Rio Claro Basquete perde para o Paulistano

Em jogo realizado na noite de hoje, no Ginásio Felipe Karam, o Rio Claro Basquete enfrentou o Paulistano e acabou derrotado por 73 a 71 pelo Campeonato Paulista.

As parciais foram 25 a 15 e 19 a 16 para o Leão no dois primeiros quartos e 20 a 13 e 22 a 14 para o time da capital nos dois últimos quartos.

O ala Betinho do Rio Claro foi o cestinha do jogo com 20 pontos.

O Leão volta à quadra na próxima sexta (20) contra Mogi das Cruzes às 19h30 no Felipão.

Rio Claro tem 51 hospitalizados por Covid

Rio Claro não registrou nenhum caso de infecção por coronavírus nas últimas 24 horas e com isso o município mantém 18.708 casos positivos, de acordo com o boletim da Secretaria Municipal de Saúde emitido neste domingo (15).


O município tem 51 pessoas hospitalizadas e índice de 37% de ocupação de leitos. Dos pacientes internados, 32 estão em unidade de terapia intensiva. Há 198 pessoas em isolamento domiciliar.

Até agora Rio Claro tem 17.956 pessoas recuperadas da Covid-19. Desde o início da pandemia o município registrou 554 óbitos em decorrência da doença.


A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.

Estado de SP atinge novo recorde na vacinação com 717,3 mil doses diárias aplicadas

O Governo de São Paulo alcançou novo recorde na aplicação de doses diárias da vacina contra a COVID-19. A marca foi atingida nesta sexta-feira (13), com 717,3 mil doses aplicadas nos 645 municípios. O ritmo da vacinação segue acelerado e a meta do Estado é proteger toda população adulta com pelo menos uma dose até segunda-feira (16).

De acordo com os dados disponíveis na plataforma Vacina Já, foram aplicadas na última sexta-feira (13) 452.037 vacinas em primeira dose, 261.494 em segunda dose e 3.782 doses únicas.

Até as 7h50 deste domingo (15), foram aplicadas 43.731.623 doses no estado de São Paulo, sendo que 90,52% da população com mais de 18 anos foi imunizada com pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19. Além disso, 27,76% da população geral do estado já estão com o esquema vacinal completo, ou seja, tomaram duas doses ou receberam uma vacina de dose única.

A evolução diária da vacinação em São Paulo pode ser acompanhada no site do Vacinômetro (https://vacinaja.sp.gov.br/vacinometro/). O painel tem dados detalhados sobre doses aplicadas por município, distribuição de doses, ranking de vacinação, ranking de aplicação das doses distribuídas, evolução da aplicação de doses e estatísticas gerais do PEI.

Calendário

Após sucessivos adiantamentos do cronograma do PEI (Plano Estadual de Imunização), a campanha de vacinação prossegue em ritmo acelerado. A previsão é de que a partir de 18 de agosto seja iniciada a imunização de jovens com idade entre 12 e 17 anos, iniciando-se por aqueles com deficiência, comorbidades, gestantes e puérperas. Até a primeira quinzena de setembro, todo o público nessa faixa etária já deverá estar vacinado com pelo menos uma dose da vacina.

Mortes por covid-19 de pessoas vacinadas são raras, diz especialista

A morte do ator Tarcísio Meira na última quinta-feira (12), por complicações da covid-19, reacendeu o debate sobre a eficácia da vacinação para controlar a pandemia. Aos 85 anos, o ator estava completamente imunizado desde abril, quando tomou a segunda dose da CoronaVac. O episódio gerou nova onda de desinformação nas redes sociais, com falsas narrativas de que “não adianta tomar vacina”. A Agência Brasil conversou com especialistas que foram taxativas na defesa da imunização em massa como a principal estratégia para que o país saia da crise sanitária.

“Nenhuma vacina disponível no Brasil, a da Pfizer, a Janssen, AstraZeneca ou a CoronaVac asseguram 100% de proteção. As pessoas continuam precisando de cuidados, como uso de máscara e distanciamento social. Mas a efetividade das vacinas é indiscutível.,Basta ver que nos países com vacinação avançada, como Israel e Inglaterra, mesmo com aumento de casos por causa da variante Delta, o número de internações e mortes são proporcionalmente muito menores, resultado direto da imunização”, diz a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Um estudo recente da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) avaliou o efeito das vacinas contra o novo coronavírus na população brasileira e concluiu que 91,49% das pessoas que morreram pela infecção, entre maio e julho deste ano, não tinham tomado vacina ou não estavam totalmente vacinadas com as duas doses ou dose única, no caso do imunizante da Janssen.

