Dom Devair Araújo da Fonseca inicia seu ministério na Diocese de Piracicaba

No sábado, 16 de janeiro, Dom Devair Araújo da Fonseca tomou posse como 6º bispo da Diocese de Piracicaba, na Catedral Santo Antônio, em Piracicaba.

Devido à pandemia da Covid-19, aproximadamente 200 pessoas participaram da celebração, respeitando as regras de distanciamento e de higiene. No interior da Catedral, apenas autoridades civis, militares e eclesiásticas, além do clero diocesano e uma representação de leigos puderam participar da Missa e Posse do novo bispo. Também compareceram à cerimônia, parentes e amigos de Dom Devair.

A cerimônia teve início às 9h, com a chegada de Dom Devair Araújo da Fonseca, Dom Fernando Mason e o arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, que foram recebidos pelo Colégio de Consultores, formado pelos padres Anselmo Cardoso Martiniano, Eugenio Pessato, Genildo Neves dos Reis, Kleber Fernandes Danelon, Marcelo Sales, Reginaldo Aparecido Brandão e Ronaldo Francisco Aguarelli.

Dom Devair recebeu o crucifixo e o beijou. A seguir aspergiu-se com água benta e depois aos presentes. Em seguida, Dom Devair foi conduzido à capela do Santíssimo para uma oração pessoal. Depois, paramentou-se para a missa.

ATO DE POSSE – Após a procissão solene de abertura teve início a celebração eucarística, presidida por Dom Devair, e a Letra Apostólica pela qual o Papa Francisco nomeou Dom Devair para a Diocese de Piracicaba foi apresentada aos membros do Colégio dos Consultores, pelo diácono Carlos Alberto Vila. Em seguida, monsenhor Jamil Nassif Abib, chanceler do Bispado, leu o documento pontifício.

Padre Ronaldo Francisco Aguarelli fez a saudação a Dom Devair, em nome de toda a diocese.

Logo após, realizou-se o ato de manifestação de obediência e respeito ao novo bispo pelos representantes dos padres, diáconos, religiosos, religiosas e leigos. O Presidente da Câmara de Vereadores de Piracicaba, Gilmar Rotta ofereceu também cumprimentos a Dom Devair.

Concluído o ato de posse, prosseguiu a Celebração Eucarística. Na homilia, Dom Devair lembrou especialmente tantas pessoas que não puderam estar presentes, por conta das restrições impostas “trago todos vocês em meus pensamentos e orações”. Também agradeceu aos 15 anos em que Dom Fernando esteve à frente da diocese “com zelo apostólico e espírito missionário”.

A partir do evangelho das Bodas de Caná, o bispo lembrou que a Eucaristia nos alimenta na missão nesses momentos difíceis de pandemia. “Jesus não ficou isolado, porque nenhuma realidade verdadeiramente humana, nenhum sofrimento ou tristeza está longe do seu coração”, disse Dom Devair.

E nós, como discípulos de Cristo, “estamos a serviço do Reino, cada um segundo o próprio ministério e carisma”. No entanto, para Dom Devair “não pode faltar alegria no caminho para o Reino”.

Na sua primeira mensagem como novo pastor, Dom Devair destacou ainda que é preciso “continuar a trabalhar para vencer os desafios”, sendo que, entre todos eles, a pandemia é o mais urgente e atual. Para o bispo “é tempo de reafirmar a caridade cristã, ainda mais”.
Para encerrar, transmitiu uma mensagem de coragem a todo povo diocesano, “Vamos caminhar juntos, animados pela Palavra de Deus e alimentados pela Eucaristia. Vamos reanimar nossas comunidades, revitalizar nossas pastorais e movimentos. Vamos perdoar o que é preciso perdoar, vamos curar as feridas abertas, vamos dar passos de conversão e comunhão, vamos corrigir e reorientar os nossos passos”, finalizou Dom Devair.

Após a comunhão, aconteceu consagração a Nossa Senhora e, em seguida os discursos de agradecimento. Dom Fernando afirmou que “sua vinda entre nós seja uma nova etapa de crescimento, para sermos mais e melhor o que já somos, a Igreja de Cristo: a Igreja una, santa, católica e apostólica”.

