Líder religioso Babalawo Àwise visita RC e participa da Semana da Consciência Negra

O líder do culto religioso tradicional Yoruba e o culto à Ifá na Nigéria, Babalawo Àwise Okedipe Diekola, visitou a cidade de Rio Claro, onde participou da programação da Semana da Consciência Negra, recebendo homenagem em ato cívico na última sexta-feira (20) e com participação em “live”  sobre a prática religiosa durante a pandemia juntamente com babalorixás de Rio Claro no último sábado (21).

A vinda para Rio Claro partiu do convite do Babalorixá Raul Marcelo, da casa Ilé Àwise Orisa Àbolá. “Como ele já estava no Brasil desde outubro para fortalecer a nossa religião por vários estados, decidimos convidá-lo para a inauguração da casa que coordeno e aproximar outras culturas”, comenta Raul.

Em visita à sede do Jornal Cidade na manhã desta terça-feira (24), Babalawo Àwise disse ter gostado muito da cidade e que pretende voltar outras vezes. “É uma cidade bastante acolhedora, mas o que estranhei é não poder ter o contato com as pessoas devido à pandemia, mas quando tudo isso passar vamos nos abraçar e mostrar o carinho que temos um pelo outro”, destaca.

O príncipe da cidade de Ijagba, estado do Ondo na Nigéria, Femi Longe, que integra a comitiva religiosa como tradutor do Babalawo, disse que intenção da vinda para o Brasil é unir outras crenças. “O objetivo é unir a umbanda e o candomblé e seguirmos um caminho de integração, resgatando as raízes da religião”.

O Babalawo, após a visita no Estado de São Paulo, seguiu para o Rio de Janeiro para dar seguimento ao trabalho de fortalecimento da religião naquele estado.

Na cidade de Rio Claro existem duas casas com culto religioso tradicional Yoruba e culta à Ifá. A Casa Vovó Serafim Ogum Três Espadas e a casa Ilé Àwise Orisa Àbolá.

Lâmpadas de led melhoram iluminação pública em bairros de Rio Claro

Quem transita à noite pelo Jardim Paulista 1, em Rio Claro, percebe a diferença. As ruas e avenidas estão mais iluminadas e seguras devido à substituição das lâmpadas de vapor de sódio pelas de led. O trabalho da prefeitura no bairro foi concluído e outros seis estão recebendo a melhoria. “Já levamos a iluminação pública com led a grandes espaços públicos como o Jardim do Centro e o Lago Azul, agora estamos intensificando essa iniciativa em bairros e locais movimentados”, comenta o prefeito João Teixeira Junior. “Mais iluminação significa mais segurança, inclusive para motoristas que dirigem à noite”, acrescenta.

Na fase inicial do trabalho as substituições foram feitas nas vias principais do Jardim Inocoop, Chácara Lusa, Jardim Paulista 1, Vila Anhanguera, Nova Veneza, Benjamin de Castro e Residencial dos Bosques. Agora o serviço está sendo realizado nas demais vias públicas desses bairros.

A substituição envolve 600 lâmpadas e é feita em parceria com a construtora ForCasa. Estão sendo retiradas lâmpadas de sódio de 70 watts e 250 watts e colocadas lâmpadas equivalentes a 60 watts e 120 watts de led, que têm maior fluxo luminoso e, por isso, iluminam mais. De acordo com estimativas da prefeitura, a economia é de 40% no consumo de energia, outra importante vantagem das lâmpadas de led.

“Desde o início de nossa administração trabalhamos pela eficiência energética e pela economia dos recursos públicos, sempre buscando alternativas mais econômicas, e o uso das lâmpadas de led são um avanço importante nessas duas frentes”, acrescenta o prefeito Juninho.