A mesma pesquisa demonstrou que 84,9% das pessoas imunizadas que morreram no país tinham algum fator de risco para a covid-19 e 87,6% tinham 70 anos ou mais. A incidência de agravamento de quadros em pessoas idosas, mesmo que vacinadas, tem uma explicação biológica. A imunossenescência é o processo de envelhecimento e desregulação da função imunológica no organismos de idosos, o que contribui para o aumento da suscetibilidade a infecções por vírus e bactérias, além do desenvolvimento de doenças como o câncer e a redução da resposta vacinal imunológica.

“Nos idosos a partir dos 60 anos, há o que a gente chama de imunossenescência. O nosso organismo, fisiologicamente, perde a capacidade, ante a exposição de um antígeno, seja a doença ou a vacina, de gerar resposta imunológica adequada”, explica a médica Lorena de Castro Diniz, coordenadora do Departamento Científico de Imunização da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). “Além da imunossenescência, é muito raro um idoso acima dos 60 anos não ter uma comorbidade, como cardiopatia ou diabetes. Então, com esses dois aspectos, aumentam as chances de evoluir gravemente frente ao vírus da covid”, acrescenta.

Mesmo com maior suscetibilidade à eficácia das vacinas, a imunização de idosos é crucial para protegê-los. Lorena Diniz faz uma analogia com a guerra para explicar como as vacinas colaboram nessa estratégia. “Se a gente estiver numa guerra, com homens treinados, a chance de a gente ganhar é muito maior do que chamar pessoas da reserva que não foram treinadas para vencer o combate”. 

Para ganhar essa guerra, no entanto, a cobertura vacinal na maior parte da população é fundamental. “A vacina em si é somente um produto. A estratégia mesmo é a vacinação. Vacina sem vacinação não adianta nada. Não adianta apenas você se vacinar, as outras pessoas também precisam disso para gerar proteção coletiva”, ressalta Isabella Ballalai.

A médica lembra, por exemplo, o caso do vírus do sarampo. A doença que foi considerada erradicada no Brasil em 2016, com direito a certificação pela Organização Mundial da Saúde (OMS), voltou a atingir a população em 2019, revertendo esse status. O motivo foi a vacinação abaixo do esperado. 

Rumo diz que oficina deve deixar cidade de Rio Claro

Rio Claro deverá perder, de forma definitiva até 2025, a oficina de vagões da concessionária Rumo. A reportagem do Jornal Cidade teve acesso ao contrato de concessão entre a empresa e a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que não garante ou especifica em seus termos anexos que a oficina será transferida do Centro para o Jardim Guanabara. Em comunicado ao JC, a empresa confirmou que o projeto de transferência elaborado foi estabelecido fora do município de Rio Claro.

“A Rumo esclarece que o contrato de renovação prevê a remoção da oficina da área central de Rio Claro, medida que visa melhorar a mobilidade e reduzir os conflitos urbanos no município. Estudos para definir um novo local foram feitos considerando a abrangência da malha ferroviária, disponibilidade de áreas, fornecimento de insumos e critérios operacionais e técnicos. No processo de renovação, a operadora tinha um prazo de apenas um ano para protocolar o projeto de uma nova oficina de vagões, esse projeto foi estabelecido fora do município de Rio Claro. Todos os documentos foram protocolados junto à agência reguladora e o cronograma está seguindo as obrigações previstas em contrato”, informa.

O contrato ao qual o JC teve acesso diz em uma das cláusulas que “a concessionária implantará, até o fim de 2025, uma oficina de manutenção de vagões e equipamentos com vistas à transferência da oficina de Rio Claro para localização a ser definida pela concessionária”, sem citar o bairro Jardim Guanabara, tampouco o próprio município de Rio Claro. Hoje contando com 210 colaboradores diretos e terceiros, a oficina da concessionária Rumo era prevista para ser transferida para o Jardim Guanabara há anos. Nos bastidores, fala-se que a nova oficina poderá ser instalada em Araraquara, onde já há estrutura da empresa.

