A partir de segunda-feira (29) o sistema de transporte público coletivo de Rio Claro terá ampliação da quantidade de viagens em todas as linhas. A medida faz parte das adequações que a prefeitura está realizando para garantir que o serviço seja ofertado de acordo com a demanda dos usuários e de forma sanitariamente segura devido à Covid-19.
“Uma das necessidades que identificamos é a de aumentar o número de viagens também nos finais de semana, além dos dias úteis, e providenciamos isso”, explica o secretário municipal de Segurança, Otávio Balbão Júnior.
De acordo com o setor de Mobilidade Urbana e Sistema Viário, o município deve anunciar novas alterações na próxima semana, possivelmente com nova ampliação de oferta de viagens ao longo do dia.
Os novos horários que passam a vigorar nessa segunda-feira estarão disponíveis para consulta no site da empresa Rápido São Paulo, que opera o sistema de transporte coletivo em Rio Claro. O endereço é rapidosp.com.br/horarios/.
Também será possível consultar as informações no posto da empresa na Rua 1 entre as avenidas 1 e 2, em frente à estação ferroviária.
Os usuários do serviço podem fazer sugestões ao departamento de Mobilidade Urbana pelo e-mail [email protected].
Um acidente envolvendo dois caminhões deixou cerca de quatro quilômetros de congestionamento na rodovia Washington Luís, a SP-310, na manhã desta sexta-feira (26), por volta das 5 horas, segundo informações da Polícia Rodoviária Estadual.
O acidente aconteceu na altura do quilômetro 172 no sentido interior, quando um dos veículos teria tido problema nos freios e parado parcialmente sobre a faixa de rolamento e o acostamento. O segundo caminhão, que vinha logo atrás não teve tempo hábil para desviar e acabou colidindo na traseira do veículo que estava parado.
Ainda de acordo com o policiamento, não houve registro de vítimas. Um dos caminhões transportava pisos e revestimentos e o outro caixas d’agua.
O trânsito foi normalizado por volta das oito horas da manhã.
O corpo encontrado ontem na região de buscas pelo avião bimotor que caiu entre Ubatuba (SP) e Paraty (RJ) é o do piloto Gustavo Carneiro, segundo informou o IML (Instituto Médico Legal) de Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense. A mãe e a namorada de Gustavo compareceram ao IML para o reconhecimento do corpo.
Criado em Corumbá (MS), ele se mudou para o Rio de Janeiro em 2018, onde trabalhava em uma empresa de instrução aérea. Sua última localização identificada nas redes sociais foi o Aeroporto dos Amarais, em Campinas, na manhã de quarta-feira (24).
De lá, ele decolou por volta de 20h30, com destino ao aeroporto de Jacarepaguá, no Rio, acompanhado do copiloto, José Porfírio Júnior, de 20 anos, e de um passageiro que ainda não foi identificado.
A aeronave perdeu contato com o radar por volta de 21h. Os primeiros a acionarem as autoridades foram os familiares de José, que acompanhavam o trajeto do voo pela internet.
O motivo da queda do avião que estava Marília Mendonça ainda não está esclarecido, mas a polícia possui duas linhas de investigação em aberto. Na quinta-feira (25), foram descartadas a hipóteses de que o piloto e o copiloto poderiam ter sofrido um mal súbito, bem como a de que a aeronave teria sido alvejada, de acordo com os primeiros laudos concluídos.
O documento aponta que as cinco vítimas -a cantora, o piloto, Geraldo Martins de Medeiros, o copiloto, Tarciso Pessoa Viana, o produtor dela, Henrique Bahia, e o tio e assessor da sertaneja, Abiceli Silveira Dias Filho- não morreram durante a queda, mas com o impacto no chão, sofrendo politraumatismo.
No entanto, o delegado Ivan Lopes Sales informou que a conclusão sobre a causa da queda depende dos laudos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), que ainda não tem prazo para conclusão.
Sendo assim, a polícia ainda considera duas possibilidades: pane nos motores ou colisão com a torre de energia.
Na quinta, o delegado Lopes afirmou que hipótese explicaria a baixa altitude em que estava aeronave. “Há uma segunda linha de que pode ter sido algum problema com os motores que causou essa altitude baixa da aeronave, provocando a colisão, mas aí a gente aguarda os laudos do Seripa 03 [órgão do Cenipa], para ver, com a conclusão, se vai ser possível afirmar que esses motores não apresentaram nenhum tipo de defeito”, explicou.