Cardeal Dom Odilo desejou que a partir da experiência que Dom Devair já tem de episcopado, seja muito feliz, possa fazer bom uso no serviço da Diocese de Piracicaba “que Deus o abençoe, ilumine, fortaleça, conduza e não lhe falte a luz do Espírito Santo, não lhe falte a serenidade da graça de Deus”.

Já Dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Mogi das Cruzes e presidente do Regional Sul 1 da CNBB, expressou a alegria do episcopado paulista em ter “em sua pessoa mais um irmão bispo diocesano”.

Por fim, o prefeito de Piracicaba, Luciano Santos Tavares de Almeida deu as boas-vindas a Dom Devair e pediu o auxílio na conscientização dos fiéis nesse momento da pandemia “que procurem ficar em casa, pois estamos batendo recorde de positivados”.

Na sequência, padre Kleber Fernandes Danelon fez a leitura da ata da cerimônia de posse canônica e Dom Devair agradeceu a todas as graças que Deus lhe concedeu ao longo da vida e realizou a bênção final.

Anvisa decide neste domingo se aprova uso emergencial de vacinas

AGÊNCIA BRASIL – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza, neste domingo (16), em Brasília, reunião extraordinária de sua diretoria colegiada, formada por cinco integrantes, para analisar os pedidos de autorização temporária de uso emergencial de duas vacinas contra a covid-19.blankblank

A reunião começa às 10h, tem previsão de cinco horas de duração.

Estão na pauta da Anvisa os processos do imunizante Coronavac, fabricado e desenvolvido pelo Instituto Butantan, em conjunto com a farmacêutica chinesa Sinovac; e o da vacina da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, em parceria com o laboratório AstraZeneca.

Somados, os pedidos se referem a seis milhões de doses da Coronavac e outros dois milhões de doses da vacina da Astrazeneca/Oxford.  

Segundo comunicado da Anvisa, os pedidos serão analisados de forma separada e a decisão de aprovar o uso emergencial ou não será tomada por maioria simples, ou seja, de cinco diretores, três votos a favor ou contra definirão o resultado. 

Apresentação

Após a abertura da reunião, três áreas técnicas da Anvisa farão uma apresentação: área de medicamentos, que avalia os estudos clínicos e de eficácia e segurança; a área de certificação de boas práticas de fabricação, que verifica se os locais de fabricação da vacina têm condições adequadas; e a área de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiveram alguma reação à vacina.

De acordo com o painel da Anvisa que atualiza o andamento dos pedidos, atualizado por volta das 16h deste sábado (16), a Coronavac tinha 62,12% da documentação analisada, restando 37,86%. Já a vacina da AastraZeneca/Oxford, em parceria com a Friocruz, aparecia com 85,12% de análise concluída, restando ainda 14,88% de documentação a ser examinada.

Terminada a apresentação das áreas técnicas, a diretora-relatora dos dois processos, Meiruze Freitas, passará a ler o voto. Em seguida, cada um dos demais diretores vota concordando ou discordando do voto da relatora. São eles: Antonio Barra (diretor-presidente), Cristiane Jourdan, Romison Mota e Alex Campos.

Resultado da votação

Na sequência, o resultado da votação é anunciado pelo diretor-presidente da Anvisa. A decisão passa a valer a partir do momento em que houver comunicação oficial aos laboratórios que fizeram o pedido. O resultado também é publicado no portal da Anvisa e não precisa de publicação no Diário Oficial da União para entrar em vigor.

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informaram que a vacinação deve ter início ainda em janeiro, para um público prioritário formado por profissionais de saúde que atuam na linha de frente da pandemia, idosos e indígenas. A data, no entanto, ainda não foi definida, e dependerá da logística prévia de distribuição dos imunizantes para centros de vacinação em todo o país, o que levará alguns dias, além do detalhamento sobre o público-alvo nesta primeira fase.

O governo dispõe, neste momento, de seis milhões de doses da Coronavac,  armazenadas no Instituto Butantan, em São Paulo. Outros dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, que podem ser importadas da Índia nos próximos dias, terão a entrega atrasada, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores.    

