Corpo de homem encontrado próximo à linha férrea é identificado

A Polícia Civil registrou ocorrência de encontro de cadáver no final da manhã nesta quarta-feira (27 de maio) na linha férrea no trecho de Santa Gertrudes, região de Rio Claro.

A informação inicial é que seria caso de provável atropelamento do homem, seria morador em Rio Claro, o nome divulgado da vítima fatal é Edivaldo Pinto da Silva, corpo encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Rio Claro para exame do legista.

O corpo foi sepultado nesta manhã de quinta-feira (28 de maio).

Com decantadores finalizados, Araras está mais perto de tratar esgoto

Ramon Rossi

Para que Araras volte a tratar os dejetos domésticos o mais rápido possível, o que não acontece desde 2015, as obras da construção da nova ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) seguem dentro do cronograma previsto, segundo informou a Prefeitura ao JC.

Os trabalhos se concentram atualmente na finalização dos dois decantadores, que fazem parte do projeto apresentado pelo Saema (Serviço de Água e Esgoto do Município de Araras) e aprovado pelo Governo Federal. Equipes da Construtora Augusto Velloso, vencedora da licitação e responsável pelo serviço, já finalizaram a lagoa de aeração, que foi revestida com manta geotêxtil para evitar a contaminação do solo, e seguem também na construção do sistema de pré-tratamento, que vai receber o material bruto e fazer as primeiras intervenções para que ele seja purificado.

“Essa é uma obra essencial para a nossa cidade e segue em andamento, de acordo com o cronograma. Não podemos continuar sem tratar o esgoto de Araras. Resolver esse problema é prioridade dessa gestão”, comentou o prefeito Junior Franco (DEM) que esteve no local para verificar o andamento das obras, junto do vice-prefeito e presidente do Saema, Carleto Denardi.

Reverter essa situação era uma das principais preocupações do prefeito, desde a época em que assumiu a presidência do Saema, em 2017. Foi na gestão de Junior na autarquia que várias pendências envolvendo a obra foram resolvidas e o projeto definitivo sobre o local foi apresentado à Caixa Econômica Federal.

“Batalhamos para resolver os entraves que envolviam a obra e colocá-la, definitivamente, em andamento. É uma questão de respeito ao meio ambiente e também à população”, completou o chefe do Executivo.

A nova ETE começou a ser construída no final do ano passado e tem previsão de entrega até o final de 2020. Complexa e realizada em etapas, a obra atende às exigências da legislação ambiental e conta com a supervisão de técnicos do Saema.

O projeto prevê a utilização do processo de lodo ativado para solucionar de uma vez por todas o impasse envolvendo o tratamento dos efluentes, que se agravou em 2015, quando um dos reatores da antiga ETE, construída na década de 1990, desmoronou e o local foi interditado.

Desde então, a cidade deixou definitivamente de fazer o serviço e passou a despejar todo material coletado diretamente no Ribeirão de Araras, um dos afluentes do Rio Mogi Guaçu.

Governo federal tem rombo de R$ 92,9 bilhões nas contas públicas em abril

BERNARDO CARAM – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) 

Sob influência da crise do novo coronavírus, o governo federal registrou um rombo de R$ 92,9 bilhões nas contas públicas em abril. O dado, divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, é o pior para o mês da série histórica iniciada em 1997.

Esta foi a primeira vez que o governo registrou déficit primário em abril. O pior resultado já registrado no mês até o momento foi no primeiro ano da série, quando houve superávit de R$ 5,8 bilhões, em valor atualizado pela inflação.

Desde o início da pandemia, em março, as contas do governo sofrem um acelerado processo de deterioração.

Do lado das receitas, a queda de arrecadação vem se intensificando. Além disso, em outra fonte de impacto, o governo adiou a cobrança de uma série de tributos para aliviar o caixa das empresas durante a pandemia.

