuados, 129 pessoas se dirigiram a um hemocentro para finalizar a inscrição.

A coordenadora técnica do Redome, médica Danielli Oliveira, destacou em entrevista à Agência Brasil que, para funcionar como pré-cadastro em nível nacional, o hemocentro estadual tem que fazer o cadastro também usando os dados do aplicativo. “A gente está convocando os nossos hemocentros para que  entrem no aplicativo. Ele não é obrigatório”, afirmou.

Danielli observou que o aplicativo já permite a atualização de dados pessoais daqueles que estão há mais tempo no registro, como mudança de telefone e endereço, o que é fundamental para a rápida localização do doador compatível.

Reforçou que o aplicativo tem duas funções. “Para o pré-cadastro, depende do hemocentro do estado que está usando. O que qualquer doador já pode fazer no aplicativo é atualizar o seu cadastro. Isso é muito importante porque a gente tem sempre aquele desafio de atualização do cadastro para a localização do doador. E a gente sempre aproveita essa data do Dia Mundial do Doador para chamar a atenção para a necessidade de atualização do cadastro”, disse. A data mundial é comemorada sempre no terceiro sábado de setembro.

Redome

Atualmente, estão cadastrados no Redome 5,4 milhões de doadores, dos quais 120 mil entraram este ano. Em 2021, até agosto passado, foram feitos no Brasil 200 transplantes de medula óssea, sendo 140 com doadores brasileiros. Danielli salientou também que o banco de doadores do Brasil beneficiou este ano em torno de 20 pacientes de outros países.

A coordenadora técnica do Redome informou, também, que a atividade de transplante este ano está maior do que em 2020, quando sofreu impactos da pandemia de covid-19. Salientou, entretanto, que “o impacto não foi sobre os doadores, mas sobre os serviços. Os pacientes ficaram com medo de transplantar, os hospitais ficaram muito afetados. Isso aconteceu este ano também. Os doadores, apesar de todas as restrições, continuaram doando”, explicou.

Em 2020, foram efetuados 279 transplantes de medula óssea no país, contra 411 em 2019. “Na verdade, vínhamos numa crescente e fomos afetados pela pandemia. Mas não fomos atingidos porque houve menos doadores cadastrados. A redução do número de transplantes não afetou a chance de encontrar um doador, nem os doadores deixaram de doar. Foi uma conjuntura de fatores”, reforçou. “Os serviços foram muito atingidos”. De 2018 para 2019, o total de transplantes no Brasil subiu de 380 para 411.

Danielli admitiu que, este ano, o programa de transplantes de medula óssea no Brasil não será capaz de recuperar o ritmo de 2019. A meta é superar o total registrado em 2020. “Eu gostaria que passasse de 300 este ano”, frisou a médica do Inca/Redome. A expectativa é que os números melhorem ainda mais com a ampliação do uso do aplicativo por doadores de todo o Brasil.

Empatia

Moradora da cidade de Fernandópolis, interior de São Paulo, Lilian Alves de Lima, 34 anos, foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda em dezembro de 2019. Ela precisava de um transplante de medula óssea, porém, ninguém da família era compatível. Com alguns meses de espera, uma doadora foi localizada por meio do Redome e aceitou fazer o procedimento.

“Eu tive a vida salva por uma pessoa que não me conhece. É um peso muito grande, você sente muita empatia quando percebe que alguém que nunca te viu escolheu te salvar. Um ato tão simples, como se cadastrar em um aplicativo ou só atualizar seus dados, pode mudar a esperança e a vida de alguém”, acentuou.

Campanha 2021

A Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea (WMDA, do nome em inglês World Marrow Donor Association) vai celebrar o Dia Mundial do Doador, neste sábado, com transmissão, durante 24 horas, de vídeos e fotos de homenagens e histórias inspiradoras de doadores, pacientes e familiares de todo o mundo. Por conta da pandemia, o Redome não fará nenhum evento presencial, mas enviou um vídeo à WMDA e está convocando toda a sua rede de hemocentros, centros de transplante e organizações não governamentais (ONGs), além de pacientes e doadores, para participar da campanha. A WMDA é uma organização global de registros, que representa mais de 38 milhões de doadores voluntários de 55 países.