Rede particular reforça critérios de segurança para retomada das aulas

O Governo de São Paulo anunciou o retorno gradual às aulas presenciais para o ano letivo de 2021. O decreto que autoriza a retomada das aulas em todas as fases do Plano São Paulo ocorrerá de forma regionalizada, obedecendo aos critérios de segurança. Para tomar decisões sobre a volta às aulas nas escolas particulares, previsto a partir de fevereiro, o município de Rio Claro utilizará como referência as determinações do estado.

Para gestores educacionais, inúmeras são as perdas com a proibição das aulas presenciais no município desde o início da pandemia e que é possível fazer a retomada de forma segura aos docentes e discentes.

“As principais perdas são de origem pedagógica. As crianças, notadamente da rede pública, vêm sofrendo um déficit de aprendizado e discrepância de oportunidades. O Colégio Objetivo, desde o início do isolamento, se estruturou, montou estúdios de transmissão de aulas, qualificou seus professores e pôde entregar um ensino de qualidade aos seus alunos. Sabemos que esta não é a realidade da maioria das crianças. Além disso, a falta de sociabilização no âmbito escolar é extremamente prejudicial ao desenvolvimento das crianças”, destaca Marco Antonio B. Jacob, mantenedor do Objetivo Rio Claro.

A retomada deverá obedecer critérios rigorosos de segurança nas práticas educacionais. A higienização do espaço escolar, a manutenção do distanciamento, a aferição da temperatura dos alunos na entrada da escola e a utilização de equipamentos de proteção individual que promovam a segurança de professores, alunos e todos os envolvidos no processo educacional são imprescindíveis.

“Além disso, o Colégio Objetivo seguirá à risca as determinações do Plano São Paulo. Acreditamos que essa ações coordenadas e transmitidas às famílias com clareza e celeridade, promoverão um retorno seguro à toda comunidade escolar”, reforça Jacob. “Balizamo-nos pelas declarações dadas tanto pelo governador do estado, João Doria, quanto pelo prefeito recém-empossado, Gustavo Perissinotto, em que ambos garantem as aulas presenciais com base nas diretrizes do Plano São Paulo. Sendo assim, temos a certeza do retorno presencial em 2021”, completa.

No Colégio Puríssimo, foram adotadas as aulas síncronas desde o início do isolamento social em 2020, de modo que com a rápida tomada de decisões e o uso da tecnologia, foi garantida a continuidade da aprendizagem em todos os níveis. Porém, a unidade avalia que a falta do convívio social, principalmente para os alunos menores, são essenciais para garantir a identidade e autonomia das crianças. “Os alunos apesar de não perderem conteúdo, não estão acostumados com as aulas on-line, de modo que ficaram mais cansados e desinteressados ao final do ano letivo, porque a relação entre eles e os professores estava limitada. Já para os professores, foi um ano mais desgastante, precisaram criar e reinventar para que as aulas continuassem interessantes, mas tivemos um final de ano com sucesso no rendimento e medalhas em olimpíadas, como de costume”, explica a diretora Inez Terezinha Augusti .

Durante todo o ano de 2020 houve um preparo em termos de segurança sanitária no Puríssimo. Foi criado um protocolo sanitário e o quadro de colaboradores para praticarem todas as medidas de segurança e higiene, a fim de garantir um retorno seguro para todos. Os espaços foram preparados com placas e adesivos sinalizadores, termômetros, dispensers de álcool em gel, tapetes sanitizantes, espaço para atendimento individualizado caso necessário, e salas de aula adaptadas para as aulas híbridas. Além disso, iremos inaugurar novos espaços e melhorias que foram feitas ao longo do ano.

Sobre a expectativa para a autorização das aulas presenciais na rede particular, a diretora avalia que o Puríssimo está preparado para o retorno, independente da data autorizada. “Continuaremos garantindo a educação de excelência aos nossos alunos por meio do investimento em cientificidade e desenvolvimento tecnológico. Nosso ambiente colaborativo e o trabalho em equipe foram e são essenciais no enfrentamento dos desafios, equipe na qual, também, incluímos as famílias, essenciais na adaptação para os novos cenários em um mundo de constantes transformações. Esperamos ver todos em breve, porém, todos saudáveis e prontos para novos desafios”, conclui.

