Boletim do setor da segurança desta terça-feira(18)
Informações direto da CEAPLA, da Unesp de Rio Claro.
Informações direto da CEAPLA, da Unesp de Rio Claro.
Os investimentos da prefeitura de Rio Claro em melhorias no trânsito prosseguem, agora com novidade. Onze cruzamentos da cidade ganharam semáforos, com sensores, que só abrem nas vias de menor movimento quando há veículo transitando pelo local. “Estamos usando a tecnologia como mais uma aliada no trabalho de reorganização do trânsito, que iniciamos no ano passado”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. “Esses investimentos são importantes, mas é preciso que paralelamente os motoristas estejam comprometidos com o trânsito seguro, obedecendo as leis e sinalização”, acrescenta.
Para que o semáforo com sensor seja acionado, é preciso que o veículo fique posicionado com as rodas dianteiras sobre a faixa azul pintada na via, próxima ao equipamento. Basta colocar o veículo no local correto e esperar o sinal verde.
Os pontos com esses equipamentos são os chamados cruzamentos com laços indutivos. Nesses locais, embora haja necessidade de semáforos, há grande diferença na quantidade de veículos entre uma via pública e outra. “O principal objetivo da iniciativa é organizar o fluxo, garantindo um trânsito mais dinâmico e, ao mesmo tempo, seguro”, explica o secretário municipal de Segurança, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Sistema Viário, Marco Antonio Bellagamba.
A medida foi tomada após estudos da prefeitura, como esclarece o diretor municipal de Mobilidade Urbana e Sistema Viário, Adilson Marques. “Constatamos que em alguns trechos movimentados da cidade o uso de semáforos normais tornava o fluxo de veículos desnecessariamente mais lento”, revela.
Os cruzamentos com esse tipo de laço indutivo ficam na Avenida 80A com Rua 09JV (onde há dois laços indutivos), Avenida Brasil com Rua M11, Avenida Brasil com Avenidas 36A e Rua 3A (dois laços indutivos), Avenida 40A com Rua 6A, Avenida M25 com Rua M9, Avenida 52 com Rua Dr.Eloy Chaves, Rua 14 com avenidas 18, 24 e 26 (quatro laços indutivos), Rua 14 com Avenida 36, Avenida dos Costas com Rua 30, Avenida Tancredo Neves com Rua 5JI (dois laços indutivos), e Avenida Tancredo Neves com Rua 20, na saída do terminal rodoviário.
A cantora Simaria, da dupla Simone e Simaria, precisará se afastar novamente dos palcos por causa de sua saúde. Entre abril e agosto deste ano, ela já havia se afastado da carreira para cuidar de uma tuberculose ganglionar.
Na última quinta-feira, 13, a cantora voltou a se sentir mal e foi encaminhada ao hospital Sírio-Libanês, onde passou o fim de semana realizando exames. Mais uma vez, ela precisará passar por um tratamento.
Segundo comunicado enviado por sua assessoria, “alguns compromissos serão mantidos, porém, sempre com autorização médica prévia”.
“Não é fácil ter que parar mais uma vez. Dei, como sempre, o melhor de mim, mas infelizmente ainda não estou pronta para voltar à estrada com a agenda de shows”, disse Simaria.
A cantora ainda fez questão de agradecer seus fãs: “Agradeço a cada oração e carinho que tenho recebido. Agora vou me cuidar para, em breve, voltar e levar minha alegria para todos os nossos fãs ao lado da minha irmã Simone”.
Simone, por sua vez, já estava com férias programadas e “segue analisando a possibilidade de manter agenda de shows”.
Em show realizado no último sábado, 15, na cidade de Barra Velha, em Santa Catarina, Simone se apresentou sozinha e falou sobre a situação de sua irmã aos fãs. “Começou a passar muito mal [referindo-se à quinta-feira, 13]. Nesse momento ela se encontra fazendo novos exames por conta da doença dela. E por esse motivo a gente vai dar uma pausa nos nossos trabalhos à espera de concluir o tratamento da Simaria”, disse.
O deputado Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de voto na corrida presidencial, com 28,2%, segundo pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira, 17. O candidato Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar, com 17,6%, e Ciro Gomes (PDT) tem 10,8%.
Esta é a primeira pesquisa CNT/MDA realizada após a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputa, depois deste ter sua candidatura impugnada pela Lei da Ficha Limpa, e da substituição por Haddad. Também é a primeira pesquisa CNT/MDA feita após o atentado contra Bolsonaro.
O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, está em quarto lugar, com 6,1%, seguido por Marina Silva (4,1%), da Rede, João Amôedo (2,8%), do Novo, Alvaro Dias (1,9%), do Podemos, e Henrique Meirelles (1,7%), do MDB. Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto. Outros 13,4% disseram que votariam branco ou nulo e 12,3% afirmaram ainda estarem indecisos.
