Banda Anguere lança o videoclipe ‘Truculência’

Gravado em Rio Claro, o videoclipe do single ‘Truculência’, da banda de trashmetal/hardcore ‘Anguere’, foi produzido pelo Refúgio Cultural e Estúdio Kathársis, com o apoio da Secretaria de Cultura de Rio Claro.

O videoclipe foi dirigido pelo cineasta e videomaker Bruno Nicoletti, que imprimiu a violência da música nas imagens em movimento. Além de ser uma pedrada, o trabalho reflete a violência das forças policiais e do estado sobre o jovem da periferia.

Com cenas gravadas com os músicos da ‘Anguere’, o clipe conta, ainda, com atuação dos atores Rafael de Paula e Felipe Custódio. O videoclipe foi inteiramente gravado no Teatro Municipal, no Centro Cultural Roberto Palmari, em Rio Claro-SP.

O videoclipe está disponível no https://youtu.be/D_yRTZQ8xQw.

TRUCULÊNCIA

O single foi gravado no Estúdio Grama Records e teve a masterização e mixagem realizada no Refúgio Cultural e Estúdio Kathársis, pelo produtor musical Gordfo Darco.

ANGUERE

A banda Anguere foi formada no ano de 2008, em Rio Claro, e carrega em seu repertório características da música brasileira com diversos estilos da música pesada. Tem dois álbuns lançados, Anguere (2009) e Choque (2015), além dos EPs HCRC (2014), Cadeia (2017) e Castigo (2020). Realizou turnês pelo Brasil e, também, pela América Latina, em países como Equador, Peru e Bolívia.

Dia do Irmão: laços de sangue e de amizade

Parceria, companheirismo e muito amor. O Dia do Irmão é comemorado neste domingo (5) e, para celebrar a data, a ‘Reportagem da Semana’ foi atrás de uma história inspiradora: a de uma família que tem  muito a comemorar. Todos os dias. E, claro, nessa data que, aliás, muitos não conhecem.

O dia surgiu por iniciativa da Igreja Católica, que homenageia o aniversário de morte da missionária Madre Teresa de Calcutá desde 2007 – data que completou 14 anos de falecimento. No contexto religioso, o sentido da palavra irmão está ligado ao próximo.

Portanto, a data serve para incentivar as pessoas a repensarem as atitudes perante os outros seres humanos, sendo mais humildes, companheiras e gentis. Não se refere exatamente, ou somente, a irmãos biológicos, mas aqueles que se irmanam por ideias, sentimentos e ações.

Mas é sobre irmãos de sangue que o JC se deteve nesta semana. 13 irmãos. Isso mesmo. 13 irmãos rio-clarenses, todos de uma mesma família que dizem ter muito a comemorar.

A grande família

Em Rio Claro, a família Rios soma, entre os 13 irmãos, 495 anos. Ari,  Áurea, Aurélia, Áureo, Alan, Alana, Ariel, Ariana, Ariadne, Aran, Arian, Adams e Ávila. Eles são filhos de Nicolau Carlos Rios (falecido em 2007) e Maria das Graças Alves Rios (falecida em 1998). O pai era natural de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, e a mãe de Bebedouro, São Paulo.

Uma composição familiar assim é algo cada vez mais raro, uma vez que o número médio de filhos por casal só vem caindo, em quase todo o mundo. O mesmo acontece no Brasil, onde, segundo a Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), a taxa de fecundidade média caiu de 4,3 filhos por família em 1970, para 1,7 filhos em 2020.

Na família Rios, essa estatística não se aplica. Ari e Áurea são os irmãos mais velhos, que têm atualmente 50 anos de idade e são gêmeos. Já o caçula é o Ávila, com 33 anos. Dos 13 irmãos, 11 moram na Cidade Azul; Ariadne, em Fortaleza; e Aurélia mora em Santos.

De acordo com Ari, a família sempre morou toda junta, mas depois os irmãos foram saindo de casa para estudar e construir cada um a sua família. “Chegou um período que moramos os 13 juntos. Era uma festa”, contou.

Ele afirmou que ter uma família com tantos irmãos é uma bênção. “Sou muito grato pela oportunidade de ter aprendido com cada um, sempre respeitando as diferenças e as individualidades. Vejo que é uma dádiva ter uma família grande. Foi preciso, claro, ceder e ter diálogo para acharmos o melhor caminho”, comentou.

