Prefeitura de São Paulo confirma uma morte por meningite na cidade

Folhapress

A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira (27) a morte de uma mulher, de 42 anos de idade, por meningite. Ela era moradora da região que abrange Vila Formosa e Aricanduva, dois bairros da zona leste da capital.

Esse é um dos cinco casos de meningite meningocócica do tipo C registrados entre 16 de julho e 15 de setembro. Além da mulher, foram infectados um bebê de 2 meses e adultos de 20, 21 e 61 anos de idade.

Segundo a prefeitura, imediatamente após as notificações dos casos foram desencadeadas ações de prevenção e controle pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), como o fornecimento de medicamentos preventivos para pessoas consideradas mais próximas, como parentes ou habitantes da mesma casa de pessoas acometidos pela doença, além da intensificação vacinal na região, de moradores entre 3 meses e 64 anos de idade, inclusive com busca ativa. Já foram vacinadas 7.400 pessoas na região nos últimos 15 dias.

“Cabe esclarecer que em toda a cidade o número de casos diminuiu neste ano na comparação com 2019, ano anterior à pandemia da Covid-19. De janeiro até ontem (26) foram notificados 56 casos de doença meningocócica em toda a capital. Durante o mesmo período de 2019 [janeiro a setembro] foram registrados 158 casos da doença, ou seja, uma redução de 64,5% no âmbito geral”, disse a prefeitura por meio de nota.

A doença meningocócica ou meningite é uma inflamação das meninges, que são as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e que pode ser causada por infecções de vários microrganismos, como fungos, vírus e bactérias. Para prevenir a doença é possível tomar a vacina em todas as unidades básicas de Saúde (UBS) do município.

O imunizante contra a meningite meningocócica C deve ser aplicado em bebês aos três, cinco e 12 meses, e o de meningite meningocócica ACWY atualmente é aplicado na faixa etária de 11 a 14 anos de idade. A vacinação foi ampliada no dia 19 também para adolescentes de 13 e 14 anos, até junho de 2023, conforme definição do Programa Nacional de Imunizações.

“É fundamental que pais e responsáveis mantenham a vacinação de seus filhos em dia para protegê-los das chamadas doenças imunopreveníveis, como meningite meningocócica, poliomielite, difteria, coqueluche, sarampo, caxumba, entre outras. Vacinas salvam vidas e isso ficou ainda mais evidente na pandemia de Covid-19”, disse o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

Os cidadãos podem verificar sua situação vacinal na unidade de saúde e localizar a mais próxima por meio da plataforma Busca Saúde (http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/).

Telescópios mostram imagens da missão da Nasa que colidiu com asteroide

Folhapress/ Jéssica Alves

 Telescópios da Terra capturaram o momento histórico em que a espaçonave DART da NASA colidiu com um asteroide, na noite de segunda-feira (26). Em uma etapa crucial da missão, o veículo da agência espacial dos Estados Unidos colidiu (de propósito) em um asteroide a 22.000 km/h.

Lançada em novembro de 2021, a missão terminou após 10 meses. A espaçonave suicida teve como alvo o asteroide Dimorphos, e foi o primeiro teste real de defesa planetária da história.

O objetivo é coletar dados que possam ajudar os cientistas a desviarem eventuais ameaças contra à Terra no futuro. A missão foi transmitida ao vivo.

Vídeos postados nas redes sociais mostram o momento do impacto, capturado por telescópios localizados no Havaí e na África do Sul.

O telescópio ATLAS, que fica em Honolulu, Havaí, mostra o asteroide como uma bola de luz em movimento e uma nuvem de material ejetado, emitida quando a espaçonave atinge o alvo.

A cena foi capturada de forma semelhante por um dos telescópios do Observatório Las Cumbres na África do Sul, que divulgou as imagens.

As imagens da colisão também foram divulgadas pela Nasa, registradas pela câmera Draco (Didymos Reconnaissance and Asteroid Camera for Optical Navigation), que estava a bordo da nave e também foi destruída.

