#VÍDEO: Desempregado é roubado e depois furtado em apenas 12 horas em RC

Após ser assaltado e ter o celular levado por uma dupla em uma motocicleta, vítima voltou no dia seguinte até o local do crime em busca de imagens de câmeras de segurança e desta vez acabou ficando sem a bicicleta.

Confira o vídeo e mais detalhes na edição desta terça-feira (1) do Jornal Cidade

Embriagado, motorista causa acidente na Rodovia Wilson Finardi, em Araras

Ramon Rossi

Um grave acidente foi registrado no início da noite do último domingo (29) na Rodovia Wilson Finardi (SP-191), próximo à FHO (Fundação Hermínio Ometto), em Araras.

De acordo com informações da polícia, houve uma colisão frontal entre um Celta, ocupado por uma mulher e sua filha de 8 anos, que estava sentido Araras/Conchal, e um Corsa, ocupado por um rapaz, que estava no sentido contrário.

Durante o acidente, o veículo em que estava à mulher e a criança acabou capotando. O impacto foi tão forte que o câmbio do Corsa foi parar do outro lado da pista, cerca de cinco metros do local da ocorrência.

As vítimas foram socorridas por equipes do Corpo de Bombeiros, Samu (Serviço de Atendimento Móvel com Urgência) e Intervias, e foram encaminhadas para atendimento no Hospital São Luiz.

As vítimas, que não tiveram seus nomes divulgados, estão bem e recebendo cuidados médicos. A ocorrência está em andamento pelo plantão da Central de Polícia Judiciária.

Justiça Federal do Rio condena Eike Batista a 8 anos e 7 meses de prisão

O empresário Eike Batista foi condenado a 8 anos e 7 meses de prisão, e a pagar multa de R$ 82,829 milhões, por usar informações privilegiadas e por manipulação de mercado nas negociações com ativos da OSX, empresa dona do estaleiro e do Porto de Açu, no antigo grupo EBX. A sentença, da juíza Rosália Monteiro Figueira, foi publicada nesta segunda-feira, 30, conforme a Associação dos Investidores Minoritários (Aidmin), parte interessada no processo, iniciado pelo Ministério Público Federal (MPF). A ação judicial foi iniciada em 2014.

As operações investigadas no processo ocorreram em 2013. Num dos casos, embora a decisão de manter na Ásia a plataforma FPSO OSX-2, destinada a produção de petróleo dos campos Tubarão, Tigre, Gato e Areia – operados pela petroleira OGX e que tinham reservas bem abaixo do esperado -, tenha sido tomada em reunião em 15 de abril de 2013, foi omitida de um comunicado ao mercado divulgado em 17 de maio de 2013.

“Mesmo ciente dessa informação, o acusado continuou a lançar ao mercado perspectivas que, mais do que otimistas, mostraram-se fraudulentas”, diz a sentença.

Segundo as investigações, isso induziu os investidores a erro. Enquanto isso, Eike “desfazia-se de suas ações da OGX (período de 24/05/2013 a 10/06/2013) e da OSX, em 19/04/2013, o que demonstrou a intenção do acusado de manipular o mercado de capitais”.

Para a juíza, “a conduta típica está devidamente comprovada nos autos, não se verificando elementos capazes de afastar a ilicitude ou a culpabilidade” de Eike. “Portanto, sem provas nos autos capazes de excluir ou mesmo diminuir a culpabilidade, a conclusão judicial, à luz do acervo probatório, é pela condenação”, diz a sentença.

A juíza aproveitou a sentença para fazer críticas à capacidade de fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Para a magistrada, Eike “se aproveitou da fragilidade dos órgãos de fiscalização do mercado de capitais”. “Diferentemente do que ocorre no Brasil, no mercado de capitais norte-americano, a Securities and Exchange Commission-SEC (Comissão de Valores Mobiliários Americana) é proativa no combate ao uso de informações privilegiadas e à manipulação de mercado, com regras rígidas que inviabilizam que companhias divulguem ao mercado de valores mobiliários notícias baseadas em dados artificiais, sem qualquer embasamento concreto”, diz a sentença.

Até o fechamento deste texto, a reportagem não havia obtido o posicionamento da defesa de Eike Batista.

