Égua debilitada é resgatada em Rio Claro

Animal foi encontrado no Jardim Guanabara e levado até o Canil para tratamento

Uma denúncia de populares de que havia uma égua debilitada pela Jardim Guanabara levou na noite domingo (8) a equipe da Patrulha de Proteção Animal da Guarda Civil Municipal de Rio Claro até a Avenida 11.

Os guardas encontraram a égua deitada no chão, com dificuldade para respirar e com as costelas aparentes.

Diante das condições uma veterinária foi chamada e medicou o animal com soro, remédio para dor e vitaminas. Após isso e com o apoio da Defesa Civil, a égua foi transportada até o Canil Municipal, onde ficou aos cuidados do departamento.

Máxima de 35°C e umidade baixa em Rio Claro nesta terça-feira

Nesta terça-feira (10), o dia será marcado por sol e muitas nuvens à tarde, com céu nublado persistente durante a noite em Rio Claro. A mínima registrada foi de 17°C, enquanto a máxima deve atingir 35°C. A umidade relativa do ar continua baixa e preocupante, podendo chegar a 21%. Informações do portal Clima Tempo.

Câmera registra colisão entre carro e bicicleta na Rua 8 com Avenida 7

blank
Bicicleta do ciclista foi parar dentro do estabelecimento comercial que está localizado na esquina do cruzamento onde ocorreu o acidente. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um acidente de trânsito envolvendo um veículo de passeio e uma bicicleta ocorreu na noite de segunda-feira (9), às 20h25, no cruzamento da Rua 8 com Avenida 7, no Centro de Rio Claro.

Segundo consta no boletim de ocorrência, uma mulher de 54 anos dirigia seu veículo pela Rua 8 e, após a abertura do semáforo, uma bicicleta, transitando em alta velocidade e na contramão, cruzou a frente do automóvel, impossibilitando qualquer tentativa de frenagem (ver vídeo abaixo).

A colisão arremessou a vítima em direção à guia do calçamento, onde bateu a cabeça. O SAMU foi acionado e o homem encaminhado à Santa Casa de Misericórdia de Rio Claro com sangramento na cabeça e afundamento no crânio.

A condutora do veículo permaneceu no local durante todo o procedimento de socorro e perícia, passou pelo teste do etilômetro, que deu negativo para o consumo de álcool, e foi ouvida na delegacia de polícia para registro da ocorrência.

Consta no boletim que a vítima seguia internada até a elaboração da ocorrência. Procurada, a assessoria de imprensa da Santa Casa informou que assim que possível, encaminhará informações sobre o estado de saúde do homem.

ATUALIZAÇÃO – 11H07 – A Santa Casa de Rio Claro informa que recebeu o paciente na data de ontem (09/09) e se encontra na Unidade de Urgência e Emergência Nossa Senhora de Lourdes. O paciente passou por cirurgia e está sob cuidados médicos.

POLÍCIA: golpistas instalam dispositivo em caixa eletrônico no Centro de Rio Claro

Golpistas instalaram um dispositivo fraudulento em um caixa eletrônico localizado no Centro de Rio Claro. A fraude foi descoberta após a Guarda Civil Municipal ser acionada por meio de uma denúncia anônima. O equipamento, utilizado para clonar dados de cartões, foi prontamente removido, evitando possíveis prejuízos aos usuários.

A Polícia Civil conduzirá as investigações para identificar os responsáveis pelo crime.

90 anos: tradição e inovação marcam a trajetória do JC

Para comemorar as nove décadas de produção de conteúdos com qualidade e credibilidade, um encontro reuniu antigos administradores do Jornal Cidade

Para se chegar à marca de nove décadas de publicações diárias de conteúdo jornalístico, foi preciso muito trabalho, perseverança e uma boa dose de ousadia. Foi este o teor da conversa no encontro promovido pelo Jornal Cidade para reunir antigos proprietários e representantes das famílias que já estiveram à frente da administração do JC.

Numa retomada comemorativa do tradicional Café JC, coluna publicada aos domingos nas edições impressas, estiveram reunidos Sônia Maria Cartolano de Oliveira, neta de Humberto Cartolano, que administrou o jornal nos anos 60/70; José Carlos de Carvalho Carneiro, que a a partir de 73 foi sócio da família Cartolano; Marcela Pires de Oliveira, filha de José Marcos Pires de Oliveira, que esteve à frente da publicação a partir de 1979 e o casal Lincoln Magalhães e Silvia Pezzotti Magalhães, da família que adquiriu o jornal em 1986 e está até hoje na administração da empresa, agora com os filhos Eduardo, Aline e Guto Magalhães.

