Tribunal de Justiça autoriza a greve dos servidores municipais

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Da Redação

O desembargador Eros Piceli, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, alterou a liminar e autorizou a retomada da greve dos servidores municipais da saúde e da segurança, desde que sejam mantidos 70% dos funcionários trabalhando. O despacho foi proferido na segunda-feira (13).

LIMINAR

Em nota enviada à imprensa, a prefeitura afirmou que o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo expediu decisão liminar considerando ilegal a greve dos servidores públicos municipais de Rio Claro nas áreas de Saúde e Segurança.

“Na decisão, o vice-presidente do tribunal, Eros Piceli, afirma que ‘a paralisação dos servidores gera graves danos a todos os munícipes, que necessitam de serviços públicos prestados sem interrupção. Contudo, há reconhecimento do município quanto ao direito reivindicado pelos servidores. Assim, é razoável que se conceda a liminar para alcançar os dois serviços essenciais mencionados no pedido, a Saúde e a Segurança”, alega na nota.

Os funcionários da prefeitura estão em greve desde o dia 23 de setembro por falta de pagamento das horas extras.

A matéria na íntegra você confere na edição do JC desta quarta-feira (15).

2 COMENTÁRIOS

  1. Hora extra não é vencimento. Ninguém é obrigado a fazer horas extras, fazem por que querem.Essa greve é mais uma palhaçada perpetrada e estimulada pela “gangue” do sr. Nevoeiro Jr., nosso conhecido ex-prefeito e condenado. Quando alguém se candidata a uma vaga no serviço público, o faz sabendo o valor do salário e não deveria contar com horas extras como fonte contínua de renda, é assim na iniciativa privada e deveria ser assim no setor público, ainda mais aqui em Rio Claro onde a grande maioria dos servidores é conhecida por praticar esquemas fraudulentos para lançar e receber horas que na verdade não foram trabalhadas. Se queremos políticos melhores precisamos deixar de ser medíocres assim.
    Essa greve é uma farsa e mais uma vez nós da população é que estamos pagando o pato.

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