Jovem de 16 anos morre vítima da Covid-19 em Piracicaba

O boletim diário de casos de Coronavírus do município de Piracicaba publicado no último domingo (20) traz um dado que chamou a atenção da população. Entre os quatro novos óbitos por Covid-19 registrados na cidade está um jovem de 16 anos. Além dele, outros três idosos foram incluídos no total de óbitos em Piracicaba.

Segundo a Prefeitura do município, o adolescente já sofria com uma doença neurológica, contraiu o novo coronavírus e não resistiu. De acordo com levantamento, esta foi a pessoa mais jovem a morrer vítima da Covid-19 na região.

Piracicaba tem um total de 5823 casos de coronavírus e 159 óbitos.

Rio Claro teve queda de novos casos de Covid na última semana

A cidade de Rio Claro registrou 451 novos casos da Covid-19 na última semana, entre 13 e 19 de Julho. Apesar do número ainda ser alto, os dados apresentam melhora com relação à semana anterior (6 a 12 de julho), quando foi registrado o recorde de 492 novos casos.

O número de casos registrados na última semana ainda é o segundo maior de toda a pandemia, mas representa queda em relação aos dados de 15 dias atrás.

Representante do comércio explica solicitações feitas ao prefeito Juninho

Na manhã desta segunda-feira (20), lojistas e representantes do comércio de Rio Claro estiveram no Paço Municipal para solicitar mudanças com relação ao funcionamento do comércio em Rio Claro.

Representantes da ACIRC, do Sincomércio e comerciantes estiveram na Prefeitura e conversaram com o prefeito Juninho da Padaria. Em entrevista ao JC, o presidente do Sincomércio, Celinho Cerri, explicou quais foram as solicitações feitas à administração municipal.

Vacina de Oxford contra coronavírus é segura e produz resposta imune, diz estudo na Lancet

ANA BOTTALLO – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A vacina experimental contra o novo coronavírus feita em parceria entre a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca é segura e produziu resposta imune em voluntários saudáveis que participaram de ensaios clínicos iniciais, segundo artigo publicado nesta segunda (20) na revista médica inglesa Lancet.

A vacina não causou efeitos adversos graves e provocou respostas imunes de anticorpos e das células T, outras células de defesa do corpo humano.

“Esperamos que isso signifique que o sistema imune se lembrará do vírus e, assim, a vacina protejerá as pessoas por um longo período”, disse o principal autor do estudo, Andrew Pollard, da Universidade de Oxford. “No entanto, precisamos de mais pesquisas antes de confirmar que a vacina é eficaz em proteger contra o coronavírus e por quanto tempo a proteção vai durar.”

Michael Ryan, diretor-executivo da OMS (Organização Mundial da Saúde), afirmou que é uma boa notícia ver publicados dados de estudos sobre as vacinas e o trabalho de Oxford é bem-vindo. “É um bom resultado, mas ainda se refere a adultos saudáveis, em condições controladas. Temos que passar a uma escala maior, para dar novos passos no processo de obter uma vacina.”

Essa vacina é uma das mais avançadas entre as candidatas na corrida pela imunização contra o coronavírus Sars-CoV-2. Ela já está em fase 3 de testes, a última etapa antes da comercialização.

Os resultados divulgados nesta segunda (20), porém, se referem à fase 1/2, que em geral tem como objetivo analisar a segurança de uma droga ou vacina, e foi realizada entre 23 de abril e 21 de maio com 1.077 voluntários saudáveis entre 18 e 55 anos do Reino Unido. A publicação em revistas científicas é um processo que pode levar meses por causa da chamada revisão por pares, na qual os revisores, geralmente entre 2 e 4 cientistas, anonimamente têm a missão de avaliar se o trabalho foi bem conduzido.

A imunização de Oxford usa um vírus para levar material genético do coronavírus para dentro das células. Trata-se do adenovírus ChAdOx1, que causa gripe comum em chimpanzés, mas foi geneticamente modificado e enfraquecido.