Foi uma tarde de conversa boa, recheada por lembranças das conquistas e também dos obstáculos que surgiram ao longo das décadas. Desafios que foram superados com mito trabalho e dedicação. Além, é claro, de inovação e ousadia, que fizeram a diferença na trajetória do JC.

“Uma coisa que me marcou muito foi quando o Velo subiu para a primeira divisão, fomos para Campinas. Naquela época meu pai tinha lançado uma novidade, que era a Edição Extra. que saia de segunda-feira, nenhum jornal tinha, nem os de São Paulo saiam às segundas. Então, quando chegamos, ele falou pro impressor, pega uma bobina, vamos forrar a cidade de jornais com a notícia da subida do Velo” relembra Marcela, que foi secretária da Redação na época da gestão de seu pai, o Dr. Pires, e acabou depois cursando a faculdade de Jornalismo.

A aposta na inovação, com investimentos em equipamentos de última geração no setor de impressão e a definição de uma linha editorial guiada pela credibilidade são apontadas por Lincoln Magalhães como os fatores que levaram ao crescimento expressivo alcançado pelo jornal em sua gestão. O engenheiro lembra que nesta época a empresa ampliou significativamente o leque de anunciantes, passando de doze mil exemplares nas edições diárias, e também consolidou o parque gráfico, hoje também responsável pela impressão de jornais de várias cidades da região, como Piracicaba e Limeira. Durante o encontro, os ex-gestores também lembraram e enalteceram o trabalho de todas os profissões, de todas as áreas, que um dia também contribuíram para a trajetória de sucesso do Jornal Cidade.

Publicação que iniciou trajetória em 1934 teve mudanças na administração ao longo do tempo

Fundado em 9 de setembro de 1934 por Cícero P. Trombe e Dilermando Vianna, o Jornal Cidade passou posteriormente a ser propriedade de Humberto Cartolano e sua família. Em 1973, o advogado José Carlos de Carvalho Carneiro passou a dividir a sociedade com os Cartolano. Em 1979, o jornal passou a ser administrado pelo médico, político e jornalista José Marcos Pires de Oliveira, até que em 1986 foi adquirido pelo empresário, engenheiro e ex-prefeito Lincoln Magalhães. Atualmente, o jornal é administrado pela segunda geração dos Magalhães, os diretores Luís Eduardo, Aline e Luís Augusto.

Os investimentos em tecnologia e a ampliação das plataformas de divulgação de conteúdo marcam a história do JC nos últimos anos.

Nas imagens abaixo, edição mais antiga do JC, de 19 de setembro de 1934, que faz parte do acervo do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro; ao lado, antiga sede do jornal, na Rua 3 com a Avenida 2, no Centro.

blank
blank

Relatos de muito trabalho, paixão pelo Jornalismo e inovação

Café JC resgata episódios que marcaram o trabalho dos ex-gestores, que falam com saudade sobre os fatos mais marcantes

“Tenho vagamente a lembrança, porque eu era criança. Passei pelo jornal várias vezes, lembro do barulhinho que o maquinário fazia. Quando eu chegava para as férias em Rio Claro, a primeira coisa que meu avô fazia era passear de charrete. Tinha um ponto de charrete no Jardim Público. Ai, passava pela cidade inteira, todo dia, era muito gostoso”, Sônia Maria Cartolano de Oliveira, neta de Humberto Cartolano.

blank

“Nós tivemos a ousadia de jovens naquela época, de fazer o jornal crescer, trazendo maquinaria, então foi a primeira rotativa, a rotoplana, nós que instalamos. (…) Isso tudo foi na época que chamo de arroz e feijão. Agora, quem colocou a mistura, quem fez a grande expansão, foi Lincoln Magalhães (…) Foi aí que começou a ser um jornal grande no interior do Estado”, José Carlos de Carvalho Carneiro.

