Instituto Federal fará reforma em prédio no Santana

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Lucas Calore

Instituto aguarda recursos federais para reformar o bloco didático conhecido como hexágono
Instituto aguarda recursos federais para reformar o bloco didático conhecido como hexágono

A população que mora próximo aos antigos prédios da Unesp, no bairro Santana, continua se queixando da situação de abandono das estruturas. Um morador se queixou nas redes sociais. “A sujeira é imensa e à noite é um ‘breu’”, disse numa publicação. Segundo ele, também há indivíduos em situação de rua no local.

A reportagem do JC esteve novamente por lá nessa semana. Em conversa com Marcelo Camacho de Souza, diretor do câmpus avançado do Instituto Federal de Rio Claro, os prédios recebem rondas policiais durante o dia para inibir a presença de suspeitos.

Reforma em breve

O diretor revelou que conseguiu um recurso pequeno para a reforma do bloco da esquina da Avenida 32 com a Rua 11. O espaço receberá muros altos, calçamento e alambrado para também inibir o mau uso do espaço. A licitação para a realização das obras será aberta no próximo dia 4 de julho.

Instituto Federal

Um dos blocos da unidade, que foi cedida há alguns anos para o IE, já está em uso. O local foi reformado e abriga diversas salas de ensino. Convênios foram realizados para a oferta de cursos de capacitação que estão sendo ministrados.

O diretor Camacho explica que o Instituto Federal tem discernimento sobre a situação dos outros prédios, porém ressalva que todos os esforços estão sendo feitos para que a realidade do local mude.

Bloco que receberá reforma em breve
Bloco que receberá reforma em breve

Problemas

De acordo com ele, obras de recuperação das estruturas dependem da retomada dos investimentos feitos pelo Ministério da Educação. “As mudanças políticas afetaram as conversas com o ministério, que teve seu efetivo alterado. A queda de arrecadação também diminui os repasses”, afirma.

Camacho revela que num levantamento foram orçados recursos na casa de R$ 2 milhões como sendo necessários para um projeto inicial de reforma no bloco hexágono, que é o que está apresentando maior deterioração.

“O bloco é essencial para o funcionamento do Instituto, pois é o bloco didático com 10 salas de aula que devem atender a 1.200 alunos”, explicou.

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