O caso Suzane Von Richthofen inspira dois filmes que serão exibidos juntos

Histórias reais de assassinos sempre fascinaram o cinema. Clássicos como Jack, o Estripador, Zodíaco, Helter Skelter, Monster e os mais recentes Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal e Mindhunter formam uma longa lista de crimes roteirizados. É o que pode explicar a grande curiosidade despertada pelo anúncio recente da produção de um filme sobre o chamado Caso Von Richthofen.

Discussões sustentadas por convicções pessoais, pela atual polarização do País, especulações e fake news colocaram Suzane Von Richthofen, 17 anos após o assassinato de seus pais, nos trending topics do Twitter, tornando-a novamente um dos assuntos mais comentados na internet.

O crime é conhecido: réus confessos, Suzane Von Richthofen e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos foram condenados a quase 40 anos de prisão pelo assassinato dos pais dela, Marísia e Manfred, em 2002. Ainda são desconhecidos os motivos que levaram uma jovem de 18 anos, de classe média alta, filha de uma psiquiatra, e um rapaz de 21, considerado na época um dos melhores construtores de aeromodelo do País e competidor de provas internacionais, a cometerem tal crime.

“Foi uma história que marcou muito justamente pelo horror que a rodeia, então, é natural as pessoas terem opinião sobre o assunto e acreditarem que sabem de tudo. Algumas falam com uma convicção que parecem até ter vivido o caso. Mas, nem tudo o que ouviram condiz com a verdade”, diz a atriz paulistana Carla Diaz, que vai viver Suzane em dois filmes que vão estrear simultaneamente em 2020: A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais. “Muitos acreditam que vamos homenageá-la ou deixá-la no lugar de celebridade. Pelo contrário, vamos contar de fato o que aconteceu.”

Aos 28 anos, dos quais 26 de carreira, a atriz sabe o tamanho do desafio. “É muito diferente de tudo o que já fiz, por isso me chamou a atenção. Todo ator busca personagens que o tirem da zona de conforto. Gostamos de conhecer o novo, mesmo que isso possa parecer surreal”, comenta.

Durante a preparação, Carla estudou minuciosamente os autos do processo. E, junto com o restante do elenco, teve acesso a áudios, vídeos e documentos. Eles participaram também de um workshop com Ilana Casoy, criminóloga que, na época, acompanhou as investigações, a reconstituição do crime e lançou um livro sobre o caso.

Fisicamente, Carla precisou mudar – emagreceu cinco quilos e perdeu massa muscular para interpretar Suzane desde os 15 anos até a idade do crime. “Na década de 1990, quase não existia musa fitness”, brinca ela, que também contou, pela primeira vez, com o acompanhamento de uma coach, a atriz Larissa Bracher, na criação do personagem.

“Tivemos o cuidado de separar o material verídico das fakes news Fiz descobertas durante esse processo – a gente se transforma e vai aprendendo várias coisas”, diz a atriz.

Para garantir fidelidade ao que foi narrado nos depoimentos oficiais de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos, a produção decidiu retratar o caso pelos dois pontos de vista mencionados durante o julgamento. A ideia de abordar desta forma partiu dos roteiristas Ilana Casoy e Raphael Montes, autor de livros policiais. Eles se juntaram à equipe a convite do produtor Marcelo Braga e do diretor Maurício Eça que, junto com os demais produtores, decidiram dividir o projeto em dois filmes, que serão exibidos em sessões alternadas.

“Gostamos de brincar que fazemos a Ruth e a Raquel (irmãs gêmeas vividas por Glória Pires na novela ‘Mulheres de Areia’), porque são duas versões que retratam o depoimento de cada envolvido de maneira diferente, portanto acaba sendo dois personagens”, diverte-se o ator Leonardo Bittencourt, que interpreta Daniel.

O processo de produção de dois filmes simultaneamente é algo novo para toda a equipe. “Uma vírgula, às vezes, pode nos confundir em qual momento estamos, na versão do Daniel ou na da Suzane. Temos cenas espelhadas e as gravações ocorrem ao mesmo dia, por isso que o Leonardo brinca que estamos fazendo personagens gêmeas, pois são parecidas e, ao mesmo tempo, apresentam nuances”, explica Carla.

A ideia de transformar o caso em filme partiu de Eça. “O caso da Suzane é um entre muitos no País, mas, por que todo esse interesse? Porque ela é rica, é bonita, enfim, isso não cabe a nós julgar”, afirma ele.

Os dois filmes vão retratar a história desde o momento em que Suzane e Daniel se conheceram, em 1999, até o dia do crime, 31 de outubro de 2002. A base narrativa é o julgamento que ocorreu quatro depois, em 2006. Por meio de flashbacks, os longas mostrarão como foram esses anos de convivência na versão de cada envolvido.

