Mega-Sena acumula e próximo sorteio pode pagar R$ 80 milhões

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.374 da Mega-Sena, sorteadas ontem (22), e o prêmio acumulou.blank

Para o próximo concurso, que será sorteado na quarta-feira (26), o prêmio previsto é de R$ 80 milhões.

Veja as dezenas sorteadas: 12 – 13 – 25 – 37 – 39 – 41.

Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 4,50.

Morre Paulo Mendes da Rocha, o último gigante da arquitetura brasileira

FRANCESCA ANGIOLILLO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Paulo Mendes da Rocha, que foi o mais brasileiro dos arquitetos internacionais, morreu na madrugada deste domingo (23), aos 92 anos. Ele estava internado em São Paulo, e a morte foi confirmada por seu filho, Pedro Mendes da Rocha.


Em atividade desde 1955, foi realmente descoberto pelo mundo quatro décadas mais tarde, quando as imagens da Pinacoteca do Estado e do MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia) circularam em revistas estrangeiras.


Desde então, o conjunto robusto que já construíra e as obras que viria a fazer passaram a atrair a atenção da crítica. Sucederam-se os prêmios e reconhecimentos; estudos começariam a surgir na Europa nos anos 2000.


Até aquele momento, em 1995, quando já contava 67 anos, Paulo Mendes -assim, pela forma abreviada, se referem a ele os arquitetos- não tinha obras construídas no exterior.


Tivera, é verdade, o pavilhão brasileiro na Exposição Universal de Osaka em 1970. Mas, demolido ao fim do evento, o edifício ficou na memória dos estudiosos somente.


O caráter geograficamente restrito de sua obra não impediu que ele recebesse todos os principais prêmios arquitetônicos do mundo.

Em dois anos seguidos, recebeu o Mies van der Rohe de arquitetura latino-americana. O prêmio, dado pela fundação catalã que leva o nome do papa alemão arquiteto do racionalismo arquitetônico, reconheceu, em 1999, o projeto do MuBE e, em 2000, o da Pinacoteca de São Paulo.


Em 2006, tornou-se o segundo arquiteto brasileiro -depois de Oscar Niemeyer, em 1988- a vencer o Pritzker, apelidado “Nobel da arquitetura”, embora nada tenha a ver com a Academia Sueca -é dado pela Fundação Hyatt, americana.


Apenas em 2015 sairia do papel seu único projeto no exterior, a sede nova do Museu Nacional dos Coches, em Lisboa.
No ano seguinte, receberia o Leão de Ouro de Veneza e o Prêmio Imperial do Japão. Em 2017, seria a vez da medalha de ouro do Riba (Royal Institute of British Architects).


Com a maior parte de sua obra concentrada em São Paulo, quase se poderia dizer que era o mais paulistano dos arquitetos brasileiros de alcance internacional. Mas era capixaba, nascido Paulo Archias Mendes da Rocha em Vitória, a 25 de outubro de 1928.


Seu pai, Paulo de Menezes Mendes da Rocha, era engenheiro e, junto do empreiteiro Serafim Derenzi, pai de sua mulher, Angelina Derenzi, desenvolveu um loteamento na Praia Comprida, na capital do Espírito Santo.


Premida pela crise financeira mundial de 1929, a família -pai, mãe, Paulo e irmã mais nova- mudou-se para o Rio. Da casa do avô paterno, Francisco, em Paquetá o arquiteto contava lembranças de pescaria.


Mais tarde, quando contava por volta de seis anos, foi com a mãe e a irmã encontrar com o pai, que fora tentar a sorte em São Paulo.


A família viveu por anos numa pensão na avenida Paulista, que o menino percorria a pé, de um lado a outro, para estudar no colégio São Luís, observando suas construções.


“Casas muito interessantes. Eu vi desaparecer uma por uma”, relembrou em depoimento registrado por Luís Ludmer em sua dissertação de mestrado na FAU-USP, em 2019. “Eu vi se fazer inteira a avenida Paulista, como se surgisse assim, na minha frente, de um momento para o outro.”


Aos 16, tentou, sem sucesso, ingressar na Escola Naval, voltando para isso a morar com o avô no Rio por dois anos. Na hora de escolher a profissão, decidiu que queria ser arquiteto, mas para a “escola do pai” não iria.
Paulo de Menezes Mendes da Rocha tinha construído uma carreira em São Paulo e era, à época, diretor da Escola Politécnica da USP, onde se podia optar pelo diploma de engenheiro arquiteto.