Na conta das despesas, a União promoveu um forte aumento de gastos, com repasses voltados ao combate ao coronavírus no sistema de saúde, além de desembolsos para minimizar os efeitos econômicos provocados pela pandemia.

Entre os gastos mais expressivos estão o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, que já supera R$ 150 bilhões, e a assistência a trabalhadores com salário e jornada cortados, com custo estimado em R$ 51 bilhões.

De acordo com o Tesouro, os resultados observados até o momento podem piorar caso a perda de receitas se acentue e programas emergenciais sejam prorrogados. A maior parte das medidas anunciadas até o até tem duração restrita e impacto limitado a 2020.

“Se algum programa for renovado ou se houver novas frustrações de receitas, o déficit primário do setor público passará de 10% do PIB, pressionando ainda mais o crescimento da dívida liquida e bruta”, afirma o órgão.

Estimativas feitas pelo Tesouro apontam que o déficit primário do governo central neste ano deve superar R$ 700 bilhões.

Após a decretação de estado de calamidade pública com duração até dezembro, porém, o governo está desobrigado a cumprir a meta fiscal de 2020, estipulada em déficit de R$ 124,1 bilhões.

Criminosos são localizados pela equipe do Rádio Patrulhamento com Motocicletas

Após receber a informação de uma tentativa de roubo a um veículo Renault Kwid pela Rua 2 com a Estrada dos Costas, uma equipe do Rádio Patrulhamento com Motocicletas passou a realizar buscas pela região.

Os policiais acabaram se deparando com dois indivíduos com as mesmas características dos criminosos e ao realizarem a abordagem encontraram com um dos suspeitos cocaína e maconha.

A vítima acabou reconhecendo sem sombra de dúvidas a dupla como a autora da tentativa de roubo. Diante do flagrante os assaltantes foram levados ao plantão policial onde apenas um ficou detido.

Ministério Público questiona decreto dos comissionados da Prefeitura na Justiça

No mesmo dia que a Prefeitura de Rio Claro publicou um decreto para regulamentar cargos comissionados de diretores, assessores e gerentes na administração municipal, recontratando 202 servidores, o Ministério Público acionou a Justiça para verificar a legalidade da medida.

Ontem (27), após ter ciência da entrevista do prefeito Juninho da Padaria ao Grupo JC de Comunicação, a 7ª Promotoria de Justiça peticionou o juiz da Vara da Fazenda Pública para que medidas mais severas sejam impostas caso não seja demonstrado o efetivo e integral cumprimento da decisão judicial que tornou inconstitucional a descrição de tais cargos e que, através do decreto publicado, a Prefeitura alterou para poder recontratar os servidores.

Nos bastidores do poder público, fala-se da possibilidade de o decreto ser derrubado a qualquer momento. A petição já está em análise na Justiça, que deve publicar a nova decisão em breve. Ao publicar o decreto, a Prefeitura afirmou que essa medida através de decreto já é prevista em entes como no Supremo Tribunal Federal (STF), no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e na cidade de São Paulo. Mais informações você confere na edição impressa do JC nesta sexta-feira (29).

Bolsonaro veta aumento para servidores até o fim de 2021 e sanciona socorro a estados