Segundo os produtores, os condenados não tiveram nenhum contato com os atores e nada receberão pelos filmes, seja da bilheteria ou de direitos autorais. “Por uma questão de princípios, decidimos seguir rigorosamente o que estava nos autos do processo. Não estamos fazendo um documentário sobre a Suzane ou sobre o assassinato, mas uma obra ficcional em cima de fatos biográficos”, esclarece o produtor Marcelo Braga. “Eles são réus confessos. O que tinham para falar já o fizeram no julgamento”, complementa Maurício.

Juntos, os dois filmes têm orçamento ousado de R$ 8 milhões. Embora habilitados a receber quase R$ 2 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual, a produção optou por abrir mão do recurso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

VÍDEO: Coronel Tadeu defende direito do policial de “atirar primeiro”

Deputado federal do PSL, Coronel Tadeu fala sobre o excludente de ilicitude, recurso retirado do pacote anticrime elaborado pelo ministro Sérgio Moro e que tramita na Câmara dos Deputados. “Você esperar para tomar tiro é realmente muito cruel para quem está na atividade policial” analisa o deputado em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News.

Show de Drake prova que País pode receber grandes rappers

O primeiro fim de semana do Rock in Rio 2019 ocorreu sem sustos: apesar do “piti do Drake” – como a exigente passagem do rapper canadense ficou conhecida nas redes sociais e na boca do povo do festival -, o evento trouxe para o Rio bons shows, uma infraestrutura funcional e atrações novas bem pensadas que, se não fogem do espírito frequente do Rock in Rio, acrescentam a ele um bem-vindo ar de renovação.

Talvez a principal delas tenha sido justamente a apresentação de Drake – ele foi a primeira grande estrela do hip hop a ocupar um lugar entre os headliners do festival (depois do cancelamento de Jay-Z em 2011). E, a exemplo do que Kendrick Lamar tinha feito com o Lollapalooza em São Paulo em abril, o rapper provou que a indústria brasileira de shows internacionais já tem capacidade para receber as grandes estrelas do gênero.

O “piti” era esperado: Lamar também não deixou que seu show fosse transmitido, embora Drake tivesse levado as exigências a níveis de estrelato, que, afinal, ele possui. Recordista do consumo de música por streaming no mundo, os relatos dão conta de que ele pensou em cancelar o show por dificuldades no som e nas luzes – estas, o principal motivo de reclamação dos fãs.

Outra novidade interessante que o festival proporcionou em 2019 foi uma diversificação nas atrações. O palco Supernova, montado num área com vista para o resto do festival, incluiu na sua escalação artistas que, se já acumulam milhões de visualizações nas plataformas e mantêm uma base de fãs crescente, talvez ainda não tenham cacife para subir nos palcos principais do evento – ainda, porque a ideia é justamente prepará-los para o futuro. Maglore, Jade Baraldo, Oriente e Dona Cislene foram alguns dos atos que passaram por ali.

Fuerza Bruta e NAVE, dois espaços novos instalados na entrada do festival, também atraíram elogios de crítica e público, encaixando-se na proposta do Rock in Rio com um tipo de inovação artística criativa e sedutora.

Goo Goo Dolls

Quando uma banda lança um sucesso tão grande quanto Iris, a música que levou o Goo Goo Dolls ao estrelato em 1998, é comum que se associe todo o resto do trabalho a esse momento específico. Mas pela primeira vez no Brasil, depois de uma turnê em algumas cidades com o Bon Jovi, a banda americana provou ser capaz de encantar uma plateia imensa sem necessariamente ficar presa ao hit incontornável.

Claro que Iris, a última canção do set, ainda seria a apoteose de uma apresentação, mas mesmos músicas mais novas, do recém lançado disco Miracle Pill (2019), trazem ao Rock in Rio o rock de estádio que o público, menos volumoso neste domingo do que nos outros dias do festival, espera.