Preferiu sair da sombra do pai e estudar no Mackenzie, que tinha curso de arquitetura. Destacava, na formação que recebeu no curso -de resto, bastante clássico-, as aulas com Roberto Zuccolo.


Zuccolo, um dos introdutores das estruturas protendidas no país, teria muita influência não só na formação de Paulo Mendes como na de outros nomes da escola paulista de arquitetura que estudaram no Mackenzie, como Fabio Penteado e Pedro Paulo de Melo Saraiva.


O apreço pela clareza estrutural, e mais que isso, pela arquitetura que é estrutura se manifestaria de forma evidente desde sua primeira obra construída, o Ginásio do Clube Athletico Paulistano.


A estrutura é uma forma circular na qual seis pilares sustentam por tirantes a cobertura de madeira e telhas metálicas; as laterais abertas dão para uma esplanada.


Quando ganhou o concurso, em 1958, Paulo Mendes era formado fazia quatro anos e dividia um escritório com sete colegas no centro da cidade, realizando pequenos trabalhos.


“Nesse concurso compareceram muitos dos mais notáveis arquitetos de São Paulo. E assim, de fato, apareci no cenário profissional. Fiquei conhecido como ‘um arquiteto'”, escreveu em depoimento à Folha em 2018.


O projeto do ginásio, que seria premiado na 6a Bienal de Artes de São Paulo, em 1961, foi feito em parceria com João De Gennaro. Paulo Mendes trabalharia sempre com outros colegas -não raro associando-se a discípulos de diferentes gerações, caso dos escritórios MMBB e Metro.


Depois disso, seria convidado por João Batista Vilanova Artigas a dar aulas na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em 1961. Artigas -que participou do concurso para o ginásio- é nome fundador da chamada escola paulista, que teria em Paulo Mendes seu expoente mais notável.


O brilho desse início se veria obscurecido na ditadura. Paulo Mendes continuava a trabalhar com De Gennaro e a dupla teve realizações importantes, como o Jockey Club de Goiânia, e participou de muitos concursos para obras públicas.
Em 1969, Paulo Mendes foi cassado, junto com Artigas e outros 64 professores da USP, pelo governo militar. Não pôde mais dar aulas -que retomaria em 1980, com a anistia, indo até 1998, quando se aposentou compulsoriamente aos 70- ou trabalhar para o Estado.


Paradoxalmente, acabara de vencer o concurso para o pavilhão brasileiro na Expo’70, em Osaka. Tornava-se, assim, porta-voz de um governo que não o queria.


O edifício, de aparência simples e estrutura complexa, consistia de uma grande cobertura em domos -evocando a da FAU no campus da USP, que acabava de ser construída com projeto de Artigas-, apoiada sobre colinas construídas com movimentações no terreno.


A demolição após a feira era o destino previsto para quase todos os pavilhões. Em entrevista à Folha Paulo Mendes contou, porém, ter recebido a proposta de uma universidade para que prédio fosse preservado e usado pela escola de música da instituição.


Mas, contou, o governo brasileiro se opôs, e o pavilhão sucumbiu. “Foi a grande cassação que sofri”, disse então.
Até pelas restrições impostas pelo regime militar, uma grande parte da produção do arquiteto foi de residências unifamiliares, em bairros da zona sul e oeste onde havia terrenos generosos, como Butantã e Jardim Guedala. Entre os anos 1960 e 1980, foram cerca de 30 projetos do gênero, 23 construídos, como as casas Masetti (1967) e Gerassi (1989).


Em 1964, fez de sua própria residência uma espécie de experimento. A Casa Butantã, como é conhecida, abrigou entre os anos 1970 e 1990 sua família -era já pai de quatro dos cinco filhos que teria com sua primeira mulher, Virgínia Ferraz Navarro.


“Esta casa pode ser compreendida assim: uma construção engenhosa que foi feita para ser ocupada como uma casa”, disse em depoimento a Catherine Otondo para o livro “Casa Butantã” (Ubu, 2016).


