PF diz que investigações descartam mandantes e facções em crime no AM

Folhapress

Investigadores que atuam diretamente no desaparecimento e morte do indigenista Bruno Pereira, 41, e do jornalista Dom Phillips, 57, afirmaram à Folha, sob a condição de anonimato, que as diligências reunidas até o momento não apontam para a existência de um mandante do crime.

Em nota nesta sexta (17), a PF seguiu na mesma linha e disse que as investigações “apontam que os executores agiram sozinhos, não havendo mandante nem organização criminosa por trás do delito”.

A hipótese de que tenha mandantes, porém, existe e segue sendo apurada. Polícia Federal e Polícia Civil do Amazonas trabalham para desvendar as circunstâncias do provável assassinato.

Na noite de terça-feira (14), o pescador Amarildo Oliveira, conhecido como Pelado, prestou um depoimento e confessou ter participado da morte do indigenista e do jornalista, segundo informação divulgada pela PF. Na oitiva, ele descreveu o local onde teria enterrado os corpos.

No começo da tarde do dia seguinte, quarta (15), Pelado foi levado por policiais federais para a área do crime, onde houve uma reconstituição e onde dois corpos foram encontrados. A equipe retornou da área de noite com dois corpos dentro de sacos pretos.

Bruno e Dom estavam desaparecidos desde o dia 5 de junho na região do Vale do Javari.

O avião que transporta os remanescentes humanos encontrados chegou no início da noite desta quinta (16) em Brasília. Os corpos foram encaminhados para o INC (Instituto Nacional de Criminalística) da Polícia Federal, onde vão passar por uma série de análises.

A PF prepara um esquema especial para terminar todos os processos no menor espaço de tempo possível, reforçando equipes que vão participar da tarefa, tratada como prioridade máxima.

Várias áreas de perícia criminal vão trabalhar em conjunto para realização das apurações e laudos. O prazo ainda dependerá da sequência de exames que vão ser necessários, mas o objetivo é liberar os restos mortais em até sete dias para as famílias.

Segundo informações de pessoas que estão envolvidas no caso, Pelado informou na oitiva ter atuado para esconder os cadáveres, mas apontou pelo menos outras duas pessoas como autoras do homicídio. Ele fala da utilização de armas de fogo no episódio.

A polícia ainda apura a motivação do crime. Como mostrou a Folha, investigadores que atuam no caso têm afirmado reservadamente que as evidências e provas até o momento reforçam a hipótese de que as atividades ilegais de pesca e a caça na região são o pano de fundo do caso.

Além de Pelado, um de seus irmãos também está preso na delegacia da cidade, que fica na região de tríplice fronteira do Brasil com Peru e Colômbia. Oseney da Costa de Oliveira, o Dos Santos, é considerado suspeito de participação no crime.

As fontes ouvidas pela reportagem dizem que a confissão só foi feita por Pelado. Dos Santos disse não ter participação no assassinato. Pelado também nega que seu irmão tenha agido no caso.

Novas diligências seguem em curso por parte da Polícia Civil e da PF.

Policiais civis cumpriram uma diligência nesta quinta (16), que não se referia a nova prisão de suspeitos, e colheriam ainda novos depoimentos. Três irmãos de Pelado foram ouvidos. Supostos participantes citados por Pelado estão sendo procurados, mas ainda não foram encontrados.

Policiais federais também buscam formas de encontrar o barco que era utilizado por Bruno e Dom. A embarcação foi afundada com sacos de terra, segundo divulgado pela PF.

Em nota nesta quinta, a PF afirmou que não ainda foi encontrada a embarcação, “apesar de exaustivas buscas” realizadas na área indicada pelo pescador preso.

Disse também que, das amostras coletadas no barco do suspeito, já está descartada ligação desse vestígio com o jornalista britânico. Em relação ao indigenista, será preciso realizar exames complementares.

