Juninho cumpre decisão judicial e exonera 255 comissionados na Prefeitura; confira lista

O prefeito João Teixeira Junior (DEM) cumpriu no início da tarde desta terça-feira (12) a decisão judicial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) e exonerou 255 servidores que integravam o grupo de cargos comissionados na Prefeitura de Rio Claro.

A extensa lista já está disponível na edição do Diário Oficial do Município. Na noite de segunda-feira (11), conforme o JC noticiou, os vereadores da Câmara Municipal derrubaram o projeto de lei que integra a Reforma Administrativa que tinha como intenção reestruturar os cargos em provimento de comissão na Prefeitura e no Daae.

Internamente no Poder Executivo alerta-se para um impacto imediato nos serviços essenciais do município, uma vez que os cargos são de liderança e chefia de departamentos, envolvendo dezenas de assessores, gerentes e diretores em várias secretarias municipais. Os cargos do Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae) deverão ser exonerados em breve.

Tais cargos criados no Governo Altimari foram considerados ilegais pelo TJ-SP. Diante disso, o Governo Juninho enviou a Reforma Administrativa para reformular os postos de trabalho. Por fim, somente a proposta direcionada aos cargos da Fundação Municipal de Saúde foi aprovada pela Câmara.

1 – ANDREA VOLTOLINI TORQUATO ZUCULOTTI, Oficial de Gabinete – Gabinete
2 – JOSÉ RICARDO NAITZKE, Ouvidor – Gabinete
3 – JANETE GERCIANO, Diretora do Departamento de Atendimento – Gabinete
4 – ELIZETE PIZA TEIXEIRA LEITE, Diretora do Departamento de Expediente – Gabinete
5 – VIVALDO STEPHAN JUNIOR, Diretordo Departamento de Comunicação – Gabinete
6 – DAVID MAXWELL FERREIRA, Diretordo Departamento de Subprefeituras – Gabinete
7 – ALEXANDRE RIBEIRO MARQUES, Diretordo Departamento Administrativo e Executivo – Gabinete
8 – MAYCON JOAHNSON, Diretordo Departamento de Administração – Governo
9 – RENATA CRISTINA MURBACH, Diretora do Departamento de Emprego e Renda (PAT) – Governo
10 – REBECA CECCATO ALVES RODRIGUES, Diretora do Departamento de Inovação Tecnológica – Governo
11 – SÉRGIO MONTENEGRO CARNEVALE, Diretordo Departamento de Desenvolvimento Econômico – Governo
12 – ANDERSON ROGÉRIO GOLUCCI, Diretordo Departamento de Planejamento e Desenvolvimento – Governo
13 – CARLOS EDUARDO TOLENTINO BACCO, Diretordo Departamento de Sistematização e Análise da Inf. Municipal – Governo
14 – FLAVIO LUCIANO BÍSCARO, Diretordo Departamento de Desenvolvimento Urbano e Gestão Territorial – Governo
15 – JOSÉ LUIZ MARQUES, Diretordo Departamento de Bense Patrimônio – Administração
16 – ÉRIKA BINOTTO GODOY, Diretora do Departamento de Gestão de Pessoas – Administração
17 – SÉRGIO JOSÉ CHRISTOFOLETTI, Diretordo Departamento de Administração – Administração
18 – NEIDE HELOISA OUTEIRO PINTO, Diretora do Departamento Municipal de Saúde Ocupacional – DMSO – Administração
19 – JULIANA CRISTINA SIMÕES, Diretora do Departamento de Controle Orçamentário – SMEF
20 – ANDREIA CRISTINA PAZATO, Diretora do Departamento Financeiro – SMEF
21 – VALÉRIA MANGIAPANE DE CAMPOS SILVA, Diretora do Departamento de Fiscalização – SMEF
22 – JADER AUGUSTO MARQUES CERVEZAN, Diretordo Departamento de Atendimento ao Público – SMEF
23 – JIM KENJI MATSUSHITA, Diretordo Departamento de Logística da Central Geral de Compras – SMEF
24 – MARIA MARGARETE SOARES PISANI, Diretora do Departamento de Contratosda Central Geral de Compras – SMEF
25 – VALDEMAR NAIDHIG NETO, Diretordo Departamento Administrativo da Central Geral de Compras – SMEF
26 – ROMILDO DONIZETE MARINI, Diretordo Departamento de Tecnologia da Informação – SMEF
27 – SANDRA MARIA DOS SANTOS MENDONÇA, Diretora do Departamento de Controle de Pareceres Jurídicos – SMNJ
28 -LENIR MARIA DA SILVA LIMA, Diretora do Departamento de Controle Jurídico de Contas – SMNJ
29 – MARCOS DE CAMPOS SILVA, Diretordo Departamento de Cálculose Precatórios – SMNJ
30 – DANIELA PRADO FUENTES FIORAVANTE, Diretora do Departamento Administrativo – SMNJ
31 – BENEDITO FERNANDES COSTA, Diretordo Departamento PROCON – SMNJ
32 – PAULO CESAR APARECIDO APOLARI, Diretordo Departamento de Planejamento, Convênios, TIe Comunicação TIC – Educação
33 – MARIO DAVI DO AMARAL VEIGA, Diretordo Departamento de Alimentação Escolar – Educação

