Caixa deposita saque emergencial do FGTS para nascidos em fevereiro

Agência Brasil

A Caixa inicia, nesta segunda-feira (29), o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para trabalhadores nascidos em fevereiro. O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões, para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

O pagamento será realizado conforme calendário a seguir:

Mês de nascimentoDia do crédito na conta poupança social digitaldata para saque em espécie
fevereiro06 de julho08 de agosto
março13 de julho22 de agosto
abril20 de julho05 de setembro
maio27 de julho19 de setembro
junho03 de agosto03 de outubro
julho10 de agosto17 de outubro
agosto24 de agosto17 de outubro
setembro31 de agosto31 de outubro
outubro08 de setembro31 de outubro
novembro14 de setembro14 de novembro
dezembro21 de setembro14 de novembro

O calendário foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador e contém dados que correspondem a valores de crédito na conta de armazenamento digital social, quando os recursos podem ser usados ​​em estatísticas eletrônicas, além de dados a partir de quando os recursos disponíveis estão disponíveis para saque em espécie ou transferência para outras contas.

Caso não haja movimentação na conta de economia social digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer a emergência, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.

*Com informações da Caixa

Banco demite 20 pessoas por dia útil em junho

ISABELA BOLZANI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

O Santander Brasil demitiu cerca de 20 pessoas por dia útil de 5 de junho a 3 de julho. O último levantamento realizado pelos sindicatos do país apontou que, até esta sexta-feira (3), o banco havia demitido pelo menos 433 funcionários.
No domingo (5), o banco completou um mês desde o início das demissões -que ocorrem durante a pandemia do novo coronavírus e mesmo após o banco ter assinado um compromisso público de que não demitiria enquanto durasse a crise.
Até agora, as demissões acontecem em diversos estados brasileiros. O Santander é o único dos cinco maiores bancos do país (que também contam com Banco do Brasil, Bradesco, Caixa e Itaú) a demitir.
O Santander disse por meio de sua assessoria de imprensa que não comentaria as demissões nem abriria o número exato de desligamentos ou contratações que o banco fez desde o início de junho.
Segundo a dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Lucimara Malaquias, o volume de demissões é defasado e pode ser ainda maior, uma vez que, depois da nova lei trabalhista, os desligamentos não precisam mais ser homologados pelo sindicato.
“Tivemos uma mesa de negociação em 1º de julho, mas o banco se negou a fornecer números exatos das demissões e se recusou a negociar qualquer interrupção nessas demissões”, afirma.
Os sindicatos dos bancários de diversos estados brasileiros fizeram manifestações em agências e redes sociais contra as demissões ao longo de junho. Os bancários também reclamam que as metas dos trabalhadores foram aumentadas durante a pandemia e que há ameaça de demissão caso elas não sejam cumpridas.
Os sindicatos também chegaram a enviar uma carta a Juan Gorostidi, o diretor de relações trabalhistas do Santander na Espanha em busca de auxílio, mas o executivo afirmou que as questões devem ser tratadas diretamente pela operação do banco no Brasil.
Dentre as denúncias, também houve relatos de que o Santander aprovou mudanças no Banesprev (fundo de previdência dos funcionários do antigo Banespa), desrespeitando o termo de compromisso estabelecido em acordo coletivo e assinado pelo banco e pelos representantes de funcionários.
O termo garantia o aviso da mudança aos funcionários e a instalação de um grupo de trabalho com número igual de participantes para cada parte -ambos acordos que o banco teria descumprido.
A proposta do Santander visa substituir o plano de benefício definido -no qual é pré-fixado o valor a ser retirado na aposentadoria- por um plano de contribuição definida -que pré-define a contribuição ao longo do plano e o montante a ser retirado varia em função da quantia, do tempo de contribuição e da rentabilidade.
A mudança, segundo relatos, também foi dirigida para o público que já tem o direito à renda vitalícia.
Nesta sexta-feira (3), a juíza Cissa de Almeida Biasoli, da 75ª Vara da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou que o banco se abstivesse de dar prosseguimento à proposta apresentada para reestruturação do Banesprev e de formular qualquer outra proposta unilateral sobre o tema sem considerar a conclusão do grupo técnico de trabalho descrito no termo de compromisso feito entre o banco e os representantes de funcionários.
A pena para o descumprimento é de uma multa diária de R$ 1.000 para cada beneficiário da Banesprev, a contar do recebimento da intimação por mandado.
“O que temos de concreto é que assim como o banco afirmou que não faria demissões na pandemia, ele também se comprometeu a não fazer alterações no Banesprev. Existe um termo de compromisso que determina a instituição desse grupo de trabalho e isso precisa ser cumprido”, afirmou o secretário de assuntos socioeconômicos e representante da Contraf-CUT, Mario Raia.
OUTRO LADO
O Santander disse por meio de sua assessoria de imprensa que não comentaria as demissões nem abriria o número exato de desligamentos ou contratações que o banco fez desde o início de junho.
O banco também afirmou que ainda não foi notificado sobre a decisão judicial.
Previamente, o Santander havia afirmado, em nota, que seguiu todas as normas do processo de aprovação para a alteração do plano pelo conselho deliberativo do Banesprev.
“O novo plano ainda será submetido à avaliação e anuência do órgão competente, a Previc, e a alternativa de migração dos atuais contribuintes para esta modalidade será opcional. A instituição acrescenta que o sindicato e as associações de aposentados foram reiteradamente convidadas a discutir a proposta, mas não apresentaram contribuições. Cabe destacar, ainda, que o Plano CD oferece aos participantes as possibilidades de transmissão da reserva atuarial para herdeiros e de resgate imediato de até 25% da reserva, entre outros benefícios”, disse, em nota.