De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, Pelado deu a entender que o crime não foi premeditado e que não houve mandante. Ele credita o assassinato ao fato de que a atividade da pesca realizada no local estava sendo atrapalhada.

A primeira diligência importante do caso ocorreu no domingo (12), quando os policiais recolheram materiais como uma mochila de Dom, um documento pessoal de Bruno e roupas e calçados dos dois.

Foram as primeiras evidências concretas encontradas pelas equipes de buscas, o que só foi possível a partir da indicação de indígenas que atuaram nessas buscas.

Depois, com a confissão relatada pela PF, foi possível chegar a dois corpos. Falta o barco usado pelo indigenista e pelo jornalista.

A principal suspeita investigada pela polícia, como razão para os crimes, é a existência de conflitos e atos violentos em decorrência da exploração ilegal da caça e pesca, em especial de pirarucu e tracajá.

Pelado, que explora a pesca ilegal, é apontado como um dos responsáveis por fazer ataques contra a base de fiscalização da Funai (Fundação Nacional do Índio), que é a porta de entrada para a terra indígena Vale do Javari.

As diligências colhidas até agora apontam para a ausência de um mandante, mas a hipótese não está descartada e é objeto da investigação, que segue em curso.

As investigações também têm no horizonte um suposto financiamento da atividade de pesca e caça ilegal pelo narcotráfico na região, um problema comum a praticamente toda a tríplice fronteira.

Desde os primeiros minutos do alerta do sumiço de Bruno e Dom, integrantes da vigilância indígena que monitoram o território tinham uma certeza: Amarildo Oliveira, o Pelado, e pessoas de seu entorno eram os responsáveis pelo desaparecimento.

Após dizer que a dupla uma “aventura não recomendada” pelo Vale do Javari, onde acabara assassinada por um pescador, o presidente Jair Bolsonaro (PL) desejou nesta quinta sentimentos e confortos aos familiares dos dois.

“Nossos sentimentos aos familiares e que Deus conforte o coração de todos”, escreveu ele no Twitter, respondendo a uma nota de pesar pela morte da dupla publicada pela Funai.

Essa foi a primeira declaração de Bolsonaro desde que a Polícia Federal divulgou que o pescador conhecido como Pelado confessou ter assassinado Bruno e Dom. Antes, quando comentou o caso, por diversas vezes Bolsonaro minimizou o desaparecimento dos dois no Amazonas.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, classificou o provável assassinato como “crime cruel” e “uma maluquice”.

Agência dos EUA autoriza vacina contra Covid a bebês a partir de 6 meses

Folhapress

A FDA (agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos) autorizou nesta sexta (17) o uso de duas vacinas contra a Covid-19 em crianças que tenham de seis meses a cinco anos.

A decisão ainda precisa ser confirmada pelo CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), que ainda está avaliando os resultados dos ensaios clínicos. A expectativa é que o aval saia até este sábado (18).

No Brasil, a vacinação para esse grupo ainda não está aprovada, e os hospitais infantis já registram aumento dos atendimentos nos prontos-socorros e de internação por Covid.

De acordo com a FDA, bebês a partir de seis meses podem receber doses das vacinas Moderna e Pfizer contra a Covid. Caso seja aprovada pelo CDC, a imunização começa na próxima semana, segundo a agência de notícias AFP.

De acordo com as recomendações da FDA, para a vacina da Moderna será adotado um esquema de duas doses com intervalo de um mês. Crianças e adolescentes com imunossupressão podem tomar a terceira dose um mês após a segunda.

Já a vacina da Pfizer será administrada em um ciclo de três injeções: duas com intervalo de três semanas e a terceira dois meses após a segunda.

A cobertura vacinal de crianças contra a Covid tem sido um desafio nos EUA. A vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada para crianças de cinco a 11 anos em outubro, mas apenas 29% desse grupo está totalmente vacinado até agora, segundo dados federais. O Brasil enfrenta desafio semelhante.