O delegado ainda disse que a Polícia Civil colheu alguns depoimentos de envolvidos no caso, como o dono da empresa à qual a aeronave pertencia e um outro piloto que chegou a falar com o comandante do voo, Geraldo Martins de Medeiros Júnior, enquanto ele já realizava os procedimentos de pouso.
“Esse piloto e o que se acidentou conversaram no rádio. E, em momento algum, ele reportou algum problema na aeronave, ele [Geraldo] reportou que ele tinha ciência do que estava fazendo, mas o que chama a atenção é que ele já estava na ‘perna do vento da 02’, o que quer dizer que ele já estava em procedimento de pouso. Quando ele fala isso, pela oitiva desse piloto, a estimativa é que o piloto que se acidentou estava a um minuto, um minuto e meio do pouso”, detalhou o delegado em entrevista coletiva.
Apesar da hipótese da pane nos motores, outra linha de investigação da polícia é a de que a aeronave não tenha sofrido nenhum problema e a causa da queda esteja relacionada diretamente com o choque com a torre de energia.
A Polícia Civil chegou a encontrar um cabo enrolado em uma das hélices do avião. A Cemig informou que o avião teria colidido com a torre e que, após o acidente cerca de 33 mil pessoas, que dependem da Linha de Distribuição (LD) Caratinga 1, ficaram sem energia.
Vitória Medeiros, filha do piloto Geraldo Martins de Medeiros Júnior, deve, inclusive, entrar com uma ação contra a companhia de energia pela falta de sinalização na torre de distribuição com que a aeronave se chocou.
À reportagem, o advogado que representa a jovem, Sérgio Alonso, informou que, apesar de a torre não estar dentro da zona de proteção -o que implicaria em uma sinalização obrigatória-, ela ainda estava localizada em uma área de perigo.
“A Cemig alegou desde o primeiro momento que a torre não estava sinalizada porque não estava na zona de proteção. Mas, independente de estar na zona ou não, estamos nos baseando no Código Civil e na jurisprudência brasileira. Quem explora atividades perigosas tem obrigação de ter cuidado”, argumentou.
Ele ainda informou que a diferença entre a zona de proteção e o local onde a torre estava localizada é de apenas 1 km. Sendo assim, para percorrer esse percurso, o avião teria apenas 20 segundos de voo, o que seria muito pouco para desviar do objeto.
O empresário Aníbal Martins Julião Júnior, dono do terreno onde houve o acidente, disse que viu o momento em que o bimotor bateu em um cabo de energia antes de cair. Ao jornal O Globo, ele relatou que acionou o Corpo de Bombeiros e o Samu e que, ao chegar ao local do acidente, havia um forte cheiro de querosene no ar. Ele só soube que a cantora estava no avião depois.
Detectada no começo desta semana, uma nova variante do Sars-Cov-2, que causa Covid, gerou uma grande onda de preocupação em vários países do mundo.
Ainda é cedo para entender seus efeitos sobre o contágio, a gravidade da doença ou a eficácia da vacina, mas, como ela apresenta muitas mutações, governos preferiram se antecipar enquanto forças-tarefa de cientistas trabaham “24 horas por dia” para entendê-la.
Veja algumas perguntas e respostas sobre o novo mutante.
Quando ela foi detectada? Na terça (23), cientistas começaram a chamar a atenção para uma variante com um grande número de mutações, algumas descritas como “terríveis”, na proteína S (de spike, ou espícula), usada pelo Sars-Cov-2 para entrar nas células humanas.
Na quarta (24), ela recebeu o “nome” (classificação dentro das linhagens de coronavírus) de B.1.1.529.
Onde ela apareceu? O sequenciamento foi feito na África do Sul, o que não quer dizer que a variante tenha surgido lá. O país tem investido na vigilância da pandemia e no sequenciamento genético do coronavírus, o que aumenta suas chances de encontrar mutantes.
Por que os cientistas se preocuparam? Um dos primeiros virologistas a alertar para a variante, Tom Peacock, do Imperial College de Londres, ressaltou que as mutações feitas na proteína S eram as “mais horríveis” já vistas, e que era a primeira vez que ele via não uma, mas duas mutações “no local de clivagem da furina”.