Pesquisa revela melhora na sinalização de rodovias no Brasil

AGÊNCIA BRASIL

Um estudo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgado hoje (24), mostra que houve uma melhoria significativa na avaliação da sinalização das rodovias brasileiras entre 2013 e 2019. Segundo a entidade, houve em média uma melhora de 17,8 pontos percentuais nos trechos rodoviários federais sob jurisdição do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

pesquisa avaliou o Programa Nacional de Segurança e Sinalização Rodoviária (BR-Legal), criado em 2013 visando padronizar a sinalização rodoviária na malha federal.

Dividido em quatro etapas, o projeto previa a realização de melhorias na sinalização em 55 mil quilômetros (km) de rodovias em todo o país. Essa extensão representava, em 2012, 87% da malha total das rodovias federais pavimentadas sob gestão pública. Cada etapa levava em consideração a logística de execução das obras e o nível de relevância de cada trecho.

“Em sete anos de vigência do BR-Legal, houve nítidos avanços na avaliação geral da sinalização nas rodovias federais públicas. Considerado o período entre o início do programa e o ano de 2019, houve em média uma melhora de 17,8 pontos percentuais nos trechos rodoviários onde houve intervenções do BR-Legal, passando de 39,7% para 57,5% de avaliação positiva”, revela o estudo.

Acrescenta que o programa inovou na forma de licitação, na atribuição de responsabilidades às contratadas e na metodologia das soluções empregadas. Pela metodologia, a empresa encarregada pelo projeto de sinalização é também a executora dos serviços e responsável pela manutenção da rodovia durante cinco anos.

“Dessa forma, evita-se que problemas na implementação da sinalização e dos dispositivos de segurança sejam justificados por erros de projeto, dado que a empresa – ou consórcio – responsável pelas duas etapas é a mesma”, indica a CNT.

Avaliações

As avaliações da pesquisa se debruçaram tanto sobre a sinalização horizontal, a exemplo das faixas, como a vertical, placas de advertência e regulamentação, em aspectos como visibilidade, padronização e legibilidade das sinalizações.

O levantamento também levantou o percentual de execução das intervenções realizadas dentro do programa BR-Legal, com destaque para a sinalização vertical que alcançou o maior percentual (70,0%). Na sequência, estão as intervenções de sinalização horizontal (58,1% de execução) e de dispositivos de segurança (45,0%).

Segundo a CNT, atrasos na execução do programa empurraram o encerramento da maioria dos contratos para 2021 (a previsão inicial era 2018). De acordo com a CNT, dos R$ 4,47 bilhões de orçamento previstos, foram investidos, entre 2014 e 2019, apenas R$ 2,82 bilhões em valores nominais, o equivalente a R$ 3,12 bilhões em valores corrigidos, o que representa 63% do previsto.

Além disso, a pesquisa também traz observações de auditorias ao programa BR-Legal realizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que apontaram problemas de fiscalização, superposição do programa com outras ações, execução insuficiente e/ou inadequada, atrasos, priorização de trechos críticos e inconformidade de projetos.

“Os relatórios desses órgãos indicam que, em alguns casos, não foram contratadas empresas para realizar serviços de supervisão e gerenciamento do programa e que houve carência de pessoal e de equipamentos para realizar os serviços de fiscalização”, revela o trabalho.

Em alguns trechos rodoviários do BR-Legal em superposição com outras ações e programas de melhoria, houve casos de duplicidade na contratação de serviços e ainda de ausência ou insuficiência de execução da sinalização horizontal por causa da má condição do pavimento (sob responsabilidade de outro programa).

O estudo também comparou o BR legal com programas anteriores de sinalização, como o Programa de Sinalização nas Rodovias Federais (Prosinal) e o Programa de Defensas Metálicas nas Rodovias Federais (Prodefensas), este último lançado em 2009 e voltado para diminuir a severidade dos acidentes nas rodovias federais pavimentadas.

Sinalização horizontal

Criado em 2006 e previsto para durar dois anos, o Prosinal previa a execução dos serviços de engenharia de tráfego, de sinalização horizontal, vertical e suspensa e de dispositivos de segurança em cerca de 48 mil km de rodovias. Entretanto, diversas prorrogações o estenderam por mais quatro anos, e sua conclusão deu-se apenas em outubro de 2012.