Em 2018 e 2019, a Câmara Municipal aprovou alteração no Plano Diretor do Município, a pedido do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), para alterar a área de zoneamento no Jardim Guanabara para industrial para que o local recebesse a estrutura necessária para os galpões de manutenção.

Imbróglio

Há anos que a transferência da oficina do Centro para o Jardim Guanabara era articulada junto à Rumo e o Governo Federal.

Sindicato alerta para perda e convoca mobilização

Diante da possibilidade de Rio Claro perder a oficina da Rumo, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulistas (Sindpaulista), que tem sede no município, convoca mobilização da população em geral e da classe política para que seja revisada essa alteração na previsão de transferência.

“É uma ‘bomba nuclear’. A ferrovia está há mais de 100 anos na cidade. A Rumo tem a concessão. Quando foram retirados os trilhos anos atrás, foi indicado que a transferência da oficina ocorreria para esse bairro. Mas o que não está no contrato não se faz. Havia uma previsão, apenas”, diz o vice-presidente da entidade, Ariovaldo Bonini.

O ferroviário alerta que é necessária uma força política para que Rio Claro não seja prejudicada com a perda da oficina, consequentemente dos empregos e da própria memória da ferrovia, que remonta ao município desde a sua industrialização. “Agora é uma decisão política. Têm soluções para resolver isso, mas é preciso trabalhar politicamente”, acrescenta. Bonini estará ao vivo, a partir das 8h desta segunda-feira (16), na Rádio Jovem Pan News Rio Claro AM 1410 para falar do assunto.

Rio Claro Basquete encara o Paulistano no Felipão pelo Campeonato Paulista

Hoje, às 18h, o Rio Claro Basquete enfrenta o Paulistano pela quarta rodada do Campeonato Paulista de Basquete. O Leão busca a reabilitação, após ser derrotado por 59 a 55 pelo Corinthians na última quarta-feira (11). Rio Claro soma até o momento duas derrotas e uma vitória no estadual, ocupando a oitava colocação.

“Um jogo muito importante contra uma equipe muito qualificada que ficou na quarta colocação no último NBB e manteve a base. A gente vem de uma derrota contra o Corinthians, mas gostei da consistência defensiva da nossa equipe e precisamos fazer alguns ajustes ofensivos porque a competição exige. É uma disputa na qual de 10 equipes sete estão no NBB. Cada jogo é uma história e estamos ganhando conjunto para a sequência da competição”, destacou o técnico Fernando Penna.

O treinador aposta em um melhor desempenho do Leão, já que o elenco vem ganhando com os jogos e treinos mais entrosamento.

“Já tivemos nos últimos jogos o Betinho conseguindo atuar por mais tempo e esperamos ganhar mais reforços e ter um time mais qualificado para enfrentar esses grandes times no Campeonato Paulista. Estou feliz e confiante até o momento pelo que produzimos, claro que o recomeço é sempre difícil, mas confiante para fazer mais um grande trabalho”, finalizou Penna.

Regulamento

Na primeira fase, todos os times vão se enfrentar em um grupo único, em jogos de turno e returno, classificando-se para os playoffs os oito mais bem colocados. As quartas de final, as semifinais e a decisão do Paulista de basquete serão disputadas em melhor de três jogos.

Agenda

Na próxima sexta-feira (20) o Rio Claro Basquete encara pelo Campeonato Paulista o Mogi das Cruzes às 19h30, no ginásio Felipe Karam

Nova edição da tradicional JC Magazine chegará ao público no próximo dia 29

A tão aguardada JC Magazine chegará aos leitores neste mês de agosto. No próximo dia 29, mais uma edição repleta de histórias emocionantes e temas do dia a dia poderá ser conferida pelo público. São 148 páginas reunindo exemplos e personalidades que se destacam na sociedade.

Dentre os assuntos abordados, destaque para um novo tempo nas relações trabalhistas: o Home Office. Profissionais contaram à reportagem sobre as suas experiências e expectativas para essa realidade que se projetou no mercado.

Desafios, obstáculos, readequações da rotina e alguns pontos positivos fazem parte desse modelo de trabalho que ganhou mais espaço durante a pandemia da Covid-19.