Nelas, podemos ver a superfície do asteroide, com suas rochas e texturas, em detalhes.

E mais imagens devem ser divulgadas pela Nasa nas próximas dias, registradas por um pequeno satélite italiano LICIACube, que viajou como passageiro da nave e se separou dela na última semana, ficando a uma distância segura do impacto.

Campanha de vacinação contra a pólio termina na sexta-feira

A campanha de vacinação contra a poliomielite e multivacinação termina nesta sexta-feira (30). A vacina contra a pólio é para crianças de 1 ano a 4 anos e a campanha de multivacinação, para pessoas com menos de 15 anos.

Pais ou responsáveis devem levar as crianças e adolescentes a uma unidade básica de saúde ou unidade de saúde da família. O atendimento é de segunda a sexta-feira a partir das 7h30. No caso das unidades dos bairros Mãe Preta, Bonsucesso e Terra Nova, que funcionam em horário estendido, a vacinação segue até as 18h30, e nas demais unidades de saúde do município a vacinação é até as 16h30. Não há vacinação nas unidades do Boa Vista, Guanabara e São Miguel.

A vacina contra a pólio também está sendo aplicada nas escolas municipais, onde as crianças também são vacinadas contra a Covid. Nesta quarta-feira (28) serão atendidos alunos de quatro escolas. Das 11 às 14 horas haverá aplicação das doses nas escolas João Rehder Neto e Paulo Koelle. Das 15 às 17 horas serão vacinados os alunos das escolas Lucia Buschinelli Carneiro e Sebastião Ambrózio.

Vacinação Covid

A vacinação contra Covid é realizada em oito locais, de segunda a sexta-feira, a partir das 7h30. O atendimento nas unidades de saúde da família do Mãe Preta, Terra Nova e Bonsucesso é em horário estendido, até as 18 horas. Já nos postos de saúde de Ajapi, Wenzel, Vila Cristina, Cervezão e Avenida 29, a vacinação é até as 16h30.

As primeiras doses são para quem tem 3 anos ou mais. Para a segunda dose, é necessário observar a data de retorno, marcada a lápis no cartão de vacinação. Já nos maiores de 12 anos a terceira dose é aplicada quatro meses após a segunda dose. A quarta dose é aplicada em pessoas com 18 anos ou mais que tomaram a terceira dose há no mínimo quatro meses.

Telhado da escola Margarida Penteado passou por reforma

A prefeitura de Rio Claro finalizou a reforma no telhado da Escola Municipal Caminho da Vida – Profª Margarida Penteado. Localizada no bairro Jardim Novo Wenzel, a escola conta com 140 alunos de zero a cinco anos de idade.

Com a reforma, a escola voltou a funcionar em sua totalidade, atendendo mais 10 crianças. Uma das salas estava fechada em razão de goteiras que, agora, foram eliminadas.

A empresa contratada retirou todo o telhado e demoliu parte da parede de sustentação do telhado. “O madeiramento da cobertura foi refeito e aprumado, a parede foi construída e as telhas recolocadas”, explica o engenheiro Renato Silva Ferreira. “Este e outros serviços que estão sendo feitos no prédio garantem maior comodidade para as crianças, funcionários e também aos pais quanto estão em visita à escola”, observa o diretor Carlos Alberto de Góes Junior.

Ainda estão previstas a troca de algumas portas e de revestimentos de parede. Pintura já foi realizada.

Idosos curtem sessão de cinema no shopping

Um grupo de idosos rio-clarenses esteve no shopping na terça-feira (27) para assistirem sessão de cinema organizada pelo Fundo Social de Solidariedade (FSS) de Rio Claro.

“Nosso objetivo foi proporcionar momentos de lazer e diversão para idosos que fazem parte dos grupos de terceira idade cadastrados no Fundo Social”, informa Lilian Santos, chefe de gabinete e presidente interina do Fundo Social de Solidariedade.

A iniciativa fez parte das comemorações da Semana do Idoso. Ao longo deste mês, outras atividades foram realizadas pelo FSS, como visitas à Expoflora, no município de Holambra, onde o grupo de Rio Claro pôde participar da maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina.