34 – MONIQUE DE NEIVA, Diretora do Departamento de Acompanhamento de Obrase Setor Predial – Educação
35 – OSMAR ARRUDA GARCIA, Diretordo Departamento Pedagógico – Educação
36 – MONICA CRISTINA CRHISTOFOLETTI, Diretora do Departamento Administrativo – Educação
37 – JAILSON MALTA MIRANDA DA SILVA, Diretordo Departamento Financeiro e Patrimonial – Educação
38 – ALEXANDRE LUIS FALARARO, Diretordo Departamento de Projetos – SMO
39 – DANILO JOSÉ CAGNONI DA SILVA, Diretordo Departamento de Administração – SMO
40 -LIOMAR LUIZ CANOVA, Diretordo Departamento de Engenharia – SMO
41 – CARLOS EDUARDO MANFRINATTI, Diretordo Departamento de Serviços Municipais – FACUA – SMO
42 – KARINE ROSSI FAISTING, Diretora do Departamento de Obras Particulares – SMO
43 -LUIZ CARLOS LAUREANO JARDIM, Diretordo Departamento de Acompanhamento de Obras Habitacionais – Habitação
44 – VINICIUS PINHEIRO HOFLING, Diretordo Departamento de Habitação e Regularização Imobiliária – Habitação
45 – EDUARDO BARBOSA, Diretordo Departamento de Atividades Artísticase Culturais – Cultura
46 – JOSÉ ROBERTO SANT’ANA, Diretordo Departamento de Patrimônio Histórico e Cultural – Cultura
47 – CARLOS ALBERTO TREVISAN, Diretordo Departamento de Políticas Especiais – Cultura
48 – WILLIAM DE OLIVEIRA, Diretordo Departamento de Resíduos Sólidos – SMMA
49 – JONATHAN PERDIZA DE CAMPOS LEITE, Diretordo Departamento de Meio Ambiente – SMMA
50 – GISELE FERNANDA PFEIFER, Diretora do Departamento de Proteção de Animais – SMMA
51 -LUCIANA REGINA DOS SANTOS FERREIRA, Diretora do Departamento Administrativo e Financeiro – SMDS
52 – RITA DE CASSIA DALLA COSTA DE GODOY LIMA, Diretora do Departamento de Gestão Integrada do SUAS – SMDS
53 – DANIEL BASTOS BUCHIDID, Diretordo Departamento de Gestão de Programas Complementares – SMDS
54 – TALCIDIO DO CARMO LUCIANO, Diretordo Departamento de Turismo e Eventos – SMET
55 – ROBERTO MAXIMO FERREIRA, Diretordo Departamento Administrativo – SMET
56 – VINICIUS DIONE DOS SANTOS SOSSAI, Diretordo Departamento de Esportes – SMET
57 – TULIO ZUCULO, Diretordo Departamento de Vigilância Patrimonial – SMSDCMUSV
58 -LUIZ FERNANDO BUENO DE GODOY, Diretordo Departamento de Comando (Comandante da CGM) – SMSDCMUSV
59 – DECIO SOARES DE CAMARGO JUNIOR, Diretordo Departamento de Logística – SMSDCMUSV
60 – WAGNER MARTINS DE ARAUJO, Diretordo Departamento de Defesa Civil – SMSDCMUSV
61 -LUIZ ALBERTO IRIKURA, Diretordo Departamento de Administração – SMSDCMUSV
62 – ADILSON DA SILVA MARQUES, Diretordo Departamento de Mobilidade Urbana – SMSDCMUSV
63 – MARTA MARIA LITOLDO, Diretora do Departamento de Agricultura e Abastecimento – Agricultura
64 – SERGIO ZULMIRO LITHOLDO, Diretordo Departamento de Silvicultura – Agricultura
65 – FELIPE HABIB TAUK, Diretordo Departamento de Inspeção Sanitária – Agricultura
66 – ANTONIO TADEU OLIVETTI FERREIRA, Diretordo Departamento de Manutenção e Conservação Urbana – Agricultura
67 – JOSÉ ROBERTO ARGENTO, Diretordo Departamento Administrativo – FSS
68 – WELLINGTON CARLOS DE OLIVEIRA, Diretordo Departamento de Compras – FSS
69 – ROSEMEIRE APARECIDA RODRIGUES, Gerente de Atendimento – Gabinete
70 – TIAGO AUGUSTO TRAINA, Gerente de Midia Institucional – Gabinete
71 – ANDRE JULIANO CARDOSO, Gerente de Notícias – Gabinete
72 – EVELIM DAIANE COVRE, Gerente Administrativa – Gabinete
73 – TAMIRAMIS DA COSTA DE LIMA ESTEVES, Gerente de Subprefeituras – Gabinete
74 – MARIA ROSA LEITE DE ALMEIDA, Gerente Administrativa – Gabinete
75 – DHESSY PALOMA DE MORAES ZERBO CECAGNO, Gerente de Apoio Administrativo – Governo
76 – MARINA CASTANHO, Gerente do Banco do Povo – Governo
77 – MARIANGELA DE LOURENÇO BERZAGHI DAGNONI, Gerente de Desenvolvimento Econômico – Governo
78 – MARIA TEREZA BERTONCIN MONTEIRO, Gerente de Captação de Recursose Convênios – Governo
79 -LETICIA LOCATELLI DE CARVALHO, Gerente de Regularização de Áreas Públicas – Governo
80 – ARI KOJI SHIMIZU, Gerente de Georreferenciamento – Governo
81 – FABRICIO FERREIRA – Gerente de Informação Municipal – Governo
82 – THAIS HELENA DA SILVA DINIZ, Gerente de Posturase Atividades – Governo
83 -LAURO BRITISQUI JUNIOR, Gerente de Cadastro Imobiliário – Governo
84 – PEDRO HENRIQUE BISSON DE MOURA, Gerente de Assuntos Regulatórios – Governo
85 – PEDRO HENRIQUE COSTA, Gerente de Gestão Territorial – Governo
86 – ELIAS BISPO DA PAIXÃO, Gerente de Próprios Municipais – Administração
87 – REINALDO ALUIZIO POMPEU, Gerente de Bense Patrimônio – Administração

