Jornal Cidade conversou com rio-clarenses que atualmente moram em Paris

Antonio Archangelo

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paris1Era próximo das 22h (horário local), quando a rio-clarense Fabiane Pizzirani ficou sabendo dos atentados terroristas que atingiram a capital francesa. Aos 36 anos, Fabiane mora em Paris há sete e atualmente é funcionária da prefeitura da capital. Ela conta que ficou sabendo dos ataques terroristas pelo site do jornal Libération. “Logo os amigos começaram a escrever para ter notícias”, conta a rio-clarense. “Tô escutando sirenes por aqui, não dá para deixar o medo prevalecer!”, relatou por telefone ao ser indagada se a situação não favorece o sentimento de retornar para o Brasil.

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paris3Renato Barbosa, 23 anos, ficou sabendo da situação pelos vizinhos. “Fiquei sabendo por vizinhos. Aí liguei a televisão. Os franceses estão em choque. O que deixou todos intrigados é que desta vez os ataques atingiram a todos, não só os judeus, ou a revista que tira sarro do profeta deles”, comentou ao Jornal Cidade. “Fecharam as fronteiras”, concluiu a conversa ao citar o anúncio televisivo, em cadeia nacional, do presidente François Hollande. Renato mora na França há 10 anos.

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BRASILEIROS

A cônsul-geral do Brasil na França, Maria Edileuza Fontenele Reis, informou que os dois brasileros – um homem e uma mulher – feridos nos ataques de Paris estão fora de risco. Até momento, este foi o único caso envolvendo brasileiros registrado no trágico ataque de sexta-feira (13).

Mais informações sobre os ataques e histórias de rio-clarenses que estão em Paris, você confere no JC deste domingo (15).

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