Polícia apreende 10 toneladas de maconha em Palmital e Itu

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Policiais Rodoviários apreenderam cerca de 10 toneladas de maconha escondidos em caminhões, em duas rodovias nas cidades de Palmital e Itu, no interior de São Paulo, na noite desta sexta-feira (17). Duas pessoas foram presas.


Oito toneladas da droga foram apreendidas em um caminhão na rodovia Presidente Castelo Branco, no km 84, na região de Itu.


Os policiais disseram que avistaram um caminhão de bebidas em alta velocidade na rodovia e o motorista não obedeceu a ordem de parar. Eles perseguiram o veículo por cerca de 1 km para realizar a abordagem.


Durante vistoria no caminhão, os policiais encontraram os tabletes de maconha misturados com as caixas de bebidas. Segundo os militares, o motorista confessou que transportava a droga e foi preso.


Na cidade de Palmital, os policiais apreenderam duas toneladas da maconha em um caminhão na rodovia Raposo Tavares.


Segundo a polícia, os tabletes da droga estavam escondidos sob uma carga de arroz. O motorista foi preso.

Rio Claro aplica segundas e terceiras doses contra a Covid amanhã

A vacinação contra a Covid na segunda-feira (20) em Rio Claro será para pessoas que vão receber a segunda dose ou a dose de reforço (terceira dose). 


O atendimento começa às 8 horas e segue até as 13 horas nos postos da Unimed (Rua 12) e do Santa Filomena (shopping) e até o meio-dia no São Rafael.  O Centro Cultural, com a queda no fluxo de atendimento da vacinação, terá alteração nos horários. Na segunda-feira (20) a vacinação será das 8 às 16 horas, e esse mesmo  horário irá se repetir às quartas e sextas-feiras. Já às terças e quintas-feiras a vacinação será até as 19 horas. 


Nesta segunda-feira devem procurar um dos quatro postos de vacinação as pessoas que receberam a primeira dose da Pfizer ou da Astrazeneca até 14 de julho, sendo que nos dois casos a vacina utilizada para segunda dose é a da Pfizer. A segunda dose também será aplicada em que foi vacinado com a Coronavac até 30 de agosto.


Também serão aplicadas as doses de reforço (terceira dose) em idosos com 85 anos ou mais que tomaram a segunda dose de vacina de qualquer laboratório até 20 de março.


A aplicação de primeira dose continua suspensa e o município aguarda envio de novo lote. Quem ainda não tomou a primeira dose deve encaminhar e-mail para [email protected] com o nome completo, idade e telefone. Essas pessoas poderão ser contatadas ao final do expediente diário da vacinação no caso de sobras de doses em frascos de vacina abertos.


Todos que forem tomar a vacina devem apresentar RG, CPF e comprovante de endereço em Rio Claro.

População adota área verde no Vila Bela

Quem passa em torno do Horto Florestal entre a Avenida Nossa Senhora da Saúde e a Avenida 7A, no bairro Vila Bela, em Rio Claro, dificilmente deixa de reparar numa área que tem 11000m2, e é tomada por frondosas árvores. Já o som que se ouve por ali é de cantos estridentes produzido por várias espécies de pássaros, que são companhias cada vez mais comuns dos rio-clarenses que caminham pelo local, que tem uma bela vista da cidade.

Mas, o lugar de calmaria ganhou um novo capítulo na última semana envolvendo os moradores e a prefeitura. Conforme noticiou o JC na quinta-feira (15), a vizinhança realizou uma manifestação  para que o local, que pretendia ser doado pelo então prefeito Juninho da Padaria (DEM) para a construção da nova ETA (Estação de Tratamento de Água) permaneça como área de lazer da população e não para outros projetos do DAAE (Departamento Autônomo de Água e Esgoto), uma vez que a área foi considerada inadequada para abrigar a Estação, devido às dimensões e a rejeição dos que frequentam o local.

Mais uma vez, os moradores do entorno mostraram que a união faz a força, e que vale a pena lutar pelo espaço, que integra de forma diferenciada a área residencial e a floresta. No local, ocorrem jogos de futebol, piqueniques, aulas de yoga, passeios de bicicleta, entre outras atividades.

Segundo uma das coordenadoras do projeto, a geóloga Paulina Setti, as famílias, de vários bairros, usufruem de momentos agradáveis de lazer, com a proximidade da natureza, o que não é possível em muitas outras regiões do município.

“Os moradores da Vila Bela são unidos e organizados, porque amam seu bairro. Existem várias iniciativas interessantes, que poderiam servir de exemplo a outras partes da cidade”, comentou ela.