Apesar de ter projetado tantas casas, defendia os edifícios de apartamentos, que propiciam o necessário adensamento, facilitando o transporte público numa cidade que, dizia não era bem-feita. Lamentava que São Paulo tivesse se verticalizado lote a lote, sem planejamento. Via no Copan, de Niemeyer, e no Conjunto Nacional, de David Libeskind, exemplos de urbanidade.


É autor também ele de projetos primorosos de edifícios, como o Guaimbê (1962), nos Jardins, e o Jaraguá (1984), na Pompeia. Assina ainda, com Vilanova Artigas e Fabio Penteado, o Conjunto Habitacional Zezinho de Magalhães, em Guarulhos, de 1968.


Na década de 1990, sua obra passa a incorporar novamente projetos de grande porte, muitos deles para o setor cultural.


Além do já citado MuBE, destacam-se entre estes a Pinacoteca do Estado, que concebeu em 1992 com Eduardo Colonelli, readequando um edifício de 1900 de Ramos de Azevedo, e o projeto original do Museu da Língua Portuguesa, de 2006, instalado na Estação da Luz e desenvolvido com seu filho Pedro.


Em 2017, inaugurou-se em São Paulo o Sesc 24 de Maio. Projetado com o MMBB, insere-se na vida dos calçadões do centro, com 13 andares interligados por rampas e uma piscina com vista na cobertura.


Duas grandes obras suas ficaram sem terminar -a Praça dos Museus da USP; que não teve fim por problemas orçamentários, e o Cais das Artes, complexo artístico e museológico em Vitória, paralisado por longos anos devido a imbróglios judiciais.


Entre a longa lista de projetos que não saíram do papel, realidade comum a muitos arquitetos, está a praça que reconfiguraria o principal acesso do parque Ibirapuera, projeto que foi engavetado na prefeitura João Doria (PSDB) por falta de recursos.


A ideia era criar uma entrada mais generosa para pedestres, retirando vagas de automóveis e aumentando as superfícies permeáveis. “A pé a aproximação do parque é mais agradável”, disse à Folha, comentando o projeto, em 2016.


Ele próprio cultivava o hábito de caminhar até bem entrado nos 80 anos.
Era comum, ainda na década de 2000, vê-lo passeando ao lado de sua segunda mulher, a arquiteta e designer de joias Helene Afanasieff, pelo bairro de Higienópolis.


Mudara-se para o bairro da região central na década anterior, ficando mais próximo do escritório que ocupou desde 1973, no quinto andar do edifício do IAB, na Vila Buarque.


Deixa a mulher, Helene, e os filhos Renata, Guilherme, Paulo, Pedro, Joana e Naná.

Homem com variante indiana no Maranhão está em estado grave

O paciente internado em São Luís infectado com a variante indiana do novo coronavírus, chamada de variante B.1.617.2, apresentou piora e precisou ser intubado. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão confirmou a informação na noite de ontem (22).blankblank

O paciente indiano é tripulante do navio MV Shandong da Zhi, que está na área de fundeio, em alto mar, e não atracou no porto de São Luís. Ele está internado em um hospital da rede privada desde o dia 14. Já a confirmação da variante indiana ocorreu na quinta-feira (20), pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), em Belém.

“Quanto ao único tripulante internado em Unidade de Terapia Intensiva no hospital da rede privada, em São Luís, o último boletim confirma que permanece com quadro clínico grave”, informo a SES em nota. Três tripulantes do navio chegaram a ser internados com sintomas da covid-19, mas dois tiveram alta no dia 18 e retornaram à embarcação.

Segundo a secretaria, o Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (Lacen/MA) recebeu 102 amostras dos profissionais em contato direto e indireto com os tripulantes do navio e, após processar todas as amostras, encaminhará o material para IEC, para que seja feito o sequenciamento genômico.

Dos 23 tripulantes embarcados no MV Shandong da Zhi, 15 testaram positivo para a covid-19, mas estão assintomáticos e seguem em quarentena no próprio navio, isolados em cabines individuais. A secretaria continua monitorando todos os contactantes, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde.

Até o momento, não há confirmação de transmissão local da variante B.1.617.2 no Brasil. Ontem (22), o Ministério da Saúde anunciou o envio de 600 mil testes rápidos para identificar possíveis casos da variante indiana de covid-19 na capital maranhense.