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a lei de socorro aos estados e municípios. O prazo final era até esta quarta-feira (27). A decisão foi publicada no Diário Oficial desta quinta (28).
Após dar aval a deputados e senadores para manter reajuste mais amplo para servidores, o presidente atendeu a apelo do ministro Paulo Guedes (Economia) e congelou os salários até o fim de 2021.
A suspensão do aumento de vencimentos do funcionalismo de municípios, estados e União era contrapartida exigida por Guedes para ajudar os entes da Federação a enfrentar os efeitos do coronavírus.
O Congresso agora pode manter ou derrubar os vetos de Bolsonaro. Porém, na tramitação do texto, deputados e senadores haviam poupado do congelamento de salários uma gama ampla de servidores.
Entre as categorias beneficiadas estavam civis e militares, como professores, médicos, enfermeiros, profissionais de limpeza urbana, agentes funerários, policiais e as Forças Armadas.
A decisão, segundo projeção da equipe de Guedes, reduziria para R$ 43 bilhões a economia com o congelamento. Inicialmente, eram previstos R$ 130 bilhões.
De acordo com Bolsonaro, na mensagem do veto, o dispositivo aprovado “viola o interesse público por acarretar em alteração da economia potencial estimada”.
“A título de exemplo, a manutenção do referido dispositivo retiraria quase dois terços do impacto esperado para a restrição de crescimento da despesa com pessoal”, escreveu.
De acordo com ele, o veto foi imposto por orientação de Guedes e do ministro Fernando Azevedo e Silva (Defesa).
Antes de sancionar a lei, o governo acelerou, porém, medidas para beneficiar policiais –base bolsonarista–, a fim de livrá-los das travas ao aumento salarial.
Na terça-feira (26), Bolsonaro publicou uma MP (medida provisória) autorizando reajuste para policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal. O custo para a União é estimado em R$ 500 milhões.
Ele ainda conseguiu aprovar outra MP que reestruturou a carreira da Polícia Federal. Passada essa articulação para atender a base bolsonarista, municípios e estados terão acesso ao dinheiro.
Prefeitos e governadores tinham pressa em razão da queda de arrecadação provocada pela retração econômica. O distanciamento social tem afetado as atividades.
A versão final do texto foi aprovada pelo Senado em 6 de maio. O pacote de ajuda chega a R$ 125 bilhões durante a crise da Covid-19. O socorro vale por quatro meses.
Municípios e estados receberão R$ 60 bilhões em repasses diretos ao longo do programa. Os recursos impactarão o Orçamento da União.
O pacote prevê que R$ 10 bilhões serão destinados diretamente para o enfrentamento ao coronavírus -R$ 7 bilhões a estados e Distrito Federal e R$ 3 bilhões a municípios.
O restante do valor a ser transferido (R$ 50 bilhões) será repartido de duas formas. Serão R$ 30 bilhões distribuídos diretamente a estados e DF e os outros R$ 20 bilhões a municípios.
O rateio será feito segundo a regra de proporção, levando em consideração critérios mistos, como perdas de ICMS (imposto estadual) e de ISS (municipal) e o número de habitantes.
Além disso, o plano prevê suspensão de dívidas com a União e bancos públicos. Esse montante chega a quase R$ 50 bilhões.
Um outro veto de Bolsonaro contraria os estados e atende a pedido de Guedes. O projeto aprovado previa que a União não suspenderia repasses do FPE (Fundo de Participação dos Estados) caso pagasse dívidas com bancos internacionais.
A equipe econômica defendeu a manutenção da regra, mesmo na pandemia: se um estado deixar de pagar um banco multilateral, como o Banco Mundial, o Tesouro cobre as parcelas, mas, como contrapartida, retém uma parte dos repasses via FPE.
Na quinta-feira (21), quando Bolsonaro se reuniu com chefes dos Executivos estaduais, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu que o trecho não fosse vetado. Para os governadores, isso inviabilizaria a suspensão do pagamento das dívidas com organismos multilaterais, que traria um alívio de R$ 10,7 bilhões.
Ao vetar, o presidente escreveu que “o dispositivo, ao impedir a União de executar as garantias e contragarantias das dívidas a que se refere, viola o interesse público ao abrir a possibilidade de a República Federativa do Brasil ser considerada inadimplente perante o mercado doméstico e internacional”.
De acordo com ele, isso acarreta “consequências que podem culminar no risco de refinanciamento do país e potencial judicialização nos tribunais estrangeiros, deixando o Brasil numa situação em que tecnicamente seria considerado um país em default”.
Além disso, ao suspender dívidas dos municípios com a Previdência Social, era permitido que as parcelas não pagas fossem quitadas após o prazo do refinanciamento.
Ao deixar de pagar essas parcelas, os municípios terão um alívio de R$ 5,6 bilhões. No entanto, o presidente também vetou o dispositivo que permitia a extensão do prazo de pagamento. Segundo Bolsonaro, a medida é inconstitucional, “tendo em vista que a moratória concedida aos entes federativos poderia superar o limite” de 60 meses.
O quarto e último veto do Bolsonaro foi feito a pedido da Secretaria-Geral da Presidência e AGU (Advocacia-Geral da União). O dispositivo aprovado pelo Congresso previa a suspensão de todos os concursos públicos federais, estaduais, distritais e municipais já homologados até o fim do estado de calamidade pública -31 de dezembro de 2020.
Segundo Bolsonaro, a medida viola o pacto federativo, “bem como a autonomia de estados, Distrito Federal e municípios”.
O pacote de socorro aos estados e municípios aprovado no Senado se tornou um meio-termo entre a versão da Câmara, de abril, e a proposta inicial da equipe econômica.
O time de Guedes chegou a apresentar, em meados de abril, um pacote de socorro de R$ 77,4 bilhões, com R$ 40 bilhões de transferência direta. O plano de auxílio da Câmara, segundo o Tesouro, poderia custar mais de R$ 200 bilhões.
Guedes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), travaram um embate sobre o tamanho do pacote. No fim, Maia disse que o texto final do Senado era “ótimo”.
Para Maia, o socorro aos estados foi uma “grande vitória do Parlamento”. “O que nós queríamos e aconteceu era garantir recursos emergenciais para estados e municípios.”