Menores de 12 e 17 anos são presos juntamente com maior por roubo de veículo em Rio Claro

A Força Tática da Polícia Militar de Rio Claro recuperou, na tarde desta terça-feira (27), um veículo que foi roubado hoje, no Distrito de Ajapi, em Rio Claro. Durante a ocorrência foram apreendidos dois menos, um de 12 anos e outro de 17 e um maior.

Segundo Cabo Lucas, a equipe recebeu informação pelo rádio sobre a situação e começou o patrulhamento pelos bairros da cidade, quando no Boa Vista, localizaram o veículo e os indivíduos com as características repassadas.

Durante a abordagem pessoal nada ilícito foi localizado, mas ao vistoriar o veículo, os agentes de segurança localizaram um simulacro de pistola, utilizado para abordar a vítima, uma mulher, professora, que saia do seu trabalho no momento do crime.

Encaminhados até o plantão policial, foram ouvidos, assim como os demais envolvidos na situação e a autoridade tomou as providência cabíveis. Ainda de acordo com a PM, os três possuíam passagem nos meios policiais por tráfico de drogas.

Censo conclui menos de 30% dos setores em quase dois meses de pesquisa

Folhapress/ Leonardo Vieceli

Em quase dois meses de entrevistas, o Censo Demográfico 2022 concluiu a coleta das informações em menos de 30% dos setores que compõem a pesquisa, indicam dados atualizados nesta terça-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os setores censitários representam a divisão do território brasileiro em áreas urbanas ou rurais e permitem acompanhar o avanço das operações. Há 452,2 mil no Censo deste ano.

Recenseadores do IBGE começaram a coleta das informações da pesquisa em 1º de agosto. Em mais de uma ocasião, o órgão indicou que a previsão inicial era terminar as entrevistas nos domicílios em três meses, até o final de outubro.

Porém, somente 26,7% dos setores censitários já foram concluídos, de acordo com os dados atualizados pelo instituto nesta terça. O Censo ainda estava em andamento em 37,7% dos espaços. Já a parcela de setores nos quais a coleta sequer havia sido iniciada era de 35,7%.

De acordo com os dados atualizados nesta terça, o Censo já contou 95,7 milhões de pessoas no país. O número corresponde a menos da metade da população que o instituto projeta recensear até o final da pesquisa (cerca de 215 milhões).

A edição mais recente do Censo ocorreu em 2010. Os dados divulgados à época pelo IBGE sinalizam que aquele levantamento estava em velocidade mais avançada do que o atual. De 1º de agosto a 27 de setembro de 2010, a coleta já havia chegado a 80% da população estimada no país.

Perguntado se o fim das entrevistas de 2022 ficará para depois de outubro, o IBGE afirmou à reportagem que questões como essa serão respondidas em uma entrevista coletiva. O órgão não deu detalhes sobre o assunto.

O instituto é alvo de queixas de recenseadores desde o início deste Censo. A categoria, contratada de maneira temporária, reclama da demora na liberação de pagamentos e de valores abaixo dos esperados. Diante desse quadro, houve ameaças de greve, além de desistências de profissionais.

Em balanço divulgado no final de agosto, o IBGE reconheceu a dificuldade para preencher parte das vagas de trabalho em regiões com menor desemprego. Na mesma ocasião, o órgão informou que contava com 144,6 mil recenseadores em campo.

Para preencher postos de trabalho que estavam vazios, o instituto apostou em processos seletivos complementares, procedimentos previstos em pesquisas como o Censo. O IBGE não informou o número atual de recenseadores que estão em campo.

De acordo com os dados atualizados nesta terça, Mato Grosso é o estado com menor percentual de setores censitários concluídos: 13,4%.

Em São Paulo, dono da maior população do país, a proporção estava em 22,2%. Sergipe tem o patamar mais elevado de setores concluídos: 39,5%.

O Censo costuma ser realizado de dez em dez anos. As informações apuradas pelo IBGE servem como base para políticas públicas e podem influenciar até decisões de investimento de empresas.