Defesa Civil alerta para ventos fortes e ressaca no litoral paulista

A Defesa Civil do estado de São Paulo emitiu alerta para ventos fortes e ressaca em todo litoral paulista válido para hoje (23) e amanhã. A entidade orienta as pessoas a não praticarem esportes aquáticos ou influenciados pelo vento, como surf e windsurf, e também a não se abrigar embaixo de árvores ou coberturas metálicas frágeis.blankblank

Quem mora no estado de São Paulo pode enviar o número do CEP de residência, por SMS, para o número 40199 e passar a receber, antecipadamente e de forma gratuita, os alertas meteorológicos da Defesa Civil do estado.

Marinha

O Centro de Hidrografia da Marinha também emitiu avisos de mau tempo no litoral paulista. Estão ativos dois alertas para a região: de vento forte, ou muito forte, com rajadas, com validade até amanhã; e ressaca, com ondas de até dois metros e meio de Santos (SP) a Cabo de São Tome (RJ), aviso válido até quarta-feira (26).

Estado de SP terá mutirão de testes gratuitos de paternidade

O Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc), em parceria com a Secretaria da Justiça e Cidadania do estado e o Centro de Integração da Cidadania (CIC), realizarão, no estado de São Paulo, um mutirão de testes de paternidade a partir do próximo dia 1º, até 7 de julho. Ao todo, serão 400 testes disponibilizados. O serviço é gratuito.blankblank

As pessoas interessadas deverão ir até uma das unidades do Centro de Integração da Cidadania (CIC). A lista com os endereços e telefones das unidades por ser acessado aqui.

“O mais importante nesta ação é que todas as etapas ocorrerão nos próprios CICs. É necessário que todos os envolvidos como o filho ou filha, a mãe e o suposto pai estejam de acordo com a realização do exame e se comprometam a comparecer juntos na data designada para a coleta”, destaca Fernando José da Costa, secretário de Justiça e superintendente interino do Imesc.

Estresse causado pela pandemia faz crescer os casos de bruxismo

GABRIELA BONIN
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O estresse e a tensão gerados pela pandemia podem trazer consequências para além da saúde mental da população. O número de atendimentos por dentes quebrados sem motivo aparente quase dobrou em 2021, segundo dados da OdontoCompany, rede de clínicas odontológicas.


Segundo Ben Hur Morimatsu, cirurgião dentista e diretor de controle de qualidade da OdontoCompany, o bruxismo pode também estar relacionado a fatores genéticos e respiratórios, mas, durante a pandemia, questões psicológicas, como a ansiedade, afetaram diretamente a incidência de desgaste nos dentes.


O bruxismo é mais frequente em crianças e ocorre durante o sono. “Quanto pior a qualidade do seu sono e mais leve ele for, mais episódios de bruxismo você apresenta e mais você usa a musculatura”, explica Andréa Lusvarghi Witzel, cirurgiã dentista e professora da Faculdade de Odontologia da USP.


A estrutura é a ATM (articulação temporomandibular), que liga a mandíbula ao crânio e permite ações como mastigação e fala. Ao grupo de condições que causam dores e perturbações na musculatura e na articulação da região, dá-se o nome de DTM (disfunções temporomandibulares).


“As DTMs são consideradas um guarda-chuva para várias doenças, porque você tem várias alterações diferentes dentro da disfunção temporomandibular”, ressalta a professora.


Mais comum em mulheres, as disfunções causam dores que podem ser incômodas no dia a dia dos pacientes. Acometem mais pessoas entre 20 e 40 anos.


Dentre muitos problemas que podem atingir a ATM, estão a mialgia (dor muscular local), dor miofascial (dor crônica muscular que se irradia da articulação para diferentes partes do corpo) e desvios na abertura da boca.


Os sintomas de cada disfunção são diferentes, mas, no geral, incluem dores de cabeça, de ouvido, no maxilar e na face. DTMs podem limitar a mastigação e a movimentação da mandíbula e causar estalos e crepitações.


Primeiro passo é orientar o paciente Cirurgiões dentistas reforçam que problemas na articulação temporomandibular e dores consequentes do bruxismo são, em sua maioria, resolvidos com tratamento não invasivo.


“O primeiro passo [no tratamento] é orientar o paciente”, diz Andréa Lusvarghi Witzel, cirurgiã dentista e professora da Faculdade de Odontologia da USP.