A ideia é expor o organismo humano à proteína S (de “spike” ou espícula, o gancho molecular usado pelo Sars-CoV-2 para se conectar às células humanas). Assim, quando a pessoa entrar em contato com o vírus real, seu corpo já terá montado um sistema de defesa contra ele.

Os participantes foram distribuídos em quatro grupos e acompanhados por 28 dias após a vacinação para que a segurança da vacina fosse avaliada.

Efeitos colaterais foram observados nos primeiros dias, e os mais comuns foram dor e sensibilidade no local da injeção e fadiga e dor de cabeça. A intensidade dos efeitos foi maior no primeiro dia logo após a vacinação e diminuiu nos dias seguintes. Nenhum paciente apresentou efeitos considerados de risco à saúde e não houve nenhuma hospitalização relativa à imunização.

Um dos grupos de voluntários, denominado grupo 3, recebeu uma segunda dose da vacina 28 dias após a primeira injeção. Os pacientes apresentaram uma quantidade elevada de anticorpos específicos contra o novo coronavírus Sars-CoV-2 no sangue 56 dias após primeira dose.

Os autores do estudo afirmam, no entanto, que um aumento similar foi observado nos pacientes que receberam apenas uma dose da injeção. A diferença é que naqueles que receberam uma segunda dose houve também aumento de anticorpos neutralizantes no organismo.

Segundo os autores, a presença de anticorpos específicos para a proteína S do vírus foi também observada em estudos pré-clínicos com macacos rhesus e pode indicar eficácia na imunização contra a Covid-19.

As fases 2 e 3 do estudo de Oxford pretendem recrutar mais de 10 mil pessoas. No Brasil, essa vacina já está sendo testada desde o mês passado em São Paulo e no Rio, por meio de parcerias com o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e com o Instituto D’Or (Idor). Os voluntários serão cerca de 2.000 profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à Covid-19 e, portanto, têm mais risco de contrair o vírus.

No fim de junho, o Ministério da Saúde anunciou que assinou uma carta-compromisso com a empresa e com a Universidade de Oxford para que a vacina seja produzida no Brasil com a transferência da tecnologia para a Fiocruz, no Rio de Janeiro.

Outro teste em fase final que ocorre no Brasil é o do laboratório chinês Sinovac, em parceria de transferência de tecnologia com o Instituto Butantan, que pode vir a produzi-la em larga escala.

O governo britânico anunciou, nesta segunda-feira (20), a assinatura de dois acordos para a compra de 90 milhões de doses de duas vacinas contra a Covid-19 que estão em desenvolvimento.

Um dos acordos prevê a compra de 30 milhões de doses da vacina que está sendo desenvolvida pela aliança entre a empresa de biotecnologia alemã BioNtech e o laboratório americano Pfizer. O outro, de 60 milhões de doses, com opção de mais 40 milhões, foi assinado com o laboratório francês Valneva.

Esses dois acordos complementam o assinado há algumas semanas com o grupo britânico AstraZeneca para a compra de 100 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford.

O número de vacinas encomendadas excede em muito a população britânica de 66 milhões de pessoas.

Muito criticado por sua gestão da crise da pandemia, que causou mais de 45.000 mortes no Reino Unido, o governo do primeiro-ministro Boris Johnson anunciou, em abril passado, a criação de uma força-tarefa para acelerar os esforços de produção de uma vacina.

OUTRA VACINA PROMISSORA

A empresa alemã de biotecnologia BioNTech e a farmacêutica norte-americana Pfizer divulgaram tambem nesta segunda-feira dados adicionais de sua vacina experimental contra o coronavírus que mostraram que ela é segura e induziu resposta imunológica nos pacientes.

Os resultados se referem a um teste feito na Alemanha com 60 voluntários saudáveis e são divulgados após as companhias anunciarem mais cedo neste mês dados de um teste em estágio inicial correspondente feito nos Estados Unidos.

VÍDEO: Homens jogam cachorro em lagoa e são detidos por maus-tratos em Piracicaba

Um caso de maus tratos contra animal registrado em Piracicaba chamou muito a atenção dos protetores de animais em vários lugares do país. No último sábado (18), cinco homens, sendo quatro moradores em situação de rua e um professor de educação física, foram presos após serem flagrados jogando um cachorro em uma lagoa próxima à Rua do Porto.