Em entrevista ao ‘Estado’ antes do festival, o vocalista John Rzeznik disse entender o tipo de vibração que o festival esperava dele, mas confessou não estar acostumado a audiências tão grandes. Na performance no Palco Mundo, porém, a banda não deu sinais em falso: uma apresentação de rock respeitável e consistente com a trajetória de uma banda que tem uma carreira pouco reconhecida em detrimento de um hit.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Natal deve gerar 103 mil empregos temporários

As contratações de trabalhadores temporários no varejo e no setor de serviços devem somar 103 mil vagas neste final de ano. Se a previsão se confirmar, o emprego temporário – um termômetro da expectativa do comércio para o período de consumo mais intenso do ano – vai atingir em 2019 sua maior marca em cinco anos, desde antes da crise.

Em 2014, quando o País ainda não tinha mergulhado na recessão, a admissão de temporários para o período foi de 300 mil. Apesar de o resultado estar longe daquela época, neste ano serão 43,8 mil postos a mais de trabalho em relação a 2018. Os números da pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), com mais de mil empresários, mostram que a roda da economia começou a girar com mais velocidade no comércio e nos serviços.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, lembra dos resultados positivos captados pela pesquisa do IBGE. Em julho, as vendas no varejo cresceram pelo quarto mês seguido e acumulam alta de 0,8% no ano. No setor de serviços, o avanço desde janeiro foi de 1,2% nas vendas.

Depois de quatro meses desempregado, Romário de Jesus Souza, de 27 anos, conseguiu um emprego temporário como repositor de mercadorias numa loja em São Paulo. “Esse emprego caiu do céu. Disseram que assim que tiver uma vaga disponível, tenho chance de ocupá-la.”

Segundo a pesquisa da CNDL e do SPC Brasil, o salário médio de contratação de temporários neste ano é de R$ 1.597, praticamente o mesmo valor de 2018.

Expectativa

O crescimento nas vendas registrado até agora pode ser modesto, mas os empresários estão mais confiantes: seis em cada dez consultados esperam vendas neste final de ano melhores que em 2018, aponta a pesquisa. Além disso, 43% planejam ampliar estoque.

Na rede Armarinhos Fernando, especializada em brinquedos, artigos de papelaria e decoração, o que não falta é produto. “O estoque está bem abastecido”, diz o gerente Ondamar Ferreira. Até agora, a loja contratou mais que o dobro de temporários ante o ano passado.

“Nem começamos outubro e já geramos muitos empregos neste ano”, diz a presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano. Por causa da expansão da rede, com mais de mil lojas físicas, a empresa tem contratado cerca de 500 trabalhadores definitivos por mês. Neste ano serão abertas mais de cem lojas.

Dos R$ 30 bilhões injetados na economia pelos saques do FGTS e PIS/Pasep, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) calcula que R$ 13,1 bilhões irão para compras. Além disso, R$ 12,2 bilhões serão usados para quitar dívidas, o que pode trazer mais brasileiros de volta ao consumo a prazo.

O economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, diz que o dinheiro extra deve ter mais impacto no varejo este ano do que a liberação dos recursos do Fundo de Garantia feita em 2017. É que hoje o endividamento das famílias é menor. Em 2017, foram liberados R$ 44 bilhões e R$ 11 bilhões foram usados para o consumo. “O que vai fazer a diferença neste Natal é esse dinheiro a mais.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No skate desde os 3 anos, rio-clarense busca voos maiores

Muitas vezes uma grande paixão surge muito cedo. Isso aconteceu com o garoto rio-clarense Breno Miranda, que aos três anos de idade se apaixonou pelo skate. Hoje, aos 13, Breno relembra os 10 anos em cima das rodinhas.

“Ainda quando era muito novo e vi minha prima andando em um skate, eu já logo pedi um para os meus pais e, desde então, não parei mais de treinar”, conta Breno, que aos cinco anos de idade participou da primeira competição oficial, o Circuito Paulista sediado em Cordeirópolis.

De lá para cá, o skatista já participou de inúmeros torneios, nos quais acumula diversos prêmios, inclusive internacionais: “As duas competições que fiz nos Estados Unidos são especiais, em uma delas até consegui o primeiro lugar, o que me marcou muito”.

Além dos prêmios, o Skate ajuda com outras oportunidades na vida de Breno. A SETUR conseguiu para o garoto uma bolsa de estudo em Rio Claro. Breno também destaca as parcerias com a Adidas e com Tulio Oliveira, gerenciador de sua carreira.

Todo o sucesso nestes 10 anos de skate ainda é só o começo para o garoto, que ainda quer crescer no esporte: “Vou levar o skate para o resto da minha vida. Quero me profissionalizar, levar o skate para mais pessoas e poder ser inspiração para os outros”.

Jornal Cidade RC
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