No último domingo, dia 07, o Antigo Auto Clube de Rio Claro (AACRC) promoveu o 32º encontro de veículos antigos no Claretiano, reunindo carros vindos de todas as partes. Desde cedo, o evento contou com uma variedade impressionante de automóveis em diversas cores, tamanhos e modelos, verdadeiras relíquias de décadas passadas. Entre os veículos expostos, um pátio lotado de Fuscas chamou a atenção dos visitantes, mas o grande diferencial deste ano foram os caminhões exibidos, que impressionaram pelo tamanho e beleza.
O empresário Edson Covre relatou que tem um museu na sua transportadora onde guarda esses veículos, raramente vistos no Brasil. Cheios de história, eles se destacam como verdadeiras joias: “Nos fins de semana, quando não tenho compromisso, vou prestigiar eventos da região e também dar uma volta com os veículos para esquentá-los.” Para o encontro em Rio Claro, Edson trouxe um Mack B71 verde, ano 1954, um Mercedes-Benz L5000 7500 cinza, ano 1952, e um GMC branco de 1974. Todos impecáveis por dentro e por fora. “Naquela época, os três eram páreos em potência, já trabalharam muito e hoje estão aposentados”, conta satisfeito. Ele confessa que a paixão por caminhões está ‘no sangue’, por isso hoje coleciona alguns modelos e também faz parte de um clube de veículos antigos em Limeira.
Além da exposição principal, o evento ofereceu um amplo mercado de peças e antiguidades, juntamente com uma bela exposição de Jeeps. Um espaço de lazer foi especialmente montado para as crianças, além de diversos food trucks e um palco para apresentações ao vivo, garantindo entretenimento para toda a família.
“Foi uma festa muito bonita, com vários modelos de veículos: caminhões, bicicletas, lambretas, automóveis, motocicletas. Quero agradecer a cada um que participou trazendo seu carro antigo e aos que contribuíram com mantimentos que serão destinados a entidades assistenciais. Em nome do Antigo Auto Clube de Rio Claro, agradeço o carinho de todos vocês e até o próximo evento”, afirmou Roberto Júnior, presidente do AACRC.
Edson Covre ao lado do Mack B71 verde, seguido pelo Mercedes-Bens e o GMCDa esquerda para a direita: Milena, Marina Vitti, Roberto Jr, Nicole, Nathaly e Stephanie
O vereador Serginho Carnevale, hoje no PSD, foi entrevistado no programa Farol JC. Na oportunidade, falou sobre a mudança do partido após deixar o União Brasil, os trabalhos na Câmara Municipal e opinou sobre a futura disputa eleitoral junto ao prefeito Gustavo Perissinotto (PSD). Ainda, falou o que pensa sobre Rogério Guedes (PL). A entrevista completa está no vídeo acima.
Como avalia esse primeiro mandato?
Apesar de ter uma herança genética, meu pai Sérgio Carnevale foi vereador quatro vezes, posso assegurar que não é fácil a função de vereador. Eu me tornei vice-presidente da Câmara, foi uma das articulações mais bonitas da história recente, creio eu, da política local. Foi uma eleição que foi mudada em uma semana, de dois votos para 15 votos. Mostra que graças a Deus sou bem recebido e bem respeitado.
Criei a Comissão dos Direitos da Mulher, era uma necessidade. Criei até para a Carol assumir a Comissão, é a única mulher vereadora. Acho justo. Não criei para presidir, mas estou presidindo agora. Tenho tido uma pauta atuante em várias demandas que o rio-clarense historicamente sempre pediu. O resumo que faço em termos pessoais é ter ouvido recentemente do meu pai, que construiu uma história na Câmara, de que eu – exageradamente, coisa de pai – estou trilhando o caminho melhor que o dele. É uma alegria.
(…) Uma coisa que fico feliz foi a questão do banco de sangue da Santa Casa, que iria afetar a todos nós. Por quatro longas semanas eu subia na tribuna, com rupturas ou não, pouco me importa, o fato é que a gente teria uma carnificina silenciosa aqui em Rio Claro. Acidentes de trânsito dependeríamos de uma ligação da Santa Casa para o hemograma da Unicamp, que já estava com seu núcleo no talo. Quando reabriu (em Rio Claro) fui doar e vi a cara de alegria de todos que estavam lá trabalhando.