Uma destas ações possui perfil no Instagram, chamado @mutirao_do_einstein. Einstein, que deu nome ao grupo, não é o gênio da ciência, e sim,  um pastor australiano, mascote da turma. Os integrantes do grupo se encontram aos sábados de manhã para limpar a pracinha de brinquedos de madeira, que fazem a alegria das crianças. Eles cuidam também do trecho que compreende a subida da Avenida Nossa Senhora da Saúde, desde a Avenida Ulisses Guimarães, além do campo de futebol e o caminho de entrada da Floresta, onde, segundo os frequentadores, pessoas insistem em parar carros para depositar lixo das mais variadas origens.

O campo de futebol atualmente  tem sido limpo e cuidado pelos próprios jogadores, uma turma animada que se encontra às segundas, quartas e sextas, no fim da tarde, e é composta por  pessoas de várias regiões da cidade.

“O pessoal do futebol adotou a área e recolhe garrafas, copos, papel, mantendo o campo sempre limpo. Um dos jogadores, que é morador da Vila Paulista, conseguiu um ponto de água, comprou uma mangueira e cuida das mudas recém plantadas na lateral do campo”, citou Paulina.

Árvores antigas

As árvores do entorno foram plantadas por moradores ao longo de 20 anos. Eles dizem amar morar num bairro arborizado. E na busca por mais verde, há também um grupo chamado ‘Replantio’, coordenado também por moradores, mas que conta com voluntários de várias  regiões da cidade. Eles se reúnem nos fins de semana para  plantar mudas de espécies nativas.

“Por aqui, ouve-se o som dos pássaros, caminha-se sob as sombras de árvores. Há pouco movimento de carros, o que faz com que crianças e adultos andem de bicicleta, skate, de carrinho de rolimã, e caminhem em um bairro onde o contato com a natureza é sua principal marca”, explicou ela.

 Moradores pedem que área seja institucionalizada como praça ou parque

No Vila Bela, frequentada e amada por tantas pessoas, como constatou o JC, os moradores solicitam que a área que inclui o campo de futebol seja institucionalizada como uma praça ou parque, inclusive com melhorias, como instalação de equipamentos de ginástica e mudanças na estrutura da parte destinada ao futebol.

Solicitação que está em consonância com o projeto recém-lançado pela Prefeitura chamado ‘Programa Viva Meu Bairro’, no qual o Executivo propõe ações de melhorias, após conversar com moradores e verificar as necessidades.

Nas conversas com a administração municipal, moradores fizeram inclusive considerações sobre as características de bairros residenciais nas grandes cidades do mundo, como Nova York, Londres, Paris, Toronto, entre outras.

“Em todas as cidades, existe um zoneamento que garante a existência de algumas áreas exclusivamente residenciais, onde se valoriza a qualidade de vida e tranquilidade dos moradores que desejam viver nestas condições. São áreas muito arborizadas e tranquilas, onde o comércio, quando existente, se restringe somente às grandes artérias o que, no caso da Vila Bela, seriam a Avenida Ulisses Guimarães e a Avenida 8A”, explicou a professora.

Foi pensando nisso que os profissionais delegados do Conselho Regional de Educação Física de São Paulo, os professores e doutores Américo Valdanha, Sebastião Gobbi e Alexandre Drigo criaram uma carta aberta contra a destruição do equipamento e de prática de esporte e atividade física. 

No documento, eles dizem que “a Prefeitura precisa dialogar com a população de forma a potencializar o uso do espaço para além da prática espontânea, ofertando programas de intervenção profissional para prática orientada, dentro do contexto das expectativas dos moradores e frequentadores.”

blank
Chiara Tedeschi
blank
Chiara Tedeschi
blank
Chiara Tedeschi
blank
blank

VÍDEO: Lei obriga tutor a ‘chipar’ cães e gatos em Rio Claro

Uma nova ferramenta para auxiliar tutores a reencontrar seus animais de estimação em caso de perda agora é lei em Rio Claro. Com isso, as clínicas veterinárias recebem um aumento da procura pelo dispositivo, segundo relata o veterinário Gustavo D’Ávila.

“Sempre tivemos esse serviço de implantação do microchip, mas percebemos um aumento na procura principalmente desde a sua obrigatoriedade através da implantação da lei municipal”, relata o responsável pela clínica Bicho Solto.