Nesta sexta, o comissário da FDA, Robert M. Califf, comemorou a aprovação das vacinas para novos grupos, indicando que elas são seguras e vão beneficiar muitas crianças.

“Muitos pais, cuidadores e médicos estão esperando por uma vacina para crianças mais novas, e esta ação ajudará a proteger crianças a partir de seis meses de idade. Como vimos com grupos etários mais velhos, esperamos que as vacinas para crianças mais novas forneçam proteção contra os desfechos mais graves da Covid-19, como hospitalização e morte.”

Segundo o chefe da agência, os responsáveis pelas crianças “podem ter confiança na segurança e eficácia dessas vacinas contra Covid-19 e podem ter certeza de que a agência foi minuciosa em sua avaliação dos dados”.

Confira quem deve pedir a revisão da vida toda do INSS na Justiça

Folhapress

A revisão da vida toda entra em uma nova fase no STF (Supremo Tribunal Federal) após a decisão de manutenção de votos de ministros aposentados em julgamento a ser refeito de forma presencial. A regra altera o regimento interno do Supremo e traz reviravolta para segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que buscam a correção na Justiça.

Com a mudança no regimento, advogados previdenciários recomendam que os aposentados com direito à revisão entrem com ação no Judiciário o quanto antes. O motivo é que os ministros podem modular os efeitos, limitando o alcance da decisão apenas a quem já tiver feito o pedido judicial.

A revisão da vida toda é uma ação judicial na qual aposentados pedem que todas as suas contribuições ao INSS, incluindo as realizadas antes da criação do real, em 1994, sejam consideradas no cálculo da média salarial para aumentar a aposentadoria.

A decisão final sobre a correção, julgada no plenário virtual e março, com seis votos favoráveis e cinco contrários, foi interrompida a poucos minutos do fim do prazo do julgamento, após um pedido de destaque do ministro Kassio Nunes Marques que levará o caso ao plenário físico.

“Quem tiver direito que entre com a ação, pois temos um receio de modulação dos efeitos. Eu não vejo nenhum ministro sinalizando para isso, mas pode ocorrer caso dê certo essa revisão no STF”, afirma o advogado João Badari, sócio do Badari, Aith e Luchin.

Carolina Centeno, do Arraes e Centeno, dá a mesma orientação. “A recomendação é que a pessoa que ainda não sabe se tem direito procure um advogado especialista para fazer um cálculo e a análise. Se ela verificar que tem direito, deve dar entrada no pedido. Se o STF modular os efeitos, pode restringir a aplicação da revisão.”

Quem tem direito à revisão da vida toda

Tem direito à revisão o segurado que se aposentou nos últimos dez anos, desde que seja antes da reforma da Previdência, instituída pela emenda 103, em novembro de 2019. É preciso, ainda, que o benefício tenha sido concedido com base nas regras da lei 9.876, de 1999.

A correção compensa para quem tinha altos salários antes do início do Plano Real. Trabalhadores que ganhavam menos não terão vantagem. Se incluírem as remunerações antigas, de baixo valor, poderão diminuir a aposentadoria que ganham hoje.

É preciso ainda fazer os cálculos e apresentar a documentação que comprove o direito. A revisão paga atrasados dos últimos cinco anos.

Badari afirma que é uma correção de exceção, já que não são todos os segurados que se encaixam nela. “Não cabe para todo mundo, é uma ação de exceção. Estudos apontam que um em cada dez [tem direito]”, afirma.