blank

“Não só eu, como meus irmãos, éramos muito jovens ainda, mas tudo mundo vestiu a camisa, até as paredes do jornal nós pintamos, meus irmãos no começo entregavam o jornal de madrugada (…) ele também falava (José Marcos Pires de Oliveira) que era época do “chumbão” e isso tinha dupla conotação, porque o jornal era feito no chumbo e também era a época do chumbo pesada na política, da censura”, Marcela Pires de Oliveira.

blank

“Na época, o jornal não era mais rentável, provocava realmente prejuízo. Aí veio o espírito do empresário, eu pensei, vou mudar isso aí. Fizemos toda uma transformação, fomos o primeiro jornal a cores do interior de São Paulo (…) Apesar de ter sido prefeito, de ter uma história política, eu não queria mais que o jornal tivesse qualquer cor política, teria que ser o jornal do leitor, do cidadão, onde a credibilidade fosse o maior valor, o que pudesse mais representar o Jornal Cidade (…) o Jornal Cidade passou a ser referência em Rio Claro e no estado inteiro”, Lincoln Magalhães.

“Veio de encontro ao que eu sempre gostei de fazer, que é escrever. Me reportava ao que meu pai nos ensinou, me ensiou particularmente, sempre a ler, me dedicar à leitura. (…) Envolveu toda a família, no começo eu também vinha todos os dias para o jornal, tinha que todo mundo entrar no batente para ajudar”, Silvia Pezzotti Magalhães, colunista de Turismo do JC.

blank

Trabalho de qualidade alavanca parcerias entre comunidade e JC

Parceiros do Grupo JC de Comunicação falam sobre o trabalho desenvolvido em conjunto

Quando se celebra 90 anos, algo praticamente indiscutível é a credibilidade que se entrega no trabalho exercido. E esse é um dos pontos primordiais de tudo que é desenvolvido dentro do Grupo JC de Comunicação. São 90 anos de muita experiência, conquistas, desafios diários e prestação de serviço à comunidade.

Dentre tantas vertentes abordadas e trabalhadas pelo JC, os parceiros fiéis estão sempre juntos e alinhados com os serviços prestados.

Um grande exemplo a ser citado é a parceria de décadas com o Colégio Koelle, tradicional instituição de ensino da cidade de Rio Claro. “A relação entre o Colégio Koelle e o Jornal Cidade transcende os aspectos comerciais. É uma parceria que envolve uma história familiar e de confiança mútua, visto que grande parte da família Magalhães, proprietária do jornal, estudou em nossa escola. O Jornal Cidade sempre foi um grande apoiador e divulgador de nossas ações, cobrindo eventos e projetos com muita proatividade. Para nós, o Jornal Cidade é mais do que um veículo de comunicação, é um parceiro fundamental na construção de um diálogo constante com a comunidade de Rio Claro”, aponta a administração da instituição.

blank
Alunos do Colégio Koelle

Atuando prontamente no serviço de utilidade envolvendo toda comunidade, o JC é um dos principais meios de propagação de boas ações.

“A parceria entre o Colégio Koelle e o Jornal Cidade é de extrema importância, pois a educação precisa de canais que disseminem suas boas práticas e iniciativas para além dos muros da escola. Como uma instituição que trabalha com a formação de jovens para o futuro, é essencial termos um meio de comunicação sério e comprometido que possa dar visibilidade a essas ações, inspirando outras escolas e impactando positivamente a sociedade”, pontua.

Ainda sobre o papel fundamental na manutenção da democracia na sociedade e perpetuação de informações de credibilidade, o Colégio Koelle aborda a questão da seriedade no repassar de informações. “A imprensa tem um papel crucial na construção de uma sociedade bem informada e crítica. Veículos sérios, como o Jornal Cidade, são indispensáveis para a democracia, pois permitem que a população tenha acesso a informações confiáveis, favorecendo o debate público e o desenvolvimento social. Para Rio Claro, o JC é um pilar essencial, registrando e amplificando a história e o cotidiano da nossa cidade. Num cenário mais amplo, a imprensa contribui para o fortalecimento da cidadania e dos valores democráticos.”

NEGÓCIOS E CONTATO COM A POPULAÇÃO

Responsável também por milhares de negociações ao longo das últimas nove décadas, o JC faz um contato dinâmico, rápido e eficaz entre todas as camadas da sociedade.