Venda de munições cresce 24% no governo Bolsonaro

RAQUEL LOPES
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) –

O volume de munições compradas no Brasil cresceu na gestão Jair Bolsonaro (sem partido). De janeiro a maio deste ano, houve alta de 24% na venda de cartuchos, na comparação com o mesmo período de 2018, último ano da gestão Michel Temer (MDB).Foram compradas 81,8 milhões de unidades em 2020. O número, dois anos antes, foi de 66 milhões de projéteis.
Em relação a igual período de 2019, já no governo Bolsonaro, o crescimento foi de 18,8%.
Os dados foram obtidos pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação). As vendas chegaram a atingir patamares ainda maiores em grupos específicos da população.
A indústria passou a vender 46,1% mais nos cinco primeiro meses deste ano para lojas de armas, em comparação com 2018. As lojas, por sua vez, aumentaram a venda em 99,4% no mesmo período.
O crescimento do número de munições foi puxado principalmente por três grupos: lojas de armas; entidades de tiro desportivo e atiradores; e caçadores e colecionadores. Somente de janeiro a maio deste ano, foram 57,7 milhões de munições que saíram da indústria e foram para esses perfis.
“A indústria também ganhou porque aumentou o faturamento. As empresas brasileiras dominam mais 99% do mercado no país “, afirmou Ivan Marques, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Durante o atual governo, 267 milhões de munições -mais de uma bala por habitante- foram colocadas em circulação. Procurado, o governo federal não se manifestou.
Os estados que lideram o ranking de compra são Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina, segundo dados do Sistema de Controle de Venda e Estoque de Munições (Sicovem), do Exército Brasileiro, encaminhados ao fórum.
Os únicos grupos que apresentaram queda foram empresas de segurança privada e integrantes das forças de segurança, como policiais e militares, que podem comprar munições como pessoa física.
A queda na venda pode ser explicada, nesses segmentos, pelo período de isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus.
Para especialistas, a política armamentista de Bolsonaro é o fator principal para a alta desses números.
Desde quando tomou posse, o presidente passou a publicar uma série de normas infralegais que não dependem da aprovação do Congresso. Foram ao menos oito decretos e duas portarias que ampliam o acesso da população a armas e munições.
“Vivemos uma pandemia do novo coronavírus, crise econômica, as pessoas têm perdido o emprego e, ainda assim, há o aumento de venda de munição. A única variável dessa equação favorável ao aumento de vendas é a facilidade de acesso por causa dos decretos e das portarias”, afirmou Marques.
O crescimento tem se dado de duas formas: pelo aumento da quantidade de balas que podem ser adquiridas e também pela flexibilização da posse e do porte, que aumentou a quantidade de armas em circulação e, consequentemente, aqueceu o mercado de munições.
Antes de um dos decretos, o atirador desportivo, por exemplo, poderia ter até 16 armas de fogo. Para atingir essa quantidade, no entanto, precisava estar no nível três de sua categoria. Agora, todos os níveis de atiradores passam a ter um limite total de 60 armas, sendo 30 de uso permitido e outras 30 armas de uso restrito.
Outra mudança foi na quantidade de munições. O atirador nível dois poderia ter anualmente até 40 mil cartuchos antes de uma das mudanças da gestão Bolsonaro. Agora, poderá atingir até 180 mil por ano.
As medidas adotadas ampliam o acesso da população a armas e munições e, por outro lado, enfraquecem os mecanismos de controle e fiscalização de artigos bélicos. Uma delas, do Ministério da Defesa, revogou três normas que melhoravam o rastreamento de armas e munições no país.