Veja quais são os documentos necessários para entrar com a ação

Além dos documentos pessoais, o segurado deve apresentar:

1 – Cnis (Cadastro Nacional de Informações Sociais), onde devem constar todos os salários do aposentado durante sua vida laboral
2 – Carta de concessão da aposentadoria, onde está o cálculo do benefício e quais contribuições foram consideradas para chegar ao valor final da aposentadoria
3 – Extrato de pagamento do último benefício para comprovar o atual valor pago
4 – Holerites e carteiras de trabalho para quem precisa comprovar salários antigos, antes de 1982, quando não havia o Cnis nem outro sistema que consolidasse os pagamentos
5 – GPSs (Guias de Pagamento da Previdência Social) para os autônomos

ENTENDA A CORREÇÃO

A revisão pede, na Justiça, a inclusão de salários antigos na aposentadoria para tentar corrigir uma distorção criada pela reforma da Previdência de 1999. Na época, a regra de transição aplicada aos segurados do INSS criou duas fórmulas para apuração da média salarial utilizada no cálculo dos benefícios.

Quem já era segurado do INSS até 26 de novembro de 1999 teria sua média salarial calculada sobre as 80% maiores contribuições realizadas a partir de julho de 1994. Já para os trabalhadores que iniciassem suas contribuições a partir de 27 de novembro de 1999, a regra permanente estabeleceu que a média salarial consideraria os 80% maiores salários de todo o tempo de contribuição.

Com isso, quem já era segurado da Previdência e concentrou seus maiores pagamentos no início da vida profissional, antes da criação do Plano Real, saiu prejudicado.

Petrobras aumenta gasolina em 5,2% e diesel em 14,2%

Folhapress

Após resistir a pressão do governo, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira (17) reajustes de 5,2% no preço da gasolina e de 14,2% no preço do diesel, alegando que o mercado de petróleo passou por mudança estrutural e que é necessário buscar convergência com os preços internacionais.

Após 99 dias sem aumentos, o preço médio da gasolina nas refinarias da estatal passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. Já o preço do diesel passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro. O último ajuste ocorreu há 39 dias.

Na quinta (16), o conselho de administração da companhia rejeitou pedido do governo para evitar reajustes, defendendo que a definição de preços é atribuição da diretoria executiva. A reunião havia sido convocada a pedido do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

O pedido foi uma última cartada do governo para tentar evitar o aumento em meio ao esforço para aprovar um pacote de medidas para tentar reduzir os preços, que, segundo o presidente Jair Bolsonaro (PL), poderia baixar os preços da gasolina e do diesel em R$ 2 e R$ 1 por ltiro, respectivamente.

Na quarta (15), o Congresso concluiu a votação de projeto de lei que estabelece um teto para alíquotas do ICMS sobre os combustíveis, que pode reduzir o preço médio da gasolina em R$ 0,657 por litro, segundo projeção do consultor Dietmar Schupp.

Na semana que vem, o Congresso debate a chamada PEC dos combustíveis, que autoriza o governo a zerar impostos federais sobre a gasolina e compensar estados que se dispuseram a reduzir o ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha.

Logo após a reunião do conselho, a Petrobras foi alvo de ataques de Nogueira e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

O ministro pediu um “basta” e disse que a empresa “não pode abandonar os brasileiros na maior crise do último século”. O deputado disse que a empresa está em “estado de guerra” contra o Brasil e comparou reajustes ainda a “um bombardeio”.

Também na quinta à noite, em sua live semanal, Bolsonaro disse que um novo reajuste no preço dos combustíveis teria “interesse político para atingir o governo federal”. Na manhã desta sexta, ele voltou a criticar a empresa.

“A Petrobras pode mergulhar o Brasil num caos. Seu presidente, diretores e conselheiros bem sabem o que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo.”

Em nota divulgada nesta sexta, a Petrobras disse que “é sensível ao momento em que o Brasil e o mundo estão enfrentando e compreende os reflexos que os preços dos combustíveis têm na vida dos cidadãos” mas que o mercado global de energia está “em situação desafiadora”.

“Com a aceleração da recuperação econômica mundial a partir do segundo semestre de 2021 e, notadamente, com o início do conflito no Leste Europeu em fevereiro de 2022, tem-se observado menor oferta e maior demanda por energia, com aumento dos preços e maior volatilidade nas cotações internacionais”.