Auxílio emergencial precisará ser devolvido por quem tiver de pagar IR em 2021

IVAN MARTÍNEZ-VARGAS E WÁLTER NUNES – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Parte dos beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 poderá ter de devolver os valores ao governo, de acordo com uma regra sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Uma alteração na lei que institui o benefício, feita em 14 de maio, estipula que os beneficiários que receberem neste ano rendimentos tributáveis acima do limite de isenção do IR (imposto de renda) deverão acrescentar nas declarações o valor do auxílio emergencial ao imposto devido. A regra vale para o beneficiário e para seus dependentes.
O beneficiário que se enquadrar na situação “fica obrigado a apresentar a declaração de ajuste anual relativa ao exercício de 2021 e deverá acrescentar ao imposto devido o valor do auxílio recebido”, segundo o texto da norma.
Se a tabela do IR se manter para o ano que vem, todos os que recebem os R$ 600 e tiveram ao longo de 2020 renda tributável acima de R$ 22.847,76 serão atingidos pela medida. A última alteração da tabela foi feita em 2017.
Para advogados consultados pela reportagem, no entanto, há controvérsia sobre a aplicabilidade da nova regra nos casos de quem teria recebido a primeira parcela do benefício antes de 14 de maio, data em que Bolsonaro sancionou a mudança da lei.
“O texto da lei diz que a norma só entra em vigor a partir da data de publicação. Com isso, é possível interpretar que somente o benefício pago depois disso pode compor a base de cálculo do imposto. A primeira parcela paga antes disso seria não tributável”, diz Fernando Scaff, professor da Faculdade de Direito da USP.
Nesse caso, o imposto incidiria sobre os dois pagamentos restantes, um total de R$ 1.200. A primeira parcela começou a ser paga pelo governo federal em 9 de abril.
O contribuinte que havia solicitado e obtido aprovação do auxílio emergencial antes da mudança da lei pode alegar na Justiça que a norma não deve se aplicar ao seu caso, segundo o tributarista Rodrigo Prado Gonçalves, sócio do escritório Felsberg.
“A mudança da lei vale a partir de 14 de maio. A pessoa pode afirmar que, quando solicitou o benefício, essa regra não existia”, diz Gonçalves.
“Em termos práticos, o próprio sistema da Receita vai saber se o contribuinte recebeu o auxílio. Se ele não declarar, provavelmente cairá na malha fina. Se entender que seu caso é o de não se sujeitar à devolução dos valores, precisará entrar na Justiça antes de declarar o IR, ou ao ser cobrado pela Receita”, afirma.
Para Thais Françoso, professora do Insper e sócia do escritório FF Advogados, a norma vale para todas as parcelas do auxílio emergencial, inclusive quando a primeira parcela foi paga antes de 14 de maio.
“O entendimento da Receita Federal deverá ser de que o auxílio é um rendimento que deve ser somado aos demais para eventual cálculo do IR. O texto da lei não traz isenção para o rendimento concedido entre 9 de abril e 14 de maio”, afirma ela.
A lei que criou o auxílio emergencial já estipulava entre os critérios para requisição do benefício que o solicitante não tivesse recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
“Pessoas que há dois anos tinham renda, mas hoje estão desamparadas, não podem receber. O texto aprovado no Congresso acabava com esse critério, mas obrigava a devolução do valor se o cidadão terminasse 2020 com renda acima do limite de isenção do IR. O governo vetou parte do texto e manteve a exigência inicial”, diz Leonardo Magalhães Avelar, sócio do Cascione.
Segundo Avelar, quem omitir seus rendimentos para evitar ter de devolver os valores recebidos pode incidir em crime contra a ordem tributária que tem pena de até cinco anos de prisão.
Atualmente, 57,3 milhões de pessoas já receberam o auxílio, segundo dados da Caixa Econômica Federal. Até esta quarta-feira (27), já haviam sido feitos pagamentos de R$ 72,7 bilhões aos beneficiários.
Pelas regras atuais, podem solicitar o auxílio à Caixa os desempregados maiores de 18 anos que não recebam benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família.
A renda familiar mensal do solicitante precisa ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (R$ 3.135,00) ao todo.