88 – MICHELE PEREIRA DA SILVA, Gerente de Pessoal – Administração
89 – MARIA HELENA CARDOSO SILVA, Gerente de Gestão de Pessoas – Administração
90 – ANA ELISABETE BERGMANN DE AGUIAR, Gerente Administrativa – Administração
91 – NATANAEL SOARES DE CARVALHO, Gerente do Complexo Funerário – Administração
92 – ALYNE FERNANDA LEITE, Gerente de Medicina e Segurança no Trabalho – Administração
93 – GRAZIELA MARIA ZANOTTI, Gerente de Contabilidade – SMEF
94 – MICHELLE CRISTINA MOSCATO, Gerente de Controle Orçamentário – SMEF
95 – FERNANDA BRASIL BUENO RUBINI, Gerente de Cobrança e Dívida Ativa – SMEF
96 – ELDECI DA SILVA CHAVES, Gerente de Controle de Pagamentos – SMEF
97 – VICTOR LUIZ MARCHIORI, Gerente de Tributos – SMEF
98 – ANA PAULA GODOY DANTAS, Gerente de Fiscalização – SMEF
99 – CARLA BUENO GONÇALVES, Gerente de Protocolo – SMEF
100 – CAMILA FERNANDA FRANCO, Gerente de Obrase Serviços – SMEF
101 – MARCO ANTONIO GRAFF, Gerente de Divida Ativa – SMEF
102 – CAIQUE LUIS RISSA SAHION, Gerente de Rendas Mobiliárias/Imobiliárias – SMEF
103 – ELISABETE APARECIDAANTONELLO VIEIRA, Gerente de Atendimento – SMEF
104 – MARCELAAPARECIDA FRANÇA, Gerente de Rendas Mobiliáriase Imobiliárias – SMEF
105 – MARIA FERNANDA BACCI CARIO, Gerente de Logística – SMEF
106 – SERGIO LUIZ GARCIA JUNIOR, Gerente de Almoxarifado – SMEF
107 – ALINE GABRIELA CRESPO, Gerente de Gestão de Contratos – SMEF
108 – OSEIAS LOPES FERREIRA, Gerente de Compras – SMEF
109 – AMARILDO LUIS CRESCITELLI, Gerente de Controle de Processos – SMEF
110 – MICHELLE MOREIRA DA SILVA, Gerente de Licitações – SMEF
111 – EWERSON THALES SILVA CARNEIRO, Gerente de Suporte e Tecnologia da Informação – SMEF
112 – JOSE CESAR PEDRO, Gerente de Controle Jurídico e Financeiro das Prestaçõesde Contas – SMNJ
113 – SUZIE CRISTINA GUSMAN PASCULLI, Gerente de Planejamento e Cadastro Único – Educação
114 – VINICIUS HEBLING RIBEIRO, Gerente de Engenharia – Educação
115 – MARTA REGINA BISSON TEIXEIRA, Gerente de Orçamento e Contabilidade – Educação
116 – FELIPE DA SILVA PITOLI, Gerente de Almoxarifado e Patrimônio – Educação
117 – RAFAELAAPARECIDA GONÇALVES, Gerente de Transporte Escolar – Educação
118 – NIVALDO ANTONIO DIAS, Gerente de Agrimensura e Topografia – SMO
119 – DIEGO DA SILVA RIGO, Gerente de Projetose Orçamentos – SMO
120 – ROBINSON FELICIANO G. CAMARGO, Gerente Operacional – SMO
121 – EDEMILSON VASQUES MACEDO, Gerente de Almoxarifado – SMO
122 – JAIME APARECIDO STOCCO, Gerente de MáquinasLevese Pesadas – SMO
123 -LUANA BORTOLOTTI, Gerente de Transportese Manutenção – SMO
124 – SUELI APARECIDA PITOLI DE PAULA LOPES, Gerente de Convênios – SMO
125 – DIOGENES JOSE PFISTER, Gerente de Fiscalização de Obras Públicas – SMO
126 -LUIZ MAURO DA ROCHA, Gerente Operacional – FACUA – SMO
127 – FABIANO RODRIGO LAZARO, Gerente de Almoxarifado – SMO
128 – SEBASTIÃO PAULO RIBEIRO, Gerente de Usina de Asfalto/Tapa Buraco/ Recap – SMO
129 – ROGERIO FERNANDO CONDE, Gerente de Fiscalização de Obras Particulares – SMO
130 – TANIA MARIA CIDADE CARRILLO, Gerente de Aprovação de Projetose Construção – SMO
131 – MARLY RIGHI, Gerente Administrativa – Habitação
132 – RODNALDO DOMINGOS GODINHO PINTO, Gerente de Regularização – Habitação
133 – ARIONDINA MONICA FORTINI, Gerente de Cadastro – Habitação
134 – JOSIANE APARECIDA DA SILVA, Gerente Administrativa – Cultura
135 – ELIZAMA RAMOS DOS SANTOS COSTA, Gerente de Bibliotecas – Cultura
136 – VILSON PIRES DE ANDRADE JUNIOR, Gerente de Politicas Especiais – Cultura
137 – ROGERIO DOS SANTOS FELISBINO, Gerente de Controle de Resíduos – SMMA
138 – ELILSON DE SENA COROCHER, Gerente Operacional do Aterro – SMMA
139 -LEANDRO RODRIGO CASSIANO, Gerente Operacional do Ecoponto – SMMA
140 -LEONARDO RAFAEL DE ANDRADE, Gerente de Planejamento – SMMA
141 – CLARISSA FERREIRA DA COSTA TELLES, Gerente de Recursos Minerais – SMMA