No caso do bruxismo, a melhoria da qualidade de sono é essencial. Especialistas recomendam evitar o uso de telas e atividades físicas próximo ao horário de dormir e manter uma rotina com horários estabelecidos para se deitar e levantar.


Além disso, a utilização de uma placa nos dentes na hora de dormir diminui o desgaste resultado do bruxismo. Andréa cita a existência de aplicativos de celular que, de tempos em tempos, enviam notificações para que o paciente lembre de soltar a tensão dos dentes.


Fisioterapia, medicamentos, acupuntura e técnicas com uso de laser também são opções no tratamento das disfunções da ATM. Caso nenhuma dê resultado, a cirurgia surge como última opção para resolver os incômodos.

SAIBA MAIS

BRUXISMO
O bruxismo é a desordem caracterizada pelo ranger ou apertar dos dentes, principalmente durante a noite
Causa desgaste nos dentes e dores de cabeça

Tipos de bruxismo

De vigília
A pessoa range ou morde os dentes enquanto está acordada, como em momentos de estresse, nervosismo ou concentração

De sono
Mesmo dormindo, a pessoa range os dentes em movimentos esporádicos

Disfunções

A ATM (articulação temporomandibular) é a estrutura anatômica que liga a mandíbula ao crânio. São dois ossos, a mandíbula e o osso temporal, e, entre eles, há um disco articular
As DTMs (disfunções temporomandibulares) são um grupo de condições que causam dores e perturbações musculares ou articulares na região da ATM
Atingem mais mulheres que homens e são mais comuns na faixa etária dos 20 aos 40 anos

Sinais e sintomas

Dor muscular
Dor maxilar
Dor de ouvido
Dor de cabeça
Dor na face
Limitação nos movimentos mandibulares
Estalos e crepitações

Causas

Fumo, álcool ou drogas
Estresse e ansiedade
Arcada dentária irregular
Prática de esportes de alto rendimento
Apneia
Problemas neurológicos
Uso de algum determinado medicamento

Diagnóstico

Exames dentários observam desgastes e alterações na estrutura
Na polissonografia (exame do sono) são identificados os movimentos do ranger dos dentes
Relato de quem convive com a pessoa ajuda a identificar o problema

Como tratar

Melhoria na qualidade de sono
Uso de placa oclusal (placa para bruxismo)
Corrigir técnicas de mastigação e evitar comidas mais duras no período de dor aguda
Fisioterapia

NA INFÂNCIA

É comum crianças rangerem os dentes para encontrarem uma posição de encaixe melhor, o que não pode ser confundido com bruxismo
É preciso um diagnóstico correto de um especialista para saber se há o hábito

Fontes: Andréa Lusvarghi Witzel, cirurgiã dentista e professora da Faculdade de Odontologia da USP; Ben Hur Morimatsu, cirurgião dentista e diretor de controle de qualidade da OdontoCompany; Conselho Regional de Odontologia de São Paulo

Missa de sétimo dia de MC Kevin ocorre em igreja de São Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Foi realizada neste sábado (22) na igreja da Paróquia de Nossa Senhora de Loreto, na zona norte de São Paulo, a missa de sétimo dia em memória de MC Kevin, que reuniu amigos, fãs e familiares do músico. O funkeiro morreu no domingo (16) após cair de um quarto de hotel na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.


O anúncio da missa foi feito no Instagram da Revolução Records, gravadora aberta por Kevin. MC Brinquedo também postou em sua rede social o anúncio da missa, que ocorreu às 18h na igreja localizada na Vila Medeiros.
O funkeiro também postou um vídeo onde mostrava que iria para a missa com uma bermuda que Kevin lhe emprestou. “Tô com a bermuda do meu irmão, do meu anjo”, disse.


“Cola lá, rapaziada, fazer uma oração, jogar uma energia boa”, falou MC Brinquedo ao convidar seus seguidores a comparecer à missa. O uso de máscara também foi lembrado pelo funkeiro.


CARREIRA
Conhecido por sucessos como “Cavalo de Troia”, “Favelado Vencedor” e “O Menino Encantou a Quebrada”, Kevin contava com 8,6 milhões de seguidores no instagram e 537 mil no YouTube. O artista já fez parcerias com outros artistas do gênero como MC Guimê e Igu.