Duvilio Luiz Marcasso tem 74 anos e, desde 1974, é corretor de imóveis. Natural de Corumbataí, fala sobre a grande circulação e penetração que o jornal possui não só na cidade de Rio Claro, mas em toda grande região. “Sou corretor de imóveis, resido em Rio Claro desde 1965 e sempre observei a grande abrangência do Jornal Cidade no município e por toda a região. E posso provar isso também através dos negócios feitos em parceria com o JC”, diz.

blank
Duvilio Luiz Marcasso

Seu Duvilio, como dito acima, é corretor de imóveis e um dos principais clientes do JC quando se fala do caderno de Classificados, um dos editorais de maior sucesso do Grupo. Toda semana, aos domingos, terças e quintas, os anúncios do profissional circulam das páginas do JC.

“Faço anúncios nos Classificados do Jornal Cidade há décadas. Anunciava quando o prédio ainda ficava na Avenida 4. Anuncio casas, terrenos, apartamentos e chácaras que estão à venda e sempre vi um retorno bastante positivo. É uma parceria de muito sucesso”, explica.

CAMPANHAS

A solidariedade do povo de Rio Claro é algo notável e merece muito destaque no JC. Semanalmente, diversas campanhas chegam à redação e as demandas são atendidas, colocando a população diretamente em contato, com a credibilidade de um veículo sério. Recentemente, o JC contou a história de Felipe Lopes Guedes, o Felipinho, que aos 11 anos está em fase de crescimento e precisava de uma manutenção de extrema importância em sua cadeira de rodas. Diagnosticado com paralisia cerebral grau 5, é na cadeira que Felipinho passa a maior parte do seu tempo e realiza suas atividades. Então, Elaine Lopes Guedes lançou uma campanha de arrecadação online e, após contato com a reportagem e divulgação no jornal impresso e também nas redes sociais, o valor necessário foi arrecadado.

blank
Felipe Lopes Guedes, o Felipinho, ao lado de sua mãe

“Foi por conta da reportagem no jornal que eu consegui. Quando a cadeira estiver pronta, vou pedir para vocês publicarem e agradecer, pois foram muitas as arrecadações.” Foi exatamente assim que Elaine fez contato com a redação do JC no dia 2 de agosto. A reportagem havia sido publicada há oito dias.

As adaptações na cadeira de Felipinho ficam prontas no dia 5 de setembro. Sua mãe, novamente, agradeceu e lembrou uma das doações, entre tantos gestos de carinho que a família recebeu.

Elaine ainda que recebeu uma doação de uma mulher que a procurou pessoalmente após ler sobre o caso. “E teve um caso até interessante de uma senhora que me ligou, falou que tinha visto a reportagem do Felipe no jornal e foi até a minha casa conhecê-lo e levar a doação. Agradecemos a todos pela ajuda. A cadeira está pronta e meu filho terá muito mais qualidade de vida”, finaliza Elaine Lopes Guedes.

Jornal Cidade 90 anos: informação a muitas mãos

Nestes 90 anos, o leitor faz uma viagem junto aos profissionais que unidos desenvolvem o trabalho

Você já parou para pensar quantas mãos são necessárias para produzir um jornal? Quando a gente olha para a edição pronta, com matérias, fotos, anúncios, pode ter certeza: ela passou por muitas etapas. É um trabalho de construção diário que envolve inúmeros profissionais.

“Esse trabalho em conjunto de todas as pessoas que fazem o jornal impresso, que fazem o jornal digital, setor de redação, comercial, todos trabalhando em conjunto é fundamental para que a gente consiga ter um jornalismo de qualidade e de credibilidade”, cita Luis Augusto Magalhães, diretor executivo do Grupo JC de Comunicação.

Nesse contexto, é essencial que todos entendam a importância das suas tarefas e tenham autoconfiança. No setor de assinatura as colaboradoras estão prontas para atender: “O departamento de assinaturas conta com três planos. Temos a assinatura completa onde engloba o impresso mais o digital. Neste contexto o assinante recebe no conforto de casa as edições e também pode acessar pelo celular. Existe também a ‘weekend’ que é a assinatura aos finais de semana, onde são entregues os jornais sempre aos sábados e domingos e, por fim, somente a digital onde o leitor acessa a edição pelo celular e tem na palma da mão as notícias”, explica Adriano Nadai que é gerente comercial.

