Após 11 anos fechado ao público devido ao incêndio que destruiu grande parte do prédio histórico, o Museu ‘Amador Bueno da Veiga’, em Rio Claro, foi reaberto às visitações no último dia 23 com uma sala dedicada ao acervo sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, que é relembrada neste dia 09 de Julho com um feriado no estado de São Paulo.

O museu também sedia nesta sexta-feira (9) a tradicional solenidade que relembra os combatentes. Devido à pandemia, a cerimônia não será aberta ao público, que poderá acompanhar a homenagem através das redes sociais da prefeitura de Rio Claro.

A sala dedicada ao movimento paulista de 32 conta com um valiosos acervo de armamento, objetos de proteção e de uso pessoal dos combatentes, além de fotos e documentos. Uma parte é dedicado ao trabalho dos voluntários, como as costureiras de Rio Claro e de outras cidades do interior que produziam fardas para os soldados.

O município teve participação com envio de soldados para o conflito com as forças federais do então presidente Getúlio Vargas e também chegou a sofrer um bombardeio devido à localização estratégica em relação ao traçado da ferrovia, que transportava homens, armas e alimentos. Um fato histórico que está registrado em objetos e fotos agora novamente à disposição dos visitantes.

Visite

O museu fica na Avenida 2, esquina com a Rua 7, no Centro de Rio Claro. As visitas podem ser realizadas de segunda a sexta-feira das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, mas nos feriados, como o de hoje, não há visitação. Não é preciso fazer agendamento.

Em entrevista à rádio Jovem Pan News de Rio Claro, o tenente Daniel, da Polícia Militar, fala sobre a participação dos rio-clarenses e dos policiais na Revolução Constitucionalista.

Capacetes e armas utilizados nos combates de 1932

Máquinas utilizadas por voluntárias para produzir fardas para combatentes
Retrato dos irmãos Penteado, rio-clarenses que integraram as forças paulistas

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