Para se reunir, antes da pandemia, a família Rios procurava criar oportunidades em eventos familiares, e principalmente na confraternização de fim de ano, quando todos os irmãos se encontram com suas famílias. Mas, com a pandemia, o jeito foi o modo online.

Três gerações 

Hoje, a família Rios possui três gerações. Na linhagem direta de sangue são 18 pessoas. A irmã Áurea falou sobre a infância com os pais e a avó, que ajudou na criação dos irmãos.

“Em casa o diálogo sempre permaneceu. Lembro que meu pai fazia uma assembleia das temáticas mais recorrentes de divergências entre os irmãos e ele nos mostrava a sensibilidade e a importância do diálogo. Com certeza tínhamos divergências. Mas sempre foi tudo muito conversado entre nós. Os irmãos só passaram a deixar o núcleo familiar quando começaram a estudar. A gente procura preservar isso com nossos sobrinhos que moram aqui em Rio Claro”, disse.

Em tempos de pandemia, o Dia do Irmão ganha ainda mais sentido para essa grande família. Afinal, dos 13, nenhum pegou a doença. “Ter união não é apenas mostrar para os de fora essa unidade. É conviver no dia a dia com frustrações, individualidades, conquistas ou derrotas. União é sinônimo de compreensão. E dessa compreensão, sabemos que cada um tem seu jeito de ser, viver e estar. Quando estamos juntos, vivemos ou trazemos o carinho, e assim nos doamos, e somente quem é dos irmãos e das irmãs Rios, entenderá esse sentido da palavra”,  aspas escritas por todos os irmãos.

Rio Claro mantém 16% de ocupação de leitos

O boletim da Secretaria Municipal de Saúde deste sábado (4) aponta quatro novos casos de Covid em Rio Claro, que totaliza 18.974 casos. O município não teve registro de óbitos pela doença nas últimas 24 horas e mantém 568 mortes causadas pela Covid. 
Até agora são 18.274 pessoas recuperadas da doença no município, que tem 22 pacientes  hospitalizados devido à pandemia, sendo 14 em UTI. O índice de ocupação de leitos se manteve em 16%. Há também 114 pessoas em isolamento domiciliar. 

Erleson Pereira morre aos 52 anos em RC

Faleceu neste sábado (04l em.Rio Claro Erleson Pereira da Silva, aos 52 anos. Além de empreendedor na área da educação à distância, Erleson também se tornou conhecido pela atuação na política. Começou seu trabalho em prol da comunidade na década de 90, como lideranca comunitária no Jardim Novo. Filiado ao PSB,.disputou as eleições a vereador no ano passado. Há anos travava uma batalha contra o câncer, e passou a se dedicar também a conscientizar a população sobre a prevenção da doença, além de incentivar outros pacientes a enfrentar o tratamento. Devido a esse trabalho, foi capa da JC Magazine na edição sobre o calendário de campanhas relacionadas à saúde e à qualidade de vida.

Leia também: Superando os câncer juntos

 Deixa a viúva, Joelma Ferraz, os pais Arcelino e Edna  e  a filha Nataly.  O velório está marcado para este domingo (05), a partir das 6 horas, no  Parque das Palmeiras,  e o sepultamento será no cemitério no mesmo local às 10 horas. 

Caso Araçatuba: Deic segue no rastro de quadrilha e RC entra na rota das investigações

O mega-assalto a agências bancárias em Araçatuba no início desta semana segue entre as principais notícias veiculadas na imprensa nacional em razão do trabalho investigativo que busca a prisão da quadrilha que aterrorizou a cidade e deixou dois moradores mortos e outros feridos.