Projeto já plantou mais de mil árvores na Feena

Um projeto em Rio Claro que começou há sete anos atingiu uma importante marca que beneficia a população do município como um todo: mais de mil árvores plantadas na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade (Horto).

“Tudo começou há sete anos quando houve aquela grande seca, estiagem e muitos incêndios no Horto. Na época, Carol Mortari e Gabriel Castellano, dois amigos, ajudaram e formularam um projeto que consistia em tentar controlar a causa dos incêndios que são as braquiárias – um tipo de capim que domina muito o solo seco deixado pelo eucalipto. A ideia então foi plantar árvores nativas para quando os eucaliptos forem sendo retirados já termos algo retomando o solo. Em outras épocas foi constatado que sem os eucaliptos e sem nada plantado, tivemos ou com muita braquiária ou totalmente desertas”, explica Marcelo Borba – um dos integrantes mais ativos e assíduos do projeto que é carinhosamente chamado de “Mutirão de replantio do Horto Florestal”.

Na data de ontem (16 de janeiro) mais uma atividade foi organizada e realizada e contou com uma nova integrante: a dançarina Mayra Barros. “Meus pais e uma miga já participavam e sempre me falaram que era muito interessante então eu resolvi me unir ao grupo. Gostei muito, já plantei minha primeira árvore nativa e acredito que ações como esta fazem toda a diferença no ar e principalmente na nossa vida”, relata.

O plantio reúne pessoas de todas as idades e diversas ideologias. De acordo com Marcelo Borba novos integrantes são sempre bem-vindos: “É um grupo muito plural mas unido pelo meio ambiente. É importante ressaltar que é preciso ter responsabilidade pois é um trabalho sério por isso pedimos que os interessados entrem em contato com a gente através da página do facebook (acesse abaixo). Esperamos também contar com o apoio deste novo governo assim como tivemos em administrações anteriores e também da população no geral para que continuem a colaborar com as “vaquinhaso”, completa.

Prodesp passa a entregar CNH em papel exclusivamente pelos Correios

GOVERNO DO ESTADO DE SP – Desde sexta-feira (15), as solicitações referentes à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), como renovação, primeira e segunda via e CNH definitiva, deverão ser feitas exclusivamente com a entrega do documento físico pelos Correios. O documento será enviado ao endereço de cadastro do motorista junto ao Detran.SP. O motorista, porém, pode baixar, gratuitamente a versão digital do documento no mesmo dia do exame médico.

O objetivo é diminuir a quantidade de pessoas dentro das unidades do Poupatempo e do Detran.SP em todo o Estado e, mesmo diante do aumento do número de casos da Covid-19, manter as unidades abertas à população para atendimento de serviços essenciais que ainda precisam ser concluídos presencialmente.

De acordo com o diretor da Prodesp, Murilo Macedo, a previsão é que, com a medida, cerca de 450 mil pessoas deixem de comparecer aos postos de atendimento, recebendo os documentos no conforto de casa. “Neste momento em que volta a aumentar o número de infectados pela pandemia em todo o país, os esforços do Governo de São Paulo são para garantir que os cidadãos estejam protegidos, evitando deslocamentos desnecessários”, explica Macedo.  

Os processos de solicitação de CNH já são feitos de forma digital, pelo portal – www.poupatempo.sp.gov.br – ou aplicativo Poupatempo Digital. Depois de realizar o exame médico nas clínicas credenciadas ao Detran.SP, basta o motorista aguardar as orientações que serão enviadas por e-mail para acessar a versão digital da CNH, que tem a mesma validade do documento em papel, e estará disponível em poucas horas no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT).

O pagamento das taxas de emissão do documento e também do envio pelos Correios pode ser feito diretamente no banco, caixas eletrônicos ou internet banking. Para conclusão da solicitação, é necessário clicar na opção com postagem. O serviço sem essa opção estará indisponível.

Com o código de postagem, o cidadão poderá rastrear o envio da Habilitação. O documento será entregue no endereço de cadastro do motorista junto ao Detran.SP. Mas é importante que, caso o solicitante não resida mais no endereço cadastrado, antes de solicitar o serviço online, ele deve fazer a alteração cadastral pelas plataformas digitais do Poupatempo. Lembrando que, como medida de segurança, o cadastro deve ser feiro pelo próprio usuário.