O departamento comercial também tem papel fundamental neste processo: “O JC se consolidou como uma janela muito importante para as empresas e os comerciantes. Temos muitos parceiros antigos que estão com a gente desde o início e diariamente novos clientes chegam, o que é muito prazeroso e mostra a força que temos como um local onde todos querem ser vistos”, acrescenta Adriano.

Para que o leitor fique bem informado o trabalho da redação é minucioso, passa por várias etapas e conta com importantes colaboradores como explica a chefe do departamento Carla Hummel: “Essa participação da comunidade, do nosso leitor, ouvinte, internauta, ela é fundamental. Muitos dos fatos que nós noticiamos eles chegam até nós através da colaboração do nosso público. Felizmente o JC já é um veículo de tradição na cidade e na região, um veículo de credibilidade, então as pessoas desenvolvem essa parceria. Elas costumam nos avisar quando acontece alguma coisa no bairro, no local de trabalho. E nós temos o trabalho também dos nossos jornalistas que cuidam das editorias específicas como política, segurança, cultura. Então esses profissionais já desenvolvem uma relação com os envolvidos nesses setores e as informações também chegam através desse relacionamento do jornalista com suas fontes e com a área que ele é responsável na empresa”.

blank
Aline Beatriz Magalhães Ceron (diretora comercial do JC) junto com os irmãos Luis Augusto Magalhães (diretor executivo do JC ), Luis Eduardo Magalhães (diretor administrativo do JC) e os pais Lincoln e Silvia Magalhães

Todos esses profissionais já relatados também participam da produção de outros conteúdos, como os apresentados nos suplementos, cadernos especiais e Revista JC Magazine: “É um prazer fazer esse trabalho, esses produtos, porque no interior tem muito disso, o social é muito pujante. E a gente traz bastante isso, foca bastante, valoriza muito as matérias que saem na JC Magazine trazendo os valores da cidade, da região, de pessoas que foram embora de Rio Claro, mas que levaram muito conhecimento daqui ou que trouxeram muito conhecimento pra cá”, diz Aline Beatriz Magalhães Ceron, diretora comercial do Jornal Cidade.

Neste processo a internet também é uma importante e hoje fundamental aliada: “As notícias locais acabam tendo alcance global. O que acontece aqui em Rio Claro hoje acaba se espalhando para o mundo inteiro e isso é uma verdadeira transformação de alcance e de possibilidade das pessoas terem acesso ao nosso conteúdo”, afirma Luis Eduardo Magalhães que é diretor administrativo do Jornal Cidade.

blank
Gráfica do JC, local onde o jornal é impresso e sai para a casa do leitor

Mas se na sede do JC é produzido todo o conteúdo que vai chegar até o leitor, na gráfica é onde a magia acontece e o Jornal Cidade se materializa na versão impressa. Por um sistema chega no computador da gráfica página a página feita na redação. Esse material é transferido para uma chapa, que depois é liberada para a impressão.

“Na gráfica sempre estamos 100% focados no que estamos fazendo porque qualquer deslize gera uma perda material. A gente não quer que o material vá ruim para o cliente, para o assinante. Então a gente tem que estar sempre atento à qualidade do jornal, se não está saindo algum borrão, desfocado, a quantidade certa, as cores certas, então é um processo que é bem trabalhoso”, cita Rodrigo Souto que é líder de impressão Jornal Cidade.

“Pelo volume que temos está em torno de 30 toneladas de papel que a gente consome para a produção final. Para isso a gente sempre tem que manter o estoque de papel, de chapa, para pode atender o dia a dia do nosso trabalho”, complementa Gerson Roni que é gerente-geral da gráfica do Jornal Cidade.

Por fim, com o jornal pronto é hora da distribuição. Cada entregador sai da gráfica com uma média de 300 a 500 jornais para ser levado até a residência do assinante. Cada um tem o seu setor definido e os endereços em mãos.

O Grupo JC de Comunicação ainda é casa da Rádio Jovem Pan News Rio Claro (FM 106,1) com dois programas diários ao vivo. O Jornal da Manhã de segunda a sábado sempre às 8 da manhã e o Jornal de Esportes de segunda a sexta a partir das 11 da manhã, ou seja, informação 24 horas ao alcance do público.