No total, o programa abrangeu 46 mil km de rodovias sinalizadas. Já o Prodefensas, que funcionou até 2012,  realizou intervenções em 734,2 km de defensas ao custo de R$ 76,9 milhões em valores da época.

Segundo a CNT, ainda que os dois programas tenham promovido melhorias na sinalização, eles não foram capazes de alterar, de maneira significativa, as condições da sinalização das rodovias federais. A entidade diz que eles contribuíram para que se adquirisse experiência para a formulação do BR-Legal, que os substituiu.

“As inovações trazidas por este programa [BR-Legal] na forma de licitação, na atribuição de responsabilidades à contratada e na metodologia das soluções a serem empregadas puseram as intervenções na sinalização viária, no país, em um novo patamar, superior aos anteriores. Houve, durante o período de vigência do BR-Legal, uma nítida melhoria da avaliação geral da sinalização nas rodovias federais públicas, assim como na de suas variáveis, individualmente”, finaliza a CNT.

Santa Casa de RC lamenta morte de técnica de enfermagem

A Santa Casa de Rio Claro divulgou na manhã desta terça-feira (24) uma nota de pesar pela morte de Jéssica Cristina Beteguella, 26 anos. Ela atuava na instituição desde novembro de 2018 e atualmente fazia parte do quadro de colaboradores do Centro Cirúrgico.

“A Santa Casa de Rio Claro manifesta profundo pesar e solidariedade aos familiares e amigos da colaboradora, Jéssica Cristina Beteguella, que faleceu na tarde de segunda-feira (23/11). Neste momento de dor, nosso hospital presta as mais sinceras condolências pela inestimável perda de uma alegria contagiante e um sorriso maravilhoso”, diz a nota publicada nas redes sociais do hospital.

Jéssica foi encontrada já sem vida no quintal da residência onde morava na Vila Aparecida. Ao lado do corpo foram encontrados produtos hospitalares que foram recolhidos por peritos da Polícia Civil. O caso é tratado como morte suspeita.

Quadrilha assalta agências bancárias em Araraquara e cerca sede da PM

Uma quadrilha com cerca de 20 homens armados com fuzis trocou tiros com a PM em Araraquara na madrugada desta terça-feira (24), em uma tentativa de assalto a uma agência da Caixa Econômica Federal e outra do Banco do Brasil. Veículos foram incendiados próximo a sede da Polícia Militar para impedir que os policiais saíssem do local.

Governo Doria oferece R$ 2.000 para professor comprar computador novo, mas não garante reembolso

EMERSON VOLTARE – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Oito meses depois das aulas na rede estadual de ensino paulista entrarem em quarentena por conta da pandemia do novo coronavírus, o governo de João Doria (PSDB) oferece algum tipo de incentivo para que seus professores aprimorem a conexão com o mundo virtual.

Trata-se do programa “professor conectado” ou “computador do professor”, criado por decreto publicado no último dia 7 de outubro. Nele, a secretaria de Educação oferece subsídio para compra de um desktop, notebook ou tablet novo em no máximo R$ 2.000, a ser reembolsado pelo governo em até 24 parcelas mensais.

Segundo especialistas na área de produtos de informática ouvidos pela Folha, dificilmente se encontra um bom equipamento de entrada por esse valor. Entre os básicos mais procurados no mercado, o notebook Samsung Flash F30, por exemplo, custa em média R$ 2.300.

Se quiser um processador um pouco mais decente, mas longe do de última geração, outra opção é o modelo de entrada Lenovo IdeaPad S145, ainda com Intel Core i3 – os mais avançados já estão na geração 9. Os mais baratos estão na faixa de R$ 3.000.

“Dá para comprar um Chromebook [basicamente um notebook mais barato e mais simples] ou um tablet”, diz Vitor Knobl Moneo, 27, coordenador do projeto. Segundo ele, foram reservados R$ 300 milhões para o programa.