Uma das entrevistadas é a bancária Lucineia de Fatima Degli Esposti Godoy, 41 anos, que, apesar das mudanças, passou a ter mais tempo junto ao filho de apenas um ano e oito meses.

Em sua 34ª edição, o tradicional produto do Grupo JC é referência no mercado editorial de Rio Claro e região. Sucesso entre o público-leitor, mantém a credibilidade e a confiança a cada ano entre as empresas parceiras.

‘É por necessidade que fazemos e não por sensacionalismo’, diz família após ataques

Segue em recuperação o garoto Bruno Henrique Alves dos Santos, de 11 anos de idade. Ele sofreu um grave acidente no dia 31 de maio deste ano quando andava de bicicleta em frente ao Jardim das Nações II, local onde residia com a família.

Na queda da bicicleta, Bruno bateu a cabeça e pouco tempo depois começou a passar mal e precisou ser internado. Depois disso foram 44 dias dentro de um hospital entre a vida e a morte.

Ao receber alta, a família precisou alterar toda a rotina para atender às necessidades de Bruno, que se encontra atualmente em estado semivegetativo (pacientes nestas condições conseguem abrir os olhos, mas não conseguem falar ou fazer coisas que requeiram pensamento ou intenção consciente).

A família, que morava em um apartamento no Nações, precisou alugar uma casa e montar um quarto hospitalar para Bruno, que requer cuidados integralmente: “Nossas despesas aumentaram muito. Além do aluguel, a conta de energia vem também muita alta, pois o Bruno depende de aparelhos. Ele segue usando fraldas, se alimenta por sonda direto no estômago e respira através da traqueo. Recentemente passamos por mais um susto, pois ele precisou ser internado novamente por conta de uma hemorragia gástrica que graças a Deus foi controlada. As dificuldades realmente são grandes, mas seguimos fazendo o melhor que podemos a ele”, disse a mãe.

Na última semana, a família foi vítima de ataques e comentários maldosos nas redes sociais que apontavam que eles estavam mentindo sobre o estado de saúde de Bruno, que já estaria andando, brincando e que estariam tirando proveito da situação e usando as doações para benefício próprio: “Uma maldade sem tamanho o que fizeram. Se buscamos ajuda é por necessidade e não por sensacionalismo. O que mais queríamos era que o Bruno estivesse brincando e levando uma vida normal, mas existe uma grande batalha pela frente ainda. Quem não quer ajudar não tem problema, mas que também não invente mentiras sobre um assunto tão sério e que envolve a vida de uma criança”, finaliza a mãe.

Doações

Quem quiser colaborar com a família pode doar fralda geriátrica tamanho G, lenço ou toalha umedecida, álcool 70% líquido, pomada para assaduras, maisena, sabonete líquido, Omeprazol 20 mg e Nausedron 20 mg. Mais detalhes no telefone (19) 99646-2078.

A luta dos artistas de teatro para sobreviver à pandemia

A campainha toca três vezes. O sinal é uma indicação de que a peça vai começar. Mas, durante quase dois anos, a plateia não esteve reunida. Sem palmas, sem público ou bilheterias, os artistas de teatro enfrentaram uma das maiores crises do setor.

Por estarem em ambientes fechados, com pouca circulação de ar, os teatros acabaram sendo os primeiros espaços fechados logo no início das restrições em março de 2020, no Brasil.

Dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro mostram que, com a pandemia, houve redução média de 43,9% do volume de produção nas atividades e que o setor de economia criativa é composto, em grande parte, por micro e pequenas empresas e profissionais autônomos, formalizados ou não, que não possuem capital de giro suficiente para suportar grandes períodos sem faturamento. Ao todo, 88,6% indicaram ter sofrido com queda do faturamento.

No Dia do Artista de Teatro, comemorado na próxima quinta-feira (19), a ‘Reportagem da Semana’ conversou com atores que convivem diariamente com o desafio da pandemia e que precisaram buscar alternativas.

Em Rio Claro

A multiartista, atriz-marionetista e produtora cultural Daiane Baumgartner de Souza, de 37 anos, fazia, em média, duas apresentações no mês antes da quarentena, além de ministrar oficinas. De abril a julho de 2020, teve de cancelar todos os trabalhos presenciais.

“Como todo artista deveria fazer, eu tinha uma reserva financeira que consegui usar nesse período. Decidi focar na criação de um novo espetáculo, um trabalho que era individual e portanto eu conseguiria fazer sozinha em casa ”, comentou.