Nascido na Vila Ede, bairro da zona norte de São Paulo, lançou o último álbum “Fênix”, recentemente.
Pouco mais de um mês antes de morrer, MC Kevin lançou a faixa “Minha Última Música”. A letra, que trata de alguém que trocou o crime pela música e que “vê o melhor da vida sempre andando pra frente” traz também momentos melancólicos. Em um trecho a canção fala sobre “parar”, “dar um tempo” para repensar a vida.


“Eu tô cansado de cantar, vou dar um tempo. Eu posso parar. Depois eu volto pro funk. Joga o tapete vermelho pra eu passar. Vou ficar um tempo distante, paz. Na minha vida, eu tô cansado de inveja. Eu vou aproveitar pra gastar meus milhões bem longe. Tô só pedindo um tempo pra minha vida repensar. É hora do descanso do gigante. É que a liberdade, tá f* a realidade, vê que o mundo tá acabando”, diz a música

Relatório da CPI da Vacina é votado nesta segunda-feira

Os vereadores da Câmara Municipal votam nesta segunda-feira (24), em reunião ordinária da CPI da Vacina, o relatório final apresentado após a investigação sobre o suposto ‘fura-fila’ da vacinação contra a Covid-19 entre os próprios parlamentares. O relator, vereador Adriano La Torre (PP), apresentou o documento recomendando advertência verbal pelo presidente do Legislativo, José Pereira (PSD), aos vereadores Luciano Bonsucesso e Carol Gomes e que após o mesmo pede que o processo seja arquivado por não ter como provar que de fato alguém furou a fila de vacinação, pois não existe exame conclusivo para identificar a vacina no organismo.

Os dois legisladores, Luciano e Carol, foram os protagonistas da investigação. O primeiro foi quem trouxe a público, durante sessão no mês de abril, a informação de que algum vereador teria sido vacinado, sem citar nomes. Após a instauração da CPI, a pedido do vereador Hernani Leonhardt (MDB) – que presidiu a Comissão – Luciano afirmou ter ouvido nos bastidores da Casa de Leis sobre a vereadora Carol Gomes supostamente ter dito que estaria imunizada.

A parlamentar, por sua vez, assumiu que disse tal fato, no entanto, declarou que citou a frase de forma irônica diante de suposto contato com a doença, não por ter sido vacinada – fato que alega não ter ocorrido ao apresentar laudo e exame atestando não estar imune ao vírus. Pereira e o vereador Sivaldo Faísca (DEM) confirmaram que a frase da vereadora estava no contexto de ‘ironia’ durante uma reunião.

Segundo o relator La Torre, não houve ‘má-fé’ por parte de Luciano, porém, que a posição do vereador quando emitiu a informação na sessão colocou em ‘xeque’ todos os demais vereadores. Quanto a Gomes, o relator declara que não há espaço para ironias ou brincadeiras em falas de parlamentares dentro da Câmara Municipal. A recomendação por advertência verbal a ambos gerou discussões acaloradas nos bastidores.

“Solidariedade não envelhece” arrecada fraldas para Emaús

Não existe hora para ser solidário e esse é o tema da campanha “Solidariedade não envelhece”, realizada pelos alunos dos primeiros e últimos anos de Gestão do Claretiano de Rio Claro. A ação teve a mentoria das docentes Carolina Vitti e Viviana Gianini.

Este ano, devido à pandemia, a professora Maria Carolina Vitti teve a iniciativa de propor uma campanha que atingisse um público maior, além de propor um projeto que estabelecesse metas a serem alcançadas pelos alunos em cada fase do projeto interdisciplinar. A campanha teve como objetivo arrecadação de valores financeiros para a compra de fraldas geriátricas.

“Foi um trabalho realizado de forma interdisciplinar que teve início no mês de fevereiro, os alunos desenvolveram um folder com o nome da campanha, que arrecadou um valor em dinheiro e foi comprado em fraldas e entregue à Hospedaria Emaús, instituição também escolhida pelos alunos. Tudo foi feito pelos alunos, todo o processo”, explica Maria Carolina.

A docente explica ainda que os alunos tiveram a oportunidade de alinhar a teoria estudada na sala de aula com a prática ao desenvolver ações de responsabilidade social, planejamento, controle e organização. Ao todo foram arrecadados R$ 11.000,00 entre dinheiro e pacotes de fraldas. O fechamento final da campanha gerou a doação de 220 pacotes de fraldas geriátricas que representa o consumo de quatro meses deste produto pelos 80 moradores da Hospedaria Emaús. Todas as iniciativas foram dos alunos sob a mentora das docentes. A campanha envolveu mais de 800 pessoas da cidade de Rio Claro que participaram com doações.