O diretor do Ceri (centro para resposta a epidemias e inovação da África do Sul), Túlio de Oliveira, afirmou na quinta (25) que a variante surpreendeu os virologistas, porque “deu um grande salto na evolução e tem muito mais mutações do que se esperava.
A variante apresenta 50 mutações no total e mais de 30 na proteína S, as mais preocupantes, porque é a partir dela que são produzidas as vacinas.
Se sua estrutura é muito alterada em relação à usada para a produção de vacinas contra Covid, há preocupação de que os imunizantes percam eficácia contra a variante.
Isso quer dizer que as vacinas não funcionam contra essa variante? Não há pesquisas suficientes ainda sobre como a variante atua nem como reage às vacinas e anticorpos de quem desenvolveu imunidade natural.
Quando será possível saber se a variante consegue driblar a vacina? Nesta quinta (25), a OMS afirmou que pode levar algumas semanas até que se entenda melhor o impacto da nova variante.
A variante é mais contagiosa? Ainda não se sabe. O diretor do Ceri (centro para resposta a epidemias e inovação da África do Sul), Túlio de Oliveira, afirmou na quinta (25) que a B.1.1.529 “tem potencial para se espalhar muito rapidamente”, e que os cientistas estão trabalhando “24 horas por dia” para entender os efeitos da nova variante em cinco pontos: 1) transmissibilidade; 2) efeito das vacinas; 3) possibilidade de reinfecção; 4) severidade da doença, e 5) diagnóstico.
Por que se suspeita que ela seja mais contagiosa? Dados preliminares apontam que a variante aumentou rapidamente na província de Gauteng, a mais populosa do país e que inclui Pretória e Johannesburgo, e já pode estar presente nas outras oito províncias do país.
Segundo o diretor do Ceri, a vigilância genômica aponta que a B.1.1.529, em menos de duas semanas, já sobressai em relação às infecções pelas outras variantes da Covid, logo após “uma devastadora onda da delta”.
Pesquisadores afirmam que cerca de 90% dos novos casos em Gauteng poderiam estar associados à variante B.1.1.529. O NICD (Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul), porém, não atribui o crescimento de caso locais à nova variante.
No país, que vacinou completamente 24% de sua população, cerca de 2.500 casos novos foram registrados na quinta, contra 100 no início do mês.
A variante terá o nome de uma letra grega? Possivelmente. Isso deve ser decidido em reunião na tarde desta sexta, pela OMS, que atribui letras gregas a mutações que considera como variantes “de atenção” (que devem ter seus efeitos acompanhados) e “de preocupação” (que são mais transmissíveis ou causam mais danos, como a alfa e a delta, por exemplo).
A próxima letra a ser atribuída é a nu (pronuncia-se niu), a 13ª do alfabeto grego.
Se ainda não há evidências sobre o impacto da variante, porque países estão proibindo voos e impondo quarentenas? Por precaução, já que os cientistas chamaram a atenção para o potencial de risco, por causa do grande número de mutações na proteína S.
Onde há casos sequenciados? Até esta quinta (25), havia 77 casos confirmados na província de Gauteng, na África do Sul, 4 em Botswana e 1 em Hong Kong (diretamente relacionado a uma viagem da África do Sul).
Novembro de 2021 marca 113 anos da inauguração do Hospital São Luiz, a Santa Casa de Araras, e a direção da instituição decidiu marcar a data com um Coffee break reunindo a imprensa, alguns colaboradores, os irmãos que compõem a Diretoria e Conselho Fiscal, representantes da Associação São Luiz Saúde, dos poderes Executivo e Legislativo, e parceiros.
O hospital foi inaugurado em 11 de novembro de 1908. Na época, foi instalado no antigo prédio da Câmara Municipal de Araras, próximo da Praça Barão, onde ficaria pelos primeiros anos de funcionamento.
O encontro para celebrar o aniversário de inauguração aconteceu no Salão Nobre da Santa Casa, nesta sexta-feira (26) com número restrito de participantes por conta dos cuidados ainda necessários em relação à pandemia.
Recepcionaram os convidados o provedor da Santa Casa, Eduardo de Moraes, o diretor técnico do hospital, o médico Helder Camargo Preto e o gestor voluntário da Santa Casa, empresário Hildebrando Xavier de Sousa.