A regra era uma exigência do MPF (Ministério Público Federal) e do TCU (Tribunal de Contas da União), que encaminharam auditorias ao Exército informando sobre a fragilidade do sistema de controle.
“O governo revogou sem nenhuma justificativa técnica, essa situação é preocupante”, afirmou Natália Pollachi, gerente de projetos do Instituto Sou da Paz.
Houve também crescimento do número de registros de armas no Brasil. Foram 54,4 mil novos registros de armas feitos na Polícia Federal para defesa pessoal em 2019. Representa crescimento de 97,5% em relação a 2018, quando houve 27,5 mil. O número de armas na mão dos caçadores e atiradores também se multiplicou no primeiro ano do governo Bolsonaro. Enquanto em 2018 havia 350,7 mil armas registradas por esse grupo no Exército, agora o total é de 433,2 mil, um crescimento de 23,5%, segundo dados do Instituto Sou da Paz.
Para Jacqueline Sinhoretto, professora da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e membro do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), a redução do controle e o aumento de artigos bélicos em circulação podem ampliar a criminalidade.
A pesquisadora disse que o aumento de homicídios em 2019 já pode ser reflexo da política armamentista.
“Isso certamente se relaciona com o relaxamento da política, que favorece maior circulação de arma. Nos últimos anos, diversos fatores foram importantes para reduzir o índice de crescimento dos crimes, como o controle”, afirmou.
Marques, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que barrar essa política armamentista é importante tendo em vista também a realidade nacional. “No Brasil, se mata mais de 70% das vezes com arma de fogo, enquanto em outros lugares o percentual é de 40%”, disse.
Outro fator que tem preocupado especialistas é o fato de a maior circulação de armas no mercado legal abastecer o mercado ilegal.
“A gente tem no imaginário que as armas do crime vêm da fronteira, mas, quando as rastreamos por número de série, percebemos que muitas foram armas de pessoas comuns, atiradores, caçadores que foram parar no mercado ilegal”, disse Pollachi, do Sou da Paz.
Lucas Silveira, presidente do Instituto Defesa e instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas, enxerga de forma positiva o crescimento. Ele afirma que a demanda por mais armas e munições vem desde 2010.
Para ele, a campanha de Bolsonaro, pautada em armas, ajudou a impulsionar ainda mais as vendas. “Funcionou como uma espécie de marketing, mas tenho convicção que teríamos resultados parecidos independentemente disso”, destacou.
Silveira diz que têm crescido a quantidade de pessoas em treinamento para saber usar armas. “Elas estão cada vez mais capacitadas a enfrentar ameaças.”
Para tentar barrar o plano armamentista de Bolsonaro, parlamentares se articulam no Congresso e recorrem à Justiça com o objetivo de revogar normas presidenciais que facilitam o armamento ou afrouxam regras que beneficiam o setor bélico.
Existem ao menos 73 PDLs (projetos de decretos legislativos) na Câmara e no Senado, 8 ações no STF (Supremo Tribunal Federal) e, ao menos, 4 na Justiça Federal.
Em maio deste ano, a Justiça Federal em São Paulo já havia suspendido a portaria interministerial 1.634, que triplicou de 200 para 600 o limite de compra de cartuchos para quem tem arma de fogo registrada.
A norma foi assinada pelos ministros da Defesa, Fernando Azevedo, e o então ministro da Justiça, Sergio Moro. Na decisão que revogou a portaria, a Justiça apontou para possível fraude relacionada à publicação da norma.