Mas o que também tem deixado desconfiado parte dos docentes paulista são as contrapartidas draconianas que terão de cumprir para garantir a devolução do investimento feito.

“Perderá o direito ao recebimento da parcela mensal do subsídio o docente que, no mês de referência: cometer falta injustificada; deixar de lançar notas e frequência no diário digital; não cumprir a carga horária mínima de 2 horas mensais complementares às horas de Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo (ATPC).”

O artigo 9º do Decreto nº 65.231, de 7 de outubro de 2020 reforça ainda que, em caso de exoneração, demissão, dispensa, aposentadoria, afastamento ou falecimento, o pagamento também será cessado.

Um drama para a grande massa de professores temporários da rede, quase em 60 mil dos 160 mil hoje em sala de aula. Como são precarizados e dependem de abertura ou fechamento de novas salas de aula, não têm garantia de trabalho a partir da atribuição do próximo ano.

Mas nem só os professores mais jovens e não efetivados desconfiam desse pacote de bondade tardio do governo paulista. A professora de filosofia Monica Fonseca Wexell Severo, 47, há 12 anos na rede, disse que precisa renovar seus equipamentos, que já estão lentos, sem espaço e que mal conseguem acompanhar a demanda exigida pela secretaria.

“Mas não sei se assumirei essa ‘dívida’ com o Estado. Preciso de um novo smartphone, já que o meu atual não tem espaço para baixar novos aplicativos. Além do valor limitado, a secretaria não se compromete completamente com o reembolso.”

A desconfiança de Severo vem do parágrafo 2 do artigo 6º do decreto: “a concessão do benefício tem natureza de liberalidade, não importando obrigação futura para a secretaria da Educação, que poderá cessar os pagamentos a qualquer momento”.

Questionada pela jornal Folha de S. Paulo, a secretaria disse que alterou este trecho, que agora diz: “Parágrafo único
– Resolução da Secretaria da Educação disporá sobre os critérios de elegibilidade para o subsídio que será concedido na medida dos recursos disponíveis”.

A ausência da possibilidade de compra de telefone no programa também desapontou a professora de língua portuguesa Vanessa Gimenez da Silva, 46, que dá aulas em Quatá (490 km a oeste da capital paulista). “Acho válida toda tentativa de incentivo, mas precisamos de bons smartphones para acompanhar reuniões, cursos e aulas online. Hoje é uma ferramenta indispensável para o nosso trabalho”, diz a profissional, que está há 26 anos na rede paulista.

Segundo o governo, o aparelho celular não entrou no programa por conta da vedação expressa na Lei nº 173 de 27 de maio de 2020, que estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, uma lei complementar e emergencial para conter gastos públicos durante o período de enfrentamento à Covid-19.

Se não há previsão para incentivo à compra de telefones, existe um projeto, de R$ 70 milhões, para compra de pacotes de internet para celular. “A ideia é distribuir 750 mil chips aos alunos e 250 mil aos servidores da rede”, conta Moneo. Também ressalta que, dentro do ambiente do centro de mídias da educação paulista, o usuário não precisa gastar com internet, por conta de uma política de patrocínio de dados de aplicativo.

Para a deputada estadual Maria Izabel Azevedo Noronha (PT), a Professora Bebel, 60, presidente da Apeoesp (sindicato dos professores do ensino oficial do estado de São Paulo), qualquer ajuda de custo é bem-vinda, ainda mais se for pela inclusão digital do magistério. Mas ela ressalta que São Paulo deveria estar na liderança dos programas tecnológicos.

“Um professor com menos de 40 aulas semanais não ganha R$ 2.000. Você obrigá-lo a comprar sua própria ferramenta de trabalho é desamparo, mesmo que haja a possibilidade de reembolso futuro. Alguns profissionais mal conseguem ter em casa um plano de internet decente.”

De acordo com a pasta do secretário Rossieli Soares, o programa tinha recebido até esta semana pouco mais 55 mil adesões, o que não significa que os que aceitaram as condições vão comprar ou renovar seus equipamentos.