A nova edição da pesquisa, inicialmente prevista para 2020, foi adiada por dois anos consecutivos. Os atrasos ocorreram em razão das restrições da pandemia, em 2020, e do corte de verba, em 2021, pelo governo federal.

Para a produção do Censo em 2022, o IBGE contou com um orçamento de cerca de R$ 2,3 bilhões.

Inicialmente, as operações da nova edição haviam sido estimadas em mais de R$ 3 bilhões.

O valor diminuiu após revisões. Até agora, o instituto não manifestou necessidade de recomposição na verba.

ASSOCIAÇÃO COBRA CANDIDATOS NAS ELEIÇÕES
Às vésperas da eleição deste ano, a Assibge, que representa os servidores do órgão, publicou uma carta na qual pede aos candidatos um “compromisso claro com o IBGE e com os seus trabalhadores”.

A entidade defende, por exemplo, realização de concurso público para reposição do quadro de funcionários do órgão e “orçamento adequado” para produção de pesquisas.

“O orçamento do IBGE tem sido progressivamente declinante em termos reais, prejudicando a capacidade de planejamento da instituição e de atendimento das demandas da sociedade no longo prazo”, diz a carta, divulgada na quinta-feira (22).

Na Suíça, morre o antiquário rio-clarense Aguinaldo Fontanetti

Faleceu no dia 5 de setembro, em Basel, na Suíça, o antiquário rio-clarense Aguinaldo Fontanetti, aos 59 anos. De acordo com informações da família, Fontanetti morreu de causas naturais, conforme consta no atestado de óbito.

O antiquário era filho de Pedro Fontanetti e Lucila Malafaia Fontanetti, já falecidos. Solteiro, deixou irmãos, sobrinhos, parentes e muitos amigos em Rio Claro e no país onde vivia.

O sepultamento acontece amanhã, quarta-feira (28), às 10h30, no Cemitério de Hörnil, na Suíça.  

Falecimentos: confira a necrologia de 27/09/2022

Cloves Alves da Silva – 44 anos. Faleceu dia 24, às 09h50, em Rio Claro. Deixou os pais Custodio Alves Durães e Izabel Alves da Silva. Foi sepultado no Cemitério Municipal de Catuni (Funerária João de Campos).

Dalva Inês Colin – 73 anos. Faleceu dia 25, à 01h08, em Rio Claro. Era viúva de Antonio Colin, deixou os filhos Rosangela viúva de José, Wilson (falecido), Ivan c/c Maria José, Rosemeire c/c Valci, Marcelo c/c Raquel, Adriane c/c Nelio, Marilene c/c Rodrigo, Humberto c/c Camila, Joseli c/c Gustavo, Anna c/c Marcelo, 13 netos e 2 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Darzil Carrili – 82 anos. Faleceu dia 25, às 07h34, em Nova Europa. Era viúvo de Maria Inacio Carrili, deixou os filhos Cleuza c/c José Fernando, Luís Fernando c/c Eliete, Odair c/c Andreia, e 3 netos. Foi sepultado no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Deusdete Maria Dourado – 79 anos. Faleceu dia 25, às 09h30, em Rio Claro. Era viúva de Antonio Dourado, deixou os filhos Janaina viúva de Biscola, Andreia c/c Geraldo, Sandra, Osmar c/c Celia, Alcides c/c Silvia, Ilda c/c José, Ilza, 10 netos e 11 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Dilamar Silvino Canduria – 75 anos. Faleceu dia 24, às 06h15, em Piracicaba. Era viúva de Moacir Canduria, deixou os filhos Moacir, Miriam c/c Anderson, Mercio c/c Raquel, Mario c/c Joice, 8 netos e 1 bisneto. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Emilio Carlos Pereira – 69 anos. Faleceu dia 26, às 04h45, em Rio Claro. Deixou viúva Rosana Pinheiro Pinto Pereira, os filhos Oswaldo c/c Jaqueline, Fabricio c/c Camille, Daniela c/c Fernando, Emilene e 5 netos. Foi sepultado no Crematório Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Jair Zamoner – 72 anos. Faleceu dia 24, às 15h00, em Rio Claro. Deixou viúva Olinda Rosalina Zamoner, os filhos Carlos, Daniel, Maria Regina, e 1 neta. Foi sepultado no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