Participaram da mesa solene, além deles, também o secretário municipal de Saúde, o médico Agnaldo Píscopo e o prefeito de Araras, Pedro Eliseu Filho (PSDB).
Durante o encontro, a direção da Santa Casa elencou algumas das mais relevantes conquistas recentes da instituição, obras que melhoraram e estão modernizando a estrutura física do hospital, e aprimoramento do parque hospitalar como um todo, com a inclusão de equipamentos que fazem parte do “legado” da pandemia da COVID19.
Foram informados também avanços na área de gestão e governança da Santa Casa, e expressas algumas expectativas para o ano de 2022.
Pelos conselhos da Irmandade estiveram presentes Eloy Pinton Filho, Rui César Alves, Sérgio Sebastião Martini, Leandro Cerbi, Luiz Carlos Franzini, Roberto Daltro Júnior, Antonio Garcia Júnior, Antonio Venezian e Eduardo Michel Feres.
Novo Centro Cirúrgico de mais de R$ 2 milhões
A Santa Casa de Araras iniciou, nas últimas semanas, uma obra com custos estimados em mais de R$ 2 milhões, para a implantação de um novo Centro Cirúrgico. Para viabilizar a obra, a Pediatria foi remanejada, deixando o último andar do prédio do hospital, passando a funcionar, em plenas condições técnicas, na ala Fábio Prado, no primeiro andar. A previsão é de que o novo Centro Cirúrgico leve cerca de até 18 meses para ficar pronto.
De acordo com Helder Camargo Preto, médico e diretor técnico da Santa Casa, o novo Centro Cirúrgico vai ocupar aproximadamente 700m2 de área construída, com sete salas cirúrgicas – uma a mais do que existe atualmente – além dos demais anexos necessários.
Segundo o diretor técnico, o novo Centro Cirúrgico será moderno e atenderá todas as mais recentes exigências do Ministério da Saúde, e em linha com inovações tecnológicas de ponta.
“O local será preparado para receber equipamentos de alta tecnologia, incluindo toda a infraestrutura e instalações para as cirurgias que utilizam equipamentos de robótica, algo que já existe em cidades maiores, e para o que nós devemos, sem dúvida, estarmos prontos”, comenta ele.
As obras do novo Centro Cirúrgico serão custeadas por doação de uma família de empresários locais, que, no entanto, pediu para não ter o nome divulgado. O recurso doado é exclusivo para essa obra.
O provedor da Santa Casa, Eduardo de Moraes, falou da importância da doação da família para o novo Centro Cirúrgico. “É um gesto de amor ao hospital e à população de Araras e região, que vai se beneficiar dessa grande obra”, comenta ele.
Gestor voluntário da Santa Casa, o empresário Hildebrando Xavier de Sousa, também enfatizou a relevância da contribuição. “Um ato louvável e que vai fazer a diferença para muitas pessoas, e ajudar a salvar ainda mais vidas”, afirmou.
Modernizações nas UTI’s
Durante a coletiva e café comemorativo, também foram dadas informações sobre as já concluídas obras de reforma e modernização da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Adulto e a UCO (UTI Coronariana).
A UTI Adulto comporta 11 leitos e a UCO, outros 4 leitos, totalizando cerca de 320m2 de área construída que recebeu intervenções, feitas com mão-de-obra própria e também com serviços terceirizados. O valor aproximado do investimento foi de R$ 100.000,00, em recursos provenientes de convênios específicos, cuja aplicação deve, por lei, ser em melhorias estruturais do hospital.
Entre os serviços feitos estão a substituição do piso por manta vinílica de alto tráfego, que favorece a limpeza e o risco de contaminação cruzada; a troca dos aparelhos de ar condicionado por máquinas novas, com maior capacidade, mais eficientes e econômicas, reforma completa da rede elétrica seguindo os padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas); reforma da rede de vácuo dos leitos, checagem da rede de gases, com eliminação de pontos com vazamento e recuperação de pontos com defeitos; pintura completa, reforma e pintura de portas, reforma e pintura dos bate-maca (proteções nas paredes) do setor.
Para o diretor técnico da Santa Casa, Helder Camargo Preto, o principal objetivo desse investimento é o ganho de qualidade no atendimento dos pacientes. “Modernizar nossas UTI’s significa atender melhor quem precisa delas. E, em breve, vamos detalhar outros importantes investimentos nesses setores, em termos de novos e modernos equipamentos adquiridos”, diz ele.