O professor tem até março do ano que vem para aderir ao programa e, caso resolva comprar o equipamento, apresentar à secretaria, até o final de abril, a nota fiscal em seu nome.

Nos próximos dias, segundo o governo paulista, deve ser anunciada parceria com alguma grande rede varejista.

Prefeitura de RC decide adiar cortes de água anunciados na segunda-feira

Em entrevista à rádio Jovem Pan News nesta terça-feira (24), o prefeito de Rio Claro, Juninho da Padaria, explica a decisão do governo municipal de adiar para 2021 a retomada dos cortes de água em imóveis com contas em atraso. Na tarde de ontem, a prefeitura havia divulgado comunicado avisando que o Departamento Autônomo de Água e Esgoto- Daae voltaria a fazer os cortes. No mesmo material, foi informado que cerca de oito mil contribuintes estão com contas em atraso.

Serviços de saúde na Av. 2 terão alterações para reforma de prédio

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou para esta terça-feira (24) o início da reforma estrutural na cobertura de prédio na Avenida 2, entre as ruas 3 e 4, onde funcionam vários serviços municipais de saúde. O prédio, localizado na região central de Rio Claro e que há anos sofre com infiltrações, terá obras no telhado para solucionar o problema. Atualmente funcionam no local dispensário de medicamentos de alto custo, coordenação da rede de atenção básica, Vigilância Sanitária e Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt).

“Estamos solucionando um problema de anos, dando aos servidores públicos melhores condições de trabalho e de atendimento à população”, observa o prefeito João Teixeira Junior.

A reforma inclui a substituição de telhas e de calhas de todo o prédio. Serão instaladas telhas termo acústicas, que são mais leves e apropriadas para a estrutura do prédio. “Com isso o prédio terá melhores condições de drenagem das águas das chuvas, o que irá eliminar os problemas de infiltrações”, destaca Maurício Monteiro, secretário de Saúde.

Por conta das obras, haverá alterações no atendimento ao público a partir desta terça-feira (24) na Vigilância Sanitária, Sesmt e coordenação de atenção básica. “Isso é necessário para garantir a segurança dos colaboradores e também da comunidade”, ressalta o secretário Maurício.

Os documentos direcionados à Visa deverão ser protocolados no dispensário de medicamentos de alto custo, onde haverá funcionário para receber os papéis. No caso do Sesmt, os atendimentos serão realizados no Departamento Municipal de Saúde Ocupacional, que funciona na Avenida 40, 737, Vila Operária. A equipe de coordenação de atenção básica estará instalada em unidades de saúde.

Pai de Zezé di Camargo e Luciano morre aos 83 anos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pai da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, Francisco José de Camargo morreu na noite desta segunda-feira (23), aos 83 anos, após dias internado em um hospital particular em Goiânia. A informação foi confirmada pela assessoria dos cantores nesta terça-feira (24).

O corpo de Seu Francisco será velado às 10h no Jardim das Palmeiras, em Goiânia, e o sepultamento acontecerá no final da tarde, às 17h. A causa da morte não foi divulgada.

Nascido em Sítio Novo, no interior de Goiás, Seu Francisco estava internado desde o dia 10 de novembro, quando começou a sentir dores no intestino. Quatro dias depois, ele passou por uma cirurgia de emergência após ser diagnosticado com sangramento intestinal.

Na época, em uma série de vídeos publicados no Instagram, Graciele Lacerda, esposa de Zezé di Camargo, explicou que os dois saíram correndo da fazenda onde vivem, em Araguapaz, interior de Goiás, em direção à capital do estado, Goiânia, onde Francisco fez o procedimento.

Francisco Camargo deixa a mulher, Helena Siqueira de Camargo, 75, e oito filhos: Mirosmar José de Camargo (Zezé), Emmanoel José, Marlene José de Camargo, Wellintgton Camargo, Walter José de Camargo, Welson David de Camargo (Luciano), Werley José de Camargo e Luciele de Camargo.