João Candido, Joãozinho Batovi – 74 anos. Faleceu dia 26, às 11h49, em Santa Gertrudes. Deixou os filhos Marcel c/c Kelly, Vitoria, Elisangela c/c Claudinei, Hercilio c/c Emilia, e 4 netos. Seu sepultamento dar-se-á hoje, dia 27, às 17h00, seguindo o féretro do Velório Municipal para o Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

José Raimundo dos Santos – 58 anos. Faleceu dia 23 em Rio Claro. Deixou os filhos Yasmin e Victor. Foi sepultado no Cemitério São João Batista.

Josefina Zampieri Hara – 74 anos. Faleceu dia 24 em Rio Claro. Era viúva de Antonio Cesar Gomes Hara, deixou os filhos Carlos, Marcio, Alessandra e Fabiana. Foi sepultada no Cemitério São João Batista.

Leide Polo Cardoso Trivelato – 80 anos. Faleceu dia 25, às 10h50, em Campinas. Era viúva de Carlos Trivelato, deixou os filhos Felipe c/c Cora, e Constaza. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Liberata Amalia Da Roz Leonardi, Dona Lili – 95 anos. Faleceu dia 24, às 10h40, em Rio Claro. Era viúva de Domingos Leonardi Filho, deixou os filhos Maraci c/c Mario, Marileide c/c Marco Aurélio, James c/c Sara, 5 netos e 5 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Maria Aparecida Chierati dos Santos, Cida – 88 anos. Faleceu dia 25, às 09h45, em Rio Claro. Era viúva de Antonio Firmino Mendes dos Santos, deixou os filhos Maria de Fatima, Maria Gracilda, Maria Idalina, Maria Ivone, Pedro Luiz c/c Simone, 8 netos e 3 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Maria Nilda Lima dos Santos, Nilda – 49 anos. Faleceu dia 23, às 22h22, em Rio Claro. Deixou viúvo José de Jesus dos Santos, os filhos Katia, Junior e 2 netos. Foi sepultada no Cemitério Municipal de Boa Vista do Tupim (Funerária João de Campos).

Mario Luiz Hummel – 68 anos. Faleceu dia 24 em Rio Claro. Deixou os filhos Monica, Luiz, e Nicemara, Marcia e Marciano (os 3 falecidos). Foi sepultado no Cemitério São João Batista.

Marizelda Buchdid Caparrotti – 68 anos. Faleceu dia 24, às 13h15, em Rio Claro. Era viúva de José Carlos Caparrotti, deixou irmãos e sobrinhos. Foi sepultada no Cemitério Evangélico (Funerária João de Campos).

