Infectologista da Unimed Rio Claro orienta sobre a Covid-19 em “live” nesta quarta

O Jornal Cidade transmite nesta quarta-feira (03), às 19 horas, em sua página no Facebook, a live promovida pela Unimed Rio Claro com o tema da retomada das atividades econômicas e as necessidades para preservação da saúde e vida no combate à Covid-19. Quem vai esclarecer as dúvidas é a médica infectologista do Hospital Unimed Marlirani Dalla Costa Rocha.

A live também pode ser acompanhada através dos canais da Unimed: assista em: facebook.com.br/unimedrioclaro; instagram.com/unimedrioclaro e no Canal YouTube: https://bit.ly/3eALTf9. Além da participação nas páginas de transmissão, os internautas também podem enviar perguntas através do WhatsApp 99368 5923.

Floresta Estadual segue fechada para visitação em Rio Claro

A Fundação Florestal, autarquia responsável pela gestão da Floresta Estadual ‘Edmundo Navarro de Andrade’ (Feena), informou à reportagem do JC que a unidade segue fechada para visitação até pelo menos o dia 15 de junho, assim como em outras unidades de preservação do Estado de São Paulo.

Após essa data, deverá ser avaliado se haverá algum tipo de flexibilização para acesso ao local. Vale lembrar que a Polícia Militar Ambiental de Rio Claro segue fiscalizando o local, inclusive multas são previstas para o cidadão que desrespeitar e acessar a área do antigo Horto Florestal do município.

Ministério Público investiga novo contrato de quase R$ 5 milhões para operação do Aterro de RC

O Ministério Público deu início a uma investigação quanto ao novo contrato emergencial fechado pela Prefeitura Municipal com a empresa Urbanlix, no valor de quase R$ 5 milhões para administrar e operar o Aterro Sanitário por seis meses. A Promotoria de Justiça informa que supostas irregularidades na contratação foram autuadas como representação e foram determinadas diligências iniciais para análise, com pedido de documentos e esclarecimentos ao município.

A reportagem teve acesso à representação, assinada pela empresa Sustentare Saneamento, que operava o Aterro desde 2014, numa documentação de 46 páginas onde detalha o processo. Tal forma de contratação ocorreu após o Tribunal de Contas, conforme o JC noticiou anteriormente, impugnar o edital original publicado para atender a Secretaria do Meio Ambiente.

De acordo com o material, questiona-se o processo de contratação que, segundo detalhado pela Sustentare, houve mudança no prazo para envio das propostas via e-mail, sendo que a vencedora enviou a documentação faltando quatro minutos para o fim do segundo prazo indicado (17h), com valor pouco acima da segunda colocada, a própria Sustentare, enquanto as demais enviaram até as 11h do dia 6 de maio, primeiro prazo indicado pela Prefeitura.

Uma suposta certidão que teria sido adulterada pela empresa contratada é investigada. Ainda, por qual motivo a empresa vencedora não apresentou documentos exigidos na licitação, um suposto histórico suspeito de mudança do CNPJ de madeireira em empresa de limpeza pública, alteração de endereço ligado a Pinhais, no Paraná, onde supostamente era uma residência, para um novo em São Paulo, além de em tese ‘inflar’ o capital com dados de outra empresa sócia e suposta falta de experiência no serviço, entre outros apontamentos como falta de acervo técnico.

A Sustentare entrou com mandado de segurança na Justiça, alegando as supostas irregularidades, em que pede liminarmente que o contrato com a Urbanlix seja suspenso. O juiz indeferiu e manteve a contratação emergencial, mas notificou a Prefeitura para que esclareça as questões. Depois, em agravo, o Tribunal de Justiça de SP manteve o contrato, alegando que eventual paralisação traria prejuízo à sociedade. O processo seguirá em análise no TJ-SP.

Câmara Municipal

A Câmara Municipal também passa a apurar o contrato. A vereadora Carol Gomes (Cidadania) informou que teve conhecimento da denúncia e protocolou um requerimento questionando a Prefeitura sobre as indagações apresentadas na representação ao Ministério Público e pedindo cópias dos documentos que comprovem a legalidade da contratação.

O que diz a Urbanlix

O advogado da empresa Urbanlix, Dr. Osvaldo Flausino, informou à reportagem que o contrato emergencial pelo menor preço está dentro da legalidade.

“Participamos de um processo legítimo, ganhamos e estamos executando a contento a prestação do serviço e iremos, inclusive, melhorá-lo para que a população de Rio Claro seja a maior beneficiada desta prestação de serviço de qualidade que, com certeza, a Urbanlix é capacitada e já demonstrou que é qualificada tecnicamente para executar os trabalhos”, informa. Ainda, segundo Flausino, o dilema levantado pela Sustentare é compreendido por conta de a empresa não ter vencido o contrato emergencial.

