Boletim do setor de segurança desta quarta-feira (23)
Informações direto do plantão policial com o repórter colaborador Gilson Santullo.
Informações direto do plantão policial com o repórter colaborador Gilson Santullo.
Presidido pela juíza Giovanna Christina Colares, da 5ª Vara do Júri, o julgamento está marcado para iniciar às 9h no plenário 10 do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. A sala, a maior do Tribunal, normalmente recebe casos de repercussão – lá foram condenados, por exemplo, Suzane von Richthofen, Gil Rugai e Elize Matsunaga.
A chacina aconteceu na sede da Pavilhão 9, torcida organizada do Corinthians, na Ponte dos Remédios. Era 18 de abril de 2015, véspera de um clássico contra o Palmeiras, e as vítimas haviam organizado uma festa, com churrasco e futebol.
Por volta das 22h30, já no fim do evento, três homens armados entraram na sede da Pavilhão 9. Lá, renderam oito homens, entre 19 e 38 anos, que foram obrigados a ajoelhar e a pôr a mão na cabeça. Todos foram baleados à queima-roupa e morreram na hora.
De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPE-SP), o alvo do ataque era Fábio Neves Domingos, o “Dumemo”, de 34 anos, que seria desafeto de Santos. Um dos motivos seria que os dois atuavam como traficantes de droga na região do Ceagesp, na zona oeste, segundo a acusação.
“Ambos eram antigos membros da torcida e, em determinado momento, passaram a se desentender no comando do já citado grupo de torcedores”, afirma a denúncia, oferecida pelo promotor Rogério Zagallo. “Outrossim, ambos exerciam a traficância na região do Ceasa e eram rivais e concorrentes.”
As vítimas mais novas eram Matheus Fonseca de Olivera, o “Quadrilha”, e Marco Antônio Corassa Junior. Também foram assassinados Jhonatan Fernando Garzilla Massa, o “Joe”, e Jonathan Rodrigues do Nascimento, o “Edilsinho”, ambos de 21 anos, além de André Luiz Santos de Oliveira, de 29, Ricardo Júnior Leonel do Prado, de 34, e Mydras Schimidt Rizzo, de 38.
Ex-tesoureiro da Pavilhão 9, Santos está preso preventivamente desde maio de 2015. Antes das investigações, ele já havia sido expulso da PM por envolvimento com tráfico. “O modo de execução dos delitos revela a exacerbada periculosidade e reprovabilidade social do pronunciado, que é reincidente”, escreveu a juíza ao negar concessão de liberdade.
Júri
O ex-PM vai responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar) com duas qualificadoras: motivo torpe e recurso que impossibilitou defesa das vítimas. Contra o réu pesam reconhecimentos de duas testemunhas – antes das execuções, alguns membros da torcida conseguiram fugir. Eles devem confirmar aos jurados o depoimento dado nas primeiras fases do processo.
Um faxineiro que havia sido contratado para limpar o local após o evento na Pavilhão 9, recebeu ordem para se enrolar em uma bandeira e acabou poupado no massacre. Ele também foi incluído como testemunha e deve depor no julgamento. Devem falar, ainda, membros da torcida que descrevem Santos como uma pessoa “violenta”, de quem todos tinham medo.
Por parte da defesa, foram chamadas quatro testemunhas que devem descrever o álibi do réu para o Conselho de Sentença. Durante a fase de instrução, elas sustentaram que o ex-PM, na verdade, estaria em casa na hora da chacina.
Santos também deve falar aos jurados, antes da Sala Secreta. No seu primeiro interrogatório, ele negou envolvimento com tráfico e participação no crime. Afirmou, ainda, que Neves teria sido morto “pelo crime organizado”. “Pelo que eu levantei, o Fábio atravessou a venda no Ceasa.”
O réu disse, ainda, que era amigo de Domingos. “Eu tenho desafetos lá dentro sim, mas como o Fábio nunca. Eu lamento não poder ter feito nada por ele no dia que ele mais precisou. Hoje, se eu estou aqui, devo isso a ele. Se minha filha de quatro anos é nascida, eu devo a ele.”