Prefeitura anuncia protocolos para retomada da economia

O município de Rio Claro integra a Regional de Saúde de Piracicaba, que, atualmente, se encontra na fase 2 do programa de retomada da economia do governo do estado neste período de pandemia.

Desta forma, a partir de 1º de junho, atividades imobiliárias, concessionárias de veículos, escritórios, comércio e shopping serão reabertos com restrições, segundo normas sanitárias e de segurança, conforme protocolo municipal e portaria da saúde.

Cordeirópolis registra terceira morte por Covid-19

Nesta quarta-feira (27), a Prefeitura Municipal de Cordeirópolis confirmou o terceiro óbito por Covid-19. Um senhor, de 85 anos, foi hospitalizado na segunda-feira (25) e não resistiu às complicações causadas pela doença.

À população, a prefeitura pede que se reforcem os cuidados com a higiene das mãos, o uso de máscaras, o distanciamento social e que não haja aglomerações Confira os dados oficiais de Covid-19 na cidade:

  • Casos de síndrome respiratória: 710;
  • Número de testes rápidos realizados: 380;
  • Número de testes de PCR realizados: 192;
  • Casos internados com Covid-19: 00;
  • Casos internados com suspeita de Covid-19: 00;
  • Casos curados: 27;
  • Óbitos: 03;
  • Total de casos: 42.

Rio Claro chega a 83 casos positivos de coronavírus

Mais nove casos de coronavírus foram confirmados em Rio Claro na quarta-feira (27) em boletim emitido pela Secretaria Municipal de Saúde. Com isso, o município tem total de 83 casos positivos.

“A partir de entendimento do governo estadual e a realização de grande quantidade de testes rápidos, o município passa a incluir os resultados destes exames no número total de diagnósticos de Covid-19”, observa Maurício Monteiro, secretário de Saúde. 

Dos novos casos, dois estão hospitalizados na rede particular e um na rede pública. Os outros seis estão em isolamento domiciliar. O número de pacientes recuperados permanece em 33.

O boletim desta quarta-feira aponta também aumento nas internações, que agora são 21, sendo oito em UTI. Rio Claro tem dez óbitos confirmados e um óbito em investigação.

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Jornal Cidade RC
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