O que aconteceu para sair do União Brasil?
O Gustavo foi muito sincero com relação ao partido. Me fez um convite formal e foi muito claro, mostrou que realmente eu seria um nome importante para o partido. No meu partido até então (União Brasil) eu não fui convidado a ficar. Você não vai ficar num lugar em que não é bem quisto. Educadamente redigi uma carta de desfiliação, não era interessante, ainda que me respeitassem muito, me dou muito bem com o Rodrigo Guedes, não tenho nenhum tipo de problema de conversa com Rogério, mas senti que não era o local. Eu senti que não seria mais um no PSD, seria um cara importante.
Vai ser possível eleger 4 vereadores no PSD?
Depende, eleição é muito complicada. É surpreendente. Você não sabe o que vem, então acho que estou na briga, assim como os demais no partido. Salvo o Paulo Guedes que tem sempre uma votação muito expressiva, a maioria dos que estão hoje na Câmara, eu incluindo, ninguém entrou só pelos próprios votos, mas pela somatória do partido. É muito variável.
Você criticava Gustavo quando era necessário…
Eu fui um dos primeiros a subir na tribuna e falar em 2022 que o Gustavo estava derretendo. Muito se falava dos secretários, fui lá e falei do Gustavo. Isso é uma coisa que ele aprecia na minha pessoa. Ele sabe que sou justo, sincero. Procuro avaliar da forma mais correta.
Como avalia a pré-candidatura de Rogério Guedes?
Ele está dentro do jogo dele, teve o legítimo desejo de ser candidato. Está colocando o nome dele à prova. Ele vai encontrar seu discurso. Em algum momento achei que ele teve dificuldade em encontrar o próprio discurso. Quando eram obras boas, ele falava que estava dentro, quando era coisa ruim, estava fora. Ele vai se ajustar neste discurso. Está dentro do normal. Se ele vencer as eleições vai encontrar um ambiente bem melhor que ele próprio encontrou como vice-prefeito quando eleito em 2020.
Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Após sucessivos ajustes, com idas e vindas entre as duas casas do Congresso e nove meses de tramitação, a reforma do novo ensino médio segue agora para a sanção presidencial, após ter sua última versão aprovada na terça-feira (9) na Câmara.
O projeto aprovado prevê a aplicação de todas as mudanças já para 2025 no caso de alunos ingressantes no ensino médio. Os que já estiverem com o ensino médio em curso terão um período de transição.
Ao final, foi mantida a essência da projeto do governo federal, que era ampliar a parcela de conteúdos da formação básica curricular – as disciplinas tradicionais, como português, matemática, física, química, inglês, história e geografia, conforme delineado pela Base Nacional Comum Curricular.
Pelo texto agora aprovado, a carga horária da formação geral básica nos três anos de ensino médio voltará a ser de 2,4 mil. Outras 600 horas obrigatórias deverão ser preenchidas com disciplinas dos itinerários formativos, nos quais há disciplinas opcionais à escolha do aluno. A carga horária total será então de 3 mil horas, 1 mil horas para cada ano, dividido em 200 dias letivos de cinco horas cada.
A proposta atende à reivindicação da comunidade escolar e de entidades ligadas à educação, que se mobilizaram e pressionaram pela mudança, descontentes com o novo modelo de ensino médio que entrou em vigor em 2022, quando a formação geral foi reduzida a 1,8 mil horas.
A reforma que segue para sanção aumentou para 2,1 mil horas a formação geral básica também no ensino técnico. As demais 900 horas devem ser dedicadas ao ensino profissionalizante, totalizando as 3 mil horas da carga total. No final, a Câmara rejeitou proposta aprovada no Senado que previa a possibilidade de que o ensino técnico chegasse a 3,6 mil.
A exceção ficou para o caso de profissões que exijam tempo maior de estudo. Nesse caso, 300 horas da formação geral poderão ser utilizados para o aprofundamento de disciplinas que tenham relação com o curso técnico – por exemplo, mais física para alunos de eletrotécnica.
