#VÍDEO: Analândia tem programação especial de aniversário

O município de Analândia completou 121 anos no último dia 21 de junho. A cidade atrai pessoas de todos os lugares por causa de suas cachoeiras e locais propícios para caminhadas e escaladas, como o Morro do Cuscuzeiro.

A partir desta semana uma programação celebra o aniversário da cidade.

Confira no vídeo

Seleção faz treino fechado sem os lesionados Danilo e Douglas Costa

A seleção brasileira treinou neste domingo em Sochi, em mais uma etapa da preparação para o duelo com a Sérvia, sem muitas indicações sobre qual será a escalação para o confronto de quarta-feira, em Moscou, ou do modelo tático para o confronto válido pela rodada final do Grupo E da Copa do Mundo. Lesionados, o lateral-direito Danilo e o meia-atacante Douglas Costa não participaram do trabalho.

Como tem sido rotineiro nos treinamentos da seleção na Rússia, o trabalho só teve a sua parte inicial, cerca de 20 minutos, aberta à imprensa. E neste período, o técnico Tite não deu qualquer dica sobre a formação que pretende usar na quarta, afinal, nesse período, os jogadores realizaram apenas um leve aquecimento em um dos campos da estrutura do estádio Slava Metreveli.

Quando a atividade foi fechada, a comissão técnica dividia os jogadores reservas e o meia-atacante Willian, que só participou dos 45 minutos iniciais da vitória por 2 a 0 sobre a Costa Rica, em três times. Já os titulares faziam exercícios regenerativos, um dia após a maior parte deles nem ir ao campo na sequência do primeiro triunfo da seleção na Copa.

Com isso, definições sobre a escalação do Brasil para o confronto com a Sérvia e aspectos técnicos e táticos a serem trabalhados para o jogo deverão ser realizadas na segunda-feira, quando a equipe fará um treino completamente fechado em Sochi, antes do embarque para Moscou, palco do decisivo confronto.

As ausências da atividade eram as já esperadas. Danilo, com lesão na região do quadril direito na véspera do confronto com a Costa Rica, e Douglas Costa, que sofreu lesão na região posterior da coxa direita nos minutos finais do duelo, ficaram na fisioterapia. Os dois jogadores são desfalques certos para o próximo compromisso, mas o departamento médico da seleção acredita que eles ainda podem ser aproveitados na Copa, desde que a equipe vá avançando de fase.

Brasil e Sérvia vão se enfrentar às 15 horas (de Brasília) de quarta-feira, pela rodada final do Grupo E. Com quatro pontos e na liderança da chave em função dos critérios de desempate envolvendo a Suíça, a seleção precisa de um empate para se classificar às oitavas de final da Copa.

Rio Claro completa 191 e faz festa para celebrar

O município de Rio Claro completa neste domingo (24), 191 anos e para celebrar a data, um calendário recheado de atividades e eventos foi elaborado pela atual gestão.

A população, como sempre, marcou presença no tradicional Desfile Cívico, que aconteceu pelas ruas da região central da Cidade Azul.

Confira a cobertura completa no Jornal Cidade de terça-feira (26).

Fotos de Fabrício Ferreira.

Seleção faz treino leve após vitória sobre a Costa Rica

Um dia após derrotar a Costa Rica por 2 a 0, em São Petersburgo, a seleção brasileira retomou a sua rotina de treinamentos em Sochi, o seu “quartel-general” durante as fases iniciais da Copa do Mundo. E foi com um trabalho extremamente leve, que nem contou com a presença dos titulares, ainda que alguns deles até tenham descido a um dos campos da estrutura do estádio Slava Metreveli.

Os reservas da seleção no triunfo pela segunda rodada do Grupo E da Copa do Mundo, a primeira da equipe no torneio, foram os jogadores que tiveram mais trabalho na atividade deste sábado, tendo treinado sob o comando da preparação física e dos auxiliares do técnico Tite.

Dos jogadores considerados titulares, apenas Marcelo, Casemiro, Fagner, Paulinho, Willian e Gabriel Jesus desceram ao campo, após a realização de trabalhos físicos na academia. Mas mal suaram, pois brincaram de futmesa – os volantes ainda fizeram uma leve corrida no campo.

A assessoria de imprensa da CBF explicou que o lateral-direito Danilo, que desfalcou o Brasil contra a Costa Rica por causa de uma lesão no quadril direito, e o meia-atacante Douglas Costa, que disputou todo o segundo tempo do confronto em São Petersburgo, realizaram trabalhos fisioterápicos neste sábado. Já Philippe Coutinho, Neymar e os zagueiros Miranda e Thiago Silva só treinaram na academia.

O trabalho, mais uma vez, foi acompanhado por familiares e amigos de jogadores da seleção. E, inclusive, os volantes Casemiro e Fernandinho aproveitaram para rapidamente confraternizarem com eles nas arquibancadas e mesmo dentro do campo.