Vale lembrar que a partir deste mês voltaram a valer os prazos para renovação da CNH em todo o país. Em 2020, a obrigatoriedade da renovação havia sido suspensa, como medida de prevenção à Covid-19. O restabelecimento dos prazos para renovação da CNH engloba todos os condutores que tiveram habilitação vencida no período de 2020, ocorrerá a partir de 1º de janeiro de 2021, seguindo os meses de validade.

Além dos serviços de habilitação, as plataformas digitais do Poupatempo oferecem diversas opções de serviços online, como Carteira de Trabalho, seguro-desemprego, Atestado de Antecedentes Criminais, transferência e licenciamento de veículos, consulta de IPVA, entre outros. São mais de 110 serviços que podem ser realizados sem sair de casa, pelo site ou aplicativo do programa.

Atualmente, somente os serviços que dependem da presença do cidadão para serem concluídos, como primeira via do RG, transferência interestadual e mudança na característica do veículo são oferecidos presencialmente. Nesses casos, é preciso agendar data e horário para ser atendido, também pelo site ou app do Poupatempo.

Mega-Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 17 milhões

AGÊNCIA BRASIL – Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2.335 da Mega-Sena, sorteadas nesse sábado (16) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. As dezenas sorteadas foram 09, 18, 23, 42, 47 e 49. Ficam acumulados para o próximo concurso, na quarta-feira (20), R$ 17 milhões.blankblank

A quina teve 91 ganhadores e pagará a cada um R$ 26.442,64. Os 5.286 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ R$ 650,31.

As apostas da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do concurso em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Rio Claro tem 175 óbitos por coronavírus

Com o óbito de um idoso que estava hospitalizado, Rio Claro chegou a 175 mortes provocadas pela Covid-19. A informação consta em boletim emitido no sábado (16) pela Secretaria Municipal de Saúde.

O município registrou 60 novos casos da doença, totalizando 7.165 desde o início da pandemia.

O número de pacientes internados subiu para 66, sendo 27 em leitos públicos e 39 em leitos particulares. Deste total, 27 pessoas estão em UTI.

Até o momento, em Rio Claro, 6.521 pessoas se recuperaram da Covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, que incluem uso de máscara, distanciamento social e higienização.

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Moto furtada é localizada pela GCM no bairro Santa Maria

Na tarde deste sábado (16) a Guarda Civil Municipal localizou uma moto produto de furto abandonada pelo bairro Santa Maria.

A equipe efetuava patrulhamento pelo bairro quando foram solicitados por transeuntes que informaram que havia uma motocicleta abandonada em um beco.

A equipe se dirigiu até o local onde encontraram uma motocicleta Honda CG Titan 125. Realizada a pesquisa pelo número do motor, pois o número do chassi estava suprimido, constou que era produto de furto do dia 28 de dezembro de 2020.

A motocicleta foi apresentada no Plantão Policial onde foi lavrado o BO de Auto localizado e em seguida entregue ao proprietário.

Unesp abrirá 195 vagas a participantes de olimpíadas científicas

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) inscreverá a partir de 18 de janeiro para o processo seletivo “Olimpíadas Científicas Unesp 2021”, com 195 vagas adicionais em cursos de graduação destinadas a participantes e medalhistas de olimpíadas do conhecimento.

Os interessados não precisam estar inscritos no Vestibular Unesp 2021 e deverão se cadastrar, de forma gratuita, pelo site da Fundação Vunesp. O prazo para inscrições e envio do upload dos documentos comprobatórios da premiação vai de 18 de janeiro a 19 de fevereiro.

Ao todo, as 195 “vagas olímpicas” estão distribuídas por 30 carreiras diferentes, sendo 36 vagas na área de Biológicas, 131 em Exatas e 28 em Humanidades, com oportunidades para os seguintes cursos: Administração; Ciência da Computação; Ciências Biológicas, Engenharias Aeronáutica, Agronômica, Ambiental, Cartográfica e de Agrimensura, Civil, de Alimentos, de Bioprocessos e Biotecnologia, de Biossistemas, de Controle e Automação, de Energia, de Pesca, Elétrica, Eletrônica e de Telecomunicações, Florestal e Mecânica; Estatística; Farmácia; Física; História; Letras; Matemática; Meteorologia; Pedagogia; Química; Relações Públicas; Turismo e Zootecnia.