Itinerários
Outra mudança no novo Ensino Médio, proposta pelo Senado e mantida na Câmara, prevê menos liberdade nos itinerários formativos, que agora deverão seguir diretrizes nacionais, a serem elaboradas Conselho Nacional de Educação (CNE), colegiado formado por representantes da sociedade civil indicados pelo Ministério da Educação.
Pelo novo texto, as disciplinas optativas no ensino médio deverão estar relacionais a um dos seguintes quatro itinerários formativos: linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ou ciências humanas e sociais aplicadas. As diretrizes nacionais devem observar ainda especificidades da educação indígena e quilombola.
Isso restringe as possibilidade dos itinerários formativos. Os defensores da restrição apontaram a experiência malsucedida em diversos estados nos quais a ausência de padronização levou a uma ampliação de desigualdades, com a oferta de mais de 30 trilhas de aprofundamento em alguns locais e de nenhuma em outros.
Também prevaleceu ao final a novidade de que, a partir de 2027, sejam cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) conteúdos dos itinerários formativos, além daqueles da formação geral básica que já são cobrados. Essa ideia havia sido retirada no Senado, mas acabou reinserida no texto final pelo deputado Mendonça Filho (União-PE), relator do tema na Câmara.
A proposta foi criticada publicamente por integrantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza o Enem.
Língua estrangeira
Uma proposta inserida pelo Senado e rejeitada na Câmara foi a obrigatoriedade do espanhol na formação geral básica. O texto que segue para sanção prevê apenas o inglês como língua estrangeira obrigatória, conforme defendiam secretários de educação, que alegavam aumento de custos com a novidade, além de falta de professores.
Pelo texto final, o espanhol poderá ser ofertado de acordo com a disponibilidade dos sistemas de ensino. Em comunidades indígenas, o Ensino Médio poderá ser ofertado nas língua maternas de cada povo.
Escolas noturnas
O Senado inseriu e a Câmara manteve a exigência de que seja mantida na sede de cada município brasileiro ao menos uma escola com a oferta de ensino médio regular noturno. A condição é que haja demanda manifestada e comprovada por esse turno nas matrículas feitas junto às secretarias de educação.
Economia para usuários pode chegar a R$ 400 por ano
Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília
A partir desta quarta-feira (10), 95% dos medicamentos e insumos fornecidos pelo Programa Farmácia Popular passam a ser distribuídos de forma gratuita. De acordo com o Ministério da Saúde, remédios para tratar colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite, por exemplo, já podem ser retirados de graça em unidades credenciadas.
A lista completa de medicamentos e insumos disponibilizados pode ser acessada aqui. Já a lista de farmácias e drogarias credenciadas ao programa pode ser acessada aqui. A expectativa da pasta é que cerca de 3 milhões de pessoas que já utilizam o programa sejam beneficiadas. “Em média, isso pode gerar uma economia para os usuários de até R$ 400 por ano”.
Entenda
O Farmácia Popular oferta, atualmente, 41 itens entre fármacos, fraldas e absorventes. Até então, somente medicamentos contra diabetes, hipertensão, asma e osteoporose, além de anticoncepcionais, eram distribuídos de forma gratuita.
Para os outros remédios e insumos, o ministério arcava com até 90% do valor de referência e o cidadão pagava o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia. Com a atualização, 39 dos 41 itens de saúde distribuídos podem ser retirados de graça.
O programa
O Farmácia Popular foi criado em 2004 com o objetivo de disponibilizar medicamentos e insumos de saúde. No ano passado, passou a incluir remédios para osteoporose e anticoncepcionais e, este ano, adotou também a distribuição de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública.
Dados do governo federal indicam que o programa está presente em 85% dos municípios brasileiros, cerca de 4,7 mil cidades, e conta com mais de 31 mil estabelecimentos credenciados em todo o país, com capacidade para atender 96% da população brasileira. “A expectativa do Ministério da Saúde é universalizar o programa, cobrindo 93% do território nacional”.