Até o momento seis indivíduos (cinco homens e uma mulher) estão presos e outros três vieram a óbito. Todos teriam envolvimento com o crime. Um casal foi preso pouco tempo depois do ataque, ainda em Araçatuba. Ainda na cidade, na área rural, um criminoso foi encontrado morto em um carro abandonado após fuga da quadrilha. Em Campinas aconteceu a terceira prisão. Já, em Piracicaba, dois indivíduos baleados deram entrada na Santa Casa – eles teriam sido atingidos no confronto com a PM. Um deles segue sob escolta e o outro morreu na madrugada de ontem (3). Já em Sumaré, em um terreno, foi localizado o corpo de um indivíduo vestindo calça, luvas e colete balístico. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a PM recebeu uma denúncia anônima de que um corpo teria sido jogado para fora de um veículo. No corpo havia um bilhete com o número de telefone de um familiar e R$ 800,00 em dinheiro contaminado com tinta e sangue. Por fim dois homens foram presos na quinta (2) em São Pedro, onde as equipes acreditam que funcionava a ‘base operacional da quadrilha’.

Rio Claro e São Pedro na investigação

Os agentes da 5ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Furtos e Roubos a Bancos (5ªDISCCPAT/Deic) se deslocaram até as cidades citadas com a finalidade de cumprirem mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em Rio Claro, os policiais encontraram em um imóvel apetrechos utilizados para a comercialização de drogas, bem como contabilidade referente. Já numa chácara em São Pedro, foram localizadas roupas táticas camufladas, luvas, lanternas de cabeça, coletes balísticos, camel bag, botas táticas, binóculos, máquina de contar dinheiro e mochila camuflada, além da quantia de R$ 3.200, carregador e munições de calibre .40 e .380. Neste imóvel dois homens foram detidos, sendo que um deles apresentou uma cédula de identidade falsa, além de ser foragido da Justiça pelo crime de homicídio.

Jogo físico argentino é desafio para o Brasil continuar 100%

BRUNO RODRIGUES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após vencer o Chile em Santiago sem jogar um bom futebol, ainda que com diversos desfalques na convocação, a seleção brasileira recebe neste domingo (5) a Argentina, na Neo Química Arena, em São Paulo, em confronto válido pelas Eliminatórias.
A equipe de Tite busca manter os 100% de aproveitamento na disputa sul-americana. Em sete partidas, o Brasil soma 21 pontos, seis a mais que os alvicelestes, vice-líderes.
O duelo em Itaquera será o primeiro clássico entre os rivais desde a final da última Copa América, no Maracanã, vencida pelos argentinos, que encerraram um jejum de 28 anos sem títulos com a conquista no Rio de Janeiro.
No confronto decisivo pelo torneio continental, em julho, para o qual o Brasil chegou como favorito, a seleção comandada pelo técnico Lionel Scaloni impôs um jogo mais físico, procurando cortar a circulação de bola e as combinações de passes do time brasileiro. Funcionou.
Foi a partida da competição em que a Argentina mais recebeu cartões amarelos, 5. Foi também o segundo jogo mais faltoso da equipe na Copa América (19 faltas, contra 20 da semifinal diante da Colômbia), de acordo com dados da plataforma SofaScore.
A estratégia fez com que a seleção brasileira precisasse apelar igualmente a uma maior imposição física. O que explica, em parte, porque os brasileiros fizeram mais faltas que os argentinos: 22 contra 19. Apesar disso, o plano adotado pelos rivais gerou reclamações de Tite após a derrota por 1 a 0, gol de Ángel Di María.
“Um jogo picotado, que a gente queria jogar, mas o que tinha era antijogo, cavando faltas o tempo todo, demora para bater, árbitro… Não deu ritmo, a gente queria jogar. Defensivamente [a Argentina] é uma equipe muito bem postada, com o goleiro vindo muito bem, com uma linha de quatro com qualidade, peças de reposição importantes. Volto a dizer: tem mérito do outro lado”, afirmou o treinador.
Jogos com essa característica, em que a estratégia do adversário passa por tirar a fluidez e o conforto do Brasil a partir do confronto físico, têm sido difíceis para a seleção.
Também na Copa América, contra a Colômbia ainda na fase de grupos, a equipe conseguiu a virada por 2 a 1 apenas no último minuto, num confronto que seguiu roteiro semelhante ao da decisão.
Os colombianos abriram o placar com Luis Díaz aos 10 minutos de jogo e não se privaram de tentar frear os brasileiros como puderam. Depois da Argentina na final, a Colômbia foi a adversária que mais cartões recebeu diante do Brasil: 4 contra 3 –fez também mais faltas, 16 ante 15, 7 delas somente em Neymar.
A equipe de Tite chegou à virada, com gols de Firmino e Casemiro, mas também houve reclamação da postura rival. Tenso, o jogo teve fortes discussões entre os atletas. Neymar e Borja chegaram a se estranhar no túnel de acesso do estádio Nilton Santos, no Rio.
“Chegaram uma vez o jogo todo, fizeram o gol e depois ficaram atrás. Jogo catimbado, não quiseram jogar futebol”, disse o capitão Casemiro após o triunfo.
Na vitória da última quinta-feira (2), sobre o Chile, em Santiago, o que mais chamou a atenção no desempenho da seleção foi menos a estratégia rival e mais a descoordenação da própria equipe. O que justifica-se ao menos parcialmente pela preparação problemática que teve para a rodada tripla das Eliminatórias.
Da convocação inicial de Tite, o técnico não pôde contar com nove atletas que atuam na Premier League, vetados por seus clubes. Além deles, Claudinho e Malcom, do Zenit (RUS), receberam ordem dos russos para retornarem ao país e nem estiveram à disposição para a viagem ao Chile.
De qualquer forma, foi uma partida com alto índice de faltas. Cada equipe cometeu 19 infrações, com quatro cartões amarelos para ambas. Mais uma vez, aliado ao desentrosamento, a imposição física rival levou problemas ao Brasil, que contou com boa atuação do goleiro palmeirense Weverton, titular em razão das ausências de Alisson e Ederson, arqueiros que defendem times da liga inglesa.
Equilibrar o duelo a partir do que chamam de “fisicalidad” poderá ser novamente o plano da Argentina para sair vitorioso de solo brasileiro. Já funcionou anteriormente, e o que foi um sucesso para os argentinos na decisão da Copa América parece ser um caminho interessante para os adversários da seleção verde-amarela nos próximos enfrentamentos continentais. Mas só para os adversários.