O processo seletivo considera 43 olimpíadas de conhecimento, com opções para eventos regionais, nacionais, iberoamericanos e internacionais. A lista completa pode ser vista na resolução disponível para consulta nas páginas da Unesp e da Vunesp.

Para obter informações sobre todos os cursos da Universidade, acesse o Guia de Profissões da Unesp em www.unesp.br/guiadeprofissoes.

Para tirar dúvidas sobre o processo seletivo que será aberto para participantes e medalhistas de olimpíadas científicas, o interessado pode fazer contato pelo link “Fale Conosco” do site da Vunesp: https://www.vunesp.com.br/faleconosco. Ou então acessar os sites vestibular.unesp.br e www.vunesp.com.br.

Sobre a Unesp
A Unesp é uma universidade pública e gratuita que está entre as maiores e melhores do país e da América Latina, segundo os principais rankings nacionais e internacionais.

Presente em 24 cidades do Estado de São Paulo, com 34 unidades universitárias, desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão em todas as áreas do conhecimento.

Criada em 1976, a Universidade tem aproximadamente 54 mil estudantes, entre alunos de graduação e pós-graduação (stricto sensu). A Unesp possui cerca de 1.900 laboratórios e 34 bibliotecas, além de cinco fazendas de ensino e pesquisa e três hospitais veterinários.

Fonte: Unesp

Salas de prova do Enem têm 80% de ocupação, e Defensoria diz que Inep mentiu sobre segurança

ISABELA PALHARES – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Defensoria Pública da União (DPU) entrou com ação para anular a decisão da Justiça Federal que manteve a realização do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para este domingo (17). O órgão diz que o Inep mentiu sobre as medidas de segurança adotadas, já que manteve salas com 80% de ocupação.

O Inep anunciou e informou à Justiça que as salas de prova teriam ocupação inferior a 50%, como forma de garantir o distanciamento adequado entre os candidatos.

No entanto, a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) encaminhou um documento ao Inep informando que as salas de suas instalações têm ocupação de 80%. A instituição diz que a condição para ceder os espaços foi de que seria respeitado o limite de 40%, o que não ocorreu.

A universidade diz ter comunicado o Inep sobre a situação na terça-feira (12) e que não recebeu resposta até agora.

Questionado pela Folha de S.Paulo sobre a alegação de que mentiu às instituições, o Inep disse apenas que “não comenta processos em tramitação judicial.”

“Prezando por suas convicções quanto aos riscos cada vez maiores em torno do contágio e diante da gravidade da situação pandêmica, a UFSC enviou, na quinta-feira (14), ofício às Secretarias Municipal e Estadual da Saúde e ao Ministério Público Federal em Santa Catarina, alertando sobre a situação identificada e destacando o risco iminente de haver uma concentração de pessoas em um mesmo espaço físico por longo período.”

Segundo o defensor público João Paulo Dorini, que ingressou com a ação, a situação relatada pela UFSC deixa evidente que o Inep mentiu para a Justiça Federal.

“Disso decorre duas gravíssimas consequências: a necessidade de revisão de uma decisão judicial fundada na clara alteração da verdade dos fatos, e a constatação de que os réus faltaram com a lealdade processual que deles se espera e que devem ser considerados litigantes de má-fé”, diz o defensor no processo em que pede anulação da decisão que manteve o Enem.

SP registra 1,61 milhão de casos e 49,8 mil óbitos por coronavírus

O Estado de São Paulo registra neste sábado (16) 49.885 óbitos e 1.619.619 casos confirmados do novo coronavírus.