Maria Carolina fala sobre o espírito de humanidade e empatia que a realização do projeto gerou nos alunos que estão ingressando e também deixando a faculdade.

“Este projeto teve como objetivo incentivar o espírito humanitário e de empatia, desenvolvendo o sentimento de responsabilidade social aos futuros gestores. Ocorreu um envolvimento grande dos mesmos baseado em conhecimentos acadêmicos que são desenvolvidos durante toda campanha, tais como: pesquisa de mercado, administração do tempo, responsabilidade social e análise das performances individuais e em equipes baseada em metas. Ao todo foram envolvidos 110 alunos, com total dedicação e participação nas atividades acadêmicas propostas pela campanha”, finaliza.

A entrega das fraldas foi feita no dia 15 de maio, quando a Hospedaria Emaús completou 51 anos.

VÍDEO: Sepultadores relatam os desafios e a nova realidade de trabalho em meio à pandemia

Os sepultadores lidam com a morte diariamente. Vivenciam na rotina de trabalho o choro e a tristeza de famílias que perderam entes queridos. No entanto, precisam ser fortes e relevar qualquer sentimento.

Na pandemia da Covid-19, tornou-se uma tarefa nada fácil, ainda mais tendo que disfarçar a angústia em meio a tanto sofrimento e vítimas da Covid-19. E não importa o tempo de profissão e a experiência: o momento é difícil para todos nesta pandemia.

Para o sepultador Cláudio Gibilin Milano, 56 anos, a maior dificuldade tem sido lidar com a dor da despedida a distância. “Nos casos de Covid-19, do portão para dentro, somos nós e Deus, somente. É difícil ver o sofrimento dos familiares que não podem dar o último adeus a um pai, mãe, filho ou quem quer que seja”, comenta.

Há 17 anos trabalhando no Cemitério Municipal ‘São João Batista’, diz que é inevitável não se emocionar e solidarizar, mas que é preciso ser forte. “Tem hora que baqueia, a pandemia intensificou alguns sentimentos. A gente tenta minimizar a emoção, mas é difícil. Penso que tenho que seguir em frente, não levar esse sentimento para casa e acreditar que tudo vai melhorar em breve”, reforça Milano.

O profissional conta que junto à sua equipe chegou a fazer oito sepultamentos num único dia, entre Covid-19 e outras causas. Apesar das realidades que vivencia no dia a dia, confessa que não sente medo da morte. “Francamente, nunca tive. Estamos sujeitos à morte a partir do momento em que nascemos. Posso dizer que me acostumei com ela, mas não com o sofrimento do luto. A morte faz parte da vida”, comenta.

Carlos Henrique Camacho, 48 anos, também é sepultador no ‘São João Batista’. Apesar de todas as vidas que perderam a luta para a Covid-19, um momento que o emocionou foi ter que sepultar um amigo. “O mais delicado é se deparar com alguém conhecido. Perdi um amigo para a doença, o conhecido Zé Carioca. Foi bem difícil”, relembra Camacho.

Pai de uma menina, revela, ainda, situações angustiantes que o fizeram refletir ainda mais, como o falecimento de um recém-nascido e de uma criança em decorrência do novo coronavírus. “Ninguém está livre da doença e tudo isso gera insegurança. Tenho filha, a gente pensa nos filhos. Não tem como fugir disso. São vários momentos em que a emoção fala mais alto, com relatos e histórias de vida”.

Imunizados com as duas doses da vacina e devidamente equipados para o trabalho diário, com uso de luvas, máscara, roupa especial e uso de álcool em gel, seguem interruptamente com a responsabilidade e o compromisso de enterrar vítimas ou não da Covid-19. Firmes na missão, esperam por dias melhores e a conscientização de todos para que a luta contra o vírus seja vencida.

“Nunca pensamos em desistir e nem podemos. Guerreiro não pode abaixar a guarda. Enquanto Deus permitir, vamos exercitar a nossa profissão. Que Deus abençoe a nossa Nação, as pessoas se conscientizem e a vacinação chegue para todos”, conclui a dupla.