Brasil ultrapassa 1,6 milhão de casos confirmados de Covid-19

MATHEUS MOREIRA E THIAGO RESENDE
SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) –

O Brasil ultrapassou neste domingo (5) a marca de 1,6 milhão de casos confirmados do novo coronavírus. Foram 26.652 novos casos foram computados nas últimas 24 hor, atingido 1.604.585 de pessoas infectadas. O país acumula 64.900 vítimas após novas 535 mortes.
Os dados foram compilados por um consórcio entre Folha, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo, G1 e UOL. Os veículos de imprensa se reuniram para informar números sobre o novo coronavírus, que são coletados diariamente com as secretarias estaduais de Saúde. O balanço das informações é fechado sempre às 20h.
A iniciativa do consórcio de veículos de compilar e divulgar os dados sobre Covid-19 é uma resposta a atitudes recentes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins, retirou informações do ar, deixou de divulgar totais de casos e mortes e divulgou informações conflitantes.
A marca de 1,6 milhão de casos foi alcançada um dia após o Brasil registrar seu sábado mais letal desde o início da pandemia, com 1.111 mortes -o terceiro sábado consecutivo com recorde de mortes.
São Paulo se mantém como o estado mais afetado pelo novo coronavírus com um total de 320.179 casos confirmados e 16.078 mortes.
Neste domingo, no entanto, a região Nordeste foi a que mais registrou mortes, 207 das 535. A Bahia foi o estado com mais óbitos na região (57), seguido pelo Maranhão (34).
Os dados podem estar subnotificados devido a ausência de novo dados do estado de Goiás, que apesar de atualizar o sistema manteve o registro de mortes e pessoas infectadas deste sábado (4). De acordo com a Secretaria de Saúde de Goiás o estado não teria registrado notificações neste domingo.
O Brasil tem uma média de 30 mortos por 100 mil habitantes durante a pandemia. O índice é menor que o dos Reino Unido (66), EUA (39) e Itália (67), por exemplo, mas excede o de países com mais sucesso no controle da doença, como Alemanha (11) e a vizinha Argentina (3).
No próximo dia 15 de julho, o Brasil completará três meses sem um ministro da saúde efetivo. Segue no cargo interinamente o general do exército Eduardo Pazuello. Luiz Henrique Mandetta foi o primeiro ministro a deixar a pasta após uma série de embates com o presidente Jair Bolsonaro. Ele foi demitido no dia 16 de abril por defender a ciência como parâmetro para tomada de decisões e o isolamento social.
Já o seu sucessor, o oncologista Nelson Teich, pediu para sair do cargo após receber do presidente um ultimato para ampliar o uso da cloroquina contra o coronavírus. O remédio não demonstra ter efeito positivo contra a doença, segundo a literatura científica. Teich deixou o governo a dois dias de completar um mês como ministro, no dia 15 de maio.
Neste domingo, o Ministério da Saúde divulgou seus dados sobre a infecção no Brasil com o a Covid-1. Segundo o governo federal, foram 26.051 novos casos e 602 novas mortes confirmadas pela Covid-19 no Brasil neste domingo (5). O total já chega a 64.867 mortes e 1.603.055 casos pelo novo coronavírus.
Entre os estados, São Paulo ainda soma o maior número total de registros -são 320.179 casos e 16.078 mortes. Em seguida na lista, aparecem os estados do Ceará, Rio de Janeiro e Pará.
Os dados mostram ainda que há 906.286 pessoas recuperadas da doença e 631.902 estão em acompanhamento.

Boletim deste domingo (5) em RC aponta redução de pacientes internados por Covid-19

A Vigilância Epidemiológica divulgou neste domingo (5) um novo boletim sobre a Covid-19 em Rio Claro.

Apesar de 71 novos casos entrarem para as estatísticas, o número de pacientes contaminados e internados diminuiu.

No sábado (4), 61 pessoas encontravam -se na enfermaria e 20 na UTI. Neste domingo (5), são 54 pacientes na enfermaria e 19 na UTI.

Dois óbitos seguem em investigação e confirmados são 38.

Rio Claro registra 1135 casos de coronavírus

A Secretaria de Saúde de Rio Claro divulgou no domingo (5) boletim que confirma 1.135 casos positivos de coronavírus na cidade. Os 71 novos casos são de oito pessoas que estão hospitalizadas e de 63 em isolamento domiciliar.