142 – ALESSANDRO SONEGO DE ALMEIDA, Gerente de Identificação e Cadastramento Animal – SMMA
143 – MADYARA FAVERO DE LIMA, Gerente de Fiscalização e Resgate Animal – SMMA
144 – WALLACE DIEGO PEREIRAALGISI, Gerente de Unidadesde Conservação – SMMA
145 – DANILO CLEY TREVISAN, Gerente de Controle – SMDS
146 – TANIA REGINA GOIA SCHEICHER, Gerente Administrativa – SMDS
147 – VANESSAABSALONSEN, Gerente Financeira – SMDS
148 – IRINEU SENTINELLA NETO, Gerente de Gestão de Proteção Básica – SMDS
149 – IONE HELENA BERNARDO, Gerente de Gestão de Proteção Especial – SMDS
150 – VERIDIANA DIONIZIO LEPTOKARYDIS, Gerente de Gestão de Programas Complementares – SMDS
151 – OSVALDO PEREIRA DOS SANTOS, Gerente de Alojamentos – SMET
152 – MARCELO ALEXANDRE DEZAN CUPIM, Gerente de Finançase Recursos Humanos – SMET
153 – IURI DAVID ANTONIO, Gerente de Manutenção e Conservação – SMET
154 – JACKSON DA SILVA, Gerente de Matricula Estat.e Exame Médico – SMET
155 – NIURO LUIS RIBEIRO, Gerente de Defesa Civil – SMSDCMUSV
156 – JOAQUIM AFFONSO FRANCO DE NEGREIROS, Gerente de Operações – SMSDCMUSV
157 – FLAVIO ANTONIO MALLACO, Gerente de Administração e Gestão de Contratos – SMSDCMUSV
158 -LUIS CARLOS LUZ, Gerente de Planejamento Viário – SMSDCMUSV
159 – FRANCISCA ISABEL MONTEIRO DA SILVA, Gerente de Fiscalização de Trânsito e Transporte – SMSDCMUSV
160 – ALEXANDRE MARCELINO DOS SANTOS, Gerente de Equipamentosde Mobilidade Urbana – SMSDCMUSV
161 – SILVIO RODRIGUES PIMENTEL, Gerente de Operações – Agricultura
162 – EDILSON SOARES DE BRITO, Gerente de Planejamento e Abastecimento – Agricultura
163 – MARCIAAPARECIDA GONÇALVES DA ROCHA FELIPPE, Gerente de Limpeza e Varrição – Agricultura
164 – VALDINEI CARDOSO, Gerente de Conservação de Áreas Verdes – Agricultura
165 – CLAUDINETE ANTONIO PASQUALINI, Gerente de Manutenção de Áreas Verdes – Agricultura
166 – RITA HELENA MAC KNIGHT MANÇO, Gerente Administrativa – FSS
167 – MARISA MATTOS BERBEL, Gerente Executiva – FSS
168 – ROBERTA CRISTINAAMARAL DE GODOY, Gerente de Compras – FSS
169 – BRIGIDA PINHATTI AMATTE, Assessora CV – Ouvidoria
170 – HEMANUELAAPARECIDA SOARES PINTO, Assessora CV – Ouvidoria
171 – JOYCE CRISTIANE CORREIA FRESCHI, Assessora CV – Ouvidoria
172 – VALDIRA VELOZO GUIMARÃES AUGUSTO, Assessora CV – Gabinete
173 – MATHEUS STECCA F. PEZZOTTI, Assessor CV – Gabinete
174 – RHAYMORE ROBERTA MELLO PEREIRA DOS SANTOS, Assessora CV – Gabinete
175 – FABIANE PIZA PERES, Assessora CV – Gabinete
176 – ROGERIO HENRIQUE LEITE, Assessor CV – Gabinete
177 – IVAN DONIZETTI MARAFON, Assessor CV – Governo
178 – CAMILA FERNANDA KAPP – Assessora CV – SMEF
179 – RAPHAEL METZKER PEREIRA RIBEIRO, Assessor CV – Educação
180 – CLAUDINEI NELSON FERREIRA, Assessor CV – SMO
181 – ERICA FORMIGONI BENTO, Assessora CV – Cultura
182 – VITOR NARCISO MISSON, Assessor CV – Cultura
183 – JULIANA OLIVA DE SOUZA, Assessora CV – SMDS
184 – SIMONIA BARBOSA TELLES, Assessora CV – SMDS
185 – FLAVIA DOMINGOS DA SILVA, Assessora CV – SMDS
186 -LAFAIETE NAIDIG, Assessor CV – SMET
187 – ALAERCIO MANOCHIO JUNIOR, Assessor CV – SMET
188 – JOSÉ LUIZ RODRIGUES DE OLIVEIRA, Assessor CV – SMET
189 -LUCIA HELENA BRESCANSIN, Assessora CV – SMET
190 – VANDERLEI PEREIRA DA SILVA, Assessor CV – SMET
191 – ED FRANK LAHR SIMONATO, Assessor CV – SMET
192 – ERICA DOS SANTOS, Assessor CV – SMET
193 – WILLIAN SANCHES DA SILVA, Assessor CV – SMET
194 – NATHALIA CAIS COSTA, Assessor CV – SMET
195 -LEONARDO DE LIMA SILVA, Assessor CV – SMET

196 – VALERIA GOMES TAVARES, Assessor CV – SMET
197 – ANA FLAVIA PURCINI ALTARUGIO, Assessora CV – SMSDCMUSV
198 – ANGIELLI PALOMA SANCHES DA SILVA, Assessora CV – Agricultura
199 – ANTONIO STECCA NETO, Assessor CV – Agricultura
200 – OTAVIO FORTI PEREIRA DA SILVA, Assessor CV – Agricultura
201 – ODAIR MAIA JUNIOR, Assessor CV – Agricultura
202 – ALEXANDRE AUGUSTO RIBEIRO DA SILVA, Assessor CV – Agricultura
203 – PAULA SANDRONI DAL PRA, Assessora CVI – Gabinete
204 – JESSICAALINE PINTO DE GODOY, Assessora CVI – Gabinete
205 -LUCINEIA DOS SANTOS MARTINS, Assessora CVI – Gabinete
206 – PAULA FERNANDES VICENTE, Assessora CVI – Gabinete
207 – MARCO ANTONIO DO NASCIMENTO, Assessor CVI – Governo
208 -LARISSA GARCIA CORREA, Assessora CVI – Governo
209 – SIRLEIA RAQUEL DOS SANTOS LIMA, Assessora CVI – Governo
210 – KATIA ROBERTA NUNES DE OLIVEIRA, Assessora CVI – Governo
211 – KATIUSCIA H. DO NASCIMENTO CARMINATTI, Assessora CVI – Administração
212 – JOSÉ CARLOS CALEGARI, Assessor CVI – SMEF
213 – JESSICAAPARECIDA FUZARO PALOMBO, Assessora CVI – SMEF
214 – CHARLEANE PAMELA RAIMUNDO, Assessora CVI – SMEF
215 – TATHIANE SURIAN, Assessora CVI – SMEF
216 – GUSTAVO ORTIZ ARRAES, Assessor CVI – SMEF
217 – CAROLLINE BARROS CIRIACO CAMARGO, Assessora CVI – SMEF
218 – MICAEL RODRIGUES DE CASTRO, Assessor CVI – SMEF
219 – MARIA LAURA HARTUNG, Assessora CVI – SMEF
220 – DEISE TOMAZ DO NASCIMENTO, Assessora CVI – SMNJ
221 – DANIEL AUGUSTO PARENTE, Assessor CVI – SMO
222 – SIMONE CRISTINA PAOLI DIAS, Assessora CVI – Habitação
223 – THIAGO MATHEUS SOZZIA, Assessor CVI – Habitação
224 – MARIA JOSE FERNANDES, Assessora CVI – Habitação
225 – FRANCISCO JUNIOR PEREIRA RICARTE, Assessor CVI – SMMA
226 – MARIANA OLIVEIRA SILVA, Assessora CVI – SMDS
227 – JACIMELI APARECIDA BENDASOLI ESTEVES, Assessora CVI – SMDS
228 – PAMELA BARBOSAAPARECIDA GARCIA DE OLIVEIRA, Assessora CVI – SMDS
229 – EDILAINE FELIPE PEREIRA, Assessora CVI – SMDS
230 – NATHAN ROSIN, Assessor CVI – SMDS
231 – GABRIELA CABRAL SAVAN, Assessora CVI – SMDS
232 – ARIANA FELICIO DE SOUZA ROSA DE OLIVEIRA, Assessora CVI – SMET
233 – RICHARD DA COSTA LUCHINI, Assessor CVI – SMET
234 – JORGE SZABO, Assessor CVI – SMET
235 – VALDIR RAIMUNDO, Assessor CVI – SMET
236 – VALDEMIR SILVA DE JESUS, Assessor CVI – SMET
237 – PRISCILA CRISTINA TEIXEIRA FERREIRA, Assessora CVI – SMET
238 – PEDRO LUIZ SIMONETTI, Assessor CVI – SMSDCMUSV
239 – CAMILA PEDRO DE LIMA, Assistente de Gabinete – Ouvidoria
240 – KAROLINY LEONARDO DE MELLO, Assistente de Gabinete – Gabinete
241 – GIOVANA SAQUES DOS SANTOS, Assistente de Gabinete – Gabinete
242 – VALDEMAR ADRIANO MARTINS, Assistente de Gabinete – Gabinete
243 – MARCIO JOSÉ GOMES FILHO, Assistente de Gabinete – Gabinete
244 – ELIZETE RIBEIRO DE OLIVEIRA, Assistente de Gabinete – Gabinete
245 – ANTONIO CESAR PEREIRA DOS SANTOS, Assistente de Gabinete – Gabinete
246 – RAFAEL RODRIGO DE MELLO DA SILVA, Assistente de Gabinete – Administração
247 – ANTONIO PINTO MARQUES, Assistente de Gabinete – Habitação
248 – MARCIA MARQUES FERNANDES BARBOSA, Assistente de Gabinete – Cultura
249 -LUCELIA FRATUCELLO BRASSOLOTO, Assistente de Gabinete – SMMA