O grupo da seleção brasileira volta a treinar neste domingo em Sochi, no período da tarde (horário local). O próximo compromisso da equipe está marcado para quarta-feira, em Moscou, contra a Sérvia, pela rodada final do Grupo E da Copa do Mundo. A equipe só precisa de um empate para avançar às oitavas de final.

HC da Unicamp registra aumento de 40% nos transplantes em 2017

O Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp é referência em captação e cirurgias de transplantes de órgãos, com números crescentes. Somente em 2017, foram realizados 490 transplantes de córnea, coração, medula óssea, rim e fígado – um aumento de 39,6% em relação a 2016, segundo dados divulgados no Anuário Estatístico da Unicamp.

A OPO (Organização de Procura de Órgãos) Unicamp, que trabalha há 25 anos com doadores falecidos, é a quarta equipe paulista com mais doadores efetivos: de 86, em 2012, passou para 132 no ano passado.

Considerando os últimos cinco anos, é possível ver aumentos específicos em procedimentos como córnea – processo gerido pelo Banco de Olhos, que passou de 80 para 222, representando 45% de todos os transplantes do HC.

Em transplantes de rim e fígado, o número foi de 87 para 149 e de 38 para 69, respectivamente – isso significa, nesses dois casos, reduzir pela metade o tempo na lista de espera – de cinco anos para cerca de dois anos e meio.

Para os profissionais envolvidos, estes importantes números também são o resultado de uma rede organizada nacionalmente, que coordena os processos e as listas de espera, como conta o médico Luiz Antônio da Costa Sardinha, coordenador da OPO.

“Desde 2011, treinamos equipes de toda nossa área de cobertura – composta por 127 cidades do Estado – para procedimentos de captação, preparação do doador e diagnóstico de morte encefálica. A logística também melhorou com as tecnologias de comunicação e transporte, incluindo uso de aviões da FAB (Força Aérea Brasileira). A redução da rejeição também é real, com medicamentos mais eficazes e aumento no tempo de sobrevida dos pacientes”, argumenta.

A única queda observada, aponta Sardinha, foi em transplantes cardíacos: 14 para sete, por conta do padrão do doador de hoje. “No caso de coração, a maioria vem de jovens que morrem por causas externas. Isso mudou um pouco, recebemos mais órgãos de idosos, com algumas morbidades, nem sempre em condições de doação”, analisa.

O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) – integrado pelo Ministério da Saúde, secretarias de saúde dos estados e municípios e hospitais autorizados – controla e monitora o processo de doação de órgãos e tecidos e transplantes realizados no país, viabilizado 100% pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Tudo começa assim que a OPO é notificada do diagnóstico de morte encefálica. A família é acionada para autorização da retirada do órgão, ao mesmo tempo em que exames comprovam a viabilidade de doação.

Em caso positivo, a Central de Transplantes entra em ação com as listas de espera – A Unicamp prioriza as Centrais de Ribeirão Preto e São Paulo, enquanto corpos clínicos – Nefrologia, Oftalmologia, Cirurgia Cardíaca, Gastrenterologia e Hematologia – disponíveis 24 horas, são acionados para preparação de análises de compatibilidade e cirurgias.

Nem sempre os órgãos de um mesmo paciente são designados para a mesma OPO, podendo ir para vários locais, de acordo com a necessidade. “A retirada dos órgãos acontece, já com receptores estabelecidos e a caminho do centro cirúrgico. Em caso de incompatibilidade e, se houver tempo hábil – apenas horas, outras regiões do país são acionadas, pois as filas nunca estão zeradas”, explica Sardinha. Ele ainda destaca a ética do processo, que não prevê “cruzamento” de dados entre quem capta e quem recebe. “Quando a OPO disponibiliza um doador, não se sabe quem receberá os órgãos. São equipes diferentes e as listas de espera são seguidas à risca”, enfatiza.

No caso de transplante de medula, procedimento adotado entre vivos compatíveis e também realizado pelo HC, o modelo de regulação é diferente e gerido pelo REDOME (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea), com mais de quatro milhões de doadores cadastrados, vinculado ao Instituto Nacional do Câncer (Inca).

De acordo com Manoel Barros Bertolo, diretor executivo da Área da Saúde (DEAS) da Unicamp, o programa de transplantes do HC também propicia a interação com o ensino e a pesquisa na Universidade, com participação de alunos de graduação, pós-graduação e médicos residentes.

“Não só no processo de captação, mas no transplante em si, as equipes são multiprofissionais. Há médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório, fisioterapia, nutrição, que atuam em plantão e passam por constantes aperfeiçoamentos”, explica.

Análises de compatibilidade e acompanhamento pós-operatório de pacientes e famílias também integram o processo. Bertolo destaca ainda a contratação de profissionais qualificados para realização dos procedimentos nos últimos 10 anos e o fornecimento de medicamentos aos transplantados pelas Farmácias de Alto Custo, uma delas localizada na própria Unicamp.