INSS inclui mais doenças em lista que paga auxílio sem carência

CRISTIANE GERCINA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está ampliando a lista de doenças que dão direito ao auxílio-doença e à aposentadoria por invalidez sem que seja necessário cumprir a carência mínima de 12 meses de contribuições para ter o benefício.
A partir de 3 de outubro, mais duas enfermidades passam a integrar o rol das que dão benefício mesmo sem o segurado ter feito o pagamento mínimo de 12 contribuições. As doenças são acidente vascular encefálico (agudo) e abdome agudo cirúrgico.
Elas estão em portaria conjunta dos ministérios do Trabalho e Previdência e da Saúde, publicada no Diário Oficial da União em 1º de setembro e se somam a 15 outras já existentes em lei: tuberculose ativa, hanseníase, transtorno mental grave (com alienação mental), câncer, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondilite anquilosante, nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), Aids, contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada, hepatopatia grave e esclerose múltipla.
Com a inclusão, o trabalhador que for acometido por qualquer uma delas pode ter o benefício por incapacidade a qualquer momento. Neste caso, no entanto, precisará ter laudo médico que comprove a doença, assim como atestado de afastamento e receituário.
O atestado deve conter a CID (Classificação Internacional de Doenças), além de assinatura e carimbo médico, com registro no CRM (Conselho Regional de Medicina). Também é necessário que esteja legível, sem rasuras.
Para o advogado João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, a medida amplia a proteção social, papel fundamental da Previdência. “Quando se amplia a lista de doenças graves que não necessitam de carência, maior proteção social você traz para o segurado no momento em que ele mais precisa, que é quando está doente.”
ENTENDA A MUDANÇA
Por lei, o profissional que fica incapacitado para o trabalho, seja autônomo ou com carteira assinada, só conquista o direito ao auxílio-doença ou à aposentadoria por invalidez depois de fazer 12 pagamentos ao INSS após sua filiação.
Há, no entanto, três situações que permitem conseguir o benefício sem a carência mínima: quando sofre um acidente de qualquer natureza ou causa, quando é vítima de uma doença ocupacional, ou seja, ligada ao trabalho, ou quando é acometido por uma das enfermidades da lista.
A lista de doenças foi atualizada para, segundo técnicos do INSS, suprir uma lacuna na legislação. Por regra, a cada três anos, o artigo 151 da lei 8.213/91, que traz a lista de doenças, pode ser revisto para a inclusão de enfermidades, caso seja necessário. Porém, isso só ocorre após estudos.
A regra só vale para quem passa a ter a doença após se filiar ao INSS. Se ela era preexistente, não há direito ao benefício sem carência. Nestes casos, além de cumprir o período mínimo de 12 meses, o segurado terá de provar que houve evolução do quadro preexistente para poder ter o benefício.
COMO PEDIR AUXÍLIO-DOENÇA OU APOSENTADORIA POR INVALIDEZ?
O segurado que está doente deve agendar uma perícia médica e o perito é quem vai decidir se ele tem direito e se receberá o auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) ou a aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez).
Atualmente, o INSS libera o auxílio-doença sem a necessidade de perícia presencial, com análise do atestado médico e outros exames. O pedido só pode ser feito pelo aplicativo ou site Meu INSS. Neste caso, o segurado deve enviar toda a documentação para que a perícia avalie se deve ou não liberar o benefício.
A perícia a distância ocorre, em geral, nos locais onde a agenda de exames está muito lotada. O auxílio só é liberado para casos em que o afastamento é de até 90 dias. Segundo o INSS, o segurado deve acessar o site, fazer o pedido e, se for o caso, será avisado que é necessário marcar um exame médico presencial.
As regras que limitam esse tipo de atendimento foram definidas com o objetivo de evitar fraudes.

VEJA LISTA COMPLETA DE DOENÇAS QUE DÃO DIREITO AO AUXÍLIO SEM CARÊNCIA
Tuberculose ativa
Hanseníase
Transtorno mental grave
Neoplasia maligna (câncer)
Cegueira
Paralisia irreversível e incapacitante
Cardiopatia grave
Doença de Parkinson
Espondilite anquilosante
Nefropatia grave
Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante)
Síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids)
Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada
Hepatopatia grave
Esclerose múltipla
Acidente vascular encefálico (agudo)
Abdome agudo cirúrgico

Como funciona a totalização dos votos e o que são os boletins de urna

RAPHAEL HERNANDES, RENATA GALF E LUCIANO VERONEZI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

Usadas no país desde 1996, urnas eletrônicas e sistemas eleitorais brasileiros têm passado por constantes melhorias, pleito após pleito. Parte delas impulsionadas pela contribuição e críticas da comunidade técnica.
O sistema da urna, desenvolvido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e que passa por fiscalização externa, é responsável por dar instruções para que ela registre os votos.
Já o boletim de urna, que é impresso por cada uma delas ao final da votação, permite conferir se os votos registrados foram corretamente transmitidos para o TSE, onde são totalizados.
Nenhum sistema é completamente seguro ou imune a ataques. No entanto, quanto melhores os procedimentos de segurança, mais alta a dificuldade para um potencial atacante ser bem-sucedido -até que chega um ponto em que o custo é tão alto que não vale a pena.