Entre o total de casos diagnosticados de COVID-19, 1.390.344 pessoas estão recuperadas, sendo que 167.175 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 69,4% na Grande São Paulo e 68% no Estado. O número de pacientes internados é de 13.400, sendo 7.571 em enfermaria e 5.829 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 12h deste sábado.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 612 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade, junto com o perfil, pode ser consultada também em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Governo Bolsonaro ignorou alertas sobre a falta de oxigênio em Manaus

VINICIUS SASSINE – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, foi avisado sobre a escassez crítica de oxigênio em Manaus por integrantes do governo do Amazonas, pela empresa que fornece o produto e até mesmo por uma cunhada sua que tinha um familiar “sem oxigênio para passar o dia”. Pazuello também foi informado sobre problemas logísticos nas remessas.

Os avisos foram dados pelo menos quatro dias antes do absoluto colapso dos hospitais da cidade que atendem pacientes com Covid-19, inclusive um hospital universitário federal, o Getúlio Vargas.

Ainda assim, e mesmo estando na capital do Amazonas nos três dias que antecederam o colapso, o ministro não tomou as providências necessárias para garantir o fornecimento de oxigênio.

Em um evento político em Manaus na última segunda-feira (11), que reuniu a cúpula do Ministério da Saúde e as principais autoridades do Amazonas para o lançamento de um plano de enfrentamento à Covid-19 no estado, Pazuello admitiu em seu discurso que tinha conhecimento do que ocorria nos hospitais naquele momento: “Estamos vivendo crise de oxigênio? Sim”.
Ele prosseguiu: “Quando eu cheguei na minha casa ontem, estava a minha cunhada, com o irmão sem oxigênio nem para passar o dia. ‘Acho que chega amanhã.’ ‘O que você vai fazer?’ ‘Nada. Você e todo mundo vão esperar chegar o oxigênio e ser distribuído.’ Não tem o que fazer. Então, vamos com calma.”

Naquele momento em que ouvia um alerta dentro de casa, o ministro da Saúde já havia sido alertado por outras vias sobre a escassez crítica de oxigênio nos hospitais.

Integrantes do governo do Amazonas relataram à reportagem que o general foi avisado sobre o problema, uma vez que a atuação no estado, diante da força da segunda onda do coronavírus, vinha ocorrendo de forma conjunta.

Os mesmos alertas vinham sendo dados pela empresa fabricante do oxigênio e principal fornecedora dos principais hospitais, a White Martins.

O Hospital Universitário Getúlio Vargas também é abastecido com o oxigênio dela.

A empresa fez alertas mais incisivos desde o dia 7 sobre a impossibilidade de o fornecimento acompanhar o aumento da demanda.

No mesmo evento público em Manaus, no dia 11, Pazuello ouviu do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC): “Aí a gente começa a viver outro drama. Na quinta-feira [7], a principal empresa fornecedora nos comunicou que não tinha mais capacidade de fornecer oxigênio na quantidade que a gente precisava. Ela nos disse: ‘Parem de abrir leitos.'”

Aviões da Força Aérea Brasileira começaram a transportar cilindros de oxigênio a Manaus a partir do dia 8, sexta-feira, mas em quantidades bem inferiores à necessária.

O colapso se manifestou de forma mais notória seis dias depois. Em diferentes unidades de saúde, pacientes com Covid-19 morreram asfixiados diante do esgotamento do oxigênio.

O consumo diário de oxigênio chegou a 70 mil m3 por dia, o triplo da capacidade de produção da White Martins, segundo a empresa. Na primeira onda da pandemia em Manaus, entre abril e maio, o pico foi de 30 mil m3.

O caos que se instaurou, os relatos de mortes de pacientes sem ar e o medo de novas mortes em série levaram o governo de Jair Bolsonaro a agir para tentar garantir a chegada de oxigênio e a sobrevivência de pessoas nos hospitais.

As ações envolvem os ministérios da Saúde, da Defesa e da Educação, por meio da estatal que administra os hospitais universitários federais.

Pacientes passaram a ser transferidos a hospitais em outros estados.

Para o MPF (Ministério Público Federal), o MP (Ministério Público) do Amazonas, a DPU (Defensoria Pública da União) e a Defensoria Pública do estado, o governo federal é responsável direto pelo que ocorre em Manaus.

O governo do estado também tem responsabilidade, segundo esses órgãos.