“Já foram credenciadas 536 novas farmácias em 380 novos municípios de referência do Programa Mais Médicos, com 352 cidades do Norte e Nordeste recebendo a primeira unidade cadastrada. Para alcançar a meta, o credenciamento de novas farmácias e drogarias foi aberto em 811 cidades de todas as regiões do país, com prioridade para os municípios que participam do Mais Médicos – uma estratégia que visa a diminuição dos vazios assistenciais.”
Fundação de Saúde irá distribuir 2.000 frascos de repelente
A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro iniciou a distribuição de repelentes contra mosquitos para gestantes do município.
Os repelentes estão sendo ofertados nas unidades básicas de saúde (UBS) e nas unidades de saúde da família (USF), numa ação contínua da Fundação de Saúde no enfrentamento às arboviroses.
O objetivo é proteger as gestantes, combatendo os riscos à gestação que possam ser causados pelo Aedes aegypti, reduzindo o risco de infecções por dengue, chikungunia, zika e outra arbovirores. A zika pode causar alterações neurológicas nas crianças como microcefalia.
Ao todo serão distribuídos 2.000 repelentes nas unidades de saúde, levando em consideração a média de exames pré-natais realizados em cada local.
As autoridades sanitárias alertam que o uso de repelente não deve ser a única maneira para evitar a transmissão das doenças. É muito importante que as pessoas fiquem atentas aos locais que possam servir de criadouros e façam a sua parte removendo os possíveis recipientes de água parada, para evitar que a dengue e demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes se alastrem pela nossa cidade.
Concurso faz parte da programação do Festrock RC, na antiga Estação Ferroviária
Mulheres a partir de 17 anos podem se inscrever para mais uma edição do Miss Rock Fest, concurso que acontece dentro da programação do FestRock RC. O evento acontece no próximo dia 13 de julho, na antiga Estação Ferroviária de Rio Claro, a entrada é um quilo de alimento não perecível ou um litro de leite.
Segundo a organizadora do concurso, Bia Hebling, a premiação para as vencedoras do Miss Rock Fest inclui faixas exclusivas e vouchers de diversos parceiros, como Lari Cosméticos, Clínica Massaro, Studio Nathalia Sampaio, Ana Gonzaga Beauty, Tainá Sena Depilação, Tha Nogueira Manicure. No ano passado, 22 candidatas participaram, e este ano, a expectativa é ainda maior. “As inscrições serão feitas durante o nosso festival, assim, as interessadas podem se inscrever na hora. Esperamos alcançar mais participantes, com o objetivo de promover a valorização das mulheres no rock”, afirma Bia.
As concorrentes serão avaliadas em três categorias: Estilo, Simpatia e Personalidade. “Queremos ver a expressão de cada participante, sua paixão pelo rock e como elas se destacam em cada uma dessas categorias”, explica Bia. Ela acrescenta que o concurso busca celebrar a diversidade e a individualidade das mulheres no cenário rock.
O FestRock RC 2024 promete uma programação variada. A banda The Mönic será a headliner do evento. Formado em 2017, o quarteto paulistano tem conquistado a mídia e o público com seu som marcante. Outras seis bandas selecionadas pela organização também subirão ao palco: Mad Grace, Sangue Inocente, Deep Divers, Plazafire, Dognerve e Cavalossauro (Sepultura Cover).
Para garantir entretenimento para toda a família, o evento contará com uma praça de alimentação com food trucks e uma área kids. A organização também reforça que a segurança e o conforto dos participantes são prioridades, sendo proibido entrar com bebidas e/ou comidas no local.
O FestRock RC 2024 é realizado com o apoio da Prefeitura de Rio Claro, da Secretaria de Turismo e da Secretaria de Cultura. Para mais informações, siga o festival no Instagram: @festivalderockrc.
Em entrevista à rádio Jovem Pan News, o coordenador da Festa Julina na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, Luiz Correa, fala sobre a programação que acontece até o fim do mês, sempre aos sábados e domingos a partir das 19 horas.
Em uma operação recente do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) em Rio Claro, a equipe recebeu informações sobre um indivíduo foragido. Ao abordá-lo na Estrada do Sobrado, foram recebidos com disparos de arma de fogo. Os policiais responderam à agressão, neutralizando o suspeito, que acabou falecendo no confronto.