O QUE PERMITE A URNA FUNCIONAR E GRAVAR OS VOTOS?
O sistema da urna, desenvolvido pelo TSE especificamente para essa função, é responsável por registrar e armazenar sigilosamente, de forma embaralhada, os votos inseridos no dispositivo, além de gerar a mídia (uma espécie de pen drive) com os dados que serão posteriormente transmitidos ao TSE.

O QUE PODE GARANTIR QUE O PROGRAMA DA URNA REGISTRA O VOTO QUE O ELEITOR DIGITOU?
O voto só poderia ser registrado incorretamente em caso de os aplicativos dentro do sistema da urna serem adulterados, mas há uma série de barreiras para evitar que isso ocorra.
O código-fonte (as instruções que fazem esse sistema) é analisado por fiscais e por especialistas para garantir que ele faça esse registro sem adulterações.
Procedimentos como a impressão da zerésima garantem que não havia votos registrados na urna antes da eleição.

O SISTEMA DA URNA PODE SER ALVO DE UM ATAQUE HACKER?
A urna eletrônica não é conectada à internet, uma defesa contra ataques remotos.
Já no caso de ataques com acesso físico ao equipamento há uma série de barreiras. Todas as portas de acesso à urna (entradas USB, por exemplo) são lacradas com dispositivos feitos pela Casa da Moeda. Se violados, um dos vários fiscais pelo qual o equipamento passa poderia detectar a tentativa de fraude.
Apenas sistemas assinados digitalmente pelo TSE funcionam na urna. Ou seja, ela só liga se os programas inseridos nela forem aqueles gerados pelo tribunal.
Já o risco de alterações indevidas antes de o sistema ser assinado digitalmente, inserido na urna e lacrado é prevenido pelas diferentes etapas de fiscalização e auditoria do código-fonte.

UM HACKER PODERIA TER ACESSO AOS VOTOS TRANSMITIDOS OU ENVIAR DADOS FALSOS PARA A TOTALIZAÇÃO?
A criptografia aparece em vários momentos da eleição, como na hora de salvar e de transferir os votos, e é um dos mecanismos usados para proteger o processo.
Ela é um dos aspectos mais importantes quando se fala em segurança da informação e refere-se a técnicas para embaralhar informações (como senhas ou, no caso da urna, votos), de modo que apenas quem tem a chave correta consegue decifrar.
Isso cria um bloqueio extra para o caso de alguém superar as outras barreiras impostas pelo TSE e obter indevidamente essas informações -precisaria da chave de desbloqueio para decifrar tudo.
Os dados coletados nas urnas, e que são enviados ao TSE, passam por um processo de assinatura digital, informação que é checada no destinatário. Com isso, o sistema verifica que o envio se trata de um dado legítimo, gerado em equipamento eleitoral -e não um terceiro tentando enviar dados falsos, por exemplo.

COMO O VOTO É REGISTRADO NAS URNAS?
Os votos são arquivados individualmente, de modo embaralhado, criptografado e sem o horário em que foram dados -para não violar o sigilo do voto, ou seja para que não se possa identificar quem votou em quem. O RDV (Registro Digital do Voto) é assinado digitalmente, possui criptografia e hash (uma espécie de impressão digital para evitar adulterações). Com isso, não é possível alterá-lo.
Os votos são armazenados em duas mídias: uma memória interna e outra externa (tipo um pen drive). Assim é possível recuperar os votos e outros dados no caso de defeito de uma das memórias.
Além disso, quando a votação é encerrada, é emitido em papel o boletim da urna. Ele traz, entre outros itens, o total de votos registrados no equipamento por candidato e partido.

