Patrulha combate violência contra a mulher

Comandante da Guarda Civil Municipal, Fernando Godoy, e a GCM Luciana Rodrigues explicam como vai funcionar a Patrulha Maria da Penha, que deve ser implantada até o próximo mês em Rio Claro.

Sorteio define Rússia e EUA como rivais do Brasil na 3ª fase do Mundial de Vôlei

Após o encerramento da segunda fase do Mundial Masculino, a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) sorteou nesta segunda-feira os grupos da terceira etapa da competição. E definiu que a seleção brasileira terá pela frente os Estados Unidos e a Rússia na briga por uma vaga nas semifinais do torneio.

O sorteio desta segunda-feira foi dirigido. Primeiro colocado do Grupo F na segunda fase, tendo somado até agora sete vitórias e uma derrota, o Brasil agora está no Grupo I, tendo pela frente norte-americanos, única equipe invicta após oito jogos realizados e lideres da chave G, e russos, que avançaram como um dos segundos melhores colocados, com seis triunfos e duas derrotas.

O outro grupo da terceira fase do Mundial, o J, é formada por Itália, que já venceu sete vezes, e Polônia e Sérvia, que acumulam seis triunfos no Mundial. E os dois primeiros colocados vão avançar às semifinais, assim como acontecerá na chave do Brasil.

A terceira fase do Mundial vai ser disputada em Turim, assim como as etapas seguintes. A estreia do Brasil no Grupo I está marcada para as 12 horas (de Brasília) de quarta-feira, contra a Rússia. E o outro confronto será no mesmo horário de sexta, diante dos norte-americanos.

Nesta temporada, o Brasil enfrentou seus adversários na Liga das Nações. A equipe derrotou os Estados Unidos por 3 a 2, na fase de classificação, etapa em que também fez 3 a 1 na Rússia. Porém, perdeu nas semifinais para os russos e na decisão para os norte-americanos, ambos por 3 a 0

PF vê repasse de R$ 1 milhão para irmão de Baleia Rossi, líder do MDB

Investigação da Polícia Federal sobre os repasses da Odebrecht a políticos do MDB aponta que o publicitário Paulo Luciano Tenuto Rossi, irmão do deputado federal e líder do MDB na Câmara dos Deputados, Baleia Rossi, recebeu R$ 1 milhão em espécie em dois hotéis de São Paulo em 2014. Segundo a PF, os pagamentos compõem o caixa dois de R$ 5,1 milhões pagos pela empreiteira à campanha de Paulo Skaf ao governo paulista naquele ano – Skaf concorre novamente ao governo em 2018 e sua campanha nega que ele recebido recursos irregulares.

A PF localizou, em uma série de mensagens trocadas via Skype pelos funcionários da transportadora de valores usada pela Odebrecht, dois supostos pagamentos de R$ 500 mil endereçados a Tenuto Rossi em setembro de 2014. O primeiro teria ocorrido no dia 5, no Hotel Palace Flat Moema, e o segundo no dia 9, no Hotel Merak. Os valores, as senhas usadas nas entregas e as datas coincidem com os dados sobre o caixa dois à campanha de Skaf nas planilhas da Odebrecht.

Os registros de conversas via Skype foram entregues espontaneamente à Polícia Federal por Edgarg Augusto Venâncio, ex-gerente da Transnacional e responsável por programar as entregas de dinheiro da Odebrecht em hotéis e residências em São Paulo.

Policiais federais foram até os dois hotéis apontados nas mensagens e solicitaram a relação de hóspedes no período do suposto pagamento. As listas apresentadas pelos estabelecimentos revelaram que o irmão de Baleia Rossi e filho do ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi ficou hospedado em ambos na mesma data das supostas entregas de R$ 500 mil da empreiteira. Os outros R$ 4,1 milhões de caixa 2 a Skaf, segundo a PF, foram pagos ao publicitário Duda Mendonça, responsável pelo marketing daquela campanha.

