Ex da mãe do Neymar nega agressão a ela e boletim de ocorrência contra o jogador

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O modelo Tiago Ramos, 36, ex-namorado da mãe de Neymar Jr., 28, Nadine Gonçalves, 52, divulgou um vídeo em suas redes sociais nesta quinta-feira (18) negando que tenha agredido ela. Ele também afirmou que não registrou boletim de ocorrência contra o jogador por declarações homofóbicas.

“Eu tentei de todas as maneiras me preservar sobre esse assunto, preservar minha família, preservar a família de Nadine, mas infelizmente não foi possível. Então quero deixar uma coisa bem clara: em nenhum momento fui à delegacia prestar qualquer tipo de boletim de ocorrência contra Neymar”, disse ele.

“Pelo fato de eu também ser filho, eu entendo o comentário dele, em um momento de tensão, nervosismo, sem saber ao certo o que estava acontecendo com sua mãe”, completou o modelo, que disse ter ido à delegacia com a mãe do jogador, mas para esclarecer o ocorrido, garantindo não ter havido agressão.

O episódio ao qual Tiago se refere foi um incidente na casa da mãe do jogador, que levou o modelo a ser hospitalizado, com um ferimento no braço. Na ocasião, boatos apontavam uma possível agressão entre o então casal, o que foi negado por ele no vídeo postado na madrugada desta quinta.

Após o ocorrido, um áudio vazado mostrou o jogador relatando o ocorrido a dois amigos, onde eles usaram o termo “viadinho” para falar sobre o modelo. Um dos amigos ainda fala: “Vamos matar, enfiar um cabo de vassoura no c* dele”. O ativista LGBTQ+ Agripino Magalhães chegou a denunciar Neymar ao Ministério Público.

Tiago, no entanto, afirmou que ele não fez qualquer tipo de denúncia contra o jogador. “Já está muito chato. A gente [ele e Nadine] não tem mais nada, somos amigos. Mantemos nossa amizade, mas por caminhos diferentes”, afirmou o modelo no vídeo, negando também que participará da próxima edição de A Fazenda (Record).

Onda de infecções por Covid-19 tem nova aceleração no interior

FERNANDO CANZIAN – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) 

A onda de interiorização de novas infecções pelo coronavírus acelerou nesta semana em várias regiões do país, coincidindo com a maior reabertura da economia.

No estado de São Paulo, cidades como Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba e Barretos já não têm leitos de UTI ou estão perto do limite, segundo a Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira).

Na região Sul, sobretudo no Rio Grande do Sul e no Paraná, também houve aceleração de novos casos, situação agravada pelo aumento de outras síndromes gripais severas típicas da temporada de frio.

No Centro-Oeste, além do registro de mais infecções no interior, as cidades satélites de Brasília, no Distrito Federal, registraram uma explosão de casos nas duas últimas semanas.

Em Minas Gerais, Uberlândia, com 590 mil habitantes, já tem mais registros do que a capital Belo Horizonte, com 1,4 milhão de pessoas. Em outras cidades menores, a aceleração também ocorreu.

Algumas exceções nessa tendência têm sido registradas na região Norte e em alguns estados do Nordeste, embora haja muita ansiedade entre agentes de saúde com os resultados da reabertura econômica em curso.

Em Pernambuco, por exemplo, o total de novos casos no interior já supera os da capital, onde as pessoas voltaram a circular mais livremente e se expor ao vírus.

Segundo médicos ouvidos pela reportagem, em questão de dias o aumento atual de infecções começará a refletir-se em mais mortes, já que há um hiato entre os novos casos e os óbitos.

“Para os que estão dentro dos hospitais, é impressionante ver a falta de preocupação com que as pessoas estão circulando pelas ruas”, diz Suzana Margareth Lobo, presidente da Amib e chefe do centro de tratamento intensivo do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP).

Segundo ela, além de estarem com as UTIs praticamente lotadas, várias cidades do interior paulista sofrem com a exaustão de profissionais intensivistas.

Em muitos casos, eles vêm sendo substituídos por pessoas sem treinamento para “pronar” pacientes –operação em que, mesmo intubados, eles precisam ser virados para facilitar a ventilação pulmonar.

No Paraná, depois de a taxa de ocupação de UTIs manter-se por meses entre 40% e 45%, a reabertura das atividades nas duas últimas semanas elevou a taxa de ocupação no SUS (Sistema Único de Saúde) para 85%.

No interior, muitos pacientes vêm sendo transferidos entre cidades em busca de leitos vagos.

Segundo Mirella Oliveira, conselheira da Amib no estado e diretora clínica da UTI do Centro Hospitalar do Trabalhador em Curitiba, a capital também registrou um salto de novas infecções.