COMO OS DADOS SÃO ENVIADOS PARA O TSE?
Os dados da votação podem ser transmitidos para totalização no TSE a partir do próprio local de votação ou para outro centro de transmissão -que pode ser o cartório eleitoral ou a sede dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Essas opções possibilitam a apuração rápida dos resultados.
O envio acontece em uma rede privada na internet, o que dá mais segurança ao processo por barrar ataques remotos. Em locais de difícil acesso, a transmissão é feita por satélite.
Para que não haja dúvida: os dados são extraídos da urna e levados a computadores próximos aos locais de votação, de onde são transferidos ao TSE para totalização. Não é a urna que se conecta à internet.
A fim de garantir a integridade dos dados enviados, além da rede ser privada, as informações que saem da urna são criptografadas, o que traz uma camada de proteção não só contra adulteração mas a acessos não autorizados.
Os dados são todos assinados digitalmente, o que mostra que os dados recebidos pelo TSE são mesmo os que foram gerados numa urna da Justiça Eleitoral. Ou seja, mesmo que algum atacante passasse pelas barreiras anteriores e se conectasse à rede privada para enviar votos falsos, o sistema perceberia que não são informações vindas de um dispositivo oficial.

HÁ GARANTIAS CONTRA MANIPULAÇÃO NA CONTAGEM DOS VOTOS?
A comparação das somas dos boletins de urna impressos com os resultados contabilizados pelo TSE permite auditar que tanto a transmissão quanto a totalização dos votos ocorreram corretamente.

PARA QUE SERVEM OS BOLETINS DE URNA?
Ele são comprovantes impressos emitidos pela urna ao final da votação com um resumo do que foi registrado ali, como a soma dos votos nos diferentes candidatos, brancos e nulos. Ele permite que as pessoas (e partidos) confiram o resultado imediatamente após a eleição.
O boletim de urna é impresso obrigatoriamente em cinco vias, assinadas pelo presidente da seção e por fiscais dos partidos presentes. Depois disso, uma via é colocada na porta da seção; três são colocadas na ata e enviadas para o respectivo cartório eleitoral; e a última é entregue aos fiscais dos partidos.

O QUE É A SALA-COFRE DO TSE?
A sala-cofre é um espaço à prova de fogo e terremoto no TSE, com os computadores onde são armazenados os dados relacionados ao processo eleitoral e onde é centralizada a totalização dos votos do país inteiro. A sala é monitorada e pouquíssimas pessoas dentro do tribunal têm acesso a ela.
Na sala de totalização de votos e divulgação dos resultados, trabalham 20 funcionários do tribunal que desenvolvem e monitoram os sistemas. A totalização é feita automaticamente pelos computadores, não há intervenção humana.
No cenário hipotético de haver algum tipo de manipulação neste momento, os dados totalizados pelo TSE não bateriam com os boletins emitidos pelas urnas -que estão em mãos de fiscais de partidos e são registrados nos cartórios eleitorais com assinaturas dos presentes.

QUEM TEM ACESSO AOS DADOS DA APURAÇÃO?
Este ano, à medida que receber os arquivos, no dia da eleição, o TSE se comprometeu a disponibilizar os boletins de urna em tempo real na internet. Antes eles eram disponibilizados três dias depois.
Os logs das urnas, onde todos os eventos (como ter sido ligada, um registro de eventual falha, ou ter recebido um voto, sem identificar o autor) são registrados ao longo da votação, também serão disponibilizados na internet.
Em eleições passadas, todos esses dados, incluindo os RDVs (Registro Digital do Voto), já podiam ser solicitados pelas entidades fiscalizadoras.

A AUDITORIA DA VOTAÇÃO SERIA DIFERENTE COM VOTO IMPRESSO?
Há especialistas em segurança da informação que defendem a adoção do comprovante impresso do voto, por entenderem que ele permitiria conferir os votos registrados pela urna de modo independente do software, ou seja, sem ter que analisar se o código-fonte está ou não comprometido.
O tema, contudo, não é consenso. Outros especialistas têm uma posição semelhante à defendida pelo TSE: de que a impressão dos votos traria uma série de outros desafios, dadas as possibilidades de manipulação do comprovantes, facilitando narrativas de indício de fraude, ao, por exemplo alguém ter sucesso em retirar ou inserir votos impressos de uma seção eleitoral.

Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.