250 – JENIPHER GABRIELA SOARES BREDA, Assistente de Gabinete – SMMA
251 – ADRIANA PARIZOTTO DE MIRANDA VIEIRA, Assistente de Gabinete – SMDS
252 -LILIAN ALTARUGIO, Assistente de Gabinete – SMDS
253 – NABYA GRAZIELLA FARIA DE OLIVEIRA, Assistente de Gabinete – SMDS
254 – ANA PAULA FORTE, Assistente de Gabinete – SMSDCMUSV
255 – JOSÉ DOS SANTOS, Assistente de Gabinete – Agricultura

Avaliação negativa do governo Bolsonaro sobe de 31% para 43,4%, aponta CNT/MDA

(FOLHAPRESS) –

A avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro (sem partido) subiu 12,4 pontos percentuais, de 31% para 43,4%, entre janeiro e maio deste ano, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (12). A positiva oscilou negativamente de 34,5% para 32% nesse período.
Segundo o instituto de pesquisas MDA, cujo estudo foi contratado pela Confederação Nacional dos Transportes, foram feitas 2.002 entrevistas por telefone, entre 7 e 10 de maio, em 494 municípios de 25 unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
A avaliação positiva considera os índices de “ótimo” e “bom”. Já a avaliação negativa, as somas de “ruim” e “péssimo”.
Os maiores saltos aconteceram nos dois extremos: os que avaliam como ótimo o governo (de 9,5% para 14,3%, fora da margem de erro) ou péssimo (de 21,5% para 32,3%).
O levantamento mostra os índices de popularidade do governo e também do próprio presidente Jair Bolsonaro.
Traz ainda a avaliação dos brasileiros sobre a atuação dos governos federal e estaduais no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, além de apontar a opinião dos entrevistados sobre outros temas, como a manutenção das eleições municipais em 2020 e a saída do ex-ministro Sergio Moro do governo.

Avaliação do governo do presidente Bolsonaro em maio de 2020:
Ótimo: 14,3% (eram 9,5% em janeiro de 2020)
Bom: 17,7% (eram 25% em janeiro de 2020)
Regular: 22,9% (eram 32,1% em janeiro de 2020)
Ruim: 11,1% (eram 9,5% em janeiro de 2020)
Péssimo: 32,3% (eram 21,5% em janeiro de 2020)
Não sabe/não respondeu: 1,7% (eram 2,4% em janeiro de 2020)

A avaliação do governo Bolsonaro é diferente da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro. Esta pesquisa analisa apenas o desempenho do presidente, e não do governo como um todo.
Nesta pesquisa, 55,4% dos entrevistados desaprovam o desempenho pessoal de Bolsonaro. Outros 39,2% aprovam. Em janeiro, a aprovação pessoal de Bolsonaro era de 47,8%. A desaprovação era de 47%.
COMBATE AO CORONAVÍRUS
Outro tópico abordado na pesquisa foi a atuação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus. O estudo apontou que 51,7% aprovam a atuação do governo, outros 42,3% desaprovam, 6% não souberam avaliar ou não responderam.
Quando a pergunta se refere à atuação dos estados no combate à pandemia, a aprovação é maior: 69,2%. Já 26,8% dos entrevistados reprovam, enquanto 4% não sabem ou ou não opinaram.
A pesquisa CNT/MDA também perguntou aos entrevistados sobre o isolamento social. Para 67,3%, o distanciamento deve ser mantido por todas as pessoas. Para 29,3%, deve ser feito apenas por aqueles que integram o grupo de risco. Já 2,6% opinaram que não deveria haver isolamento social. 0,8% não sabem ou não responderam.
A atuação de Bolsonaro durante a crise de Covid-19 tem sido diferente da de grande parte dos governadores. A maioria dos líderes de executivo estaduais defendem medidas de distanciamento social mais duras, enquanto o presidente é favorável ao isolamento mais brando, apenas de pessoas que estejam no grupo de risco.
Segundo pesquisa Datafolha, divulgada em março deste ano, a crescente disputa com governadores de estado acerca da condução da crise do coronavírus fez com que o presidente Jair Bolsonaro fosse pior avaliado do que eles neste quesito.
A pesquisa Datafolha ouviu 1.558 pessoas de 18 a 20 de março. Feita por telefone para evitar contato com o público, ela tem margem de erro de três pontos para mais ou para menos.
Bolsonaro tinha sua gestão da pandemia aprovada por 35%, enquanto governadores eram vistos como ótimos ou bons em seu trabalho por 54%.
Mesmo o Ministério da Saúde era mais bem avaliado que o presidente: 55% aprovavam o trabalho da pasta na época a cargo de Luiz Henrique Mandetta. A demissão dele foi reprovada por 64% dos brasileiros, também segundo o Datafolha.