Conforme o tempo foi passando, Daiane começou a fazer alguns cursos online e passou a se dedicar mais aos estudos. Inclusive, criou a própria capacitação de construção de bonecos em miniatura, também online. Atualmente, o projeto está na quarta edição.

“Construí meu ateliê e minha sala de ensaio em casa. Apresentei todos os meus trabalhos de forma online neste período, tentando encontrar formas de criar o encontro que acontece no teatro presencial também no virtual”, explicou.

A multiartista afirmou que esse é um período muito desafiador. Ela, que trabalha com o tema do horror e da morte nos espetáculos desde 2013, teve de fugir dessa temática para evitar o tema para conseguir se sustentar.

 “Nós trabalhamos com emoções, sentimentos e coisas intangíveis. E esse período trouxe muito medo. Algumas pessoas paralisam, outras entram no modo automático para se proteger emocionalmente, e é importante para os artistas estarem ligados no seu tempo, vivendo intensamente para poder, de alguma forma, fazer com que se torne eterno de alguma forma”, disse.

Sobre a saudade do palco e do calor humano, a artista disse que é incalculável, mas que prefere esperar até que todos estejam vacinados no Brasil.

“Primeiro, vamos voltar a fazer teatro ao ar livre. Acredito que depois [voltaremos] para as salas de teatro. Mas vai demorar ainda um bom tempo para encher tudo novamente”, finalizou.

‘Tive de me virar para conhecer o mundo da internet’

A atriz, pianista e cantora Tassia Martins Guarnieri, de 32 anos, disse que quando a pandemia começou ela não era uma pessoa inteirada SOBRE O mundo digital. Foi preciso se reinventar para poder sobreviver ARTÍSTICA e financeiramente.

“Comecei a fazer lives, participei de festivais online e criei o ‘Peça uma Canção’, um quadro onde as pessoas escolhem músicas que elas querem ouvir na minha voz . Tive que saber mais sobre o marketing digital. Um novo mundo”, comentou.

A atriz disse que é preciso lutar por apoio e buscar auxílios e editais para artistas.

“A gente não trabalha só no momento do espetáculo. Existem horas, meses e anos para criar essas horas de momentos mágicos, e precisamos ser pagos por isso. Fazemos algo fundamental para estarmos vivos.

Questionada, a prefeitura de Rio Claro disse que tem incentivado as diversas atividades culturais no município, inclusive o teatro. Além de oferecer espaço para as apresentações no palco do Centro Cultural, que recentemente foi reformado, a Secretaria Municipal de Cultura tem oferecido apoio financeiro para diretores e oficineiros de teatro, a partir de um edital municipal que estabelece as regras para a distribuição dos recursos. A prefeitura também mantém diversas oficinas de teatro no Centro Cultural e na Philarmônica.

Tassia Martins Guarnieri, de 32 anos, conta ao JC experiências na pandemia

Cerâmicas respondem por 87% dos empregos na indústria de Sta Gertrudes

Santa Gertrudes completa, nesta segunda-feira (16), 73 anos de emancipação. De acordo com a Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (ASPACER), o setor industrial cerâmico tem uma relevância muito significativa no contexto econômico da cidade. Hoje, 87% dos empregos gerados na indústria local têm ligação direta com o setor cerâmico.

Santa Gertrudes sedia atualmente sete grupos cerâmicos associados à ASPACER, que operam em alguns casos em até mais de uma planta industrial, sendo eles: Grupo Embramaco, Grupo Incopisos, Cerâmica Villagres, Grupo Almeida, Grupo Cedasa Cerâmicas, Formigres Pisos e Revestimentos Cerâmicos e Viva Cerâmica.

Levantamento feito junto ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), que tem como referência o mês de maio deste ano, mostra que na cidade são gerados pela indústria 6.468 postos de trabalho, sendo que deste volume 5.621 postos, ou seja, 87% dos empregos são originados pela indústria cerâmica. “O reflexo econômico do volume de empregos gerados pela indústria é muito maior, se levarmos em conta os empregos indiretos, tendo em vista a cadeia produtiva do setor muito diversificada. No entanto, mais do que empregos, o setor cerâmico gera desenvolvimento, progresso e movimenta de maneira muito relevante a economia de toda região”, destacou o diretor de Relações Institucionais da ASPACER, Luís Fernando Quilici.