Leitura e informação: o caminho certo para o futuro

Em um trabalho conjunto entre sociedade, educação e jornalismo, o Grupo JC de Comunicação costuma marcar presença em algumas escolas da cidade para falar sobre o processo de criação da notícia

Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu a frase “só se aprende a ler, lendo.” O hábito da leitura é fundamental em qualquer idade, mas quando o processo de alfabetização está a todo vapor na vida de uma criança, por exemplo, são os livros que contribuem para a criação do imaginário, do desenvolvimento racional, lógico e para a criação de habilidades como pensamento crítico, ampliação de vocabulário e interpretação de texto. Inserir a criança no processo de busca por informação de qualidade integra o imenso mundo da leitura.

blank

Para a professora Sandra Bonotto, que leciona para os alunos da Turma A, do Programa Integra, na Escola Municipal “Aldo Zotarelli Junior”, localizada no bairro Benjamin de Castro, é fundamental que o incentivo chegue aos pequenos de diversas maneiras e frentes. “Penso que vivemos em uma sociedade com um excesso de desinformação, falta de busca por notícias imparciais, que esteja de fato reproduzindo o que ocorreu, que reflita criticamente aquilo que se passa na sociedade, que forme opinião, buscando sempre a informação correta. Temos uma grande propagação de fake News, e as crianças em contato com as mídias sociais acabam se afastando ainda mais da leitura, criando uma resistência maior a esse hábito essencial. Por isso, a necessidade do incentivo”, fala.

blank

Jornal na escola

Em um trabalho conjunto entre sociedade, educação e jornalismo, o Grupo JC de Comunicação costuma marcar presença em algumas escolas da cidade para falar sobre o processo de criação da notícia. A professora Sandra fez contato e, durante uma breve conversa com os alunos, assuntos como a importância da leitura e da necessidade da busca pela informação sempre correta foram abordados. “As crianças que participam do Programa Integra ficam na escola em período integral e é muito importante que eles se apropriem desse espaço, que é deles, sobre a vivência escolar, os acontecimentos e que saibam transmitir de forma correta. Através das oficinas de Alfabetização e Letramento e Atividades Socioambientais, conseguimos trazer temas como esses, e foi onde surgiu o projeto dos nossos jornais. Nossas crianças estão produzindo internamente um jornal impresso e um digital, e ações como essas influenciam positivamente hábitos essenciais”, pontua.

blank

Isaac de Souza comenta que gosta de ler e acredita que o hábito “dá futuro”. “Eu gosto de ler, acho que dá futuro. Gosto de livros, mas gosto mais de ler revistas mesmo, anúncios de supermercado. Em casa, minha mãe lê bastante e, às vezes, me sinto incentivado. Quero ser jornalista quando crescer, mas o que aparece na TV”, comentou o pequeno aluno de 9 anos.

blank
Isaac de Souza

Lucas Miguel Ferreira tem 10 anos e conta que a parte que mais gosta, quando o assunto é leitura e escrita, é conhecer a história das pessoas. “Gosto de ler também, mas gosto mais de conhecer as pessoas, as histórias. Acho muito interessante”, disse.

blank
Lucas Miguel Ferreira

Daniel Fernando dos Santos Filho, de 11 anos, é fã dos mangás. “Gosto de ler e gosto bastante de mangás, de coisas nesse estilo, mas também gosto de livros e revistas”, finaliza.

blank
Daniel Fernando dos Santos Filho

Pedro Machado de Almeida conta ainda que tem livros em casa entregues antigamente pela escola, que costuma lê-los e os aprecia. Aos 9 anos, também diz que curte a leitura dos panfletos de supermercado, “sempre atrativos e recheados de informação de delícias.”

blank
Pedro Machado de Almeida

Névoa seca e altas temperaturas marcam início da semana em Rio Claro

A semana começa com a continuidade das condições climáticas atuais em todo o estado São Paulo, caracterizadas por névoa seca, altas temperaturas e baixos índices de umidade, sem previsão de chuvas. A presença persistente da massa de ar seco está mantendo essas condições. Esse clima seco dificulta a dispersão de poluentes, prejudica a qualidade do ar e pode afetar a saúde das pessoas. Além disso, ele contribui para o aumento de queimadas e incêndios.

Hoje, 9 de setembro, a temperatura mínima registrada no campus da Unesp foi de 17°C, enquanto a máxima prevista é de 36°C. Essas informações são fornecidas pela estação Ceapla-Unesp e prefeitura de Rio Claro.