O que diz a Prefeitura

A Prefeitura de Rio Claro ressalta que todo o processo licitatório foi realizado dentro de total legalidade e esclarece que o contrato emergencial se deu após manifestação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. A administração municipal informa ainda que a empresa segunda colocada no processo de licitação [Sustentare] entrou com ação judicial, sendo assim aguarda decisão da Justiça para então tomar as medidas necessárias.

O que diz a Sustentare

Ao Jornal Cidade, a empresa Sustentare informou que entende que o processo de licitação e contratos é extremamente importante para a sociedade, uma vez que envolve bens e dinheiro público, devendo ser selecionada a proposta mais vantajosa ao erário.

Porém, que no caso da contratação da empresa Urbanlix, “existem claríssimas irregularidades no processo licitatório emergencial. Dentre essas irregularidades, verifica-se que a Urbanlix, empresa de fachada, está sediada em modesto imóvel residencial da cidade de Pinhais (PR), conforme seu contrato social”, informa.

A Sustentare afirma que a Urbalinx ainda não detém os atestados mínimos de capacitação técnica para operação do Aterro Sanitário, o que segundo ela, coloca em risco à saúde pública e o meio ambiente. A Sustentare também acusa a concorrente de supostamente ‘burlar’ as regras e agir em desacordo com a lei.

‘Já peguei 20 vezes este vírus, talvez, ou ele não quer papo comigo’, diz Bolsonaro sobre Covid-19

(FOLHAPRESS) – Depois de uma batalha judicial que terminou com a apresentação de resultados negativos de exames, o presidente Jair Bolsonaro disse agora que “talvez” já tenha pegado “20 vezes” o novo coronavírus, mas que “talvez” tenha sido assintomático.
Em entrevista na porta do Palácio da Alvorada na noite de terça-feira (2), Bolsonaro disse que, ao se referir à Covid-19 como uma gripezinha, no início da pandemia, fazia menção a seu caso específico.
“A garotada, quando pega, nem sente. Desceram o cacete em mim porque eu falei que o meu caso, o meu, meu, particular, é gripezinha. Desceram o cacete em mim”, disse o presidente, segundo vídeo publicado por apoiador.
“Agora, eu, apesar de estar no grupo de risco, eu sou o comandante da nação, tenho que estar no meio do povo. E ando no meio do povo. Eu já peguei 20 vezes este vírus, talvez, ou o vírus não quer papo comigo. É uma realidade. Vai pegar, vai contaminar muita gente. Parece que o time do Vasco tem um montão de cara com vírus lá. Vai pegar, e a grande maioria nem vai saber que pegou. Talvez o meu caso. Assintomático.”
Nesta terça, o Brasil chegou a 555.383 casos confirmados e 31.199 mortes pelo novo coronavírus.
“A gente lamenta os mortos. O pessoal sempre acha que eu estou ignorando. Lamento os mortos. Qualquer morto. Quem não perdeu familiar aí na vida? Mas, se tivesse dado atenção à questão do emprego, estaria diferente hoje em dia”, disse Bolsonaro.
Para embasar sua argumentação, disse não ter conhecimento de alguém que tenha morrido por falta de UTI ou de respirador.
“Então, o vírus é uma coisa que vai pegar em todo mundo. Não precisava ter, grande parte da imprensa, criado este estado de pânico junto à população”, afirmou.
O presidente, que apareceu sem máscara na noite de terça, na manhã desta quarta disse que voltará a visitar municípios próximos a Brasília no fim de semana para ver como está a vida de pessoas. O deslocamento será de helicóptero, como ocorreu no sábado passado (30), quando foi a Abadiânia (GO).
Na sexta-feira (5), ele vai a Águas Lindas (GO) para inaugurar um hospital de campanha para vítimas da Covid-19, que deveria ter ficado pronto até o início de maio. Em 11 de abril, quando Bolsonaro visitou o local, onde havia apenas a carcaça da unidade, a previsão era que o governo federal investisse R$ 10 milhões.
O hospital terá 200 leitos adaptáveis para unidades de tratamento semi-intensivas, com tubulação e suporte para respiradores. A operação ficará a cargo do governo de Goiás, que contratará uma OS (organização social) para gerir a unidade.
A escolha do local foi feita, de acordo com o governo federal, após pedido de apoio do governo de Goiás à União devido à necessidade de atenção especial à doença.
Águas Lindas de Goiás tem um hospital regional que começou a ser construído em 2004, mas foi apenas parcialmente inaugurado. As obras começaram naquela época, tocadas pela prefeitura. Em 2013, o governo estadual assumiu o serviço.
Nesta quarta-feira, o Diário Oficial trouxe a nomeação do general Eduardo Pazuello como ministro interino da Saúde, 19 dias após Nelson Teich deixar o cargo. Pazuello chegou ao ministério como secretário-executivo com a missão de tutelar Teich durante a pandemia. Com a saída do ministro, o general passou a atuar como titular da pasta, o que só foi oficializado agora.

Araras: isolamento social cai e sobe número de contaminados pela Covid-19

Ramon Rossi

Menos ararenses estão ficando em isolamento social. Na segunda-feira, 1º de junho, quando o comércio voltou a funcionar gradualmente, o índice de adesão à medida na cidade chegou a 42% – bem abaixo da média de 50% que vinha sendo mantida nas últimas semanas.