Durante a investigação, o PM Walter Pereira da Silva Junior também chegou a ser denunciado e preso, por suspeita de envolvimento na chacina. Contudo, ele não foi pronunciado e, portanto, está livre da acusação. Para a juíza do caso, não havia indícios de que ele estaria no local do crime ou mesmo de que conhecia Santos.
No processo eletrônico disponível no site do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), quatro advogados de defesa aparecem como parte. A reportagem tentou contato com todos eles, mas não obteve resposta.
Informações direto do CEAPLA da Unesp Rio Claro.
Fabrício Vitorino da Silva tem 18 anos, mora em Rio Claro e está entre os 55 candidatos do Brasil que tiraram nota máxima na redação do Enem.
Nesta quarta-feira (23) em uma entrevista exclusiva nas páginas do Jornal Cidade!
Na última sexta-feira (18), o vereador Paulo Guedes foi condenado, em 1ª instância, a 6,5 anos de prisão, perda dos direitos políticos e ao pagamento de multa no valor de R$ 500 mil, acusado de vantagens ilícitas ao exigir parte dos rendimentos de assessores. No processo, também foi condenado o réu N.A.D.S. pela mesma prática de crime.
“Recebi com surpresa a notícia de que foi julgada procedente a ação penal que contra mim foi proposta pelo Ministério Público. Estou seguro da lisura dos meus atos e, conforme assegura a Constituição Federal, estarei interpondo recurso de apelação”, esclarece o vereador Paulo Guedes.
O líder do governo Juninho na Câmara Municipal afirma que acredita na Justiça e seguirá com o trabalho que sempre fez, certo de que os tribunais, ao final, reverterão a sentença que contra ele foi prolatada.
“Ademais, a Constituição Federal assegura que ninguém será considerado culpado até que haja sentença final, transitada em julgado. Prosseguirei firme no meu compromisso com a cidade e com o povo de Rio Claro, certo de que a verdade e a justiça prevalecerão”, reforça.
Em nota, a Câmara Municipal informa que observa que a sentença refere-se a eventuais irregularidades que teriam sido cometidas durante a legislatura passada (2013/16). No entanto, o Legislativo não foi oficiado da sentença, que foi proferida em primeira instância e que, portanto, ainda deverá ser confirmada ou revista a partir de recursos às instâncias superiores.
“Conforme destacado na própria sentença e pelo que determina a Lei Orgânica do Município, somente após o trânsito em julgado da sentença a Câmara deverá deliberar sobre a questão. Até lá, o vereador deverá ter seu direito de defesa respeitado e continuará a exercer as atividades parlamentares em sua plenitude”, justifica.
Vale ressaltar que, ainda, falta o julgamento na Vara da Fazenda Pública com relação à improbidade administrativa imposta ao vereador.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi realizado em novembro do ano passado e na última sexta-feira (18) foram divulgados os resultados. Entre as avaliações mais temidas e que tem um grande peso na média final está a redação. Foram corrigidos 4,1 milhões de textos e destes apenas 55 em todo o Brasil tiraram a nota máxima (1000), 42 mulheres e 13 homens. Um desses candidatos é da cidade de Rio Claro e tem 18 anos e é exatamente a procura dele que o Jornal Cidade está.
Se você conhece essa pessoa ou é ela, entre em contato com a nossa redação através do telefone 3526-1028. O Jornal Cidade irá fazer uma reportagem especial e esse candidato será capa da nossa edição!
Informações direto do CEAPLA da Unesp Rio Claro.
Informações direto do plantão policial com o repórter colaborador Gilson Santullo.
Na semana passada, a fiscalização de rotina da Vigilância Sanitária fez a apreensão de 76 quilos de carne estragada em um supermercado no Cervezão. Durante a inspeção, constatou-se que a câmara fria havia sido desligada, condenando os produtos.
A Vigilância Sanitária fez auto de infração e solicitou a adequação da câmara fria. As carnes foram inutilizadas. Caso as adequações não sejam feitas no prazo, o estabelecimento pode ser penalizado com multa.