Copom prevê queda forte do PIB no primeiro semestre e retomada com idas e vindas

LARISSA GARCIA / BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

Para o Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, a menos que haja avanços médicos no combate à pandemia do novo coronavírus, a retomada da economia depois da crise, além de mais gradual do que a considerada, deverá ter “idas e vindas”.
Segundo o comitê, o cenário básico considerado passou a ser o de uma queda forte do PIB (Produto Interno Bruto) na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre deste ano.
A avaliação foi publicada na ata da reunião, publicada nesta terça-feira (12), que decidiu pelo corte de 0,75 ponto percentual da Selic, para 3,00%.
A reunião ocorreu na última quarta-feira (6). A decisão surpreendeu analistas, que esperavam corte mais ameno, de 0,5 ponto.
Na ocasião, o BC indicou novo corte, de no máximo 0,75 ponto percentual, na próxima reunião (junho) “para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19”.
O Copom avaliou, ainda, que o impacto da pandemia sobre a economia brasileira será deflacionário -com inflação negativa -, em razão da diminuição de demanda.
Com as pessoas em casa e aumento do desemprego devido ao fechamento do comércio, a tendência é que as pessoas tenham menos dinheiro para consumir, então a demanda por produtos diminui.
“A elevação abrupta da incerteza sobre a economia deve resultar em aumento da poupança precaucional e consequente redução significativa da demanda agregada”, destacou o comitê.
A inflação oficial brasileira já recuou 0,31% em abril, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É a segunda maior deflação mensal registrada pelo IPCA desde o início do Plano Real -a queda anterior era de 0,51%, em agosto de 1998.
Os membros do Copom discutiram se existe um limite mínimo para a taxa básica de juros. Por conta das incertezas fiscais, entenderam que a Selic deve ficar em patamar mais elevado que a taxa de juros básica de outras economias emergentes.
“A maioria dos membros ponderou que o limite seria significativamente maior em economias emergentes do que em países desenvolvidos, devido à presença de um prêmio de risco. Foi ressaltado que esse prêmio tende a ser maior no Brasil, dadas a sua relativa fragilidade fiscal e as incertezas quanto à sua trajetória fiscal prospectiva”, trouxe o documento.
A piora da trajetória fiscal se deve ao aumento dos gastos públicos e do rombo nas contas do governo em razão das medidas de enfrentamento à Covid-19, além de possíveis frustrações em relação à continuidade das reformas.
A queda na taxa de juros brasileira, que levou a Selic à mínima histórica, foi associada a uma agenda de reformas que permitiriam o reequilíbrio das contas públicas. Após as novas regras de aposentadoria, porém, não foram aprovadas novas medidas. E, com a pandemia, a discussão de reformas no Congresso deve ser completamente interrompida.
Nesse contexto, os membros do Copom analisaram que já estaríamos próximos do nível em que reduções adicionais na taxa de juros poderiam gerar instabilidade nos mercados financeiros e nos preços de ativos. O Comitê destacou a importância do gradualismo na condução da política monetária para responder à essa volatilidade.
Na reunião, dois integrantes ponderaram que, mesmo com a possibilidade de elevação da taxa de juros estrutural, poderia ser oportuno prover todo o estímulo necessário de imediato (com corte maior), com a indicação de manutenção da taxa para a próxima decisão, com o objetivo de reduzir os riscos de descumprimento da meta para a inflação de 2021.
O juro estrutural é aquele considerado neutro, que não estimula e nem reduz a atividade econômica. Os membros optaram, no entanto, por fazer os cortes de forma gradual.
O colegiado reconheceu que, neste momento, a diminuição de demanda, ainda que associada a uma maior fragilidade fiscal, iniciou um processo de revisão das expectativas de inflação para níveis abaixo da meta fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), de 4% em 2020, 3,75% para 2021 e 3,5% para 2022, com intervalo de tolerância mantido em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
O diretor João Manoel Pinho de Mello não participou da reunião, seguindo orientação da área de gestão de pessoas do BC. Na semana passada, todos os membros do Copom foram testados para Covid-19. O primeiro resultado do diretor foi positivo. O segundo, negativo, mas foi recomendado um terceiro para a contraprova.
Especialistas alertaram que uma queda brusca na Selic poderia elevar ainda mais o valor do dólar. Quando há crise, investidores buscam ativos mais seguros, com baixa volatilidade, e aplicam em títulos norte-americanos.
Assim, as outras moedas, principalmente as de países emergentes, tendem a se desvalorizar. Com a queda na taxa básica, os títulos brasileiros rendem menos ao investidor, que tem mais um motivo para retirar seus recursos do país.
No dia seguinte à reunião do Copom, o dólar fechou em alta de 2,3%, a R$ 5,8360, novo recorde nominal (sem contar a inflação).
Segundo a ata do Copom, “como em outras crises internacionais, o aumento da aversão ao risco e a consequente realocação de ativos tornam o ambiente desafiador para os países emergentes. Em contraste com outras crises mais recentes, em que o epicentro estava localizado no Hemisfério Norte, nessa ele se desloca para todos os países, juntamente com a pandemia.”
Além disso, de acordo com o comitê, projeções apontam para uma recessão global. Esses dois fatores explicam uma saída de capitais de países emergentes significativamente superior à ocorrida em episódios anteriores.
O colegiado ressaltou que, entre os emergentes, aqueles com maior vulnerabilidade fiscal tendem a ser os mais prejudicados.

“Tá todo mundo sofrendo nesse momento (…) e a gente vem falar de aumento de remuneração?” questiona o vereador Anderson

Em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News, o vereador Anderson Christofoletti (MDB) questiona a reforma administrativa para explicar porque votou contra o projeto derrubado ontem na Câmara, numa sessão marcada por atritos entre os vereadores. Christofoletti também informa que alguns vereadores estão pedindo informações a respeito da não transmissão da sessão porque a Legislativo teria ficado sem conexão à internet.

Obra do Berço recolhe doações para montar enxovais

Em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News, a presidente da Obra do Berço, Ângela Siqueira, explica como funciona a campanha de arrecadação de fraldas descartáveis, roupas usadas de bebês e itens de higiene para a montagem de “kits” que são entregues às mães carentes. Há 71 anos as voluntárias do projeto preparam os enxovais para atender os recém-nascidos na Maternidade de Santa Casa de Misericórdia.