Conhecido como Palu, Tenuto Rossi é sócio da empresa Ilha Produção Ltda., que foi contratada por R$ 3,2 milhões pela campanha de Skaf para a produção de programas de rádio e televisão. Em depoimento à PF, em junho deste ano, Duda Mendonça afirmou que foi o presidente licenciado da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) quem insistiu para que ele contratasse a empresa do irmão do deputado e disse que os gastos seriam pagos pela Odebrecht.

Jantar

Segundo as declarações de Marcelo Odebrecht, um jantar ocorrido no Palácio do Jaburu, residência do vice-presidente, serviu para confirmar que, dos R$ 10 milhões que a empresa havia se comprometido a pagar ao MDB na eleição de 2014, R$ 6 milhões seriam revertidos à campanha de Skaf, com o codinome ‘Tabule’. Os outros R$ 4 milhões, segundo a PF, foram pagos ao presidente Michel Temer, ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, preso pela Lava Jato.

De acordo com a PF, os valores foram omitidos na prestação de contas à Justiça Eleitoral, o que enquadraria Skaf no crime de “caixa 2”, previsto no artigo 350 do Código Eleitoral. A conclusão consta em relatório final do inquérito sobre suposto repasse de R$ 10 milhões da Odebrecht para integrantes do MDB.

O documento, que foi encaminhado ao STF no início do mês, indica a prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e das Minas e Energia, Moreira Franco. Temer, Padilha e Moreira Franco negam as acusações.

Defesas

O publicitário Paulo Luciano Tenuto Rossi afirmou, em nota, que desconhece o teor da investigação e que só tomou conhecimento de menção ao seu nome através da divulgação do relatório da PF pela imprensa. “A produtora foi contratada diretamente pela coordenação da campanha e não pelo publicitário Duda Mendonça. Todos os pagamentos recebidos pela produtora referentes aos serviços prestados por ela na campanha eleitoral no ano de 2014 foram pagos pela conta da campanha e foram devidamente declarados aos órgãos competentes”, afirmou.

Já o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP) afirmou que “não é e nem foi investigado e que “além disso, sequer sofreu acusação ou suspeita de irregularidade”.

A assessoria da campanha de Paulo Skaf (MDB) afirmou, em nota, que “em 2014 não recebeu nenhum recurso irregular” e que “todas as doações recebidas pela campanha estão registradas na Justiça Eleitoral.” Segundo a nota, Skaf “nunca pediu e nem autorizou ninguém a pedir qualquer contribuição de campanha que não as regularmente declaradas.”

A Odebrecht diz, em nota, que já assinou acordo de leniência com o Ministério Público Federal e afirma que continua colaborando com as autoridades. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Após escândalo, bispos divulgam apoio ao papa

Bispos de vários países vêm publicando cartas e manifestos em defesa do papa Francisco, em reação às declarações de d. Carlo Maria Viganò, ex-núncio apostólico nos Estados Unidos, que sugeriu a renúncia do pontífice. Ele afirmou que o papa teria acobertado supostos abusos sexuais do arcebispo emérito de Washington, cardeal Theodore McCarrick.

Francisco tem preferido manter silêncio diante dessa acusação e de frequentes críticas a seu pontificado da ala conservadora da Igreja, com participação de membros da Cúria Romana. Mas não deixa de admoestar e punir eclesiásticos culpados de desvios e abuso sexual.

Simultaneamente ao episcopado da Argentina, país de origem de Jorge Mario Bergoglio, ex-arcebispo de Buenos Aires, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou em agosto um texto para manifestar sua obediência, amor e fidelidade ao papa. À Radio Vaticano, o cardeal Sérgio da Rocha, presidente da CNBB, disse que a mensagem é não só uma expressão do que os bispos do Brasil sentem, mas da Igreja no Brasil. “Esperamos cada vez mais crescer nessa comunhão com o sucessor de Pedro. Crescer na unidade com o Papa Francisco, em todos os aspectos.”