Rio Claro encara o Água Santa nesta segunda-feira (24)

Com a realização dos jogos da volta das quartas de final, foram definidos os quatro semifinalistas do Paulistão A-2. Rio Claro FC, Água Santa, Oeste e São Bernardo FC vão disputar duas vagas na elite do futebol de São Paulo.

Em conselho técnico virtual realizado ontem (22) entre os clubes e a Federação Paulista de Futebol, foi definida a tabela das semifinais.

O Rio Claro FC encara o Água Santa nesta segunda-feira (24) às 15h no Estádio Augusto Schmidt Filho com o jogo da volta agendado para quinta-feira (27) no Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo.

A outra semifinal também tem início na segunda-feira (24), mas o primeiro encontro entre São Bernardo FC e Oeste acontece às 20h, no Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo. A volta está agendada para a quinta-feira (27), às 21h, na Arena Barueri, no Grande ABC.

Rio Claro FC

Para o primeiro duelo amanhã (24) o técnico Alberto Felix deve ter o desfalque do atacante Denilson, que se machucou no jogo diante do Red Bull Brasil. Maikon Aquino deve entrar em seu lugar e formar a dupla de ataque com Jair.

Provável time

O Galo Azul deve ir a campo com: Murilo Prates, Toninho, Roger Bernardo, Marcelo, Alysson Dutra, Bruno Formigoni, Magno, Gian, Cesinha, Jair e Maikon Aquino.

Água Santa

No time de Diadema um rio-clarense comanda a equipe, o técnico Sérgio Guedes. O treinador vem realizando uma grande campanha no Netuno e caiu nas graças dos torcedores.

Mesmo a derrota para a Lusa por 2 a 1 no jogo da volta nas quartas de final não desanimou a equipe, que fez um grande investimento para retornar ao Paulistão.

Provável time

O Netuno deve ir a campo com: Oliveira; Luis Ricardo, Hélder, Rodrigo Sam, Rhuan, Marzagão, Tauã e Luan Dias, Dadá Belmonte, Lelê, Renato Júnior.

Regulamento

Vale relembrar que com resultados iguais nos dois jogos a decisão do acesso e vaga na grande final será nos pênaltis.

Transmissão

A Rádio Jovem Pan News RC transmite todas as emoções dessas duas partidas para o torcedor. Basta sintonizar AM 1410 ou pelos canais do Facebook e YouTube.

Guia traz 117 aves que habitam o Lago Azul

Durante o estágio no Projeto “Sala Verde – Luiz Antonio Scussolino”, coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, os estagiários são incentivados a criar projetos, ações e atividades voltados à questão ambiental.

Diante de tal oportunidade, as jovens Graziela da Silva Oswaldino, Jade Faltz e Marina Almeida Souza decidiram informar a população sobre a importância da proteção da biodiversidade e viram no Parque do Lago Azul, em meio a uma área urbana, a chance de tornar o incentivo em realidade.

“Um dos últimos documentos que possuem os registros das espécies que podem ser vistas no Lago, foi publicado em 2007 pelo biólogo Carlos Gussoni, em forma de artigo científico na revista Atualidades Ornitológicas. Então buscamos desenvolver um projeto que compilasse todos os registros de espécies de aves, que fosse acessível não só para o meio científico, mas também para a população local”, cita Graziela da Silva Oswaldino, estagiária de ecologia.

No total foram catalogadas 117 espécies de aves. Todas as fotos do Guia foram tiradas por Carlos Otávio Araújo Gussoni e Luiz Carlos Ramassotti, biólogos e observadores de aves que há mais de 20 anos registram e estudam sobre elas. Com o auxílio deles foi possível agilizar o desenvolvimento do Guia.

“Esse guia foi uma maneira que encontramos de traduzir parte daquilo que nós aprendemos durante a faculdade para a população e, principalmente, reafirmar a importância de uma área verde para a biodiversidade da cidade”, afirmou Jade.

“Observar as aves e seu comportamento também é ajudar na sua preservação, e documentar isso é mostrar ao público, principalmente quando se trata do Lago Azul, que as aves têm o seu lugar e esse deve ser protegido”, concluiu Marina.

Acesse o guia: https://drive.google.com/file/d/1C6HxJxJPEFhoEvQ2Nz_24PtD-tuAIDnz/view

Jornal Cidade RC
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