Uma policial militar foi ferida durante o incidente e levada para exames médicos, permanecendo internada em observação.
Nesta quarta-feira (10), algumas interdições estão programadas, conforme o boletim da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Sistema Viário.
Sinalizações:
Bairro Centro:
Av. Conde Francisco Matarazzo entre Junior e Av. 7 e 13.
Bairro distrito Batovi:
Av. Cinco X Rua 1.
Fechamentos:
Rua 4PF: entre Av. 4PF e 6PF, Lote 13 Quadra C, Jd. Porto Fino – das 08h às 18h | Concretagem de Obra.
Suavizações de valetas:
Trechos Fechados:
Rua 9A com Av. 64A, fechado sentido da Av. 64A entre Rua 8A e Rua 9A – V Cristina.
Rua 11A com Av. 70A, fechado sentido da Rua 11A entre Av. 70A e Av. 72A – V Cristina.
Rua M10 com Av. M25, fechado sentido da Rua M10 entre Av. M25 e Av. M27 – Cervezão.
Rua M11 com Av. M25, fechado sentido da Rua M11 entre Av. M25 e Av. M27 – Cervezão.
Departamento de Engenharia:
Ruas do Bairro Nova Rio Claro.
Av. 2 – Distrito de Ajapi.
Rua 16JP entre Avs 5JP e 7JP.
Av. Tancredo Neves sentido Bairro Centro – Jd. Inocoop.
Interdição:
Trecho da Av. Rio Claro entre Rua 09 e Av. 10 estará interditado no sentido Lago Azul. O tráfego será desviado para o lado oposto. Placas próximas ao fechamento indicarão rotas alternativas.
Após 45 anos de espera, o Estádio Benitão, em Rio Claro, se tornou o palco de uma narrativa épica. O Velo Clube, o Rubro-Verde rio-clarense, voltou à elite do futebol paulista, concretizando um sonho antigo de sua apaixonada torcida. A memorável campanha na Série A-2 de 2024 foi coroada com um empate sem gols contra o Juventus, resultado que selou o tão almejado acesso à Série A-1, após êxito inicial diante do adversário obtido na capital paulista. A última vez que o clube havia alcançado tal feito foi em 1978, tornando essa conquista um verdadeiro renascimento.
A jornada do acesso
A trajetória do Velo Clube rumo ao acesso foi repleta de desafios e superações. Terminando a fase de classificação na sétima posição, a equipe mostrou resiliência ao vencer o São José nas quartas de final e o Juventus nas semifinais. O confronto decisivo pelo título da Série A-2 contra o Noroeste foi um espetáculo à parte, com dois duelos intensos e emocionantes.
Na partida derradeira, realizada no Benitão, o ambiente era eletrizante. Aos dois minutos de jogo, o zagueiro Júlio Vaz marcou de cabeça, inflamando as esperanças da torcida local. O Noroeste empatou no segundo tempo com um belo chute de Isael, que foi posteriormente expulso, aliviando a pressão sobre o Velo. A equipe manteve a vantagem conquistada no jogo de ida e garantiu o inédito título da Série A-2, além do acesso tão desejado à Série A-1.
Essa conquista não apenas celebra o retorno à elite após mais de quatro décadas, como também marca a primeira vez em que o Velo Clube ergue o troféu da Série A-2, solidificando seu lugar na história do futebol paulista. Para entender melhor os bastidores desse feito histórico, a JC Magazine conversou com figuras importantes dessa jornada vitoriosa: o presidente do clube, um jogador que foi crucial na empreitada e um torcedor emblemático que representa a paixão da torcida rubro-verde, sempre incansável e determinante.
José Luiz Pimentel ao lado de Cláudio Luis Castellano, João Isidoro Cerri e João Carlos Cerri. Foto: Arquivo JC
Desafios e preparativos
Para Reginaldo Breda, presidente do Velo Clube, os desafios vão além das quatro linhas. A adaptação do Estádio Benitão às exigências da Federação Paulista de Futebol é uma prioridade: “Precisamos construir novos acessos, camarotes, lanchonetes e banheiros. Contratamos uma empresa de engenharia para desenvolver o projeto de novas arquibancadas atrás dos gols e atender a todas as exigências da Federação”, explicou Breda, que complementou dizendo que a Prefeitura assumiu o compromisso de realizar essas obras essenciais.