Estádio: Neo Química Arena, em São Paulo (SP)
Horário: 16h deste domingo (5)
Transmissão: Globo e SporTV

Viviane Araujo se casa com vestido modelo princesa bordado em cristais

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

Viviane Araujo, 46, e Guilherme Militão, 32, se casaram na noite desta sexta-feira (3) no espaço Lajedo, em Vargem Pequena, no Rio. A atriz usou um vestido de noiva assinado pelo estilista Lucas Anderi.
“Um clássico de gola alta e decote profundo com transparência. Uma verdadeira obra de arte saída de um conto de fadas”, detalhou Anderi em suas redes sociais.
Ele completou que o vestido em modelo princesa foi confeccionado todo em renda em forma de folhas e bordado em canutilho e cristais. Em entrevista ao UOL, Anderi disse que se inspirou nas noivas árabes que usam saias extras volumosas. Ao todo, de acordo com ele, foram usados 40 mil cristais.
Em suas redes, o estilista também afirmou que todos os convidados fizeram testes para detecção da Covid-19 antes da festa e que pontos de álcool gel e medição de temperatura foram espalhados no local da celebração. De acordo com o jornal Extra, 300 pessoas foram convidadas para o casamento, metade da capacidade do local.
A atriz entrou ao som da música “Ainda Bem”, de Marisa Monte. Militão estava muito emocionado ao ler os votos de casamento. “Queria dizer que você está maravilhosa. Eu fiquei pensando na a melhor forma de contar como eu me apaixonei por você. Pensei, pensei, mas entendi que é impossível não me apaixonar por você”, disse ele
“Guilherme, eu vou começar com a primeira frase que eu postei na nossa primeira foto juntos: De repente você entrou na minha vida e eu sorri. E foi exatamente assim, você chegou e a minha vida se transformou. E hoje o motivo de toda a minha felicidade é você. Você é meu anjo”, afirmou ela, também muito emocionada.
Viviane Araujo e Guilherme Militão já tinham se casado no civil em maio, em um cartório no Rio, com poucas pessoas presentes. O casal está junto desde o final de 2019.
Em janeiro, Viviane já tinha revelado que estava noiva e que iria se casar em breve. Na ocasião, ela revelou o desejo de ter um filho. “De um jeito ou de outro, saindo da minha barriga ou adotando, eu vou ser mãe”, afirmou. Uma das musas do Carnaval no Rio e em São Paulo, ela também disse que sonha em desfilar grávida em uma escola de samba.