O resultado disso foi o crescimento no número de contaminados pelo novo coronavírus (covid-19). De acordo com o último boletim epidemiológico, Araras tem 129 pessoas contaminadas pela Sars-CoV-2 e três óbitos confirmados.

Segundo a Prefeitura, Araras tem transmissão comunitária do novo coronavírus desde abril, ou seja, desde então não foi mais possível detectar a origem da infecção dos pacientes. Levantamento realizado pela Vigilância Epidemiológica mostra que os casos confirmados da covid envolvem pacientes que moram em todas as regiões da cidade.

A transmissão do coronavírus acontece por meio de gotículas respiratórias e o período de incubação do vírus pode chegar a até 15 dias, tempo em que os primeiros sintomas podem levar para aparecer desde a infecção.

Evitar locais com aglomeração de pessoas, lavar corretamente as mãos e cobrir a boca ao tossir e espirrar estão entre as principais medidas preventivas. Em caso de dúvida, os ararenses podem ligar para a Secretaria Municipal de Saúde para serem orientados. O telefone é 3543-1522.

Câmara recebe novo pedido de cassação contra Juninho; motivação é decreto dos comissionados

O PSB Rio Claro protocolou na Câmara Municipal um pedido de abertura de comissão processante contra o prefeito João Teixeira Junior (DEM). A motivação é quanto ao decreto publicado pelo Poder Executivo que renomeou mais de 200 servidores comissionados após a própria Casa de Leis derrubar o projeto de Reforma Administrativa. Caso avance no Legislativo, pode resultar numa possível cassação do chefe do Executivo.

O assunto já está em discussão na Justiça, conforme o JC vem noticiando. O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar se houve legalidade na medida da Prefeitura de Rio Claro. Uma decisão sobre isso deve sair nos próximos dias. A administração municipal justifica que há legalidade no decreto e que irá se defender juridicamente. Mais informações você confere na edição impressa do JC nesta quinta-feira (4).

Novo fórum de RC está com 90% das obras concluídas

Após cerca de 10 anos as obras do novo prédio do Fórum de Rio Claro, que está sendo construído na Cidade Judiciária, localizada na Av. Ulysses Guimarães, s/n, na Vila Nova está próxima de ser concluída.

Na manhã desta terça-feira(3) o prefeito Juninho da Padaria, acompanhado do diretor do fórum de Rio Claro, Cláudio Luís Pavão, representantes do executivo e legislativo e de membros da construtora responsável pela obra estiveram visitando o local.

As novas instalações estarão aptas a abrigar até 5 varas, em uma área construída de 4.600m². De acordo com a construtora 90% das obras está pronta e em 120 dias o prédio deve ser entregue. A partir dai um responsável do Tribunal de Justiça virá ao local para poder equipar o novo fórum. Segundo o diretor do fórum Cláudio Pavão este processo já está em tramitação.

Mais informações no JC desta quarta-feira(4).

Rio Claro chega a 121 casos positivos de coronavírus

Rio Claro registrou mais 12 casos positivos de coronavírus e, agora tem 121 casos confirmados da Covid-19, conforme boletim divulgado na terça-feira (2) pela Secretaria Municipal de Saúde.

Desses novos casos, um paciente está hospitalizado e os demais estão em isolamento domiciliar.

O número de pacientes internados também subiu e chega a 24, o que inclui casos suspeitos e confirmados. Treze pacientes estão em unidade de terapia intensiva. 

O município tem 13 óbitos confirmados e dois em investigação.

Denúncias de queimadas aumentam 54% em Araras

Ramon Rossi

As denúncias sobre queimadas urbanas em Araras aumentaram 54,3% nos cinco primeiros meses deste ano (janeiro a maio). Ao todo, foram 88 registros contra 57 no mesmo período do ano passado.

Em 2020, segundo levantamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura, 368 crimes ambientais já foram denunciados. Nos cinco primeiros meses de 2019, foram 430 ocorrências.

De acordo com a Secretaria, os casos são provenientes da queima de lixo doméstico e material vegetal dentro de residências (quintal), áreas comerciais, indústrias e verdes.

“O motivo para haver este tipo de queimada é a falta de conscientização das pessoas, que ignoram o quanto este ato é prejudicial ao meio ambiente e à saúde pública”, lamenta a diretora de divisão da secretaria Municipal de Meio e Agricultura, Izabela Orzari.

Em Araras, a queimada urbana é proibida segundo a Lei Municipal n° 5.196/2019 e o Decreto Municipal n° 6.561/2019. “O infrator pode responder judicialmente por crime ambiental com pagamento de multa e suspensão do alvará de funcionamento para estabelecimentos comerciais, além das penas previstas na Lei n° 9.605/1998 que trata de crimes ambientais”, explicou o secretário de Meio Ambiente e Agricultura, Carlos Cerri Jr.

Jornal Cidade RC
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