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Foi identificada a vítima do homicídio no Cervezão, em Rio Claro. De acordo com a Polícia Civil, trata-se de Matheus Rodrigo Medrade, de 26 anos. Ele foi assassinado com vários tiros na na noite deste domingo (9) na Rua M-12 com Avenida M-21.
De acordo com a polícia, Matheus estacionava o carro próximo de casa quando, em outro veículo, um homem o abordou e disparou tiros contra ele.
Ao cair no chão, outro rapaz também atirou diversas vezes contra a cabeça da vítima. A autoria e a motivação do crime serão investigadas.
Um homem foi assassinado com vários tiros na noite deste domingo (9) na Rua M-12 com Avenida M-21, no Cervezão, em Rio Claro.
Informações preliminares dão conta que a vítima estacionava o carro próximo de casa quando, em outro veículo, um homem o abordou e disparou tiros contra ele.
Ao cair no chão, outro rapaz também atirou diversas vezes contra a cabeça da vítima, que até o momento não foi identificada. A autoria e a motivação do crime serão investigadas.
FABIANO MAISONNAVE
MANAUS, AM (FOLHAPRESS) – Na aldeia Maimasi, em Roraima, uma criança yanomami jaz sobre a rede. Com as costelas expostas pela desnutrição, ela foi diagnosticada com malária e verminose. Mas a primeira equipe médica no local em seis meses não dispunha de medicamentos suficientes para tratar toda a aldeia.
A foto dessa criança e a história por trás dela foram obtidas pelo missionário católico Carlo Zacquini, 84, que atua entre os yanomamis desde 1968. Ele é cofundador da Comissão pela Criação do Parque Yanomami (CCPY), que deu visibilidade aos problemas causados pelos brancos, promoveu atendimento em saúde e lutou pela demarcação, concluída em 1992.
O território yanomami sofre com o aumento da malária e com a desnutrição infantil crônica, que atinge 80% das crianças até 5 anos, segundo estudo recente financiado pela Unicef e realizado em parceria com a Fiocruz e o Ministério da Saúde.
Os indígenas também enfrentam uma grande onda de garimpo, incentivado por promessas do presidente Jair Bolsonaro para legalizá-los e pelo alto preço do minério. São cerca de 20 mil não indígenas morando ilegalmente na Terra Indígena Yanomami, contaminando os rios com mercúrio, contribuindo para espalhar Covid-19 e malária, além do álcool e da prostituição.
A seguir, o depoimento de Zacquini:
É uma criança da aldeia Maimasi, a dois dias a pé da Missão Catrimani. Ela está sem assistência há muito tempo, com malária e verminose.
A fotografia foi feita por volta de 17 de abril. O pessoal das equipes de saúde tem receio de denunciar essa situação, pois podem ser punidos, colocados em lugares mais penosos ou ser demitidos. Vários polos de saúde estão abandonados. Não há estoque de medicamentos para verminose na sede do Dsei (Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami), em Boa Vista. Até para malária a quantidade é limitada.
O posto de saúde tem muita dificuldade para conseguir medicamentos. Faltam profissionais para revezamento e falta gasolina para deslocamento. Há três meses, eles usam a canoa com rabeta [motor] dos próprios yanomamis.
Para chegar a Maimasi, seriam oito minutos de helicóptero, mas, a princípio, isso só ocorre em casos de emergência. Evidentemente, essa criança é um caso de emergência!
Para levar medicamento ao pólo-base, foram deslocados um avião com uma equipe médica, porém eles ficaram aguardando inutilmente a chegada do helicóptero.
Havia seis meses que ninguém visitava a aldeia. Dessa vez, foram medicamentos para malária, mas não deu para repetir a dose. Uma equipe da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde), incluindo médico, foi de avião até a Missão Catrimani para levar esses medicamentos.
O pessoal da saúde faz tratamentos com medicamentos, mas o tratamento não tem continuidade quando trocam de equipe. Assim, quando possível, fazem a primeira dose de tratamento, mas depois de um tempo os doentes devem recomeçar a partir da primeira dose.
Estou revoltado e com o sangue fervendo. É uma situação que parece estar se generalizando na Terra Indígena Yanomami.
O vaivém de garimpeiros é contínuo e isso implica voos de avião, barcos, helicópteros e a pé. São milhares os invasores da Terra Indígena Yanomami, e o presidente da República anuncia que irá pessoalmente falar com os militares que estão ali e com os garimpeiros também. Faz questão de dizer que não vai prender estes últimos, mas somente conversar.
Até para malária os medicamentos são contados, incluindo a cloroquina. Tem cloroquina para Covid, mas não para malária. A criança desnutrida está numa aldeia a oito minutos de helicóptero de um posto de saúde, mas leva um dia a pé. E depois dessa aldeia há outras, que na época estavam reunidas para o cerimonial funerário em outra aldeia mais afastada.