A ação dos indivíduos foi filmada por Policiais Civis, que na sequência detiveram os criminosos. As imagens mostram que o cão foi jogado na lagoa duas vezes.

Após a prisão, os homens foram levados para a Delegacia, onde segundo a Polícia prestaram depoimento afirmando que jogaram o cão na lagoa por brincadeira e que estavam arrependidos. Após serem ouvidos, os indivíduos foram liberados.

Repercussão

O caso de Piracicaba ganhou grande repercussão e chegou até entidades protetoras de animais. Luisa Mell, uma das ativistas da causa animal mais conhecidas no Brasil, foi uma das pessoas que tomou conhecimento da situação e se pronunciou.

“Gente, hoje, por volta das 14h, esses 5 monstros do vídeo pegaram esse cãozinho idoso e cego e simplesmente atiraram ele em rio para morrer em Piracicaba/SP. Um dos imbecis é professor de educação física da prefeitura!!! Ele educa crianças ?? @crefsp !!! Quando eu soube do caso, começamos a levantar informações e fomos atrás para ajudarmos e conseguimos!! O pobre cãozinho já está a caminho do @institutoluisamell Descobrimos que dois delegados do DEIC de Piracicaba/SP, que estavam de folga hoje, ao verem o vídeo, saíram de suas casas e com a polícia, localizaram e autuaram os 5! Parabéns a delegada Juliana Ricci e o delegado Wilson Lavorenti Com a ajuda do @del.brunolima o cãozinho daqui há pouco estará no @institutoluisamell ??? É inacreditável que alguém consiga fazer isso”, publicou a ativista em sua conta no Instagram.

Vacina chinesa contra Covid-19 chega ao Brasil e testes começam na terça

MÔNICA BERGAMO – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A vacina chinesa contra o coronavírus produzida pelo labortório Sinovac-Biotech, que será testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, desembarcou na madrugada desta segunda (20) no Brasil.

Elas chegaram em um voo da Lufthansa que saiu no domingo (19) de Frankfurt e chegou às 4h12 no aeroporto de Guarulhos, em SP.

As 20 mil doses vão ser agora distribuídas em 12 centros de seis estados -São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

As primeiras doses serão aplicadas na terça (21), em profissionais selecionados no Hospital das Clínicas de São Paulo. Depois disso começam os testes em outros centros.

Mais de um milhão de pessoas acessaram a plataforma de inscrições lançada pelo governo de São Paulo para recrutar os voluntários, todos da área de saúde. No total, 9.000 vão ser selecionados para fazer parte do experimento.

Os cientistas do Instituto Butantan estão otimistas. A vacina chinesa é uma das que está em fase mais adiantada de testes.

A previsão é que em dezembro já se tenha uma conclusão definitiva sobre a eficácia dela. Se tudo der certo, os grupos prioritários, como idosos, pessoas com comorbidades e profissionais de saúde, poderão receber a vacina no Brasil já no primeiro trimestre.​

Lojistas vão ao Paço Municipal para pedir reabertura do comércio em RC

A segunda-feira (20) começa com protesto de comerciantes no Paço Municipal, em Rio Claro.

Um grupo com cerca de 30 lojistas está na prefeitura para tentar falar com o prefeito Juninho da Padaria (DEM) e solicitar a reabertura do comércio mo município.

No Gabinete, a informação é de que o prefeito está numa reunião.

O presidente da Câmara, André Godoy (DEM) e o vereador Rafael Andreeta (PTB) estão nesse momento em diálogo com os comerciantes.