POLÍCIA: jovem morre atropelada na SP-127 e caminhão com explosivos bloqueia a SP-310

Um caminhão em chamas bloqueou completamente a Rodovia Washington Luís, em Corumbataí, na tarde desse domingo (08). O veículo transportava explosivos, mas, felizmente, não houve registro de vítimas ou explosão. O Corpo de Bombeiros e equipes da concessionária responsável agiram rapidamente para controlar o incêndio e liberar a via.

Também no domingo, uma jovem foi atropelada e morreu na Rodovia Fausto Santomauro (SP-127), que liga Rio Claro a Piracicaba. O acidente ocorreu à altura da vizinha cidade. A motorista do veículo envolvido não sofreu ferimentos.

Vilmo Rosada: o ítalo-brasileiro que mudou a ‘cara’ de Rio Claro

Quem anda pela região central de Rio Claro talvez não perceba no dia a dia. Mas, quem passa pela Avenida 5 e com o olhar atento vai se deparar com a fachada de uma residência que se destoa das demais. Construído há exatos 80 anos, isto é, apenas 10 anos após a fundação do Jornal Cidade, o imóvel conta com um valor arquitetônico e artístico grande e representa um pouco do que Rio Claro foi no passado.

Trata-se da primeira casa onde viveu na Cidade Azul o escultor ítalo-brasileiro Vilmo Rosada (1905-1987), que recebeu em 1967 o título de Cidadão Rio-Clarense diante da sua inestimável contribuição para o município. Conforme o livro Patrimônio Edificado, do Arquivo Público e Histórico de Rio Claro, essa foi a primeira casa que Rosada morou ao lado da esposa Belmira Mônaco.

A construção surpreende, conforme registra a publicação, com os elementos de vários estilos arquitetônicos utilizados de forma ousada e coerente que valem destaque, como a laje sinuosa moderna e elaborada em concreto armado, as colunas torsas com base e capitel em estilo dórico grego. O portão de entrada, a porta social e a esquadria em curva que remetem ao estilo Art Nouveau.

Segundo explica os registros históricos do livro Patrimônio Edificado, a residência tem em sua parte externa duas esculturas de soldados romanos no período da guerra, feitas pelo próprio escultor, reacendendo a inspiração pelos traços arquitetônicos greco-romanos.

Na sala da residência ainda se encontram esculpidos na parede, Nossa Senhora e Jesus Cristo, feitos também pelo próprio Rosada. E próximo à mesa de jantar, um cenário da Santa Ceia, talhado e esculpido na parede, que exprime sua total admiração pela arte sacra. Os familiares que ainda residem no local guardam até hoje as ferramentas de trabalho que eram utilizadas pelo patriarca.

Algumas das Obras de Vilmo Rosada

Pelo Centro, na Praça da Liberdade – defronte à Matriz São João Batista – outra obra de Vilmo Rosada pode ser vista. É o busto do Dr. Vasco da Silva Mello, feita em 1962 em homenagem aos funcionários de um centro de saúde.

Em 1935, a entrada do Cemitério Municipal São João Batista foi escolhida para receber o Monumento ao Soldado Constitucionalista, uma monumental escultura em bronze, sobre uma lápide rosa, obra-prima da autoria de Rosada, projeto solicitado pelo então prefeito da época, Humberto Cartolano.

Na Loja Maçônica “Estrela do Rio Claro”, localizada na Rua 4, há uma sala com grandioso acervo artístico de esculturas e alto relevos de autoria do premiado escultor. No dia 16 de agosto de 1964, foi inaugurado no Jardim Público um monumento em homenagem ao educador Arthur Bilac, outra obra de Vilmo Rosada.

O icônico leão que está no alto do monumento instalado dentro do Parque Municipal do Lago Azul é de autoria do escultor. Presente no brasão da bandeira municipal criado pelos professores Dr. Zulmiro Ferraz de Campos e Carlos Hadler, que fora transformado em lei em 1932, o leão em ouro em repouso simboliza o povo rio-clarense descansando após vitórias políticas e liberdade conquistada.

Acervo

Peças e documentos pertencentes a Vilmo Rosada hoje compõem o acervo da Pinacoteca Municipal Pimentel Jr, no Casarão da Cultura, obras essas cedidas pela família do escultor e que foram restauradas.