A equipe do pólo-base se deslocou a pé para a aldeia e encontrou um grupo grande de yanomamis que fazia um ritual funerário para uma criança que tinha morrido sem assistência. Eles ministraram medicamentos para verminose a todos, mas esse medicamento acabou e não puderam dar uma outra dose, o que é a praxe.
Aliás, havia mais de um ano que aquelas aldeias não recebiam atendimento contra verminose. A criança da foto e outros 16 indígenas presentes estavam com malária, a maioria deles com falciparum, a variedade mais agressiva. Os demais 84 estavam todos com sintomas de gripe e de febre.
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Uma briga neste sábado (8) na Times Square, em Nova York, terminou com tiros, que atingiram duas mulheres e uma menina de quatro anos, segundo o The New York Times.
A polícia informou que a menina estava comprando brinquedos com a família e foi atingida na perna. Ela não corre risco de vida, assim como as outras duas vítimas, de 23 e 43 anos, que sofreram ferimentos na perna e no pé, respectivamente.
As vítimas não se conheciam e foram levadas para o hospital depois de serem atingidas por volta das 17h. A criança precisou de cirurgia no sábado à noite, segundo a polícia.
“Felizmente, esses inocentes estão em condições estáveis”, escreveu o prefeito Bill de Blasio nas redes sociais. “Os perpetradores dessa violência sem sentido estão sendo identificados e a políca de Nova York irá trazê-los para a Justiça. O fluxo de armas ilegais na nossa cidade tem que parar”.
Segundo o comissário de polícia da cidade, Dermot F. Shea, não se sabe ainda o que levou aos tiros, mas uma briga entre dois a quatro homens parece ter sido o estopim.
Ele afirmou que a polícia já está em busca de ao menos um suspeito e que ao menos quatro tiros foram disparados.
Os tiros geraram medo e esvaziaram as ruas da região, uma das mais movimentadas de Nova York. De acordo com o jornal americano, as ruas foram fechadas para pedestres e motoristas e os comércios esvaziados.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O médico dermatologista Thales Bretas usou suas redes sociais na madrugada deste domingo (9) para homenagear mais uma vez o marido, o humorista Paulo Gustavo, que morreu na última terça-feira (4), devido a complicações provocadas pela Covid.
Chamando o ator de “pãe” [pai e mãe], Bretas fez a homenagem pelo Dia das Mães e classificou Dona Hermínia, principal personagem de Paulo Gustavo, como a maior mãe do Brasil. “Mas representou para mim um pãe tão atencioso, carinhoso e dedicado”, disse.
Bretas ainda homenageou sua própria mãe, Solange Bretas: “Sempre presente e amorosa, todo o tempo, comigo. Tenho certeza que deu tudo o que pôde”, afirmou ele, que também publicou fotos, tanto de Paulo Gustavo de Dona Hermínia, quanto de sua mãe.
“Essa foto ganha tanto significado esse fim de semana… tantas camadas”, comentou o apresentador Marcos Mion. “Esse amor é eterno e você vai passar tudo o que aprendeu com Paulo Gustavo para o Gael e o Romeu”, completou Sabrina Sato.
Paulo Gustavo morreu aos 42 anos, após quase dois meses internado em um hospital da zona sul do Rio. Antes da confirmação de morte, a equipe médica já tinha classificado seu quadro como irreversível. Seu corpo foi cremado em cerimônia restrita na quinta-feira (6).
Muitos famosos lamentaram a morte do ator, desde amigos até a cantora americana Beyoncé. “Aplaudam de pé esse grande homem! Gritem bravo! Façam uma homenagem a Paulo Gustavo em suas casas. Aplaudam de pé esse grande artista”, afirmou Tatá Werneck em suas redes sociais.
Nenhum caso de infecção por coronavírus foi registrado em Rio Claro nas últimas 24 horas e com isso o município mantém 13.223 casos positivos de acordo com o boletim da Secretaria Municipal de Saúde emitido neste domingo (9).
O município tem 125 pessoas hospitalizadas e índice de 75% de ocupação de leitos. Do total de pacientes internados, 59 estão em unidade de terapia intensiva.
Até agora Rio Claro tem 12.147 pessoas recuperadas da Covid-19. Desde o início da pandemia o município registrou 394 óbitos em decorrência da doença.
A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.
A pandemia do coronavírus segue gerando muitas mudanças na vida das pessoas e uma classe que vem sofrendo desde o início é a artística.