Mais informações ao longo do dia em jornalcidade.net

Ambulantes oficiais de SP podem voltar a trabalhar nesta segunda-feira

RENATO FONTES
(FOLHAPRESS) –

Vendedores ambulantes que têm permissão de trabalho para atuar nos espaços públicos de São Paulo poderão retornar às atividades a partir desta segunda-feira (20).
O retorno faz parte do plano de flexibilização da capital em decorrência da pandemia do novo coronavírus. A autorização para a retomada dessa atividade consta desde sábado (18) no Diário Oficial da cidade, sob gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB).
O atendimento ao público deve ser de seis horas diárias, seguindo a mesma regulamentação do comércio formal, que é das 10h às 16h, da fase 3 (amarela) do Plano São Paulo de reabertura. As feiras-livres para comercialização de itens de consumo não essenciais continuam proibidas.
Entre as regras para o retorno do comércio ambulante e de artesanato estabelecidas pelo documento estão: não permitir aglomerações nos arredores das bancas, disponibilizar álcool em gel 70%, distanciamento social mínimo de 1,5 metro tanto na área de serviço das bancas, como no local onde se posicionam os clientes, e higienizar os displays ou estoques expostos diversas vezes por dia.
Outras determinações impostas pelo protocolo são cobrir as máquinas e dispositivos de pagamento com plástico, reforçar a desinfecção e a limpeza das bancas e toldos e expor somente o que for estritamente necessário.
Há três anos Alcides Benvindo Oliveira da Franca, 54 anos, que é vice-presidente do Sindicato dos Permissionários de SP, tem um trailer que vende pastel, coxinha, caldo-de-cana e refrigerante na rua Cavalheiro Basílio Jafet (centro).
Ele conta que está preparado para receber os clientes nesta segunda. “Já esterilizamos todo trailer e ligamos para os fornecedores levarem produtos. Vamos para luta”, contou o comerciante, que ficou quatro meses sem poder trabalhar por conta da quarentena.
De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 2.000 ambulantes legalizados ficaram sem fonte de renda na capital após o início da quarentena no estado. Para Alcides, a reabertura será feita com os “pés no chão”. “Vamos sentir o comércio primeiro. Dependendo do movimento, a gente pega empréstimo para investir ou não”, afirmou.
Quem também comemora o fato de poder encontrar as famosas comidas de rua na capital é o analista de sistemas Rodrigo Diniz, 35, que tinha o hábito de almoçar todos os dias em um food-truck na região central antes do início da quarentena, em 24 de março. “Na correria do dia a dia, a comida de rua facilita e muito a vida dos trabalhadores”, afirmou o rapaz.

Caminhão tomba na Washignton Luís

Um caminhão tombou na manhã desta segunda-feira (20) na Rodovia Washington Luís, próximo ao quilômetro 173, em Rio Claro. De acordo com informações preliminares do policiamento, uma vítima em estado leve foi socorrida do local.

O trânsito por volta das 7 horas da manhã estava lento pelo local, mas já foi normalizado. A Polícia Rodoviária e concessionária responsável atenderam a ocorrência.

São Paulo retoma aulas práticas nesta segunda

RENATO FONTES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

Instituições de ensino superior e de educação profissional de São Paulo poderão retomar atividades presenciais práticas e laboratoriais a partir desta segunda-feira (20). A autorização foi publicada neste sábado (18) no “Diário Oficial da Cidade”, sob gestão Bruno Covas (PSDB).
De acordo com a portaria, as atividades de internato e estágio curricular obrigatórias dos cursos de medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia e odontologia estão autorizadas, mas as respectivas unidades devem limitar a presença até 35% do número de alunos matriculados, priorizando o atendimento dos estudantes que tem previsão de conclusão do curso em 2020.
A autorização ainda não contempla a retomada de cursinhos pré-vestibulares ou preparatórios de concurso público.
Enquanto vigorar a fase 3 (amarela) do Plano São Paulo de reabertura, as instituições só poderão operar com aulas presenciais por até seis horas diárias.
Em relação aos funcionários, o decreto prevê estabelecimento de jornadas de trabalho compatíveis com os horários reduzidos de funcionamento para evitar concentração de colaboradores no estabelecimento.
Além disso, os colaboradores poderão, na medida do possível, adotar o home office e a empresa deverá permitir o teletrabalho para empregados que não tenham quem cuide de seus dependentes incapazes no período em que estiverem fechadas as creches, escolas ou abrigos.

Jornal Cidade RC
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