O número de pacientes internados por coronavírus é 73, incluindo casos suspeitos, sendo que 29 pessoas recebem cuidados em leitos do SUS e 44 na rede particular. Deste total, 19 pacientes estão em UTI, sendo 10 na rede pública e nove em hospitais particulares.
O município tem 38 óbitos confirmados por coronavírus e dois em investigação. Até o momento 560 pessoas se recuperaram da doença.

Mega-Sena acumula e próximo sorteio deve pagar R$ 33 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2276 da Mega-Sena, sorteadas no sábado (4) à noite, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 05 – 15 – 18 – 27 – 49 – 57.

A quina teve 75 apostas vencedoras e cada uma receberá R$ 36.939,97.

Na quadra ganharam 5.403 apostas e cada uma vai receber R$ 732,52.

A estimativa de prêmio do próximo concurso, a ser realizado na quarta-feira (8), é de R$ 33 milhões para quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

*Fonte: Agência Brasil

VÍDEO: Bombeiro de Limeira se recupera de acidente e tem surpresa ao deixar hospital

Um profissional que atua no Corpo de Bombeiros de Limeira recebeu uma emocionante homenagem ao ter alta médica e deixar o hospital ao se recuperar de um acidente ao atender uma ocorrência de incêndio em uma fábrica de velas em Capivari.

Cabo Ricardo não conteve as lágrimas ao reencontrar companheiros de quartel e a esposa que preparou uma surpresa e tanto ao estar vestida com o uniforme dele. Acompanhe no vídeo!

Medicamento para leucemia tem potencial para tratar câncer cerebral infantil agressivo

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram demonstrar o potencial de um medicamento, usado contra a leucemia, no tratamento do câncer de cérebro mais comum em crianças, o meduloblastoma.

O trióxido de arsênio foi testado em células de uma das variedades mais agressivas desse tipo de tumor e teve resultados promissores na morte de células tumorais, além de torná-las mais sensíveis à radioterapia. O estudo, publicado na Scientific Reports, foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“O meduloblastoma é dividido hoje em 12 subgrupos, de acordo com características moleculares que também indicam o prognóstico. Um dos grupos com pior prognóstico é o conhecido como SHH com mutação somática no gene TP53, cujo tratamento combina a quimioterapia e a radioterapia”, diz à Agência Fapesp Paulo Henrique dos Santos Klinger, primeiro autor do artigo, resultado de sua pesquisa de mestrado na FMRP-USP com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Sequelas cognitivas

O estudo integra o projeto “Interação entre alvos terapêuticos emergentes e vias de desenvolvimento associadas à tumorigênese: ênfase em neoplasias da criança e do adolescente”, coordenado por Luiz Gonzaga Tone, professor da FMRP-USP.

“Nesse projeto, o foco foi investigar em profundidade a desregulação das vias de sinalização que controlam o desenvolvimento embrionário normal e a sua inter-relação com o início e a progressão do câncer infantojuvenil”, explica o pesquisador à Agência Fapesp.

Em crianças, a radioterapia no cérebro pode trazer graves sequelas cognitivas, endócrinas e de locomoção. Por isso, a busca por tratamentos que reduzam ou eliminem a necessidade de irradiação.

No estudo, os pesquisadores selecionaram diversas linhagens de células tumorais do subtipo SHH e testaram diferentes dosagens de trióxido de arsênio, fármaco usado no tratamento da leucemia mieloide. Além disso, testaram a combinação do tratamento com diferentes dosagens de irradiação.

O fármaco sozinho foi capaz de matar as células tumorais e ainda evitar a formação de novas colônias celulares. Os efeitos foram potencializados quando o medicamento foi combinado com irradiação. Aplicado em células saudáveis, mostrou-se pouco tóxico.

Combinação

O trióxido de arsênio sozinho, inclusive, poderia ser um tratamento para portadores de meduloblastoma de até três anos de idade, a ser explorado em combinação com quimioterápicos clássicos para o meduloblastoma. Crianças dessa faixa etária não podem ser tratadas com radioterapia no cérebro devido aos danos irreversíveis que a radiação pode causar no sistema nervoso.