Em Santa Gertrudes, a artista plástica Letícia Tonon, idealizadora e fundadora do Ateliê Pé Vermelho, segue firme e de diversas maneiras valorizando a arte de modo geral, mas está precisando se desfazer de parte do seu acervo.
“Tenho muitas coisas aqui que compõem o acervo do ateliê, peças que produzi, coisas que fui reunindo de participações em eventos ao longo dos anos, de locais por onde passei, países que visitei, coisas com muita história, vindas também de família e estou colocando à venda”, explica Letícia.
Na lista de itens que estão sendo colocados à disposição para compra estão vitrolas, câmeras analógicas (fotográficas e de vídeo), obras de arte, como pinturas, gravuras e esculturas, kit de xilogravura, com rolo de tinta, goivas, base de vidro para tinta, colheres de pau, slides – são 87 caixas de slides – entre fotografias e documentos, inclusive documento da Fazenda Ibicaba, diversos livros, discos de vinil, uma coleção de navalhas antigas em aço inox com lâmina alemã, cavalete de pintura, peças de decoração, relógios antigos, coleção de walkman e discman, estabilizadores (antigos) de TV de tubo, tapetes e peças de arte indígena como cabuletê, chocalho, arco e flecha, machado de pedra, adereços, cocar, pau de chuva e cachimbo.
“A coleção de Mail-arte foi doada para o acervo da Galeria Sechiisland. E o acervo técnico do MUSEU FALANTE continuará sob a responsabilidade do Ateliê Pé Vermelho, devido à responsabilidade histórica/cultural do município”, explica a artista, que começou sua primeira coleção aos oito anos, guardando selos.
Para adquirir peças do acervo do Ateliê Pé Vermelho, que fica localizado em Santa Gertrudes, basta fazer contato com Letícia Tonon pelo telefone (19) 99674-0301.
O mês de maio é dedicado ao combate e abuso sexual de crianças e adolescentes, chamado de Maio Laranja.
Em entrevista à Rádio Jovem Pan News de Rio Claro, o conselheiro tutelar Leonardo Alves falou sobre o assunto e a importância da denúncia, que acontece de forma totalmente anônima. “É muito importante conversarmos com a sociedade sobre esse assunto. Os casos são atendidos com total sigilo, as crianças e adolescentes recebem o acompanhamento necessário de profissionais e a investigação é feita pelos órgãos competentes”, explica o conselheiro.
Alves fala ainda sobre os índices, que são muito preocupantes. “Mais de 70% dos casos acontecem dentro do núcleo familiar, então é preciso ter muita atenção. Muitas vezes a atenção é dada, mas em situações fora de casa. A sociedade precisa estar atenta a isso, aos índices e que a maioria dos abusos acontece dentro das famílias, e essa confiança que existe faz com que se perpetuem por anos, muitas vezes”, explica.
Muitas famílias têm dificuldade para aceitar a situação quando ela acontece e o conselheiro alerta para sempre dar atenção aos indícios, pois quanto mais cedo o assunto for tratado, a denúncia for feita e o acompanhamento do menor tiver início, os traumas de uma vida podem ser minimizados.
Sobre os sinais, Leonardo Alves explica que a mudança de comportamento é um deles. “Quando vemos entristecimento, mudança do comportamento natural da criança, pesadelos, xixi na cama, por exemplo. E muitas vezes, quando o menor não quer ir até a casa de alguém ou permanecer um certo tempo com determinada pessoa, é preciso ter atenção. Isso não quer dizer que de fato possa estar ocorrendo algo, mas é preciso conversar com essa criança, nunca na frente da pessoa, mas tentar entender ou até mesmo através do acompanhamento de um psicólogo, para que ela sinta-se segura em falar o que a aflige. E é preciso acreditar na criança e buscar informações sobre a situação.”
NÚMEROS
Na cidade de Rio Claro, os números são alarmantes e, com a pandemia, a situação pode ser ainda pior, segundo o conselheiro, com a ausência das aulas, não tendo a professora ou outra figura de confiança para relatar uma possível situação de abuso.
“Os casos são considerados suspeitos, até que haja investigação e condenação, mas no segundo trimestre de 2020 o Conselho recebeu oito casos, no terceiro trimestre, entre julho, agosto e setembro, cresceu para 21 e, no último trimestre de 2020, o número foi para 23. Esse aumento é bastante preocupante”, aponta.
A Câmara Municipal vota em sessão ordinária nesta segunda-feira (10) alteração na Lei Municipal que versa sobre o serviço de transporte escolar coletivo em Rio Claro. A proposta de mudança na legislação é de autoria do vereador Rafael Andreeta (PTB).