Reginaldo Breda, presidente do Velo Clube. Foto: Janyne Godoy Ferreira
Na formação do elenco, a continuidade é fundamental. “Nossa primeira ação foi garantir a permanência do treinador Guilherme Alves. Renovamos com o nosso capitão e com o goleiro Gabriel Félix, além de alguns atletas em evolução. Estamos avaliando nomes que trarão experiência e competitividade”, destacou Breda. A sustentabilidade financeira também é uma preocupação constante: “O estádio é um patrimônio do município, por isso a prefeitura realizará as obras. Estamos estruturando nosso departamento de marketing para atrair novos negócios e patrocinadores. Essas parcerias são vitais para fortalecer o clube e garantir um futuro sólido”, comentou o presidente.
Envolvimento da comunidade
De acordo com Breda, o Velo Clube sempre teve uma relação íntima com a comunidade de Rio Claro. “O engajamento da comunidade vem naturalmente. Estamos trabalhando duro no planejamento para que o Velo permaneça por muito tempo na elite. Não é simples, mas é nesse sentido que trabalhamos todos os dias”, afirmou.
Breda e Guilherme. Foto: Thomaz Marostegan/Agência Paulistão
Experiência do torcedor
As melhorias na infraestrutura do estádio visam não apenas cumprir os requisitos da Federação Paulista de Futebol, mas também proporcionar uma melhor experiência para os torcedores: “O foco é o conforto do torcedor e a melhoria das condições de trabalho dos atletas e profissionais. Planejamos evoluir permanentemente”, reforçou Breda.
Reflexões de Alexandre Carvalho
Alexandre Carvalho, de 39 anos, zagueiro do Velo Clube e agora gerente de futebol, refletiu sobre os momentos cruciais da campanha: “A troca de treinador foi um ponto de virada. Superamos os desafios com trabalho, humildade e união”. Ele também destacou a preparação intensa da equipe: “Trabalhamos muito fisicamente e mentalmente. Sabíamos que todos os jogos seriam uma final”. Carvalho relembrou um momento de superação: “Quando ficamos com um a menos contra o Juventus, nos unimos e buscamos forças mentais e concentração”.
Para Carvalho, a conquista tem um valor especial: “Estou há seis temporadas no Velo Clube, e essa conquista me faz sentir com o dever cumprido. Colocamos o Velo no cenário especial do campeonato paulista”.
Alexandre Carvalho. Foto: Caroline Custanari
Olhando para o futuro, Carvalho comentou sobre os desafios na Série A-1: “Nos dedicaremos ao máximo na primeira divisão. Trabalho e dedicação não faltarão. Encerrei minha carreira com dois títulos e dois acessos pelo Velo Clube. Agora, como gerente de futebol, vou trabalhar duro para apresentarmos um bom desempenho na divisão especial”.
A volta do Velo Clube à elite do futebol paulista é um marco histórico, fruto de um trabalho árduo e do comprometimento de jogadores, comissão técnica, diretoria e torcedores. Com um planejamento bem estruturado, apoio da comunidade e a liderança de Guilherme Alves, a equipe tem tudo para fazer uma campanha memorável na Série A-1, garantindo não apenas a permanência, mas também solidificando sua posição entre os grandes do futebol paulista.
Alexandre Carvalho. Foto: Caroline Custanari
Perspectivas para a Série A-1
José Luiz Pimentel, torcedor ilustre de 69 anos, compartilhou suas expectativas e reflexões sobre o acesso histórico: “O time começou a engrenar na metade do campeonato. O técnico Guilherme Alves chegou na quarta rodada e teve que, durante o campeonato, mexer em algumas peças que não vinham bem. O empate diante do Capivariano, na última rodada, foi o ponto de partida para as mudanças. Daquele instante em diante, não perdemos mais e chegamos ao acesso”, detalhou.