A companhia afirmou ainda que, com os reajustes, “reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Prefeito Gustavo autoriza devolução do PSMI para a administração da Santa Casa

O convênio para a transferência do Pronto Socorro Municipal Integrado (PSMI) para que a Santa Casa de Misericórdia volte a administrá-lo foi assinado na tarde dessa quarta-feira (15) pelo prefeito Gustavo Perissinotto (PSD). Reportagens anteriores do JC repercutiram projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal para executar a iniciativa que era articulada há anos pelas gestões da Prefeitura de Rio Claro. Através do atual governo, o acordo foi estabelecido e a instituição terá 45 dias, a partir da publicação do documento no Diário Oficial, para assumir o serviço.

Há cerca de 20 anos o prédio, que é da Santa Casa, estava cedido à Prefeitura para a instalação da unidade hospitalar. Apesar de ser um prédio anexo ao hospital, a entidade não tinha nenhum gerenciamento sobre os trâmites e o atendimento aos pacientes. “As pessoas tinham que ir para lá e havia todo um protocolo para pedir vaga na Santa Casa, a partir de agora, toda a condução será feita pela entidade”, diz Danúzio Diniz, provedor do hospital.

“Estamos marcando história, já que este é um pleito importante, que representa mais leitos para o município e melhores condições de acolhimento à população”, disse o prefeito Gustavo. Durante solenidade, a Santa Casa ressaltou que os repasses para custeio estão em dia através da Prefeitura. “O prefeito Gustavo honrou com todos os pagamentos à Santa Casa, sempre em dia, e esse era um dos pré-requisitos para iniciarmos uma conversa”, diz Francisco Sterzo, diretor administrativo da Santa Casa.

Com a mudança da gestão da unidade, segundo informa a Prefeitura, o município passará a contar com mais 24 leitos hospitalares e também quatro poltronas de observação. Deste total, 10 leitos serão equipados com UTI. As equipes e insumos utilizados nesta nova porta de entrada hospitalar e leitos de retaguarda serão de responsabilidade da Santa Casa, que também será responsável pela reforma do prédio em que as obras devem durar de seis meses a um ano, sem que as atividades de atendimento sejam paralisadas. O convênio prevê que a Fundação Municipal de Saúde realize repasse mensal de R$ 1,2 milhão à Santa Casa.

Os servidores da fundação que atuam no PSMI serão realocados para outras unidades do município, reforçando equipes, e o que hoje é gasto com insumos para o PSMI será reaplicado em outros atendimentos. “Nosso objetivo é a maior resolutividade nos serviços”, frisou Giulia Puttomatti, presidente da Fundação Municipal de Saúde, lembrando que o acesso ao PSMI será a partir de regulação.

O vereador Serginho Carnevale, em nome da Câmara Municipal, lembrou que todos os vereadores votaram favoravelmente ao projeto e se empenharam para que a população colha os resultados desta parceria e a saúde do município seja cada vez melhor. O convênio tem validade de três anos, podendo ser prorrogado por até cinco anos.

Da assinatura também participaram vereadores Rafael, Geraldo, Diego, Hernani, Val, Julinho, Vagner e Thiago; Jorge Pedro, vice-provedor da Santa Casa; Márcia Boarin de Oliveira, diretora técnica de saúde da DRS de Piracicaba; e diretores da Fundação de Saúde.

Novo nome

A nova unidade hospitalar, sob gestão da Santa Casa, deve receber o nome Unidade de Internação ‘Nossa Senhora de Lourdes’.

HBO desenvolve sequência protagonizada por Jon Snow em ‘Game of Thrones’

Folhapress

Os fãs de “Game of Thrones” têm motivos para comemorar. De acordo com a revista especializada The Hollywood Reporter, uma sequência da série de fantasia, que fez sucesso entre 2011 e 2019, está começando a ser desenvolvida pela HBO.