Em seu hospital, onde havia ociosidade há alguns dias, já não há vagas nos 60 leitos de UTI exclusivos para pacientes Covid -que devem ganham reforço de outras 28 unidades nos próximos dias.

“Temos visto muitas festas clandestinas e pessoas em shoppings”, diz Oliveira. “O resultado é que tivemos dias dramáticos, chegando a contabilizar 15 internações em uma única noite.”

No Distrito Federal, as cidades satélites do entorno de Brasília também registraram uma explosão de casos após o fim das medidas de isolamento social.

Segundo o médico Fernando Aires, os casos suspeitos de Covid-19 aumentaram 170% nas duas últimas semanas em sua unidade básica de saúde em Ceilândia, cidade com 400 mil habitantes.

“Com a reabertura do comércio, ainda estamos longe do fim disso. Mas nossa atenção primária aqui está entrando em colapso”, diz Aires.
Em Samambaia, outra cidade satélite, as equipes da atenção básica que começavam a marcar outros tipos de consultas já consideram voltar atrás diante do aumento das infecções pela Covid-19.

Segundo o médico Rodrigo Lima, que atua com outras 60 pessoas em uma unidade de saúde em Samambaia, embora os registros oficiais tenham aumentado, a subnotificação de novos casos permanece elevada desde o início da epidemia.

Flávio diz que prisão de Queiroz é mais uma peça no tabuleiro para atacar Bolsonaro

ISABELLA MACEDO – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou que a prisão do ex-assessor Fabrício Queiroz nesta quinta-feira (18) é “mais uma peça no tabuleiro” para atacar seu pai, o presidente Jair Bolsonaro.

“Encaro com tranquilidade os acontecimentos de hoje. A verdade prevalecerá! Mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro”, escreveu em rede social.

“Em 16 anos como deputado no Rio nunca houve uma vírgula contra mim. Bastou o Presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto!”, afirmou.

Jair Bolsonaro ainda não se pronunciou.

Senadores da oposição já comentaram a prisão de Queiroz. O líder da minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cobrou o andamento da denúncia que pede cassação do mandato de Flávio no Conselho de Ética da Casa.

“Está na hora da nossa denúncia contra Flávio andar. Tem que ser cassado URGENTE! O senador e filho do presidente deve respostas à justiça”, escreveu o senador em sua rede social.

O líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), também repercutiu a prisão, destacando que Queiroz foi encontrado na casa do advogado do senador e do presidente da República.

“Finalmente Queiroz foi preso. Quase 2 anos após o início da investigação da rachadinha, corrupção. Detido na de um advogado de Flávio Bolsonaro. E agora presidente Bolsonaro? Vai se queixar também de perseguição neste caso?”, questionou o petista.​

Queiroz foi preso em uma casa que pertence ao advogado Frederick Wassef, que atua na defesa de Flávio e de seu pai.​

Queiroz teve mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Rio de Janeiro. A operação “Anjo” é um desdobramento da investigação de um suposto esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro à época em que ele foi deputado estadual.

​Além de Queiroz, a esposa do ex-assessor, Márcia Aguiar, também teve a prisão decretada. Ela foi assessora no gabinete do então deputado estadual e não foi encontrada em seu endereço. Márcia é considerada foragida. ​

Criminosos realizam furtos em motel de Rio Claro

Um caso de furto em motel foi registrado na cidade de Rio Claro. Vítimas tiveram perfumes, cartões de crédito e quantia em dinheiro subtraídos no local. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar. Confira detalhes do crime no áudio do repórter Gilson Santullo.

TCE questiona contratos de Doria com empresa que vai testar vacina de Covid-19 em SP

ISABELLA MENON – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) pediu explicações ao governo de João Doria (PSDB) sobre parcerias firmadas com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

Na notificação, proferida na segunda-feira (15), o órgão pede que o governo responda em até dez dias úteis a questionamentos a respeito dos contratos firmados desde 2019 até o presente momento com a empresa.

Entre as perguntas, é indagado quais foram os critérios levados em conta para a contratação da empresa e o porquê de o contrato ter sido firmado diretamente com o Instituto Butantan, e não com a secretaria da Saúde.

O tribunal informa que se trata de uma averiguação preventiva, ou seja, não houve denúncia ou representação. Neste caso, o relator está se antecipando para checar se houve alguma impropriedade na contratação.

Procurada, a secretaria de Saúde informou por meio de nota que “preza pela lisura, transparência e clareza em suas ações e está à disposição do Tribunal de Contas do Estado (TCE)”.

A pasta também explica que o acordo com a Sinovac “não prevê repasse de recurso financeiro à empresa”. “A parceria efetiva para produção e testes em estágio avançado de uma vacina contra o coronavírus foi firmada somente em junho de 2020, entre o Governo de São Paulo, por meio do Instituto Butantan, e a farmacêutica chinesa Sinovac.”