Ele também destacou os desafios superados: “Os maiores desafios foram a queda de rendimento na parte final da primeira fase. Após as mudanças feitas pela Comissão Técnica, corrigimos o rumo. Se não tivessem sido feitas, estaríamos ainda na Série A-2. Com a chegada de Caio Mancha, os atacantes do Velo sabiam que ele estaria ali para conferir os gols. Reforços chegaram no momento correto”.
Pimentel ao lado de Paulino Mello. Foto: Arquivo Pessoal
Comparando o acesso de 1978 com o de 2024, Pimentel observou diferenças notáveis: “A diferença entre a equipe de 1978 e a de 2024 foi que, neste ano, tivemos a chegada de reforços no momento da luta pelo acesso”. Ele expressou sentimentos mistos sobre as exigências da Federação Paulista de Futebol: “Confesso que há um misto de ansiedade e apreensão. O torcedor precisa ser alertado para as novas regras e exigências da Série A-1”. Olhando para o futuro, Pimentel está confiante: “Acredito que a diretoria e a torcida farão sua parte. A massa torcedora do Velo Clube vai mostrar sua força e empurrar a equipe para conquistar as vitórias necessárias para a manutenção na Série A-1”.
A frente fria continua influenciando o estado de São Paulo, resultando em tempo instável em Rio Claro, com presença de nebulosidade e chuvas de intensidade que variam de fraca a moderada, frequentemente acompanhadas por trovoadas. Esse padrão é mais evidente nas regiões oeste, centro, sul e leste do estado.
Durante o dia, podem ocorrer períodos de melhoria, principalmente no setor norte. As temperaturas permanecem baixas, com mínima registrada hoje (10) de 14,6°C no campus da Unesp. A máxima prevista é de 18°C.
Informações fornecidas pela estação Ceapla-Unesp e prefeitura de Rio Claro.
Vergílio Caritá – 94 anos. Faleceu dia 6, nesta cidade. Era viúvo de Therezinha Carvalho da Silva Caritá. Deixa os filhos José Carlos c/c Irene, Jaime c/c Cristina, João c/c Ester, Ademar c/c Rose. Deixa também netos, bisnetos, demais familiares e amigos. Foi sepultado dia 6, no Cemitério Municipal São João Batista (Grupo Memorial Planos e Assistências)
Alcides da Silva Leite – 94 anos. Faleceu dia 5, nesta cidade. Era viúvo de Maria Felix Pereira Leite e deixa os filhos Alcineia, Claudineia e Gilson c/c Amanda. Deixa também netos, bisnetos, demais familiares e amigos. Foi sepultado dia 6, no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Grupo Memorial Planos e Assistências)
Maria José de Gés Bortolati, Tite – 81 anos. Faleceu dia 6, nesta cidade. Era viúva de Licinio Bortolai. Deixa os filhos Licinio Aparecido (falecido, foi c/c Elisabete), Luiz Fernando (falecido) e Luciano c/c Poliana. Deixa também os netos Luciano, Alfredo, Aline e a bisneta Ayumi. Foi sepultada dia 7, no Cemitério Municipal São João Batista. (Funerária João de Campos)
Aureo Soares Filho – 63 anos. Faleceu dia 6, nesta cidade. Deixa a viúva Vera Ligia e o filho Rafael. Foi sepultado dia 7, no Cemitério Crematório Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos)
Therezinha Ferreira Soares – 96 anos. Faleceu dia 7, nesta cidade. Era viúva de João Adalberto, deixa os filhos Maria da Conceição c/c Irineu, e Vanda (viúva). Deixa também três netos e um bisneto. Foi sepultada ontem (8) no Cemitério Municipal São João Batista. (Funerária João de Campos)
José Jacobucy – 81 anos. Faleceu dia 7, nesta cidade. Deixa a viúva Laura de Andrade, os filhos Jennifer c/c Arthur, Priscila c/c Jonatas, Claudia c/c Eliseu, Adriana c/c Allan, e dois netos. Foi sepultado ontem (8) no Cemitério Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos)
Vilma dos Santos Torre – 69 anos. Faleceu dia 6, em Araras. Deixa o viúvo Dorival Torre, os filhos Reginaldo, Michel e Gabriela. Foi sepultada dia 7, no Cemitério Municipal de Araras.