O prefeito de Santa Gertrudes, Gino da Farmácia, destacou também a importância das indústrias cerâmicas, em especial no contexto socioeconômico. “O setor cerâmico é um dos ramos responsáveis pelo desenvolvimento econômico da nossa região, que gera em torno de 80% dos empregos em nossa cidade. Por isso, ressalto a grande importância deste setor, que hoje é um dos principais responsáveis pelo nosso desenvolvimento, além de ser um polo cerâmico reconhecido mundialmente, o que é sinônimo de orgulho para nosso município”, pontuou o prefeito.

Divulgação

Setor de revestimentos impulsiona empregos no município, gerando desenvolvimento e progresso para toda região.

Grupos

Santa Gertrudes sedia sete grupos cerâmicos associados à Aspacer que operam em até mais de uma planta industrial

Rio Claro registra 18 novos casos de Covid

A Secretaria de Saúde de Rio Claro divulgou neste sábado (14) boletim com números do município na pandemia de coronavírus. Foram registrados 18 novos casos da doença, totalizando 18.708. 


O município tem 42 pacientes hospitalizados, sendo 28 em unidades de terapia intensiva. O índice de ocupação de leitos é de 30%. Não houve registro de óbito por Covid nas últimas 24 horas. 


A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos. Isso é fundamental para evitar a infecção pelo coronavírus e também sua transmissão.

Cientistas descobrem duas novas espécies de dinossauro na China

Uma parceria entre estudiosos brasileiros e chineses resultou na descoberta de duas espécies novas de dinossauros saurópodes. As ossadas foram encontrados na província Xinjiang, localizada no Noroeste da China. O local, que apresenta rochas de aproximadamente 120 milhões de anos, já havia revelado centenas de pterossauros. O estudo foi publicado na revista Scientific Reports.

Uma das espécies foi denominada Silutitan sinensis, identificada a partir de uma série de vértebras cervicais médias e posteriores articuladas. Ela faz parte de um grupo de dinossauros conhecido como Euhelopodidae, exclusivo da Ásia

A outra espécie descoberta recebeu o nome Hamititan xinjiangensis e foi identificada a partir de uma sequência de vértebras caudais anteriores articuladas. A espécie representa um grupo denominado Titanosauridae, raro na Ásia, porém comum na América do Sul, inclusive no Brasil.

A descoberta teve como coordenadores Alexander Kellner, do Museu Nacional, que é vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pelo lado brasileiro; e Xiaolin Wang, pesquisador do Institute of Vertebrate Paleontology and Paleoanthropology, da China.

A parceria entre as duas entidades existe desde 2004 e já resultou em mais de 20 trabalhos.

Silutitan sinensis e Hamititan xinjiangensis

De acordo com o Museu Nacional, o nome da primeira espécie citada no estudo, Silutitan sinensis, é uma combinação do termo Silu, que significa rota da seda, em mandarim, com titan, em alusão aos deuses gregos gigantes.

Já a segunda espécie, Hamititan xinjiangensis, foi batizada a partir da junção do nome da localidade (Hami) onde os fósseis foram encontrados e novamente o termo titan.

De acordo com o Museu Nacional, “já haviam sido reportados um grande número de fósseis do pterossauro Hamipterus tianshanensis, incluindo ovos e embriões em excelente estágio de preservação”, nesse mesmo local onde os ossos das duas novas espécies foram encontrados.

“Os achados ajudam na compreensão das relações de parentesco entre várias espécies de saurópodes”, informa o museu. Os estudiosos acrescentam que o Silutitan “é uma espécie intimamente relacionada a uma outra espécie chinesa chamada Euhelopus, mas que é mais antiga. Silutitan apresenta várias novas características morfológicas no pescoço desses animais em particular”.

Já o Hamititan xinjiangensis petence a um grupo “particularmente muito mais rico e diverso na América do Sul”. As novas espécies de dinossauros são, segundo o Museu Nacional, os primeiros vertebrados relatados nesta região, o que “aumenta a diversidade da fauna e também as informações sobre os saurópodes chineses, apoiando ainda mais uma ampla diversificação desses animais no [período] Cretáceo Inferior da Ásia”.

Jornal Cidade RC
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