Cuidados na higienização, no preparo e no armazenamento dos alimentos são procedimentos de extrema importância, pois alimentos manipulados e armazenados de forma inadequada podem transmitir doenças.
O Ministério da Saúde faz um alerta ao consumidor. A carne bovina e de porco, quando frescas, são compactas, apresentam gordura branca e firme, cor vermelho-brilhante e cheiro agradável. “Não compre se a carne estiver escura ou esverdeada, o cheiro for desagradável e não houver origem determinada e carimbo de inspeção do Ministério da Agricultura, denominado Serviço de Inspeção Federal”, orienta.
Se a carne já estiver moída, tenha a certeza de que a origem é segura e, também, inspecionada (SIF). Prefira a que já se encontra em embalagem e que contenha data de validade.
Frango e outras aves estão bons quando a cor da pele variar do branco ao amarelo, a superfície for brilhante e firme ao tato. Verifique o carimbo de inspeção (SIF) e a validade.
Peixe, camarão e mariscos estão frescos quando os olhos são arredondados, a guelra é vermelha, o cheiro é suave, a pele está brilhante e as escamas firmes. “Se você apertar a carne, ela deve voltar à posição rapidamente. O camarão precisa estar com a cabeça presa ao corpo, a carapaça firme, o olho brilhante e o cheiro agradável”, destaca.
O Diário Oficial da União (DOU) divulgou nesta segunda-feira, 21, os integrantes da comitiva que acompanha o presidente Jair Bolsonaro na viagem a Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial esta semana.
A delegação presidencial conta com os ministros da Economia, Paulo Guedes, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno.
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deputado reeleito e filho do presidente, também está no grupo, assim como o representante permanente do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), Alexandre Parola, o presidente da Apex Brasil, Mario Vilalva, o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, e o secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Castelo Branco Coelho de Souza.
O presidente Jair Bolsonaro e sua comitiva decolaram na noite de domingo, 20, para Zurique, na Suíça, com escala em Las Palmas, nas Ilhas Canárias. O desembarque em Zurique está previsto para as 11h30 desta segunda-feira, pelo horário de Brasília. De Zurique, eles partem para Davos, onde o Fórum começa nesta terça-feira, dia 22. Pela programação, o grupo estará de volta ao Brasil na sexta-feira (25).
Deputado estadual Aldo Demarchi foi citado em reportagem do jornal O Estado de São Paulo publicada no domingo (20) a respeito de apropriação de parte de salários de assessores parlamentares, o chamado “Rachid”.
O secretário municipal de Segurança e Mobilidade Urbana, Marco Antonio Bellagamba, afirmou à reportagem do Jornal Cidade que publicações de que a Prefeitura estaria aplicando multas sem avisar que os radares já estariam em funcionamento são infundadas.
“Quero esclarecer que iremos receber quatro modelos que serão testados para ver a melhor tecnologia para o município. Os equipamentos foram aprimorados e até o final do mês serão instalados. A partir disso irá se iniciar a fase de testes que deverá durar em torno de dez dias e neste tempo, caso ocorram multas, estas não serão processadas”, afirma o chefe da pasta.
Bellagamba ainda ressalta que comentários acerca de que o número de radares teria dobrado também não são verdade: “Acontece que quando fazemos a contagem esta é pela faixa de rolamento e não pelo aparelho. O que teremos a mais, a grande novidade, são os pontos do ‘Detecta’, que serão a nossa muralha de segurança. Se a pessoa que tiver seu veículo furtado ou roubado, ao fazer boletim de ocorrência, vamos poder localizá-lo caso tenha passado por um desses pontos. Benefício para a população e também para nossos policiais militares e guardas civis municipais”, diz o vice-prefeito e secretário de Segurança e Mobilidade Urbana.
Serviço
O valor estimado para contratação era de R$ 5.022.812,88. A empresa vencedora apresentou proposta no valor de R$ 5.154.988,00 e, após negociações junto aos representantes da mesma, a Prefeitura Municipal de Rio Claro conseguiu que o valor baixasse para R$ 4.600.000,00, economizando aos cofres públicos o valor de R$ 554.988,00 por ano.