Conscientização e resistência

Apesar da expressiva atuação brasileira em transplantes – atualmente é o segundo país do mundo em procedimentos de rim e fígado, atrás dos Estados Unidos – o índice de negação da família de um possível doador é de 38% a 40%, segundo dados da ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).

É o maior obstáculo ao avanço nas listas de espera em todo o país. Desde 2001, pela lei, nenhuma declaração em vida – mesmo em documentos de identidade – é válida ou necessária, não há possibilidade de deixar em testamento e não existe cadastro.

A doação é consentida, ou seja, a própria família deve e pode autorizar a doação em caso de morte encefálica. Para tomar essa decisão, ela precisa estar ciente de que o ente querido quer doar seus órgãos e/ou tecidos. “Comunique seus familiares sobre a intenção de doar seus órgãos. Uma simples conversa vai propiciar decisões rápidas e conscientes, caso a situação se apresente”, alerta Sardinha.

A importância da doação ultrapassa limites médicos e científicos. Como relata Marcia Maluf, a primeira mulher brasileira a ser submetida a um transplante cardíaco, em 1996. “Esse é o significado de um transplante, seja ele de que órgão for; é esse o resultado final do ato da doação de órgãos: não só o gesto simbólico de amor ao próximo, de humanidade, mas realmente salvar vidas. Eu gostaria que todos soubessem o que isso representa para alguém que passou pelo que passei. Gostaria que todos os parentes que autorizaram a doação pudessem saber o que fizeram a algumas vidas humanas. Se mais pessoas soubessem disso, garanto que não padeceríamos de tanta carência de órgãos”, contou ela em depoimento concedido para a ABTO.

Para Valéria Athaíde, enfermeira do Serviço de Procura de Órgãos e Tecidos do HC da Unicamp, a clareza nas informações no momento mais difícil para uma família pode ser a salvação para outra. “A gente não força, não induz, sempre deixamos claro que tudo é uma escolha. Mais do que isso, uma oportunidade”, completa.

Menores são flagrados com entorpecentes na Vila Olinda e no Centro

Menores no tráfico

A equipe da Força Tática apreendeu maconha e cocaína com dois menores na noite de sexta-feira (22), no bairro Vila Olinda. Com um dos menores os policiais apreenderam 38 porções de maconha e com o segundo adolescente, 32 cápsulas de cocaína e aproximadamente R$ 100,00 em dinheiro. A dupla de menores foi apresentada na delegacia do plantão policial.

Tráfico nos bairros

Um menor de 15 anos foi apreendido pela Guarda Civil Municipa de Rio Claro na noite de sexta-feira (22). O jovem estava em atitude suspeita e com certa quantidade de cocaína, no Centro.

Motocicleta abandonada

Uma motocicleta de cor vermelha, produto de roubo no início da tarde de quinta-feira, na Avenida P-13 na Vila Paulista, foi abandonada na Rua 30 no Jardim Maria Cristina, região do bairro Wenzel em Rio Claro. Na ação do roubo, casal de jovens foi vítima de dois assaltantes, que fugiram levando a motocicleta e também um valor em dinheiro.

Corpo no IML

O corpo de homem com aparência entre 60 a 65 anos, branco e calvo continua o Instituto Médico Legal do Necrotério Municipal de Rio Claro, na Avenida da Saudade, sem identificação. A vítima fatal teria sofrido acidente com bicicleta há 19 dias, estava internado no PSMI da Avenida 15, em Rio Claro, há cinco dias não resistiu, segundo informação policial.

Programa da PM de combate às drogas forma 465 alunos

A Polícia Militar realizou na noite de quinta-feira (21), no Sesi de Rio Claro, a formatura de 465 crianças do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd).

De acordo com o setor de Comunicação Social da PM, o programa está sendo aplicado em Rio Claro há 19 anos e já formou mais de 36.000 crianças no município. O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, ressalta que “enquanto houver estas parcerias da PM com as escolas, será possível construir menos presídios, pois, bem orientados, nossas crianças e jovens se manterão no bom caminho”.

O Proerd é um programa preventivo e estratégico, tendo como objetivo principal educar as crianças em seu meio natural, a escola, sendo instruídos por policiais militares e também com o auxílio dos professores e a participação dos pais, levando o programa para a família. O programa abrange especialmente crianças no 5º ano do Ensino Fundamental, mostrando-lhes os efeitos das drogas e ensinando as habilidades necessárias e motivação para manterem-se longe desse mal.

Da solenidade também participaram os vereadores Júlio Lopes e Ruggero Seron, o capitão Marcos Paulo Barreto, professores e o diretor do Sesi, Luiz Renosto.

#VÍDEO: Walking Together chega a Rio Claro em sua primeira edição

Uma iniciativa composta por empreendedores e formadores de opinião que se reúnem para trocar experiências, ampliar rede de contatos e gerar novos negócios, visualizando um melhor desenvolvimento do empreendedorismo de cidades pequenas.

Um seleto grupo de Rio Claro pode conhecer de perto essa proposta na noite de quinta-feira (21).

Confira no vídeo

Jornal Cidade RC
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