O veterinário também explica que “É um procedimento rápido e simples, parecido com uma aplicação, contendo uma seringa e agulha e indolor aos animais.


Pode ser aplicado em qualquer animal, desde uma ave de pequeno porte como uma calopsita, ou para animais maiores como cães e gatos.

Identificação


O custo do chip varia entre R$ 100 e R$ 170. Segundo uma pesquisa recente, cerca de 95% dos cães perdidos com identificação voltam para casa em menos de 48 horas, já para os gatos cerca de 70% voltam em menos de 07 dias

Cavalos devem receber dispositivo

Segundo o veterinário Gustavo D’Avila, “o microchip é um pequeno dispositivo do tamanho de um grão de arroz que armazena dados com um código numérico. Ele é implantado na pele do animal, nos cães e gatos entre as escápulas e em aves na musculatura peitoral.
É importante ressaltar que ele não é um rastreador, ele serve apenas como uma forma de identificação. Sua leitura é realizada com o auxílio de um leitor apropriado que registra os números de identificação”.

Na lei

Questionada sobre a reportagem do JC, a prefeitura de Rio Claro informou que a obrigatoriedade do tutor providenciar implantação de chip para seus animais de estimação está prevista na Lei 5.291, o chamado Código de Proteção Animal.

Além de cães e gatos, a obrigatoriedade é válida também para equídeos. Em caso de animais silvestres, os guardiões devem possuir a autorização do órgão competente.

Embora a lei determine como obrigatória a implantação do chip, segundo a prefeitura, não foi estabelecida punição para o tutor que desrespeitar a determinação.

Ainda de acordo com a assessoria de comunicação da administração municipal, “o objetivo é que todo animal que esteja no município possa ser relacionado ao seu tutor, como forma de estimular ainda mais a guarda responsável, evitando assim que animais fiquem soltos em via pública, diminuindo atropelamentos, acidentes e situações similares. Os animais que estão sob tutela do poder público, como no caso do canil municipal, são microchipados no momento da adoção.

Rio Claro mantém 9% de ocupação de leitos Covid

O boletim da Secretaria Municipal de Saúde deste sábado (18) aponta seis novos casos de Covid em Rio Claro, que totaliza 19.081 casos. O município não teve registro de óbitos pela doença nas últimas 24 horas e mantém 574 mortes causadas pela Covid. 


Até agora são 18.424 pessoas recuperadas da doença no município, que tem 13 pacientes  hospitalizados devido à pandemia, sendo sete em UTI. O índice de ocupação de leitos se manteve em 9%. Há também 74 pessoas em isolamento domiciliar. 


A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para a importância da vacinação e para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.

blank

Câmeras registram furto de bar na Vila Aparecida

Na Avenida 26, na Vila Aparecida, câmeras de segurança registraram um furto em um bar na madrugada deste sábado (18). O rapaz , que aparece nas imagens, levou um holofote do estabelecimento comercial. O caso será registrado no Plantão Policial.

Cemitério municipal recebe limpeza neste final de semana

A prefeitura de Rio Claro iniciou neste sábado (18) uma grande limpeza no Cemitério Municipal São João Batista.

“Venho aqui toda semana e vejo que está ficando bem melhor”, avaliou Eunice Ferreira das Neves. O senhor João Burim também aprovou os serviços. “Eu acho excelente. É um respeito àqueles que se foram e a nós que ainda estamos aqui”.


Os trabalhos estão sendo feitos também na parte externa do cemitério, terão sequência neste domingo e deverão ser concluídos durante a semana.


A prefeitura também está programando outras melhorias para o cemitério. “O objetivo é oferecer melhores condições de acolhimento às pessoas que visitam o cemitério”, observa o secretário municipal da Administração, Rogério Marcheti. “Além disto, estamos cuidando de um importante espaço público”.


Os serviços envolverão equipes das secretarias municipais da Administração, Obras, Agricultura, Meio Ambiente e Segurança.


As calçadas na Rua 16, onde fica o portão principal, serão ampliadas. As calçadas internas e externas e os muros ganharão nova pintura. O acesso pela Rua 19 receberá reparo na pavimentação. As árvores passarão por avaliação técnica que definirá a necessidade ou não de poda ou remoção. O trânsito nas vias públicas de acesso ao cemitério receberá reforço de sinalização.

Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.