Bauru está em sua primeira final. Já o Fla disputará a quinta e buscará o tetracampeonato. No destaque, Bruno Camargo

Matheus Pezzotti

Bauru está em sua primeira final. Já o Fla disputará a quinta e buscará o tetracampeonato. No destaque, Bruno Camargo
Bauru está em sua primeira final. Já o Fla disputará a quinta e buscará o tetracampeonato. No destaque, Bruno Camargo

Nesta terça-feira (26), às 21h30, na HSBC Arena, Paschoalotto/Bauru e Flamengo iniciam a disputa da final da sétima edição do Novo Basquete Brasil (NBB). Na temporada, a decisão será realizada em melhor de três jogos.

O segundo está marcado para o próximo sábado (30), e o último, se necessário, para o dia 6 de junho. Ambos serão às 10 horas, no ginásio Neusa Galetti, em Marília, pelo fato de Bauru não possuir um ginásio com a capacidade mínima para cinco mil torcedores, exigida pela Liga Nacional de Basquete (LNB).

Com capacidade para sete mil torcedores, o kit cedido pela LNB (piso flutuante, duas tabelas e dois placares oficiais) está sendo colocado no local.

E um rio-clarense está diretamente envolvido na disputa do título. Bruno Camargo, preparador físico e fisiologista do Bauru há um ano e dois meses, conversou com a redação do JC e falou a respeito da expectativa da equipe em sua primeira final do nacional e da busca em ser o primeiro time paulista a conquistar o campeonato.

“As expectativas são as melhores. A gente vem de uma série de quartas de final e semifinal desgastantes, tanto do ponto de vista físico e psicológico, com a realização do quinto jogo nas duas fases. Mas essa dificuldade fortaleceu muito a nossa equipe, alguns jogadores que estavam com baixa produção voltaram a render e vamos muito fortes para a final. Embora a gente tenha conquistado títulos importantes nos últimos meses, como a Liga Sul-Americana e a Liga das Américas, hoje o NBB é um sonho e vamos tentar buscar”, afirma.

Já o Flamengo passou por Limeira na semifinal vencendo a série por 3 a 0 e teve mais tempo de recuperação, mas para Bruno a decisão, que neste ano será em três jogos e não mais em apenas um, será desgastante para ambos os times.

“Um jogo só não determina todo o trabalho realizado e quem ganha com isso é o público, porque são duas grandes equipes e todos esperam por este confronto. As duas equipes chegam desgastadas psicologicamente e a final vai ser muito desgastante. Terá muita exigência física elevada, mas nenhuma equipe terá tempo para aprimorar a parte física. As duas equipes estão muito bem preparadas e não vejo necessidade de adequar novas cargas de treinamento físico, somente técnica e tática, que vão ser os fatores fundamentais”, acrescenta.

Na primeira fase, duas vitórias de Bauru: 77 a 84 no Rio de Janeiro e 92 a 84 no ginásio Panela de Pressão. Mas na final Bauru terá seu mando em Marília e, além da logística, precisará se adaptar à nova casa.

“A logística será muito desgastante para ambos. Muda muito jogar em Marília. Bauru perde um pouco da essência, ficando longe da torcida e do local onde treina, e podemos dizer que estamos jogando fora de casa, mas isso não é desculpa. Sabemos que a torcida vai comparecer e, mesmo com pouco tempo de adaptação, vamos com tudo para fazer valer esse mando de quadra”, finaliza.

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