Legado estrutural da Pandemia de COVID 19, quase R$ 4 milhões em equipamentos
A pandemia da COVID 19, lembraram os administradores da Santa Casa, trouxe desafios sem precedentes à instituição. Quase dois anos depois do início dessa emergência de saúde de proporções globais, o saldo foi de muito aprendizado e marcas importantes, além de acréscimos e incrementos no parque hospitalar que ficarão para o enfrentamento das demandas que a Santa Casa tem pela frente.
“Foi e ainda é um tempo dificílimo, especialmente, no que diz respeito à dor e perda irreparável para as famílias que perderam algum ente para a COVID19” diz o provedor Eduardo de Moraes. “Mas, apesar de tanto sofrimento, vimos nossas equipes se dedicarem heroicamente, vimos a união de vários esforços de diferentes setores e acrescentamos diversos equipamentos importantes, que ajudaram a salvar vidas e vão continuar ajudando”, comenta.
Ele lembra, ainda, que muitos funcionários da Santa Casa adoeceram por COVID19, e que não só os da linha de frente e da área hospitalar se dedicaram integralmente, mas, também todo o corpo de colaboradores das demais áreas. “Cada um fez o seu melhor, foi um período em que demonstraram, realmente, o amor que eles sentem pela nossa Santa Casa. Eles nos ajudaram muito a enfrentar esse tempo de grande provação”, afirma.
Segundo o gestor voluntário da Santa Casa, Hildebrando Xavier de Souza, foram integrados ao hospital quase R$ 4 milhões em equipamentos, como 25 ventiladores pulmonares, 27 monitores multiparâmetros, 1 monitor hemodinâmico, 1 monitor grau médico, 27 camas hospitalares elétricas, 7 aspiradores cirúrgicos, aparelho de ultrassom portátil, aparelho de Raios X móvel motorizado, eletrocardiógrafo, 6 carrinhos de emergência, e outras centenas de dispositivos, mobiliários e componentes variados, adquiridos com verbas públicas, privadas, ou mesmo doados por empresários.
“Cada vida é única e insubstituível. Mas os esforços conjuntos fizeram com que a Santa Casa ajudasse Araras a ter uma das menores taxas de letalidade por COVID 19 de todo o Brasil”, comentou Xavier.
Em Araras a letalidade pela doença está em 2,1%, enquanto que no Estado é de 3,1% e no país, 2,8%.
Gestão e governança aprimorados
Principal hospital de Araras, referência SUS para mais quatro cidades – Leme, Conchal, Pirassununga e Santa Cruz da Conceição, municípios cuja população somada é de mais de 350 mil pessoas, a Santa Casa avançou no processo de profissionalização da gestão e passa a comunicar seus valores, serviços, desafios e realizações de forma mais dinâmica, sobretudo nas redes sociais.
As mudanças vieram na esteira de uma série de medidas que a Irmandade de Misericórdia, mantenedora da Santa Casa de Araras, bem como a administração do hospital, adotaram para melhorar a performance da instituição e recuperar sua capacidade de investimentos e inovação.
Ao longo dos últimos dois anos, a gestão da Santa Casa, apoiada pela Provedoria e Irmandade, reestruturou departamentos, assumindo a operação de alguns serviços, terceirizando outros por meio de parcerias criteriosamente estruturadas, bem como otimizando recursos materiais, tecnológicos e humanos, e aprimorando processos.
“Melhoramos muito o perfil e a administração da dívida do hospital, ganhamos fôlego e condições para comprar melhor e pagar nossos funcionários em dia, algo que consideramos uma conquista importantíssima, além de honrar o mais básico direito dos nossos colaboradores”, comenta Xavier. “Temos consciência de que se pudemos ter esses avanços agora, isso se deve também ao grande e valioso trabalho dos que nos antecederam”, ressalva.
Para o gestor, a Santa Casa está mais forte, e mais apta do que nunca a merecer o apoio dos setores público e privado, e da sociedade como um todo. “Melhoramos muito, mas temos imensos desafios e a Santa Casa precisa e merece sempre que todos colaborem, com esse que é um grande patrimônio para Araras e região, o grande pilar de sustentação da saúde da nossa população”, concluiu.