Com 18 novos casos, Araras soma 49 pessoas com covid-19

Ramon Rossi

A Vigilância Epidemiológica confirmou mais 18 casos de covid-19 em Araras. A cidade soma 49 casos positivos para a doença com duas mortes confirmadas. Pelo menos seis óbitos já foram descartados até o momento.

De acordo com o boletim, divulgado na última segunda-feira (11), dos 49 casos confirmados, quatro estão internados na ala Covid, 18 em isolamento domiciliar, 25 pacientes estão recuperados (fora do período de transmissão do vírus) e duas mortes confirmadas.

As suspeitas notificadas envolvem pacientes de Araras, internados em hospitais da cidade e também profissionais que trabalham na área da saúde, além de pessoas que fizeram testes particulares em laboratórios credenciados de Araras.

Câmara derruba Reforma, mas salva cargos na Saúde

Setenta dias após ter aprovado em primeira discussão com a maioria da base governista, a Câmara Municipal derrubou na noite dessa segunda-feira (11) os projetos de lei que versam sobre a Reforma Administrativa de cargos comissionados na Prefeitura de Rio Claro e no Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae). Nos últimos instantes, porém, salvou a proposta na Fundação Municipal de Saúde.

A sessão – que teve início na segunda-feira passada, dia 4, e foi suspensa e retomada por cinco vezes – teve um clima completamente tenso. Isso porque o grupo do prefeito João Teixeira Junior (DEM) tentou até o último momento reverter o quadro para que pudesse ter votos favoráveis para a aprovação ou, no mínimo, empate. Caso empatasse, o presidente André Godoy (DEM) poderia desempatar dando voto favorável.

No entanto, a articulação envolvendo os vereadores Yves Carbinatti (PSD), Thiago Yamamoto (PSD), Rogério Guedes (PSL) e Carol Gomes (Cidadania) fez com que não houvesse votos suficientes em plenário. Os quatro parlamentares se abstiveram e deixaram o local. “Levantamos dúvidas sobre as legalidades. Na sexta-feira a base se isentou da sessão. Como forma de protesto e inconformismo pela maneira que vem sendo conduzida a votação, vou me retirar”, disse Yves. Gomes disse que “é um momento de pandemia onde não vejo essencial a criação de novos cargos”, enquanto Rogério declarou que “sempre me coloquei contra a Reforma” e Yamamoto afirmou que por conta de “articulações antidemocráticas, estou me retirando”.

André Godoy chegou a fazer um longo discurso reforçando a necessidade de se aprovar a Reforma Administrativa. Fez, ainda, apelo para que o projeto da Saúde fosse aprovado junto a outros vereadores, assim como fizeram Hernani Leonhardt (MDB), Adriano La Torre (PP) e Paulo Guedes (PSDB), o que acabou ocorrendo com a mudança nos votos de Rafael Andreeta (PTB), José Pereira (PSD) e Geraldo Voluntário (MDB).

Executivo

Agora, o Poder Executivo estuda como dará prosseguimento para cumprir a decisão judicial que considerou os cargos comissionados criados no Governo Altimari ilegais após ação civil pública movida pelo Ministério Público.

Mesmo sem China, gasto de Bolsonaro aumenta

Por Thiago Faria e Patrik Camporez

Os gastos sigilosos da Presidência da República com cartão corporativo, usado para bancar despesas do presidente Jair Bolsonaro, aumentaram nos primeiros quatro meses do ano, mesmo quando descontado o valor da operação que resgatou brasileiros em Wuhan, na China. Após o jornal O Estado de S. Paulo revelar que a fatura de janeiro a abril havia dobrado, o presidente justificou a alta com os custos da viagem, que utilizou aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo o presidente afirmou nesta segunda-feira, foram utilizados R$ 739.598, via cartão corporativo, com os três voos enviados ao país asiático em fevereiro deste ano. Como mostrou a reportagem no domingo, as despesas sigilosas vinculadas a Bolsonaro foram de R$ 3,76 milhões neste ano, segundo informações do Portal da Transparência. O valor representa um aumento de 98% em relação à média dos últimos cinco anos no mesmo período.

“3 aviões da @fab_oficial, vinculados à Presidência, foram à China buscar brasileiros em Wuhan. Na operação foram gastos R$ 739.598,00 com cartão corporativo. Ao contrário do noticiado, retirando despesas extraordinárias, nossos gastos seguem abaixo da média de anos anteriores”, postou o presidente no Twitter.

Diferentemente do que diz Bolsonaro, ao abater o valor citado por ele com os voos para a China, os R$ 3 milhões relacionados a outros gastos sigilos ainda assim representam uma alta de 59% em relação à média do que gastaram Dilma Rousseff e Michel Temer, seus antecessores no cargo.

Desde domingo, quando a reportagem foi publicada, o presidente tem citado os voos para a China como justificativa para o aumento dos gastos sigilosos com cartão corporativo, mas, até então, ele não havia revelado o valor.

“O que eu posso falar da China é que ontem (domingo) a imprensa, como sempre, dá licença aí, a imprensa como sempre criticando o cartão corporativo”, afirmou o presidente ontem pela manhã, em frente ao Palácio da Alvorada, ao responder uma mulher que o questionou se o país asiático escondia dados sobre o coronavírus “Parte da operação da China, três aviões da FAB, por ser avião militar, foi financiada com cartão corporativo meu. Apareceu eu usando o cartão para fazer festa. Falta de caráter e de responsabilidade dessa imprensa aí.”

Os gastos com a operação que trouxe de volta ao País 34 brasileiros até então estavam em sigilo. A hashtag “MostraAFaturaBolsonaro” ficou na lista de assuntos mais comentados do Twitter ontem.

Parlamentares de diferentes partidos – desde Kim Kataguiri (DEM-SP) a Jandira Feghali (PCdoB-RJ) – cobraram de Bolsonaro que revele como gastou o dinheiro público via cartão corporativo Vinicius Poit (Novo-SP) apresentou um requerimento de informações para a Presidência da República.

Viagens

Em resposta à reportagem na semana passada, o Palácio do Planalto deu uma versão diferente do que afirmou Bolsonaro como principal motivo do aumento.