A nova trama será centrada no personagem Jon Snow, um dos favoritos do público. O ator Kit Harington, 35, está ligado ao projeto e deve voltar ao papel do suposto filho bastardo de Ned Stark (Sean Bean), pelo qual foi indicado duas vezes ao Emmy. As informações não foram confirmadas nem pela HBO nem pelos representantes do ator.

No final da série original (se não quiser saber o que ocorre, pare de ler por aqui), Jon Snow descobre que seu nome verdadeiro é Aegon Targaryen. Filho de Rhaegar Targaryen e Lyanna Stark, ele seria o verdadeiro herdeiro do trono de ferro, mas decide se exilar com os selvagens que moram ao norte da muralha.

A nova produção poderia abrir as portas para que outros atores queridos pelos fãs façam participações, ou até mesmo ganhem suas próprias séries, como vem ocorrendo com as franquias da Marvel e de Star Wars. Entre os personagens que permaneceram vivos no desfecho da série estão Arya Stark (Maisie Williams), Sansa Stark (Sophie Turner) e Brienne of Tarth (Gwendoline Christie).

Ao todo, existem sete projetos derivados de “Game of Thrones” em diferentes fases de produção. A mais adiantada é “House of the Dragon”, com estreia marcada para 21 de agosto, que conta uma história que se passa 200 anos antes da série original.

Falecimentos: confira a necrologia de 17/06/2022

Francisco Americo de Lima – 58 anos. Faleceu dia 14 em Rio Claro. Deixou os filhos Thiago, Tatiane, Thais e Gabriel. Foi sepultado no Cemitério Parque das Palmeiras;

José Luiz Barbi, Zé Da Padaria – 68 anos. Faleceu dia 14, às 05h00, em Rio Claro. Deixou viúva Maria Aparecida Barros Barbi, os filhos Michel c/c Fernanda, Sheron (falecida), e 2 netos. Foi sepultado no Cemitério São João Batista;

Marcos Bertoni de Moraes – 64 anos. Faleceu dia 13 em Rio Claro. Deixou os filhos Vanessa, Marcos e Joyce. Foi sepultado no Cemitério São João Batista;

Maria Aparecida Mameto – 73 anos. Faleceu dia 15, às 02h53, em Rio Claro. Deixou a filha Raquel c/c Denilson, 3 netos e 3 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Santo Antônio de Pádua, em São Carlos;

Maria de Lourdes Mendes – 75 anos. Faleceu dia 13 em Rio Claro. Deixou as filhas Selma, Oriana, Raquel e Luci. Foi sepultada no Cemitério São João Batista;

Rafael Calderelli – 32 anos. Faleceu dia 14 em Rio Claro. Deixou a filha Maitê. Foi sepultado no Cemitério Parque das Palmeiras;

Valeri Rodrigues Torres, Lemão – 78 anos. Faleceu dia 15, às 05h04, em Rio Claro. Deixou viúva Hilda Rodrigues Torres, os filhos Valéria c/c Ricardo, Valeri e 2 netos. Foi sepultado no Cemitério São João Batista;

Ministério da Saúde reforça orientação para quem tomou dose única da Janssen contra a Covid

A campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 foi estruturada contemplando toda a população apta a se vacinar, respeitando as recomendações dos fabricantes e orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para quem se vacinou com a Janssen, o Ministério da Saúde lembra que são recomendadas doses de reforço, no seguinte esquema: dose única inicial + dose de reforço + segunda dose de reforço (que vale para o público prioritário acima de 50 anos).

Como se trata de um imunizante de dose única, não há aplicação da segunda dose da Janssen. Portanto, quem se vacinou com esse imunizante deve tomar uma dose de reforço, 2 meses depois da dose única. A dose de reforço da Janssen deve ser aplicada com o mesmo imunizante ou com as vacinas da Pfizer e Astrazeneca. Já as pessoas acima de 50 anos devem tomar a segunda aplicação de reforço 4 meses depois da primeira dose de reforço, também com imunizantes da Janssen, Pfizer ou Astrazeneca.