Parceria reforçada
O secretário municipal de Saúde, Agnaldo Píscopo, disse em seu discurso que a proximidade e a colaboração entre a Prefeitura e a Santa Casa nunca foram tão intensas. “A Santa Casa é o principal prestador de serviço em Saúde à Prefeitura. É onde qualquer cidadão, se precisar, sabe que será acolhido. E não é por favor algum de ambas as partes, que estamos mais próximos do que nunca. Temos uma interdependência, e nos ajudamos”, afirmou.
O prefeito Pedro Eliseu Filho reafirmou a importância da Santa Casa para a qualidade de vida da população. “Como pessoa, sou testemunha da importância desse hospital, que cuidou de minha mãe (Olga Eliseu, in memorian), e de uma de minhas filhas, que nasceu prematura, e foi tão bem cuidada, como todos aqui são bem cuidados, que ela está forte e saudável hoje, já uma moça”, comentou. “Hoje eu estou prefeito, amanhã não mais, outros virão, mas a proximidade e a parceria com a Santa Casa sempre serão fundamentais para nossa cidade”, disse.
Para 2022
O gestor voluntário Xavier aproveitou o encontro com a imprensa para dizer que as expectativas para 2022 são realistas e otimistas. “Temos grandes parcerias sendo articuladas, outras modernizações sendo viabilizadas e novos serviços que serão disponibilizados à população. Em breve daremos detalhes”, avisou.
Em entrevista à Rádio Jovem Pan News, o prefeito de Santa Gertrudes confirmou que a cidade é mais uma que não receberá o Carnaval em 2022. Segundo Gino, o município não promoverá festas de rua ou desfiles no próximo ano.
Em meio a recentes discussões dentro da Câmara Municipal sobre a extinta ‘taxa de iluminação’, a Prefeitura segue trabalhando no processo de licitação que vai contratar uma nova empresa responsável pela manutenção da iluminação pública em Rio Claro. Após a etapa da qualificação técnica, 16 empresas permanecem na disputa.
De acordo com a municipalidade, está prevista para a próxima semana a última etapa, que é a abertura dos envelopes com os preços propostos pelas empresas. Segundo o edital, o valor máximo estimado na licitação é de R$ 4,7 milhões pelo prazo 12 meses. São estimados cerca de 27 mil pontos luminosos no município, dos quais 25 mil são em ruas e avenidas e o restante em praças públicas. O documento prevê, além da manutenção do sistema que tem como maioria o vapor de sódio, o fornecimento e instalação de algumas centenas de luminárias de LED.
O contrato emergencial para manutenção da iluminação pública tem validade até o mês de dezembro. Questionada pela reportagem, a administração informou que atualmente estão sendo realizadas cerca de mil manutenções mensais no parque de iluminação pública de Rio Claro. “Em outubro, o município investiu aproximadamente R$ 160 mil nesse trabalho”, comunica.
No próximo dia 6 de dezembro completam-se três anos da aprovação da Lei Complementar nº 143, que revoga a lei criada no Governo Altimari e que instituiu a Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública (CIP), a chamada Taxa de Iluminação. O projeto foi apresentado no fim do mês de novembro de 2019 pelos vereadores. Já na atual legislatura, são vários os parlamentares que vêm cobrando uma solução para a manutenção da iluminação. Por diversas sessões a Secretaria Municipal de Obras foi pressionada. Numa polêmica recente, o vereador Sivaldo Faísca (DEM), porém, ao criticar o serviço, elogiou o pagamento da taxa indicando que quando ela existia a iluminação era melhor.
Emergencial
Empresa Selt Engenharia permanece contratada emergencialmente até o mês de dezembro para prestar serviço de manutenção
A cidade de Brotas, região de Rio Claro, sediou em Novembro o Amppesp Fomenta 2021, organizado pela Associação dos Municípios de Pequeno Porte do Estado de São Paulo. O evento reuniu figuras da política estadual e nacional, além de contar com representantes do Governo Estadual e Governo Federal, para dialogar e atender às demandas dos pequenos municípios paulistas.
O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica na noite desta quinta-feira (25) em que orienta que os 4 milhões de brasileiros que se vacinaram com o imunizante da Janssen tomem uma dose de reforço entre dois e seis meses após a primeira aplicação. A recomendação do ministério é que seja utilizado a vacina do mesmo fabricante.