Brasil concederá visto humanitário a afegãos

Agência Brasil

O Brasil concederá visto humanitário para afegãos, apátridas e pessoas afetadas pela situação de grave ou iminente instabilidade institucional ou de grave violação de direitos humanos ou do Direito Internacional Humanitário no Afeganistão.

Os ministros das Relações Exteriores, Carlos França, e da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, assinaram, nessa sexta-feira (3), portaria interministerial que regulamenta a concessão do visto temporário e de autorização de residência para fins de acolhida humanitária.

De acordo com nota conjunta dos ministérios, a medida é baseada nos “fundamentos humanitários da política migratória brasileira, conforme estipulado na Lei n° 13.445, de 24 de maio de 2017, e que oferece mecanismo de proteção, reafirmando o compromisso brasileiro com o respeito aos direitos humanos e com a solidariedade internacional”.

Segundo a nota, o visto é uma expectativa de ingresso no país e não acarreta obrigação ao estado brasileiro de arcar com as despesas da vinda dos migrantes ao Brasil.

As embaixadas em Islamabad, Teerã, Moscou, Ancara, Doha e Abu Dhabi estarão habilitadas a processar os pedidos de visto para acolhida humanitária. O Brasil não possui embaixada ou consulado no Afeganistão.

“Receberão especial atenção as solicitações de mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência e seus grupos familiares, inclusive a situação particular das magistradas afegãs que foi trazida ao conhecimento do governo brasileiro”, acrescentaram os ministérios.

Confirmado no NBB-14 diretoria do Leão anuncia novo patrocinador

A 14ª edição do Novo Basquete Brasil definiu os times que disputarão a competição. Com o retorno confirmado do Rio Claro Basquete e a adição do União Corinthians (RS), a maior competição de basquete do Brasil contará com 17 times na temporada 2021/2022. A próxima temporada do NBB terá início no dia 23 de outubro (sábado), com confronto, horário e local a definir. A tabela completa e o regulamento serão publicados em breve.

“Muito contente em ver o Rio Claro Basquete de volta ao NBB. É uma vitória do esforço de um grupo de pessoas que desde janeiro está construindo este retorno junto às empresas e que acreditaram que a cidade e a torcida podem jogar junto com o time. Estamos construindo uma base sólida para que Rio Claro esteja sempre no NBB. O meu agradecimento ao presidente do ABCD Bandeirantes Aldo Dermarchi, ao prefeito Gustavo Perissinotto e ao secretário de Esportes Yves Carbinatti, que sempre estiveram juntos comigo para angariar os patrocinadores. Agradecer aos diretores da LNB em nome do Sérgio Dominici e Alvaro Costa, que estiveram em Rio Claro apresentando às empresas a importância e representatividade do basquete para a cidade”, disse o diretor Marcelo Tamião.

Além dos patrocinadores que já estão com o Leão no Campeonato Paulista, o diretor confirma para o NBB o apoio de mais uma empresa multinacional.

“Gostaria de agradecer às empresas que já estão com a gente nessa volta: Caprem Construtora, Embramaco, Bocão Pisos, Traumec e Speciale Viagens, e agora em primeira mão não posso deixar de agradecer ao nosso novo patrocinador, a Consul. Além deles, ressaltar os nossos parceiros também de extrema importância que são a Prefeitura de Rio Claro, Secretaria de Esportes, Restaurante Espaço Divino, CF1200 e NA FISIO, que também acreditam no basquete de nossa cidade. Bem-vindo novamente, Rio Claro Basquete”, declarou o diretor.