Na mesma época, o Conselho do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (Celam) publicou um manifesto de apoio a Francisco, no encerramento da comemoração de 50 anos da Assembleia de Medellín, na Colômbia. “O documento foi assinado pelo cardeal colombiano Jesús Salazar Gómez, de linha bastante conservadora”, informa a teóloga brasileira Maria Clara Bingemer, da PUC-RJ, que participou do encontro.

A onda de manifestações de apoio a Francisco cresceu mundo afora Os episcopados do Peru, México, Paraguai, Portugal assinaram declarações de solidariedade. “Você não está sozinho”, escreveu o cardeal Ricardo Blázquez, presidente da Conferência Episcopal Espanhola e arcebispo de Valladolid.

Os bispos dos Estados Unidos se dividiram. Ao lado de declarações de apoio ao papa, houve manifestações pessoais a favor do ex-núncio Viganò. Em carta a sua arquidiocese, o arcebispo de San Francisco, d. Salvatore Cordileone , afirmou que eram verdadeiras as acusações de Viganò contra McCarrick.

Segundo o ex-núncio, o papa sabia, desde 2013, das denúncias de abusos sexuais. Ele disse ainda que, pouco depois de sua eleição, em março de 2013, Francisco retirou supostas sanções impostas por seu predecessor, Bento XVI, ao cardeal norte-americano Na realidade, o arcebispo emérito, de 88 anos, renunciou ao título de cardeal e, por determinação do papa, permanece recluso até que sejam apuradas as acusações.

Livro

Os jornalistas Nelio Scavo e Roberto Beretta, do jornal italiano Avvenire, de inspiração católica, lançaram no primeiro semestre o livro Fake Pope – As falsas notícias sobre o papa Francisco, no qual refutam, após exaustivas investigações, as acusações feitas ao jesuíta Jorge Mario Bergoglio, do início de seu trabalho na Argentina até o quinto ano de seu pontificado. O livro saiu em maio deste ano e, portanto, não registra o escândalo das denúncias de Viganò. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro tem mais intenções de votos entre eleitores de Doria, Skaf e França

O Instituto Paraná Pesquisas realizou, em parceria com a Jovem Pan, pesquisa sobre a situação eleitoral ao governo do Estado de São Paulo. A amostra abrange eleitores do Estado de São Paulo.

Um dos cenários é quando os entrevistados são questionados por sua preferência para a Presidência. O entrevistado que indicou voto em determinado candidato ao governo de São Paulo foi questionado em quem poderia votar para a Presidência da República.

Entre os eleitores que declararam votar em João Doria, 38,6% disseram votar em Jair Bolsonaro e 20,5% em Geraldo Alckmin.

Entre os eleitores de Paulo Skaf, 32,8% votariam em Bolsonaro e 15,6% em Alckmin.

Já entre os eleitores de Márcio França, 34,7% votariam em Jair Bolsonaro e 16,3% em Alckmin.

Dados da pesquisa

O universo desta pesquisa abrange os eleitores do Estado de São Paulo. Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 2.002 eleitores, sendo esta estratificada segundo sexo, faixa etária, grau de escolaridade e nível econômico.

O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais com eleitores com 16 anos ou mais em 88 municípios durante os dias 19 a 23 de setembro de 2018, sendo auditadas simultaneamente à sua realização, 20,0% das entrevistas

Cotistas com menos de 60 anos têm última semana para sacar PIS/Pasep

Agência Brasil 

Esta é a última semana para que todos os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) saquem o benefício fora dos critérios previstos em lei. O prazo termina na sexta-feira (28).

Conforme determina a Lei 13.677/2018, a partir do dia 29 de setembro os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.

As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro

Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, cerca de 8,5 R$ bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária. De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Febraban, a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.

Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até a próxima sexta-feira (28).