Sobre acordos realizados em agosto de 2019, a secretaria afirma que dizem respeito “à inauguração de um escritório comercial em Xangai com o objetivo justamente de fortalecer e ampliar as relações econômicas com o país asiático, por ser um grande parceiro do Brasil na área comercial. Todos os esclarecimentos serão prestados ao órgão dentro dos prazos estabelecidos”.

O governo anunciou na semana passada uma parceria do Instituto Butantan com a Sinovac para testar em 9.000 pessoas e produzir uma vacina contra o coronavírus. A estimativa é que ela esteja disponível até junho de 2021, se for aprovada nos testes.

Atualmente, a vacina do laboratório se encontra na fase três. Em nota divulgada em seu site, Sinovac afirma que a vacina foi eficiente na proteção de macacos rhesus.

A vacina é formada pelo vírus Sars-CoV-2 isolado, multiplicado e inativado no laboratório chinês. Recentemente, a empresa recebeu autorização na China para testes em humanos, a fim de verificar segurança, tolerância, dosagem e agenda de imunização.

Em nota publicada no site, no último dia 13 de junho, o laboratório chinês afirma que resultados preliminares registraram 90% de eficácia de neutralização de anticorpos.

Trata-se da segunda vacina que será testada e pode ser produzida no estado, se aprovada. A outra será testada dentro de uma parceria da Universidade de Oxford (Reino Unido) com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), em São Paulo, e com a Rede D’Or, no Rio.

Homicídio de jovem em Ipeúna completa um ano e mãe cobra por justiça

Há um ano uma família de Ipeúna convive com a dor de perda pela violência e à espera por justiça. No dia 14 de junho de 2019, Paulo Guilherme Antonio foi assassinado a tiros durante uma festa junina na Escola Estadual Professor Marcelo de Mesquita.

“É muito difícil saber que um crime como este aconteceu e que o autor segue levando uma vida normal, solto aqui pela cidade, sem pagar pela morte do meu filho. O assassino destruiu uma família inteira e ainda deixou uma criança crescer sem saber o que é a figura de um pai”, afirma Luciana Amaral, mãe da vítima.

Ela resolveu quebrar o silêncio em razão da demora no processo: “Contratamos um advogado para cuidar do caso e sempre que o cobramos sobre o andamento a informação que temos é que a culpa é da delegacia, que está empurrando”, relata Luciana.

Paulo participava da festa junina que acontecia na escola. De acordo com o relato da família, que também estava no local, em determinado momento ele se envolveu em uma discussão. “Esse jovem já chegou caçando confusão com o meu filho. Nesta primeira vez todo mundo apartou. A festa seguiu e um pouco mais tarde esse mesmo jovem voltou a provocar meu filho que revidou e bateu nele. Após apanhar ele foi embora e pouco tempo depois voltou junto com o padrasto dele. O padrasto pediu pra ele provocar meu filho de novo e infelizmente o Paulo caiu na cilada. Os dois voltaram a brigar e foi aí que o padrasto sacou uma arma e deu dois tiros no meu filho. Na sequência ambos fugiram em um veículo que foi conduzido por uma terceira pessoa que já aguardava do lado de fora da escola. Está na cara que foi um crime premeditado. Ele já foi lá para matar”, diz Luciana.

Três dias depois do crime, o autor do homicídio se entregou na Polícia Civil e confessou que cometeu o crime para proteger o filho. A arma do crime não foi apresentada. Ele foi indiciado e desde então responde em liberdade.

Fabrício Queiroz é preso em SP em apuração de esquema de ‘rachadinha’ em gabinete de Flávio Bolsonaro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo do presidente Jair Bolsonaro, foi preso na manhã desta quinta-feira (18) em Atibaia, no interior de São Paulo, em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.

Segundo informações divulgadas até agora, ele estava em um imóvel do advogado de Flávio. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro.

Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

“Rachadinha” é quando funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários. O filho de Bolsonaro foi deputado estadual de fevereiro de 2003 a janeiro de 2019.

Além da prisão, policiais civis e promotores fazem busca e apreensão no imóvel em que Queiroz foi encontrado. O ex-assessor de Flávio deve ser transferido para o Rio de Janeiro ainda nesta quinta-feira.

Flávio é investigado desde janeiro de 2018 sob a suspeita de recolher parte do salário de seus subordinados na Assembleia do Rio de 2007 a 2018. Os crimes em apuração são peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa.

A apuração relacionada ao senador começou após relatório do antigo Coaf, hoje ligado ao Banco Central, indicar movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro.

Além do volume movimentado, de R$ 1,2 milhão em um ano, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia.