A pesquisa, registrada no TSE como BR-04362/2018, foi realizada entre os dias 12 e 15 de setembro. Foram feitas 2.002 entrevistas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
Flagrante de violência
Um flagrante de violência doméstica foi registrado na tarde de sábado (15), na Vila Martins. O indiciado, de 41 anos, foi detido pela Polícia Militar. A vítima, sua ex-esposa, de 34 anos, tem medida protetiva e informou aos policiais ter recebido ameaça do acusado, que atirou objetos na sua direção.
Flagrante de receptação
Um flagrante de receptação de veículo, produto de roubo, foi registrado no início da madrugada deste domingo (16), no Jardim Claret. O motorista, de 29 anos, e uma passageira, de 26 anos, foram detidos pela Polícia Militar. A passageira ofendeu os policiais. A dupla de indiciados estava em uma caminhonete, que era produto de roubo em Jaboticabal.
Assalto contra transeunte
Um roubo contra transeunte aconteceu na noite de sábado (15), no bairro Saúde, próximo da região central de Rio Claro. A vítima foi uma mulher, de 59 anos, abordada por dois assaltantes com bicicleta. A dupla roubou as compras das vítimas e sua bolsa, onde havia uma quantia de R$ 425,00.
No caso do aposentado Paulo Pires de Oliveira Camargo, de 79 anos, a dificuldade de locomoção veio acompanhada de incontinência urinária, perda de memória e confusão mental. Ele foi a cerca de 15 médicos e, entre os diagnósticos levantados, estava o temido Alzheimer.
As duas doenças são neurodegenerativas e não têm cura, o que significa que os pacientes poderiam somente tomar medicamentos para minimizar os sintomas e retardar a progressão. Como os diagnósticos não eram precisos, Giannini e Camargo, ambos incentivados pelas famílias, decidiram procurar um neurocirurgião. Descobriram que tinham, na verdade, hidrocefalia de pressão normal (HPN), patologia que leva a um acúmulo de líquido no cérebro, provocando sintomas que podem ser confundidos com doenças comuns da velhice. Também conhecida como hidrocefalia do idoso, por atingir apenas pacientes acima de 65 anos, a HPN afeta cerca de 120 mil brasileiros, mas ainda é pouco conhecida da população e até de alguns médicos.
A maior diferença entre a HPN e doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, é que a primeira pode ser totalmente revertida com a implantação de uma válvula no cérebro, que drena o líquido em excesso e faz o paciente recuperar todas as funcionalidades, muitas vezes logo após a cirurgia. Dados da literatura científica mostram que 75% dos pacientes submetidos à operação têm melhora significativa em até um ano.
“Dois dias depois que operei, já tive alta e saí do hospital andando bem. Não acreditei quando me levantei da cama e estava caminhando. Parecia um milagre”, conta Giannini, que teve a válvula implantada há cerca de quatro meses. “Hoje eu levanto de manhã, faço café, desço para fazer academia, ando a Avenida Paulista toda, vou aos bancos, tenho uma vida normal”, diz.
Muitos pacientes com HPN, porém, não têm a mesma sorte de ter o diagnóstico correto. Camargo, por exemplo, demorou dois anos até descobrir a doença. Chegou a ficar em uma cadeira de rodas. “Eu já estava desacreditado de tudo”, relembra.
Segundo o neurocirurgião Fernando Gomes Pinto, chefe do grupo de hidrodinâmica cerebral do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), é comum pacientes demorarem anos até terem o diagnóstico. “No HC, por exemplo, os pacientes chegam até a gente com um tempo médio de sintomas de dois a três anos”, relata ele, que apresentou palestra sobre reabilitação neurológica para pacientes com doenças como HPN na 15.ª edição do Brain Congress, evento sobre cérebro, emoções e comportamento
Confusão
Pinto diz que a confusão de diagnósticos se dá porque alguns dos sintomas da HPN são comuns a muitas doenças do idoso. Além disso, é raro o especialista para o caso – neurocirurgião ou neurologista – ser o primeiro consultado.
Neurocirurgião do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e da clínica DFVNeuro, Eduardo Vellutini também atende pacientes que, antes de saber da HPN, receberam outros diagnósticos. “Não é uma doença tão rara, mas, na fase inicial, alguns médicos confundem, seja porque observam uma marcha (caminhar) típica do parkinsoniano, como se os pés estivessem grudados no chão, seja porque há um quadro de demência parecido com o do Alzheimer”, destaca. Outras doenças que podem confundir são depressão, neuropatia diabética e acidente vascular cerebral.