Piora da crise hídrica impacta planos de empresas e ameaça economia até 2022

LEONARDO VIECELI
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) –

A sequência de impactos negativos da seca prolongada é mais do que uma ameaça para a economia brasileira em 2021. Os efeitos da crise hídrica ganharam força nos últimos meses e, segundo analistas, também representam um desafio para a atividade econômica em 2022.
A falta de chuva prejudica a produção na agropecuária, eleva custos na indústria, pressiona a inflação e, assim, atinge o consumo das famílias.
Se não bastasse isso, uma parte dos analistas demonstra preocupação com os riscos de racionamento obrigatório de energia elétrica e eventuais apagões devido à seca.]
O alerta com os impactos da falta de chuva ficou mais forte após a divulgação, na quarta-feira (1º), do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre deste ano. O recuo de 0,1% no indicador já refletiu, em parte, os prejuízos do clima adverso.
Nos últimos meses, a seca prejudicou lavouras e obrigou o acionamento de usinas térmicas no país, que têm custos maiores para geração de energia. Com isso, além dos alimentos, a conta de luz também ficou mais cara, pressionando a inflação.
Em 12 meses, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) se aproximou de dois dígitos. A variação no acumulado até julho foi de 8,99%.
Os preços em patamar alto, em um ambiente de desemprego acentuado e renda fragilizada, abalam o consumo das famílias, que ficou estagnado no segundo trimestre de 2021. Ou seja, a variação foi nula (0%) frente aos três meses iniciais de 2021.
Com a inflação alta, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) passou a aumentar a taxa básica de juros, a Selic. Os juros mais altos, além de afetarem o consumo, dificultam investimentos produtivos nas empresas, destaca Alex Agostini, economista-chefe da agência de classificação de risco Austin Rating.
“Os agentes econômicos ficam mais cautelosos, e isso gera pressão para o próximo ano”, diz Agostini.
Em relatório de agosto, a gestora de investimentos Rio Bravo sublinhou que “a crise hídrica não é um risco somente para a inflação, mas também para o crescimento econômico em 2022”.
O economista João Leal, da Rio Bravo, salienta que um eventual racionamento traria uma série de reflexos negativos para a atividade. “É um risco não desprezível. A situação não é positiva, e não vemos um sinal tão forte de melhora no curto prazo”, aponta Leal.
Até agora, o governo federal aposta na redução do consumo de energia de forma voluntária entre clientes residenciais e comerciais no país.
Em evento nesta sexta-feira (3), Luiz Eduardo Barata, ex-diretor do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), chamou atenção para as dificuldades existentes no cenário hídrico e energético. Segundo ele, “as medidas para mitigação dos riscos têm demorado e têm sido tímidas”.
“Os especialistas que têm acompanhado estudos reconhecem que, a cada mês que passa, a cada dia que passa, nossos riscos aumentam. O que temos visto é um aumento do consumo, em vez de redução. A previsão de chegarmos aos meses de outubro e novembro sem condição de atender a todo o consumo é real e bastante grande”, afirmou Barata no evento online de negócios Scoop Day.
O Paraná é um dos locais mais abalados pelo baixo nível de chuvas. No começo de agosto, o governo local resolveu estender para todo o estado a situação de emergência hídrica, que até então era válida apenas para a Grande Curitiba e a região Sudoeste.
A medida autoriza o rodízio no abastecimento de água -ou seja, a mescla entre períodos de abastecimento e de suspensão do serviço. Na quinta-feira (2), o governo do Paraná informou em nota que a forte estiagem “ainda não dá sinais de trégua”.
Por ora, o principal impacto da seca para as indústrias do estado é o aumento nos custos com energia, relata João Arthur Mohr, gerente de Assuntos Estratégicos da Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).
Segundo ele, como forma de precaução, parte do setor já começa a fazer estudos para alterar horários de operações se houver necessidade nos próximos meses. Na prática, em caso de nova piora na crise hídrica, as indústrias poderiam realizar processos produtivos que demandam mais energia em períodos do dia nos quais o consumo de luz é menor.
Por enquanto,a pressão de custos por si só já traz uma grande preocupação, diz Mohr. “O aumento da energia afeta a competitividade das empresas”, define.