As recomendações do Ministério da Saúde foram feitas a partir de estudos que demonstram que a imunogenicidade após aplicação de doses de reforço heterólogas, com combinação diferente de vacinas contra a Covid-19, foi adequada e superior a esquemas sem doses de reforço.

Pátria protegida
Até o momento, 443 milhões de doses de vacina Covid-19 foram aplicadas na população. Dessas, 22 milhões são da Janssen. Cerca de 77% dos brasileiros estão com o esquema vacinal primário completo – percentual que corresponde a 164,8 milhões de pessoas.

Ministério da Saúde confirma novo caso de varíola dos macacos; desta vez em Indaiatuba

O Ministério da Saúde informou hoje (16) que mais um caso de varíola dos macacos (Monkeypox) foi notificado no país. De acordo com a pasta, o caso foi confirmado em São Paulo, após exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz.blankblank

Trata-se de um paciente de 28 anos, morador de Indaiatuba (SP), com histórico de viagem para a Europa. Ele está em isolamento e apresenta estado clínico estável, sem complicações. O caso é monitorado pelas secretarias de saúde municipal e estadual.

Até o momento, o Brasil tem seis casos confirmados, sendo quatro em São Paulo, um no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Treze casos suspeitos estão sendo investigados.

A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, este contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Inverno será marcado por chuvas abaixo da média no Sul e Sudeste

A ação do fenômeno La Niña deve persistir durante todo o inverno, com tendência de potencializar as chuvas nas regiões Norte e Nordeste e reduzir a possibilidade de chuvas mais intensas no Sul e no Sudeste. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a estação que se aproxima.blankblank

No Hemisfério Sul, o inverno começa na próxima terça-feira, dia 21 de junho de 2022, às 06h14, e vai terminar no dia 22 de setembro, às 22h04 (horário de Brasília). A estação é normalmente marcada pelo período menos chuvoso das regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, enquanto os maiores volumes de chuva concentram-se sobre o noroeste da Região Norte, leste do Nordeste e parte da Região Sul do Brasil.

Além de uma menor incidência de radiação solar, a estação caracteriza-se também, pelas incursões de massas de ar frio, vindas do sul do continente, que provocam queda acentuada da temperatura do ar, resultando em valores médios inferiores a 22ºC sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Para a Região Norte, a previsão do Inmet indica maior probabilidade que as chuvas ocorram acima da média climatológica, principalmente sobre a faixa norte da região. Em áreas do sul do Pará e do Tocantins, existe uma tendência de chuvas próximas e abaixo da média.

A temperatura do ar nos próximos meses deverá permanecer acima da média em grande parte da região. Ressalta-se que, as condições de falta de chuvas no sul da Amazônia, muito comuns nos meses de julho a setembro, aliadas à alta temperatura e baixa umidade relativa do ar, favorecem a incidência de queimadas e incêndios florestais. Por outro lado, isto não descarta a ocorrência de eventuais episódios de friagens nesta região, devido à passagem de massas de ar frio mais continentais.

A previsão do Inmet indica chuvas acima da média histórica para toda a faixa próxima ao litoral nordestino, em função dos impactos da La Niña e também do padrão de águas mais aquecidas próximo à costa. No oeste da Bahia e no sul do Piauí e do Maranhão, as chuvas poderão ser próximas da média, sendo que estas áreas já se encontram em seu período menos chuvoso.

Em relação à temperatura, a previsão indica que neste inverno haverá o predomínio de temperaturas próximas e acima da média em grande parte da região.

Na Região Centro-Oeste, o período seco já teve início e a tendência é de diminuição da umidade relativa do ar nos próximos meses, com valores diários que podem ficar abaixo de 30% e picos mínimos abaixo de 20%. Desta forma, a previsão para o inverno indica que em áreas pontuais no sudoeste do Mato Grosso do Sul e noroeste do Mato Grosso, as chuvas podem ser ligeiramente acima da média.