Quem tem direito

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sitesdo PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na urna, título de educador é valorizado

O Brasil tem hoje 2 milhões de professores trabalhando em escolas e 380 mil dando aulas no ensino superior. Para o especialista em ciência política do Mackenzie Rodrigo Prando, pode haver uma tentativa dos candidatos de conseguir o voto desse grupo numeroso, que frequentemente reclama melhores condições de trabalho. O piso salarial do docente de ensino básico público no País é de R$ 2.455 e há muitos Estados que sequer cumprem esse valor. Em recente avaliação internacional, só 2,4% dos jovens de 15 anos declararam querer ser professores no Brasil.

Prando também acredita que o título de docente agrega valor para a maioria da população por causa da memória afetiva. “Vem a lembrança de seus próprios professores e de uma categoria que se dedica a ensinar e a cuidar.”

A situação da educação brasileira – em que boa parte dos alunos está em níveis insuficientes de aprendizagem – também pode atrair votos para um candidato que pareça preocupado com a área. “O pai e a mãe imaginam que ele poderá lutar por melhorias da escola do seu filho”, diz a professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Dirce Zan. “Mas usar o adjetivo de professor não legitima o candidato necessariamente como compromissado com a educação. Alguns podem estar usando o nome para angariar votos.”

São Paulo

Os professores representam 4,5% de todos os concorrentes para todos os cargos nas eleições deste ano. A maioria disputa vagas de deputados estaduais e federais. O Estado de São Paulo é o que tem a maior índice de representantes do grupo (14,5%) e, inclusive, com uma candidata a governadora, a educadora Lisete Arelaro (PSOL). Ela usou pela primeira vez o “professora” na frente do nome nessas eleições porque acha seu sobrenome difícil de pronunciar.

“Apesar da profissão não ser reconhecida, nos dá muito prazer e orgulho. Estou contando com um voto a mais, do eleitor que esteja em dúvida e pense: vou votar naquela professora”, brinca. A ex-diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) tem 2% das intenções de voto na mais recente pesquisa Ibope.

Entre os partidos que mais têm candidatos identificados como professores estão o PSOL, o PT, o PCdoB e a Rede. “Quando falo que sou professora, o olhar do eleitor é outro, diferente do que ele dá para um pastor, um advogado. É um olhar de dó, mas também de confiabilidade”, conta a candidata a deputada federal pela Rede Jacqueline Moreira dos Santos de Almeida, de 46 anos, a Professora Jacqueline. Ela dá aulas de matemática na rede pública há 22 anos. Caso seja eleita, diz que vai tentar acabar com a “aprovação automática”, política que permite reprovação apenas em algumas séries e é defendida por muitos educadores para não desestimular a criança. “Eu sei realmente o que acontece dentro da escola e por quê não dá certo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Investigação da PF indica que Adelio agiu sozinho

O relatório final da Polícia Federal (PF) no inquérito que investiga o atentado a Jair Bolsonaro deve apontar que Adelio Bispo de Oliveira agiu sozinho ao decidir atacar o presidenciável em Juiz de Fora (MG). O relatório deve ser concluído nesta semana.

Após ouvir mais de 30 pessoas, quebrar os sigilos financeiro, telefônico e telemático de Adelio, o delegado federal Rodrigo Morais e sua equipe não encontraram nenhum indício de que o autor da facada tenha agido a mando de outra pessoa ou grupo.

A PF também não encontrou nenhuma movimentação suspeita ao analisar as contas bancárias de Adelio. Um depósito em espécie que seria anormal para o agressor, descobriu-se, era referente a um acerto trabalhista. O cartão de crédito internacional, encontrado na pensão onde ele se hospedou, nunca havia sido utilizado.

A Federal continuará a investigação em um novo inquérito a ser instaurado que vai analisar novamente todas as informações coletadas e fazer uma devassa nos dois últimos anos da vida de Adélio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Treinamento de Mesários da 110ª Zona Eleitoral

O Cartório Eleitoral da 110ª ZE realizará o Treinamento de Mesários convocados para as eleições gerais (07/10/18 e 28/10/18), nos dias 24, 25, 26 e 27 de setembro de 2018, às 19:30 h, no Colégio Puríssimo, localizado na Rua 7, 881, Centro, entre avenidas 3 e 5, conforme cronograma a seguir.