Sem dar detalhes, a assessoria de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência – órgão responsável pela gestão dos cartões corporativos – informou que a maior parte das despesas neste ano está relacionada às viagens presidenciais em território nacional e viagens internacionais. Neste ano, o presidente esteve na Índia em janeiro, participou da posse do presidente do Uruguai, no início de março e, no mesmo mês, viajou com uma comitiva de 31 pessoas aos Estados Unidos.

O cálculo que aponta o gasto de R$ 3,76 milhões leva em conta apenas os valores vinculados à Secretaria Especial de Administração, que é responsável por despesas do presidente e de sua família, das residências oficiais e demais gastos corriqueiros – material de escritório do gabinete presidencial, por exemplo. Quando considerados outros órgãos vinculados à Presidência da República, como o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o valor salta para R$ 7,55 milhões neste início de ano – aumento de 91% em relação à média do mesmo período.

Na mesma resposta dada na semana passada, a Secretaria-Geral chegou a citar o aumento a despesas com a operação na China, mas sem detalhar qual órgão foi o responsável pelos gastos. Questionado novamente ontem, o Palácio do Planalto não se manifestou até a conclusão desta edição.

Sigilo

Em dezembro do ano passado, o Estado revelou que o governo passou a ignorar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e se recusa a explicar como tem usado o dinheiro público via cartões corporativos. A Presidência afirma que a abertura dos dados e notas fiscais poderiam colocar em risco a segurança do presidente.

Antes de ser eleito, Bolsonaro foi um crítico ferrenho dos gastos com cartões corporativos e, principalmente, do sigilo dos extratos. Em 2008, em discurso na Câmara, ainda como parlamentar (na época filiado ao PP) desafiou o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva a “abrir os gastos” com o cartão.

Em 2018, durante o governo de transição, o então coordenador do grupo e atual ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, chegou a afirmar que a gestão Bolsonaro acabaria com o meio de pagamento. A ideia, contudo, nunca foi levada adiante. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pedidos de seguro ao desemprego sobem 22,1%

O número de pedidos de seguro-desemprego aumentou 22,1% em abril na comparação com igual mês de 2019, com 748.484 solicitações feitas pelos trabalhadores, informou na segunda-feira, 11, o Ministério da Economia. Em abril do ano passado, foram 612.909 pedidos.

O aumento de cerca de 135 mil requerimentos em termos absolutos vem na esteira da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. O governo estima que ainda há até 250 mil requerimentos que ficaram represados entre março e abril por causa do fechamento de agências do Sine, que são de administração municipal e estadual e estão sem atendimento presencial para evitar risco de alastramento da covid-19.

Os trabalhadores demitidos sem justa causa têm até 120 dias para requerer o seguro-desemprego. O governo tem buscado orientar os cidadãos sobre a possibilidade de solicitar o benefício pela internet ou por aplicativo para smartphone.

Na primeira quinzena de abril, a quantidade de requerimentos pela internet chegou a 90,2%. Depois, houve uma redução com o aumento de atendimentos presenciais nos últimos dias do mês. No acumulado de janeiro a abril, foram contabilizados 2.337.081 pedidos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Psiquiatras veem agravamento de doenças mentais durante pandemia

Pesquisa ouviu cerca de 400 médicos de 23 estados e do DF

Publicado em 12/05/2020 – 05:30 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Pesquisa realizada na semana passada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) com cerca de 400 médicos de 23 estados e do Distrito Federal, correspondentes a 8% do total de psiquiatras do país, mostra que 89,2% dos especialistas entrevistados destacaram o agravamento de quadros psiquiátricos em seus pacientes devido à pandemia de covid-19. “O isolamento social mexe muito com a cabeça das pessoas”, comentou, em entrevista à Agência Brasil, o presidente da ABP, Antonio Geraldo da Silva.

De acordo com o levantamento, divulgado nessa segunda-feira (11) pela associação, 47,9% dos consultados tiveram aumento nos atendimentos após o início da pandemia. Essa expansão atingiu até 25%, em comparação ao período anterior, para 59,4% dos psiquiatras entrevistados.

Do total de entrevistados, 44,6% afirmaram ter percebido queda no número de atendimentos, por razões diversas, entre as quais interrupção do tratamento pelo paciente com medo de contaminação pelo vírus, restrições de circulação impostas pelas autoridades e redução no atendimento aos grupos de risco.

A pesquisa mostra também que 67,8% dos médicos receberam pacientes novos, que nunca haviam apresentado sintomas psiquiátricos antes, após o início da pandemia e do isolamento social. Outros 69,3% relataram ter atendido pacientes que já haviam recebido alta médica, mas que tiveram recidiva de seus sintomas.

Sensibilidade

O presidente da ABP disse que a população brasileira vê o número de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus aumentar a cada dia. “São quase 200 mil casos e mais de 11 mil mortes, e as pessoas não veem uma solução”, afirmou o especialista.

“É uma situação de medo, de ameaça constante, sem saber o que fazer”, completou. Muitos pacientes não vão ter acesso a medicamentos. Com isso, a ansiedade, o estresse e a paranoia aumentam e eles deixam de ir ao médico, perdendo as orientações necessárias.

Antonio Geraldo da Silva destacou que há 45 dias escreveu um artigo alertando o governo sobre o surgimento da “quarta onda”, que é a das doenças mentais, como resultado dos impactos que a pandemia traria nos atendimentos e na saúde mental da população.

“Não se pode descuidar das doenças de pacientes mentais e da parte da saúde mental das pessoas”, observou.

A resposta veio por intermédio da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro. O Ministério da Saúde firmou parceria com a ABP para garantir atendimento psiquiátrico aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) que estão na linha de frente do combate à covid-19. O Amazonas foi um dos primeiros estados atendidos.

Antonio Geraldo da Silva informou que cerca de 900 mil profissionais do SUS vão receber questionários “para saber sobre a saúde mental deles, com a preocupação do tipo cuidando do cuidador”. A ABP apoia também outra sondagem sobre a saúde mental do povo brasileiro, para identificar as doenças que vão aparecer mais neste período de pandemia.

Política pública

O presidente da ABP vai levar ao Ministério da Saúde os resultados da pesquisa com os psiquiatras, mostrando que há crescimento das doenças mentais no país. “A gente precisa fazer uma política pública mais direcionada para atender a essas pessoas que estão sofrendo. A gente precisa, com urgência, cuidar dessa quarta onda, que é a das doenças mentais, dos transtornos traumáticos. Não dá para esperar. Isso é gravíssimo”, afirmou.

Jornal Cidade RC
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