Pesquisa recente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) indicou que nove em cada dez empresários do setor industrial no país relatam preocupação com a escassez de chuva.
Diante desse quadro, a procura por geradores elétricos dobrou em 2021, se comparada a 2020, relata José Velloso, presidente-executivo da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).
Velloso reconhece que a crise hídrica acende o alerta na indústria em razão do aumento nos custos produtivos. Ele, entretanto, não vê neste momento grandes riscos de racionamento forçado ou apagões nos próximos meses.
“É lógico que, sem chuva até o final do ano, o cenário pioraria em 2022”, menciona.
Roberto Leverone é um dos empresários industriais que estudam fazer adaptações em sua fábrica devido aos riscos energéticos.
Diretor de uma empresa com negócios nos setores têxtil e de brinquedos, em Magé (RJ), Leverone avalia a instalação de placas para uso de energia solar na fábrica. Contudo, diz que os custos são altos, e isso pesa em um momento no qual a economia ainda tenta se recuperar.
“Um investimento assim teria de estar mais acessível para as empresas”, afirma Leverone, que é presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) Caxias e Região.
Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), também relata que a crise hídrica começa a impactar os negócios devido ao aumento nos custos.
Segundo ele, em caso de necessidade, empresas do segmento também avaliam adotar medidas como alterações nos turnos de trabalho, para “fugir” de horários de pico de consumo de luz.
“São estudos no momento”, conta.
Fernando Pimentel, presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), destaca que a pressão da energia mais cara pode gerar reflexos nos preços para o consumidor.
“Os desdobramentos não se restringem a 2021, se projetam nos preços para o ano que vem”, analisa Pimentel, que ainda não enxerga uma possibilidade de “racionamento clássico”, como o de 2001.
Na agropecuária, as perdas devido à seca foram agravadas em parte das lavouras pelo registro de geadas em junho e julho nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.
Esse é o caso da cana-de-açúcar. Devido ao clima adverso, a moagem nas usinas do Centro-Sul deve cair de 12% a 13%, para o patamar de 530 milhões de toneladas, indica a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). A projeção significa 75 milhões de toneladas a menos na comparação com a safra 2020/2021.
“Após as geadas, a alternativa é fazer a colheita da cana o mais rápido possível, para que se perca menos”, ressalta Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica.
As perdas em lavouras diversas já afetaram a produção da indústria nacional, que caiu 1,3%, em termos gerais, em julho, apontou divulgação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na quinta-feira (2).
Com o impacto das dificuldades climáticas, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) reduziu a projeção de alta do PIB da agropecuária neste ano, de 2,6% para 1,7%. Ao divulgar a revisão, no último dia 26, o instituto chamou atenção para os efeitos negativos do La Niña em 2021.
O fenômeno é visto como um dos motivos da crise hídrica porque afeta a distribuição de chuvas. No Brasil, o La Niña costuma provocar estiagem no Centro-Sul.
Café e milho também estão entre as culturas abaladas pela seca. Com a menor oferta, os preços subiram no campo. O café arábica, por exemplo, acumula disparada de cerca de 80% em relação ao final do ano passado, apontam dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).
A inflação mais alta, acompanhada por aumento nos juros e crise política, causa temor no mercado financeiro. Em relatório, a consultoria MB Associados relatou preocupação com o cenário brasileiro em 2022. Na visão da MB, há uma “desaceleração contratada da economia ano que vem pelos descaminhos que o governo tem tomado este ano”.
“A conjunção de crise hídrica com elevação forte dos juros causa sensação de estagflação iminente”, apontou a consultoria. A estagflação é conhecida como um fenômeno que combina fraqueza econômica e preços em alta.
Analistas do mercado consultados pelo Boletim Focus, do BC, esperam avanço de 2% no PIB brasileiro de 2022. Contudo, já há estimativas abaixo desse nível. O Itaú Unibanco, por exemplo, baixou em agosto sua projeção, de 2% para 1,5%.