O outro filho, Emival Camargo, com quem Zezé formou a dupla-mirim Camargo e Camarguinho, morreu em 1975. Seu Francisco também tinha dez netos, entre eles a cantora Wanessa Camargo, e dois bisnetos, filhos dela.

DOIS FILHOS DE FRANCISCO
A história de vida de Francisco José de Camargo se tornou conhecida com o filme “Dois Filhos de Francisco – A Hiistória de Zezé di Camargo & Luciano”, que contou a história da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, em 2005.

Primeiro longa-metragem do cineasta de Breno Silveira, a cinebiografia atingiu 5,6 milhões de espectadores e se tornou a maior bilheteria do cinema nacional até então.

Comunicado da assessoria de Zezé di Camargo e Luciano sobre morte de Francisco.

“‘Seu’ Francisco se despede com a certeza de missão cumprida
Nascido em Sítio Novo, no interior de Goiás, o homem que um dia presenteou os colegas de trabalho da obra, na construção civil, com fichas telefônicas, sob a condição de que eles usassem as moedas para ligar na principal rádio de Goiânia pedindo pela canção chamada “É o Amor”), despediu-se de nós, nesta segunda feira (23), aos 83 anos, com a sensação de dever mais do que cumprido.
Desde que começou a multiplicar filhos com Dona Helena, “seu Francisco” preparava com afinco a dupla sertaneja com que tanto sonhava. Primeiro fez de Emival, o segundo filho, par de Mirosmar, o primogênito, mas, quis o destino que Emival saísse de cena precocemente. Só muitos anos depois, o Seu Francisco foi ver Mirosmar alinhado com o Welson David, ambos atendendo já como Zezé Di Camargo e Luciano.
A essa altura, o amor já era algo que mexia com a nossa cabeça e o nosso coração, e fazia a gente “entender que a vida é nada sem você”. Neste momento, diante da partida do pai, os filhos todos de Francisco – Mirosmar José, Emmanoel José, Marlene, Wellington, Walter, Welson David, Werlei e Luciele entoam justamente esse verso, certos de que a vida não seria nada sem ele e a parceria da mãe, a guerreira dona Helena, que tem amparado os filhos e netos com uma força descomunal.
De origem extremamente humilde, Seu Francisco viveu bem e o bastante para experimentar a maior das dores -a perda de um filho- e a mais gratificante das vitórias, que é o alcance do êxito absoluto dos filhos. Teve sua história contada em filme visto por a grande consagração dos filhos. Ainda há poucos dias, contabilizaram-lhe, em uma mesa, os quase 7 milhões de pessoas que foram assistir a esse enredo só no cinema. Salve!
O pai do Seu Francisco chamava-se Onofre Francisco. Ele pensava que Francisco fosse sobrenome e foi batizando todos os filhos com Francisco: Vicente Francisco, Liberato Francisco… O impasse se deu quando quis batizar um deles justamente com o nome de Francisco. Não podia ser Francisco Francisco. E então ficou Francisco José, acrescido de Camargo. E assim ele formou com honra o clã que todos amam.
Foi embora um homem simples, que deixou um grande exemplo de superação com um legado de honestidade!
Arleyde”

Carretas colidem na WL e causam congestionamento

Duas carretas colidiram lateralmente no início da tarde desta segunda-feira (23) na altura do quilômetro 164 , da Rodovia Washington Luís, em Santa Gertrudes.

De acordo com informações do Policiamento Rodoviário, que atendeu a ocorrência, uma das carretas estava vazia e a outra carregada com 48 bags de cloreto de potássio. O material acabou caindo na pista e se espalhando. Não houve vítimas, segundo o registro da ocorrência.

A Concessionária Eixo SP também atuou no socorro prestando todo auxílio necessário para desviar o trânsito que foi liberado por volta das 16h45, de acordo com a Polícia. As duas faixas da rodovia precisaram ser interditadas.

Jornal Cidade RC
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