Queiroz afirmou que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem conhecimento do então deputado estadual. A sua defesa, contudo, nunca apontou os beneficiários finais dos valores.

Em abril do ano passado, a Justiça autorizou as quebras de sigilo bancário de Flávio, sua mulher, Queiroz e outras 101 pessoas físicas e jurídicas. Os alvos eram ex-funcionários e pessoas que compraram ou venderam imóveis para o senador nos últimos anos.

Em dezembro, o magistrado autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em 24 locais, incluindo a franquia da Kopenhagen em que o senador é um dos sócios.

A Promotoria suspeita que a empresa era usada para lavar dinheiro obtido na “rachadinha”. Outro meio de lavagem, avaliam promotores, é a compra de venda de imóveis. De acordo com o MP-RJ, Flávio lavou R$ 2,3 milhões cuja origem é a “rachadinha” operada por Queiroz.

O senador nega desde o fim de 2018 que tenha praticado “rachadinha” em seu gabinete. Afirma que não é responsável pela movimentação financeira de seu ex-assessor.

NO CASO QUEIROZ

Quem eram os assessores informais que Queiroz afirma ter remunerado com o salário de outros funcionários do gabinete de Flávio?

Por que o único assessor que prestou depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro não confirmou a versão de Queiroz?

Como Flávio desconhecia as atividades de um dos seus principais assessores por dez anos?

Por qual motivo Jair Bolsonaro emprestou dinheiro a alguém que costumava movimentar centenas de milhares de reais?

De que forma foi feito esse empréstimo pelo presidente e onde está o comprovante da transação?

Onde estão os comprovantes da venda e compra de carros alegadas por Queiroz?

Por que há divergência entre as datas do sinal descrita na escritura de permuta de imóveis com o atleta Fábio Guerra e as de depósito em espécie fracionado na conta de Flávio?

INCONSISTÊNCIAS NO PEDIDO DO MP-RJ

Pessoas não nomeadas por Flávio Bolsonaro – Há três casos de pessoas sem vínculo político com Flávio que foram alvo de quebra de sigilo. Elas estavam nomeadas no gabinete da liderança do PSL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro quando o senador assumiu o cargo e, em seguida, as demitiu.

Remuneração de Queiroz – Ao comparar gastos com vencimentos de Fabrício Queiroz, o Ministério Público considera apenas salário da Assembleia e ignora remuneração que ele recebe da Polícia Militar.

Saques – Há erro na indicação do volume de saques feitos por Queiroz em dois dos três períodos apontados.

Laranja potencial – Promotoria atribui ao gabinete de Flávio servidora da TV Alerj que acumulava cargo com outro emprego externo.

Patrimônio – Ao falar sobre um negócio que envolve 12 salas comerciais, os promotores do Ministério Público do Rio escreveram que Flávio adquiriu os imóveis por mais de R$ 2,6 milhões, quando, na verdade, ele deteve apenas os direitos sobre os imóveis, que ainda não estavam quitados e continuaram sendo pagos em prestações por outra empresa que assumiu a dívida.

Fundo Social de Araras distribui mais de 15 toneladas de alimentos

Ramon Rossi

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o Fuss (Fundo Social de Solidariedade) de Araras distribuiu aproximadamente 16 toneladas de alimentos a ararenses em situação de vulnerabilidade social. Os produtos foram organizados em cestas básicas e kits entregues a famílias que passaram por avaliação socioeconômica realizada por técnicos da Secretaria de Assistência Social, entidades assistenciais e ONGs, além de condutores de vans escolares e taxistas que enfrentam dificuldades econômicas por conta da pandemia.

Os alimentos foram doados ao Fuss por supermercados, empresários, comerciantes e pessoas anônimas, durante a Campanha Araras Solidária. Ao todo, 17 toneladas foram recebidas até o momento – desse total, aproximadamente 16 já entregues e uma outra sendo montada em cestas que serão distribuídas a pessoas em situação de vulnerabilidade.

“É muito gratificante ver a solidariedade da população de Araras, que participa das campanhas e ajuda o próximo”, comentou a primeira-dama e presidente do Fuss, Daniela Franco.

O Fundo Social também coordena diversas ações que visam auxiliar quem mais precisa, como arrecadação de roupas, alimentos, itens de higiene pessoal, fraldas geriátricas e brinquedos, além de ser parceiro em eventos solidários realizados em Araras.

Também é responsável pela coordenação dos grupos da Terceira Idade de Araras, promovendo atividades culturais, esportivas e de lazer aos participantes no Centro de Convivência da Terceira Idade Hilda Masson Bordin Maretto.

Mais informações sobre as atividades do Fuss podem ser obtidas pelo telefone 3543-1702

Jornal Cidade RC
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