Brasília terá esquema especial para atos de 7 de setembro

Agência Brasil

A região central de Brasília terá reforço no policiamento nos próximos dias em função das manifestações previstas para a próxima terça-feira (7). A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) realizará linhas de revistas pessoais e bloqueios nas principais vias da Esplanada dos Ministérios e proximidades da Torre de TV. Também haverá bloqueio do trânsito em vários pontos da região central da capital federal. 

Segundo o Governo do Distrito Federal (GDF), será proibido acessar as áreas em que serão realizadas as manifestações portando objetos pontiagudos, garrafas de vidro, hastes de bandeiras e outros materiais que coloquem em risco a segurança de manifestantes e população. Também fica restrita a utilização de drones sem autorização no espaço aéreo da Esplanada.

Os eventos serão monitorados pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), com apoio de equipes em campo. O centro reúne 29 órgãos, instituições e agências do GDF voltadas para segurança, mobilidade, saúde, prestação de serviço público e fiscalização. 

Espaços para manifestações

Haverá dois espaços para as manifestações. Os locais foram definidos juntamente dos organizadores dos eventos, que se reuniram no Ciob com representantes das forças de segurança, órgãos federais e do GDF envolvidos.

Os manifestantes pró-governo ficarão na Esplanada dos Ministérios. Treze grupos foram cadastrados pelo Núcleo de Atividades Especiais (Nucae), da SSP/DF. O ponto de encontro será a Biblioteca Nacional. De lá, seguirão pela Esplanada dos Ministérios e poderão chegar até a Avenida José Sarney, na ligação entre as vias S1 e N1. Os monumentos e prédios públicos estarão fechados com gradil e resguardados por policiais.

Já os manifestantes com orientações contrárias ao governo irão se concentrar no estacionamento da Torre de TV, a partir das 8h, ao lado da Praça das Fontes. De lá, seguirão em caminhada, a partir das 10h, até o Memorial dos Povos Indígenas. A PMDF fará a segurança do perímetro e acompanhará todo o trajeto.

Trânsito

A partir da 0h de terça-feira (7), será proibido o trânsito de veículos na Esplanada dos Ministérios. O bloqueio será entre a alça leste da Rodoviária do Plano Piloto até o 1º Grupamento de Bombeiro Militar, próximo à L4 Norte. A PMDF, com apoio do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), coordenará o bloqueio de vias e controle de trânsito na região central.

Os ônibus das comitivas, assim como motocicletas e cavalos – como previsto pelos organizadores – deverão ser deixados no estacionamento da Praça da Cidadania, localizada ao lado do Teatro Nacional. As alternativas para quem precisar acessar a região serão as vias N2 e parte da S2, entre os ministérios e anexos. Policiais militares e agentes do Detran estarão nas vias W3 Norte (N2 e N3) e W3 Sul (S2 e S3) para controle e maior fluidez no trânsito.

Os demais manifestantes poderão utilizar os estacionamentos da Rodoviária do Plano Piloto (parte superior) e dos setores de Autarquia, Bancário e Comercial. Os condutores deverão estacionar somente em locais permitidos, pois haverá fiscalização por parte dos órgãos de trânsito. 

A partir das 6h, não será possível transitar com veículos da altura da W3 até a Funarte, no Eixo Monumental – nas vias N1 e S1. O trecho será destinado para os manifestantes com orientação contrária ao governo.

Os locais indicados para estacionamento daqueles que seguirem para se manifestar nesta área será o Setor Hoteleiro Norte, Palácio do Buriti e Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). O GDF ressalta que o estacionamento do Estádio Nacional Mané Garrincha é privativo.

A reabertura das vias será feita após o fim das manifestações e dispersão do público, mediante avaliação de cenário por parte das autoridades de trânsito.

Linha de revista

Haverá linhas de revista próximas à Catedral (Buraco do Tatuí), nas escadarias de acesso aos ministérios – que estarão abertas de forma intercalada -, nas proximidades da via W3 e das vias S1 e N1, nas proximidades do setor hoteleiro Norte e Sul.  Os policiais farão, ainda, revistas pessoais em toda extensão do Eixo Monumental. 

Itens proibidos:

– Fogos de artifício e similares

– Armas em geral

– Apontador a laser ou similares

– Artefatos explosivos

– Sprays e aerossóis

– Mastros confeccionados com qualquer tipo de material para sustentar, ou não, bandeiras, cartazes etc

– Fogões e similares que utilizem gás e/ou eletricidade

– Garrafas de vidro e latas

– Armas de brinquedo, réplicas, simulacros e quaisquer itens que possuam aparência de arma de fogo

– Drogas ilícitas, conforme a legislação brasileira

– Substâncias inflamáveis de qualquer tamanho ou tipo

– Armas brancas ou qualquer objeto que possa causar ferimentos, mesmo que representem utensílios de trabalho ou cultural (a exemplo: tesouras, martelos, flechas, tacos, tacape, brocas)

– Quaisquer outros itens a serem divulgados, com antecedência mínima de 24 hs da Operação, pela PMDF e/ou SSP/DF e/ou GDF

Jornal Cidade RC
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