As instituições apresentaram à Justiça Federal uma ação civil pública em que pedem que a União apresente imediatamente um plano de abastecimento da rede de saúde do Amazonas com oxigênio.

A ação também pede uma decisão liminar (provisória) que obrigue o governo federal a reativar usinas de produção de oxigênio no estado e a reconhecer a importância do isolamento social.

A Constituição Federal prevê que cabe ao Estado fornecer gratuitamente às pessoas carentes a medicação necessária para um tratamento médico, cita a ação protocolada na Justiça. À União cabe a tarefa de coordenar as atividades do SUS (Sistema Único de Saúde), afirma o documento.

Na sexta (15), o ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que o governo federal promovesse, imediatamente, todas as ações ao seu alcance para debelar a “seríssima crise sanitária” instalada em Manaus, em especial suprindo os estabelecimentos de saúde de oxigênio medicinal.

Outros episódios mostram a responsabilidade do governo Bolsonaro pelo que ocorreu em Manaus.

A ação na Justiça cita que uma aeronave da Força Aérea “apresentou problemas que necessitam de reparos, de modo que houve uma paralisação no fluxo emergencial de fornecimento do oxigênio, culminando na situação atual”. Os problemas teriam sido reportados na manhã do dia 14.

Além disso, um dos focos do problema foi um hospital universitário federal, que passou por uma ampliação de leitos para pacientes com Covid-19 sem o correspondente incremento no fornecimento de oxigênio.

Bolsonaro é um entusiasta das aglomerações na pandemia, um detrator do uso de máscaras e um crítico do distanciamento social.

Deputados que seguem suas posições radicais, entre eles seu filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), pressionaram e comemoraram nas redes sociais o recuo do governador do Amazonas, que iria implantar um lockdown no fim do ano e desistiu.

O presidente da República também age contra a vacinação em massa da população. Ele levanta dúvidas sobre a eficácia da única vacina, a chinesa Coronavac, já disponível em território brasileiro. E lança suspeitas infundadas sobre efeitos colaterais do imunizante.

A aposta do governo Bolsonaro é em medicamentos sem comprovação científica para Covid-19 –a cloroquina é o carro-chefe–, ao ponto de cobrar, num documento oficial, que os médicos do Amazonas adotem o kit chamado de preventivo.

Na manhã de sexta, o presidente disse que o governo fez a sua parte: “Problema em Manaus, terrível o problema lá. Agora nós fizemos a nossa parte, (com) recursos, meios.”

O Ministério da Saúde, em nota na sexta, afirma que ampliou as ações de apoio emergencial no Amazonas, com transferência de pacientes para outros estados. Estão garantidos pelo menos 149 leitos, segundo a pasta.

Mais de 2.500 profissionais de saúde foram recrutados para atender pacientes com Covid-19 no Amazonas, diz.

Aviões da Força Aérea e de companhias privadas foram mobilizados para levar cilindros de oxigênio líquido e gasoso a Manaus, oriundos de diversas partes do país, segundo o ministério. “Tanto pequenas quanto médias empresas que envasam o gás pelo país informaram que incrementarão suas produções para suprir a demanda”, diz a nota.

O governo Bolsonaro e a falta de oxigênio em Manaus:

Ministro da Saúde foi avisado por diferentes vias, com antecedência, e não agiu

Oxigênio faltou dentro de um hospital universitário federal, que passou por ampliação de leitos

Força Aérea Brasileira transportou cilindros de oxigênio em quantidade inferior à necessária para evitar um colapso

Transporte aéreo enfrentou problemas, segundo ação civil pública do MPF

Houve falha na logística do transporte de oxigênio, com dependência ao transporte em balsas provenientes de Belém, que levam dias para a conclusão do transporte

Falta de articulação entre as diferentes áreas do governo

A aposta é em tratamento precoce com base em medicamentos sem comprovação científica para a Covid-19

Faltaram UTIs aéreas para transferir pacientes em estado grave a outras capitais

Há uma demora na transferência de pacientes a hospitais em outras capitais

O presidente da República estimula aglomerações e faz reiterados discursos contra o distanciamento social

Há atraso na vacinação, inexistência de uma data para o início e campanha do presidente contra o único imunizante disponível até agora

Jornal Cidade RC
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