A escolha da droga ocorreu pelo fato de ela ser conhecida por bloquear a mesma via de sinalização celular, a SHH, na leucemia. Essencial durante a gênese do embrião humano, a SHH é desativada quando a embriogênese é concluída. Quando, por razões ainda desconhecidas, ela é reativada, acaba levando a alguns tipos de câncer, como alguns de pele, meduloblastomas e diferentes tipos de leucemia.

“Outra vantagem do trióxido de arsênio foi a capacidade de penetração na barreira hematoencefálica, estrutura que protege o sistema nervoso central de substâncias potencialmente tóxicas presentes no sangue. Estudos prévios mostraram que, no meduloblastoma, a penetração foi razoável”, salienta à Agência Fapesp Elvis Terci Valera, médico assistente do Hospital das Clínicas da FMRP-USP e professor da pós-graduação do Programa de Saúde da Criança e do Adolescente da instituição, que coordenou o estudo.

Normalmente, os meduloblastomas do grupo SHH têm um prognóstico intermediário, com metade dos pacientes respondendo bem ao tratamento. No entanto, quando ocorre a mutação somática no gene TP53, o prognóstico é pior. Isso porque o gene tem a função de checagem da via SHH, podendo corrigir eventuais alterações que levam ao câncer.

“A mutação germinativa nesse gene indica a chamada Síndrome de Li-Fraumeni, caracterizada por um conjunto de fatores clínicos, mas que geralmente envolve a perda de função do gene TP53 e aumenta as chances de ocorrência de diferentes tipos de tumor”, diz Klinger. Crianças e adolescentes com essa síndrome apresentam uma frequência aumentada de ocorrência de meduloblastoma, particularmente do subgrupo SHH.

Os pesquisadores agora pretendem testar o medicamento em modelos animais, a fim de verificar se os resultados serão os mesmos. Em caso positivo, o tratamento poderia futuramente ser testado em humanos.

O artigo (em inglês) pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41598-020-63808-9.

Nicolas Prattes adota cachorra após antiga dona morrer de Covid-19

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quem acompanha as redes sociais de Nicolas Prattes, 23, percebeu que o ator tem passado este período de quarentena na companhia de Branca, uma cachorra que ele adotou após a antiga dona morrer de Covid-19. “A Branca é um ser de luz que surgiu no meio desse momento estranho e triste que estamos vivendo. Brincar com ela deixa o dia cem por cento mais leve.”

“Nos deparamos com a notícia de que uma senhora que morava com 11 gatos e 3 cachorros num apartamento na zona sul do Rio de Janeiro tinha falecido por causa da Covid-19. Esse apartamento ia ser posto à venda e os bichos não tinham destino”, diz Prattes, em entrevista ao GShow, que fiz que soube dessa história através de uma corrente de um aplicativo de mensagens.

O ator afirma que ele e sua família decidiram adotar um dos animais, e optaram por uma cadela parecia ter menos chances de ser escolhida. “A mensagem vinha falando que ela não ia com qualquer um, que ia ser complicado e quem quisesse adotar ia ter que arcar com esse desafio. Não pensamos duas vezes, dotamos e abraçamos essa causa.”

“Quisemos abraçar essa causa e decidimos adotar a Branquinha, porque ela era a cadelinha que vinha com a descrição de ser mais difícil a adaptação”, completa.

De acordo com a reportagem, Branca é uma vira-lata de cerca de quatro anos, que viveu dois anos deles com a antiga dona e, antes disso, era cuidada por um morador de rua. Prattes afirma que a adaptação na nova casa não foi fácil.

“Os três primeiros dias foram bem difíceis, como já tinham nos avisado. Ela não queria comer, ficava sempre no mesmo lugar, olhando para o portão, provavelmente querendo ir para a casa antiga”, diz o ator, que está com Branca há sete semanas.

“Já estávamos preparados para isso. Temos nossa veterinária de confiança, que deu todas as ferramentas para que essa adaptação fosse a melhor possível. Hoje, graças a Deus, ela está supersaudável, feliz e pronta para essa nova etapa da vida dela.”

Prattes diz ainda que Branca deixou sua quarentena muito mais alegre e também continua uma corrente para que os demais animais também fossem adotados. “Divulgamos durante mais de um mês todos os animais, com idade, nome e as fotos, e hoje todos estão com lar. Conseguimos dar um final feliz para essa história”, conclui.

Jornal Cidade RC
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