Segundo a nota, a orientação foi baseada em estudos científicos que mostram aumento significativo na imunidade após a aplicação de mais uma dose da vacina, principalmente com intervalo mais longo, de seis meses. As informações são da Agência Brasil.
Se a dose de reforço, segundo estudos, for aplicada com um intervalo de seis meses, os níveis de anticorpos aumentam nove vezes após uma semana com a imunização da Janssen. Esse índice segue aumentando em até 12 vezes quatro semanas após a aplicação do reforço.
A nota técnica citou uma pesquisa norte-americana que demonstrou que a dose de reforço, quando aplicada com um intervalo mínimo de dois meses, fornece até 94% de proteção contra a Covid-19. Com dose única do imunizante, o índice é de 75%. O estudo também demonstrou que os níveis de anticorpos aumentaram de quatro a seis vezes com a dose de reforço.
Os resultados embasaram o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças, em inglês) a também recomendar a dose de reforço da Janssen.
No caso de mulheres que se vacinaram com a Janssen e que estejam grávidas, a recomendação é que a dose de reforço seja feita com a vacina da Pfizer.
O Brasil recebeu, até agora, 6,6 milhões de doses de vacinas da Janssen. No momento, cerca de 2 milhões de doses estão em análise do INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde).
Segundo o Ministério da Saúde, a previsão do laboratório é que mais 2,8 milhões de doses sejam entregues no começo de dezembro e o restante até o fim do mês. “Esses quantitativos são suficientes para a aplicação do reforço de quem se vacinou com a Janssen dentro do intervalo recomendado de até seis meses”, informou o ministério em nota.
Nesta semana, o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgoto) está integrando à rede de abastecimento, mais um reservatório de 1 milhão de litros. Localizado na Avenida 29, na esquina da Rua 11, próximo ao Estádio Municipal Augusto Schmidt Filho, a ação vai melhorar a reserva de água, o controle e vazão da pressão no abastecimento em bairros próximos.
Mas para estar em pleno funcionamento e ser integrado à rede já existente, a autarquia está realizando procedimentos técnicos operacionais para garantir a manutenção da qualidade e potabilidade da água oferecida à população.
Por isso, a partir das 23 horas deste sábado (27), o Daae vai realizar o processo de higienização (desinfecção) do interior do reservatório. Durante essa etapa, será necessário fazer o descarte de toda a água que está armazenada no reservatório.
“A higienização é feita para deixar o reservatório em condições para armazenar água potável. Como o reservatório será esvaziado lentamente para evitar eventuais trechos alagados nas vias próximas, a ação será feita nesse dia e horário, visando impactar o mínimo possível o fluxo de trânsito no local”, explica o superintendente do Daae, Osmar da Silva Junior.
A autarquia esclarece ainda que essa ação não afeta o abastecimento, ou seja, não haverá falta d’água por conta desse procedimento e o descarte dessa água armazenada não é caracterizado como desperdício, já que é usada especificamente para limpeza e não pode ser reutilizada.
“Por conter produtos químicos, essa água se torna imprópria para qualquer tipo de consumo, sendo necessário fazer o descarte, de forma controlada, pelo Daae”, comenta o superintendente da autarquia.
Na fase seguinte, será feita análise bacteriológica do reservatório e caso os resultados estejam dentro dos padrões, o reservatório estará apto a armazenar água e ser integrado à rede de abastecimento já existente. Caso seja necessário, o Daae repetirá, dentro de alguns dias, todas as etapas do procedimento de limpeza.
As quatro unidades básicas de saúde de Rio Claro fecham mais cedo, às 13 horas, nesta sexta-feira (26). A medida foi necessária para que todos os profissionais das unidades do Vila Cristina, Wenzel, Cervezão e Avenida 29 participem de treinamento nesta tarde voltado à vacinação contra a Covid.
A previsão é de que a partir do dia 6 de dezembro a aplicação das doses contra a Covid volte a ser realizada exclusivamente nas unidades de saúde e, para isso, todos os profissionais passam por aperfeiçoamento, visando atuação única e qualificada em todas as unidades.
O planejamento para o treinamento foi realizado de maneira a não comprometer o atendimento de pacientes. Para isto, não foi feito agendamento para esta tarde nas quatro UBS do município.