De acordo com o documento, se aprovado pelos vereadores, os proprietários de veículos escolares poderão utilizar veículos próprios que tenham menos de 15 anos de fabricação. Atualmente, a lei permite apenas veículos com menos de 10 anos, além da obrigatoriedade da boa conservação, funcionamento e limpeza, incluindo o licenciamento na própria cidade.
Vigente desde o ano de 2008, a Lei Municipal nº 3.835 regulamenta o serviço de transporte escolar no município. Através dela que os motoristas podem obter o alvará de permissão para a prestação do ofício. A legislação também prevê o Cadastro Municipal de Transportadores de Escolares. De acordo com o parlamentar, o objetivo da alteração “vem ao encontro com da necessidade dos motoristas de van que estão sofrendo com a pandemia e não têm condições de trocar a suas vans neste momento, além de que anualmente há uma vistoria para averiguar o estado destas vans e a condição de prestar o serviço”, declara.
No ano passado, dezenas de motoristas de vans escolares fizeram uma carreata de protesto em Rio Claro, a fim de reivindicar apoio à categoria. Isto porque, desde o início da pandemia da Covid-19, diante do fechamento das escolas e instituições, os proprietários acabaram ficando prejudicados, já que não havia alunos para serem transportados.
Segundo o Sintrarc (Sindicato dos Transportadores Autônomos Rodoviários de Pessoas, de Bens e de Cargas de Rio Claro), há 119 alvarás emitidos pela Prefeitura de Rio Claro para a prestação do serviço de transporte escolar. De acordo com o presidente Gilvon Barbosa, há também uma estimativa de que até antes da pandemia havia ao menos 60 motoristas clandestinos atuando na cidade.
A espera do terceiro filho para Tatiane Antunes Velardo, 34 anos, veio em meio à pandemia. Diante do cenário apreensivo, sempre procurou tomar todos os cuidados e até o sétimo mês a gravidez foi tranquila, sem problemas. Foi então que ela começou a sentir mal-estar e sintomas de gripe. Uma tosse contínua acendeu um sinal de alerta e, ao procurar atendimento médico, foi internada. O teste para Covid deu positivo e em alguns dias o quadro se agravou e ela precisou ser intubada. Avaliando as condições da mãe e do bebê, os médicos optaram por uma cesariana de emergência e Heitor Davi Antunes Velardo nasceu no dia 8 de abril, prematuro, com 31 semanas de gestação e pesando 1 quilo e 725 gramas. Fraco e debilitado, o bebê também precisou ser intubado assim como a mãe. Heitor não testou positivo para Covid, mas começou naquele momento a enfrentar uma dura batalha pela vida.
Tatiane foi a primeira a ser extubada e, quando acordou, recebeu a notícia de que seu filho havia nascido. Naquele momento também soube das dificuldades que o bebê enfrentava e, assim que pôde, foi levada até a UTI Neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Rio Claro para conhecê-lo: “Quando eu o vi pela primeira vez a primeira coisa que eu fiz foi agradecer a Deus pela vida dele e pela minha, pois nós dois lutamos juntos por aquele momento, por aquele encontro”, cita a mãe, emocionada.
Tatiane já recebeu alta. Em casa, se recupera de uma anemia e evolui a cada dia: “A voz ainda está debilitada por conta da intubação, mas já consigo dar alguns passos sozinha e para comer também não preciso mais de ajuda”, relata.
Heitor segue internado. Ele ficou uma semana intubado e agora apresenta melhora a cada dia. Já ganhou peso e é muito mimado por toda a equipe e principalmente pelos pais.
Tatiane não terá a companhia do filho em casa neste Dia das Mães, mas para ela a data será motivo de muito agradecimento: “Deus tem dado a vitória para mim e para o meu filho a cada dia. Passar o que passamos e estarmos aqui para compartilhar a nossa história de fé e amor é muito gratificante”.
Às 22h deste domingo (9), o Velo Clube recebe o Esporte Clube São Bernardo pela 13ª rodada do Campeonato Paulista da A-2. O Rubro-verde ocupa a 10ª colocação com 13 pontos e o time do ABC a vice-lanterna com nove pontos. Com uma vitória e uma combinação de resultados das equipes que estão à frente na classificação, o time velista pode entrar no grupo dos oito times que avançam à segunda fase do estadual.
Para o duelo desta noite, o técnico João Vallim deve mandar a campo: Filipe Garça, Luis Roberto (Pedalada), Felipe Codô, Léo Turbo e Wesley Barbosa, Eurico, Kayo, Judson (Kadu), Romarinho, Tom (Caio Vieira) e Rodrigo Pelé.
EC São Bernardo
Mesmo com a vitória na última rodada por 1 a 0 sobre o Audax, o time do ABC ainda amarga a vice-lanterna da competição. O time luta para escapar do rebaixamento nas três últimas rodadas.