As temperaturas deverão permanecer acima da média, devido à permanência de massas de ar seco e quente, principalmente nos meses de agosto e setembro, favorecendo a ocorrência de queimadas e incêndios florestais. Em algumas localidades do leste do Mato Grosso do Sul e sul do Mato Grosso, as temperaturas poderão ser ligeiramente abaixo de seus valores climatológicos, devido à passagem de algumas massas de ar frio mais continentais.

Segundo a previsão do Inmet, as chuvas devem permanecer próximas ou ligeiramente abaixo da média, porém não se descarta a ocorrência de chuvas próximas ao litoral da Região Sudeste, devido a passagem de frentes frias.

As temperaturas devem permanecer acima da média em grande parte da região, porém não se descarta a possibilidade de queda na temperatura média do ar devido à entrada de massas de ar frio, podendo ocorrer formação de geadas em regiões de altitude elevada.

O prognóstico do Inmet para os meses de inverno indica o predomínio de chuvas abaixo da média em grande parte da Região Sul, em decorrência dos impactos do fenômeno La Niña. Porém, em áreas do oeste dos três estados, assim como no extremo sul do Rio Grande do Sul, as chuvas poderão ocorrer próximas ou ligeiramente acima da climatologia.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Disque 100 registra mais de 35 mil denúncias de violações de direitos humanos contra idosos em 2022

Ontem, quarta-feira (15), Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), divulga balanço de dados do Disque 100 sobre o tema. Segundo as informações, de janeiro a 2 de junho de 2022, já foram registradas mais de 35 mil denúncias de violações de direitos humanos contra pessoas idosas.

“Em mais de 87% das denúncias (30.722) as violações ocorrem na casa onde o idoso reside”, acrescenta o ouvidor nacional de Direitos Humanos, Nabih Chraim. Destas, 16 mil ocorreram na casa onde residem a vítima e o suspeito. Entre os agressores, os filhos são os principais responsáveis pela violação, figurando como suspeitos em mais de 16 mil registros, seguidos por vizinhos (2,4 mil) e netos (1,8 mil).

Vítimas com faixa etária entre 70 e 74 anos aparecem em 5,9 mil registros. Em seguida, estão os idosos entre 60 e 64 anos (5,8 mil); os idosos entre 65 e 69 anos (5,4 mil); os idosos entre 80 e 84 anos (5,2 mil); os idosos entre 75 e 79 anos (4,7 mil); os idosos entre 85 e 89 anos (3,5 mil); e idosos com mais de 90 anos (2,5 mil).

Como denunciar

As denúncias de violações de direitos humanos podem ser feitas de maneira anônima pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100). A central recebe ligações diariamente, 24h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita para o número 100, pelo WhatsApp (61-99656-5008), ou pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil, no qual o cidadão com deficiência encontra recursos de acessibilidade para denunciar.

Junho Violeta

O Junho Violeta é uma campanha realizada anualmente em todo o mundo. O mês foi escolhido em alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, conforme declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e a Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa em 2006.

Para marcar a data, este ano o MMFDH realizou o Seminário Nacional sobre Violência Contra a Pessoa Idosa e a abertura da exposição fotográfica “Sorrisos Não Envelhecem”. A mostra é composta por 20 imagens fotográficas nas dimensões de 1,30m x 0,90m, produzidas pela fotógrafa Tânia Neco, e estará aberta ao público do dia 15 ao dia 24 de junho, no térreo do Edifício Parque Cidade Corporate, em Brasília (DF).

Ainda foi lançado um curso de capacitação voltado aos gestores das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). A atividade virtual será promovida em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV). Entre os objetivos, está a colaboração para a gestão sustentável e qualificada das instituições. As inscrições seguem até o dia 4 de setembro por meio do portal da Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância (Cead/UFV).

Jornal Cidade RC
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