Caso o mesário não possa, por motivo justificado, comparecer na data designada para sua escola, é possível a participação em um dos outros três dias de treinamento.

O comparecimento de todos é imprescindível, inclusive pelas novas regras e orientações que serão transmitidas para a presente eleição.

Treinamento 24/09/2018: Joaquim Ribeiro; Odilon Corrêa; Colégio Koelle; Barão de Piracicaba; Marcelo Schmidt; Samira Assencio Savoldi; João Negrão

Treinamento 25/09/2018: Monsenhor Martins; Bayeux; Michel Alem; Joaquim Salles; Paulo Koelle; Isolina Cassavia

Treinamento 26/09/2018: Hamilton Prado; Diva Marques; Oscália; Maria Marrote; João Rehder Neto; Armando Grisi

Treinamento 27/09/2018: Chanceler Raul Fernandes; José Martins da Silva; Luiz Martins; CAIC; Délcio Báccaro; Hélio Jorge

Mais Saúde completa um ano em Rio Claro com sete filas já zeradas

Criado com o objetivo de agilizar o atendimento e diminuir as filas de pacientes que aguardavam por consultas, exames e cirurgias em Rio Claro, o Espaço Mais Saúde completou um ano de atividades nessa quinta-feira (20), com mais de 22 mil procedimentos realizados e várias filas de espera zeradas.

“Um ano em que a saúde de Rio Claro pôde contar com esse atendimento de qualidade, com acolhimento e humanização, complementando de maneira eficaz e ágil o bom atendimento que temos também pelos servidores de nossa Rede de Atenção Básica”, afirmou o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria.

Os custos de todos os procedimentos são pagos pelo município de acordo com a tabela de procedimentos do SUS, estabelecida pelo Ministério da Saúde, que representam até agosto mais de R$ 2,3 milhões em investimento. A Câmara de Vereadores também colaborou com o programa ao devolver sobra do repasse financeiro que recebe da prefeitura.

“O Mais Saúde está reduzindo de maneira significativa as filas de espera que havia no início do ano passado, e nossa meta é diminuir ainda mais essa espera por consultas, exames e cirurgias, para que procedimentos simples não se tornem emergências para as pessoas”, acrescentou o secretário municipal de Saúde, Djair Francisco.

Dados contabilizados pela Fundação Municipal de Saúde, por meio da Central de Regulação do SUS (Sistema Único de Saúde) em Rio Claro mostram que pelo menos sete filas já foram zeradas. Assim já não há mais longa espera em consultas em otorrinolaringologia, vascular, ortopedia, dermatologia, avaliação para cirurgias de catarata e pterígio. Entre os exames cujas filas de espera já foram zeradas estão os exames de ultrassom abdominais, muscular superior, escrotal e pélvico e também exames de ultrassom Doppler. Todas essas modalidades que foram zeradas atendem agora o agendamento de pacientes com agendamento de entrada semanal.

Segundo o levantamento, entre setembro de 2017 e agosto deste ano, foram realizados 22.292 procedimentos.

No Espaço Mais Saúde um total de 873 cirurgias já foram realizadas, sendo 442 vasculares, 226 de catarata e 205 de retirada de pterígio.

Entre as consultas já realizadas a que apresenta maior número é na especialidade oftalmologia, com 4.824 já realizadas. Dos exames feitos no Mais Saúde, 5.713 ecografias foram realizadas.

O complexo médico-hospitalar Espaço Mais Saúde foi montado na Avenida Visconde do Rio Claro. Os pacientes são chamados por telefone pela Central de Regulação do SUS em Rio Claro, sob a supervisão da Secretaria Municipal de Saúde.

Mais informações podem ser obtidas nas unidades de saúde da rede municipal ou pelo telefone 3525.4717, das 8 às 17 horas.

Jornal Cidade RC
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