Admiração

Um dos grandes nomes das artes plásticas da atualidade, o rio-clarense Camilo Riani expressa sua admiração pelas obras de Vilmo Rosada. “Lembro-me da admiração e do fascínio que sentia na infância ao me deparar com as esculturas do Vilmo Rosada. Os bustos nas praças, os pilares humanizados da casa dele, na Avenida 5, entre tantas outras obras inesquecíveis que tive o prazer de conhecer e admirar pessoalmente”, comenta.

Riani destaca que nunca tiveram contato pessoal e próximo. “Porém, como todos os artistas, nossa conexão se dá profundamente por meio de nossas próprias obras, gerando uma presença clara no outro, como uma ‘artexperiência’ viva. Posso dizer que aprendi muito sobre anatomia observando atentamente, ainda menino, os detalhes das obras desse grande artista. Isso me influenciou na observação detalhada de rostos, resultando num verdadeiro fascínio pela expressão artística fisionômica, desembocando em minha carreira como caricaturista”, acrescenta.

Para o também artista, Vilmo Rosada “foi e é, sem dúvida, um dos maiores artistas de nossa história. Em cada rosto que crio em minha arte caricatural, há um toque de inspiração deste grande mestre da escultura de nossa cidade”, finaliza.

Pesquisa mostra intenção de voto a vereador

blank

A poucas semanas do dia da eleição, marcada para 6 de outubro, o rio-clarense mostra que ainda não sabe em quem votará para vereador. É o que aponta a mais nova pesquisa de intenção de voto a vereador de Rio Claro. A cidade de Rio Claro conta com 313 candidatos e o Jornal Cidade, em parceria mais uma vez com o instituto Statsol realizou uma nova pesquisa em todas as regiões do município, divididas em 11 setores distintos, de 22 a 27 de agosto.

Os dados mostram o retrato do momento e foram levantados em 565 entrevistas individuais nos bairros. A margem de erro da pesquisa é de 4,5% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código de registro SP-07467/2024.

Para mais de 60% dos entrevistados, ainda há indecisão em quem depositar o voto para uma das 19 cadeiras do Poder Legislativo, o que é mais da metade das respostas dos eleitores. Para outros quase 6%, já há a definição de que votarão em branco/nulo. Ainda assim, repetindo a primeira pesquisa realizada em maio pelo JC/Statsol, o vereador Paulo Guedes (PP) foi o mais lembrado pelo eleitorado, com 2,80% das intenções.

O resultado aponta que o episódio registrado naquela semana em que a pesquisa foi realizada não comprometeu tanto assim a imagem de Paulo, que se envolveu numa briga no plenário contra o vereador Moisés Marques (PL). Ao se comparar com a pesquisa de maio, o índice de Paulo caiu, já que antes havia 3,48% das intenções.

Em seguida, no novo levantamento, o vereador Rafael Andreeta (Republicanos) aparece com 2,10% da preferência do eleitorado. Na sequência vem Moisés, líder da bancada do Partido Liberal, com 1,75%. O candidato Luís Frangueiro do Juninho (PRD) vem na quarta posição, com 1,40%. Ananias do Espetinho, do MDB, aparece com 1,05%, assim como o vereador Sivaldo Faísca (PL), Edson Locatelli (PSD) e o vereador Diego Gonzales (PSD), com os mesmos índices.

O vereador Hernani Leonhardt (MDB) tem 0,87% das intenções, da mesma forma que Zezinho do Povo (Agir), Daniel Lima (Novo), os já vereadores Rodrigo Guedes (União Brasil) e Adriano La Torre (PP) e a ex-vereadora Raquel Picelli (PSD). Os também vereadores Serginho Carnevale (PSD) e Irander Augusto (Republicanos) aparecem com 0,70%, mesmo índice de Elias Custódio (PSD).

A tabela com a nova pesquisa JC/Statsol continua com dezenas de outros nomes. Entre eles, estão alguns que também já são vereadores, como Carol Gomes (Podemos), Geraldo Voluntário (MDB), Luciano Bonsucesso (PL) e Val Demarchi (PL), os quatro com 0,52% das intenções cada um. O atual presidente Pereira (PSD) também aparece, com 0,35%, assim como Thiago Yamamoto (PSD) no mesmo índice.

Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.