Os especialistas ressaltam que uma diferença importante é que, ao contrário do Parkinson, a HPN não provoca tremores. Outra divergência é que o paciente com Alzheimer não tem consciência da sua confusão mental, mas o de HPN, sim. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Além de Cabo Daciolo e General Mourão, outros 533 candidatos optaram por incluir suas patentes ou graduações militares no nome de urna para as eleições deste ano, sejam das Forças Armadas, das Polícias ou de Bombeiros Militares. O número é mais de 12 vezes maior do que o registrado em 1994, quando 43 postulantes apostaram na militarização de nomes para atrair votos. Em relação a 2014, o aumento total é de 39%.
A esmagadora maioria é de deputados estaduais, com 313 postulantes Brasil afora. Levantados pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os números de 2018 também chamam atenção para outro fator: a influência de Jair Bolsonaro. O atual partido do presidenciável, o PSL, é de longe o que tem mais candidatos com graduações e patentes militares nas urnas: 135, contra apenas 37 do segundo colocado, o Patriota, de Cabo Daciolo.
Bolsonaro, porém, não é um dos que optam por colocar o cargo no nome político, apesar de as ideias militares serem um mote importante da campanha. “É a onda Bolsonaro, nosso líder maior. Foi o que mais chamou atenção para atrair candidatos militares”, afirmou o deputado federal Major Olímpio (PSL-SP), um dos seis militares que concorrem ao Senado.
Para o cientista político Eduardo Grin, da FGV-SP, o fenômeno Bolsonaro não é só causa, mas também consequência de outra onda: a conservadora. “Fortalece candidatos associados a essas agendas E a sociedade acaba entendendo a segurança não como tema de prevenção, mas de punição. É uma construção no imaginário do eleitor.”
Candidato pela primeira vez em 2004, quando ainda era capitão, Olímpio vê a segurança como tema central de campanha. E quem mais entende do assunto, diz, são os profissionais da área. Em relação às diferenças de se declarar militar hoje e há 14 anos, o deputado acredita que a maior barreira eram as próprias corporações militares. “Parecia que estava cometendo uma infração grave, quase um crime, dizer que ia para a política.”
O cientista político Eduardo Frin apontou que há uma tendência grande de associar autoridade, disciplina e ordem como algo contrário à corrupção, tema presente na atual agenda política brasileira. Com isso, cria-se uma ideia de que, se a política não resolve, alguém com “mão firme” pode resolver. É também nessa linha que Jacqueline Muniz, professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF), critica a “falsa promessa de que é preciso um chefe de disciplina para pôr ordem na casa”. “Confunde-se capacidade de governo e de gestão política da máquina pública com comando militar.”
Dois partidos de esquerda são os que têm menos militares candidatos em 2018: PSOL e PCB, com um postulante cada. Candidato a deputado federal pelo PCB de Minas, Pedro Henrique Franco, o Cabo Franco, de 30 anos, disse que a reação à sua candidatura foi de resistência por uma boa parcela dos policiais “Principalmente os que se filiam ao Bolsonaro”, afirmou. “Mas existem policiais progressistas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Informações direto do plantão policial, com o repórter Gilson Santullo.
Confira a informações direto do CEAPLA, da Unesp Rio Claro.
Da Redação
Da tarde deste sábado (15), o Rio Claro Futebol Clube e o Red Bull Brasil se enfrentaram pela 12° rodada da Copa Paulista e empataram em 0 x 0.
Durante a partida, torcedores foram surpreendidos com a ação de criminosos, na parte externa. Dois automóveis que estavam estacionados nas proximidades tiveram as rodas furtadas.
De um Honda Civic, parado na Avenida 25, subtraíram as rodas do lado esquerdo. Já de um Nissan Kicks, foram as do lado direito.
Ninguém foi flagrado durante a ação criminosa. Torcedores observaram que o que pode ter facilitado o delito foi o fato do portão do estádio estar fechado durante a partida.
Na tarde de sábado (15), o Rio Claro recebeu o Red Bull Brasil pela 12ª rodada da Copa Paulista. Dentro de campo, o Galo Azul criou muitas oportunidades e manteve um bom rendimento. Apresentou ritmo de jogo e não jogou apenas na defensiva. Só os 15 primeiros minutos teve pelo menos três chances de abrir o placar porém falou caprichar um pouco mais na finalização e o primeiro tempo terminou em 0 a 0.
Na etapa complementar a situação se inverteu. A equipe do Red Bull foi quem não deixou o Rio Claro criar e chegou a assustar em alguns lances. Os donos da casa foram pressionados e não conseguiram se desfazer da marcação.
Em dois tempos distintos das equipes que se alternaram no comando do jogo, ninguém conseguiu os três pontos importantes para a sequência do campeonato. Os 90 minutos terminaram em 0 a 0.
O Rio Claro volta a campo na quarta-feira (19), contra a Ferroviária fora de casa.
Informações direto do Plantão Policial com o repórter colaborador Gilson Santullo.